VALOR E PREÇO DE PRODUÇÃO * (A transformação dos valores em preços de produção) Reinaldo A. Carcanholo **

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1 VALOR E PREÇO DE PRODUÇÃO * (A trnsformção dos vlores em preços de produção) Reinldo A. Crnholo ** 1. VALOR E PREÇO DE MERCADO Num rtigo de ríti à teori eonômi mrxist, Böhm-Bwerk sustent que teori do vlor de Mrx tem omo objetivo determinção dos preços de merdo. "Ess lei ( lei do vlor, R.C.) firm, e por tudo o que preede não pode firmr outr ois, que s merdoris trom-se entre si em proporção o trblho médio soilmente neessário inorpordo nels". 1 O que esse utor diz, é que, pr Mrx, os preços de merdo, n soiedde pitlist, estão diretmente determindos pel mgnitude do vlor ds merdoris ou, o que é o mesmo, pel quntidde de trblho simples soilmente neessário pr reprodução de d um dels. Um dequd leitur d obr fundmentl de Mrx, O CAPITAL, permite firmr, sem lugr dúvids, que interpretção nterior é fls e que é resultdo de um grosseir e ingênu ompreensão do que é teori eonômi mrxist. Hilferding, por exemplo, sustent que: "Em deidid oposição Böhm, Mrx vê n lei do vlor não o meio pr hegr estbeleer os preços, ms o meio pr individulizr s leis do movimento d soiedde pitlist." 2 No mesmo sentido se mnifest Mrio Gogoy, referindo-se o pensmento de Pul Mttik: "A teori do vlor é um instrumento de nálise d umulção e d reprodução soil totl. El não é um teori dos preços reltivos; s rítis dêmis à teori do vlor (em prtiulr que onsider que estrutur monopolist do merdo boliu s ondições de vlidez d teori do vlor) sustentm-se sobre um inompreensão fundmentl d teori mrxist: tribuem o ppel entrl às relções empíris de tro * A primeir versão preliminr deste trblho é de 1977 e tinh o seguinte título: L teorí del vlor trbjo y los preios de merdo (l trnsformión de los vlores en preios de produión). O que se present qui é um versão modifid, trduzid por Vldimir D. Miheletti e revisd pelo utor. As modifições introduzids desde primeir versão não lterrm o onteúdo ds idéis e onlusões exposts. ** Professor do Mestrdo em Políti Soil d UFES, Doutor em Eonomi pel UNAM em Tutor do PET-Eonomi / UFES (SESU-MEC).

2 (preços), o psso que, pr Mrx, são s relções soiis de produção (trblho sslrido - pitl) s que onstituem o verddeiro objeto d teori do vlor." 3 É neessário reonheer, no entnto, que existe um série de ftores que ontribuiu pr que se gersse ingênu interpretção ssinld e pr que ind subsist em mplos setores de espeilists e não espeilists em eonomi e outrs disiplins. Entre outros ftores be destr que miori dos "onheedores" de Mrx ontentm-se om leiturs de mnuis os quis, muits vezes, dão um exessiv importâni reltiv o primeiro livro do CAPITAL, deixndo o resto d obr omo omplemento não neessário um onheimento introdutório d teori eonômi mrxist. Alguns desses "onheedores" trevem-se um pouo mis e dispõem-se ler textos originis, ms não vão lém ds primeirs seções do livro I. Contentm-se om os pítulos sobre o vlor, mis vli e, quiçá, sobre umulção originári. Crêem ssim estr preprdos pr esrever fvor ou ontr explorção. N verdde, um leitur inomplet do primeiro livro do CAPITAL é insufiiente pr que se hegue entender minimmente o método de Mrx e tmbém pr ompreender o lugr dos pítulos lidos n estrutur d obr; isso signifi tmbém, em gerl, não entender o onteúdo rel desses mesmos pítulos. Por outro ldo, pode-se dizer que rer em Mrx, ou melhor, em su teori eonômi, sem ter ompreendido seu método é pur questão de fé, tnto omo rer no mistério d sntíssim trindde. Em erto sentido é preferível desonheer Mrx por não ter lido nd sobre o ssunto, que por ter feito um leitur superfiil de lguns pítulos do primeiro livro ou somente de lguns mnuis. A vntgem d primeir situção é onsiêni do desonheimento. No entnto, inompreensão de Böhm-Bwerk não se deve o nterior, pois teve prtiulr interesse em ler seção dedid o luro médio e os preços de produção que pree no livro III. De tods s mneirs é possível reditr que o ftor que o induziu um ingênu interpretção - dmitindo hipótese de que su ríti Mrx não foi produto de má fé - está onstituído por su própri problemáti. Böhm-Bwerk foi um dos funddores d hmd esol ustrí e um dos prinipis expoentes d teori do vlor subjetivo ou d utilidde mrginl. Como se sbe, om os neolássios eonomi dquire um fisionomi totlmente diferente d que tinh tido ns obrs dos utores lássios; preoupção dess disiplin gor é mostrr que orgnizção pitlist d produção (e livre-onorrêni) é úni pz de grntir ótim loção dos reursos esssos d soiedde, devido estrutur de preços que determin. Por isso su tenção deve entrr-se n explição dos menismos de determinção dos preços. Então, o que fz Böhm-Bwerk é olor n bo de Mrx su pergunt pessol e busr em O CAPITAL respost que este teri ddo. Leu Mrx om um fls pergunt e só poderi ter sído instisfeito. Sweezy, respeito, ssinl: "... o teório do vlor subjetivo n relidde não tem possibiliddes de esolh qundo se dispõe julgr um orpo sistemátio de doutrins eonômis omo é o de Mrx. Deve-se explir os fenômenos ds relções de tro (preços) tl e omo preem ns onrets e típis situções do merdo? Em tl so, pode-se seguir om o exme do resto d teori. De outro modo, o resto d teori deve estr neessrimente equivodo e portnto é bsurdo perder tempo em oupr-se del." 2

3 O que fez Böhm-Bwerk foi tentr vlir teori eonômi mrxist om um medid indequd, d mesm mneir que é indequdo medir um distâni om um blnç romn (sobretudo se se trt de um grnde distâni, por exemplo, que existe entre su teori eonômi e de Mrx, ess distâni evidentemente, se mede em quilômetros). Nd pode onseguir, senão onfessr su inpidde: "Eu não sei o que fzer (si), pois não vejo qui em bsoluto explição e o juste de um problem ontrovertido, vejo qui somente um pur e simples ontrdição". 5 O fto de que problemáti d determinção dos preços de merdo tenh onstituído o núleo entrl d eonomi dêmi durnte muits déds ontribuiu, omo um ftor mis, pr que surgisse e se mntivesse fls idéi de que teori mrxist do vlor (ou "lei do vlor", omo diz Böhm-Bwerk) onsisti em firmr que n soiedde pitlist os preços de merdo estão determindos diretmente pel mgnitude do vlor. 6 A teori do vlor trblho, tl omo onebe Mrx, omeç por mostrr que n soiedde merntil e, em prtiulr sob o regime pitlist, o produto e produção dquirem um nov rterísti, inexistente em outrs forms de orgnizção soil. A produção em gerl, isto é, em tods s épos históris, nd mis é que dequção d mtéri às exigênis d utilizção do homem; onsiste n trnsformção ds rterístis mteriis dos objetos presentedos pel nturez (mtéri brut), om o fim de pôr à disposição d soiedde objetos úteis, vlores-de-uso. O proesso de produção em gerl é um proesso de trblho trvés do qul se estbelee um relção entre o indivíduo produtivo e nturez; é um proesso exlusivo de rição de vlor-de-uso. N soiedde merntil (e, em prtiulr, n soiedde pitlist) produção segue sendo um rição de vlores-de-uso - omo é em qulquer épo históri - ms é tmbém, sobretudo, rição de vlor. O proesso de produção merntil ri vlore-de-uso ms, o mesmo tempo, inorpor os bens produzidos um nov dimensão que já não é mteril ms soil: o vlor. Ess dimensão soil é que permite que os vlores-de-uso possum pidde de intermbirem-se no merdo, de poderem ser vendidos. Sem ess qulidde soil, sem serem vlores, os vlores-de-uso não serim senão objetos úteis não intermbiáveis. Qundo um vlor-de-uso dquire qulidde de ser vlor, onstitui o que se hm merdori. Assim, Mrx nos diz que: "O proesso de produção, qundo unidde do proesso de trblho e do proesso de produzir vlor, é proesso de produção de merdoris; qundo unidde do proesso de trblho e do proesso de produzir mis vli, é proesso pitlist de produção, form pitlist d produção de merdoris." 7 É importnte destr que produção pitlist de merdoris lém de ser rição de vlor-de-uso e de vlor, é tmbém produção de exedente sob form merntil, omo mis vli. É o que se onlui d itção nterior. O vlor é um qulidde soil dquirid, em determinds ondições históris, pelos objetos úteis elbordos pelo trblho humno, pois onstitui expressão ds relções soiis prtiulres que se estbeleem entre os produtores independentes e privdos. Esss relções soiis entre produtores se expressm omo um qulidde própri de seus produtos. O que se relion no merdo trvés ds merdoris é o trblho de seus próprios produtores, ind que estes não o onebm ssim, pois isso fi enoberto: 3

4 " A merdori é misterios simplesmente por enobrir s rterístis soiis do próprio trblho dos homens, presentndo-s omo rterístis mteriis e proprieddes soiis inerentes os produtos do trblho; por oultr, portnto, relção soil entre os trblhos individuis dos produtores e o trblho totl, o refleti-l omo relção soil existente à mrgem deles, entre os produto do seu próprio trblho." 8 O vlor, lém de ser um tributo soil d merdori, tem mgnitude. El está determind pel extensão e pel intensidde do esforço que soiedde neessit gstr pr produzir o vlor-de-uso. Esse esforço nd mis é que o volume de trblho humno soilmente neessário que deve ser gsto e pode ser medido pelo tempo de trblho. Assim, mgnitude do vlor de um unidde d merdori A está medid pelo número de hors de trblho soilmente neessário utilizds em su produção. A produção de A impli um gsto imedito de hors de trblho e tmbém um desgste ds máquins, instlções e instrumentos, ssim omo um gsto de mtéris prims e uxilires. Esses mteriis e equipmentos implim pr soiedde um esforço no momento em que são produzidos; por isso, mgnitude do vlor de A é igul o número de hors de trblho soilmente neessário imeditmente utilizdo em su produção, mis o número de hors que orresponde quele gsto e desgste. O que teori do vlor sustent é que o produzir um unidde d merdori A produz-se um vlor om mgnitude determind independente do preço que se heg estbeleer n su vend. O fto de que heguemos supor que o preço de A tende ser proporionl à relção entre o vlor de A e o vlor d merdori equivlente gerl (o dinheiro), não signifi firmr que, um preço irunstnil ou estruturlmente distinto, mgnitude do vlor de A não sej igul o que tinh sido ssinldo nos prágrfos nteriores. Pensr o ontrário signifi onfundir o vlor, ou su mgnitude, om o vlor-detro. Cso o preço de A relmente orrespond o seu vlor, seu produtor entr n irulção omo possuidor de um determind mgnitude de vlor e si del om um mgnitude igul, depois de tror su merdori por dinheiro e, finlmente, este por outr merdori. Não gnhou, nem perdeu. Se o preço de A fosse superior o seu vlor, o sir d órbit do merdo, o produtor dess merdori possuiri um vlor mior que o iniil; ms somente gnhri n irulção por ter o outro produtor perdido, entregou prte de su posse o primeiro. Durnte grnde prte de su obr Mrx utiliz o suposto de que os preços ds merdoris orrespondem os seus vlores ou, o que é igul, que estão determindos diretmente pel mgnitude de seus vlores. A rzão desse proedimento pode ser filmente ompreendido e é um tem que preis ser desenvolvido posteriormente; o que import qui é ssinlr que em nenhum momento hegou pensr que no regime pitlist de produção isso relmente poderi oorrer, não ser por pur sulidde e, lém disso, de mneir bsolutmente trnsitóri. Já no pítulo IV do livro I ssinl: "As ontínus osilções dos preços de merdo, subids e queds, ompensm-se, nulm-se reipromente e reduzem-se o preço médio, su lei intern." 9

5 Poderímos usá-lo de reditr que, omo tendêni, os preços de merdo no pitlismo se determinm diretmente pel mgnitude do vlor, se não fisse lro relção que firm existir entre preço médio e vlor. Ali mesmo Mrx nos diz que quele somente em ultim instâni está determindo por este e, demis, pr que não fique nenhum dúvid, esreve: "Digo em ultim instâni, porque os preços médios não oinidem diretmente om s mgnitudes do vlor ds merdoris, onforme pensm A. Smith, Rirdo e outros." 10 Neste so, verddeir signifição do que se trt de explir om "determinção em ultim instâni" somente pode ser entendid depois de um rel ompreensão do ppel dos preços de produção n teori eonômi mrxist. 11 O que nos interess neste momento é exlusivmente indir que, já no primeiro livro e logo no omeço, Mrx revel su onsiêni de que os preços de merdo e os vlores não se orrespondem diretmente no regime de produção pitlist. A tref que Mrx impõe si mesmo o esrever O CAPITAL, omo vimos, não foi onstruir um teori explitiv d determinção dos preços de merdo, problemáti espeífi dos eonomists neolássios que ind não hvim feito su prição no plo d históri do pensmento eonômio. Seu objetivo er expor s leis que presidem o funionmento e desenvolvimento de um soiedde em que imper o regime de produção pitlist, leis esss que tinh desoberto no urso de su lrg investigção. Su tref primeir e essenil, portnto, er explir o fenômeno típio dess etp históri: o luro e, em onseqüêni, tegori de pitl CAPITAL E MAIS VALIA Pr Mrx, n soiedde pitlist, o vlor dquire um nov dimensão soil inexistente em outrs soieddes: lém de mnter su existêni omo vlor, trnsform-se em pitl. Isso não signifi que, gor, todo vlor sej pitl, somente o é quele que irul de mneir espeil. A form de irulção que onverte o dinheiro (expressão do vlor) em pitl, omo se sbe, é seguinte: D - M Mp /... P... M - D \ Ft Onde: Mp Meios de produção Ft Forç de trblho E onde: D > D D- D mis vli Dess mneir, pitl é quele vlor que trvés de su metmorfose, ulmin o ilo inrementndo-se, uto-vlorizndo-se, produzindo mis vli. O pitl somente é

6 pitl por produzir mis vli. O pitl e mis vli são omo pi e filho, tnto um omo o outro nse no mesmo instnte, no momento em que surge o mis-dinheiro, expressão de um mis-vlor, de um mis vli. Pr explir de form stisftóri tegori pitl é indispensável explir omo se produz mis vli; omo um vlor "produz" novo vlor. Até gor somente sbemos que o trblho soil produz vlor; é neessário sber omo de um vlor (pitl) nse um novo vlor. A tref de explir o luro pitlist (ou o vlor exedente) já hvi sido enfrentd pel eonomi políti lássi; el foi inpz de soluionr o problem. A explição de Mrx onsiste em mostrr que o trblho dos trblhdores ontrtdos por um pitlist produz um vlor superior o devolvido por este omo pgmento pel forç de trblho. A mis vli que pree omo produto do pitl, nd mis é que o vlor produzido pelo trblhdor im do vlor de su própri forç de trblho. O luro, omo proprição por prte do pitl de um prel d riquez soil 12, não pode senão nutrir-se d mis vli, do vlor exedente produzido pelo trblhdor. O luro é mis vli tl omo el se mnifest. Não se entenderi inpidde dos eonomists nteriores Mrx de explir stisftorimente o luro e, portnto, o pitl, se não fosse um série de rzões. Entre els há um que difiult onsidervelmente o problem e que deriv do fto de que mis vli proprid por um pitl individul sob form de luro, difere em mgnitude do vlor exedente (d mis vli) produzid trvés do mesmo. Como Mrx nos expli, os pitis individuis produzem mis vli num mgnitude proporionl à su prte vriável (que se destin pgr o vlor d forç de trblho) ms exigem prtiipr d mis vli totl produzid n soiedde em proporção à mgnitude totl do vlor que omprometem omo pitl. Nesss ondições, se observrmos um pitl isoldmente, o que vemos omo seu luro não é mis vli por ele produzido. Vemos el e lgo mis, ou lgo menos. Não onseguiremos explir produção d mis vli se olhrmos mgnitude do vlor que está representd pelo luro; não poderemos explir produção nem tmpouo s leis de su proprição. Os lássios form inpzes de desobrir questão indid, pesr de que seu método de investigção impliv um enfoque soil globl. E isso é muito importnte porque só n soiedde omo um todo, somente no pitl totl, mis vli produzid é igul proprid. Por outro ldo os mrginlists, om su visão do todo omo som de prtes, não só são inpzes de hegr por si mesmos ess onlusão, ms não onseguem nem o menos entender dus plvrs junts esrits por Mrx sobre o ssunto. 13 Mrx tem lro, desde primeir linh do CAPITAL, que não se pode explir s dus oiss o mesmo tempo: produção e proprição d mis vli pelo pitl. Sbe que isso é preismente ssim pel divergêni que existe entre os preços de merdo e os vlores. A mneir trvés d qul um pitl individul se propri de mis vli superior que produz é vendendo su merdori por um preço superior o seu vlor. 1 Ms, omo dissemos, só gnh n irulção porque tem outro perde, entreg prte de su posse o primeiro. Este, n verdde, não perde, somente gnh menos do que extriu do trblhdor: 6

7 "Não é mister explir novmente que, o vender-se um merdori im ou bixo do vlor, mis vli pens se reprte de mneir diferente, e ess modifição, ess nov proporção em que diverss pessos reprtem entre si mis vli, em nd lter nturez e mgnitude del. No proesso efetivo de irulção, lém de oorrerem s trnsformções observds no livro segundo, sinronizm-se om els onorrêni existente, ompr e vend ds merdoris im ou bixo do vlor, de modo que mis vli que os pitlists, individulmente, relizm depende do logro reíproo omo d explorção diret do trblho." 15 Portnto, pr explir reprtição d mis vli (sob form de luro) entre os distintos pitis, é indispensável determinr os preços de merdo. Porém, estes preços suis nd podem nos dizer sobre onde e omo se produz mis vli, o ontrário, impedem-nos desobrir. Pr isto, não existe outr mneir que de eliminr quilo que difiult investigção; temos que prtir do vlor e supor que os preços de merdo orrespondem ele. Ess suposição signifi, unimente, onsiderr que um pitl se propri de tod e somente d mis vli por ele produzid; ou, o que é o mesmo, fzer investigção prtindo do pitl totl d soiedde, pois omo se entenderá posteriormente, o preço de produção e o vlor do produzido pelo pitl totl são idêntios. Ess é rzão d suposição de Mrx de que os preços orrespondem ou estão determindos diretmente pelos vlores: "De ordo om presente nálise, ompreenderá o leitor que formção do pitl 16 tem de ser possível, mesmo qundo o preço d merdori sej igul o vlor d merdori. Não se pode expliá-l pelo desvio dos preços em relção os vlores. Se os preços se desvirem relmente dos vlores, devemos reduzir queles estes, pôr de ldo ess irunstânis por ser eventul, pr termos, em su purez, o fenômeno d formção do pitl n bse d tro de merdoris, e pr não nos deixr onfundir, ns observções, por irunstânis perturbdors que nd têm ver om o proesso proprimente dito." 17 Então, prtindo d suposição de que os preços orrespondem os vlores, Mrx heg dr respost definitiv respeito do problem entrl d eonomi: produção d mis vli e, onseqüentemente, rição do pitl. Clro que pr isso o psso não foi imedito, foi indispensável que Mrx desobrisse, e isto onstitui um dos grndes desobrimentos d eonomi políti, que o que se vende não é o trblho ms forç de trblho. No entnto, ind restv um grnde tref, de mostrr por que os pitis individuis se proprim neessrimente de um mss de mis vli diferente d que produzem. Esse trblho somente poderi ser relizdo depois de muitos elos teórios ind não introduzidos. Por isso, o tem é trtdo no livro III DO LUCRO AO LUCRO MÉDIO No pítulo VII do livro III, Mrx nos mostr que, supondo txs de mis vli e jornds de trblho iguis em tod eonomi, s diverss omposições orgânis do pitl e s divergênis qunto o período de rotção nos pitis médios dos distintos rmos d produção, determinm oexistêni de txs de luros distints, no so dos preços de merdo orresponderem os vlores.

8 8 As linhs seguintes servirão pr explir um pouo mis lrmente o ssinldo no prágrfo nterior, ms onvém desde logo ressltr que é preferível bstrir os efeitos que o tempo diferente de rotção nos diversos pitis têm sobre o problem, pois ssim simplifimos, em grnde medid, tod exposição seguinte. Um trtmento dequdo dos efeitos d rotção do pitl impliri tref de resumir os resultdos d investigção expostos por Mrx no livro II, o que não é um esforço pequeno. Além do mis, deixr de ldo questão do tempo de rotção, pr os nossos objetivos tuis, não onstitui problem mior e não lter, em nd, s onlusões que queremos hegr. Como se sbe, por tx de mis vli entende-se relção entre mis vli produzid e prte vriável do pitl (hmd pitl vriável). Por tx de luro denomin-se proporção entre mis vli e o pitl totl e, finlmente, proporção entre prte onstnte do pitl (o pitl onstnte) e o pitl totl hm-se omposição orgâni. Se hmrmos W o vlor totl produzido num no pelo pitl C, podemos deompor esse vlor em sus prtes onstituintes, d seguinte mneir: W + v + p Onde: pitl onstnte ou vlor trnsferido dos meios de produção o produto, pelo trblho útil; v pitl vriável, que represent o pgmento pelo vlor d forç de trblho, o que é equivlente o vlor produzido durnte prte d jornd de trblho que se onhee omo tempo de trblho neessário; p mis vli, que é o vlor produzido n jornd de trblho depois de repor o vlor d forç de trblho. Se onsidermos em onjunto v + p, temos o vlor novo totl produzido pelos trblhdores ns jornds de trblho. Por isso, mgnitude do vlor representdo por v + p mede-se pelo número de hors de tods s jornds de trblho durnte o no, multiplido pelo número médio de trblhdores. Assim, tx de mis vli é igul p/v, omposição orgâni igul /+v e tx de luro igul p/+v. Visto isso, é muito fáil entender que dois pitis iguis om distints omposições orgânis, produzem msss de mis vli diferentes, supondo-se txs de mis vli iguis 18. Vejmos o seguinte exemplo: Cpitl I 100 Cpitl II 100 p/v 100% W + v + p Cpitl I

9 9 Cpitl II Como se observ, os pitis iguis produzem msss de vlor (W) diferentes e tmbém diferentes msss de mis vli (p). Pr o primeiro pitl tx de luro é de 20% e pr o segundo de 30%. Seri muito fáil mostrr que, d mesm mneir, pitis diferentes, om divers omposição orgâni, sob os mesmos supostos, determinm diferentes txs de luro. Um ds suposições pr explição nterior é que tx de mis vli é onstnte, é mesm pr todos os pitis. No entnto, vê-se filmente que, no exemplo, somente existe um pr determindo de txs de mis vli (um pr d pitl) que determinri txs iguis de luro. Esse pr determindo só pode preer de mneir fortuit ou sul; não existe nenhum rzão pr que sejm esss s txs. Conluindo, podemos dizer que existêni de txs de luro espeiis distints deriv de que pitis iguis, em rmos distintos, om omposição orgâni diferente, produzem msss de mis vli distints, proporionis às msss de trblho que mobilizm. Cpitis distintos, nesss mesms ondições, mobilizm msss de trblho não proporionis su própri mgnitude totl e, portnto, produzem msss de mis vli tmbém não proporionis. E o mis importnte é que, n verdde, há motivo pr esperr que, neessrimente, omposição orgâni dos pitis em distintos rmos d produção sej diferente um d outr. Frente isso, Mrx firm: "Por outro ldo, não há menor dúvid de que, n relidde, exluíds diferençs não esseniis, fortuits e que se ompensm, não existe diversidde ns txs médis reltivs os diferentes rmos industriis, nem poderi existir, sem pôr bixo todo o sistem de produção pitlist." 19 Compreende-se firmção de Mrx se tivermos em ont que se refere um estrutur produtiv n que existe livre-onorrêni, onde portnto supõe-se existir livre movimento dos pitis de um esfer produtiv pr outr e onde os pitis existentes são de tmnhos similres. Em resumo, pode-se dizer que os pitis produzem mis vli em proporção su prte vriável e exigem em proporção su mgnitude totl. Pr que isso oorr é neessário que os preços não orrespondm os vlores no regime de produção pitlist. Mrx nos diz que: "A difiuldde tod provém de s merdoris se trorem não omo merdoris simplesmente, ms omo produtos de pitis que exigem, n proporção d respetiv mgnitude, ou pr mgnitude igul, prtiipção igul n totlidde d mis vli." 20

10 Agor podemos entender que neessári divergêni entre preços e vlores não se trt dquels divergênis devido às osilções dos preços im ou bixo do vlor, porque ests já estvm ontemplds no suposto de orrespondêni entre vlores e preços: "A hipótese de que s merdoris dos diferentes rmos se vendem pelos vlores signifi pens que o vlor é o entro em torno do qul grvitm os preços e pr o qul tendem, ompensndo-se, s lts e bixs." 21 A divergênis entre esses oneitos é estruturl e não irunstnil, ms Mrx, omo foi dito, já no primeiro livro nos dverte sobre o ssunto qundo firm que os preços médios não oinidem diretmente om os vlores 22. O que é preiso explir é o menismo trvés do qul se impõem, no merdo, tis preços; esse menismo é onorrêni: "Entretnto, se s merdoris se vendem por seus vlores, surgem, onforme vimos, txs de luro bem diferentes nos diferentes rmos, segundo omposição orgâni divers ds msss de pitl neles plids. O pitl, porém, deix o rmo om bix tx de luro e lnç-se no que tem tx de luro mis lt. Com ess migrção ininterrupt, em sum, reprtindo-se entre os diferentes rmos segundo sobe ou dese tx de luro, o pitl determin um relção entre ofert e prour, de tl nturez que o luro médio se torn o mesmo nos diferentes rmos..." 23 Como os preços de merdo n soiedde pitlist não grvitm em torno do vlor, não é possível prtir dess tegori hegr determinr teorimente o entro rel de osilção dos preços? Sim, é possível e onstitui o que se onhee omo preço de produção. E é preismente porque, omo se verá, os preços de produção derivm-se logimente dos vlores, que se pode firmr propridmente que os vlores determinm em últim instâni os preços de merdo. 10. OS PREÇOS DE PRODUÇÃO Expliquemos formção dos preços de produção trvés de um exemplo simples, evitndo ssim miores omplições. Prtiremos de um esquem de reprodução simples onde, portnto, não existe umulção; tx de mis vli é igul 100% em tods s esfers d produção; o pitl dintdo é igul o utilizdo (número de rotções nuis iguis 1) e, por isso, o pitl onstnte trnsfere todo seu vlor o produto no urso de um no. Suponhmos que o pitl totl utilizdo sej de 780 e que se divid d seguinte mneir entre s esfers de produção: I - (esfer que produz meios de produção) 00 II - (esfer que produz bens de onsumo dos trblhdores) 180 III - (esfer que produz bens de onsumo pr os pitlists) 200 Vejmos o seguinte esquem:

11 11 I II III Totl v p w Como se pode observr no esquem, situção é de equilíbrio pois o onsumo de meios de produção é reproduzido durnte o no (500), produz-se um mss de bens pr os trblhdores om mgnitude de vlor igul o que se lhes pg omo slários (280) e, por último, o exedente proprido é igul o produto destindo o onsumo pitlist (280) 2. Os pitis são de distints mgnitude e omposição orgâni. Como qui se supõe que os preços de merdo orrespondem os vlores, s txs de luro são diferentes ns diverss esfers de produção: 25%, 55,6% e 0% respetivmente. Sbemos que os pitis exigem proprir-se d mis vli totl n proporção de sus mgnitudes, isto é, exigem um luro médio, um tx médi de luro, e: "É lro que o luro médio só pode ser mss globl de mis vli reprtid n proporção ds mgnitudes dos pitis em d rmo de produção." 25 A tx médi de luro em nosso exemplo obtém-se dividindo mss de mis vli (280) pelo pitl totl (780) e é igul 35,9%. O luro médio em d rmo será respetivmente: 13.6, 6.6 e Se sommos esse luro médio, em d esfer, o preço de usto (pitl onstnte mis pitl vriável), obteremos o preço de produção. Vejmos o seguinte esquem, onde: g, tx de luro g, tx médi de luro g luro médio pp preços de produção I II III Totl,, v p w g g g pp % 35. 9% % 35. 9% % 35. 9% % 35. 9% Os preços de produção obtidos, que são respetivmente 53.6, 2.6, 271.8, são os que, se os preços de merdo orrespondessem eles, grntirim os pitis ds diferentes esfers proprição do luro médio, proporionl às sus mgnitudes (35,9% no exemplo).

12 Como se observ, o luro médio e os preços de produção derivm-se logimente do vlor, pelo que vimos té qui. As dus identiddes que preem no esquem são fundmentis: por um ldo mis vli totl (280) é igul o luro totl e, por outro, o vlor d produção totl (1060.0) é igul o preço de produção totl. A primeir ds igulddes signifi que os pitis somente podem reprtir entre si, omo luro, mis vli produzid e tod el. A segund indi que os preços de produção não são preços reltivos quisquer, e sim vlores trnsformdos. Justmente por isso, porque: "... som dos luros de todos os rmos de produção deve ser igul à som ds mis vlis, e som dos preços de produção d totlidde do produto soil, igul à som dos vlores." 26 é que Mrx pode sustentr que, em últim instâni, os preços estão determindos pelos vlores. É justmente qui onde surgem difiulddes, que tem levdo lguns bndonr teori do vlor-trblho. Explir esss difiulddes e superá-ls, é tref que se impõe A SUPOSTA DIFICULDADE INSUPERÁVEL NA TRANSFORMAÇÃO N form presentd d derivção dos preços de produção prtir do vlor, úni ois que se fez foi superr suposição de que d pitl propri-se d mis vli que produz; então, n fórmul w + v + p substitui-se p pelo luro médio, resultndo pp + v + g. Ness expressão, o preço de produção d merdori é igul o vlor do pitl onstnte onsumido, mis o d forç de trblho e, finlmente, mis o vlor exedente proprido. No entnto, um pitlist o dquirir os elementos que ompõem o pitl onstnte deve pgr por eles um preço de merdo que não orresponde o seu vlor ms o seu preço de produção. Ao mesmo tempo, os trblhdores, o omprr os meios de subsistêni neessários à reprodução de su forç de trblho, não pgm por eles o orrespondente o seu vlor ms o seu preço de produção; por isso, os pitlists o omprr forç de trblho devem pgr seu preço de produção e não seu vlor. Assim, o preço de produção d merdori não está onstituído pel mgnitude de vlor do pitl mis o luro médio, ms pel mgnitude do preço de produção do pitl mis esse luro. 27 Finlmente, o mesmo luro médio se modifi. Agor podemos dizer que o pitl exige prtiipr d mis vli totl produzid n soiedde não em proporção à mgnitude do vlor representdo pelo pitl, ms em proporção à mgnitude do preço de produção do mesmo. Então, expressão do preço de produção é seguinte: Onde:,, pp + v + g, Cpitl onstnte medido em preço de produção

13 13 v, Cpitl vriável medido em preço de produção g Luro médio "modifido". Ao fzer trnsformção do vlor em preço de produção, Mrx não lev em onsiderção ess modifição nos elementos do preço de usto ( + v), não por não ter entendido questão, ms por onsiderá-l irrelevnte pr seus propósitos: "Em virtude do exposto, modifiou-se determinção do preço de usto ds merdoris. No iníio dmitimos que o preço de usto de um merdori er igul o vlor ds merdoris onsumids pr produzi-l. Ms, pr o omprdor, o preço de produção de um merdori é o preço de usto, podendo por isso entrr n formção do preço de outr merdori omo preço de usto. Um vez que o preço de produção d merdori pode desvir-se do vlor, tmbém o preço de usto de um merdori, no qul se inlui esse preço de produção de outr merdori, está im ou bixo d prte do vlor globl formd pelo vlor dos orrespondentes meios de produção onsumidos. Em virtude dess signifição modifid do preço de usto, é neessário lembrr que é sempre possível um erro qundo num rmo prtiulr de produção se igul o preço de usto d merdori o vlor dos meios de produção onsumidos pr produzi-l. Em noss pesquis tul é desneessário insistir nesse ponto." 28 Não temos dúvid nenhum que, pr onstrução do oneito de preço de produção, profundr no problem nterior é desneessário. No entnto, polêmi surgid posteriormente sobre o ssunto nos obrig trtr do tem. Quis são s onseqüênis formis de um trnsformção que leve em onsiderção modifição ssinld? Prtmos novmente de um esquem de reprodução simples de três setores e o representemos d seguinte form: + v + p W v + p W v3 + p3 W3 t + vt + pt Wt no qul, os símbolos indim mgnitudes de vlor e são filmente ompreendidos. Representemos gor o mesmo esquem em termos de preços de produção, inluindo os elementos do preço de usto: + v + p W v + p W v 3 + p3 W3

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