V COLÓQUIO DE FILOSOFIA DA FAFI O SAGRADO, A ARTE E A FILOSOFIA 21 A 25 DE MAIO DE 2012 ISSN X COMISSÃO ORGANIZADORA:

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1 ANAIS DO V COLÓQUIO DE FILOSOFIA DA FAFIUV 2012

2 V COLÓQUIO DE FILOSOFIA DA FAFI O SAGRADO, A ARTE E A FILOSOFIA 21 A 25 DE MAIO DE 2012 ISSN X COMISSÃO ORGANIZADORA: ANTONIO CHARLES SANTIAGO ALMEIDA ARMINDO JOSÉ LONGHI CLAUDIO CAVALCANTE JUNIIOR ERICKSON SANTOS EVERTON GREIN GISELLE MOURA SCHNORR RENATA TAVARES SAMON NOYAMA THIAGO DAVID STADLER COMITÊ CIENTÍFICO: CLAUDIO CAVALCANTE JUNIIOR ERICKSON SANTOS GISELLE MOURA SCHNORR THIAGO DAVID STADLER UNIÃO DA VITÓRIA PARANÁ MAIO DE 2012 ISSN X Página 1

3 V COLÓQUIO DE FILOSOFIA DA FAFI O SAGRADO, A ARTE E A FILOSOFIA CADERNO DE RESUMOS SUMÁRIO 1. Sessão de comunicação Indústria cultural e sociedade na perspectiva de Adorno Ademir José Estacio O Homem sua natureza, sua Origem e sua Evolução Afonso Odinot Nadolny John Stuart Mill e a forma ideal de governo Andressa Kasiuk Sant Anna A ciência do comportamento de Burrhus Frederic Skinner Carine Michele Cecchin Ciência, religião e o sagrado no ethos do pensamento humano Daniel Andres Baez Brizueña A concepção de Direito e Poder em Nietzsche Elisângela Aparecida Zaboroski Uma leitura lacaniana da transferência a partir de O Banquete, de Platão. Giuliano Metelski A sabedoria de Sócrates Guilherme Montagnoli A felicidade superior em Avicena Guilherme Ricardo Babireski A música como fetiche em Theodor Adorno Helder Leandro Kotecki Filosofia no Ensino Médio: uma investigação praxiológica a partir da realidade do Colégio Estadual Pedro Araújo Neto Juliana Boiko O conceito de justiça em Platão nos livros I, II, III e IV de A República Leandro Correa Menegatte ISSN X Página 2

4 A oposição entre os conceitos de realismo e idealismo na arte Impressionista francesa do século XIX. Mateus Coelho Outsiders ou segregados? Néli Terezinha Rulka Reckelberg Conto como suporte para educação infantil Patrícia Aparecida Bay Ação ética a partir do ato voluntário e involuntário no livro III da Ética a Nicômaco de Aristóteles. Paulo Cesar Jakimiu Sabino Florestan Fernandes e a Integração do Negro na Sociedade de Classes Regiane Tais Taraciuk Rotchenski Modelo Socrático de desconstrução e aplicação no sistema de Coach Wagner Schlichting Mesa redonda Corrupção: injustiça ou patologia? Armindo José Longhi O frágil corrupto, seu declínio e sua indecência. Erickson Santos Pelos olhos do espírito: a arte e o não-lugar da estética no pensamento medieval Everton Grein Entre a ânsia do futuro e o tédio do presente: condição humana e morte em Sêneca. Thiago David Stadler ISSN X Página 3

5 Indústria cultural e sociedade na perspectiva de Adorno Ademir José Estacio Partindo do pressuposto de que a sociedade é guiada pelo consumismo, a posse de determinados objetos elevam ou rebaixam o indivíduo, classificando e padronizando este indivíduo a partir da sua capacidade de consumo. Dessa forma, tentar pensar á atualidade não se torna uma tarefa fácil, assim também se torna uma tarefa árdua pensar a questão da técnica inserida nesta contemporaneidade, onde a indústria cultural apropriando-se dela criou um mercado fraudulento, transformando indivíduos em meros consumidores. Diante deste problema este trabalho busca na obra de Theodor W. Adorno uma base teórica e metodológica para embasar essa discussão. Para Adorno, a indústria cultural criou padrões repetitivos, em um sistema que tem por intenção a criação de uma percepção comum a todos, o consumo. Á partir deste ponto a indústria cultural se torna de suma importância na formação da consciência de uma sociedade por ela massificada, mas o que ela desenvolve não são indivíduos autônomos, mas sim indivíduos estereotipados dependentes dos produtos de seu mercado. Dentro desta analise pode-se perceber como a indústria cultural age controlando o indivíduo, tornando-o dependente do seu monopólio do consumo. Transformando o indivíduo em um objeto, seu objeto, não permitindo a ele nenhuma forma de autonomia. A indústria cultural muito bem construída e estruturada envolvendo a sociedade como um todo, tornando quase impossível uma fuga deste sistema de produção e consumo, onde o indivíduo é um objeto que ao mesmo tempo em que consome é consumido por ela. Palavras-chave: técnica; consumo; dialética; indústria cultural. O Homem sua natureza, sua Origem e sua Evolução Afonso Odinot Nadolny H. Rohden nasceu em Tubarão/SC em 1893 e morreu em 1981 aos 87 anos na cidade de São Paulo. Formou-se em Ciências, Filosofia e Teologia em Universidades da Europa Innsbruck (Áustria), Valkenburg (Holanda) e Nápoles Itália. Falava fluentemente alemão, inglês, italiano, esperanto e português. Lia bem o francês, latim e grego e, desta última, chegando a fazer algumas traduções como do Novo Testamento, Tao Te King, de Lao Tsé; Bhagavd Gita, de Krishna, todos estes para o português e com comentários próprios. Publicou ainda mais de 60 outros livros, alguns destes traduzidos para o Esperanto e também o Braile. Rohden obteve, na década de 40, uma bolsa de estudos para Pesquisa Cientifica em Princeton, USA. Lá conviveu com Albert Einstein durante um ano e meio entre Rohden fundamentou a base de ISSN X Página 4

6 sua FILOSOFIA UNIVERSICA, pautada, segundo ele, em Matemática, Metafísica e a Mística. Dessa forma, pretende-se apresentar o pensamento filosófico de Rohden a partir da compreensão do que o mesmo denominava de FILOSOFIA UNIVERSICA. Para tanto, intenta-se ainda discutir a contraposição de Rohden ao pensamento Teológico Romano e a teoria da Origem das Espécies de Charles Darwin. Palavras-chave: Metafísica; Mística; Matemática. John Stuart Mill e a forma ideal de governo Andressa Kasiuk Sant Anna Historicamente, as formas de governo foram classificadas como boas ou más formas puras e seus desvios imperfeitos cada uma com suas características específicas, e algumas com características em comum. Há ainda aquela forma de governo utópica, um ideal sempre perseguido, mas nunca alcançado. John Stuart Mill ( ), filósofo inglês, fundamenta sua doutrina clássica sobre o governo na obra Considerações Sobre o Governo Representativo. O autor escreve o texto no ano de 1861, saindo em defesa do liberalismo social e político contrário a tirania. Mill defende o governo representativo afirmando que as formas de governo existentes em cada país são uma questão de escolha, e por isso, elabora alguns critérios para que essa escolha seja a melhor possível para promover os interesses de uma sociedade. Os primeiros elementos para um bom governo são a virtude e a inteligência do povo e o maior mérito de uma liderança seria enaltecer essas qualidades. O objetivo de um governo é (deve ser) o bem estar dos seus governados de maneira coletiva e individual. Tais qualidades atribuídas ao povo são também, responsáveis por fornecer a força motriz que faz mover a maquina. (MILL, 1981, p.19) Mesmo elaborando esses critérios, o autor admite a difícil tarefa em se traçar uma lista com elementos característicos para favorecer ou facilitar a escolha de um governo ideal, mas é possível delinear - através de um estudo mais detalhado - um caminho a ser seguido. Palavras-chave: formas de governo; governo ideal; representação; sociedade. A ciência do comportamento de Burrhus Frederic Skinner Carine Michele Cecchin Skinner ressalta a importância de que o comportamento seja compreendido cientificamente sem deixar de lado a sua utilidade na vida humana. Quando falamos em ciência nos vem à mente um cientista vestido de branco em um laboratório rodeado de instrumentos materiais e ISSN X Página 5

7 experimentais. Skinner admite que muitos dos avanços da ciência devem-se aos cálculos da matemática e ao uso de instrumentos, como o microscópio. Mas o comportamento é uma ocasião onde se pode fazer ciência sem o uso de tais instrumentos, pois estamos a todo o momento na presença de um organismo que se comporta. O fato de o comportamento ser de fácil acesso não retira a sua complexidade, pois quando estudado cuidadosamente essa dificuldade fica evidente. Por não ser um objeto concreto e sim um processo, o comportamento é algo complexo e mutável, por isso não se pode imobilizá-lo para seu estudo. Uma análise detalhada e precisa do comportamento se faz necessária, já que o estudo do comportamento há muito é compreendido apenas como um subproduto de outros campos pesquisados. Palavras-chave: Homem, comportamento, ciência. Ciência, religião e o sagrado no ethos do pensamento humano Daniel Andres Baez Brizueña A análise da religião e do sagrado com parâmetros científicos sempre abre novos caminhos para compreender o ethos religioso do ser humano do passado e do presente. Para analisarmos os conceitos que se encontram no título desta comunicação, vamos explorar alguns autores e especialistas nas áreas das Ciências das Religiões como: Filoramo & Prandi, Rudolf Otto, Mircea Elíade, Hannah Arendt, Bruno Forte e Rubem Alves que abarcam o entendimento antropológico, o sociológico, o filosófico e o teológico. Dessa forma, pretendemos apresentar as considerações parciais de uma leitura que vem sendo desenvolvida no curso de especialização em filosofia e ciências sociais da Universidade Estadual do Paraná UNESPAR/FAFIUV. Palavras-chave: Ciência da Religião, Sagrado, Filosofia, Sociedade Ocidental. A concepção de Direito e Poder em Nietzsche Elisângela Aparecida Zaboroski Para Friedrich Nietzsche ( ), o direito já existia mesmo nos primórdios da humanidade, um direito completamente diferenciado da nossa concepção atual de direito, contudo, havia um sistema de regras que, segundo o filósofo, organizavam a vida em sociedade. No pensamento de Nietzsche, onde reina o direito, mantém-se um certo estado ISSN X Página 6

8 de grau e de poder, e onde o direito ausenta-se há diminuição deste grau de poder. Pretendese, com essa pesquisa, apresentar a relação do Direito com o Poder a partir da perspectiva de Nietzsche, sendo que para tanto nos valeremos dos pensamentos de Deleuze, Foucault, Jhering e Nietzsche. Palavras-chave: Nietzsche; Direito; Poder Uma leitura lacaniana da transferência a partir de O Banquete, de Platão. Giuliano Metelski Lacan em , intitula seu seminário 8 de a transferência. Ele argumenta que somente depois de ter percorrido certo caminho em seu ensino, pôde trazer sua contribuição a este tema, utilizando-se, logo de saída, de O Banquete de Platão. Neste artigo busca-se especificamente comentar o uso que Lacan faz do texto platônico, a título do que, ele, na sequência do seminário, articulará em referência à sua contribuição ao tema do amor e da transferência. Trata-se de percorrer ao longo da primeira parte deste seminário, a introdução a seus conceitos de agalma e de grande Outro. Palavras-chave: transferência; O Banquete; agalma; Outro. A sabedoria de Sócrates Guilherme Montagnoli A investigação busca compreender os princípios da sabedoria socrática à luz da filosofia platônica. Em um primeiro momento, utilizaremos os textos platônicos Fédon e Apologia de Sócrates, para identificarmos como sua sabedoria está atrelada à morte. Julgou-se necessário abordar alguns aspectos políticos que levaram à sua condenação, que também somaram para edificar o mito que envolve sua vida. Em outro momento, com auxílio de Gérard Lebrun, buscamos entender o método socrático para se alcançar a sabedoria: o exercício do bem, que leva a verdade e a iluminação da alma, necessários ao que Sócrates entendia por conhecimento. Deste modo, teremos uma imagem deste grande pensador e patrono da Filosofia, ainda que ressoe nesta pesquisa o pensamento de Nietzsche, não nos afastamos muito do que a tradição filosófica nos trouxe. Poderemos ver a influência de sua filosofia, de seus valores e a maneira que estas concepções afetam o indivíduo/cidadão na relação consigo, com o mundo e com a sociedade. Palavras-chav: Sócrates; Sabedoria; Corpo; Alma. ISSN X Página 7

9 A felicidade superior em Avicena Guilherme Ricardo Babireski Para Avicena existem duas felicidades, uma corpórea concupiscente, na qual existe uma entrega aos desejos corpóreos e quando esses são alcançados somos levados a ter outros desejos sucessivamente gerar uma felicidade menor sem o alcance da finalidade, a felicidade verdadeira. A outra atenderia a felicidade superior, quando existe a separação da alma de seu corpo. Essa felicidade superior só é alcançada com o domínio da alma sobre o corpo, é a felicidade da essência e se realiza com a morte. Todavia, esta última felicidade morte era, ao mesmo tempo, um dos mais fortes temores do Homem. Avicena atenta que este temor seria o medo por ignorância, pois quem tem esse medo o tem por ignorância, seja ela por perder as suas propriedades e riquezas, ou pelo medo da dor que a morte possa causar. Mas a morte é somente onde o corpo padece e a alma retorna a Allah. Palavras-chave: Felicidade; Morte; Avicena. A música como fetiche em Theodor Adorno Helder Leandro Kotecki Este trabalho pretende discutir a música como fetiche tendo como ponto de partida o fetichismo na religião, tratado por Kant. Buscamos explicar como Adorno se apropria dessa ideia para analisar a música como objeto de consumo na indústria cultural, e, em seguida, discutiremos a influencia da obra de Schönberg como alternativa à musica criticada por Adorno. Pretendemos, com isso, esclarecer como a música é fetichizada e explorada pela indústria cultural e apontar alguns dos principais reflexos disso na cultura contemporânea. Palavras-chave: Fetiche; Indústria Cultural; Música. Filosofia no Ensino Médio: uma investigação praxiológica a partir da realidade do Colégio Estadual Pedro Araújo Neto Juliana Boiko Esta pesquisa tem como tema central o estudo do ensino de filosofia no nível Médio e tem como objetivo principal abordar a importância desse saber no cenário escolar para o ISSN X Página 8

10 desenvolvimento de alunos críticos e autônomos, bem como sua obrigatoriedade no ensino médio. Quanto á metodologia, trata-se de um estudo de caso realizado numa escola estadual do ensino médio - Colégio Estadual Pedro Araújo Neto, localizado na cidade de General Carneiro PR. A coleta de dados foi feita por meio de observações em sala de aula, bem como conversas com o professor de filosofia sobre sua experiência com o ensino e as metodologias na área de filosofia. No referencial teórico foram abordados os seguintes temas: a linguagem como instrumento de ligação entre o homem e a filosofia; a filosofia como forma de despertar o indivíduo para um conhecimento mais atento e crítico; a obrigatoriedade do ensino de filosofia no Ensino Médio e também sua importância de existir como disciplina no currículo escolar. O ensino de filosofia busca um comprometimento com a postura filosófica do aluno em que podemos acreditar não ser fácil, mas o que move o ser humano para o verdadeiro filosofar, e essa disposição para a filosofia que faz com que o indivíduo repense suas próprias questões ou até mesmo questionamentos criticado e pensado por muitos filósofos. Trata-se, portanto, de trabalho de reflexão que busca compreender a construção de uma identidade trazendo a filosofia maior solidez no Ensino Médio, a fim de identificar itens que despertem o pensamento reflexivo na formação do educando. Palavras-chave: Ensino de Filosofia; Ensino Médio; Observações; Estudo de caso. O conceito de justiça em Platão nos livros I, II, III e IV da República Leandro Correa Menegatte Em A República, Platão fala sobre a justiça através de Sócrates, sendo este a a boca de Platão. Em torno dessa questão gravitam outras: Vale a pena ser justo? Ou é suficiente parecer justo? Qual a vida que parece melhor: a do justo ou a do injusto? A conclusão que se chega é que é melhor a vida do justo. Para chegar a esta conclusão, alguns embates foram travados. O ser justo alcança alguma vantagem? A indagação incentiva Glauco a fazer uso do mito do Anel de Giges em que o homem com o poder do anel está despido do sentimento de justiça. Platão vai propor um Estado ideal, porém, imaginário, com o intuito de verificar a validade de ser justo ou injusto, na medida em que se desenvolve esse Estado perfeito por meio de uma educação perfeita. Destaque para a educação destinada aos guardiões, sob a premissa ginástica para o corpo e música para alma. Orientando cada um segundo suas aptidões, desenvolvendo as virtudes que lhes são próprias e adequadas para aquilo que estão em desenvolvimento. Concluindo a cidade perfeita revela-se a justiça no homem. A justiça é uma virtude geral que regula e compreende as demais virtudes. Ela é colocada como ponto fundamental para uma vida feliz (virtuosa). Portanto, ser justo é fazer o bem, e é esta a visão que Platão tem de educação perfeita. Dessa forma, intenta-se apresentar as considerações parciais em torno da conceituação de justiça no pensamento de Platão a partir dos primeiros livros de A República. Palavras-chave: Justiça; virtude; poder. ISSN X Página 9

11 A oposição entre os conceitos de realismo e idealismo na arte Impressionista francesa do século XIX. Mateus Coelho Este trabalho se propõe analisar a visão dos conceitos de realismo e idealismo na arte impressionista francesa do século XIX. Partindo do Romantismo clássico em vigor na época que surge o impressionismo, analisando o conceito de real e ideal dentro destas duas escolas, utilizando os conceitos de Ortega e Zola. Palavras-chave: Ortega; Realismo; Idealismo; Impressionismo. Outsiders ou segregados? Néli Terezinha Rulka Reckelberg Todas as sociedades, todas as culturas fazem regras particulares para a convivência social. Essas regras definem comportamentos considerados apropriados pelo grupo especificando o que é certo e o que é errado. Neste trabalho, buscaremos fazer um estudo, a princípio geral e superficializado, tendo como base nossa experiência e de alguns colegas professores com mais tempo de atuação, sobre o comportamento dos alunos que frequentam a escola hoje. Inicialmente, a partir do conceito de tipo ideal weberiano, buscaremos construir um perfil de aluno ideal para que, a partir dele, possamos encontrar aqueles tipos especiais que apresentam dificuldades para viver de acordo com as regras estabelecidas pelo grupo (escola), apresentando um comportamento desviante. Uma vez delimitado os desvios de conduta e legitimadas as causas desta, buscaremos construir propostas auxiliares e que venham a colaborar com a atividade diária dos professores em sala de aula. Na busca destes objetivos, além de Weber, teremos como aporte teórico Durkheim e Foucault, bem como os estudos recentes que se tem feito acerca da sociologia do desvio. Palavras-chave: Comportamento ideal; desvio; sociedade; educação. Conto como suporte para educação Patrícia Aparecida Bay No presente trabalho, serão abordadas algumas questões relevantes para o ambiente escolar. Primeiramente, trataremos da questão dos problemas encontrados na aquisição da língua materna, onde não deveria existir preconceitos linguísticos na escola, professores e colegas, sobre o aluno. São apontadas possíveis soluções para que diminuição deste problema no ISSN X Página 10

12 ambiente escolar. Ainda debatendo sobre o preconceito linguístico, entra em questão a falta de preocupação com a péssima oralidade do aluno e com a escrita, não apenas no ambiente escolar, mas também no cotidiano do aluno. Além da importância da leitura em todas as fases escolares, tratamos dos problemas mais comuns relacionados à leitura. Apesar da grande diversidade de gêneros textuais existentes e novos gêneros que surgem acompanhando a evolução social e tecnológica, o conto prevalece. Este é o principal tema abordado no trabalho. Abordamos a formação do conto, em seguida é generalizada a origem dos contos apresentado distintas teorias. Mais adiante é definido o conto popular, contos de fadas maravilhosos e a fábula. O objetivo é mostrar a importância da leitura, dos contos nas vidas das crianças. Como pano de fundo desta literatura há o importante resgate de histórias populares da região, os quais, com o passar do tempo, o preconceito (com o regional, ou o que tem origem no interior ) vem contribuindo para a perda da tradição oral da região. Palavras-chave: Contos populares; leitura; escrita. Ação ética a partir do ato voluntário e involuntário no livro III da Ética a Nicômaco de Aristóteles. Paulo Cesar Jakimiu Sabino A apresentação tem como intuito discutir o agir ético do homem a partir das noções de ato voluntário e ato involuntário, presentes no livro III da Ética a Nicômaco de Aristóteles. Nesse sentido, pretende-se apresentar as considerações parciais do pensamento aristotélico, isto é, o ato voluntário e involuntário em seu pensamento no que toca a questão da ética e sua relação com as ações humanas, além de fazer uma análise desta proposta no contexto da sociedade contemporânea. Palavras-chave: Ética, Aristóteles, voluntário, involuntário. Florestan Fernandes e a Integração do Negro na Sociedade de Classes Regiane Tais Taraciuk Rotchenski Florestan Fernandes retrata a situação do negro no Brasil, colocando que os preconceitos por estes sofridos tem uma origem histórica. Questiona a condição de o Brasil ser um país democrático que não consegue estabelecer a igualdade para todas as raças, como o negro. Mesmo com a abolição da escravatura os negros jamais tiveram os mesmos direitos, os mesmos prestígios e poderes que os brancos. Florestan vai analisar os seguintes critérios: o negro a margem da sociedade; a importância dos negros na transformação da sociedade brasileira, e que o capitalismo não aderiu os negros em sua sociedade. Parte dos preconceitos ISSN X Página 11

13 surgiu quando a sociedade libertou os negros, mas não lançou bases para incorporá-lo e igualar aos brancos. Palavras-chave: Preconceito; sociedade Brasileira. Modelo Socrático de desconstrução e aplicação no sistema de Coach Wagner Schlichting O modelo moderno de treinamento em capacitação de Lideres vindo dos EUA, processo chamado Coach (treinador na tradução literal), tem como forma a desconstrução de ideias limitadoras do profissional para que possa a partir disso se reformular em sua conduta e seguir metas para o objetivo final. O conduzir do dialogo entre o Terapeuta e Cliente é feito com bases de perguntas e argumentos dentro de uma retórica das experiências do cliente de sucesso e fracasso naquilo que se coloca como obstáculo. O trabalho final é mostrar que dentro da experiência exercida não há uma determinação que possa direcionar o seu empenho para o fracasso, no entanto também não garante nenhum sucesso, somente o esforço pelo objetivo planejado. Palavras-chave: Coach; Liderança; Profissional; Desconstrução. Mesa redonda 1: Corrupção Corrupção: injustiça ou patologia? Armindo José Longhi Axel Honneth (2011), filósofo e sociólogo alemão, define injustiça social como ausência de justiça. A injustiça ocorre quando determinadas pretensões, interesses ou preferências dos grupos sociais ou dos indivíduos considerados legítimos não são atendidos ao que corresponde a representação geral da justiça. Também ocorre quando determinada circunstância social não atende as pretensões legítimas, o padrão da representação social de justiça e o julgamento de que o padrão não foi atendido. Sobre a injustiça social é possível debater se as circunstâncias injustas resultam: da insuficiência dos mecanismos sociais; e/ou de condutas restritivas de grupos sociais. O autor define patologia social como o objeto de estudo da Filosofia Moral. Refere-se ao desenvolvimento deficiente ou direção falsa seguida por uma sociedade que suspende a possibilidade para uma vida boa (sentido ético). Utiliza critérios éticos mediante os ISSN X Página 12

14 quais é possível captar as patologias em determinados processos de desenvolvimento. A partir da definição de injustiça o artigo analisa quatro diagnósticos. O primeiro é fornecido por Wen Jiabao (2012), Primeiro Ministro da China. O combate da corrupção passa por mudanças imediatas na administração do Brasil, a eliminação da hipocrisia: as leis regulam aspectos teóricos e não os práticos e reais de suas consequências. O Brasil deveria punir severamente (prisão perpétua ou pena de morte) os corruptos públicos e privados. O segundo diagnóstico é fornecido por Cármen Lúcia Antunes Rocha, Presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Rocha (2012) afirma que o combate à corrupção depende da conduta reta do homem probo. O terceiro diagnóstico é fornecido por Tarso Genro, Governador do Rio Grande do Sul. Para Genro (2012) a corrupção é produzida pelas condições históricas do surgimento do próprio estado brasileiro. O quarto diagnóstico é fornecido pelo sociólogo Émile Durkheim ( ). Segundo Durkheim (2008) a moralidade é um sistema de normas de ação que predetermina a conduta humana pautada nos princípios: regularidade (espírito da disciplina); integração (Adesão aos grupos sociais); e na autonomia da vontade. A regularidade resulta da percepção dos indivíduos quanto à aplicação de maneira idêntica das normas de conduta em situações similares e a disciplina deriva do reconhecimento da unidade da autoridade e da regularidade da aplicação das normas de conduta. Conclui-se que a corrupção resulta tanto das injustiças sociais quanto das patologias sociais. Palavras-chave: corrupção; injustiça; patologia; Honneth. O frágil corrupto, seu declínio e sua indecência. Erickson Santos A corrupção é uma característica do sujeito que se sente isolado do grupo que poderia participar. Esse sujeito se encontra em busca do bem para si em detrimento de outrem. O que se observa é a rejeição, pelo corrupto, de regras e valores que fazem da sua vida cercada pelo medo de ser enganado, de ser prejudicado. Para não sofrer, não perder, ele prefere fazer os outros sofrerem. O corrupto busca atitudes agressivas para sustentar seus interesses. De modo geral, o corrupto constrói uma situação que tem que sustentar de forma cada vez mais agressiva. Seu poder é sempre ampliado; seus inimigos são sempre em maior número. Em algum momento a situação não se sustentará. A queda do corrupto é anunciada pela ganância, desperdício, depravação. Palavras-chave: Corrupção; poder; declínio. ISSN X Página 13

15 Mesa redonda 2: Arte e condição humana na Filosofia Medieval Pelos olhos do espírito: a arte e o não-lugar da estética no pensamento medieval Everton Grein O presente artigo trata-se de uma reflexão sobre a estética e suas implicações no pensamento medieval (séculos VI-XIII) no Ocidente. A falsa noção da ausência de uma sensibilidade e mesmo de uma concepção estética no medievo, fez com que esse período fosse relegado a um estatuto menor em sua compreensão. O valor e a mensurabilidade das qualidades estéticas na Idade Média sugerem uma outra perspectiva do conceito, tomada no seu sentido sacro em oposição ao profano. Trata-se, portanto, de verificar a questão do belo como um problema da sublimação do conceito enquanto valor. Pelo contrário, para o espírito da religiosidade medieval, a compreensão de uma expressão estética não denota a qualidade de um juízo estético, senão a possibilidade da apreensão daquilo que os medievais consideravam inexprimível: a dialética onto-teológica inesgotável de Deus. Palavras-chave: Sagrado; Arte; Estética. Entre a ânsia do futuro e o tédio do presente: condição humana e morte em Sêneca. Thiago David Stadler Marcado por um período de exageros cometidos pelos príncipes romanos, Sêneca (4 a.c? 65 d.c) propunha uma postura do educar-se a si mesmo. Tal educação, influenciada pela sua formação estóica, direcionava-se para o bem viver de acordo com a natureza e a ordem moral. A implicação direta destes ensinamentos era o desprezo pelo espetáculo do aparente, visto que o caminho da vida seria muito rápido para ser atravancado por questões supérfluas. Assim, nenhuma meditação seria mais frutífera que a meditatio mortis, pois, segundo Sêneca: Deve-se aprender a viver por toda a vida e, por mais que te admires, durante toda a vida se deve aprender a morrer. Neste trabalho apresentamos algumas considerações pautadas no Sobre a brevidade da vida de Sêneca que suscitam a discussão em torno da morte como o cessar da manifestação temporal. Tais escritos compõem um corpus epistolar direcionado a Paulino versando sobre diversos temas, mas conduzido pela preocupação da morte como significação configuradora da vida morte como elemento real e, por isso mesmo, questão prioritária sobre a preparação da vida. Através da pergunta Pode haver alguma coisa mais tola, me diga, que a maneira de viver desses homens que deixam a prudência de lado? Sêneca apresenta vários argumentos a favor de uma vida tranquila, ociosa não uma ocupação indolente e inerte e outros contrários a vida de certos homens que temem todas as coisas ISSN X Página 14

16 como os mortais, desejam outras tantas tal qual os imortais. São estas duas possibilidades vida ociosa e vida ocupada que marcam toda a obra aqui abordada e interpretada como a oposição de uma vida plenamente vivida à plenitude de coisa nenhuma. Palavras-chave: Sêneca; Vida; Morte. ISSN X Página 15

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