ABC das Ferramentas (módulo V) 2. Serras Tico-Tico e Serras Circulares Tipos, Aplicações e Acessórios Convencionais.

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2 ABC das Ferramentas (módulo V) 1. Definições Gerais Como sabemos, existem diferentes tipos de ferramentas elétricas e estas, especificadas e indicadas para os diferentes tipos de trabalho que os usuários necessitam realizar. Assim como a diversidade de ferramentas elétricas, também existe uma diversidade de acessórios apropriados ao uso em cada ferramenta elétrica e para cada tipo de trabalho a ser realizado. Os acessórios são de fundamental importância nesta relação entre ferramenta e trabalho, pois além de complementarem a ferramenta elétrica, são eles corresponsáveis pelo desempenho e qualidade final. No capítulo que segue, veremos os tipos de Serras tico-tico e circulares para madeira e Mármore segundo suas aplicações e características, e os acessórios convencionais usados em cada uma destas ferramentas. 2. Serras Tico-Tico e Serras Circulares Tipos, Aplicações e Acessórios Convencionais. Inventada pela Bosch em 1946 na Suíça, as Serras Tico-Tico são ferramentas destinadas aos trabalhos de cortes retos ou curvos e podem ser utilizadas em diversos materiais como: madeira, metal, plástico, borracha, azulejo, laminados, couro e papelão. A diversidade de materiais que podem ser cortados com as serras tico-tico mostra também a amplitude de segmentos que podem utilizar-se dessas ferramentas para a execução de seus trabalhos. São eles: Usuários mais comuns das Serras Tico-Tico: Carpinteiros, Marceneiros, Serralheiros, Encanadores, Eletricistas, Fabricantes de Fachadas, Fabricação de stands/feiras, Instalação de armário/cozinhas, Instalação de pisos e forros, Instalação de sistemas de ar. Baseado nas máquinas de costura, as serras tico-tico são caracterizadas pelo seu movimento vertical de vai e vem, porém outros fatores definem sua correta aplicação. São eles: Capacidade de Corte: Todas as serras tico-tico têm um limite em sua capacidade de corte. Estes limites de capacidade (altura/profundidade de corte) são definidos por vários fatores técnicos (potência, engrenamento, etc.) e, portanto, são determinados na concepção de cada projeto.

3 Velocidade: A velocidade original do motor (~ rpm) é reduzida pelo sistema de engrenamento que age sobre um sistema mecânico excêntrico, que transforma o movimento de rotação em movimento vertical (de cima para baixo), reproduzido na lâmina de serra. Uma lâmina de serra tico-tico trabalha com aproximadamente 3200 gpm (golpes por minuto). É comum o uso de interruptores com velocidades variáveis para pré-selecionar a velocidade de corte da lâmina ao material que será cortado. Sistema de Avanço: 1) Sistema de avanço Simples: O sistema de avanço simples caracteriza-se pelo contato direto da lâmina de serra com o material, seja no movimento de subida quanto no movimento de descida da lâmina. Neste sistema, o atrito entre a lâmina e o material é maior e consequentemente o aquecimento da lâmina também. 2) Sistema de avanço Pendular: O sistema de avanço pendular é utilizado para distanciar (no movimento de descida), os dentes da lâmina de serra do material a ser cortado. Com este sistema de avanço, diminui-se pela metade o atrito, o aquecimento e consequentemente o desgaste prematuro da lâmina, aumentando sua vida útil. O princípio de funcionamento é simples. Considere que o sentido de corte de uma lâmina de serra tico-tico é ascendente, ou seja, a lâmina de serra corta o material de baixo para cima. Quando a lâmina sobe, é então que acontece o corte do material e quando a lâmina desce, não há contato da lâmina com o material eliminando assim o atrito entre as partes (lâmina e material). O sistema de avanço pendular das serras tico-tico normalmente está localizado na lateral da serra e é acionado manualmente pelo próprio usuário através de uma alavanca. Em geral, o sistema de avanço pendular das serras tico-tico têm 4 níveis ou estágios numerados de 0 a 3. Funcionamento e Aplicações:

4 Acessórios Convencionais das Serras Tico-Tico: São variados tipos e modelos das lâminas de serras. Para cada marca de serra tico-tico, assim como para cada tipo de material, existe uma lâmina específica. As lâminas de serra se diferenciam pelos: Tipos de Encaixes Encaixe T Universal Arraste simples O mais utilizado mundialmente Encaixe Makita Usado em antigos modelos da Makita Encaixe T Duplo Arraste duplo Lançamento Bosch. Utilizado somente nos antigos modelos. Encaixe Universal ½ p/ Serras Sabre Padrão Mundial Encaixe Universal ¼ Utilizado em antigos modelos do segmento hobbista. Encaixe SDS Bosch p/ Serras Sabre Tipos de Dentes Geometria Dente Padrão Formato normal Dente Padrão Reverso Formato normal Dente Telhado Formato reforçado Dente Reto Pontiagudo

5 Dente Japonês Dente telhado retificado Dentes Combinados Dente padrão c/ dente telhado Formatos combinados Dente padrão c/ dente japonês Lâmina Riff Coberto c/ partículas / Carboneto de Tungstênio Lâmina Faca Dente padrão c/ dente japonês Tipos de Dentes Afiação Dente: fresado Tipo de corte: cruzado (dir / esq) Dente: retificado Tipo de corte: cruzado (dir / esq) Dente: fresado Tipo de corte: ondulado Dente: retificado Tipo de corte: frontal Materiais que são fabricados: DESCRIÇÃO SIGNIFICADO DESCRIÇÃO CARACTERÍSTICAS Inglês HCS High Carbon Aço Carbono Elástico, flexível, Steel Dente endurecido, Baixo custo Inglês HSS High Speed Steel Aço Rápido Total endurecido, Frágil e duro Inglês HM Inglês TC Francês CT HardMetal Tungsten Carbide Carbure de Tungstène Carboneto de Tungstênio: material sinterizado feito de molibdênio, tântalo, titânio e carbureto de volfrâmio com cobalto ou níquel em pó Frágil, Muito duro Resistente ao calor, À prova de desgaste, Alto custo

6 Serras Circulares para Madeira e Mármore Inventada pela Skil em 1928 (Chicago USA), a Serra Circular foi desenvolvida, e é até hoje, a ferramenta mais conhecida e apropriada para trabalhos de cortes retos em madeira. Com o passar dos tempos, a tradicional Serra Circular, até então focada exclusivamente no corte de madeira, teve desdobramentos em sua concepção, ampliando sua utilização para outros segmentos e materiais. Assim foi desenvolvida a Serra Mármore que apesar de seu nome, não se restringe somente ao corte de mármore e é utilizada também para o corte de alvenaria e outros tipos de revestimentos. Pela sua aplicação, as serras mármores trabalham com sistema de corte refrigerado a água. Este sistema garante maior vida útil dos discos diamantados.

7 As serras circulares convencionais são geralmente utilizadas para cortes retos de madeira, porém servem também para cortar metais leves, gesso cartonado e plásticos. Desta forma, as serras circulares são utilizadas pelos seguintes profissionais e segmentos: Carpinteiros (telhados), Marceneiros (armários, cozinhas), Instaladores (pisos e forros), Fabricantes de Fachadas, Montadores (stands/feiras), Montadores (perfis de alumínio). Já a Serra Mármore, por cortar pedras ornamentais em geral, azulejos e pisos cerâmicos, bem como cortar tijolos de barro, refratários, blocos de cimento e concreto, tem aplicação direcionada para os segmentos de: Construção civil, Marmorarias, Reformadores, Azulejistas, Encanadores, Eletricistas. As Serras Circulares são classificadas pelos seguintes itens e características: Tipo de acionamento, Tipo de ajuste de profundidade de corte, Profundidade de corte, Potência absorvida. Tipos de Acionamento O mais utilizado é o motor elétrico universal. Quando equipado com comando eletrônico e Constant-Electronic, as rotações podem ser pré-selecionadas, assegurando assim a melhor adequação da velocidade da serra ao material a ser serrado sem perder velocidade em trabalho. O motor trifásico só é utilizado em casos isolados, onde se necessitam cortes de grandes profundidades. É possível o uso de motores tendo as baterias como fonte de energia. Este uso, porém, fica restrito a pequenas profundidades de corte, devido à limitação da capacidade das baterias. Os motores pneumático e de alta frequência são raramente utilizados nas serras circulares. Ajustes de Profundidade Ajuste tipo pivô (convencional) - O disco de serra se move em volta de um pivô para longe da placa-base. A cunha de afastamento não muda de posição em relação ao disco da serra. Ajuste paralelo - O disco de serra é posicionado verticalmente em relação à placa-base sobre uma ou duas colunas. Este tipo de ajuste é bastante complexo, porém preciso e confiável. Ajuste por inserção da serra - O disco de serra se desloca como no tipo pivô, mas a cunha de afastamento acompanha o movimento do disco. Com isso se obtêm cortes embutidos (inserção na superfície da peça de trabalho). É utilizado para aplicações especiais. Profundidade de Corte O limite da profundidade de corte de uma serra circular é medida no ponto máximo de saída ou projeção dos dentes do disco de serra em relação a superfície inferior de sua placa-base. Desta forma e em função de características específicas, cada serra circular tem seus próprios limites de profundidade de corte. Isto não é padrão. Em geral, o limite máximo da profundidade de corte de uma serra circular informado pelos fabricantes é para cortes perpendiculares (90 ).

8 Importante: Apesar das Serras Circulares também serem conhecidas, definidas ou identificadas pelo diâmetro de admissão dos discos de serra a elas acopladas (4, 5, 7¼, 8½, 9¼ ), estes diâmetros, e nem tampouco os seus raios, devem ser tomados como base para se definir a profundidade máxima de corte de uma serra circular. A maioria expressiva das serras circulares possibilita a realização de cortes inclinados, tanto para a esquerda quanto para a direita. Estas inclinações são conseguidas através da movimentação da placa base (para ambos os lados) que é acoplada a uma escala onde são marcados os ângulos mais utilizados (de 0 a 62 ). Potência Absorvida A potência absorvida ou consumida pela ferramenta é um dos fatores determinantes para a escolha certa de uma serra circular. Dela depende o bom desempenho da serra circular para atingir a profundidade de corte exigida ou necessária. Acessórios Convencionais das Serras Circulares São variados os tipos e modelos dos discos de serra, sejam eles usados na Serra Circular para Madeira, quanto na Serra Circular para Mármore. A diferenciação visual entre eles é que os discos de serra para madeira são dentados e os discos para pedras não têm dentes e são diamantados. As propriedades dos discos influenciam diretamente no progresso do trabalho, na qualidade do corte e na sua vida útil, considerando cada um dos tipos de material que podem ser trabalhados. Os critérios abaixo definem as principais características dos discos de serras circulares manuais. Além dessas, existem outras soluções especiais para aplicações específicas. Os critérios que definem as principais características dos discos de serras com dentes (para madeira, plástico, dry wall, metais leves, etc...) são: Material do disco, Quantidade de dentes, Distâncias entre dentes, Geometria dos dentes, Capacidade de corte.

9 Materiais dos Discos de serra A maioria dos discos dentados para serras portáteis são feitos de dois materiais: aço cromovanádio (CV) ou materiais compostos. O seu corpo, chamado de alma e os dentes podem ser compostos por diferentes materiais. Geralmente os dentes dos discos são feitos de metal duro (HM). Os discos de aço CV são feitos numa peça única. Tanto a alma quanto os dentes são feitos do mesmo material. O aço CV é bastante flexível e com excelente estrutura, proporcionando dentes bem afiados e agressivos. Nos discos de metal duro (HM), pequenos pedaços de metal duro, também conhecidos como wídea, são soldados na alma formando os dentes. Os dentes de metal duro são extremamente resistentes ao calor e se mantêm afiados por muito tempo, tendo uma vida útil muito mais longa. operador. de serra. Quantidades de Dentes O número de dentes de um disco de serra determina a qualidade de corte e a pressão exigida do O número de dentes deve ser sempre levado em conta em relação ao diâmetro externo do disco O baixo número de dentes no disco, permite a saída rápida dos cavacos em função do grande espaço existente entre eles. Por este motivo, os discos com poucos dentes são menos propensos a ficar obstruídos, porém a qualidade de corte é bastante baixa (corte rústico). Por outro lado, um grande número de dentes assegura um corte de boa qualidade, especialmente para cortes transversais. Os discos de serra com muitíssimos dentes são destinados para cortes finos que exijam excelente qualidade de corte ou para materiais muito finos (ex.: compensado). Geometria dos dentes A geometria ou formato dos dentes, além de determinar a qualidade do corte, influencia também na vida útil do disco de serra. Busca-se através da geometria dos dentes, que o corte tenha bordas mais largas do que a largura do corpo do disco (alma), evitando a fricção entre o corpo do disco e a madeira. A isto chamamos de corte livre. O assim chamado corte livre é necessário para assegurar que o disco da serra não fique emperrado ou trave na madeira durante o corte. Na prática, para obter-se uma eficiente área de corte livre, utiliza-se de dentes mais largos ou o travamento dos dentes da serra. Largura dos dentes - Nos discos com dentes de metal duro, os pedaços de metal duro são afiados em largura um pouco superior ao corpo do disco (alma) e com isso assegura-se o corte livre. A vida útil desses dentes é muito maior do que a dos dentes travados.

10 Travamento dos dentes - Nesse processo, os dentes da serra são curvados em direções alternadas e depois afiados. Os dentes são muito exigidos na região externa das pontas, e por isso, se forem produzidos de aço CV, perdem o fio (corte) muito depressa, além de esquentarem. Dentes travados (CV) - Alta qualidade de corte, uma vez que os dentes de CV podem ser muito bem afiados. Devido à elevada solicitação das pontas dos dentes, a vida útil deste disco é muito curta. Não é recomendado para madeiras duras e materiais compostos. Dentes planos (HM) Discos com este tipo de dente são econômicos e de uso geral. Com pequeno número de dentes no disco, oferece boa qualidade de corte em materiais porosos como, por exemplo, compensados. Em contra partida, resulta em baixa qualidade de corte e operação difícil. Dentes planos trapezoidais (HM) Esses dentes são de perfis planos e trapezoidais dispostos em sequência alternada. Produz excelente distribuição de carga entre os dentes e é adequado a materiais mais duros. São dentes bastante robustos e alcançam boa vida útil com boa qualidade de corte. Relativamente insensíveis a corpos estranhos que podem ser encontrados na madeira (por exemplo, pregos), permitem também cortes de metais não ferrosos. Veja na figura os tipos de dentes segundo sua geometria: A distância entre dentes é também conhecida como Passo dos dentes. O passo dos dentes tem forte relação na agressividade do disco sobre o material. Por isso, o passo dos dentes precisa ser combinado com o material a ser cortado e com o tipo de operação.

11 Existem 3 (três) tipos de passos a serem considerados, que são: 1) Passo Positivo: É o passo mais comum e típico para cortes em madeira. Os dentes agarram o material e, por isso, o operador precisa exercer pouca pressão de avanço na serra. Todavia, a carga sobre as pontas dos dentes é muito alta. Ao topar com um objeto estranho (por exemplo, prego ou peça de metal), o dente geralmente se quebra. O formato ou geometria mais adequado para esse tipo de dente pode ser tanto o travado como o plano ou o alternado. 2) Passo Neutro: Aqui o esforço de penetração no material é distribuído entre toda a borda frontal dos dentes, o que quer dizer, que a carga sobre a ponta do dente é reduzida. O trabalho de avanço não é realizado por esse tipo de dente, o que exige maior pressão do operador na serra circular. Esse tipo de dente é robusto e absorve bem o encontro com corpos estranhos e por isso recomenda-se para cortes de metal. É usado em combinação com os dentes trapezoidais planos. 3) Passo Negativo: Este é o distanciamento entre dentes ou passo dos dentes para aplicações especiais em máquinas estacionárias. O dente é empurrado para fora do material e este precisa ser empurrado contra o batente da mesa de serrar durante a operação estacionária. Capacidade de Corte Neste caso, entende-se por capacidade de corte a espessura máxima do material que cada dente consegue retirar em seu percurso. Nas madeiras macias a capacidade de corte pode ser de vários milímetros, sem exigir muito esforço do dente ou da ferramenta. Para materiais mais duros, a capacidade de corte é reduzida, limitando a capacidade de corte e mantendo a velocidade e o número de dentes do disco, limita-se ao mesmo tempo o progresso do corte.

12 Programa de Discos para Serras Circulares Manuais Bosch A Bosch possui um programa de discos de serra que atende a maioria das aplicações feitas por profissionais. Tanto em marcenarias, madeireiras e fábricas de móveis, como em obras da construção civil. A linha de discos de serra Bosch é identificada por cores e se ajusta à maioria das serras circulares portáteis existentes no mercado. São elas: Os discos de serra da linha Optiline Wood são equipados com dentes alternados de metal duro que garantem melhor desempenho. São ideais para cortes preciso em ângulos. Os discos de serra Optiline Wood são discos universais para trabalhos gerais em madeira. Duas características importantes foram reunidas em um só disco.

13 Os discos de serra da linha Speedline Wood são equipados com 2 dentes alternados côncavos positivos e 1 dente plano côncavo. São ideais para madeira maciça ou tábuas de compensados. Os discos de serra Speedline Wood são discos com espessuras muito finas para cortes longitudinais e transversais em qualquer madeira. Suas características mais importantes são: Os discos de serra da linha Multi Material não cortam apenas madeira, mas graças ao grande número de dentes, cortam também materiais finos, plástico e metais não ferrosos. Os discos de serra Multi Material são discos muito versáteis. Suas principais características são: Os discos diamantados são compostos de um corpo chamado de disco base ou alma. Este disco base é feito de metal estampado e a ele são fixados segmentos diamantados cortantes. A fixação dos segmentos diamantados ao disco base é feita por processos de soldagem que podem ser: solda forte, solda a laser ou sinterização. O desempenho dos segmentos cortantes vai depender do tamanho dos diamantes e da dureza do substrato de metal. Esses dois elementos devem ser adequados à pedra que irão cortar. A regra geral é: quanto mais dura a pedra, mais macia deve ser a combinação e quanto mais macia a pedra, mais dura a combinação. Os discos diamantados para o corte de pedras são muito superiores aos discos convencionais quanto ao desempenho e à expectativa de vida útil. São sensíveis a falhas de rotação e de avanço. Por isso, os eixos de acionamento das máquinas e os demais elementos de fixação precisam ser altamente precisos. Os diamantes utilizados nos discos diamantados são sintéticos e de alta qualidade, ao contrário dos naturais que podem ser muito frágeis e, com isso, muito quebradiços. Vejamos algumas características:

14 Natural Sintético Minas de diamante Mineração a céu aberto Mineração subterrânea Produção industrial aprox t por ano Vejamos outras diferenças entre os diamantes naturais e sintéticos. Esta comparação se baseia na forma lapidada e utilizável dos diamantes. NATURAL SINTÉTICO PREÇO médio - alto baixo - alto DISPONIBILIDADE média alta GEOMETRIA irregular pode ser influenciada VARIEDADE não muita muita RISCO DE QUEBRA médio - alto médio - alto DUREZA média muito alta média - alta GRAU DE PUREZA alto baixo - alto RESISTÊNCIA TÉRMICA muito alta baixa - alta SUPERFÍCIE bruta bruta - lisa ADESÃO DE CRISTAL excelente! moderada muito alta EXTRAÇÃO/PRODUÇÃO não pode ser influenciada pode ser influenciada Uma outra característica de qualidade é a geometria dos diamantes. O formato externo pode variar de cubos com seis facetas a octógonos com oito facetas. Todos os formatos intermediários com o número apropriado de facetas são possíveis e considerados ideais. Dentro desta faixa, as boas qualidades do diamante têm uma extremidade claramente definida e uma superfície lisa que tem um efeito positivo na afiação da extremidade. A concentração ideal de diamantes dentro de um segmento permite o melhor avanço do trabalho. Um número excessivo de diamantes dentro de um segmento gera uma pressão de avanço mais alta da ferramenta na peça de trabalho. A área excessiva de atrito superaquece a ferramenta diamantada.

15 Por outro lado, poucos diamantes não garantem um avanço satisfatório de trabalho e não duram muito. A unidade para a concentração de diamante é K, seguida de um número. A sensibilidade ao calor deve ser igualmente levada em conta ao usar discos diamantados. Devem ser evitados os cortes a seco para grandes profundidades. A) alvenaria / construção B) concreto C) material abrasivo D) material duro A linha de discos diamantados Bosch para Serras Manuais é caracterizada pela diversidade de aplicações e com bordas diamantadas mais altas que garantem maior produtividade e maior vida útil que os discos diamantados concorrentes. Exclusivo para cortes em madeira Wood Wheel Seguro, rápido e confortável. Segurança Velocidade Conforto Durabilidade 100% seguro: Borda contínua evita trancos na máquina Economia de tempo: Maior produtividade Menor vibração Mais vida útil, menor de troca do acessório

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