RELATÓRIO III - DESENVOLVIMENTO DA CADEIA PRODUTIVA DE PETRÓLEO E GÁS E INVESTIMENTOS EM E&P

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO III - DESENVOLVIMENTO DA CADEIA PRODUTIVA DE PETRÓLEO E GÁS E INVESTIMENTOS EM E&P"

Transcrição

1 RELATÓRIO III - DESENVOLVIMENTO DA CADEIA PRODUTIVA DE PETRÓLEO E GÁS E INVESTIMENTOS EM E&P

2

3 RELATÓRIO III - DESENVOLVIMENTO DA CADEIA PRODUTIVA DE PETRÓLEO E GÁS E INVESTIMENTOS EM E&P Referente ao estudo de alternativas regulatórias, institucionais e financeiras para a exploração e produção de petróleo e gás natural e para o desenvolvimento industrial da cadeia produtiva de petróleo e gás no Brasil São Paulo, 26 de junho de

4 Esse trabalho foi realizado com recursos do Fundo de Estruturação de Projetos do BNDES (FEP), no âmbito da Chamada Pública BNDES/FEP No. 01/2008. Disponível também em <http://www.bndes.gov.br>. ISBN (Bain & Company) ISBN (Tozzini Freire Advogados) O conteúdo dessa publicação é de exclusiva responsabilidade dos autores, não refletindo, necessariamente, a opinião do BNDES. É permitida a reprodução total ou parcial dos artigos desta publicação, desde que citada a fonte. Expediente Editores: Bain & Company e Tozzini Freire Advogados 1ª Edição Junho de 2009 Bain & Company Rua Olimpíadas, º andar São Paulo - SP - Brasil Fone: (11) Site: Tozzini Freire Advogados Rua Borges Lagoa, São Paulo - SP - Brasil Fone: (11) Site: 2

5 3

6 4

7 Apresentação O BNDES tem por missão promover o desenvolvimento econômico e social do país, e para isso apoia programas, projetos e empreendimentos nos diversos setores da economia. Visando fomentar projetos estruturantes e contribuir com um ambiente favorável para a realização de investimentos, o Banco criou o Fundo de Estruturação de Projetos (FEP). O intuito desse instrumento é apoiar a realização de estudos e pesquisas que contribuam para a formulação de políticas públicas e propiciem a elaboração de projetos relacionados ao desenvolvimento econômico e social do Brasil e da América Latina. O FEP é constituído com parte dos lucros anuais do BNDES. Seus recursos de natureza não reembolsável destinam-se ao custeio de pesquisas científicas, prospecção de projetos e estudos sobre políticas públicas setoriais, inclusive em perspectiva comparada. Os resultados produzidos têm por finalidade alimentar o debate público sobre temas prioritários, difundindo informação de qualidade para permitir a melhor avaliação possível de alternativas. Nesse sentido, os trabalhos não visam construir proposições e não refletem, necessariamente, opiniões do BNDES. O conteúdo dos estudos e pesquisas é público e deve ser amplamente divulgado a toda a sociedade. Os Estudos de alternativas regulatórias, institucionais e financeiras para a exploração e produção de petróleo e gás e para o desenvolvimento industrial da cadeia produtiva de petróleo e gás no Brasil constituem o resultado do primeiro financiamento com recursos do FEP, na modalidade projeto. Produzido pelo consórcio formado entre Bain Brasil e Tozzini Freire Advogados, selecionado na Chamada Pública BNDES/FEP nº 01/2008, o estudo chega em um momento em que a recente descoberta de jazidas em território nacional indica uma ampliação relevante do potencial de exploração de combustíveis fósseis no Brasil. Seus objetivos fundamentais são: (i) difundir informações que permitam compreender os diferentes regimes de exploração e produção (E&P) encontrados na experiência internacional; (ii) avaliar as modalidades existentes de fundos financeiros baseados em receitas derivadas da produção de petróleo e gás; e (iii) analisar alternativas para a viabilização de investimentos voltados à exploração e produção de petróleo e gás e ao desenvolvimento industrial da respectiva cadeia produtiva em nosso país. A disseminação de conhecimento e o planejamento de longo prazo são fundamentais para assegurar o progresso técnico, a introdução de novos bens, serviços e processos e a criação de novos pólos de crescimento, necessários para alimentar a trajetória do desenvolvimento e a competitividade nacional. Esperamos que esse estudo seja uma relevante contribuição nesse sentido. Comitê de Seleção do FEP 5

8 Lista de abreviaturas e siglas 1P: reservas provadas ADNOC: Abu Dhabi National Oil Company AEA: Atomic Energy Agency AL: Alagoas AM: Amazonas ANAC: Agência Nacional de Aviação Civil ANP: Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis ANTAQ: Agência Nacional de Transportes Aquaviários BA: Bahia bcf/d: bilhões de pés cúbicos por dia BNDES: Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social BOE: Barris de Óleo Equivalente boe: barris de petróleo equivalente CAGR: Compound Annual Growth Rate CE: Ceará CEO: Chief Executive Officer CIO: Chief Investment Officer CNPC: Companhia Nacional de Petróleo da China COFINS: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social CSLL: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido D&A: Depreciações e Amortizações E&P: Exploração e Produção EAU: Emirados Árabes Unidos EBRD: European Bank for Reconstruction and Development ECA: Export Credit Agency EIA: Energy Information Administration [agência de estatística do Departamento de Energia dos EUA] EOR: Enhanced Oil Recovery [técnica de aumento da parcela recuperável de petróleo dos poços] EPC: Engineering, Procurement and Construction ES: Espírito Santo EUA: Estados Unidos da América FPSO: Floating Production Storage and Offloading (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo construída a partir de um navio) IAGC: International Association of Geophysical Contractors IBP: Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ICP: Instrumentação e Controle de Processos IPO: Initial Public Offering IR: Imposto de Renda IRR: Índice de Restituição de Reservas ISS: Imposto sobre Serviços JBIC: Japan Bank Fo International Cooperation MG: Minas Gerais NEXI: Nippon Export and Investment Insurance NOC: National Oil Company [refere-se, via de regra, à empresa de exploração e produção de petróleo de propriedade ou controle estatal do país hospedeiro das reservas] NOV: National Oilwell Varco NPD: Norwegian Petroleum Directorate NYSE: New York Stock Exchange OAPEC: Organization of Arab Petroleum Exporting Countries OC: Oil Company OMC: Organização Mundial do Comércio OPEP: Organização dos Países Exportadores de Petróleo OPIC: Overseas Private Investment Corporation P&D: Pesquisa e Desenvolvimento P&G: Petróleo e Gás Natural PDVSA: Petróleos de Venezuela. PETROBRAS: Petróleo Brasileiro S.A. PIB: Produto Interno Bruto PIS: Programa de Integração Social PPCO: Phillips Petroleum company PPP: Purchasing Power Parity PR: Paraná PROMEF: Programa de Modernização da Frota de Petroleiros PROMINP: Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural PSC: Production Sharing Contract [Contrato de Partilha de Produção] RJ: Rio de Janeiro RN: Rio Grande do Norte RS: Rio Grande do Sul SBGf: Sociedade Brasileira de Geofísica SDFI: State s Direct Financial Interest SE: Sergipe SG&A: Despesas de Vendas, Gerais e Administrativas SONANGOL: Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola SPE: Sociedade de Propósito Específico SSI: Sonangol Sinop International UKCS: United Kingdom Continental Shelf 6

9 Índice III Desenvolvimento da cadeia produtiva de petróleo e gás e investimentos em E&P III.1 Indústria mundial de equipamentos de exploração e produção de petróleo e gás III.1.1 Introdução III A cadeia de valor de exploração e produção de petróleo e gás III Serviços e equipamentos de exploração e produção de petróleo e gás III Segmentação proposta do setor de serviços e equipamentos de exploração e produção de petróleo e gás III Hipótese sobre o futuro da indústria de exploração e produção no Brasil III Metodologia de análise dos segmentos e as indústrias relacionadas III.1.2 Detalhamento dos segmentos III Informação de reservatórios III Contratos de perfuração III Serviços de perfuração e equipamentos associados III Revestimento e completação de poços III Infraestrutura III Produção e manutenção III Apoio logístico III Desativação III.1.3 Conclusão III.2 Políticas públicas de apoio ao desenvolvimento industrial e tecnológico III.2.1 Introdução ao capítulo de políticas públicas para o desenvolvimento da indústria de P&G III Comentários Introdutórios III Abordagem metodológica III.2.2 Seleção de casos para estudo III.2.3 Casos Internacionais III Caso da Noruega III Caso da Coréia do Sul III Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte III Caso da Indonésia III Caso do México III Considerações finais sobre os casos internacionais III.2.4 Caracterização das políticas públicas em vigência no Brasil para o setor de petróleo e gás III Políticas Públicas de Desenvolvimento da Cadeia de Valor III Políticas Públicas de Estrutura III Políticas Públicas de Geração e Transferência de Conhecimento III Políticas Públicas de Desenvolvimento de Recursos Humanos III Políticas públicas para o desenvolvimento da cadeia industrial de petróleo e gás no Brasil: considerações finais III.3 Mecanismos de financiamento dos investimentos em E&P III.3.1 Introdução III Visão geral de mecanismos de financiamento em E&P III Metodologia para o estudo dos casos da experiência internacional III.3.2 Experiência internacional III Seleção de casos representativos da experiência internacional III.3.3 Casos Internacionais III México III República de Angola III Reino da Noruega III República Bolivariana da Venezuela III Rússia III.3.4 Brasil III.3.5 Alternativas e recomendações para o caso brasileiro

10 III Desenvolvimento da cadeia produtiva de petróleo e gás e investimentos em E&P III.1 Indústria mundial de equipamentos de exploração e produção de petróleo e gás III.1.1 Introdução III A cadeia de valor de exploração e produção de petróleo e gás O primeiro fato a ser entendido é que a cadeia de valor de exploração e produção (E&P) de petróleo e gás faz parte de uma cadeia de valor mais abrangente, que é a da indústria de petróleo e gás (P&G) inteira (Figura III.1). A cadeia da indústria de P&G se inicia na E&P, passa por refino e termina em vendas e marketing, alavancando-se em inúmeros serviços específicos, de transporte e armazenagem, bem como em um mercado de comércio de energia. Figura III.1: Cadeia de valor da indústria de petróleo e gás Cada um desses componentes tem propósitos distintos: Exploração e produção: descoberta de novas reservas de petróleo e gás e a extração eficiente deles; Refino: processo de converter o petróleo cru em produtos comercializáveis e de purificar o gás para consumo; Vendas e marketing: divulgação e venda de gás, combustíveis e lubrificantes derivados do petróleo por atacadistas e varejistas; 8

11 Serviços: atividades de suporte à cadeia de valor realizadas por terceiros, como serviços de exploração sísmica, tratamento de efluentes e serviços de engenharia; Transporte e armazenamento: transporte de petróleo e de gás através de dutos ou navios, assim como sua estocagem ao longo das etapas da cadeia; Comércio de energia: negociação e transação de gás e petróleo em qualquer estado de processamento (desde cru até qualquer produto refinado). Entendido o propósito e o contexto no qual a cadeia de valor de E&P está inclusa, deve-se detalhar os elos desta. A cadeia de E&P pode ser estruturada com base no ciclo de vida de um campo petrolífero: exploração, desenvolvimento e produção (Figura III.2). Figura III.2: Cadeia de valor de exploração e produção de petróleo e gás Os objetivos buscados em cada um destes elos, ou etapas do ciclo de vida, são distintos: Exploração: buscar, identificar e quantificar novas reservas de P&G; Desenvolvimento: planejar a abordagem e definir os recursos necessários para a produção que maximizem a rentabilidade de uma reserva. Inclui toda a preparação para a etapa de produção; Produção: extrair o petróleo e gás de uma reserva com intuito de maximizar sua vida útil. Para alcançar tais objetivos, uma série de atividades são realizadas em cada etapa: Exploração: - garantir acesso a reservas através de negociações com entes públicos ou privados; - analisar a geologia dos subsolos; - identificar potenciais reservatórios de P&G; - confirmar a existência do reservatório; Desenvolvimento: - avaliar com auxílio de poços a extensão, o potencial de produção e a viabilidade econômica da reserva; - investigar as características do subsolo que podem afetar a produção; - avaliar possíveis cenários de produção; - planejar a melhor forma de explorar, desde onde as perfurações devem ser realizadas até que infraestrutura deve ser empregada; - implementar a infraestrutura de produção; 9

12 Produção: - extrair petróleo e gás com as mais diversas técnicas de recuperação (primária, secundária e enhanced); - perfumar atividades que mantenham os níveis de produção da reserva otimizados (workover); - encerrar as atividades de produção (por exemplo, desativação de infraestrutura e descarte de resíduos tóxicos). III Serviços e equipamentos de exploração e produção de petróleo e gás Os investimentos mundiais da OCs em E&P têm apresentado taxas de crescimento médio ponderado anual (CAGR) de 22% ao longo dos últimos cinco anos (Figura III.3). Figura III.3: Investimentos globais em E&P de petróleo e gás *Dados entre 1999 e 2007 estimados por Lehman Brothers, Salomon Smith Barney e IFP. Dados anteriores a 1999 foram inferidos da apresentação da Schlumberger. Fonte: Lehman Brothers; Salmon Smith Barney; IFP; SCHLUMBERGER (2008a). Elaboração Bain & Company. De acordo com analistas da indústria, como o relatório mundial de equipamentos e serviços de E&P de HSBC (2008, p. 5), esse crescimento é justificado por uma combinação de três fatores: forte crescimento da demanda de petróleo e gás, necessidade de repor a produção dos campos maduros e queda dos níveis de investimento ocorrida em razão da crise do petróleo do início da década de oitenta. O primeiro fator é o aumento consistente da demanda mundial por petróleo desde 1980, que não explica por si só a mudança vista nos investimentos a partir de Esse crescimento é em especial verificado na região Ásia-Pacífico, com taxa de 3% ao ano (Figura III.4). 10

13 Figura III.4: Evolução do consumo de petróleo Fonte: BP STATISTICAL REVIEW (2008). Elaboração Bain & Company. O segundo fator é a necessidade de repor a produção de campos que já alcançaram ou estão alcançando sua maturidade 1. De acordo com a Schlumberger (2007), para suprir a demanda adicional de um barril de petróleo entre 2002 e 2010, é preciso produzir quatro barris devido à necessidade de repor a queda de produção de reservas maduras (Figura III.5). Figura III.5: Estimativa da necessidade de substituição de reservas Fonte: SCHLUMBERGER (2008b). Elaboração Bain & Company. 1 O conceito de maturidade e queda na produção das reservas de petróleo foi introduzido em 1956 por M. K. Hubbert. Uma descrição da teoria e de sua aplicação prática se encontra disponível em: <http://abrandt.berkeley.edu/hubbert/brandt_testing_hubbert_pub.pdf>. 11

14 O terceiro fator que impulsiona o crescimento do gasto atual e futuro em E&P é a queda dos investimentos entre 1980 e 1995, período em que os preços de petróleo decresceram continuamente (dado o ponto de partida alto em 1980, quando o barril de petróleo atingiu US$38 em conseqüência da crise do petróleo). Os baixos preços, com a queda/estabilização da demanda, levaram as OCs a não sentirem necessidade de conduzir novos investimentos com intuito de descobrir novas reservas de P&G. O crescimento dos investimentos foi retomado em 1995 com o aumento da demanda asiática e a conseqüente diminuição da capacidade produtiva excedente vivenciada no período anterior. Não só com a retomada dos investimentos em 1995 as OCs passaram a utilizar prestadores de serviços e fornecedores de equipamentos. Essa utilização sempre ocorreu. Algumas empresas que hoje fornecem serviços e equipamentos para a indústria de E&P têm suas origens ligadas ao nascimento da atividade de exploração. Por exemplo, a Oil Well Supply Company (origem da National Oilwell Varco 2 ) iniciou suas atividades, fornecimento de equipamentos para perfuração, em 1867, apenas oito anos após a primeira descoberta de petróleo nos EUA. Desde então, os níveis de terceirização na indústria de petróleo e gás se mantêm elevados, representando no passado recente de 70 a 90% dos gastos totais de E&P (Figura III.6). Estes níveis podem ser justificados pelos seguintes fatores: Redefinição e foco do negócio principal das operadoras: operadoras direcionam cada vez mais sua atenção e esforços no gerenciamento de suas reservas e na produção, contratando fornecedores para executar inúmeras atividades; Otimização do uso do capital por parte das operadoras: reduzir a necessidade de capital a ser imobilizado em ativos; Benefícios de compartilhamento de custos e investimentos: prestadores de serviços e fornecedores de equipamentos podem alavancar melhor suas estruturas de custos e investimentos se atenderem mais de uma cliente, propiciando menores custos e investimentos para operadoras. Os benefícios obtidos por compartilhamento de investimentos são cada vez mais relevantes, com a necessidade de desenvolvimento de tecnologias avançadas, em especial para indústrias menores e CNPs que são mais carentes de tecnologia. Figura III.6: Penetração dos serviços e equipamentos no gasto total de E&P Fonte: SPEARS & ASSOCIATES (2008); Lehman Brothers; Salmon Smith Barney; IFP; SCHLUMBERGER (2008a). Elaboração Bain & Company. 2 Mais detalhes da história da National Oilwell Varco disponíveis em: <http://www.rootsweb.ancestry.com/~nyoswego/towns/cityoswego/ oilsupplyco.html>. 12

15 Assim, como consequência direta do crescimento do investimento global em E&P e da alta penetração de serviços e equipamentos contratados pelas operadoras (mesmo que com razoável oscilação e leve tendência de queda), as receitas de fornecedores de serviços e equipamentos de E&P têm aumentado a uma taxa de crescimento médio ponderado anual (CAGR) de 19% no período de 2002 a 2007, totalizando U$231 bilhões em 2007 (Figura III.7). Figura III.7: Evolução do investimento total em E&P e receitas de fornecedores de serviços e equipamentos Fonte: SPEARS & ASSOCIATES (2008); Lehman Brothers; Salmon Smith Barney; IFP; SCHLUMBERGER (2008a). Elaboração Bain & Company. III Segmentação proposta do setor de serviços e equipamentos de exploração e produção de petróleo e gás Existem inúmeras formas de segmentar o setor de serviços e equipamentos de exploração e produção de P&G. Para este estudo foi adotada uma segmentação baseada no propósito de cada um dos serviços e equipamentos, o que nos leva a oito segmentos: 1. Informação de reservatórios: identificação de potenciais reservatórios; 2. Contratos de perfuração: perfuração de poços; 3. Serviços de perfuração e equipamentos associados: atividades e equipamentos de suporte à perfuração, medida e registro; 4. Revestimento e completação de poços: preparo de poços para a produção; 5. Infraestrutura: desenho, construção, montagem e instalação de infraestrutura destinada à produção; 6. Produção e manutenção: operação e suporte da infraestrutura de produção; 7. Desativação: encerramento da produção de um poço; 8. Apoio logístico: transporte de insumos e equipamentos e pessoas. 13

16 anteriormente. Na Figura III.8 é possível visualizar os subsegmentos de cada um dos oito segmentos listados Figura III.8: Segmentos primários do mercado de equipamentos e serviços para E&P Fonte: Elaboração Bain & Company. Portanto, cada um desses segmentos apresenta relevância distinta nos diferentes elos da cadeia de valor de E&P (Figura III.1, Figura III.9). Cada um dos segmentos será abordado mais detalhadamente em sessões específicas. Figura III.9: Relevância de cada um dos segmentos nos diferentes elos da cadeia de valor de E&P Fonte: Elaboração Bain & Company. 14

17 A composição, as receitas e as rentabilidades mundiais desses segmentos em 2007 podem ser vistas na Figura III.10. Figura III.10: Receitas e rentabilidades dos segmentos Fonte: SPEARS & ASSOCIATES (2008). Elaboração Bain & Company. O primeiro ponto de destaque é que as atividades correspondentes à perfuração 3 e à preparação do poço para produção 4 focalizam 65% das receitas. Pode até ser surpreendente que a infraestrutura represente apenas 13% das receitas, mas tanto no gráfico apresentado quanto de acordo com uma série de relatórios do mercado, não é incluído o total dos valores referentes à construção de plataformas de produção. Os objetivos de nosso estudo implicam a análise desses montantes, e, apesar do número limitado de fontes públicas que tratam dessa temática, estima-se que as receitas mundiais de construção de plataformas offshore fiquem ao redor de US$19 bilhões por ano entre 2008 e A rentabilidade operacional antes de despesas financeiras e impostos (EBIT) dos serviços gira em torno de 20 a 30%, com algumas distorções: menor rentabilidade de infraestrutura e instalações, com 8% a 12%; alta rentabilidade de contratos de perfuração, com 35% a 45%, sendo que a média histórica é de aproximadamente 20% a 25% (Figura III.11); informações de reservatórios com rentabilidade um pouco mais alta que a média geral, com 25% a 35%. 3 Contratos de perfuração. 4 Serviços de perfuração e equipamentos associados e revestimento e completação de poços. 15

18 Figura III.11: Margem EBIT* média dos seis maiores players do segmento de contratos de perfuração * Rentabilidade antes de despesas financeiras e impostos. Fonte: Relatórios anuais das companhias (Transcocean, Noble Corporation, Diamond Drilling, Pride International, Rowan Companies e ENSCO). Elaboração Bain & Company. Mais detalhes serão abordados nas sessões individuais, mas é importante destacar que a comparação direta não reflete a natureza de cada negócio, como a necessidade de ativos ou competitividade. Empresas das mais variadas origens e capacitações oferecem serviços e equipamentos de E&P. De acordo com a abrangência dos segmentos atendidos, essas empresas são usualmente classificadas de seis formas distintas (Figura III.12): 1. Integradores: empresas como Schlumberger, Halliburton, Baker Hughes e Weatherford, que tiveram origem no início da indústria de P&G e através de aquisições de outras empresas, atuam hoje em vários segmentos do setor de serviços e equipamentos de E&P com alto foco no fornecimento de serviços de maior conteúdo tecnológico; 2. Drillers: empresas dedicadas ao fornecimento de serviços de perfuração; 3. EPCistas: empresas cujo negócio original é o fornecimento de serviços de engenharia, compras e construção; 4. Fabricantes de equipamento: empresas dedicadas à manufatura de equipamentos e consumíveis, assim como ao fornecimento de serviços relacionados a estes; 5. Empresas de apoio logístico: empresas que fornecem serviços logísticos, como transporte marítimo de insumos e equipamentos; 6. Empresas de nicho: empresa que se focam em um nicho de mercado, por exemplo, os fornecedores de serviços de exploração sísmica. 16

19 Figura III.12: Classificação das empresas de serviços e equipamentos de E&P segundo a participação em cada um dos segmento Fonte: Elaboração Bain & Company. Apesar da participação de mercado significativa de integradores em vários segmentos, como Schlumberger, Halliburton, Baker Hughes e Weatherford, e outras empresas que atuam de forma mais focada, como Smith International e Transocean, o mercado de serviços e equipamentos de E&P é muito fragmentado. A Figura III.13 ilustra o mercado global do setor. Ao longo do eixo vertical desse mapa, pode-se observar a participação relativa de cada empresa em cada um dos segmentos, enquanto a participação de cada segmento em relação ao total da indústria está representada no eixo horizontal. Os integradores encontram-se indicados em azul, deixando claro que não participam nos segmentos de contratos de perfuração e infraestrutura, os segmentos mais e menos rentáveis da indústria respectivamente. Esses segmentos apresentam características próprias, particularmente referentes à alta intensidade no uso de ativos e de capital, assim como ao menor uso de tecnologia em comparação a outros segmentos. Essas características fizeram com que os integradores que participaram no passado desses segmentos os abandonassem, abrindo espaço para o crescimento de empresas mais focadas, como Transocean, em contratos de perfuração. Figura III.13: Receitas dos fornecedores de serviços e equipamentos de E&P em 2007 Fonte: SPEARS & ASSOCIATES (2008). Elaboração Bain & Company. 17

20 A Schlumberger 5, com cerca de 9% das receitas totais do setor de serviços e equipamentos de E&P em 2007, é a líder e também o maior integrador. A Société de Prospection Électrique, precursora da Schlumberger, foi fundada em 1926, na França, pelos criadores da técnica de perfilagem de poços de P&G. O foco no desenvolvimento e fornecimento de serviços de perfilagem de poços continuou durante os primeiros anos da companhia, que começou a operar internacionalmente desde cedo, fato que pode ser constatado pelas primeiras pesquisas geológicas conduzidas pela companhia na România, na Sérvia, no Canadá, na África do Sul, no Congo, na Venezuela, na Índia e nos EUA (1926 e 1930). No início da década de 40, a companhia mudou sua sede para Houston, EUA. Nos anos subsequentes a Schlumberger se expandiu através de crescimento orgânico e aquisições, diversificando o portfólio de serviços e produtos oferecidos. Hoje em dia, o negócio principal da companhia está no fornecimento de serviços e equipamentos relacionados com a caracterização do subsolo e fluidos nele presentes (especialmente petróleo e gás) por meio de medições. A companhia atua de modo significativo em quatro dos oito segmentos do setor de serviços e equipamentos de E&P (Figura III.14): informação de reservatórios; serviços de perfuração e equipamentos associados; revestimento e completação de poços; produção e manutenção. Além desses, a Schlumberger atua também no segmento de contratos de perfuração, mesmo que de forma não-significativa. A empresa opera em aproximadamente 80 países, incluindo as maiores regiões produtoras de petróleo e gás (EUA, Canadá, México, Venezuela, Brasil, Noruega, Escócia, România, França, Rússia, Azerbaijão, Líbia, Nigéria, Angola, Egito, Arábia Saudita, Kuwait, Emirados Árabes, Qatar, Iran, Índia, China, Malásia, Indonésia e Austrália, entre outros). As principais unidades de manufatura da Schlumberger estão localizadas nos EUA, no Canadá, no Reino Unido, na França, na Rússia, na Índia, em Cingapura, na China e no Japão. Os centros de P&D da companhia encontram-se nos EUA, no Reino Unido, na Noruega, na Rússia e na Arábia Saudita. A Halliburton 6 é a segunda maior empresa do setor e o segundo maior integrador, com cerca de 6,5% das receitas em A empresa surgiu nos EUA em 1920, com foco inicial no fornecimento de serviços de cimentação de poços de P&G. A partir da década de 40, a companhia diversificou seu portfólio de serviços e equipamentos através de aquisições e crescimento orgânico e se expandiu internacionalmente. Hoje, o foco da companhia está no fornecimento de serviços e equipamentos que permitam melhorar os resultados dos processos envolvidos nos diversos elos da cadeia de E&P por meio do desenvolvimento de novas tecnologias. 5 Mais detalhes da história da Schlumberger disponíveis em: <http://www.fundinguniverse.com/company-histories/schlumberger-limited- Company-History.html>. 6 Mais detalhes da história da Halliburton disponíveis em: <http://www.fundinguniverse.com/company-histories/halliburton-company- Company-History.html>. 18

21 A Halliburton atua de forma significativa em dois segmentos do setor de serviços e equipamentos de E&P (Figura III.14): serviços de perfuração e equipamentos associados; revestimento e completação de poços. A Halliburton atua, mesmo que de modo menos significativo, no segmento de informação de reservatórios. A Halliburton opera em mais de 100 países nas principais regiões produtoras de P&G, incluindo EUA, Canadá, México, Venezuela, Brasil, Reino Unido, Noruega, Nigéria, Angola, Qatar, Arábia Saudita, Índia, China, Indonésia e Austrália, entre outros. Os principais centros de manufatura da Halliburton estão nos EUA, no México, no Brasil, na Índia, na Malásia e em Cingapura. Já as atividades de P&D da companhia são conduzidas especialmente em dois centros, localizados nos EUA e no Reino Unido. A Baker Hughes 7 é a terceira maior empresa do setor de serviços e equipamentos de E&P e o terceiro maior integrador, com cerca de 4,5% das receitas totais em A Sharp-Hughes Tool Company e a Baker Casing Shoe Company tiveram origem nos EUA no final da década de 10. A Sharp- Hugher tinha foco inicial na manufatura de brocas de perfuração; e a Baker, na manufatura de equipamentos de revestimento e cimentação. Ambas as companhias se expandiram através de aquisições e crescimento orgânico até se unificarem em 1987, formando a Baker Hughes. Nos anos seguintes, com intuito de expandir o portfólio de produtos e serviços oferecidos, a companhia fez diversas aquisições, como a da Petrolite (produtos químicos especiais e lamas de perfuração), em 1997, e da Western Atlas (serviços de perfuração e equipamentos associados), em Hoje, a Baker Hughes atua de forma significativa em três dos oito segmentos do setor de serviços e equipamentos de E&P (Figura III.14): serviços de perfuração e equipamentos associados; revestimento e completação de poços; produção e manutenção. A Baker Hughes opera em inúmeros países, incluindo EUA, Canadá, México, Venezuela, Brasil, Reino Unido, Noruega, Rússia, Angola, Nigéria, Qatar, Arábia Saudita, Índia, China, Indonésia, Malásia, Austrália, entre outros. As principais unidades fabris da companhia estão localizadas nos EUA, no Reino Unido, na Noruega, na Venezuela, na Argentina, na Alemanha e em Cingapura. As principais atividades de P&D da empresa são conduzidas em 10 centros, situados nos EUA, no Reino Unido e na Alemanha. 7 Mais detalhes da história da Baker Hughes disponíveis em: <http://www.fundinguniverse.com/company-histories/baker-hughes-incorporated-company-history.html>. 19

5. Desenvolvimento da cadeia produtiva de petróleo e gás e investimentos em E&P 122

5. Desenvolvimento da cadeia produtiva de petróleo e gás e investimentos em E&P 122 5. Desenvolvimento da cadeia produtiva de petróleo e gás e investimentos em E&P 122 5.1. Indústria mundial de equipamentos de exploração e produção de petróleo e gás 5.1.1. Introdução 5.1.1.1.A cadeia

Leia mais

Hidrocarbonetos nos mares da lusofonia

Hidrocarbonetos nos mares da lusofonia Hidrocarbonetos nos mares da lusofonia José Eduardo Sequeira Nunes Chefe do Gabinete da Presidência Lisboa, 29 de outubro de 2013 Operador integrado de energia focado na exploração e produção Subida do

Leia mais

III.1.2 Detalhamento dos segmentos

III.1.2 Detalhamento dos segmentos III.1.2 Detalhamento dos segmentos III.1.2.1 Informação de reservatórios III.1.2.1.1 Visão geral e dinâmica do segmento de informação de reservatórios Informação de reservatórios pode ser considerada o

Leia mais

ÇÕES SOBRE MODELOS CONTRATUAIS PARA EXPLORAÇÃ ÇÃO O E PRODUÇÃ

ÇÕES SOBRE MODELOS CONTRATUAIS PARA EXPLORAÇÃ ÇÃO O E PRODUÇÃ CONSIDERAÇÕ ÇÕES SOBRE MODELOS CONTRATUAIS PARA EXPLORAÇÃ ÇÃO O E PRODUÇÃ ÇÃO O DE PETRÓLEO E GÁS G S NATURAL Ivan Simões Filho Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás G s e Biocombustíveis - IBP Seminário

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CAMADA PRÉ-SAL NO PLANEJAMENTO ENERGÉTICO NACIONAL

A IMPORTÂNCIA DA CAMADA PRÉ-SAL NO PLANEJAMENTO ENERGÉTICO NACIONAL A IMPORTÂNCIA DA CAMADA PRÉ-SAL NO PLANEJAMENTO ENERGÉTICO NACIONAL SEMINÁRIO PRÉ-SAL E A NOVA LEI DO PETRÓLEO - DESAFIOS E POSSIBILIDADES Mauricio T. Tolmasquim Presidente Empresa de Pesquisa Energética

Leia mais

Inteligência Tecnológica na Petrobras

Inteligência Tecnológica na Petrobras Inteligência Tecnológica na Petrobras Maio/2012 CENPES/GTEC/EST Informações Institucionais Sistema Tecnológico Petrobras Processos de Gestão da Tecnologia Monitoração e Prospecção Tecnológica Informações

Leia mais

Desenvolvimento de Fornecedores para o Setor Petróleo e Gás

Desenvolvimento de Fornecedores para o Setor Petróleo e Gás Desenvolvimento de Fornecedores para o Setor Petróleo e Gás Santos Offshore Alfredo Renault Santos, 10 de abril de 2014. Sumário I PERSPECTIVAS E INVESTIMENTOS DO SETOR II A CADEIA DE FORNECEDORES III

Leia mais

Pré-sal, Desenvolvimento Industrial e Inovação

Pré-sal, Desenvolvimento Industrial e Inovação Pré-sal, Desenvolvimento Industrial e Inovação André Tosi Furtado Departamento de Política Científica e Tecnológica Instituto de Geociências UNICAMP VIII Congresso Brasileiro de Planejamento Energético

Leia mais

Rodrigo Matos Huet de Bacellar Superintendente Área de Insumos Básicos Junho / 2014

Rodrigo Matos Huet de Bacellar Superintendente Área de Insumos Básicos Junho / 2014 Os Desafios do Pré-Sal: Riscos e Oportunidades para o País As Políticas Industrial e de Inovação no setor de Petróleo e Gás Rodrigo Matos Huet de Bacellar Superintendente Área de Insumos Básicos Junho

Leia mais

Desenvolvimento de Competências Alinhadas com as Estratégias Empresariais: O caso Petrobras

Desenvolvimento de Competências Alinhadas com as Estratégias Empresariais: O caso Petrobras Desenvolvimento de Competências Alinhadas com as Estratégias Empresariais: O caso Petrobras Sumário A Petrobras Os Desafios O Alinhamento Estratégico - Gestão por Competências - A Concepção da Universidade

Leia mais

Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018

Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018 Plano Estratégico Petrobras 2030 e Plano de Negócios e Gestão 2014 2018 A Petrobras comunica que seu Conselho de Administração aprovou o Plano Estratégico Petrobras 2030 (PE 2030) e o Plano de Negócios

Leia mais

O Pré-Sal Brasileiro: Relevância para o Brasil e para o Mundo

O Pré-Sal Brasileiro: Relevância para o Brasil e para o Mundo O Pré-Sal Brasileiro: Relevância para o Brasil e para o Mundo Sylvie D Apote, Sócia-Diretora, 7mo. CONGRESO INTERNACIONAL BOLIVIA GAS & ENERGÍA 2014 Santa Cruz de la Sierra, 20-21 Agosto 2014 AGENDA O

Leia mais

O Marco Regulatório do Pré-Sal e a Cadeia Produtiva da Industria: Desafios e Oportunidades

O Marco Regulatório do Pré-Sal e a Cadeia Produtiva da Industria: Desafios e Oportunidades O Marco Regulatório do Pré-Sal e a Cadeia Produtiva da Industria: Desafios e Oportunidades Construção de uma Política Industrial Setorial Eloi Fernández y Fernández Diretor Geral ONIP Brasilia, 3 de outubro

Leia mais

ATUAÇÃO INTERNACIONAL DA PETROBRAS E AS OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA BRASILEIRA

ATUAÇÃO INTERNACIONAL DA PETROBRAS E AS OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA BRASILEIRA PROMINP - 2o WORKSHOP NACIONAL ATUAÇÃO INTERNACIONAL DA PETROBRAS E AS OPORTUNIDADES PARA A INDÚSTRIA BRASILEIRA ÁREA DE NEGÓCIO INTERNACIONAL Cláudio Castejon Vitória, 28 de outubro de 2004 O portfolio

Leia mais

Novo Marco Regulatório. Pré-sal e áreas estratégicas

Novo Marco Regulatório. Pré-sal e áreas estratégicas Novo Marco Regulatório Pré-sal e áreas estratégicas 1 IMPORTÂNCIA DO PRÉ-SAL PARA O BRASIL E BRASILEIROS 2 O QUE É O PRÉ-SAL Grandes reservatórios de petróleo e gás natural Situados entre 5.000 e 7.000

Leia mais

Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014

Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014 1 Petrobras aprova Plano de Negócios 2010-2014 O Conselho de Administração aprovou o Plano de Negócios 2010-2014, com investimentos totais de US$ 224 bilhões, representando a média de US$ 44,8 bilhões

Leia mais

VALOR E PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO E PAÍS DE DESTINO

VALOR E PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO E PAÍS DE DESTINO VALOR E PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES, POR FATOR AGREGADO E PAÍS DE DESTINO 1 - CHINA 2 - ESTADOS UNIDOS 2014 34.292 84,4 4.668 11,5 1.625 4,0 6.370 23,6 5.361 19,8 13.667 50,6 2013 38.973 84,7 5.458 11,9

Leia mais

Prova de Informática Petróleo e Gás PROVA DE INFORMÁTICA BÁSICA PETRÓLEO & GÁS

Prova de Informática Petróleo e Gás PROVA DE INFORMÁTICA BÁSICA PETRÓLEO & GÁS PROVA DE INFORMÁTICA BÁSICA PETRÓLEO & GÁS 1 Sumário 1.0 - Curso de Petróleo e Gás...3 1.1 O Profissional...3 1.2 Mercado De Trabalho...3 1.3 O Curso...4 2.0 Informações sobre Petróleo e Gás...5 2.1 Dados

Leia mais

Petróleo no Brasil e no Mundo e Situação atual da Petrobras Armando Guedes Coelho

Petróleo no Brasil e no Mundo e Situação atual da Petrobras Armando Guedes Coelho Petróleo no Brasil e no Mundo e Situação atual da Petrobras Armando Guedes Coelho Membro do Conselho de Administração do IBP Presidente do Conselho Empresarial de Energia da FIRJAN Panorama Mundial Século

Leia mais

Financiamento ao Agronegócio. Internacionalização da Agroindústria

Financiamento ao Agronegócio. Internacionalização da Agroindústria Financiamento ao Agronegócio Internacionalização da Agroindústria BRF Visão Geral BRF Principais Key Brands Marcas Dados Financeiros 3 Uma das maiores empresas de alimentos do Brasil e do mundo 7 a maior

Leia mais

Retenção de Pessoas na Tokio Marine Seguradora

Retenção de Pessoas na Tokio Marine Seguradora Retenção de Pessoas na Tokio Marine Seguradora Institucional Tokio Marine Seguradora Tokio Marine no Mundo Grupo Tokio Marine é o um dos líderes entre os grupos seguradores globais. Fundada em1879 Ativos:US$98bilhões

Leia mais

Programa Plataformas Tecnológicas PLATEC ONSHORE. Workshop Tecnológico Sondas de Perfuração Onshore FIEBE Salvador/BA 31 de julho de 2012

Programa Plataformas Tecnológicas PLATEC ONSHORE. Workshop Tecnológico Sondas de Perfuração Onshore FIEBE Salvador/BA 31 de julho de 2012 Programa Plataformas Tecnológicas PLATEC ONSHORE Workshop Tecnológico Sondas de Perfuração Onshore FIEBE Salvador/BA 31 de julho de 2012 PLATEC - CONCEITUAL Plataformas Tecnológicas É uma base de conhecimentos

Leia mais

UNIDADE OFFSHORE TECHINT - UOT TECNOLOGIA COM CONTEÚDO LOCAL COMPETITIVO

UNIDADE OFFSHORE TECHINT - UOT TECNOLOGIA COM CONTEÚDO LOCAL COMPETITIVO UNIDADE OFFSHORE TECHINT - UOT TECNOLOGIA COM CONTEÚDO LOCAL COMPETITIVO 1 2 _ 22.000 COLABORADORES _ 70.000 KM DE DUTOS (18 DOS QUAIS CRUZAM A CORDILHEIRA DOS ANDES) _ 450 PLANTAS DE PROCESSAMENTO DE

Leia mais

Indústria química no Brasil

Indústria química no Brasil www.pwc.com.br Indústria química no Brasil Um panorama do setor Indústria química no Brasil A indústria química e petroquímica é um dos mais importantes setores da economia brasileira e está entre as

Leia mais

Produtos e Serviços para a Construção Naval e a Indústria Offshore

Produtos e Serviços para a Construção Naval e a Indústria Offshore Produtos e Serviços para a Construção Naval e a Indústria Offshore Condições de Financiamento Luiz Marcelo Martins (luizmarcelo@bndes.gov.br) Março 2011 Crescimento Brasileiro e Investimentos Crescimento

Leia mais

Soluções Integradas em Petróleo, Gás e Energia BRASIL

Soluções Integradas em Petróleo, Gás e Energia BRASIL BRASIL O Brasil possui uma economia sólida, construída nos últimos anos, após a crise de confiança que o país sofreu em 2002, a inflação é controlada, as exportações sobem e a economia cresce em ritmo

Leia mais

+Gás Brasil. A energia que pode revolucionar a economia brasileira. São Paulo, 17 de Outubro de 2012

+Gás Brasil. A energia que pode revolucionar a economia brasileira. São Paulo, 17 de Outubro de 2012 +Gás Brasil A energia que pode revolucionar a economia brasileira São Paulo, 17 de Outubro de 2012 A hora do gás na agenda nacional Mudanças tecnológicas, econômicas e políticas globais e locais impõem

Leia mais

Cenário de Investimentos no segmento de óleo e gás. (visão do IBP)

Cenário de Investimentos no segmento de óleo e gás. (visão do IBP) Cenário de Investimentos no segmento de óleo e gás. (visão do IBP) Fundado em 1957 INSTITUTO BRASILEIRO DE PETRÓLEO, GÁS E BIOCOMBUSTÍVEIS - IBP Missão: Promover o desenvolvimento das atividades de exploração

Leia mais

17ª TRANSPOSUL FEIRA E CONGRESSO DE TRANSPORTE E LOGÍSTICA

17ª TRANSPOSUL FEIRA E CONGRESSO DE TRANSPORTE E LOGÍSTICA 17ª TRANSPOSUL FEIRA E CONGRESSO DE TRANSPORTE E LOGÍSTICA PALESTRA FALTA DE COMPETITIVIDADE DO BRASIL FRENTE AO MERCADO EXTERNO JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO Porto Alegre, 24 de JUNHO de 2015 2 - TEORIAS No

Leia mais

APRESENTAÇÃO NA FUP MUDANÇAS NO MARCO REGULATÓRIO DA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO NO BRASIL

APRESENTAÇÃO NA FUP MUDANÇAS NO MARCO REGULATÓRIO DA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO NO BRASIL APRESENTAÇÃO NA FUP MUDANÇAS NO MARCO REGULATÓRIO DA INDÚSTRIA DO PETRÓLEO NO BRASIL Henrique Jäger (Subseção da FUP) Cloviomar Cararine (Subseção do SINDIPETRO-NF) Técnicos do DIEESE Rio de Janeiro, 25

Leia mais

Panorama Mundial (2013)

Panorama Mundial (2013) Panorama Mundial (2013) Produção mundial alcançou US$ 444 bilhões em 2013; Mesmo com os efeitos da crise internacional, registra 85% de crescimento desde 2004, a uma taxa média de 7% ao ano; 54% da produção

Leia mais

Workshop Sistema Indústria Núcleos de Petróleo e Gás nos Estados

Workshop Sistema Indústria Núcleos de Petróleo e Gás nos Estados Workshop Sistema Indústria Núcleos de Petróleo e Gás nos Estados Maurício Reis Santos AIB/DECAPEG Área de Insumos Básicos Departamento da Cadeia Produtiva de Petróleo e Gás DEMANDA POR PETRÓLEO: aumento

Leia mais

O SETOR DE GÁS NATURAL NO MUNDO

O SETOR DE GÁS NATURAL NO MUNDO O SETOR DE GÁS NATURAL NO MUNDO FRANCISCO JOSÉ ROCHA DE SOUSA Consultor Legislativo da Área XII Recursos Minerais, Hídricos e Energéticos FEVEREIRO/2010 Francisco José Rocha de Sousa 2 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...3

Leia mais

1. Informações Institucionais

1. Informações Institucionais 1. Informações Institucionais Nossa Empresa Líder mundial em eventos de negócios e consumo, a Reed Exhibitions atua na criação de contatos, conteúdo e comunidades com o poder de transformar negócios Números

Leia mais

Estudo de viabilidade de produção de biocombustíveis na União Econômica e Monetária do Oeste Africano (UEMOA)

Estudo de viabilidade de produção de biocombustíveis na União Econômica e Monetária do Oeste Africano (UEMOA) Estudo de viabilidade de produção de biocombustíveis na União Econômica e Monetária do Oeste Africano (UEMOA) África Ocidental e Brasil frente aos desafios das energias renováveis CSAO/OCDE e CEREEC/CEDEAO

Leia mais

Mercado internacional da carne bovina: a visão da indústria

Mercado internacional da carne bovina: a visão da indústria VII Seminário ABMR&A da Cadeia Produtiva de Carne Bovina Feicorte 2007 Mercado internacional da carne bovina: a visão da indústria Médica Veterinária Andréa Veríssimo M. Appl. Sc. Farm Management Lincoln

Leia mais

Capitalização da Petrobras. Aspectos do Mercado Internacional e Impactos sobre a Economia Brasileira

Capitalização da Petrobras. Aspectos do Mercado Internacional e Impactos sobre a Economia Brasileira Capitalização da Petrobras Aspectos do Mercado Internacional e Impactos sobre a Economia Brasileira Ernani Teixeira Torres Filho Professor do Instituto de Economia da UFRJ e Superintendente da Área de

Leia mais

Conselho de Administração do EEP e acionistas em dois momentos. No alto, em encontro com o Sr. Norberto Odebrecht durante a oficialização de parceria

Conselho de Administração do EEP e acionistas em dois momentos. No alto, em encontro com o Sr. Norberto Odebrecht durante a oficialização de parceria Conselho de Administração do EEP e acionistas em dois momentos. No alto, em encontro com o Sr. Norberto Odebrecht durante a oficialização de parceria tecnológica com a Kawasaki na sede da Odebrecht S.A.

Leia mais

Toshiba Corporation. Faturamento (2000): US$ 47.950 mi. Empregados (2000): 190.870

Toshiba Corporation. Faturamento (2000): US$ 47.950 mi. Empregados (2000): 190.870 Toshiba Corporation 1. Principais Características Matriz: Toshiba Corporation Localização: Minato-Ku, Tóquio, Japão Ano de fundação: 1875 Internet: www.toshiba.co.jp Faturamento (2000): US$ 47.950 mi Empregados

Leia mais

Exploração de Petróleo e Gás em águas profundas e áreas de fronteira

Exploração de Petróleo e Gás em águas profundas e áreas de fronteira Exploração de Petróleo e Gás em águas profundas e áreas de fronteira Manuel Ferreira De Oliveira 9 de julho de 2014 Operador integrado de energia focado na exploração e produção Maior desafio do século

Leia mais

Energia Competitiva para o Nordeste: Energia Limpa e Renovável

Energia Competitiva para o Nordeste: Energia Limpa e Renovável MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Energia Competitiva para o Nordeste: Energia Limpa e Renovável Gilberto Hollauer Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético Abril de 2015 1 Sumário Política Energética

Leia mais

FÓRUM ESTADÃO BRASIL COMPETITIVO COMÉRCIO EXTERIOR

FÓRUM ESTADÃO BRASIL COMPETITIVO COMÉRCIO EXTERIOR FÓRUM ESTADÃO BRASIL COMPETITIVO COMÉRCIO EXTERIOR PAINEL 1 COMO AUMENTAR A PARTICIPAÇÃO DO PAÍS NO COMÉRCIO INTERNACIONAL E A COMPETITIVIDADE DOS PRODUTOS BRASILEIROS JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO São Paulo,

Leia mais

Perspectivas para o setor de TI. BM&F Bovespa. 26 de junho de 2013 BRASSCOM

Perspectivas para o setor de TI. BM&F Bovespa. 26 de junho de 2013 BRASSCOM Perspectivas para o setor de TI BM&F Bovespa 26 de junho de 2013 BRASSCOM Associados BRASSCOM 1 Mercado Mundial de TI Crescimento Mercado TI BRASIL (2012/2011) 10,8% Crescimento Mercado TI Mundo (2012/2011)

Leia mais

Estratégia para Investimentos Diretos Estrangeiros no Mercado do Leste Asiático. ~ Japão, China e ASEAN ~

Estratégia para Investimentos Diretos Estrangeiros no Mercado do Leste Asiático. ~ Japão, China e ASEAN ~ Estratégia para Investimentos Diretos Estrangeiros no Mercado do Leste Asiático ~ Japão, China e ASEAN ~ Palavras-chaves Leste Asiático o Centro de Crescimento do Mundo Integraçã ção o Progressiva das

Leia mais

Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2013 O Setor Bancário em Números

Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2013 O Setor Bancário em Números Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2013 O Setor Bancário em Números Um sistema financeiro saudável, ético e eficiente é condição essencial para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do

Leia mais

WORLD INVESTMENT REPORT 2013 Cadeias de Valor Global: Investimento e Comércio para o Desenvolvimento

WORLD INVESTMENT REPORT 2013 Cadeias de Valor Global: Investimento e Comércio para o Desenvolvimento WORLD INVESTMENT REPORT 2013 Cadeias de Valor Global: Investimento e Comércio para o Desenvolvimento Sobeet São Paulo, 26 de junho de 2013 EMBARGO 26 Junho 2013 12:00 horas Horário de Brasília 1 Recuperação

Leia mais

Tendências do Petróleo e Gás na América Latina: Desafios. Waldyr Martins Barroso Diretor

Tendências do Petróleo e Gás na América Latina: Desafios. Waldyr Martins Barroso Diretor Tendências do Petróleo e Gás na América Latina: Desafios Waldyr Martins Barroso Diretor Rio de Janeiro, 12 de novembro de 2015 Sumário Alterações nas Variáveis da Indústria de Petróleo e Gás América Latina

Leia mais

Copersucar completa 50 anos de liderança em açúcar e etanol com planos para aumentar ainda mais sua atuação global

Copersucar completa 50 anos de liderança em açúcar e etanol com planos para aumentar ainda mais sua atuação global Copersucar completa 50 anos de liderança em açúcar e etanol com planos para aumentar ainda mais sua atuação global Exportações de açúcar da empresa devem aumentar 86% na safra 2009/2010 A Copersucar completa

Leia mais

Missão Empresarial EUA Flórida. 21 a 26 de Março 2015

Missão Empresarial EUA Flórida. 21 a 26 de Março 2015 Missão Empresarial EUA Flórida 21 a 26 de Março 2015 Apoiamos empresas a ter sucesso nos mercados internacionais Sobre nós Na Market Access prestamos serviços de apoio à exportação e internacionalização.

Leia mais

Odebrecht Mobilidade: mais investimentos em transporte público

Odebrecht Mobilidade: mais investimentos em transporte público nº 345 novembro 2014 Odebrecht Mobilidade: mais investimentos em transporte público Odebrecht 70 anos: histórico e perspectivas em Óleo e Gás Foz Saneatins passa a se chamar Odebrecht Ambiental Saneatins

Leia mais

Lucro líquido da Petrobras em 2010 alcança valor recorde de R$ 35 bilhões 189 milhões

Lucro líquido da Petrobras em 2010 alcança valor recorde de R$ 35 bilhões 189 milhões Nota à Imprensa 25 de fevereiro de 2011 Lucro líquido da Petrobras em 2010 alcança valor recorde de R$ 35 bilhões 189 milhões O lucro líquido aumentou 17% em relação a 2009 e EBITDA atingiu de R$ 60 bilhões

Leia mais

Estrutura da Indústria do

Estrutura da Indústria do Estrutura da Indústria do Petróleo e Gás Professora Elaine Ribeiro EMENTA Noções de exploração e produção de petróleo e gás natural. PETRÓLEO EXPLORAÇÃO Art. 6º - lei 9478 de 1997 XV - Pesquisa ou Exploração:

Leia mais

Luiz Fernando Rolla. Diretor de Finanças, Relações com Investidores e Controle de Participações

Luiz Fernando Rolla. Diretor de Finanças, Relações com Investidores e Controle de Participações Luiz Fernando Rolla Diretor de Finanças, Relações com Investidores e Controle de Participações Nossa base de acionistas assegura liquidez América do Norte Canadá Estados Unidos México Europa Luxemburgo

Leia mais

CONHECENDO O CHILE ATRAVÉS DE SEU SETOR SERVIÇOS. www.prochile.gob.cl

CONHECENDO O CHILE ATRAVÉS DE SEU SETOR SERVIÇOS. www.prochile.gob.cl CONHECENDO O CHILE ATRAVÉS DE SEU SETOR SERVIÇOS www.prochile.gob.cl O Chile surpreende pela sua variada geografia. Suas montanhas, vales, desertos, florestas e milhares de quilômetros de costa, o beneficiam

Leia mais

MENSAGEM DA ADMINISTRAÇÃO A QGEP Participações iniciou o ano de 2011 com uma sólida posição financeira. Concluímos com sucesso a nossa oferta pública inicial de ações em fevereiro, com uma captação líquida

Leia mais

PLATEC Plataformas Tecnológicas

PLATEC Plataformas Tecnológicas Programa de Desenvolvimento de Fornecedores para o Setor de Óleo e Gás - MULTIFOR PLATEC Plataformas Tecnológicas Barcos de Apoio Offshore Porto Alegre - RS em 26/03/2013 ONIP - MULTIFOR PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Contexto Operacional. Operação. Receita Líquida. 12,9 bilhões. Composição da Receita Consolidada (%)

Contexto Operacional. Operação. Receita Líquida. 12,9 bilhões. Composição da Receita Consolidada (%) 103 Contexto Operacional A seguir seguem os comentários sobre o desempenho da S.A. referentes ao exercício de 2014. Com intuito de proporcionar a visibilidade anual dos resultados, tais comentários são

Leia mais

3 O Cimento no Brasil. 10 Características da Indústria Cimenteira. 12 O Cimento no Custo da Construção. 13 Carga Tributária. 15 Panorama Internacional

3 O Cimento no Brasil. 10 Características da Indústria Cimenteira. 12 O Cimento no Custo da Construção. 13 Carga Tributária. 15 Panorama Internacional 3 O Cimento no Brasil 3 Processo produtivo 4 Histórico 5 Indústria 6 Produção 7 Consumo 8 Produção e consumo aparente regional 9 Vendas internas e exportação 10 Características da Indústria Cimenteira

Leia mais

Programa Temático 2053 Petróleo e Gás

Programa Temático 2053 Petróleo e Gás Programa Temático 2053 Petróleo e Gás Objetivo 0057 Implantar sistemas coordenados de exploração, produção e processamento de petróleo e gás natural, em terra e mar, com conteúdo local, bem como de transporte

Leia mais

O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES

O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social O desenvolvimento da indústria fornecedora de bens e serviços para petróleo e gás no Brasil e o BNDES 20.10.2009 Luciano Coutinho Mensagem Inicial Pré-sal:

Leia mais

Figura 01 - Evolução das exportações de suínos de Santa Catarina no período de 2010 a 2014 - US$ Milhões.

Figura 01 - Evolução das exportações de suínos de Santa Catarina no período de 2010 a 2014 - US$ Milhões. Crise na Ucrânia: dificuldades e potencialidades para o setor de carne suína e milho em Santa Catarina Glaucia Padrão, Dr.ª Analista de Economia, Epagri/Cepa Reney Dorow, Msc. Analista de Mercado, Epagri/Cepa

Leia mais

Digitalização pode impulsionar competitividade brasileira, segundo estudo feito pela Siemens e pela Fundação Dom Cabral

Digitalização pode impulsionar competitividade brasileira, segundo estudo feito pela Siemens e pela Fundação Dom Cabral Imprensa São Paulo, 16 de junho de 2015 Digitalização pode impulsionar competitividade brasileira, segundo estudo feito pela Siemens e pela Fundação Dom Cabral O estudo foi baseado em uma pesquisa realizada

Leia mais

Há vagas. Suplemento óleo e gás. Déficit de mão de obra

Há vagas. Suplemento óleo e gás. Déficit de mão de obra 124 Por Beatriz Dias Bueno Há vagas A falta de investimentos e de escolas especializadas na formação de profissionais do setor de petróleo e gás cobra seu preço e faz com que o mercado atual sofra com

Leia mais

Inovação Aberta na Petrobras

Inovação Aberta na Petrobras Inovação Aberta na Petrobras Open Innovation Seminar São Paulo, 12 de Novembro de 2012 Maria Cristina Espinheira Saba Gerente de Estratégia Tecnológica Centro de Pesquisas e Desenvolvimento (CENPES) Motivadores

Leia mais

As Descobertas de Petróleo no Brasil Trazem Novos Desafios

As Descobertas de Petróleo no Brasil Trazem Novos Desafios As Descobertas de Petróleo no Brasil Trazem Novos Desafios A descoberta de grandes reservas de petróleo na costa do Brasil representa a possibilidade de elevar a classificação do país no mercado energético

Leia mais

Isaias Quaresma Masetti. Gerente Geral de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica masetti@petrobras.com.br

Isaias Quaresma Masetti. Gerente Geral de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica masetti@petrobras.com.br Inovação Tecnológica Frente aos Desafios da Indústria Naval Brasileira Isaias Quaresma Masetti Gerente Geral de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica masetti@petrobras.com.br ... O maior obstáculo à indústria

Leia mais

FÓRUM REGIONAL ESPÍRITO SANTO

FÓRUM REGIONAL ESPÍRITO SANTO FÓRUM REGIONAL ESPÍRITO SANTO PLANO ESTRATÉGICO 2015 Missão Atuar de forma segura e rentável, com responsabilidade social e ambiental, nas atividades da indústria de óleo, gás e energia, nos mercados nacional

Leia mais

PETRÓLEO E GÁS NATURAL

PETRÓLEO E GÁS NATURAL PANORAMA DOS MERCADOS DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL NO BRASIL E NO MUNDO* Ivan Magalhães Júnior** * Novembro de 2004. ** Engenheiro da Área de Planejamento do BNDES. PETRÓLEO E GÁS NATURAL Resumo O objetivo

Leia mais

Lucro líquido de R$ 5 bilhões 816 milhões no 1º trimestre de 2009

Lucro líquido de R$ 5 bilhões 816 milhões no 1º trimestre de 2009 Nota à Imprensa 11 de maio de 2009 Lucro líquido de R$ 5 bilhões 816 milhões no 1º trimestre de 2009 O preço médio do barril do petróleo tipo Brent caiu 55%, passando de US$ 97 no 1º trimestre de 2008

Leia mais

Brasil não pode emperrar pré-sal, diz presidente do World Petroleum Council Qua, 19 de Setembro de 2012 08:08

Brasil não pode emperrar pré-sal, diz presidente do World Petroleum Council Qua, 19 de Setembro de 2012 08:08 Dirigindo uma das principais entidades de petróleo do mundo, o World Petroleum Council, mas também presidente da brasileira Barra Energia, Renato Bertani acha que o Brasil não pode se dar ao luxo, como

Leia mais

20 de agosto de 2013. Xisto muda geopolítica da energia

20 de agosto de 2013. Xisto muda geopolítica da energia 20 de agosto de 2013 Xisto muda geopolítica da energia A "revolução do xisto" em curso nos Estados Unidos, que já despertou investimento de US$ 100 bilhões na indústria americana, vai resultar em uma nova

Leia mais

PROGRAMAS PARA CONSOLIDAR E EXPANDIR A LIDERANÇA PETRÓLEO, GÁS NATURAL E PETROQUÍMICA

PROGRAMAS PARA CONSOLIDAR E EXPANDIR A LIDERANÇA PETRÓLEO, GÁS NATURAL E PETROQUÍMICA Programas para consolidar e expandir a liderança PROGRAMAS PARA CONSOLIDAR E EXPANDIR A LIDERANÇA PETRÓLEO, GÁS NATURAL E PETROQUÍMICA 1 Petróleo, Gás Natural e Petroquímica Estratégias: liderança mundial

Leia mais

MERCADO BRASILEIRO DE SOFTWARE PANORAMA E TENDÊNCIAS

MERCADO BRASILEIRO DE SOFTWARE PANORAMA E TENDÊNCIAS MERCADO BRASILEIRO DE SOFTWARE PANORAMA E TENDÊNCIAS 2009 Introdução Resumo Executivo Apesar das turbulências que marcaram o ano de 2008, com grandes variações nos indicadores econômicos internacionais,

Leia mais

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro - 2º Congresso Florestal do Tocantins - André Luiz Campos de Andrade, Me. Gerente Executivo de Economia e Mercados do Serviço Florestal

Leia mais

EDISON CHOUEST OFFSHORE ESPÍRITO SANTO BRASIL 2012

EDISON CHOUEST OFFSHORE ESPÍRITO SANTO BRASIL 2012 EDISON CHOUEST OFFSHORE ESPÍRITO SANTO BRASIL 2012 EDISON CHOUEST OFFSHORE BASE DE APOIO LOGÍSTICO OFFSHORE ITAPEMIRIM - ES Sumário Quem Somos Presença no Brasil O Projeto Itapemirim, ES O Projeto Conceitual

Leia mais

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Profª Caroline Pauletto Spanhol Cadeia de Abastecimento Conceitos e Definições Elementos Principais Entendendo a Cadeia de Abastecimento Integrada Importância

Leia mais

NAGI PG. As Oportunidades do Pré-sal: Como minha indústria pode participar deste mercado. Eng. Virgilio Calças Filho Sorocaba 27/02/2014

NAGI PG. As Oportunidades do Pré-sal: Como minha indústria pode participar deste mercado. Eng. Virgilio Calças Filho Sorocaba 27/02/2014 NAGI PG NÚCLEO DE APOIO À GESTÃO DA INOVAÇÃO NA CADEIA DE PETRÓLEO E GÁS As Oportunidades do Pré-sal: Como minha indústria pode participar deste mercado Eng. Virgilio Calças Filho Sorocaba 27/02/2014 Em

Leia mais

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E A ESTRATÉGIA DO SENAI PARA APOIAR A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA BRASILEIRA

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E A ESTRATÉGIA DO SENAI PARA APOIAR A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA BRASILEIRA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E A ESTRATÉGIA DO SENAI PARA APOIAR A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA BRASILEIRA Inovação é o que distingue um líder de um seguidor. Steven Paul Jobs Grandes ideias mudam o mundo. Missão

Leia mais

PLATAFORMAS MARÍTIMAS Desenvolvimento das estruturas offshore Plataformas Fixas Parte 1

PLATAFORMAS MARÍTIMAS Desenvolvimento das estruturas offshore Plataformas Fixas Parte 1 PLATAFORMAS MARÍTIMAS Desenvolvimento das estruturas offshore Plataformas Fixas Parte 1 INTRODUÇÃO Com o declínio das reservas onshore e offshore em águas rasas, a exploração e produção em águas profundas

Leia mais

JORGE SUKARIE NETO Campos de Jordão. 23 de Maio

JORGE SUKARIE NETO Campos de Jordão. 23 de Maio JORGE SUKARIE NETO Campos de Jordão. 23 de Maio AGENDA HORÁRIO ATIVIDADE LOCAL 07h00 Café da Manhã Restaurante Principal 08h45 Abertura Brasoftware Salão Tangará 10h00 Business Suite Salão Nobre 13h00

Leia mais

Ata da 2ª Reunião do Comitê de Petróleo e Gás do Sistema FIESC

Ata da 2ª Reunião do Comitê de Petróleo e Gás do Sistema FIESC Ata da 2ª Reunião do Comitê de Petróleo e Gás do Sistema FIESC Data: 18/04/2013 Horário: 14 às 17h30 Local: Sede do Sistema FIESC Objetivo do Comitê de Petróleo e Gás do Sistema FIESC: Incrementar e Promover

Leia mais

A INDÚSTRIA DE PETRÓLEO & GÁS NO ESTADO DO RJ. CAMPUS 2014 Brésil Internacional

A INDÚSTRIA DE PETRÓLEO & GÁS NO ESTADO DO RJ. CAMPUS 2014 Brésil Internacional A INDÚSTRIA DE PETRÓLEO & GÁS NO ESTADO DO RJ CAMPUS 2014 Brésil Internacional Agenda PetróleoeGásNaturalnoBrasileRiodeJaneiro Situação da Indústria Naval Sistema FIRJAN: Soluções para Indústria de P&G

Leia mais

Almir Guilherme Barbassa Diretor Financeiro e de Relações com Investidores 18 de Agosto de 2009

Almir Guilherme Barbassa Diretor Financeiro e de Relações com Investidores 18 de Agosto de 2009 Teleconferência / Webcast DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS 2 o trimestre de 2009 (Legislação Societária) Almir Guilherme Barbassa Diretor Financeiro e de Relações com Investidores 18 de Agosto de 2009 Reservatório

Leia mais

3.2 Madeira e Móveis. Diagnóstico

3.2 Madeira e Móveis. Diagnóstico 3.2 Madeira e Móveis Diagnóstico Durante a década de 90, a cadeia produtiva de madeira e móveis sofreu grandes transformações em todo o mundo com conseqüentes ganhos de produtividade, a partir da introdução

Leia mais

COLÉGIO SALESIANO SÃO JOSÉ Geografia 9º Ano Prof.º Daniel Fonseca. Produção energética no Brasil: Etanol, Petróleo e Hidreletricidade

COLÉGIO SALESIANO SÃO JOSÉ Geografia 9º Ano Prof.º Daniel Fonseca. Produção energética no Brasil: Etanol, Petróleo e Hidreletricidade COLÉGIO SALESIANO SÃO JOSÉ Geografia 9º Ano Prof.º Daniel Fonseca Produção energética no Brasil: Etanol, Petróleo e Hidreletricidade Etanol A produção de álcool combustível como fonte de energia deve-se

Leia mais

III.3 Mecanismos de financiamento dos investimentos em E&P

III.3 Mecanismos de financiamento dos investimentos em E&P III.3 Mecanismos de financiamento dos investimentos em E&P III.3.1 Introdução Investimentos em exploração e produção (E&P) são fundamentais para o desenvolvimento do setor petrolífero de um país dotado

Leia mais

Fortalecimento da Estrutura de Capital e Aceleração do Plano de Negócios em Serviços

Fortalecimento da Estrutura de Capital e Aceleração do Plano de Negócios em Serviços Fortalecimento da Estrutura de Capital e Aceleração do Plano de Negócios em Serviços São Paulo, 03 de Janeiro de 2012 2011 Um Ano Marcado por Mudanças Importantes Desinvestimentos de ativos não estratégicos

Leia mais

Relatório 6 Modelo econômico-financeiro: Siloxano

Relatório 6 Modelo econômico-financeiro: Siloxano Relatório 6 Modelo econômico-financeiro: Siloxano Este trabalho foi realizado com recursos do Fundo de Estruturação de Projetos do BNDES (FEP), no âmbito da Chamada Pública BNDES/FEP No. 03/2011. Disponível

Leia mais

Painel Inovação Aberta Colaborativa. Inovação na Petrobras

Painel Inovação Aberta Colaborativa. Inovação na Petrobras Painel Inovação Aberta Colaborativa Inovação na Petrobras São Paulo, 23 de agosto de 2012 Maria Cristina Espinheira Saba Gerente de Estratégia Tecnológica do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento (PETROBRAS/CENPES)

Leia mais

AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS

AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS AGRONEGÓCIOS AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS Argentina Estados Unidos Indonésia Brasil Canadá Russia Índia Japão Austrália China México Área Agricultável > 30 milhões de ha População urbana > 80

Leia mais

Eficiência energética nas políticas nacionais das maiores economias mundiais

Eficiência energética nas políticas nacionais das maiores economias mundiais Agenda 1 2 3 4 5 Panorama sobre eficiência energética Eficiência energética nas políticas nacionais das maiores economias mundiais Políticas brasileiras de eficiência energética Eficiência energética na

Leia mais

O Setor de P&G e as Oportunidades para Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores

O Setor de P&G e as Oportunidades para Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores - Departamento de Competitividade e Tecnologia O Setor de P&G e as Oportunidades para Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores José Ricardo Roriz Coelho Vice-presidente da FIESP Diretor-titular do Departamento

Leia mais

No que diz respeito à siderurgia em nível mundial, podemos destacar como principais pontos:

No que diz respeito à siderurgia em nível mundial, podemos destacar como principais pontos: Setor Siderúrgico 1 O setor siderúrgico brasileiro passou por profundas transformações na década de 90, tendo como principal elemento de mudança o processo de privatização do setor, que desencadeou, num

Leia mais

Energia e Meio Ambiente Política de Energia e Mudança Climática: Histórico, Perspectivas e Alternativas. Luiz Pinguelli Rosa

Energia e Meio Ambiente Política de Energia e Mudança Climática: Histórico, Perspectivas e Alternativas. Luiz Pinguelli Rosa Luiz Pinguelli Rosa O BRASIL NO CONTEXTO DA AMÉRICA LATINA E A QUESTÃO DA ESQUERDA NO GOVERNO Superar a identificação da esquerda estritamente com o socialismo de tipo soviético O QUADRO POLÍTICO NACIONAL,

Leia mais

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP CONSELHO SUPERIOR DE COMÉRCIO EXTERIOR DA FIESP - COSCEX PALESTRA AS DIFICULDADES DO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO NA ARGENTINA, VENEZUELA, EUA E

Leia mais

2013 Inventta Todos os direitos reservados.

2013 Inventta Todos os direitos reservados. Agenda Quem Somos Gerindo a Inovação nas Empresas Estímulos Governamentais à Inovação Resultados da pesquisa FDC/Inventta Conclusões O GRUPO A Inventta é uma consultoria especializada em gestão da inovação,

Leia mais

Petróleo. Porque têm os preços do petróleo subido tanto nestes últimos anos?

Petróleo. Porque têm os preços do petróleo subido tanto nestes últimos anos? Petróleo Porque têm os preços do petróleo subido tanto nestes últimos anos? O tempo em que se podia contar com um petróleo barato está mesmo chegar ao fim. O aumento brutal do preço do petróleo, que passou

Leia mais

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 I. BALANÇA DE PAGAMENTOS A estatística da Balança de Pagamentos regista as transacções económicas ocorridas, durante

Leia mais

Iniciativas de Produção Mais Limpa na Indústria de Petróleo e Gás. Daniela Machado Zampollo Lucia de Toledo Camara Neder

Iniciativas de Produção Mais Limpa na Indústria de Petróleo e Gás. Daniela Machado Zampollo Lucia de Toledo Camara Neder Iniciativas de Produção Mais Limpa na Indústria de Petróleo e Gás Daniela Machado Zampollo Lucia de Toledo Camara Neder Sumário A Empresa - Petrobras A Exploração e Produção de Óleo e Gás Gestão Ambiental

Leia mais

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DE

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DE Sigmarhoh 16 INOVAR É FAZER. 22 CASOS EMPRESARIAIS DE INOVAÇÃO DE PEQUENAS, MÉDIAS E GRANDES EMPRESAS 238 SIGMARHOH OILFIELD PARTS AND SERVICES INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DE pequena empresa sergipana no setor

Leia mais