Indicadores IBGE. Estatística da Produção Agrícola. Abril de Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE

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1 Indicadores IBGE Estatística da Produção Agrícola Abril de 2012 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE

2 Presidenta da República Dilma Rousseff Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão Miriam Belchior INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Presidenta Wasmália Bivar Diretor-Executivo Nuno Duarte da Costa Bittencourt ÓRGÃOS ESPECÍFICOS SINGULARES Diretoria de Pesquisas Marcia Maria Melo Quintslr Diretoria de Geociências Wadih João Scandar Neto Diretoria de Informática Paulo César Moraes Simões Centro de Documentação e Disseminação de Informações David Wu Tai Escola Nacional de Ciências Estatísticas Denise Britz do Nascimento Silva UNIDADE RESPONSÁVEL Diretoria de Pesquisas Coordenação de Agropecuária Flavio Pinto Bolliger EQUIPE DE REDAÇÃO Redatores: Alexandre Pires Mata Carlos Alfredo Barreto Guedes Carlos Antônio Almeida Barradas Carlos Henrique Mesquita de Carvalho Cláudio R.G. de Almeida Mauro André Ratzsch de Andreazzi Roberto Verone Ferry Vitor Longo da Silva Filho Editoração: Alexandre Pires Mata Herberto da Costa Araújo Thereza Christina Villela Branco Indicadores IBGE Plano de divulgação: Trabalho e Rendimento Pesquisa mensal de emprego Agropecuária Estatística da produção agrícola* Estatística da produção pecuária* Indústria Pesquisa industrial mensal: produção física Brasil Pesquisa industrial mensal: produção física regional Pesquisa industrial mensal: emprego e salário Comércio Pesquisa mensal de comércio Índices, preços e custos Índice de preços ao produtor indústrias de transformação Sistema nacional de índices de preços ao consumidor: IPCA-E Sistema nacional de índices de preços ao consumidor: INPC - IPCA civil Sistema nacional de pesquisa de custos e índices da construção Contas nacionais trimestrais Contas nacionais trimestrais: indicadores de volume e valores correntes *Continuação de: Estatística da produção agropecuária, a partir de janeiro de Iniciado em 1982, com a divulgação de indicadores sobre trabalho e rendimento, indústria e preços, o periódico Indicadores IBGE incorporou no decorrer da década de 80 informações sobre agropecuária e produto interno bruto. A partir de 1991, foi subdividido em fascículos por assuntos específicos, que incluem tabelas de resultados, comentários e notas metodológicas. As informações apresentadas estão disponíveis em diferentes níveis geográficos: nacional, regional e metropolitano, variando por fascículo.

3 PRODUÇÃO DAS LAVOURAS EM ABRIL DE 2012 SUMÁRIO 1 - Lavouras... 5 TABELAS DE RESULTADOS Safra Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais abril / março safra 2012 Brasil Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas para a safra 2012 com a safra de Brasil Área de cereais, leguminosas e oleaginosas - comparação entre as safras de 2011 e Brasil e Grandes Regiões Produção de cereais, leguminosas e oleaginosas - comparação entre as safras de 2011 e Brasil e Grandes Regiões Participação de área e produção de cereais, leguminosas e oleaginosas, Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação Participação de área e produção de cereais, leguminosas e oleaginosas, segundo os produtos agrícolas Brasil Produtos Algodão herbáceo Amendoim (em casca)total Amendoim (em casca) 1ª safra Amendoim (em casca) 2ª safra Arroz (em casca) Aveia (em grão) Batata-inglesa Total Batata-inglesa 1ª safra Batata-inglesa 2ª safra Batata-inglesa 3ª safra Cacau (em amêndoa) Café (em grão) - Total Café (em grão) - Arábica Café (em grão) - Canephora Cana-de-açúcar Cebola Cevada (em grão) Feijão (em grão) Total Feijão (em grão) 1ª safra Feijão (em grão) 2ª safra Feijão (em grão) 3ª safra Laranja Mamona (em baga)... 63

4 Mandioca Milho (em grão) Total Milho (em grão) 1ª safra Milho (em grão) 2ª safra Soja (em grão) Sorgo (em grão) Trigo (em grão) Triticale (em grão)... 80

5 1 Lavouras 1.1 Produção de cereais, leguminosas e oleaginosas quarta estimativa da safra 2012, em relação à produção obtida em 2011 A quarta avaliação da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas é estimada em 159,3 milhões de toneladas 1, inferior em 0,5% à obtida em 2011 (160,1 milhões de toneladas) e 0,5% maior que a estimativa de março. A área a ser colhida em 2012, de 50,2 milhões de hectares, apresenta acréscimo de 3,2% frente à área colhida em 2011 e aumento de 0,8% frente ao mês anterior. O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que somados representam 91,2% da previsão da produção e respondem por 84,3% da área a ser colhida. Em relação ao ano anterior o arroz apresenta uma redução na área de 11,6%, o milho um acréscimo de 14,1% e a soja acréscimo de 3,1%. No que se refere à produção, o arroz apresenta uma redução de 13,8%, o milho um aumento de 19,5% e a soja uma redução de 11,4%. Vale destacar que, considerando apenas os produtos da safra de verão 2, a produção prevista, para esse grupo de grãos, de 117,2 milhões de toneladas é 8,4% inferior à registrada para esse mesmo conjunto em 2011 (127,9 milhões de toneladas), decréscimo que pode ser explicado pelos baixos índices pluviométricos observados, principalmente na Região Sul. A área cultivada com soja cresceu 3,1%, entretanto o regime de chuvas inadequado afetou o rendimento médio que decresceu 14,1%, resultando na redução de 11,4% na produção deste grão. O arroz, que apresentou queda de 11,6% na área a ser colhida, também teve seu rendimento médio diminuído em 2,5% o que acarretou uma diminuição de 13,8% na estimativa de produção Cereais, leguminosas e oleaginosas -0,5 % Área e Produção - Brasil 1980 a 2012 Produção (t) Área (ha) 3,2 % Em atenção a demandas dos usuários de informação de safra, os levantamentos para Cereais, leguminosas e oleaginosas, ora divulgados, foram realizados em estreita colaboração com a Companhia Nacional de Abastecimento - Conab, órgão do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA, continuando um processo de harmonização das estimativas oficiais de safra, iniciado em outubro de 2007, para as principais lavouras brasileiras. 2 Produtos de verão: Algodão herbáceo (caroço de algodão), amendoim 1ª safra (em casca), arroz (em casca), feijão 1ª safra, mamona (baga), milho 1ª safra (em grão) e soja (em grão) 5

6 Entre as Grandes Regiões, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresenta a seguinte distribuição: Região Centro-Oeste, 64,5 milhões de toneladas; Sul, 56,9 milhões de toneladas; Sudeste, 18,4 milhões de toneladas; Nordeste, 15,0 milhões de toneladas e Norte, 4,6 milhões de toneladas. Comparativamente à safra passada, são constatados incrementos nas Regiões Nordeste, 2,6%, Sudeste, 6,9% Norte, 4,6%, Centro-Oeste, 15,0% e decréscimo na Região Sul de 16,2%. Nesta quarta avaliação para 2012, o Mato Grosso lidera como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 23,0%, seguido pelo Paraná, com 19,3% e Rio Grande do Sul, com 12,6%, estados estes que somados representam 54,9% do total nacional. 2,1 1,5 1,2 0,4 0,8 0,7 0,5 0,4 0,1 0,1 0,1 0,1 19,3 12,6 11,0 7,4 6,2 4,5 4,1 3,8 0,1 0,1 23,0 Cereais, leguminosas e oleaginosas Participação na produção nacional Segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação 2012 Sul 35,7% Participação % Centro- Oeste 40,5% Nordeste 9,4% Sudeste 11,5% Norte 2,9% MT PR RS GO MG MS BA SP SC MA PI TO CE PA RO SE DF PE PB RR AC AL RN ES AM RJ AP 0,2 1.2 Produção Agrícola 2012 estimativa de abril em relação a março No Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de abril destacamos as variações nas estimativas de produção, comparativamente ao mês de março, de sete produtos: sorgo em grão (+10,8%), milho em grão 2ª safra (+5,9%), café em grão arábica (+1,2%), amendoim em casca total (-1,0%), milho em grão1ª safra (-1,7%), trigo em grão (-6,7%) e o feijão em grão 1ª safra (-16,6%). Variação percentual da produção - comparação abril / março BRASIL Sorgo Milho 2ª safra Café Arábica Am endoim - Total Milho 1ª safra Trigo Feijão 1ª safra -18,0-16,0-14,0-12,0-1 -8,0-6,0-4,0-2,0 2,0 4,0 6,0 8,0 1 12,0 Variação % 6

7 Variação absoluta da produção - comparação abril / março BRASIL Sorgo Milho 2ª safra Café Arábica Am endoim - Total M ilho 1ª safra Trigo Feijão 1ª safra Variação absoluta (t) AMENDOIM (em casca) - Em abril a atenção se volta para a 2ª safra do produto, quando a Bahia ocupa o 1º lugar. Neste Estado o plantio do amendoim normalmente ocorre neste mês, estando previstos decréscimos em todas as variáveis, quando comparadas às estimativas de março. A área a ser plantada, de ha, decresceu 10,4%. A produção, estimada agora em toneladas, já apresenta decréscimo de 19,6% em relação a março, dada a grave seca que assola a Bahia. Ressaltase que a produção do Estado representa 51,5% da 2ª safra brasileira Amendoim (em casca) Total Produção (t) Variação % ,7-19,6 Mar Abr SP MG PR BA RS GO SE CE PB MT -32,5 7

8 CAFÉ ARÁBICA (em grão) - Na comparação mensal, a safra de café arábica 2012, em nível de Brasil, que está estimada em toneladas (38,3 milhões de sacas de 60 kg), apresenta acréscimo de 1,3% em relação à estimativa de março. A área total ocupada com a cultura é de ha, apresentando um pequeno acréscimo em relação a março. A área a ser colhida, de ha, também apresenta expansão. O rendimento médio cresce 1,2%. O período de estiagem, de 15 de janeiro até fim de fevereiro, coincidindo com o final do enchimento dos frutos, é crítico, pois o peso do grão é fundamental para definir o tamanho da safra. No entanto, 2012 é, de acordo com a série histórica, um ano de alta, razão pela qual a previsão está mantida, apesar dos problemas citados ,8 Café Arábica (em grão) Produção (t) Variação % ,1-0,3 Mar Abr 5,7 17,1 MG SP ES BA PR GO RJ CE MS AC PE DF MT CAFÉ CANEPHORA (em grão) - A produção nacional estimada em abril é de 12,2 milhões de sacas de 60 kg. A retração em relação à estimativa de produção do mês anterior, de 0,3%, deve-se exclusivamente ao Estado de Rondônia, 2º maior produtor brasileiro, que apresenta, em relação a março, um decréscimo de 2,5% na produção esperada para 2012, em virtude de ajustes na área a ser colhida (-6,6%) e na área total ocupada com robusta (-6,7%), uma vez que o rendimento esperado deve aumentar 4,4% na comparação com o mês de março. O Espírito Santo, 1º produtor, mantém em abril as mesmas estimativas de março e os problemas observados no 1º trimestre, como temperaturas excessivas e estiagem, não interferiram negativamente nos valores divulgados agora em abril. Desta forma, são positivas as perspectivas do mês para a safra que já começou a ser colhida. FEIJÃO (em grão) 1ª safra - Esta safra já teve a maior parte da área colhida e registra uma produção de toneladas, que é 16,6% menor que o terceiro levantamento. Esta safra sofreu redução de área em quase todos os estados produtores. A Região Nordeste, que ainda não concluiu a colheita, prevê uma produção de toneladas, que é 45,4% menor que a estimativa de março. A área plantada foi reduzida em alguns estados do Nordeste, devido ao atraso e irregularidade da precipitação pluviométrica, sendo observada nesta estimativa de abril, em relação à de março, uma diminuição de 5,1% no PI, 2,2% na BA, 15,8% no CE e 25,4% no RN. 8

9 ,2 Feijão (em grão) - 1ª safra Produção (t) Variação % ,8-30,8-30,1-7,5-69,6 Part. Prod.>1% Mar Abr -20,3 0 PR MG GO CE SP SC BA PE RS RO PI RN DF MA MT FEIJÃO (em grão) 2ª safra - Para o feijão 2ª safra, a produção esperada registra uma queda de 0,6% frente à estimativa de março, alcançando toneladas. No Paraná, maior produtor nacional, participando com 24,3% da produção do grão, as investigações de campo indicam uma área plantada, nesta safra, de ha, que é 1,9% maior que a anterior e uma produção esperada de toneladas do produto que é 7,0% menor. MILHO (em grão) 1ª safra Para a primeira safra de milho, que já está em fase de fechamento da colheita, a previsão de produção é de toneladas, sendo que este valor é 1,7% inferior ao mês anterior em função, principalmente da menor área colhida (3,4%). A Região Nordeste, que representa 11,9% da safa nacional, foi a que mais influenciou reduzindo sua produção em 20,1%, a área plantada em 7,5%, a área colhida em 12,3% e o rendimento em 8,9%, que pode ser explicado pela prolongada e intensa estiagem que vêm assolando alguns estados da Região. O Ceará, nesta avaliação de abril, foi o que mais diminuiu sua estimativa de produção (59,0%), seguido pelo Piauí (24,5%), Rio Grande do Norte (15,6%) e Bahia (8,2%) ,3 1,4 Milho (em grão) 1ª safra Produção (t) Variação % ,4-8,2-24,5 1,6 Part. Prod.>1% Mar Abr 21,3-4,1-59,0 0 MG PR GO SC RS SP BA PI MA PA MT RO MS CE 9

10 MILHO (em grão) 2ª safra A previsão para a segunda safra nacional de milho é de toneladas. Apresentou acréscimos em produção de 5,9% quando comparado com o mês anterior, 1,6% no rendimento médio e 4,2% em área plantada. A Região Centro Oeste, maior produtora do milho na 2ª safra, com 61% da produção nacional, apresentou variação média positiva de 7,7% na previsão de produção, e de 5,3% em área a ser colhida. O principal estado responsável por este aumento foi o Mato Grosso do Sul, que apresentou acréscimos de 39,6% na previsão da produção e 19,9% em área a ser colhida. Goiás também apresentou aumento significativo de 4,5% na produção e 5,4% na área a ser colhida. O Estado do Mato Grosso, maior produtor nacional não apresentou variação em relação aos dados informados em março. O Paraná, segundo maior produtor, com 30,3% da produção nacional, estimou aumento da produção de 4,2% e de 3,7% em relação à área a ser colhida, quando comparadas ao mês anterior. As condições meteorológicas verificadas no decorrer do mês de abril foram bastante variáveis, no início do mês observamos vários dias sem chuva, e nos últimos dias verificou-se um excesso de chuvas. Atualmente, os principais estágios fenológicos das lavouras são os de desenvolvimento vegetativo (50%), floração (35%), frutificação (15%) e maturação (5%) ,2 Milho (em grão) 2ª safra Produção (t) Variação % ,6 4,5 Mar Abr ,6 MT PR MS GO SP SE BA MG DF SORGO (em grão) - Com a consolidação do plantio nos principais estados produtores, tem-se neste quarto levantamento uma estimativa mais apurada da produção nacional que é de toneladas, quantitativo 10,7% inferior a 2011, devido, principalmente, a menor área plantada. Porém, esta estimativa supera a do mês de março em 10,8%, este crescimento deve-se a reavaliação do Estado de Goiás, responsável por 39,8% da produção nacional, que prevê um aumento de 42,0% na produção em relação ao mês anterior. Apesar deste aumento, a produção é 16,7% inferior ao ano de 2011, devido a menor área plantada (16,3%). 10

11 No Mato Grosso do Sul, há uma expressiva redução na área plantada de 43,9%, em comparação com o ano anterior. Esta redução acentuada está relacionada essencialmente a maior opção de plantio do milho 2ª safra que está com ótimo preço de mercado, dando maior rentabilidade ao produtores ,0 5,0 Sorgo (em grão) Produção (t) Variação % ,9 Mar Abr 0,5 GO MG MT BA MS SP RS DF RN CE PE -22,7 CEREAIS DE INVERNO (em grão) - Para as lavouras de inverno, cujos cultivos concentram-se, predominantemente, nos estados do sul do país, verificam-se acréscimos de produção para os produtos aveia (16,8%), cevada (19,1%) e decréscimos para o trigo (6,7%) e triticale (0,2%), quando comparados ao mês anterior. Destaca-se que essa avaliação é de caráter preliminar e deve ser analisada com cautela tendo em vista que apenas os Estados de Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás forneceram os primeiros dados ,7 Culturas de inverno Brasil Produção (t) Março/2012 Abril/ ,8 19,1-0,2 0 Trigo Aveia Cevada Triticale 11

12 No Paraná, o plantio já se desenvolveu em cerca de 15% da área, com as lavouras apresentando uma boa germinação e um bom desenvolvimento inicial. As atividades de plantio deverão ser incrementadas no decorrer dos próximos meses, devendo estar concluídas no início do mês de julho. Para a cultura do trigo no Paraná, as investigações de campo, realizadas no decorrer do mês de abril, com o objetivo de se conhecer a área que deverá ser plantada com a cultura no ano de 2012, aponta ainda na condição de intenção de plantio uma área da ordem de ha. A previsão de redução de área de plantio com a cultura do trigo paranaense decorre dos baixos preços praticados com o produto na safra passada, bem como da dificuldade dos produtores em vender a sua produção. Até o final do período, o plantio havia sido realizado em cerca de 20 % da área prevista, com as lavouras até então implantadas, se encontrando na sua totalidade nos estágios de germinação (50 %), e desenvolvimento vegetativo (50 %). A previsão de produção do trigo na safra de 2012, caso se confirme o plantio, é da ordem de toneladas, estimativa que mantém o Estado como o maior produtor, participando com 47,1% da produção nacional ,1 Trigo (em grão) Produção (t) Variação % Mar Abr ,6-45,7 PR RS SC MG SP GO MS DF Produção Agrícola 2012 estimativa de abril de 2012, em nível nacional, em relação à produção obtida em 2011 Dentre os vinte e seis produtos selecionados, doze apresentam variação positiva na estimativa de produção em relação ao ano anterior: algodão herbáceo em caroço (1,6%), aveia em grão (2,9%), café em grão - arábica (16,9%), café em grão - canephora (5,6%), cana-de-açúcar (3,9%), cebola (2,8%), cevada em grão (2,6%), feijão em grão 2ª safra (24,9%), mandioca (2,2%), milho em grão 1ª safra (0,4%), milho em grão 2ª safra (49,0%) e triticale em grão (4,4%). Com variação negativa são catorze produtos: amendoim em casca 1ª safra (3,2%), amendoim em casca 2ª safra (8,3%), arroz em casca (13,8%), batata-inglesa 1ª safra (7,6%), batata-inglesa 2ª safra (3,0%), batata-inglesa 3ª safra (1,2%), cacau em amêndoa (2,2%), feijão em grão 1ª safra (27,0%), feijão em grão 3ª safra (9,1%), 12

13 laranja (0,4%), mamona em baga (52,5%), soja em grão (11,4%), sorgo em grão (10,7%) e trigo em grão (15,9%). Nas figuras a seguir estão representadas as variações percentuais e absolutas das principais culturas levantadas em comparação com a safra anterior: Variação percentual da produção - comparação 2012 / BRASIL Mamona Feijão 1ª Trigo Arroz Soja Sorgo Feijão 3ª Amendoim 2ª Batata - ing. 1ª Amendoim 1ª Batata-ing. 2ª Cacau Batata-ing. 3ª Laranja Milho 1ª Alg. herbáceo Mandioca Cevada Cebola Aveia Cana de açúcar Triticale Café Canephora Café Arábica Feijão 2ª Milho 2ª Variação absoluta da produção - comparação 2012 / BRASIL Milho 2ª Mamona Feijão 1ª Trigo Arroz Soja Sorgo Feijão 3ª Amendoim 2ª Batata - ing. 1ª Amendoim 1ª Batata-ing. 2ª Cacau Batata-ing. 3ª Laranja Milho 1ª Alg. herbáceo Mandioca Cevada Cebola Aveia Triticale Café Canephora Café Arábica Feijão 2ª Cana-de-açúcar - diferença absoluta t AMENDOIM (em casca) - A produção nacional, consideradas as duas safras em conjunto, está estimada em toneladas, contra toneladas produzidas em 2011, um decréscimo de 3,5%. O maior produtor é o Estado de São Paulo, com ha de área colhida ou a ser colhida e toneladas previstas, 85,1% de todo o amendoim produzido anualmente no País. Na 1ª safra paulista, já colhida, a utilização de áreas de renovação de cana-de-açúcar para 13

14 plantio do amendoim é importante e muitas vezes o cultivo da leguminosa fica na dependência da disponibilidade de áreas, normalmente erradicadas após 5 anos de colheitas sucessivas de cana, dependendo de condições de mercado e custos de produção, principalmente. Na 2ª safra, espera-se decréscimo de 8,3% em relação a igual período do ano anterior. A seca, que atinge parte do Nordeste, prejudica principalmente a Bahia, 1º estado produtor de amendoim desta temporada (-17,8%). Amendoim 1ª safra 94,2% t Amendoim 2ª safra 5,8% t CAFÉ(em grão) - A safra nacional de café arábica que começará a ser colhida em maio próximo, está estimada em 38,3 milhões de sacas de 60 kg, equivalentes a t, 17,0% a mais que em A área a ser colhida registra crescimento de 1,0% em relação à safra passada, totalizando ha. A área total ocupada com esta espécie é de ha, sendo 0,9% maior que O acréscimo estimado no rendimento médio (15,8%) pode ser creditado à particularidade que apresenta o arábica, de alternar anos de altos e baixos rendimentos médios. As precipitações pluviométricas foram regulares durante todo o período pós-florada, e não só houve frutificação normal, como bom desenvolvimento dos frutos até meados de janeiro, quando se instalou a estiagem, que foi significativa na Zona da Mata e Sul de Minas Gerais, estado maior produtor, com 67,6% de participação na produção do País. Entretanto, até o mês corrente não há registros de danos suficientes para alterar as boas perspectivas para a a safra a ser colhida em Para o café canephora, que já começou a ser colhido, a produção esperada de toneladas (12,2 milhões de sacas) em 2012, representa aumento de 5,6%, creditado às boas perspectivas da safra a ser colhida no Espírito Santo, 1º produtor nacional de grãos desta espécie (76,1% de participação), embora as áreas não irrigadas tenham limitado as possibilidades da safra capixaba. É grande a dificuldade que os produtores tem em irrigar seus cafezais, seja pelos entraves em conseguir outorga para uso da água, seja pelo alto custo inicial de máquinas e equipamentos. Muitos produtores praticam a simples molhação, prática de suprimento de água sem critérios técnicos, usada 14

15 como último recurso, muitas vezes para evitar que o teor de umidade no solo atinja níveis críticos. Apesar dos problemas, o Espírito Santo, além de ser o maior produtor nacional da espécie concentra também os maiores rendimentos do País (média de 31,4 sc/ha). Outros estados onde a espécie é cultivada, são, em ordem decrescente: Rondônia, Bahia, Minas Gerais, Pará, Mato Grosso e Ceará, cujos números constam da tabela anexa à esta publicação. Arábica 75,8% t 38,3 milhões sacas Canephora 24,2% t 12,2 milhões sacas FEIJÃO (em grão) - A expectativa para a produção de feijão total é de toneladas que é 8,3% menor que a de Essa variação não segue as variações individuais das duas primeiras safras, onde a 1ª safra ( t) teve uma variação negativa de 27,0% e a 2ª safra ( t) tem uma previsão de aumento de 24,9%. A redução de 17,1% na área plantada da 1ª safra se deve principalmente ao fato dos produtores terem recebido um preço considerado muito baixo, no segundo semestre de Com a recuperação dos preços, houve um aumento de 5,5% na área plantada ( ha) para a segunda safra, que tem previsão de rendimento médio de 973 kg/ha que é 5,1% maior que o de Feijão 1ª safra 44,4% t Feijão 2ª safra 43,3% t t Feijão 3ª safra 12,3% 15

16 MILHO (em grão) - É esperada uma produção de de toneladas somadas as duas safras do produto, superior 1,9% em relação à estimativa anterior e 19,5% maior que a safra passada, em uma área plantada 13,4% maior. Estes números refletem os bons preços que o produto vem encontrando no mercado, o que faz com que os produtores optem pela cultura. É prevista uma variação total positiva de 0,4% de produção para a primeira safra quando comparada com a safra de 2011, isto representa um crescimento de toneladas. A área plantada aumentou 4,3% e a área colhida 1,9%, porém o rendimento diminuiu 1,4%, este baixo rendimento pode ser explicado pela estiagem prolongada que afetou o Sul do País diminuindo o rendimento em 22,1%, e a produção em 14,5%, que representa uma perda de toneladas em relação ao produzido em 2011 nesta Região. O estado mais afetado pela seca foi o Rio Grande do Sul, diminuindo a produção em 42,2% e o rendimento em 37,3%, passando de kg/ha em 2011 para kg/ha em O Paraná aumentou a área plantada em 23,9%, porém obteve uma rendimento 15,5% menor que o da safra passada, aumentando a produção em apenas 4,7%. Outros estados tradicionalmente produtores, investiram nesta cultura, devido os bons preços praticados para o produto, como é o caso de Minas Gerais e Goiás, com aumento de áreas de 5,9% e 25,5% respectivamente. A previsão de aumento de 49,0% na produção nacional de milho segunda safra ( t), corresponde a toneladas a mais em 2012, em uma área de ha. Esta safra será toneladas menor que a primeira safra ( t.). Este aumento de safra, se deve, entre outros fatores, ao bom preço do milho no mercado e a antecipação da colheita da soja, o que propiciou uma maior janela para o plantio do milho safrinha, notadamente no Mato Grosso. O Estado é o maior produtor deste segundo período de plantio da cultura, com toneladas em uma área a ser colhida de hectares com um rendimento médio de kg/ha, que corresponde a um aumento de 57,3%, 41,4% e 11,3% respectivamente, quando comparadas com o ano anterior. O Estado do Paraná, segundo produtor nacional, aumentou a produção em 57,5%, a área a ser colhida em 21,3% e o rendimento em 29,9%. Vale também destacar os estados de Mato Grosso do Sul e Goiás que irão produzir 34,5% e 26,6% a mais que a safra Milho 1ª safra 51,0% Milho 2ª safra 49,0% t t 16

17 SOJA (em grãos) - A produção esperada para a soja em 2012 é de 66,4 milhões de toneladas, menor 11,4% que a do ano passado. Embora a área a ser colhida ( ha) aponte um aumento de 3,1%, o rendimento médio esperado (2.677 kg/ha) registra uma queda de 14,1%. A diminuição na produção é decorrente das condições climáticas desfavoráveis ocorridas principalmente na Região Sul. O Rio Grande do Sul foi o estado que mais sofreu com a estiagem, acusando uma diminuição no rendimento médio de 44,8% e consequente queda de 43,8% na produção ( t) frente à Esta redução pode ser ilustrada pela participação do Estado na produção nacional, que de 15,5% em 2011 passou para 9,8%. No Paraná o efeito da seca resultou em queda da participação na produção nacional de soja de 20,6% para 16,4%, ficando em toneladas. A Região Centro-Oeste é responsável por 52,5% da produção do grão neste ano. Esta região teve um aumento de 6,0% na área plantada e de 3,3% na produção ( t), apesar da queda de 2,8% no rendimento médio. A redução observada nesta avaliação foi influenciada, principalmente, pelo resultado do Mato Grosso do Sul, estado que foi mais afetado pela seca, que teve o rendimento médio reduzido em 12,8%. TRIGO (em grão) - A primeira estimativa de plantio nacional é da ordem hectares, 13,5% menor que a área cultivada com o produto no ano anterior. Consequentemente com a redução da área plantada a produção estimada também é menor 15,9%, influenciada também por um rendimento médio 4,4% inferior ao obtido em O Paraná registra em sua primeira estimativa um decréscimo de 7,0%, quando comparada a safra anterior. Esse fato deve-se ao baixo preço do produto praticado na safra anterior, bem como dificuldades de comercialização e a competitividade com o trigo de outros países ,0-24,1 Trigo (em grão) Produção (t) Variação % ,1-3,6-24,0-8, ,8 PR RS SC MG SP GO MS DF -39,6 Os próximos levantamentos da produção agrícola trarão informações sobre as culturas permanentes e darão continuidade ao acompanhamento da colheita da safra de verão, ao desenvolvimento das segunda e terceira safras de alguns produtos, além das culturas anuais de inverno que, por força do calendário agrícola, têm suas estimativas baseadas em projeções. 17

18 18

19 1 - ÁREA, PRODUÇÃO E RENDIMENTO MÉDIO - CONFRONTO DAS ESTIMATIVAS MARÇO/ABRIL BRASIL Mês: Abril/2012 Á R E A P R O D U Ç Ã O RENDIMENTO MÉDIO P R O D U T O S (ha) (t) (kg/ha) A G R Í C O L A S MÊS ANTERIOR MÊS ATUAL VARIAÇÃO % MÊS ANTERIOR MÊS ATUAL VARIAÇÃO % MÊS ANTERIOR MÊS ATUAL VARIAÇÃO % T O T A L ALGODÃO HERBÁCEO (em caroço) AMENDOIM (em casca) - TOTAL AMENDOIM (em casca) - 1ª safra AMENDOIM (em casca) - 2ª safra ARROZ (em casca) AVEIA (em grão) BATATA-INGLESA - TOTAL BATATA-INGLESA - 1ª safra BATATA-INGLESA - 2ª safra BATATA-INGLESA - 3ª safra CACAU (em amêndoa) CAFÉ (em grão) - TOTAL CAFÉ (em grão) - ARÁBICA CAFÉ (em grão) - CANEPHORA CANA-DE-AÇÚCAR CEBOLA CEVADA (em grão) FEIJÃO (em grão) - TOTAL FEIJÃO (em grão) - 1ª safra FEIJÃO (em grão) - 2ª safra FEIJÃO (em grão) - 3ª safra LARANJA MAMONA (baga) MANDIOCA MILHO (em grão) - TOTAL MILHO (em grão) - 1ª safra MILHO (em grão) - 2ª safra SOJA (em grão) SORGO (em grão) TRIGO (em grão) TRITICALE (em grão) FONTE: Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias - GCEA/IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, abr/2012. NOTA: Para as Unidades da Federação, que por força do calendário agrícola, ainda não dispõem das estimativas iniciais, os dados correspondem a uma projeção obtida a partir das informações de anos anteriores. 19

20 2 - ÁREA, PRODUÇÃO E RENDIMENTO MÉDIO - CONFRONTO DAS SAFRAS DE 2011 E DAS ESTIMATIVAS PARA 2012 BRASIL Mês: Abril/2012 Á R E A P R O D U Ç Ã O RENDIMENTO MÉDIO P R O D U T O S (ha) (t) (kg/ha) A G R Í C O L A S SAFRA 2011 SAFRA 2012 VARIAÇÃO % SAFRA 2011 SAFRA 2012 VARIAÇÃO % SAFRA 2011 SAFRA 2012 VARIAÇÃO % T O T A L ALGODÃO HERBÁCEO (em caroço) AMENDOIM (em casca) - TOTAL AMENDOIM (em casca) - 1ª safra AMENDOIM (em casca) - 2ª safra ARROZ (em casca) AVEIA (em grão) BATATA-INGLESA - TOTAL BATATA-INGLESA - 1ª safra BATATA-INGLESA - 2ª safra BATATA-INGLESA - 3ª safra CACAU (em amêndoa) CAFÉ (em grão) - TOTAL CAFÉ (em grão) - ARÁBICA CAFÉ (em grão) - CANEPHORA CANA-DE-AÇÚCAR CEBOLA CEVADA (em grão) FEIJÃO (em grão) - TOTAL FEIJÃO (em grão) - 1ª safra FEIJÃO (em grão) - 2ª safra FEIJÃO (em grão) - 3ª safra LARANJA MAMONA (baga) MANDIOCA MILHO (em grão) - TOTAL MILHO (em grão) - 1ª safra MILHO (em grão) - 2ª safra SOJA (em grão) SORGO (em grão) TRIGO (em grão) TRITICALE (em grão) FONTE: Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias - GCEA/IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, abr/2012. NOTA: Para as Unidades da Federação, que por força do calendário agrícola, ainda não dispõem das estimativas iniciais, os dados correspondem a uma projeção obtida a partir das informações de anos anteriores. 20

21 3 - ÁREA DE CEREAIS, LEGUMINOSAS E OLEAGINOSAS COMPARAÇÃO ENTRE AS SAFRAS 2011 E 2012 BRASIL E GRANDES REGIÕES Abril/2012 Á R E A E M H E C T A R E S P R O D U T O S B R A S I L N O R T E N O R D E S T E S U D E S T E S U L C E N T R O - O E S T E A G R Í C O L A S SAFRA 2011 SAFRA 2012 VAR. % SAFRA 2011 SAFRA 2012 VAR. % SAFRA 2011 SAFRA 2012 VAR. % SAFRA 2011 SAFRA 2012 VAR. % SAFRA 2011 SAFRA 2012 VAR. % SAFRA 2011 SAFRA 2012 VAR. % Algodão herbáceo (1) Amendoim (em casca) 1ª safra Arroz (em casca) Feijão (em grão) 1ª safra Mamona (baga) Milho (em grão) 1ª safra Soja (em grão) SUB-TOTAL Amendoim (em casca) 2ª safra Aveia (em grão) Centeio (em grão) Cevada (em grão) Feijão (em grão) 2ª safra Feijão (em grão) 3ª safra Girassol (em grão) Milho (em grão) 2ª safra Sorgo (em grão) Trigo (em grão) Triticale (em grão) SUB-TOTAL TOTAL Fonte: Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias - GCEA/IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, abr/2012. NOTA: Para as Unidades da Federação que, por força do calendário agrícola, ainda não dispõem das estimativas iniciais, os dados correspondem a uma projeção obtida a partir das informações de anos anteriores. (1) Caroço de algodão. 21

22 4 - PRODUÇÃO DE CEREAIS, LEGUMINOSAS E OLEAGINOSAS COMPARAÇÃO ENTRE AS SAFRAS 2011 E 2012 BRASIL E GRANDES REGIÕES Abril/2012 P R O D U Ç Ã O E M T O N E L A D A S P R O D U T O S B R A S I L N O R T E N O R D E S T E S U D E S T E S U L C E N T R O - O E S T E A G R Í C O L A S SAFRA 2011 SAFRA 2012 VAR. % SAFRA 2011 SAFRA 2012 VAR. % SAFRA 2011 SAFRA 2012 VAR. % SAFRA 2011 SAFRA 2012 VAR. % SAFRA 2011 SAFRA 2012 VAR. % SAFRA 2011 SAFRA 2012 VAR. % Algodão herbáceo (1) Amendoim (em casca) 1ª safra Arroz (em casca) Feijão (em grão) 1ª safra Mamona (baga) Milho (em grão) 1ª safra Soja (em grão) SUB-TOTAL Amendoim (em casca) 2ª safra Aveia (em grão) Centeio (em grão) Cevada (em grão) Feijão (em grão) 2ª safra Feijão (em grão) 3ª safra Girassol (em grão) Milho (em grão) 2ª safra Sorgo (em grão) Trigo (em grão) Triticale (em grão) SUB-TOTAL TOTAL Fonte: Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias - GCEA/IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, abr/2012. NOTA: Para as Unidades da Federação que, por força do calendário agrícola, ainda não dispõem das estimativas iniciais, os dados correspondem a uma projeção obtida a partir das informações de anos anteriores. (1) Caroço de algodão. 22

23 5 - ÁREA E PRODUÇÃO DE CEREAIS, LEGUMINOSAS E OLEAGINOSAS BRASIL, GRANDES REGIÕES E UNIDADES DA FEDERAÇÃO SAFRA 2012 UNIDADES DA FEDERAÇÃO ÁREA (ha) % PARTIC. PRODUÇÃO (t) % PARTIC. BRASIL NORTE RONDÔNIA ACRE AMAZONAS RORAIMA PARÁ AMAPÁ TOCANTINS NORDESTE MARANHÃO PIAUÍ CEARÁ RIO GRANDE DO NORTE PARAÍBA PERNAMBUCO ALAGOAS SERGIPE BAHIA SUDESTE MINAS GERAIS ESPÍRITO SANTO RIO DE JANEIRO SÃO PAULO SUL PARANÁ SANTA CATARINA RIO GRANDE DO SUL CENTRO-OESTE MATO GROSSO DO SUL MATO GROSSO GOIÁS DISTRITO FEDERAL FONTE: Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias - GCEA/IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, Abril/2012. Produtos investigados: algodão (caroço de algodão), amendoim, arroz, aveia, centeio, cevada, feijão, girassol, mamona, milho, soja, sorgo, trigo e triticale. 23

24 6 - ÁREA E PRODUÇÃO DE CEREAIS, LEGUMINOSAS E OLEAGINOSAS SEGUNDO OS PRODUTOS AGRÍCOLAS - BRASIL SAFRA 2012 PRODUTOS AGRÍCOLAS ÁREA (ha) % PARTIC. PRODUÇÃO (t) % PARTIC. T O T A L ALGODÃO HERBÁCEO (caroço de algodão) AMENDOIM (em casca) - TOTAL AMENDOIM (em casca) - 1ª safra AMENDOIM (em casca) - 2ª safra ARROZ (em casca) AVEIA (em grão) CENTEIO (em grão) CEVADA (em grão) FEIJÃO (em grão) - TOTAL FEIJÃO (em grão) - 1ª safra FEIJÃO (em grão) - 2ª safra FEIJÃO (em grão) - 3ª safra GIRASSOL (em grão) MAMONA (baga) MILHO (em grão) - TOTAL MILHO (em grão) - 1ª safra MILHO (em grão) - 2ª safra SOJA (em grão) SORGO (em grão) TRIGO (em grão) TRITICALE (em grão) FONTE: Grupo de Coordenação de Estatísticas Agropecuárias - GCEA/IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, Abril/

25 25 ALGODÃO HERBÁCEO (em caroço) TOTAL... P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO NORDESTE... P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO MARANHÃO... P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO PIAUÍ... P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO CEARÁ... P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO RIO GRANDE DO NORTE. P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO PARAÍBA... P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO PERNAMBUCO... P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO ALAGOAS... P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO BAHIA... P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO SUDESTE... P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO MINAS GERAIS... P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO SÃO PAULO... P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO SUL... P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO PARANÁ... P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO

26 26 ALGODÃO HERBÁCEO (em caroço) CENTRO-OESTE. P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO MATO GROSSO DO SUL.. P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO MATO GROSSO... P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO GOIÁS... P ÁREA I ÁREA II PRODUÇÃO REND.MÉDIO NOTAS - 1. SITUAÇÃO DA CULTURA: P (ÁREA I: PLANTADA; ÁREA II: A SER COLHIDA; PRODUÇÃO E RENDIMENTO MÉDIO ESPERADOS); C (ÁREA I: PLANTADA; ÁREA II: COLHIDA; PRODUÇÃO E RENDIMENTO MÉDIO OBTIDOS). A DIFERENÇA ENTRE AS ÁREAS I E II REFERE-SE A ÁREA PERDIDA. 2. ÁREA (ha), PRODUÇÃO (t) E RENDIMENTO MÉDIO (kg/ha). PARA AS UNIDADES DA FEDERAÇÃO QUE, POR FORÇA DO CALENDÁRIO AGRÍCOLA, AINDA NÃO DISPÕEM DAS ESTIMATIVAS INICIAIS, OS DADOS CORRESPONDEM A UMA PROJEÇÃO OBTIDA A PARTIR DAS INFORMAÇÕES DE ANOS ANTERIORES. (1) - VARIAÇÃO EM RELAÇÃO AO ANO ANTERIOR. (2) - VARIAÇÃO EM RELAÇÃO AO MÊS ANTERIOR. FONTE: GRUPO DE COORDENAÇÃO DE ESTATÍSTICAS AGROPECUÁRIAS - GCEA/IBGE

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