Resumo do artigo. Modelagem Organizacional com CommonKADS: O Serviço de Emergências Médicas

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Resumo do artigo. Modelagem Organizacional com CommonKADS: O Serviço de Emergências Médicas"

Transcrição

1 Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico Disciplina: PROJETOS I Aluno: Cleosvaldo G. Vieira Jr Resumo do artigo Modelagem Organizacional com CommonKADS: O Serviço de Emergências Médicas (Organizational Modeling in CommonKADS: The Emergency Medical Service) (Autores: Wilfried Post, Bob Wielinga, Robert de Hoog, and Guus Schreiber, University of Amsterdam) Este artigo mostra a aplicação da modelagem organizacional orientada a análise na identificação problemas, oportunidades e possíveis soluções que resolvam o problema de adequação da equipe do serviço de emergências médicas na tarefa de diagnosticar e tratar ataques cardíacos. O projeto EMS 1 requer a construção de um Sistema Baseado em Conhecimento (SBC). Na busca de identificar os problemas e selecionar a solução mais viável, do ponto de vista organizacional, foi aplicado o modelo organizacional do CommonKADS, um modelo orientado a análise, no projeto EMS. CommonKADS O modelo da organização do CommonKADS oferece suporte para identificar as áreas onde é possível aplicar sistemas baseados em conhecimento e como eles podem afetar a organização. Este modelo da organização é dividido em cinco componentes básicos: Contexto organizacional: o contexto da organização inclui as restrições no espaço para solução de problemas, como por exemplo: legislação, tradição ou finanças. Problemas e oportunidades: dividido em dois subcomponentes: o Problemas e oportunidades: a descrição dos problemas e oportunidades na organização para que um SBC possa fornecer uma solução. 1 Emergency Medical Service - Serviço de Emergências Médicas

2 o O problema atual: um problema ou oportunidade específica que o projeto abordará. Descrição da organização: o Estrutura: uma organização é constituída de unidades de estruturais. o Função: cada unidade estrutural executa uma ou mais funções de negócios. o Processos: funções estão relacionadas no tempo através de processos o Pessoas: pessoas exercem papéis na organização. Elas ocupam posições na estrutura; elas são responsáveis por solucionar certos problemas; elas possuem o conhecimento que é necessário para uma função; elas têm responsabilidades; e assim por diante. o Poder: pessoas obtém poder do seus papéis na estrutura organizacional e do conhecimento que elas possuem. Poder executa um papel na definição do problema e avaliação da viabilidade de soluções. o Recursos: recursos computacionais (software e hardware) e outros recursos (por exemplo, telefones e bibliotecas) também definem a viabilidade de soluções. o Conhecimento: este é um dos subcomponentes mais importantes. Conhecimento no contexto organizacional pode ser descrito por itens de conhecimento, sendo que um item de conhecimento é uma coleção de fragmentos de conhecimento na organização. Muitas vezes este conhecimento pode estar engarrafado, não acessível. O modelo da organização do CommonKADS possui uma lista de possíveis conhecimentos engarrafados numa organização. Possíveis soluções: a caracterização do contexto, a definição do problema e a descrição da organização permitem a geração de soluções. Análise do impacto e da viabilidade das soluções: ter uma visão do impacto e das possíveis soluções é extremamente importante. Estes impactos vão determinar se pessoas cruciais na organização irão se responsabilizar ou não pela solução. Para uma solução ser aceita esta visão precisa fornecer informações que serão úteis para o gerenciamento do projeto (pessoas podem ter medo de perder os seus empregos) e para o design do sistema (interação homem x computador pode precisar de uma atenção especial). Através deste modelo organizacional é possível representar e conhecer melhor a organização além visualizar de forma gráfica como estes componentes se inter-relacionam.

3 O modelo organizacional do EMS O projeto visa a introdução de um SBC no Serviço de Emergências Médicas de Amsterdã, que cobre uma grande área dos Países Baixos. A área de cobertura do serviço é de 1.015,34 Km² e inclui 17 municípios e aproximadamente cidadãos. O EMS lida com aproximadamente 400 chamadas diárias, de 250 a 300 dessas chamadas necessitam de transporte para um hospital. Aproximadamente 40% dessa chamadas envolvem problemas cardíacos. A modelo da organização foi mapeado segundo os 5 componentes do CommonKADS conforme é mostrado a seguir: Contexto Organizacional: O domínio é os ataques cardíacos (infarto agudo do miocárdio), uma das maiores causas de morte prematura (15% nos homens e 11,7% nas mulheres). A redução dessas mortes aumenta significativamente a expectativa de vida. O sucesso dos tratamentos mais efetivos para os ataques cardíacos depende fortemente do tempo em que eles são iniciados após a percepção dos sintomas, visto que após 9 horas a terapia já não terá efeito algum. Sendo assim, a detecção dos sintomas e início da terapia é algo crucial. A implementação de melhorias no serviço de atendimento a emergências pode ajudar a reduzir a mortalidade por ataques cardíacos. No EMS, as opções de melhoria são: Reduzir a demora do paciente: fazer uma conscientização para que os pacientes procurem assistência médica para descobrir possíveis problemas cardíacos. Normalmente as pessoas hesitam em procurar especialistas até que algo mais grave aconteça. Reduzir a demora do médico: facilitar as consultas com clínicos gerais. Na cidade de Dutch, pacientes podem ser atendidos por clínicos diretamente no EMS. Numa situação de emergência o clínico em serviço pode visitar o paciente imediatamente. Evitar o transporte: deixar que o clínico geral faça a triagem 2 por telefone. O problema é que a triagem depende de informações verbais sobre o paciente, que são fornecidas pelo próprio paciente ou por quem fez a chamada. Ignorar o clínico geral: O EMS executa triagem por telefone. Para todos os casos, a demora entre o primeiro sintoma e o tratamento no hospital é de, em média, 2 hora e meia. Contudo, para os casos que ignoram o clínico geral a demora é de apenas 1 hora e 25 minutos um ganho de mais de 1 hora. 2 triagem: no contexto do EMS é o processo de entrevistar o paciente para decidir qual a melhor decisão e/o tratamento.

4 Evitar triagem no hospital: o paciente vai até o hospital por conta própria e a triagem ocorre no hospital. O maior problema está no fato de que o paciente não tem condições de reconhecer um problema cardíaco sério. Dentre as opções, a passagem pelo clínico geral é considerada a melhor estratégia. Porém ainda é necessário verificar a adequação de cada opção dentro do orçamento. Definição do Problema Problemas e oportunidades: ignorando o clínico geral, provavelmente aumentará o número de chamadas no EMS, porém, muitas delas não serão problemas urgentes. Contudo, a triagem dos casos realmente urgentes se tornará mais difícil. O hospital não tem disponível especialistas cardíacos para diagnosticar e tratar ataques cardíacos e nem funcionários com conhecimento suficiente para fazer triagem por telefone. A organização também teve problemas relacionados ao conhecimento que está envolvido na avaliação de emergências por telefone. Muito conhecimento é heurístico. Despachadores 3 dizem que podem sentir quando alguma coisa está errada. A existência de protocolos se faz muito importante tanto para despachadores quanto para o gerenciamento. O problema atua pode ser definido como: O EMS não está suficientemente equipado para fazer triagem de infarto agudo do miocárdio por telefone. Descrição da Organização: Estrutura: O EMS é parte do General and Social Health Care, que é a principal sessão do Serviço Municipal Médico e Sanitário. O EMS possui duas unidades: o centro de despacho e o serviço de ambulâncias, que são separados fisicamente. Functions: O EMS executa duas funções básicas: suporte e gerenciamento de emergências. O gerenciamento de emergências consiste de três subfuncões: comunicação e coordenação, cuidados de emergência médica e o serviço de ambulância. As subfunções do suporte são: arquivamento, avaliação, criação de políticas e supervisão. Processos: as funções de suporte e de gerenciamento de emergência operam em paralelo. Uma situação de emergência inicia com a triagem. Baseado nas informações obtidas, a decisão pode ser enviar uma ambulância. O paramédico da ambulância executa uma triagem no local e pode fornecer algum tratamento. Se necessário, o paciente é transportado para o hospital. As ações de despachamento e as ações dos paramédicos são reportadas e arquivadas. Baseado 3 Pessoa que faz a triagem e autoriza a saída da ambulância.

5 nestas informações, as ações serão avaliadas. A avaliação é incluída na criação de políticas que guiam a supervisão. Pessoas: O centro de despacho é composto por despachadores, que executam a comunicação e coordenação. No serviço de ambulâncias, para cada ambulância há um paramédico, que executa os cuidados médicos emergenciais, e um motorista, que é responsável pela ambulância (transporte e entrega). Um gerente de sistema é responsável pelo arquivamento. Conhecimento: três itens de conhecimento são muito importantes EMS: conhecimento baseado no histórico de triagens, conhecimento baseado no exame físico, e diagnósticos cardíacos. Tiragem cardíaca é muito difícil: 55% das ambulâncias despachadas para chamadas livres, são para atender casos que do ponto de vista de emergência, não precisariam de atendimento deste nível. Os depachadores usam de conhecimento informal e idiossincrático quando lidam com chamadas de emergência, o que torna difícil o gerenciamento. A maior parte do conhecimento sobre diagnóstico cardíaco é perdida, pois fica vinculada a disponibilidade do despachador. Solução, impacto e viabilidade. Das possíveis soluções levantadas a que teve menor impacto e maior viabilidade foi a de usar um SBC com experiências de diagnósticos cardíacos para ajudar no suporte por telefone às chamadas de emergência. Este SBC poder guiar o despachador através da entrevista e pode ajuda-lo na decisão que será baseada nas informações coletadas. Esta solução tem o apoio do gerente do centro de despachos por três razões: Um SBC define padrões que resolverão não somente o problema atual, mas também outros problemas da organização. A solução fornece meios para os registros possam ser usados para melhorar a avaliação da manipulação das chamadas de emergência. A solução é relativamente insensível a rotatividade de pessoas. Apesar dos despachadores serem a favor da padronização, eles sentem um pequeno medo de que o sistema que possui inteligência artificial possa roubar seus empregos. Os funcionários das ambulâncias são a favor do SBC porque a melhor avaliação de cada caso permite que eles se preparem melhor.

6 Os resultados O SBC para diagnósticos cardíacos foi construído. Contudo, a falta de dinheiro atrasou em muito a sua disponibilização. Neste meio tempo, dois fatos ocorreram: A solução que era originalmente somente para o EMS de Amsterdã, entrou em discussões de nível nacional sobre como e onde executar a manipulação de chamadas de emergência. Esta discussão causou mais atraso. No EMS (e nacionalmente), o uso de tecnologia de informação para lidar com chamadas de emergência acelerou substancialmente. Esta aceleração fez necessária a integração do SBC com outros sistemas de informação, o que contribuiu para o atraso. Por estas razões o sistema ainda não está operacional no EMS. Pode-se considerar esta falha como sendo parte do modelo da organização, pois é exatamente o que se deseja prevenir ao construir-se o modelo organizacional. Numa inspeção detalhada, o modelo da organização não é responsável pelo primeiro fato mencionado, pois nenhum tipo de análise pode predizer precisamente o futuro num contexto social. O segundo fato poderia ter sido detectado se os componentes dos recursos computacionais tivessem sido analisados, ou se a análise fosse executada após a percepção do atraso. É necessário manter o modelo após tê-lo completado, este é um dos segredos do sucesso da metodologia CommonKADS. Referência Bibliográfica: POST, Wilfred, Bob Wielinga, Robert de Hoog e Guus Schreiber. Organizational Modeling in CommonKADS: The Emergency Medical Service. IEEE Expert. Amsterdã, 1997.

Artigo A GESTÃO DO FLUXO ASSISTENCIAL REGULADO NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE João Marcelo Barreto Silva

Artigo A GESTÃO DO FLUXO ASSISTENCIAL REGULADO NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE João Marcelo Barreto Silva Artigo A GESTÃO DO FLUXO ASSISTENCIAL REGULADO NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE João Marcelo Barreto Silva Introduzir ações de regulação em um sistema de saúde requer um diagnóstico apurado de uma série de processos

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO INTEGRADA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA - PMIMF MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA ATORES DA REDE DE INOVAÇÃO 2 O MODELO CONTEMPLA: Premissas e diretrizes de implementação Modelo

Leia mais

ITIL v3 - Operação de Serviço - Parte 1

ITIL v3 - Operação de Serviço - Parte 1 ITIL v3 - Operação de Serviço - Parte 1 É na Operação de Serviço que se coordena e realiza as atividades e processos necessários para fornecer e gerenciar serviços em níveis acordados com o usuário e clientes

Leia mais

Introdução. Módulo 1: Necessidade de Informação, introdução

Introdução. Módulo 1: Necessidade de Informação, introdução 1 Introdução Objetivo Este módulo ajudará os gerentes a identificarem as necessidades de informação, a definirem prioridades, e a determinarem que módulos do PAG APS serão mais úteis para eles. A planilha

Leia mais

Estudo de Viabilidade. GMon Sistema de Gerenciamento de Monitores. Curso: Ciências da Computação Professora: Carla Silva

Estudo de Viabilidade. GMon Sistema de Gerenciamento de Monitores. Curso: Ciências da Computação Professora: Carla Silva Estudo de Viabilidade GMon Sistema de Gerenciamento de Monitores Curso: Ciências da Computação Professora: Carla Silva Recife, 20 de Janeiro de 2012 1 Sumário 1. Motivação... 3 2. Problema identificado...

Leia mais

Levantamento, Análise e Gestão Requisitos. Aula 06

Levantamento, Análise e Gestão Requisitos. Aula 06 Levantamento, Análise e Gestão Requisitos Aula 06 Agenda Técnicas de Levantamento de Requisitos: Entrevista Workshop, Brainstorming, Storyboarding e Roleplaying Prototipação JAD Joint Application Design

Leia mais

Medindo a Produtividade do Desenvolvimento de Aplicativos

Medindo a Produtividade do Desenvolvimento de Aplicativos Medindo a Produtividade do Desenvolvimento de Aplicativos Por Allan J. Albrecht Proc. Joint SHARE/GUIDE/IBM Application Development Symposium (October, 1979), 83-92 IBM Corporation, White Plains, New York

Leia mais

Acupuntura: a escuta das dores subjetivas

Acupuntura: a escuta das dores subjetivas 38 Acupuntura: a escuta das dores subjetivas Simone Spadafora A maior longevidade expõe os seres vivos por mais tempo aos fatores de risco, resultando em maior possibilidade de desencadeamento de doenças

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO PROTÓTIPO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO EXECUTIVO APLICADO A RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PESSOAL BASEADO

Leia mais

Definição: O escopo de um projeto descreve todos os seus produtos, os serviços necessários para realizá-los e resultados finais esperados. Descreve também o que é preciso fazer para que alcance seus objetivos

Leia mais

Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW

Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW Ciclo de Vida Aula 2 Revisão 1 Processo de Desenvolvimento de Software 1 O Processo de desenvolvimento de software é um conjunto de atividades, parcialmente ordenadas, com a finalidade de obter um produto

Leia mais

Identificação do projeto

Identificação do projeto Seção 1 Identificação do projeto ESTUDO BÍBLICO Respondendo a uma necessidade Leia Neemias 1 Neemias era um judeu exilado em uma terra alheia. Alguns dos judeus haviam regressado para Judá depois que os

Leia mais

Aula 4 Estatística Conceitos básicos

Aula 4 Estatística Conceitos básicos Aula 4 Estatística Conceitos básicos Plano de Aula Amostra e universo Média Variância / desvio-padrão / erro-padrão Intervalo de confiança Teste de hipótese Amostra e Universo A estatística nos ajuda a

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DE ALGORITMOS DE APRENDIZADO MULTI- AGENTE EM UM TIME DE FUTEBOL DE ROBÔS

IMPLEMENTAÇÃO DE ALGORITMOS DE APRENDIZADO MULTI- AGENTE EM UM TIME DE FUTEBOL DE ROBÔS IMPLEMENTAÇÃO DE ALGORITMOS DE APRENDIZADO MULTI- AGENTE EM UM TIME DE FUTEBOL DE ROBÔS Aluno: Maurício Pedro Silva Gonçalves Vieira Orientador: Karla Figueiredo Introdução Uma partida de futebol robótico

Leia mais

Engenharia de Software II

Engenharia de Software II Engenharia de Software II Aula 28 Revisão para a Prova 2 http://www.ic.uff.br/~bianca/engsoft2/ Aula 28-28/07/2006 1 Matéria para a Prova 2 Gestão de projetos de software Conceitos (Cap. 21) Métricas (Cap.

Leia mais

O Processo de Engenharia de Requisitos

O Processo de Engenharia de Requisitos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, LETRAS E CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE COMPUTAÇÃO E ESTATÍSTICA O Processo de Engenharia de Requisitos Engenharia de Software 2o.

Leia mais

METODOLOGIAS DE PROGRAMAÇÃO

METODOLOGIAS DE PROGRAMAÇÃO METODOLOGIAS DE PROGRAMAÇÃO 1. GENERALIDADES Todo programa a ser elaborado deve ser considerado como um produto a ser desenvolvido. Para tal, uma série de etapas devem ser cumpridas até a obtenção do programa

Leia mais

6. Resultados obtidos

6. Resultados obtidos 6. Resultados obtidos 6.1 O Balanced corecard final Utilizando a metodologia descrita no capítulo 5, foi desenvolvido o Balanced corecard da Calçados yrabel Ltda. Para facilitar o entendimento deste trabalho,

Leia mais

Unidade I Conceitos BásicosB. Conceitos BásicosB

Unidade I Conceitos BásicosB. Conceitos BásicosB à Engenharia de Software Unidade I Conceitos BásicosB Pedro de Alcântara dos Santos Neto pasn@ufpi.edu.br 1961 a 1963 Surgimento de novos Hardwares 1963-1968 Crise do Software! Incapacidade de se utilizar

Leia mais

Mecanismos de controle de acesso

Mecanismos de controle de acesso Mecanismos de controle de acesso Os mecanismos de segurança da informação são responsáveis pela concretização das políticas de segurança nos sistemas computacionais. Desta forma, as políticas de segurança

Leia mais

Recrutamento e Seleção de Pessoal

Recrutamento e Seleção de Pessoal Gestão de RH Prof. Roberto Huck Recrutamento e Seleção de Pessoal Roteiro da Teleaula 1.Conceito de Recrutamento; 2. As Fases do Recrutamento; 3.Avaliação do Processo de Recrutamento; 4.Conceito de Seleção;

Leia mais

3. Fase de Planejamento dos Ciclos de Construção do Software

3. Fase de Planejamento dos Ciclos de Construção do Software 3. Fase de Planejamento dos Ciclos de Construção do Software A tarefa de planejar os ciclos de construção do software pode partir de diretrizes básicas. Estas diretrizes visam orientar que os ciclos de

Leia mais

Uma nova forma de gestão

Uma nova forma de gestão Uma nova forma de gestão por Michael Ballé ARTIGO Desvio da missão, silos e uma força de trabalho desengajada são alguns dos efeitos negativos da gestão tradicional. Michael Ballé oferece uma alternativa

Leia mais

Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares

Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares Teste de Software: Um Breve Estudo do Importante Processo no Desenvolvimento de Softwares André Assis Lôbo de Oliveira Francisco Guerra Fernandes Júnior Faculdades Alves Faria, 74445190, Brasil andrelobin@hotmail.com,

Leia mais

Ouvidoria Campus e Unidade de Emergência

Ouvidoria Campus e Unidade de Emergência Campus e Unidade de Emergência 1. Introdução Em 20 de abril de 1999 foi criada a lei 10.294 que trata da Proteção e Defesa do Usuário de Serviços Públicos, cujo objetivo é garantir os direitos básicos

Leia mais

UM GUIA RÁPIDO ORIENTADO A RESULTADOS (vigência: 29 JUN 2009)

UM GUIA RÁPIDO ORIENTADO A RESULTADOS (vigência: 29 JUN 2009) GESTÃO DE PROCESSOS UM GUIA RÁPIDO ORIENTADO A RESULTADOS (vigência: 29 JUN 2009) 1. O QUE É PROCESSO? Processos têm sido considerados uma importante ferramenta de gestão, um instrumento capaz de aproximar

Leia mais

Barreiras. Lição 1.5. A palavra mais importante para transformar situações de risco potencial em IMPROVÁVEL.

Barreiras. Lição 1.5. A palavra mais importante para transformar situações de risco potencial em IMPROVÁVEL. 40 Lição 1.5 A palavra mais importante para transformar situações de risco potencial em IMPROVÁVEL. Barreiras Conforme você deduziu da lição anterior, a gestão de risco é inerente à nossa vida no planeta

Leia mais

Pesquisa de Satisfação da Qualidade de Atendimento dos serviços oferecidos aos prestadores da operadora

Pesquisa de Satisfação da Qualidade de Atendimento dos serviços oferecidos aos prestadores da operadora Pesquisa de Satisfação da Qualidade de Atendimento dos serviços oferecidos aos prestadores da operadora Julho de 2011 OBJETIVO Avaliar a satisfação da qualidade do atendimento dos serviços oferecidos aos

Leia mais

Projeto da Disciplina Parte1: Estudo de Viabilidade. Um Estudo de Viabilidade

Projeto da Disciplina Parte1: Estudo de Viabilidade. Um Estudo de Viabilidade Projeto da Disciplina Parte1: Estudo de Viabilidade ENTREGA: 09/04/09 Professor: Carlos José Maria Olguin Um Estudo de Viabilidade Você deve fazer um estudo de viabilidade para um projeto de sistema de

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1. INTRODUÇÃO: O Banco Pottencial, considera a gestão de riscos como um instrumento essencial para maximização da eficiência no uso do capital e para escolha

Leia mais

ELC1075 Introdução a Sistemas de Informação Ética e Privacidade. Raul Ceretta Nunes CSI/UFSM

ELC1075 Introdução a Sistemas de Informação Ética e Privacidade. Raul Ceretta Nunes CSI/UFSM ELC1075 Introdução a Sistemas de Informação Ética e Privacidade Raul Ceretta Nunes CSI/UFSM A cidade atrai muitos suspeitos Problema simples: Apanhar os bandidos Solução tecnológica: Complexa 2 A solução

Leia mais

Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. 14.1. Treinamento é investimento

Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. 14.1. Treinamento é investimento Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas 14.1. Treinamento é investimento O subsistema de desenvolver pessoas é uma das áreas estratégicas do Gerenciamento de Pessoas, entretanto em algumas organizações

Leia mais

Introdução à. Engenharia de Software. Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.

Introdução à. Engenharia de Software. Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu. "Antes de imprimir pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE." Engenharia de Software Introdução à Engenharia de Software Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha

Leia mais

Segurança de Sistemas

Segurança de Sistemas Faculdade de Tecnologia Senac Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Segurança de Sistemas Edécio Fernando Iepsen (edeciofernando@gmail.com) Controle de Acesso Objetivo:

Leia mais

ESTUDO ORGANIZACIONAL REORGANIZAÇÃO FASES DA REORGANIZAÇÃO

ESTUDO ORGANIZACIONAL REORGANIZAÇÃO FASES DA REORGANIZAÇÃO ESTUDO ORGANIZACIONAL 1 REORGANIZAÇÃO Meta: sinergia Momento certo: Elevados custos Problemas com pessoal Baixo nível de qualidade dos produtos Baixa competitividade do mercado Dificuldade de crescimento

Leia mais

Computador Digital Circuitos de um computador (Hardware)

Computador Digital Circuitos de um computador (Hardware) Computador Digital SIS17 - Arquitetura de Computadores (Parte I) Máquina que pode resolver problemas executando uma série de instruções que lhe são fornecidas. Executa Programas conjunto de instruções

Leia mais

Trabalho 7 Fila de prioridade usando heap para simulação de atendimento

Trabalho 7 Fila de prioridade usando heap para simulação de atendimento Trabalho 7 Fila de prioridade usando heap para simulação de atendimento Data: 21/10/2013 até meia-noite Dúvidas até: 09/10/2013 Faq disponível em: http://www2.icmc.usp.br/~mello/trabalho07.html A estrutura

Leia mais

O Modelo de Entidade Relacionamento (ER ou MER) Parte 1

O Modelo de Entidade Relacionamento (ER ou MER) Parte 1 O Modelo de Entidade Relacionamento (ER ou MER) Parte 1 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS DE FLORIANÓPOLIS CURSO TÉCNICO T DE METEOROLOGIA DASS - Departamento

Leia mais

Elaboração e aplicação de questionários

Elaboração e aplicação de questionários Universidade Federal da Paraíba Departamento de Estatística Curso de Bacharelado em Estatística Elaboração e aplicação de questionários Prof. Hemílio Fernandes Campos Coêlho Departamento de Estatística

Leia mais

IMPACTOS DO USO X PERFIL DAS EMPRESAS E ANALISAR SEUS PROCESSOS DE GESTÃO DE PROJETOS

IMPACTOS DO USO X PERFIL DAS EMPRESAS E ANALISAR SEUS PROCESSOS DE GESTÃO DE PROJETOS IMPACTOS DO USO X PERFIL DAS EMPRESAS E ANALISAR SEUS PROCESSOS DE GESTÃO DE PROJETOS Vinicius Coutinho dos Santos BARBOSA (1); Michele Tereza Marques CARVALHO (2) (1) Campus Universitário Darcy Ribeiro

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DAS CAMADAS Inference Machine e Message Service Element PARA UM SERVIDOR DE SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE Workflow HOSPITALAR

IMPLEMENTAÇÃO DAS CAMADAS Inference Machine e Message Service Element PARA UM SERVIDOR DE SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE Workflow HOSPITALAR IMPLEMENTAÇÃO DAS CAMADAS Inference Machine e Message Service Element PARA UM SERVIDOR DE SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE Workflow HOSPITALAR Jeferson J. S. Boesing 1 ; Manassés Ribeiro 2 1.Aluno do Curso

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO I. Família Pai, mãe, filhos. Criar condições para a perpetuação da espécie

ADMINISTRAÇÃO I. Família Pai, mãe, filhos. Criar condições para a perpetuação da espécie 1 INTRODUÇÃO 1.1 ORGANIZAÇÃO E PROCESSOS A administração está diretamente ligada às organizações e aos processos existentes nas mesmas. Portanto, para a melhor compreensão da Administração e sua importância

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização

Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização Gerenciamento de Projetos Modulo II Clico de Vida e Organização Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos

Leia mais

5 Conclusão. FIGURA 3 Dimensões relativas aos aspectos que inibem ou facilitam a manifestação do intraempreendedorismo. Fonte: Elaborada pelo autor.

5 Conclusão. FIGURA 3 Dimensões relativas aos aspectos que inibem ou facilitam a manifestação do intraempreendedorismo. Fonte: Elaborada pelo autor. 5 Conclusão Este estudo teve como objetivo a análise dos diversos fatores que influenciam tanto de maneira positiva quanto negativa no exercício do papel dos gerentes e também dos elementos que facilitam

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1 ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1 Índice 1. Introdução...3 1.1. O que é um Computador?... 3 1.2. Máquinas Multiníveis... 3 2 1. INTRODUÇÃO 1.1 O QUE É UM COMPUTADOR? Para estudarmos como um computador

Leia mais

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação Felipe Schadt 1 O presente capítulo 2 é parte integrante do livro Metodologia da Pesquisa-ação, do

Leia mais

MELHORIA DA QUALIDADE e MASP (Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ/DEP-UFSCar) 1. Introdução

MELHORIA DA QUALIDADE e MASP (Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ/DEP-UFSCar) 1. Introdução MELHORIA DA QUALIDADE e MASP (Prof. José Carlos de Toledo GEPEQ/DEP-UFSCar) 1. Introdução A Melhoria da Qualidade é uma atividade que deve estar presente nas rotinas de toda a empresa. Isto significa que

Leia mais

SOFTWARES DE SIMULAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA

SOFTWARES DE SIMULAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA Aula 7 SOFTWARES DE SIMULAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA META Discutir a utilização de softwares no ensino de Química. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: Através da utilização do software carbópolis,

Leia mais

DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DOS PROCESSOS DE PROJETOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA: ESTUDO DE CASO EM EMPRESAS DE SÃO CARLOS-SP

DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DOS PROCESSOS DE PROJETOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA: ESTUDO DE CASO EM EMPRESAS DE SÃO CARLOS-SP DIAGNÓSTICO DA GESTÃO DOS PROCESSOS DE PROJETOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA: ESTUDO DE CASO EM EMPRESAS DE SÃO CARLOS-SP Raquel Ragonesi Permonian (UFSCAR) raquelrpermonian@hotmail.com Jose da Costa Marques

Leia mais

Planejamento da Auditoria de Saúde e Segurança no Trabalho OHSAS 18001

Planejamento da Auditoria de Saúde e Segurança no Trabalho OHSAS 18001 Planejamento da Auditoria de Saúde e Segurança no Trabalho OHSAS 18001 Cássio Eduardo Garcia (SENAC) cassiogarcia@uol.com.br Resumo Um dos principais instrumentos que uma organização pode utilizar para

Leia mais

A Atenção Primária à Saúde

A Atenção Primária à Saúde A Atenção Primária à Saúde Maria Emi Shimazaki SHIMAZAKI, M. E. (Org.). A Atenção Primária à Saúde. In: MINAS GERAIS. Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais. Implantação do Plano Diretor da

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil Luiz Cláudio S Costa Paulo Gonçalves Vanelli CEMIG Distribuição S.A. CEMIG Distribuição

Leia mais

Gestão de Pessoas - Ênfase em Recrutamento, Seleção e Integração de novos funcionários.

Gestão de Pessoas - Ênfase em Recrutamento, Seleção e Integração de novos funcionários. Gestão de Pessoas - Ênfase em Recrutamento, Seleção e Integração de novos funcionários. Módulo 3: Etapa 1 Treinamento e qualificação O Processo de Qualificação / Treinamento e Desenvolvimento Até agora

Leia mais

HP Quality Center. Preparar materiais de treinamento e observações para a nova versão 16 Suporte pós-atualização 16 Suporte 17 Chamada à ação 17

HP Quality Center. Preparar materiais de treinamento e observações para a nova versão 16 Suporte pós-atualização 16 Suporte 17 Chamada à ação 17 Documento técnico HP Quality Center Atualize o desempenho Índice Sobre a atualização do HP Quality Center 2 Introdução 2 Público-alvo 2 Definição 3 Determine a necessidade de uma atualização do HP Quality

Leia mais

c. Técnica de Estrutura de Controle Teste do Caminho Básico

c. Técnica de Estrutura de Controle Teste do Caminho Básico 1) Defina: a. Fluxo de controle A análise de fluxo de controle é a técnica estática em que o fluxo de controle através de um programa é analisado, quer com um gráfico, quer com uma ferramenta de fluxo

Leia mais

soluções inovadoras para desafios de negócios Manual explicativo do quadro do modelo de negócios passo a passo com exemplos

soluções inovadoras para desafios de negócios Manual explicativo do quadro do modelo de negócios passo a passo com exemplos soluções inovadoras para desafios de negócios Manual explicativo do quadro do modelo de negócios passo a passo com exemplos O quadro do modelo de negócios O Business Model Canvas (Quadro do Modelo de Negócios)

Leia mais

Micro Mídia Informática Fevereiro/2009

Micro Mídia Informática Fevereiro/2009 Micro Mídia Informática Fevereiro/2009 1 UML Introdução Fases de Desenvolvimento Notação Visões Análise de Requisitos Casos de Uso StarUML Criando Casos de Uso Orientação a Objetos Diagrama de Classes

Leia mais

Como criar um blog. Será aberta uma janela onde você deverá especificar o título do blog, o endereço do blog, e o modelo.

Como criar um blog. Será aberta uma janela onde você deverá especificar o título do blog, o endereço do blog, e o modelo. Como criar um blog Criando o blog Vá em www.blogger.com. Entre com sua conta google (a mesma que você usa para acessar o gmail). Escolha um perfil. Na página seguinte, clique no botão novo blog. Será aberta

Leia mais

COMO REFORÇAR A SEGURANÇA DE SUA REDE A AMEAÇA ESTÁ EM CONSTANTE MUDANÇA, COMO DEVE SER COM A SEGURANÇA

COMO REFORÇAR A SEGURANÇA DE SUA REDE A AMEAÇA ESTÁ EM CONSTANTE MUDANÇA, COMO DEVE SER COM A SEGURANÇA COMO REFORÇAR A SEGURANÇA DE SUA REDE A AMEAÇA ESTÁ EM CONSTANTE MUDANÇA, COMO DEVE SER COM A SEGURANÇA PRÁTICAS RECOMENDADAS DE SEGURANÇA DE TI: ESTRATÉGIAS ESPECIALIZADAS PARA COLETA DE LOGS, ANÁLISE

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A qualidade de software é responsabilidade de todos os participantes envolvidos no desenvolvimento de software.

Leia mais

Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015]

Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015] Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015] Introdução As Organizações da Aliança Global Wycliffe desejam expressar a unidade e a diversidade do Corpo

Leia mais

Guia de utilização da notação BPMN

Guia de utilização da notação BPMN 1 Guia de utilização da notação BPMN Agosto 2011 2 Sumário de Informações do Documento Documento: Guia_de_utilização_da_notação_BPMN.odt Número de páginas: 31 Versão Data Mudanças Autor 1.0 15/09/11 Criação

Leia mais

*EMPRESA ENERGÉTICA DO MATO GROSSO DO SUL S/A CAMPO GRANDE, MS AV.GURY MARQUES N* 8000 CEP70072-900

*EMPRESA ENERGÉTICA DO MATO GROSSO DO SUL S/A CAMPO GRANDE, MS AV.GURY MARQUES N* 8000 CEP70072-900 SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GMI - 29 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO XII GRUPO DE ESTUDOS DE ASPECTOS TÉCNICOS E GERENCIAIS DE MANUTENÇÃO EM

Leia mais

Motivos para você ter um servidor

Motivos para você ter um servidor Motivos para você ter um servidor Com a centralização de dados em um servidor, você poderá gerenciar melhor informações comerciais críticas. Você pode proteger seus dados tornando o backup mais fácil.

Leia mais

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir.

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir. 1. A administração de recursos humanos, historicamente conhecida como administração de pessoal, lida com sistemas formais para administrar pessoas dentro da organização. A administração de recursos humanos

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 RELATÓRIO TÉCNICO CONCLUSIVO

Leia mais

SELECIONANDO PROFISSIONAIS POR COMPETÊNCIAS

SELECIONANDO PROFISSIONAIS POR COMPETÊNCIAS Recrutamento e seleção de pessoas dentro de uma organização são de extrema importância, pois as pessoas compõem o principal ativo de uma empresa. Falhas nesse processo comprometem na produtividade do trabalho

Leia mais

O que é coleta de dados?

O que é coleta de dados? O que é coleta de dados? Segundo Bandeira (2004) no projeto de pesquisa, o pesquisador deverá descrever detalhadamente o método que usará para coletar seus dados. Basicamente ele pode adotar como método

Leia mais

UML e a Ferramenta Astah. Profa. Reane Franco Goulart

UML e a Ferramenta Astah. Profa. Reane Franco Goulart UML e a Ferramenta Astah Profa. Reane Franco Goulart História da UML o Percebeu-se a necessidade de um padrão para a modelagem de sistemas, que fosse aceito e utilizado amplamente. o Alguns esforços nesse

Leia mais

DEFINIÇÃO DE MIX DE PRODUÇÃO COM USO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR E CUSTOS EMPRESARIAIS

DEFINIÇÃO DE MIX DE PRODUÇÃO COM USO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR E CUSTOS EMPRESARIAIS DEFINIÇÃO DE MIX DE PRODUÇÃO COM USO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR E CUSTOS EMPRESARIAIS Resumo A proposta deste trabalho é realizar um estudo de programação linear para definir a viabilidade da produção, assim

Leia mais

Benefícios da Utilização do BIM no desenvolvimento da Orçamentação na Construção Civil

Benefícios da Utilização do BIM no desenvolvimento da Orçamentação na Construção Civil Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gerenciamento de Projetos/turma 149 29 de julho de 2015 Benefícios da Utilização do BIM no desenvolvimento da Orçamentação na Construção Civil Flávia Ciqueira

Leia mais

QUANDO este projeto deve ser realizado e QUANTO este projeto deverá custar?

QUANDO este projeto deve ser realizado e QUANTO este projeto deverá custar? O PROJECT MODEL CANVAS (www.pmcanvas.com.br) é uma ferramenta que permite que um projeto seja entendido no contexto dos aspectos Fundamentals da teoria de gerenciamento de projetos. A metodologia facilita

Leia mais

Nada a Ver. Nunca entenderei muito bem por que os pássaros são considerados símbolos de despreocupação,

Nada a Ver. Nunca entenderei muito bem por que os pássaros são considerados símbolos de despreocupação, Parte I: Língua Portuguesa Texto I Universidade Federal Fluminense Nada a Ver 5 10 Nunca entendi muito bem por que os pássaros são considerados símbolos de despreocupação, Não conheço um passarinho que

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA A informação sempre esteve presente em todas as organizações; porém, com a evolução dos negócios, seu volume e valor aumentaram muito, exigindo uma solução para seu tratamento,

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES

ARQUITETURA DE COMPUTADORES 1 ARQUITETURA DE COMPUTADORES U C P Prof. Leandro Coelho Plano de Aula 2 Aula Passada Definição Evolução dos Computadores Histórico Modelo de Von-Neumann Básico CPU Mémoria E/S Barramentos Plano de Aula

Leia mais

EN1002 Engenharia Unificada I. FORMAÇÃO DE EQUIPES Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas

EN1002 Engenharia Unificada I. FORMAÇÃO DE EQUIPES Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas EN1002 Engenharia Unificada I FORMAÇÃO DE EQUIPES Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Conteúdo da Apresentação Formas de comunicação em Projetos de Engenharia (PE) Interpretação

Leia mais

O Planejamento Participativo

O Planejamento Participativo O Planejamento Participativo Textos de um livro em preparação, a ser publicado em breve pela Ed. Vozes e que, provavelmente, se chamará Soluções de Planejamento para uma Visão Estratégica. Autor: Danilo

Leia mais

Estudo Exploratório. I. Introdução. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Pesquisa de Mercado. Paula Rebouças

Estudo Exploratório. I. Introdução. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Pesquisa de Mercado. Paula Rebouças Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Pesquisa de Mercado Paula Rebouças Estudo Exploratório I. Introdução A Dislexia é uma síndrome caracterizada por problemas na leitura: ao ler a pessoa

Leia mais

A experiência da Engenharia Clínica no Brasil

A experiência da Engenharia Clínica no Brasil Página 1 de 5 Sobre a Revista Ed 24 - fev 04 Home Medical Infocenter Med Atual Edição Atual Serviços Global Home Brasil Home Busca Mapa do Site Fale Conosco Edição Atual Edição Atual Matéria de Capa Artigo

Leia mais

PESQUISA SOBRE CUSTO E GESTÃO DA INFORMAÇÃO

PESQUISA SOBRE CUSTO E GESTÃO DA INFORMAÇÃO PESQUISA SOBRE CUSTO E GESTÃO DA INFORMAÇÃO Resultados da América Latina 2012 SUMÁRIO 3 METODOLOGIA 4 INTRODUÇÃO 5 AS 7 SÃO 9 NÃO 11 RECOMENDAÇÕES INFORMAÇÕES ESTÃO AUMENTANDO VERTIGINOSAMENTE... E ELAS

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - MÓDULO 2.1 - ANÁLISE DE PONTO POR FUNÇÃO - APF 1. INTRODUÇÃO Criada em 1979 por Allan J. Albrecht (IBM), a APF - ANÁLISE DE PONTOS POR FUNÇÃO é uma técnica para medição de projetos cujo objeto seja o

Leia mais

JORNADA DE COMPRA. O que é e sua importância para a estratégia de Marketing Digital VECTOR

JORNADA DE COMPRA. O que é e sua importância para a estratégia de Marketing Digital VECTOR O que é e sua importância para a estratégia de Marketing Digital 1 2 3 4 Já falamos muitas vezes sobre produção de conteúdo ser a base de uma estratégia de marketing digital de resultados para a sua empresa.

Leia mais

BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EaD UAB/UFSCar Sistemas de Informação - prof. Dr. Hélio Crestana Guardia

BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EaD UAB/UFSCar Sistemas de Informação - prof. Dr. Hélio Crestana Guardia O Sistema Operacional que você usa é multitasking? Por multitasking, entende-se a capacidade do SO de ter mais de um processos em execução ao mesmo tempo. É claro que, num dado instante, o número de processos

Leia mais

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas 10 Minutos sobre práticas de gestão de projetos Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas Destaques Os CEOs de setores que enfrentam mudanças bruscas exigem inovação

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A PATERNIDADE GERALMENTE FEITAS POR MÃES

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A PATERNIDADE GERALMENTE FEITAS POR MÃES PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A PATERNIDADE GERALMENTE FEITAS POR MÃES P. O QUE É A PATERNIDADE? R. Paternidade significa ser um pai. A determinação da paternidade significa que uma pessoa foi determinada

Leia mais

O ENSINO DE CÁLCULO NUMÉRICO: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

O ENSINO DE CÁLCULO NUMÉRICO: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO O ENSINO DE CÁLCULO NUMÉRICO: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Prof. Leugim Corteze Romio Universidade Regional Integrada URI Campus Santiago-RS leugimcr@urisantiago.br Prof.

Leia mais

Estruturas Organizacionais Habilidades Gerenciais

Estruturas Organizacionais Habilidades Gerenciais Estruturas Organizacionais Habilidades Gerenciais Planejamento e Gerenciamento de Projetos Centro de Informática UFPE Estruturas Organizacionais Objetivo Estudar aspectos da estrutura administrativa e

Leia mais

ÍNDICE 01 DYNAFLEET. Visão geral... 2 Transferência de dados... 3

ÍNDICE 01 DYNAFLEET. Visão geral... 2 Transferência de dados... 3 ÍNDICE 01 DYNAFLEET Visão geral... 2 Transferência de dados... 3 Assembly date filter: w1527 (2015-06-29). Variant filter on: STWPOS-L,TAS-ANA,TGW-3GWL,TYPE-FH. DYNAFLEET 01 01 Visão geral DYNAFLEET 2

Leia mais

O Impacto da Automação na Geração de Espelhos de Notas Fiscais no Processo de Logística Reversa da BrasilTelecom Celular

O Impacto da Automação na Geração de Espelhos de Notas Fiscais no Processo de Logística Reversa da BrasilTelecom Celular 53 O Impacto da Automação na Geração de Espelhos de Notas Fiscais no Processo de Logística Reversa da BrasilTelecom Celular José Sérgio Celestino Camargo, Paulo Tadeu Peres Ingracio e Romério de Oliveira

Leia mais

7 Mudanças Realizadas

7 Mudanças Realizadas 7 Mudanças Realizadas Este capítulo tem o objetivo de detalhar as mudanças realizadas no ambiente de trabalho da equipe estudada. Ele cita as alterações no produto de software utilizado pela equipe, que

Leia mais

Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008

Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008 Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008 José Cechin Superintendente Executivo Carina Martins Francine Leite Nos últimos meses, vários relatórios publicados por diferentes instituições

Leia mais

Darwin Portal. Documentação Darwin Portal

Darwin Portal. Documentação Darwin Portal Darwin Portal Documentação Darwin Portal Versão 2.0.0 Outubro/2015 1. Introdução... 2 2. Darwin Portal, Requisitos de Acesso e Visão Geral... 2 3. My Darwin... 6 3.1. Operação... 6 3.2. Veículo... 7 3.3.

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Introdução aos Processos de Software: modelos e ciclo de vida de software Prof. MSc. Hugo Vieira L. Souza Este documento está sujeito a copyright. Todos os direitos estão reservados

Leia mais

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 Comentário geral: As provas apresentaram grau de dificuldade médio. Não houve uma preocupação da banca em aprofundar os conceitos ou dificultar a interpretação

Leia mais

3 Metodologia da pesquisa

3 Metodologia da pesquisa 3 Metodologia da pesquisa Neste capítulo será abordada a caracterização da pesquisa abrangendo o tipo de pesquisa escolhido, critérios para seleção dos entrevistados, os procedimentos adotados para a coleta

Leia mais

Título do Case: Precificação de Projetos - Um modelo coerente de formação de valor

Título do Case: Precificação de Projetos - Um modelo coerente de formação de valor Título do Case: Precificação de Projetos - Um modelo coerente de formação de valor Categoria: Prática Interna Temática: Financeira Resumo O antigo modelo de precificação adotado pela Mult Jr Consultoria

Leia mais

REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio

REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio TERAPIA DO LUTO Profa. Dra. Angela Maria Alves e Souza Enfermeira-Docente-UFC o suicídio desencadeia o luto mais difícil de ser enfrentado e resolvido

Leia mais

Planejamento Financeiro Feminino

Planejamento Financeiro Feminino Planejamento Financeiro Feminino Sophia Mind A Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado é a empresa do grupo de comunicação feminina Bolsa de Mulher voltada para pesquisa e inteligência de mercado.

Leia mais

4º Curso de Aperfeiçoamento em Ouvidorias Públicas. Segurança da Informação

4º Curso de Aperfeiçoamento em Ouvidorias Públicas. Segurança da Informação 4º Curso de Aperfeiçoamento em Ouvidorias Públicas Segurança da Informação Sumário Introdução Segurança corporativa Política de segurança corporativa Segurança da informação Gerenciamento de risco Conclusão

Leia mais

Classificação de Sistemas: Sistemas Empresariais

Classificação de Sistemas: Sistemas Empresariais Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Ciências Contábeis Prof.: Maico Petry Classificação de Sistemas: Sistemas Empresariais DISCIPLINA: Sistemas de Informação Gerencial O QI da empresa

Leia mais