PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA

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1 PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA Código NTD-. Data da emissão 1.. Data da última revisão 31.. Folha 1 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Normas Complementares 3 Definições Condições Gerais Condições Específicas Vigência Anexo A Simbologia Anexo B Selo de planta para projeto Anexo C Instalação de equipamentos da Ocupante em postes Anexo D Poste de madeira Anexo E Poste de concreto Anexo F Equipamentos da CEEE-D em plataforma Anexo G Tabela de trações de projeto de condutores Anexo H Tabela de peso de cabos telefônicos Anexo I Tabela de flechas e tensões de cabos telefônicos Anexo J Afastamentos padronizados Anexo K Afastamentos mínimos para ramal de ligação Anexo L Autorização para início da obra Anexo M Liberação de obra Anexo N Recebimento da obra Anexo O Traçado de redes em cruzamento Anexo P Planta construtiva Anexo Q Engastamento de poste Anexo R Dispositivo de fixação para instalação de dois sistemas de outros Ocupante fora da faixa de comunicação Anexo S Comunicação de alteração na posteação compartilhada Anexo T Plaqueta de identificação do cabo da Ocupante Anexo U Derivação para assinante da Ocupante no poste compartilhado Anexo V Quantidade de pontos contratados (assinatura do contrato) Anexo X Modificação na quantidade de pontos contratados 1 OBJETIVO Esta Norma estabelece os requisito, condições técnicas mínimas e os procedimentos a serem seguidos na elaboração e apresentação de projetos de compartilhamento de infraestrutura das redes aéreas de distribuição de energia elétrica, nas tensões nominais até 2 kv, pertencentes à Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica - CEEE-D, com redes de telecomunicação e outros sistemas que necessitem desta infraestrutura. 2 NORMAS COMPLEMENTARES Na aplicação desta Norma é necessário consultar os seguintes documentos: - CEEE-D - NTD-.1 Elaboração de projetos de redes aéreas de distribuição urbana; - CEEE-D - NTD-2 Elaboração de anteprojetos e projetos de redes aéreas de distribuição rural; - CEEE-D - NTD-3 Ocupação ou travessia de faixas de domínio por redes de distribuição aérea; - CEEE-D - NTD-.3 Encargos de serviços contratados em redes de distribuição e tabela de mão de obra; - CEEE-D - PTD-.1 Materiais para redes aéreas de distribuição; - CEEE-D - PTD-.2 Estruturas para montagem de redes aéreas de distribuição urbana secundária com cabos multi - plexados; - CEEE-D - PTD-. Estrutura para equipamentos; - CEEE-D - PTD-. Materiais para redes aéreas de distribuição especiais para orla marítima; - CEEE-D - STD-.1 Simbologia para projeto, cadastramento e mapeamento de linhas aéreas de distribuição;

2 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha 2 - CEEE-D - TTD-.1 Termos relacionados com projeto e construção de linhas e redes aéreas de distribuição; - CEEE-D - TTD-.2 Termos relacionados com operação e manutenção de linhas e redes aéreas de distribuição; - CEEE-D - Padronização de linhas aéreas de distribuição de energia elétrica; - CEEE-D - Padronização de redes aéreas de distribuição de energia elétrica; - CEEE-D - Regulamento de instalações consumidoras - Fornecimento em tensão secundária; - CEEE-D - Regulamento de instalações consumidoras - Fornecimento em tensão primária; - CEEE-GT - NDOMT-.1 Utilização de faixas de linhas aéreas de transmissão; - NBR Folhas de desenho - Leiaute e dimensões; - NBR Desenho técnico - Dobramento de cópia; - NBR 1 Redes de distribuição de energia elétrica - Compartilhamento de infraestrutura com redes de telecomunicações; - NBR 1 Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus - Padronização; - NR Segurança em instalações e serviços em eletricidade do Ministério do Trabalho e Emprego; - Resolução ANEEL N. 1 de 2//2; - Resolução Conjunta ANEEL/ANATEL/ANP N. 1 de 2/11/1. 3 DEFINIÇÕES Os termos técnicos utilizados nesta Norma estão definidos nas normas TTD-.1, TTD-2 e são complementados pelas seguintes definições: 3.1 Detentora Companhia Estadual de Energia Elétrica Distribuidora - CEEE-D que detém, administra e controla, direta ou indiretamente, toda a infraestrutura de rede de distribuição de energia elétrica em sua área de concessão. 3.2 Ocupante Pessoa jurídica detentora de concessão, autorização ou permissão para explorar serviços de telecomunicações e outros serviços públicos ou de interesse coletivo, prestados pela administração pública ou por empresas particulares que ocupam a infraestrutura disponibilizada pela Detentora. 3.3 Ponto de Fixação Ponto de instalação do suporte de sustentação mecânica do cabo, fio ou cordoalha da rede de telecomunicações da Ocupante dentro da faixa de ocupação e/ou do ponto de instalação da armação secundária de sustentação mecânica do cabo, fio, cordoalha ou condutor elétirco isolada de comando de bambas de outros ocupantes fora da faixa destinada a telecomunicações, no poste da Detentora. 3. Faixa de Ocupação Espaço na infraestrutura da rede de distribuição de energia elétrica, onde são definidos pela Detentora os pontos de fixação destinados exclusivamente ao compartilhamento com agentes do setor de telecomunicações. 3. Fora da Faixa de Ocupação Espaço único na infraestrutura da rede de distribuição de energia elétrica, onde é definido pela Detentora o ponto de fixação destinado exclusivamente ao compartilhamento com outros ocupantes não pertencentes ao setor de telecomunicações (serviço limitado privado, comando elétrico de acionamento de bombas, etc.). 3. Infraestrutura Postes de propriedade da Detentora. 3. Equipamento Dispositivo de propriedade da Detentora ou da Ocupante, com função de transformação, regulação, manobra, proteção, medição, alimentação ou emenda, necessário à prestação dos serviços.

3 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha 3 3. Cabo "CCE" para Rede Telefônica Cabo Telefônico composto por até seis pares de fios, utilizado para ligação de TPF's (terminal de poste e fachada) ou TPA's (terminal de pronto acesso) aos assinantes. Para efeitos desta Norma, a designação "CCE" não abrange os cabos tipo auto-sustentado a fibra (ASF). 3. Cabo Mensageiro para Rede Telefônica e Outros Sistemas Cordoalha ou fio de aço galvanizado fixado em postes, que faz a sustentação física de cabos telefônicos e de outros sistemas. 3. Cabo Telefônico Cabo formado por condutores de cobre isolados com polietileno, polipropileno ou papel e protegidos por uma capa de alumínio politenado ou chumbo, com revestimento plástico Espinamento para Rede Telefônica e Outros Sistemas Processo utilizado para executar a sustentação dos condutores aos cabos mensageiros, e consiste em envolver ambos por um fio isolado ou arame de espinar, de aço galvanizado, de isolamento termoplástico, instalado helicoidalmente. 3. Fio Telefônico Externo (FE) Fio telefônico constituído por dois condutores de liga de cobre, isolados com material termoplástico, utilizado para ligação da caixa terminal ao imóvel a ser atendido. 3. Luz Mínima É o afastamento vertical mínimo, medido na condição de flecha máxima, dos condutores inferiores de MT, BT ou ainda de outros sistemas em relação ao solo, fiada de trilhos mais alta ou sobre a superfície de águas na condição de cheia máxima. 3.1 Poste Intercalado São postes que serão instalados entre dois existentes. Devem obedecer as características contidas no item Poste Projetado em Fim de Rede É o poste a ser instalado com a finalidade de ancorar a rede de outras Ocupantes. Devem obedecer as características contidas no item Tração Mecânica Reduzida (TMR) Consiste na redução da tração de montagem dos condutores. 3.1 Concretagem de Base de Poste Compreende a abertura da cava, preparo da fundação, do concreto e lançamento do mesmo na base do poste, conforme Anexo S. CONDIÇÕES GERAIS Na elaboração de projetos poderão ser utilizados os símbolos e convenções constantes no Anexo A. Quaisquer outros símbolos e convenções devem ser indicados em planta com a respectiva descrição. Na planta do projeto deve constar o "SELO" conforme modelo do Anexo B, ficando o espaço restante do rosto da folha para o carimbo de liberação e anotações da CEEE-D. As plantas devem ser desenhadas nos formatos de papel especificados na NBR-, com exceção do formato A. Para efeito de aplicação desta Norma, é obedecida, rigorosamente, a ordem de recebimento na CEEE-D, para exame e liberação dos projetos.

4 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha A orçamentação adotado na elaboração dos projetos deve estar baseado no sistema SGD (Sistema de Gerenciamento de Distribuição). Os projetos devem ser apresentados em cópia em papel e em mídia eletrônica..1 Apresentação de projetos O projeto deve ser elaborado e assinado por profissional habilitado junto ao CREA/RS para tal fim, e deve ser complementado pelos seguintes elementos: a) memorial técnico descritivo; b) planta construtiva; c) planta chave (quando necessário); d) detalhes de ocupação ou travessias de faixas de domínio; e) detalhes de cruzamento com linhas de transmissão; f) Anotação de Responsabilidade Técnica (CREA/RS); g) o ato autorizativo da ANATEL. h) apresentação de licença emitida por órgão responsável pela preservação do meio ambiente, quando o projeto localizar-se em área de proteção ambiental;.1.1 Memorial Técnico Descritivo O memorial técnico descritivo deve conter as seguintes informações técnicas sobre o projeto: a) objetivo da obra; b) localização geográfica do projeto, citando o distrito e o município; c) características mecânicas e trações de projeto das cordoalhas e dos condutores a serem utilizados, bem como as características dimensionais e a massa dos equipamentos a serem instalados nos postes; d) resumo informativo do projeto constando o número de pontos a serem utilizados, acrescentados, retirados, ver Anexo V e Anexo X; e) orçamento detalhado das alterações propostas na rede pertencente à CEEE-D para atender o compartilhamento de infraestrutura; f) quando for projetado equipamentos nos postes da CEEE-D, deve ser apresentado desenho em escala 1: (ou cotadas) e sua instalação fica a critério da mesma; g) quaisquer outras informações de interesse, para a perfeita compreensão do projeto..1.2 Planta Construtiva A planta construtiva deve ser desenhada na escala 1:, ou com indicação das cotas, contendo: a) seção e tipo dos condutores e cordoalhas projetados; b) postes existentes, a utilizar, a substituir, a deslocar e a incluir; c) número do poste (quando houver); d) altura dos postes; e) altura do neutro da BT; f) altura da posição do ponto de ocupação no poste CEEE-D a ser compartilhado; g) carga nominal dos postes de concreto; h) identificar poste com base concretada; i) ângulos de deflexão e solução técnica para a compensação do esforço total resultante no ponto; j) estaiamentos, existentes e projetados (área rural); k) equipamentos instalados da CEEE-D com o número de identificação e aterramentos existentes; l) equipamentos a serem instalados e aterramentos; m) indicação de rede e equipamentos de outra OCUPANTE, quando houver; n) detalhe de situação com localização da rede e indicação do norte geográfico; o) identificação dos condutores da rede da CEEE-D de MT e BT quando da definição de esforços em deflexões e final de rede; p) cálculo de esforço individual da rede CEEE-D e demais ocupantes, bem como a soma do esforço resultante em deflexões e final de rede. Nota: Ver planta do ANEXO P.

5 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha.1.3 Planta Chave A planta Chave deve ser apresentada no caso de haver mais de duas folhas de planta construtiva, e ser desenhada na escala 1: ou 1:, devendo constar: a) ruas e avenidas; b) indicação do norte geográfico; c) indicação da parte abrangida por cada folha da planta construtiva..1. Detalhes de Ocupação ou Travessia de Faixa de Domínio Quando houver ocupação ou travessia de faixas de domínio de rodovias estaduais e federais, ferrovias, vias navegáveis ou aeroportos, devem ser apresentados detalhes em separado, conforme item.1 da Norma NTD-3, podendo ser na mesma planta do projeto, desde que atendam as exigências do proprietário da faixa de domínio..1. Detalhes de Cruzamento com Linhas de Transmissão Quando houver cruzamento da rede com linhas de transmissão, e houver necessidade de alteração da rede da CEEE-D, devem ser apresentados detalhes em planta baixa e perfil, conforme norma NTD-3 e atender a norma NDOMT Elaboração do Projeto Na elaboração do projeto devem ser observados os seguintes aspectos:.2.1 O projeto deve ser elaborado com base na planta construtiva, na escala 1:, ou com indicação das cotas contendo a posteação, redes, deflexões e ancoragens existentes e projetadas, bem como demais detalhes colhidos na inspeção local que venham a influenciar na execução da obra. Quando solicitado, a CEEE-D disponibilizará o seu cadastro digital para consultas da bitola e o tipo dos condutores da rede de distribuição de energia elétrica nos pontos indicados pelo solicitante..2.2 Na instalação, substituição ou intercalação de postes, estes devem ter características mecânicas e geométricas compatíveis com a posteação e estruturas existentes, bem como a compensação de seus esforços através de concretagem de base, se for o caso, conforme Anexos D, E e Q..2.3 Em postes que contenham: transformadores, religadores, seccionalizadores, banco de capacitores, chaves a óleo, chaves seccionadoras, entradas subterrâneas, etc. não é permitido a instalação de equipamentos pertencentes as Ocupantes..2. Em postes com plataforma para equipamentos da CEEE-D, somente é permitido a ocupação conforme o Anexo F..2. Em poste com derivação subterrânea ou subida lateral não deve ocorrer relocação..2. É vetada a ancoragem final de rede das Ocupantes no poste em que a rede da CEEE-D esteja ancorada, mas poderá ancorar em um poste antes e chegar a este em TMR Para a compensação dos esforços em ângulo, será permitida a utilização de estai existente, cabendo a Ocupante o redimensionamento e a substituição do mesmo..2. Para as compensações dos esforços dos condutores da CEEE-D, nas estruturas, devem ser utilizados os valores constantes do Anexo G. O peso específico dos diversos tipos de cabos telefônicos são apresentados, como exemplo, no Anexo H, e para esses valores e o comprimento dos vãos são apresentados exemplos de trações e flechas nas tabelas 1 e 2 do Anexo I. O Ocupante deve apresentar as tabelas dos esforços e flecha de montagem dos cabos utilizados em seu projeto; levando em conta que as trações de projeto das cordoalhas e cabos de telecomunicação auto-sustentados devem considerar as condições de temperatura e ação de velocidade de vento crítica da região..2. Não é permitida a instalação de estai na rede urbana da CEEE-D. A compensação dos esforços deve ser feito através da instalação de poste de concreto com a base concretada, conforme Anexo S e obedecendo às características contidas no item A tração mecânica reduzida (TMR) será permitida em travessias de ruas e avenidas principais, desde que obedeça o estabelecido em.2.1 e que não invada o espaço destinado a outras Ocupantes..2. Aterramento

6 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha.2..1 Quando aplicável, as redes da Ocupante devem possuir aterramento e proteções contra curto-circuito e sobre tensões independentes da CEEE-D, de modo que não transmitam tensões para as instalações de terceiros Não é permitido a instalação de aterramento da Ocupante no mesmo poste ou na haste em que estiver instalado o aterramento da CEEE-D Em casos especiais, a pedido da Ocupante, a CEEE-D pode estudar o deslocamento de seu aterramento, não havendo obrigatoriedade quanto a sua concordância e os custos, se houverem, devem ser pagos pela solicitante..2.. Por solicitação da CEEE-D, quando necessário, a Ocupante deve deslocar seu aterramento, à suas expensas..2.. A prioridade para instalação de aterramento nos pontos não utilizados pela CEEE-D, é da primeira Ocupante a instalar seu aterramento, não sendo vedada a utilização conjunta do mesmo, desde que haja concordância entre as Ocupantes..2.. O aterramento da Ocupante deve ser protegido por canaleta de madeira, conforme padrão CEEE-D ou por eletroduto de PVC rígido de x mm As redes das Ocupantes, não podem ser instaladas em disposição horizontal (em cruzetas)..2. Quando necessário, os cabos de redes telefônicas e de outras Ocupantes, devem ser sustentados por cabos mensageiros dimensionados de acordo com a carga a suportar..2. As redes das Ocupantes e a rede secundária devem ser instaladas no mesmo lado do poste..2.1 Os cabos de telecomunicação devem ser identificados com uma plaqueta de identificação (conforme Anexo T), presos aos cabos com fio de espina ou braçadeira a uma distância de a mm do poste por onde passar o cabo..2.1 Faixa de Ocupação no Poste As cotas para definição do posicionamento da Ocupante no poste são relacionadas ao neutro da rede de distribuição secundária da CEEE-D, quando não existir fisicamente o neutro, a Ocupante deve proceder conforme consta no subitem.2.1. Todas as Ocupantes devem obedecer as distâncias entre os condutores e o solo, bem como os afastamentos mínimos entre circuitos diferentes definidos na NBR-1 e referendado no subitem.2.1 da NTD Empresas de Telecomunicações A faixa de ocupação das empresas de telecomunicações é de, metros e está situada a partir de 1, metros do neutro da rede de distribuição da CEEE-D, em direção ao solo. O posicionamento dos cabos e fios, nos pontos disponíveis na faixa de compartilhamento da infraestrutura, será definido pela Ocupante e especificado no seu projeto a altura da ocupação. Ver Anexo J Iluminação Pública O braço de iluminação pública deve ser fixado a 1, metros do neutro da rede de distribuição secundária da CEEE-D, medidos da parte inferior do suporte do mesmo, ver Anexo J Outras Ocupantes fora da faixa destinada a Telecomunicações É destinado um ponto a 2, metros do neutro da rede de distribuição, que poderá ser duplicado usando-se o dispositivo de fixação conforme Anexo R;.2.1 Material Padronizado As alterações ou inclusões feitas nas redes de distribuição, com o objetivo de adequá-las a outras utilizações, devem ser realizadas usando materiais padronizados pela CEEE-D, conforme norma PTD-.1 e PTD Dispositivo de Fixação

7 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha A escolha do dispositivo de fixação conforme ANEXO R, dependerá do tipo de Ocupante e de sua ordem de liberação, excetuando-se as empresas de telecomunicações Cabo Mensageiro A primeira Ocupante liberada para se instalar pode utilizar prensa-fio ou armação secundária de 1 estribo (AS-11) com isolador roldana de 2 leitos como elemento de fixação do cabo no poste. A segunda Ocupante liberada para se instalar deve utilizar, exclusivamente, armação secundária de 1 estribo (AS-11) com isolador roldana de 2 leitos como elemento de fixação do cabo no poste, ocupando a posição inferior no isolador, mesmo que a primeira Ocupante liberada ainda não tenha se instalado. No caso em que já exista uma Ocupante instalada, o reposicionamento desta deve ser por conta da segunda, que deve devolver à primeira todo o material que não for reutilizado Comando Elétrico Em todas as situações esta Ocupante deve se instalar com armação secundária de 1 estribo (AS-11) com isolador roldana de 2 leitos. Nota: Os comandos elétricos devem utilizar condutores isolados tipo PE ou XLPE, sujeitos a intempérie, tensão mínima de V e possuírem identificação com o nome da Ocupante gravado no mesmo ou através de uma plaqueta de identificação (ver Anexo T)..2.1 As disposições entre condutores da rede de distribuição de energia elétrica e das redes das Ocupantes, nos pontos de fixação aos postes, são as constantes no Anexo J A distância ao solo do condutor neutro da rede de distribuição secundária da CEEE-D, deve ser de no mínimo, m para poste de m e de, m para os demais casos, sendo que as demais medidas estabelecidas são referenciadas ao citado condutor, conforme Anexo J..1.1 Os cabos mensageiros das Ocupantes devem ser independentes..2. Em posteação com somente rede primária, os afastamentos em relação ao solo para uma futura instalação de rede secundária, devem ser mantidos de acordo com os itens.2.1.1, e Em poste particular, fachadas de edifícios, os cabos telefônicos e de outras Ocupantes devem ser instalados obedecendo os afastamentos conforme Anexo K Nas ancoragens dos cabos mensageiros deve ser mantido o afastamento conforme Anexo J Não são permitidas derivações em meio de vãos, mesmo que seja para um único fio..2.2 Não é permitido o cruzamento de ruas, estradas, etc, por cabos ou fios em diagonal, conforme Anexo O..2.2 Para toda a execução de obra, realizada por terceiros, deve ser solicitada autorização da CEEE-D para dar início a mesma..2.2 Os condutores, fios e cabos, tanto da CEEE-D como das Ocupantes, devem ser instalados de forma a atender a luz mínima exigida pelas normas dos órgãos competentes em relação ao solo na condição mais desfavorável (flecha máxima a º C), medida na vertical, conforme Tabela 1.

8 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha Sobre vias navegáveis, de acordo com o DEPREC e Ministério da Marinha..2.2 O diâmetro do conjunto cordoalha/cabos espinados da rede de telecomunicações, por ponto de fixação, não pode ser superior a mm..2.2 A derivação para assinantes do Ocupante deve ser preferencialmente feita direto do seu ponto de fixação, determinado pela CEEE-D, ou em lado oposto ao ponto de fixação, ver Anexo U..2.2 Em hipótese alguma as abraçadeiras ou cintas para fixação de cabos da rede da Ocupante podem ser instaladas sobre condutores e/ou equipamentos da CEEE-D e cabos e/ou equipamentos de outras Ocupantes..2. Instalação de equipamentos da Ocupante em postes.2..1 Quando aprovados pela CEEE-D, os equipamentos do sistema de telecomunicações do Ocupante devem ser instalados no espaço compreendido entre mm e 1 mm abaixo do limite inferior da faixa de ocupação. Ver figura do Anexo C.2..2 Nas Figuras e do Anexo C apresentamos os detalhes de montagem dos terminais de acesso de rede (TAR) e fontes de tensão de TV a cabo, respectivamente As dimensões dos equipamentos do sistema de telecomunicação dos Ocupantes, quando instalados em postes da CEEE-D, não devem exceder mm de largura, mm de altura e mm de profundidade..2.. Os equipamentos alimentados pela rede de distribuição da CEEE-D devem ser identificados, na sua face frontal, com o nome do Ocupante, tensão e potência nominal..2.. A caixa de emenda e a reserva técnica do cabo óptico de telecomunicação devem ficar, no vão da rede, a uma distância mínima de mm do poste, conforme Figuras 2 e 3 do Anexo C, respectivamente, ou devem ser instaladas em caixas subterrâneas conforme Figura 1 do Anexo C..2.. Os equipamentos de telecomunicações instalados ao longo do vão, exceto caixas de emendas do cabo óptico, devem ser fixadas na cordoalha, a uma distância mínima de mm do poste, respeitando-se os espaços destinados aos demais Ocupantes, ver Figura do Anexo C..2.. Não é permitido ao Ocupante instalar equipamento multiplicador de linha de assinantes (MLA), em postes da CEEE-D..2.. Não é permitido a instalação de plataformas, suportes ou apoios para operação de equipamentos de telecomunicações, nos postes da CEEE-D.

9 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha.2.31 Os dutos subterrâneos da CEEE-D não estão disponíveis para compartilhamento de infraestrutura..3 Análise e Liberação do Projeto O projeto analisado pela CEEE-D deve estar de acordo com as determinações desta Norma.. Liberação do Projeto Após a análise, uma via deve ser devolvida ao interessado. A liberação da via do interessado está condicionada à assinatura do CONTRATO DE COMPARTILHAMENTO DE INFRAESTRUTURA entre a CEEE-D e a Ocupante, o que deve ocorrer num prazo máximo de (noventa) dias, a contar da data da comunicação por escrito de sua liberação. Vencido este prazo, será cancelado o pedido de compartilhamento de infraestrutura.. Validade do Projeto A liberação do projeto tem validade de um ano. Não sendo executado dentro do prazo, deve ser submetido à CEEE-D para revalidação, sujeitando-se às possíveis alterações sofridas nas normas e na posteação.. Execução da Obra..1 Na execução dos serviços de adequação da infraestrutura e/ou instalação da rede de telecomunicação, a Ocupante deve observar as condições estabelecidas na Norma Regulamentadora NR - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade e outras aplicáveis, que fixam as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações elétricas e, também, de usuários e terceiros...2 A obra ou parte desta que implique em modificações na rede da CEEE-D, tais como a elevação de suportes de condutores, substituição de postes, desligamento/religação do consumidor, etc. só podem ser executados por equipes da CEEE-D ou por Empreiteira por ela cadastrada e autorizada para esta finalidade...3 Sempre que para o compartilhamento da infraestrutura pertencente à CEEE-D, for necessário realizar adequações na infraestrutura, todas as despesas são por conta da Ocupante solicitante...3 Os orçamentos apresentados pela CEEE-D, são calculados pelos preços de sua tabela de mão-de-obra e de materiais vigentes na época... O início do prazo de execução da obra de adequação da infraestrutura da CEEE-D, está condicionado à aceitação das alterações apresentadas e liberadas nos projetos apresentados e a execução dos serviços por parte da Ocupante, na modalidade de Obra Pronta, através de Empreiteira cadastrada na CEEE-D e habilitada para execução dos serviços... Os materiais a serem empregados pela Ocupante, na adequação da infraestrutura da CEEE-D, devem ser os aprovados e cadastrados pela mesma... Para qualquer projeto de compartilhamento de infraestrutura, apresentado à CEEE-D e liberado pela mesma, que acarrete em modificações nas redes de terceiros e/ou de empresas de telecomunicações, a execução das alterações deve ser acertada entre os interessados, cabendo à CEEE-D comunicar conforme consta do ANEXO S... Na instalção dos Ocupantes devem atender às normas: NBR 1 e NBR 1.. Solicitação de Autorização para Início da Obra..1 A Ocupante deve solicitar por escrito à CEEE-D a autorização para início da obra, em documento conforme modelo do Anexo L, em duas vias, 1 (quinze) dias antes de seu início...2 As despesas com publicações em jornais para possibilitar desligamentos programados, aviso de clientes da CEEE-D, custo dos desligamento, etc. necessários à execução da obra devem ser custeadas pela Ocupante...3 A execução da obra na rede de distribuição da CEEE-D, somente poderá ser realizada por empreiteira devidamente cadastrada na CEEE-D.. Liberação da Obra

10 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha..1 O documento de liberação da obra de adequação da infraestrutura da rede de distribuição da CEEE-D, conforme Anexo M, deve ser emitido assim que a mesma se encontre em condições técnicas e de acordo com o projeto liberado e que tenham sido realizados os acertos oriundos de eventuais diferenças de materiais, originados de retiradas da rede da CEEE- D...2 Somente após a emissão do documento de liberação da obra de adequação da infraestrutura na rede de distribuição da CEEE-D é que a Ocupante poderá executar a sua rede nos pontos e trechos liberados pelo projeto.. Recebimento de Obra Por Parte da CEEE-D..1 A emissão do documento de recebimento de obra ANEXO N, só é emitido após a assinatura por parte da Ocupante do Termo de Contribuição.. Operação e Manutenção do Sistema..1 As Ocupantes devem informar à CEEE-D dentro de um prazo de (sete) dias corridos, a contar da data do evento, a desocupação de postes, para efeitos de recalculo das faturas...2 Tanto a CEEE-D quanto as Ocupantes são responsáveis por suas instalações e equipamentos, bem como pela sua conservação...3 Sempre que forem necessárias alterações nas redes, para atender às exigências de ordem legal de terceiros ou dos Poderes Públicos, tanto a CEEE-D quanto as Ocupantes devem arcar com eventuais despesas de remanejo de suas instalações... A CEEE-D deve ser ressarcida de eventuais custos com a manutenção emergencial de redes das Ocupantes, quando tiver que efetuar esta manutenção ocasionada por agentes externos ou eventualidades... As turmas de manutenção tem livre acesso aos postes de uso mútuo. Em caso de emergência as obras de reposicionamento das redes, de forma provisória, podem ser executadas de imediato e comunicadas posteriormente a outra parte. Desligamentos necessários a execução dos serviços de manutenção emergencial em redes das Ocupantes devem ser solicitados à CEEE-D... As alterações na locação ou retirada de redes existentes serão comunicadas às Ocupantes, para adequação de suas instalações à nova situação, sem ônus para a CEEE-D, com antecedência mínima de: a) (trinta) dias corridos, nos casos de simples redisposição; b) (noventa) dias corridos, nos casos em que for necessário fazer projeto de remanejamento. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS.1 Pedido de compartilhamento de infraestrutura É o documento de solicitação para ocupação de postes, dirigido pela Ocupante à CEEE-D..2 Apresentação dos Projetos.2.1 Por parte da Ocupante O recebimento do projeto, em 3 (três) vias e em meio magnético, para exame e protocolo, está sujeito ao procedimento das condições especificadas no item.1, além do pedido de compartilhamento de infraestrutura. As cópias do projeto são distribuídas da seguinte maneira: a) a primeira cópia deve ser anexada no expediente interno ou processo CEEE-D; b) a segunda cópia deve ser entregue ao interessado (OI, EMBRATEL, VIVO, CLARO, GVT, PEGASUS, NET SUL, PROCEMPA, PROCERGS, STV COMUNICAÇÕES, etc.), quando o projeto for liberado, conforme item.; c) a terceira cópia deve ser utilizada pelas Gereências ou Centros Regionais para trabalho e arquivo se for o caso;

11 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha Por parte da CEEE-D No caso de necessidade de alterações em redes, por parte da CEEE-D, que estejam sendo objeto de compartilhamento, o projeto deve ser encaminhado às Ocupantes em duas vias, e estas, no prazo de (trinta) dias a contar do recebimento, devem devolver junto com o pedido de Compartilhamento de Infraestrutura, uma das duas vias do projeto recebido da CEEE-D, complementada com anotação dos seguintes dados: a) postes existentes a serem utilizados; b) postes existentes que deixarão de ser utilizados; c) postes projetados a serem utilizados; d) postes a serem intercalados ou acrescentados, com indicação das prováveis locações; e) fios, cabos e equipamentos existentes; f) fios, cabos e equipamentos a serem retirados; g) fios, cabos e equipamentos a serem instalados. Nota: Se no prazo de (trinta) dias as Ocupantes não se manifestarem, a CEEE-D dará à obra seu curso normal..3 Prazo de Liberação de Projeto Os projetos são analisados obedecendo a ordem cronológica de recebimento por parte da CEEE-D, desde que na apresentação dos projetos não estejam faltando documentação. O prazo máximo para análise de um projeto é de (noventa) dias. Projetos analisados e não liberados devem ser reapresentados e a prazo para sua liberação passa a contar a partir da data de sua reapresentação, ressalvado a necessidade de apresentação de toda a documentação necessária a esta nova análise. VIGÊNCIA Esta Norma passa a vigorar a partir da data de sua aprovação e anula todas as disposições que com ela colidirem. Elaborado pelo Departamento de Normalização/DPE. Responsável pela elaboração da Norma Raul Fernando Ribeiro da Silva, Engenheiro Eletricista CREA RS N 32.1 Aprovado em 31 de Agosto de. Rogério Sele da Silva, Diretor.

12 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha ANEXO A SIMBOLOGIA 1. Simbologia de Mapeamentos DESCRIÇÃO ESCALA 1: ESCALA 1: RUA EXISTENTE RUA PROJETADA PONTE TUNEL VIADUTO ESTADUAIS RS RODOVIA FEDERAIS - BR RS ou BR ESTRADAS MUNICIPAIS E SECUNDÁRIAS VIA FÉRREA CERCA DE ARRAME MURO LINHA TELEFÔNICA RIO, ARROIO (sentido da corrente) LAGO AÇUDE CANAL TERRENO ALAGADIÇO PRAIA MATO

13 MORRO NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha ANEXO A SIMBOLOGIA DESCRIÇÃO ESCALA 1: ESCALA 1: VALETA EROSÃO PAREIRAL BARRANCO, CORTE, ATERRO TESTADA DE PRÉDIO PRAÇA IGREJA CEMITÉRIO ESCOLA 2. Projeto e Cadastramento DESCRIÇÃO PROJETO CADASTRO 2.1 Postes POSTE OU CONTRAPOSTE DE MADEIRA, CIRCULAR POSTE DE CONCRETO CIRCULAR POSTE DE CONCRETO ORNAMENTAL POSTE DE CONCRETO DUPLO T POSTE DE AÇO POSTE DE AÇO ORNAMENTAL

14 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha 1 ANEXO A SIMBOLOGIA DESCRIÇÃO PROJETO CADASTRO 2.2 Condutores CONDUTOR PRIMÁRIO CONDUTOR SECUNDÁRIO CRUZAMENTO COM LIGAÇÃO CRUZAMENTO SEM LIGAÇÃO ENCABEÇAMENTO OU MUDANÇA DE BITOLA DO CONDUTOR PRIMÁRIO ENCABEÇAMENTO OU MUDANÇA DE BITOLA DO CONDUTOR SECUNDÁRIA ENCABEÇAMENTO DE BT EM TANGENTE SECCIONAMENTO PRIMÁRIO SECCIONAMENTO SECUNDÁRIO ATERRAMENTO ATERRAMENTO MALHA 2.3 Estaiamento ESTAI DE ÂNCORA NORMAL - ea ESTAI DE ÂNCORA VERTICAL ev ESTAI DE POSTE A POSTE epp ESTAI DE CONTRA-POSTE ecp ESTAI DE CRUZETA ec ESCORA e ESCORA DE SUBSOLO SIMPLE ESCORA DE SUBSOLO DUPLA SAPATA DE PANTANO ess esd sp 2. Equipamento TRANSFORMADOR CEEE-D-D

15 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha 1 ANEXO A SIMBOLOGIA DESCRIÇÃO PROJETO CADASTRO TRANSFORMADOR PARTICULAR TRANSFORMADOR CEEE-D-D EM CABINE TRANSFORMADOR PARTICULAR EM CABINE TRANSFORMADOR CEEE-D-D EM CABINE RAMAL SUBTERRÂNEO TRANSFORMADOR PARTICULAR EM CAINE RAMAL SUBTERRÂNEO TRANSFORMADOR CEEE-D-D EM PLATAFORMA TRANSFORMADOR PARTICULAR EM PLATAFORMA RELIGADOR NOMOFÁSICO RELIGADOR TRIFÁSICO SECCIONALIZADOR MONOFÁSICO SECCIONALIZADOR TRIFÁSICO CAPACITOR FIXO CAPACITOR AUTOMÁTICO

16 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha 1 ANEXO A SIMBOLOGIA DESCRIÇÃO PROJETO CADASTRO REGULADOR DE TENSÃO CHAVE FUSÍVEL SEM ABERTURA EM CARGA CHAVE FUSÍVEL COM ABERTURA EM CARGA COM FERRAMENTO LOAD BUSTER CHAVE FACA SEM ABERTURA EM CARGA CHAVE FACE COM ABERTURA EM CARGA COM FERRAMENTA LOAD BUSTER CHAVE FACA TRIPOLAR AEM ABERTURA EM CARGA CHAVE FACA TRIPOLAR COM ABERTURA EM CARGA CHAVE ONMI-RUPTER CHAVE A GÁS CHAVE A ÓLEO PÁRA-RAIOS DE MT PÁRA-RAIOS DE BT DESCARREGADOR DE CHIFRES CORTA-CIRCUITO DE BT 2. Acessórios DESCRIÇÃO ILUMINAÇÃO PÚBLICA CADASTRO RELÉ FOTOELÉTRICO

17 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha 1 ANEXO A SIMBOLOGIA DESCRIÇÃO RELÉ FOTOELÉTRICO DE COMANDO EM GRUPO CADASTRO ÁRVORE 2. Ramais de Ligação DESCRIÇÃO RAMAL DE LIGAÇÃO PRIMÁRIO AÉREO CADASTRO RAMAL DE LIGAÇÃO PRIMÁRIO SUBTERRÂNEO RAMAL DE LIGAÇÃO SECUNDÁRIO AÉREO RAMAL DE LIGAÇÃO SECUNDÁRIO SUBTERRÂNEO MUFLA PRIMÁRIA MUFLA SECUNDÁRIA

18 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha 1 ANEXO B SELO DE PLANTA PARA PROJETO

19 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha 1 ANEXO C INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DA OCUPANTE EM POSTES FIGURA N 1 - CAIXA DE EMENDA OU RESERVA TÉCNICA INSTALADA EM CAIXA SUBTERRÂNEA

20 NTD-. PROCEDIMENTO DE DISTRIBUIÇÃO 31// Folha ANEXO C INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DA OCUPANTE EM POSTES FIGURA Nº 2 - CAIXA DE EMENDA DE CABO DE FIBRA ÓPTICA INSTALADO NO MEIO DO VÃO FIGURA Nº 3 - INATALAÇÃO DE RESERVA TÉCNICA DE CABO DE FIBRA ÓPTICA NO MEIO DO VÃO

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