Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Departamento de Comunicação Social.

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1 Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Departamento de Comunicação Social Bianca Barbis RECURSOS AUDIOVISUAIS NA EDUCAÇÃO: DESENVOLVIMENTO DO BLOG DO PROJETO TE VEJO NA ESCOLA Bauru 2012

2 Bianca Barbis RECURSOS AUDIOVISUAIS NA EDUCAÇÃO: DESENVOLVIMENTO DO BLOG DO PROJETO TE VEJO NA ESCOLA Projeto experimental apresentado como exigência parcial para obtenção do título de bacharel em Comunicação Social Habilitação em Jornalismo, ao Departamento de Comunicação Social da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, campus de Bauru, sob orientação da Prof. Dr. Maria do Carmo Jampaulo Plácido Palhaci. Bauru 2012

3 Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Departamento de Comunicação Social RECURSOS AUDIOVISUAIS NA EDUCAÇÃO: DESENVOLVIMENTO DO SITE DO PROJETO TE VEJO NA ESCOLA ORIENTAÇÃO Profª. Drª. Maria do Carmo Jampaulo Plácido Palhaci Doutorado em Engenharia Elétrica pela Universidade de São Paulo. Mestrado em Engenharia Elétrica pela Universidade de São Paulo. Professora do Departamento de Artes e Representação Gráfica da FAAC da Unesp- Bauru. Coordenadora do Projeto de pesquisa e extensão Te Vejo na Escola. BANCA EXAMINADORA Profª. Drª. Eliana Marques Zanata Doutorado em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos. Mestrado em Educação para Ciência Universidade Estadual Paulista. Professora do Departamento de Educação da Faculdade de Ciências da Unesp Bauru. Prof. Dr. Ricardo Luis Nicola Pós-doutorado pela Universidade de Toronto, Faculdade da Informação. Doutorado em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas. Mestrado em Comunicação e Poéticas Visuais pela Universidade Estadual de Campinas. Professor do Departamento de Comunicação Social da FAAC da Unesp Bauru.

4 Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Departamento de Comunicação Social RECURSOS AUDIOVISUAIS NA EDUCAÇÃO: DESENVOLVIMENTO DO BLOG DO PROJETO TE VEJO NA ESCOLA Projeto experimental apresentado como exigência parcial para obtenção do título de bacharel em Comunicação Social Habilitação em Jornalismo, ao Departamento de Comunicação Social da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, campus de Bauru, sob orientação da Prof. Dr. Maria do Carmo Jampaulo Plácido Palhaci. COMISSÃO EXAMINADORA Profª. Drª. Maria do Carmo Jampaulo Plácido Palhaci Profª. Drª. Eliana Marques Zanata Prof. Dr. Ricardo Luis Nicola Bauru, novembro de 2012

5 AGRADECIMENTOS Meu agradecimento se dá inicialmente a Deus, a força que permeia meu caminho e me faz acreditar que nem tudo tem uma explicação lógica e racional. A fé que cultivo a cada dia e que me faz sentir confiança mesmo quando tudo parece inóspito. Ao meu pai Jorge Alberto Barbis e minha mãe Maria Marta Silveira por sempre receberem minhas escolhas com amparo e orgulho. Por serem tudo aquilo que um dia eu gostaria de ser e por todos os dias me mostrarem que existe um amor incondicional e inabalável em um mundo onde o amor parece não existir realmente. As minhas irmãs mais novas Thaís e Atina Barbis que fazem parte das melhores e mais bonitas memórias da minha vida. Por me fazerem sentir como responsável pela felicidade, segurança, conforto e futuro delas! Agradeço aos meus tios, primos e outros por formarem a instituição mais importante e valiosa que é a família! Agradeço também as minhas colegas de jornada da cidade Bauru Lucila Castilho, Marina Piedade e Ivana Parra por dividirem além do apartamento também os sentimentos e momentos que jamais vou viver desta forma. Pela compreensão quando ela foi necessária e pelas orientações quando estive errada. Foi um prazer entrar na vida de vocês. As minhas amigas de infância Veridiana Gasmenga e Caroline Pucca Santos sempre pude contar com vocês eu sei. Agradeço por terem me dado suporte no momento mais triste da minha vida e por mesmo que com quase 300km de distancia senti nunca ter me separado das duas. As inúmeras amizades que fez em Bauru e que fizeram parte da minha vida acadêmica e puderam compartilhar todas as minhas vidas experiências e vão ficar marcados em minha memória que são os meus colegas de classe quais não vou listar para não fazer distinções, rs... Agradeço as minhas colegas de trabalho no Centro de Idiomas Amanda Travaglia e Letícia Fava pela amizade e companheirismo. A minha amiga Cora Paiva pelo suporte pessoal e ajuda com o traslado Bauru- Campinas. Agradeço ao meu companheiro e namorado Guilherme Paiva por estar comigo em todos os momentos com sua alma essencialmente boa, apaixonante e generosa. E por feito deste ano o meu melhor ano em Bauru e ter me introduzido na sua maravilhosa família (Camilo, Lucelena e Eric) e sentir que posso contar com mais uma família!

6 Gostaria de fazer um agradecimento especial para a minha orientadora e amiga professora Maria do Carmo por ter me abençoado com a Projeto de Te Vejo na Escola e ter acreditado não só no meu potencial como pesquisadora, mas também como pessoa. Agradeço também ao meu colega de pesquisa Murilo Leonardo por sua dedicação e responsabilidade com as animações do projeto. Aproveito para agradecer aos antigos membros do projeto que tornaram meu trabalho possível hoje. Finalmente o agradecimento mais importante vai para a minha inspiração, e maior orgulho: a memória de minha avó Nelly Ramona Varela. Que me deixou quando recém havia ingressado no curso de jornalismo e que tinha como sonho me ver graduada. Dedico esse trabalho a memória dela e dos meus avós Mercedes Silveira e Juan Carlos Barbis que não puderam vivenciar este momento comigo, mas que certamente guiaram toda minha jornada.

7 A imaginação é mais importante que o conhecimento. Conhecimento auxilia por fora, mas só o amor socorre por dentro. Conhecimento vem, mas a sabedoria tarda. Albert Einstein

8 RESUMO: Há quatro anos o projeto Te Vejo na Escola que pesquisa e desenvolve recursos audiovisuais relacionados à conservação ambiental e outros temas transversais na educação formal, visando despertar o espírito de cidadania nos alunos do ensino infantil e fundamental. Acreditando nessa premissa deste projeto experimental pretende-se consolidar uma plataforma de compartilhamento em forma de blog- desses materiais para ter como objetivo a ampliação da abrangência do mesmo atendendo a demanda dos educadores dentro de sala de aula. Palavras-chave: Recursos áudios-visuais, educação, comunicação.

9 RESUMEN: Hace cuatro años el proyecto "Te veo en la escuela" que pesquisa y desarrolla recursos audiovisuales relacionados a la conservación ambiental y otros temas transversales en la educación formal, apuntando el despertar del espiritu de ciudadaniaen los alumnos de la enseñanza infantil y básica. Creyendo en la premisa de este proyecto experimental se pretende consolidar una plataforma para compartir - en forma de Blog - esos materiales para tener como objetivo la ampliación del abarque del mismo atendiendo la demanda de los educadores dentro del salón de clases. Palabras clave: Recursos audio visuales, educación, comunicación.

10 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 12 1 O PROJETO Seleção do conteúdo Público- alvo Cronograma Recursos humanos Recursos Materiais Materiais permanentes Materiais de consumo Orçamento/ custo estimado do projeto 18 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A internet e a educação formal Internet como recurso educacional Criação de ambientes telemáticos Comunicação e Educação duas ciências 22 em convergência Educação para o meio ou para a mídia Formação de sujeitos comunicantes Temas transversais na educação Recursos áudio visuais na educação Projeto Te Vejo na Escola como recurso educativo O personagem Mico, a ludicidade 32 e o processo educativo

11 3 O PRODUTO Fases de produção do blog Planejamento editorial Planejamento gráfico Roteiros Pautas 43 4 RELATOS PESSOAIS 44 CONSIDERAÇÕES FINAIS 45 REFERÊNCIAS 46

12 INTRODUÇÃO O avanço das tecnologias e meios de comunicação já é uma realidade incontestável e que eles estão inseridos de forma irreversível na sociedade também. Dado esse fenômeno é natural que esses mesmos objetos entrem em contato com as crianças. Exatamente por isso, a preocupação com a articulação dos discursos, e a transdiciplinaridade dos conteúdos é cada vez maior dentro das produções educativas e informativas. Baseada no bem sucedido trabalho do Projeto de Extensão Te Vejo na Escola, iniciado em meados do ano de 2009 e do qual estudo e faço parte desde 2010, iniciei uma reformulação no conceito dos curta metragens educativos tangenciando conceitos da Educação e Comunicação como ciências convergentes. Esse tipo de teoria é uma ferramenta fundamental para o novo olhar sobre o Projeto, capaz de satisfazer uma necessidade prática e científica da qual o mesmo até então carecia. Novas tecnologias criaram novas chances de reformular as relações entre alunos e professores e de rever a relação da escola com o meio social, ao diversificar os espaços de construção do conhecimento, ao revolucionar processos e metodologias de aprendizagem, permitindo à escola a um novo diálogo com os indivíduos e com o mundo. Neste contexto, é fundamental colocar o conhecimento à disposição de um número cada vez maior de pessoas e para isso é preciso dispor de ambientes de aprendizagem em que as novas tecnologias sejam ferramentas instigadoras, capazes de colaborar para uma reflexão crítica, para o desenvolvimento da pesquisa, sendo facilitadoras da aprendizagem de forma permanente e autônoma. Cabe à escola desempenhar papel importante na produção de significados, na produção cultural e na apropriação e geração de conhecimento. Ela não pode deixar esse papel apenas para a televisão (BACCEGA, 2003, p.74). A minha proposta como projeto experimental consiste na implantação de uma plataforma de compartilhamento dos vídeos do Projeto Te Vejo na Escola para que professores possam dispor de todo seu acervo livre para download e aplicação em sala de aula.

13 Desta forma levantamos a questão se é possível criar objetos para a melhoria do ensino e a formação de cidadãos mais conscientes e solidários com a sociedade, por meio de ações educativas complementares às aulas regulares ministradas ao longo do ano, tornando-as mais atraentes e de fácil compreensão. Como produto da pesquisa além do também conto com a realização do vídeo: Te Vejo na Escola: Reciclagem.

14 1 O PROJETO O projeto Te Vejo na Escola tem como objetivo a produção de vídeos documentários educativos de curta duração com temas ligados a diversos campos das ciências biológicas. São animações protagonizadas pelo personagem animado Mico, um mico-leão-dourado que habita a Matina que Resta. Em cada vídeo há espaço para uma entrevista com um especialista no assunto, pois, intenção é educar comunicando, ou seja, aguçar a criticiade de cada criança sobre o tema abordado. Não se trata de apenas transmitir uma informação é também provocar um feedback dos estudantes. Com a pretensão ampliar a gama de intervenção do Projeto Te Vejo na Escola, foi idealizada e concretizada a plataforma de compartilhamento de vídeos em forma de blog do projeto. Este sitio na internet disponibiliza todos os vídeos já produzidos, acompanhados de textos informativos ligados ao tema para que professores e profissionais da educação possam ter acesso. Além de organizar todos os volumes os usuários tem a opção de baixar o vídeo através do blog (www.tevejonaescola.com), como opção de recurso dentro de sala de aula. Desta maneira é possível colher resultados, produzir textos e vídeos de uma forma mais organizada e rica analisando pela ótica cientifica. É esperado que desta forma a aplicação dos vídeos, que já existem, constatem bons resultados, atendendo satisfatoriamente as demandas de educadores e alunos no ensino de ciências naturais. O projeto não deve ser apenas uma prestação de serviço social, mas também, uma possível ferramenta de estudo e produção prática. Para desenvolver uma pesquisa com fundamentos da pedagogia midiática, ou seja, uso dos meios de comunicação como alternativa pedagógica, exige reflexão sobre questões que envolvem basicamente duas grandes áreas: Educação e Comunicação. Nesta pesquisa vou me suprir de um método hipotético-dedutivo. Logo, se faz necessária a analise dos pontos de encontro teóricos e práticos das duas ciências, avaliando algumas concepções decorrentes da própria teoria da comunicação, com reflexos nos projetos educacionais. Outra atenção aos métodos adotados nesta pesquisa é a pedagogia vista, mesmo que superficialmente, como uma diretriz para entender o modo educativo adotado nas escolas.

15 1.1 Seleção do conteúdo Por se tratar de um projeto com uma produção existe desde o ano de 2010 parte dos vídeos antigos do acervo vai fazer parte da grade publicada no blog além dos vídeos com novo formato, criado em Também será incluído do volume Te Vejo na Escola: Reciclagem, criado neste projeto experimental. Os temas, primeiramente são voltados para a área de ciências biológicas e educação socioambiental, visando à elaboração de um recuso audiovisual. Tendo em vista a mentalidade e formação dos alunos e seus conhecimentos tácitos, o material terá finalidades distintas. Sendo assim, a seleção de temas será voltada à educação socioambiental e à formação de jovens capazes de lidar com situações atuais como: lixo, poluição, desmatamento, etc. A intenção do projeto é promover o diálogo dos alunos com a obra, o professor, neste quadro é o agente que cria condições que ampliam as possibilidades de comunicação da criança com a obra, numa prática pedagógica que não se detém no ensino informativo, mas avança, a partir desse saber, rumo à construção de um saber novo, que considera o saber da criança e propicia a sua reelaboração. Esse avanço ocorre por meio de um exercício que problematiza o vídeo então produzido. Trata-se um exercício que é sobre tudo comunicação. Pois é relação entre sujeitos comunicantes, produtor e telespectador. Nessa comunicação da criança com o vídeo, estabelece-se uma dupla relação: do espectador com o personagem e do personagem com o espectador. Ocorre a identificação com os personagens ou com a situação vivida por eles. Muitas vezes a criança coloca-se no lugar do personagem e essa experiência vivida no campo emocional leva-a para uma comunicação com seu mundo interior, na busca de superação de seus conflitos. Isso resume o que Paulo Freire (1980) explica como uma postura pedagógica do educador que é de fundamental importância no desenvolvimento da consciência crítica do aluno. A educação problematizadora está fundamentada sobre a criatividade e estimula uma reflexão verdadeiras sobre a realidade, respondendo assim à vocação dos homens que não são seres autênticos senão quando se complementam na procura e na transformação criadoras. (FREIRE 1980, citado por OLIVEIRA)

16 1.2 Público- alvo O blog do Te Vejo na Escola é voltado para professores e estudantes do Ensino Médio, mas poderá ser visto pelo público em geral, uma vez que abordará assuntos onde o enfoque educacional será o diferencial. Atualmente os adolescentes e jovens se informam pela internet, por meio de sites informativos e de relacionamento. Assim as notícias vão sendo consumidas por troca, por compartilhamento, por meio da interação com outras pessoas que estão conectadas na internet. Muitas vezes o interesse pelas notícias surge a partir do comentário que um amigo faz sobre um acontecimento num blog ou no site de relacionamento; ou quando compartilha vídeos sobre uma notícia que lhe chamou a atenção. Assim as notícias vão sendo consumidas por troca, por compartilhamento, por meio da interação com outras pessoas que estão conectadas na internet. Recente pesquisa realizada pelo Ibope Mídia 1 revela que 45% dos internautas brasileiros consideram que as redes sociais substituem as informações dos portais de notícias. E para 60%, as redes sociais oferecem toda a informação necessária para se manter atualizado. Pensando nisso o blog também vai contar com um canal na rede social Facebook e no Twitter. O projeto em questão visa a melhoria do ensino público e a formação de cidadãos mais conscientes e solidários com a sociedade, por meio de ações educativas complementares às aulas regulares ministradas ao longo do ano, tornando-as mais atraentes e de fácil compreensão o que anexa uma quantidade muito maior de pessoas. Vale lembrar que o acesso ao conteúdo do blog é irrestrito, ou seja, não são apenas professores e educadores que vão ter a possibilidade de fazer o download dos vídeos. Com isso é pretendido que o publico alvo incluía também os próprios alunos, pais, estudantes das áreas de educação e comunicação, entre outros. 1.3 Cronograma 1 Pesquisa realizada em setembro da 2010 e divulgada em novembro. Disponível em: <http://www.ibope.com.br/calandraweb/servlet/calandraredirect?temp=5&proj=portalibope&pub=t&db=ca ldb&comp=ibope+mídia&docid=0e1e9cc30e701bf bd004ca48d>.

17 ETAPAS 2012 Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 1. Levantamento bibliográfico X 2. Leitura e fichamento da bibliografia X 3. Organização da base teórica X 4. Elaboração do projeto gráfico X 5. Elaboração do projeto editorial X 6. Elaboração do trabalho escrito X X X 8. Produção do vídeo final/ Blog no ar X 9. Elaboração apresentação do projeto X 1.4 Recursos humanos Pesquisa, Produção, Reportagem e Idealização: Bianca Barbis Orientadora: Profª. Drª. Maria do Carmo Jampaulo Plácido Palhaci. Professora do Departamento de Artes e Representação Gráfica. Pessoal de apoio: Murilo Rodolfo Penteado Leonardo Filho e Marcelo Agnus. 1.5 Recursos Materiais Materiais permanentes Itens Descrição Custo 01 Camcorder Handycam de 80GB SonyDCR-SR68 Patrimônio FAAC 01 Pen Drive 8GB Pessoal

18 01 HD Esterno Patrimônio FAAC 01 Ilha de edição Patrimônio FAAC 01 Notebook Pessoal Materiais de consumo Itens Descrição Custo Impressões e encadernações R$50 Transporte R$ Orçamento/custo estimado do projeto Recursos Materiais Custo Materiais de Consumo R$ 100 Materiais Permanente R$ 00 Programação R$ 150 Hospedagem/Compra de domínio R$ 40 Total R$ 290

19 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 A internet e a educação formal O trabalho com a Internet constitui um meio de relevantes possibilidades pedagógicas, já que não se limita ao que constitui estritamente uma disciplina, permitindo a inter e a pluridisciplinaridade, possibilitando uma educação global e estimula a colocação em funcionamento dos processos de tratamento da informação, nos conteúdos e programas de cada nível. As novas tecnologias trazem novos horizontes à escola.os trabalhos de pesquisa podem ser compartilhados por outros alunos e divulgados instantaneamente em rede para quem quiser. Alunos e professores encontram inúmeros recursos que facilitam a tarefa de preparar as aulas, fazer trabalhos de pesquisa e ter materiais atraentes para apresentação. O professor pode estar mais próximo do aluno, podendo adaptar a sua aula para o ritmo de cada aluno. O processo de ensino-aprendizagem pode ganhar assim um dinamismo, inovação e poder de comunicação inusitados. A entrada das novas tecnologias nas salas de aula facilitam a criação de projetos pedagógicos, trocas interindividuais, comunicação à distância, redefinindo o relacionamento estabelecido entre professor-aluno. Creio que isso se deve a uma primeira etapa de deslumbramento diante de tantas possibilidades que a Internet oferece. É mais atraente navegar, descobrir coisas novas do que analisá-las, compará-las, separando o que é essencial do acidental, hierarquizando idéias, assinalando coincidências e divergências. Por outro lado, isso reforça uma atitude consumista dos jovens diante da produção cultural audiovisual. Ver eqüivale, na cabeça de muitos, a compreender e há um certo ver superficial, rápido, guloso, sem o devido tempo de reflexão, de aprofundamento, de cotejamento com outras leituras. Os alunos se impressionam primeiro com as páginas mais bonitas, que exibem mais imagens, animações, sons. As imagens animadas exercem um fascínio semelhante às do cinema, vídeo e televisão. Os lugares menos atraentes visualmente costumam ser deixados em segundo plano, o que acarreta, às vezes, perda de informações de grande valor.(moran, Ci. Inf. v. 26 n. 2, 1997).

20 2.1.1 Internet como recurso educacional Pesquisas atuais de Morán, mostram que o conhecimento se processa de forma interligada, mas com ênfase em caminhos diferentes para cada pessoa. Uns se apoiam mais no visual, outros no sonoro, outros no sinestésico. Os meios de comunicação desenvolvem linguagens complementares, supostas, que atingem o indivíduo em todos os sentidos e conseguem que cada um encontre a forma de compreensão para a qual está mais apto. As novas tecnologias, por si só, não são veículos para a aquisição de conhecimento, capacidades e atitudes, mas precisam estar integradas em potentes ambientes de ensinoaprendizagem, situações que permitam ao aluno os processos de aprendizagem necessários para atingir os objetivos educacionais desejados. Pesquisas indicam que os processos de ensino-aprendizagem tem contribuindo na produção de conhecimentos empíricos para a concepção de poderosos ambientes de aprendizagem com base nas novas tecnologias. O uso da Internet representa um processo de construção do conhecimento, é algo que está sempre em construção, reconstrução e renegociação, que depende dos atores envolvidos, que, por sua vez, representam vários centros decisórios em estado de constante interatividade, interconetividade e mobilidade. É algo que vem abrindo importantes fronteiras para a educação, cujas possibilidades e cujos limites ainda não são plenamente conhecidos, mas que influenciará profundamente o trabalho nas escolas, promovendo a aprendizagem cooperativa, capaz de preparar o indivíduo para um novo tipo de trabalho profissional que envolva a atividade em equipe. Segundo Moran (1997) as redes atraem os estudantes. Eles gostam de navegar, de descobrir endereços novos, de divulgar suas descobertas, de comunicar-se com outros colegas. Mas também podem perder-se entre tantas conexões possíveis, tendo dificuldade em escolher o que é significativo, em fazer relações, em questionar afirmações problemáticas Criação de ambientes telemáticos O trabalho com a Internet implica a criação de ambientes de aprendizagem voltados para a socialização, a solução de problemas, a gestão compartilhada de dados, de informações e a criação e a manutenção de uma memória coletiva compartilhada, que contenha

21 informações de interesse do grupo, capazes de modelar conhecimentos sobre as mais diferentes áreas de aplicação. A Internet, não oferece apenas recursos de pesquisa ao interessado em estudar educação, mas se constitui numa poderosa ferramenta de trabalho para se atuar em ambientes educacionais. Através da Internet, programas de educação à distância, que já vinham sendo executados com a utilização de outros meios de comunicação, como livros, jornais, rádio, televisão, encontram novas perspectivas com os recursos multimídias, com a combinação na rede de diversas formas comunicacionais. Ensinar na e com a Internet chega a resultados significativos quando está integrada em um contexto estrutural de mudança do ensino-aprendizagem, onde professores e alunos vivenciam processos de comunicação abertos, de participação interpessoal e grupal efetivos. De outra forma, a Internet será uma tecnologia a mais, que reforçará as formas tradicionais de ensino. Os ambientes telemáticos de aprendizagem permitem implementar uma rede de informações interligadas, em que os sujeitos podem explorar diferentes mídias simultaneamente e integrá-las numa mesma atividade. Tais ambientes oferecem condições apropriadas para o desenrolar das experiências interativas quanto às relações com a tecnologia, e cooperativas, quanto às relações interpessoais. Para Moran (1997) na Internet, também desenvolvemos formas novas de comunicação, principalmente escrita. Escrevemos de forma mais aberta, hipertextual, conectada, multilingüística, aproximando texto e imagem. Agora começamos a incorporar sons e imagens em movimento. A possibilidade de divulgar páginas pessoais e grupais na Internet gera uma grande motivação, visibilidade, responsabilidade para professores e alunos. Todos se esforçam por escrever bem, por comunicar melhor as suas idéias, para serem bem aceitos, para "não fazer feio". Alguns dos endereços mais interessantes ou visitados da Internet no Brasil são feitos por adolescentes ou jovens. 2.2 Comunicação e Educação duas ciências em convergência Com a utilização das novas tecnologias de comunicação, defrontamo-nos com novas possibilidades e desafios no processo de ensino-aprendizagem. O advento das novas tecnologias de comunicação está resultando em transformações na educação de forma

22 significativa. Neste contexto de mudanças, devemos não só repensar o papel do educador e sua relação com o educando, mas também verificar se a comunicação via rede se dá de forma efetiva. Incentivar uma leitura critica de produtos jornalísticos contribuindo para a formação de cidadãos mais esclarecidos, atualizados, conscientes e participantes. Educadores, mais esclarecidos, perceberam que era indispensável pretender uma interação entre a escola e a realidade, o acompanhamento das mudanças sociais e a formação da cidadania. Produzindo um fenômeno que compreende a aumento do interesse do próprio professor pela utilização da informação jornalística em sua prática escolar. A facilidade de se obter grande quantidade de informações via rede torna o processo de avaliação, de reflexão e de decisão mais e mais desafiador. A questão que surge é como coletar e gerenciar todos esses dados. Nesse sentido aos educadores utilizar de seus conhecimentos, experiência e intuição e tentar avaliar criteriosamente os dados com os quais nos deparamos. Caso contrário, a mera exposição de uma realidade deflagrada e um produto jornalístico torna ação apenas uma troca de informações sem esforço, sem reflexão e vazias de conteúdo. Não caracterizar uma comunicação de forma expressiva, uma vez que essas ações não levam a verdadeiras mudanças no nosso modo de pensar, agir ou de ser. Bordernave (1994) defende que os meios de comunicação são verdadeiras extensões do homem, e questiona o porquê não aprender a usá-los desde a infância em um sentido construtivo de auto-expressão e de construção de uma nova sociedade mais justa e solidária. Promovendo assim, um acesso livre da população ao usufruto dos meios para que possam também usá-los como meios de expressão. Pela prática profissional, pela pesquisa e pela competição recíproca, melhoram-se constantemente a redação de notícias e artigos, a elaboração de programas de rádio e TV, a preparação de anúncios publicitários e a produção de filmes e videocassetes. Paralelamente, deu-se um fenômeno interessante: a utilização dos meios de comunicação como parte do processo educativo formal e nãoformal. No mundo inteiro a rádio e a TV, e mais recentemente os microcomputadores, passaram a formar parte da bagagem instrumental da chamada Tecnologia Educativa. Este processo de

23 desenvolvimento de aparelhos ( hardware e das técnicas de programação e produção ( software ) foi acompanhado de um tremendo aumento de influencia e poder da comunicação na sociedade. O impacto dos meios sobre as ideias, as emoções, o comportamento econômico e político das pessoas, cresceu tanto que se converteu em um fator fundamental de poder e de domínio em todos os campos da atividade humana. (BORDENAVE, 1994, pg. 6-7) Para o autor no caso da educação, novos modos de preparação para a comunicação devem ser desenvolvidos a vários níveis desde o pré-escolar até o segundo grau, a matéria Comunicação e Expressão deveria receber maior ênfase. Ela poderia até ser o eixo principal de todo o currículo, sobretudo nas primeiras séries. Usar-se-ia uma abordagem a partir de problemas reais. Através de estudo situacional inicial, podem ser escolhidos núcleos geradores que levem a uma melhor compreensão da realidade graças a diversas leituras da mesma: leitura denotativa, leitura conotativa e leitura estrutural. Nestas leituras entrariam, como auxiliares do conhecimento, todas as demais disciplinas. Na etapa final, o método ofereceria aos aprendizes a oportunidade de comunicarem criativamente suas propostas para o melhoramento da realidade observada e analisada dentro dos núcleos geradores. Tanto na investigação da realidade como apresentação dos projetos e propostas, os aprendizes utilizariam todos os meios de comunicação convenientes, tais como: Reportagens, filmes, contos, slogans, cartazes, jornal mural. Na educação formal e não formal de adultos o potencial de comunicação deve também ser desenvolvido. Na educação formal dando mais importância à capacidade de comunicar do que de absorver conhecimentos, isto é, de socializar o aprendido em benéfico da aplicação social da profissão ou ocupação. Na educação não formal, tornando-se mais um processo de resolução de problemas que de adoção de práticas recomendadas. Com efeito a, a educação não formal de adultos tem caracterizado até agora pela diretividade e pelo utilitarismo: assim, os extensionistas rurais só procuram transmitir tecnologia agropecuária; os educadores sanitários só procuram transmitir praticas de saúde, os assistentes sociais só tentam transmitir processos jurídicos e trabalhistas. Só

24 recentemente alguns agentes de mudança se deram conta de que muito mais importante do que adotar conhecimento e praticas especificas é desenvolver a capacidade de identificar problemas da realidade através da interação com os demais e com o meio, para depois articular estes problemas e buscar-lhes solução ou, caso os recursos próprios do grupo sejam insuficientes, levá-los ao conhecimento dos poderes públicos pertinentes. (BORDENAVE, 1994, pg 10-11) Tudo exige desenvolvimento da capacidade de comunicar. A aquisição do poder de reivindicação implica a coesão grupal, a autoconfiança, e a posse de habilidades de exposição, argumentação e persuasão da opinião pública, todas estas capacidades baseadas na comunicação. O poder da comunicação para o desenvolvimento da criatividade na auto expressão, da fraternidade na convivência e da força política na luta pela transformação das estruturas sociais está ainda esperando ou uma teoria social que a valorize ou um método que a concretize. Educação é não colecionar informações na cabeça (...) é saber processar criticamente as informações (...) é preparar para a liberdade. As pessoas são livres porque podem escolher. E só podem escolher quando conhecem alternativas (...) é saber acreditar, desconfiar, investigar a realidade (Dimenstein, 1996). O produto midiático possibilita a vinculação do conteúdo curricular aos fatos cotidianos e aos problemas sociais apontados no noticiário. Os princípios de matemática, geografia, física, biologia, entre outras áreas, vão ser utilizados para analisar a realidade, entendê-las e buscar soluções para os problemas encontrados Educação para o meio ou para a mídia Antes de iniciar nossa reflexão a respeito da dos meios de comunicação inseridos como recursos educativos se faz necessário partir de uma premissa para assim criar nossa hipótese. Nossa premissa se consiste na enorme expressão das informações que nos chegam sob

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