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2 ONDE HÁ CRISE HÁ OPORTUNIDADES ATUALMENTE EMPRESAS PASSAM POR DIFICULDADES EM GARANTIR O CRESCIMENTO QUANDO VOLTADO SOMENTE AO MERCADO INTERNO. A exportação deve ser a estratégia de alavancar novos negócios. A área de TI pode suportar esse objetivo, fornecendo informações de forma rápida, com conteúdo e segura para poder apoiar a decisão de negócio da empresa. A desaceleração da economia brasileira preocupa, não há dúvidas. A frase onde há crise há oportunidades expressa, de forma clara e objetiva, uma realidade: quantas grandes empresas o mundo conhece que cresceram e/ou se reinventaram em meio às turbulências de um momento econômico adverso? Inúmeras. O que será que estas empresas fizeram para alcançar este resultado diante de um cenário econômico sensível? Apenas aproveitaram as oportunidades que o mercado lhes apresentou. Essas mesmas oportunidades de bons negócios, crescimento e ampliação do faturamento estão sendo apresentadas às empresas brasileiras pelo mercado internacional. As perspectivas de negócios no Mercado Externo ganharam um impulso com a iniciativa do Governo Federal em parceria com a iniciativa privada, de criação do Plano Nacional de Exportações O Plano Nacional de Exportações é um guia amplo e detalhado que visa orientar e estimular as empresas brasileiras a aproveitar as oportunidades, com sucesso, do mercado internacional. O governo, com o lançamento do Plano em 24/6/2015, confere papel estratégico ao setor exportador, pois vê na elevação das vendas ao mercado externo uma das alavancas para reaquecer a economia e, consequentemente, o mercado interno e a balança comercial. O Plano oferece uma alternativa de negócios importante às empresas brasileiras. A intenção do governo é clara: ampliar o volume exportado, conseguir maior superávit na balança comercial e, ao mesmo tempo, como reflexo, reduzir os impactos da crise na economia. 2 3

3 Para isso, oferece uma ampla agenda positiva, cujos principais incentivos são detalhados nos 5 pilares centrais: ACESSO A MERCADOS: 1 Política focada na ampliação de mercados, remoção de barreiras comerciais e maior integração à rede de acordos comerciais por meio de atuações bilaterais, regional e multilateral sobre matérias tarifárias e não tarifárias. FINANCIAMENTO E 4 GARANTIAS ÀS EXPORTAÇÕES: Aperfeiçoamento dos instrumentos de financiamento às exportações já existentes e apoio aos empresários nas necessidades de financiamento à exportação. BALANÇA COMERCIAL POSITIVA A BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA FECHOU 2015 COM SUPERÁVIT DE US$ 19,7 BILHÕES, MELHOR SALDO DESDE Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a balança comercial brasileira fechou o exercício de 2015 com um superávit de US$ 19,7 bilhões, o melhor saldo desde Contribuíram para este resultado a valorização do dólar frente ao Real e, também, as inciativas governamentais para conservação e abertura de novos mercados externos, como por exemplo, a flexibilização dos regimes especiais aduaneiros e o esforço de empresas em levar seus produtos e serviços para a além da fronteira do Brasil. PROMOÇÃO COMERCIAL: 2 Identificação de mercados com demanda e oferta de produtos, tendo como consequência um mapeamento de 32 mercados prioritários para os produtos brasileiros. Estes mercados correspondem a 74% do PIB mundial, 60% da população mundial, 62% das importações mundiais e 63% das exportações mundiais. FACILITAÇÃO DE COMÉRCIO: 3 Desburocratizar, simplificar, racionalizar e aperfeiçoar os processos administrativos e aduaneiros, objetivando a redução de custos e prazos. APERFEIÇOAMENTO 5 DE MECANISMOS E REGIMES TRIBUTÁRIOS PARA O APOIO ÀS EXPORTAÇÕES: O Governo busca simplificar os vários regimes especiais oferecidos aos exportadores como, por exemplo, o Drawback - suspensão ou isenção de tributos em contrapartida às exportações planejadas ou já ocorridas - e o novo RECOF Sped - que permite ao exportador isentar-se dos tributos federais de todas as entradas por este regime quando ocorre a exportação e pagar os tributos de materiais adquiridos sob o regime e utilizados na produção para a venda local, porém sem aplicação de multa ou juros. 4 5

4 SOLUÇÕES INTELIGENTES REMOVEM OBSTÁCULOS GESTÃO EFICIENTE DAS OPERAÇÕES E ADERÊNCIA AOS REGULAMENTOS Neste momento, os ventos estão soprando a favor das empresas nacionais com capacidade de exportação, porém, muitos gestores e profissionais de comércio exterior ainda veem obstáculos para o aproveitamento das vantagens oferecidas por incentivos, sobretudo no que se refere às atividades vinculadas à gestão eficiente dos processos de comércio exterior, que reduz o custo, evita riscos e garante a manutenção de compliance. Os principais incentivos à exportação oferecidos às empresas são: Os Acordos de Comércio Internacional (FTA s), são premissas básicas para a operação de comércio exterior, trazendo ganhos significativos tanto para o exportador quanto para os importadores. Para o exportador, o uso de acordos estimula o aumento da produção industrial, pois amplia o acesso ao mercado externo, além de aumentar a margem de lucro dos produtos exportados. Para o importador, minimiza seus custos na aquisição da mercadoria, pois há redução ou isenção do imposto de importação. Os benefícios e vantagens oferecidos para o aproveitamento das oportunidades de negócios existentes no mercado internacional são mais bem aproveitados se as empresas interessadas fizerem, de fato, a gestão eficiente das operações. Um controle avançado, baseado em sistema, permitirá que a empresa possa aderir com assertividade às exigências impostas pelos regulamentos aduaneiros. Nunca é demais lembrar que, apesar do estímulo do governo e das facilidades oferecidas às empresas para que se diversifiquem a pauta e se aumentem o volume das exportações, a fiscalização tem sido cada vez mais rigorosa. O governo, nos últimos anos, investiu fortemente em tecnologia justamente para acompanhar de perto o passo a passo de todo os processos de comércio exterior. Por essa razão, qualquer inconsistência nas informações e/ou conteúdo pode emperrar ou retardar este o processo e, como consequência, gerar prejuízo e/ou elevação de custos para as empresas. Regimes Aduaneiros Especiais, são aplicáveis em praticamente todos os segmentos de mercado e tem como objetivo o incentivo a exportação, dando a empresa a oportunidade de não se descapitalizar no domínio tributário para realizar as suas exportações. Assim tanto os FTA s, quanto os Regimes Aduaneiros Especiais oferecem condições especiais para as empresas que querem exportar mais. Trata-se de incentivos à exportação que em contrapartida dão vantagens tributárias como suspensão/isenção parcial ou total de tributos, conforme a natureza da operação de exportação e com base em determinadas regras. Para garantir à gestão eficiente dos processos vinculados aos incentivos à exportação acima citados, segundo especialistas é a adoção de tecnologias inteligentes - disponíveis no mercado brasileiro e que proporcionam segurança na operação e aderência aos regulamentos. TI APOIANDO AS EXPORTAÇÕES Informação é um dos maiores patrimônios de uma empresa. Este bem valioso fica sob a responsabilidade da área de TI, que é competente não apenas para organizá-lo e protegê-lo, mas também para gerenciá-lo e entregá-lo para o negócio usar de forma estratégica. Não é por outra razão que TI precisa estar alinhada às estratégias de negócios das empresas. Como ferramenta de apoio à exportação, TI tem um papel de muita relevância no processo, pois são amplas e diversas as suas contribuições. TI possui um papel importante no planejamento, melhora os processos para evitar erros, na centralização, organização e fornecimento de informações e conteúdos nas áreas de negócio. Essa habilidade permite à área de TI apoiar com segurança as tomadas de decisões da empresa e, também, disponibilizar dados exigidos nas auditorias realizadas pelos órgãos fiscalizadores do governo. 6 7

5 EM UMA PESQUISA, JUNTO A 446 RESPONDENTES, SENDO O BRASIL REPRESENTADO POR 38%, 59% AINDA NÃO ADOTARAM SISTEMAS ESPECÍFICOS PARA A GESTÃO DE COMÉRCIO EXTERIOR. Pesquisa realizada pela Thomson Reuters e KPMG O apoio da área de TI às exportações Em uma pesquisa realizada pela se torna mais evidente quando as Thomson Reuters e KPMG, junto empresas se deparam com a quantidade a 446 respondentes de 11 países, sendo o de sistemas desenvolvidos pelo governo Brasil representado por 38% de todos os para gerenciar as operações de comércio pesquisados, 59% dos respondentes ainda exterior: são mais de 30 ao todo, que não adotaram sistemas específicos para a contemplam demandas relacionadas à importações, regimes especiais, gestão das atividades de comércio exterior. Dentre eles, a falta de experiência prévia TI INTEGRANDO A OPERAÇÃO logística, cargas, entre outras. Se por (50%) com sistemas e a falta de suporte ou um lado essa gama de sistemas visa facilitar a administração das atividades exportadoras brasileiras, por outro exige da equipe uma atenção em especial para ajudar a área de comércio exterior das empresas a estarem preparada para operacionalizar os processos com eficiência e garantia de aderência. Apesar dessa importância, as empresas ainda têm muito a avançar na adesão de controles sistêmicos que apoiem o departamento de comércio exterior. orçamento dentro da organização (22%), foram os itens mais citados para justificar a não adoção para qualquer aspecto nas operações de comércio exterior. A falta de controle de informação poderá ser muito sentida no momento das auditorias fiscais, dentro dos processos executados pela empresa. As consequências vão desde pagamentos de atos de infração ao comprometimento da imagem da empresa. A centralização das informações e o controle automatizado do processo permite a integração de todos os departamentos e seus funcionários envolvidos direta ou indiretamente no processo de exportação. Esse conhecimento permite que todos conheçam, de forma clara, o processo com um todo e evite gaps e desvios de processo que colocam em risco, com a sua exposição negativa a empresa, frente aos órgãos controladores. Também é de extrema importância o conhecimento dos parceiros com os quais a empresa opera no mercado internacional: clientes, fornecedores, transportadoras, seguradoras, etc. Ferramentas apropriadas permitem validar a reputação desses parceiros e, assim, mitigar o risco de exposição negativa da imagem, dado cada vez mais considerado para efetivação dos negócios no mercado global. 8 9

6 SOLUÇÃO SISTÊMICA TI INTEGRANDO É PARCEIRO ESTRATÉGICO A OPERAÇÃOPARA OS BONS NEGÓCIOS A complexidade dos processos relacionados às operações de comércio exterior exige todo o suporte TI para o direcionamento estratégico de exportação das empresas. Para isso, faz-se necessário que o departamento de TI esteja devidamente preparado para suportar o negócio na aquisição de soluções sistêmicas, indispensáveis na gestão eficiente dos processos e garantia de ganhos em: COMPETITIVIDADE, pois o controle sistêmico de regimes aduaneiros especiais e Acordos de Comércio Internacional ajudam as empresas a se beneficiarem. Aproveitar as oportunidades existentes no mercado internacional e exportar cada vez mais bens e serviços brasileiros é, indiscutivelmente, a melhor alternativa para as empresas minimizarem os reflexos da crise econômica interna em seus negócios e não ficar exposto a um único mercado. Contudo, para explorar com êxito esses novos mercados e fechar bons negócios, as empresas precisam estar preparadas, tanto do ponto de vista operacional como gerencial. E já está mais do que comprovado que nenhuma empresa consegue êxito no mercado externo se não tiver ao lado, como parceiro, a área de TI. A parceria entre as áreas de Comércio Exterior e de TI é garantia de bons negócios no mercado internacional. TI é a área melhor capacitada para indicar a solução tecnológica mais eficaz visando o fornecimento de informações e conteúdos consistentes, além da integração das demais áreas da empresa (inclusive parceiros), necessárias em qualquer processo de exportação. COMPLIANCE, tanto para a parte regulatória quanto para a validação de parceiros de negócios (clientes e parceiros). EFICIÊNCIA OPERACIONAL, por meio da automatização de processos, acesso fácil e direto à informação, para tomada de decisão

7 SOBRE O AUTOR Luis Sena é especialista em Soluções e Regimes Aduaneiros Especiais da divisão de Comércio Exterior da Thomson Reuters no Brasil. SOLUÇÕES COMPLETAS PARA GERENCIAMENTO E AUTOMAÇÃO DOS MAIS COMPLEXOS E VARIADOS PROCESSOS DE COMÉRCIO EXTERIOR QUE PROMOVEM MAIOR COMPETITIVIDADE E EFICIÊNCIA EM SUAS OPERAÇÕES. Sua empresa mais competitiva e correndo menos riscos nas operações de comércio exterior. As soluções ONESOURCE Global Trade Powered by Softway possui um extenso portfólio de módulos que permite as empresas, com complexos e variados processos de comércio exterior, alcancem um novo nível de precisão, compliance e eficiência que poupa tempo e custos. Com um nível totalmente novo de clareza, exatidão, conformidade local, regional e global, as soluções facilitam a tomada de decisão e apuração de dados juntos aos órgãos fiscalizadores. Pós-graduado em Sistemas de Infor mação pela PUC-Campinas, Sena acumula mais de 15 anos de experiência no desenvol vimento de produtos e serviços relacionados às áreas de Drawback, PEXPAM e Impor tação Temporária (Programa Especial na Argentina). Participou ativamente em mais de 50 projetos de implantação do regime Drawback e no acompanhamento de auditorias fiscais deste regime. Possui vasta experiência em consultoria para Comércio Interna cional e solução de software para gestão de comércio exterior,apoiando a melhoria da gestão e operação de grandes empresas. Thomson Reuters é o provedor líder mundial de notícias e informação para mercados profissionais. Nossos clientes confiam em nós para ter acesso à inteligência, à tecnologia e à experiência que precisam para encontrar respostas confiáveis. A empresa tem operado em mais de 100 países por mais de 100 anos. As ações da Thomson Reuters estão listadas nas Bolsas de Valores de Toronto e de Nova York (símbolo: TRI). Para mais informações, visite ENTRE EM CONTATO: (19)

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