HIPERATIVIDADE E O DÉFICIT DE ATENÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR

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1 HIPERATIVIDADE E O DÉFICIT DE ATENÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR Resumo Fernanda Cezar de Assis 1 - UEM Maria de Jesus Cano Miranda 2 - UEM Grupo de Trabalho - Educação, Complexidade e transdisciplinaridade Agência Financiadora: não contou com financiamento O presente texto é resultado do desenvolvimento de um projeto de Iniciação Científica (PIC/UEM). Teve como objetivo investigar as características do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) no contexto escolar, suas implicações no processo de escolarização e aprendizagem das crianças, bem como compreender o processo de desenvolvimento da criança que apresenta Hiperatividade e Déficit de Atenção, possibilitando a reflexão de como as ferramentas de interação e mediação podem auxiliar na intervenção e atendimento das crianças que apresentam estes transtornos no âmbito da sala de aula. A fundamentação teórica deste estudo baseia-se nos pressupostos da concepção Histórico Cultural, defendida por Vigotski e seus colaboradores, que atribui real importância ao papel da escola e do professor no desenvolvimento cognitivo das crianças. Defende, também, a dimensão social do processo de apropriação de conhecimentos da criança, por meio da escolarização, que fornece os instrumentos e os símbolos que mediatizam a relação do indivíduo com o mundo. O aprendizado é, portanto, um aspecto necessário e fundamental no processo de desenvolvimento da criança, já que segundo essa perspectiva as funções psicológicas superiores são processos complexos entre experiências de âmbito cultural, social e também individual que se constituem mutuamente. Os procedimentos metodológicos utilizados para o desenvolvimento deste estudo envolveram a seleção da literatura básica, fichamento das obras selecionadas, participação em encontros de estudos. Constatou-se nos resultados que autores pesquisados defendem a ideia de intervenções não medicamentosas para minimizar os sintomas do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, e assim facilitar o processo de ensino e aprendizagem. Desta forma é importante compreender o processo de escolarização destas crianças e refletir como o profissional da educação pode adotar uma prática pedagogia que promova a superação dos limites, incentiva a busca, a pesquisa, o interesse, e a determinação para o processo de aprendizagem. Palavras-chave: Hiperatividade/Déficit de atenção. Processo de escolarização. Mediação. 1 Graduada em Pedagogia: Universidade Estadual de Maringá (UEM). Aluna do curso de especialização em Psicopedagogia Clinica e Institucional pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) 2 Doutora em Educação pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Professora Adjunto do Departamento de Fundamentos da Educação da Universidade Estadual de Maringá (UEM) ISSN

2 17221 Introdução Este trabalho refere-se ao desenvolvimento de um projeto de Iniciação Científica (PIC/UEM) que teve como propósito aprofundar conhecimentos sobre o processo de compreensão das crianças que apresentam o transtorno da Hiperatividade e Déficit de Atenção no processo da escolarização. Trata-se de um tema instigante e bastante discutido no âmbito acadêmico por causar impacto tanto no meio familiar como no meio escolar. Uma vez que a criança que apresenta hiperatividade representa um grande desafio para pais e educadores. O estudo deste tema justifica-se por que embora, atualmente, este transtorno seja estudado por muitos pesquisadores é possível perceber vários pontos de discordância e mesmo divergentes nos estudos desenvolvidos e na maneira de se conduzir o tratamento e o atendimento escolar destas crianças. Os objetivos que se pretendeu alcançar com esta pesquisa foram: investigar as características do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), suas causas e as implicações no processo de escolarização das crianças. Compreender o processo de desenvolvimento da criança que apresenta TDAH e refletir como as ferramentas de mediação podem auxiliar na intervenção e atendimento das crianças que apresentam TDAH no âmbito da sala de aula. Entende-se que o transtorno da hiperatividade apresenta características tais como: déficit de atenção, atividade motora excessiva e impulsividade ou falta de controle. Dessa forma os questionamentos que nortearam o presente estudo foram assim formulados: em que medida compreender as causas, as características deste transtorno em escolares pelos professores, facilitaria a operacionalização das ações docentes no encaminhamento do trabalho pedagógico? Que ferramentas a escola dispõe para interagir adequadamente com estes alunos e mediar o conhecimento e oportunizar lhes aprendizagem e desenvolvimento? Para efeitos didáticos este texto está organizado por tópicos, sendo que o primeiro refere-se à introdução abordando o tema de forma ampla e clara, contemplando os objetivos, a problematização e a justificativa do trabalho. No segundo tópico, são apresentados os procedimentos metodológicos e o referencial teórico que foi utilizado, a Teoria Histórica Cultural. O terceiro tópico refere-se ao estudo aprofundado das características do TDAH, como a criança diagnosticada com o transtorno desenvolve-se, e quais são as intervenções e

3 17222 mediações adequadas para possibilitar com que essa criança aprenda os conteúdos escolares, e finalizamos com as considerações finais. Desenvolvimento: Procedimentos metodológicos e pressupostos teóricos do estudo Este tópico cumpre o papel de apresentar os procedimentos metodológicos da pesquisa, bem como os principais pressupostos teóricos da Teoria Histórico Cultural desenvolvida por Vygotski e seus colaboradores. A pesquisa deste autor contribuiu de forma significativa para a compreensão do psiquismo e desenvolvimento humano em geral, e das crianças com dificuldades para aprender. Procedimentos metodológicos do estudo Esta pesquisa é resultado do desenvolvimento de um Projeto de Iniciação Científica (PIC/UEM) sobre o tema da hiperatividade de crianças no processo de escolarização. Trata-se de uma pesquisa de natureza teórica ou bibliográfica que, segundo Gil (2002, p.44), a pesquisa bibliográfica é desenvolvida com base em material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos científicos. Os procedimentos metodológicos envolveram seleção da literatura básica que fundamentou o trabalho de leitura, fichamentos das obras selecionadas, participação em encontros de estudos, discussões e reflexões com a orientadora, elaboração do relatório semestral e final deste estudo e apresentação de resultados parciais da pesquisa em eventos científicos no âmbito, local, regional, nacional, internacional da área da educação. Pressupostos teóricos do estudo A fundamentação teórica utilizada para o encaminhamento deste estudo baseia-se na perspectiva histórico-cultural de Vigotski, o qual enfatiza a importância da dimensão social do processo de apropriação de conhecimentos da criança, por meio da escolarização, que fornece os instrumentos e os símbolos que mediatizam a relação do indivíduo com o mundo. O aprendizado é, portanto, um aspecto necessário e fundamental no processo de desenvolvimento da criança, já que segundo essa perspectiva o bom desenvolvimento do ser humano depende do que ele aprende no contato com o seu meio cultural. Desta forma, há que se destacar o pensamento de Vigotski e Luria (1996) a respeito do desenvolvimento humano e da aprendizagem, os quais ressaltam a interação, a mediação e a

4 17223 internalização como ferramentas indispensáveis neste processo. O ambiente escolar é o local em que se deve proporcionar a criança, ricas e profundas interações, pois dentro deste cenário é possível se construir relações válidas e importantes. Resultados e Discussões Nesta parte do trabalho apresentam-se os resultados obtidos por meio dos estudos realizados nesta investigação no que se refere às características do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, abordando o conceito, causas, tratamento, o processo de desenvolvimento da criança e como as ferramentas de mediação podem auxiliar na intervenção dessas crianças em sala de aula. Características básicas do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, conceito, causas, tratamentos e implicações no processo de escolarização das crianças. O transtorno de Hiperatividade e Déficit de Atenção TDAH apresenta características sintomáticas reconhecidas nas diferentes correntes teóricas, é considerado pelos pesquisadores como: déficit de atenção, atividade motora excessiva e impulsividade ou falta de controle. De acordo com Briòso e Sarrià, (1995); Rohde e Benczik (1999), até os dois anos de idade, a atenção da criança é controlada por meio de estímulos, a mesma ainda não consegue controlar sua atenção voluntariamente. Dos dois aos cinco anos, esta tem a capacidade de controlar sua atenção, mas a mesma ainda é controlada em partes por estímulos, ou seja, sua atenção é controlada pelo exterior. Somente a partir dos seis anos de idade a criança controla voluntariamente, ou seja, sua atenção passa a ser controlada internamente. A segunda característica do TDAH é a atividade motora excessiva. Está presente em crianças hiperativas e se caracteriza como uma atividade motora desorganizada e excessiva que acontece sem nenhuma finalidade. Concomitantemente, observa-se na criança hiperativa dificuldade em coordenação motora grossa e observa-se também sincinesias (movimentos involuntários dos dedos). A terceira característica da criança hiperativa é a impulsividade. A criança, desde seu nascimento, possui seu comportamento controlado pelos adultos. Controle este que vai contra seus impulsos naturais, e com o desenvolvimento, o indivíduo acaba internalizando este controle. Este processo encontra-se alterado em crianças hiperativas, podemos observar uma tendência da criança em querer de todas as maneiras seus desejos atendidos. A criança não

5 17224 consegue esperar sua vez de falar, acaba interrompendo. A criança hiperativa acaba sendo rotulada como mal educada. Com relação ao diagnóstico da hiperatividade Goldstein e Goldstein (1996) complementam esclarecendo que não existe um único teste específico. Este deve ser feito a partir de observações e entrevistas com as pessoas responsáveis e os sintomas devem estar se manifestando pelo menos há seis meses. Desta forma para os autores citados anteriormente são utilizadas variadas maneiras de intervir com crianças que apresentam o TDAH, sendo elas o uso de medicamentos e técnicas não médicas que pais e professores devem compreender e utilizar, como gerenciar eficazmente o ambiente doméstico e escolar da criança, uma rotina matinal ou noturna constante, estratégias de desenvolvimento de habilidades que ajudam a criança hiperativa a prestar atenção de modo mais afetivo, planejar, ficar sentada e controlar as emoções. Essas intervenções permitem que a criança funcione de modo mais efetivo, minimizando os sintomas do TDAH. Processo de desenvolvimento das funções psicológicas superiores na criança que apresenta hiperatividade e déficit de atenção. Para auxiliar na intervenção e atendimento de crianças que apresentam o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, é necessário entendermos como ocorre seu processo de desenvolvimento. Desenvolvimento pautado nos pressuposto da Psicologia Histórico Cultural, sendo seus principais representantes Vigotski, Luria (1996) e Leontiev (1987). O principio fundamental da Psicologia Histórico Cultural é que o homem torna-se homem à medida que é inserido no meio social, assim afirma Eidt e Ferracioli (2013): a humanização do homem não é uma decorrência biológica da espécie, mas sim consequência de um longo processo de investimento no aprendizado da criança pequena, processo que se dá no interior do grupo social. Portanto, para que o homem se torne humano, não basta que ele tenha um aparato biológico. São necessárias condições de vida e educação bem definidas (EIDT; FERRACIOLI, 2013, p. 111). Nesta mesma perspectiva segundo Leontiev (1978) para que uma criança possa se humanizar não basta que ela seja inserida no mundo humano. Ela não pode simplesmente estar neste mundo, precisa viver e atuar sobre ele, usando os instrumentos, a linguagem e a lógica já elaborada pela sociedade.

6 17225 Portanto para que o homem desenvolva suas funções psíquicas, é necessário que ele passe por um processo, processo de humanização, sendo este obrigatoriamente mediado pelo meio em que vive, por meio das relações do homem com o homem e do homem com a natureza, como ilustra a citação a seguir: desta forma, será apenas ao longo dessa humanização que o individuo superará as funções psicológicas elementares que já possuía ao nascimento e, gradualmente, desenvolverá as chamadas funções psicológicas superiores. As primeiras são eminentemente biológicas e seu funcionamento é inato, restringindo-se aos acontecimentos imediatos do meio. Já as segundas se caracterizam por serem resultados das mediações sociais, sujeitas ao controle voluntario e consciente do individuo, que se valem do uso cada vez mais complexo da mediação de instrumentos culturais, inicialmente, muito próximos do concreto e, posteriormente, avançando em direção às abstrações (EIDT; FERRACIOLI, 2013, p.113). Para a psicologia Histórico-cultural, o desenvolvimento das funções psicológicas superiores apesar de se completarem após a infância de forma alguma se estagna na adolescência ou na fase adulta, estando sempre em aprimoramento ao longo de toda a vida, especialmente aquelas que envolvem o aprofundamento do pensamento conceitual Eidt e Ferracioli (2013, p. 115). Para concluir este tópico destaca-se a relevância do papel do professor em seu trabalho pedagógico na medida em que estimule o desenvolvimento das funções psicológicas superiores de seus alunos por meio de práticas pedagógicas mediadoras que estimulem o aluno com TDAH, que promova seu desenvolvimento de forma plena e contínua. Como as ferramentas da interação e mediação podem auxiliar na intervenção e atendimento das crianças que apresentam TDAH no âmbito da sala de aula. Para a intervenção com alunos que apresentam o Transtorno de hiperatividade e déficit de atenção é fundamental um planejamento com encaminhamento metodológico adequado, envolvendo símbolos e significados. Segundo Miranda Neto (2004) ao trabalharmos com crianças com TDAH, devemos procurar focar o componente afetivo envolvido nas atividades, mostrar-lhes a importância do aprendizado acadêmico para suas vidas, da compreensão de regras e do controle de sua própria conduta. Nunca subestimar o potencial de desenvolvimento do aluno, pois como afirma o Topczewski (1999), a maioria dos alunos hiperativos apresenta o nível de inteligência normal, sendo que alguns podem até apresentar o nível de inteligência acima do normal, o que

7 17226 acontece é que devido ao Déficit de atenção a capacidade de concentrar-se é prejudicada, havendo uma dificuldade de memorização, isso acaba comprometendo o aprendizado. Independente das causas e dos tratamentos utilizados para o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é função da escola enquanto formadora intelectual, transmitir conhecimento, proporcionando uma aprendizagem de qualidade para todos os alunos, de maneira que respeitem sua condição e veja a partir dela o potencial existente, pois: a profissão educador é, antes de tudo, uma missão, uma doação... Precisamos praticar o olhar e o escutar... A reconhecer no outro o ser pensante que é. A dar atenção ao outro, afinal atenção vem do verbo atender que significa cuidar (BELLI, 2008 p. 49). Neste sentido segundo Vigotski e Luria (1996) o educador passa de expectador de um transtorno para a condição de importante agente criador de mediações promotoras do processo de humanização de seus alunos. A criança que domina conscientemente sua atenção e sua vontade passa a conseguir retardar a satisfação de uma necessidade qualquer, assim como encadear ações no sentido de atingi-la mais para adiante. Tudo isso tem como desdobramento comportamentos menos impulsivos e mais atentos. Considerações Finais No decorrer do presente trabalho foi possível perceber que o propósito inicial de aprofundar conhecimentos para possibilitar o entendimento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade de crianças em processo de escolarização foi alcançado, na medida em que permitiu reflexões a respeito desta importante temática, bem como permitiu também pensar na possibilidade de uma prática ressignificada do professor em sala de aula com alunos diagnosticados com TDAH. Os autores selecionados para este estudo e estudados evidenciam que o desempenho escolar dos alunos que apresentam diagnóstico de TDH depende de diferentes fatores, entre eles as características da escola, da família, e do próprio individuo, sendo assim, para que o desenvolvimento deste aluno aconteça é fundamental que todas as pessoas que façam parte do convívio social tenham consciência do que seja o TDAH, quais suas características, causas, como é diagnosticado, e qual o melhor tratamento para que não cause danos presentes e minimize consequências em longo prazo na vida destas crianças. Práticas como gerenciar eficazmente o ambiente doméstico e escolar da criança, propiciar uma rotina matinal ou noturna constante, buscar estratégias de desenvolvimento e

8 17227 habilidades que ajudem a criança hiperativa a prestar atenção de modo efetivo para que ela planeje suas ações, desenvolva controle de suas emoções e atitudes. Práticas essas que devem ser baseadas na aceitação do transtorno, e a partir das dificuldades encontradas buscarem métodos criativos e adequados que oportunizem ao aluno o desenvolvimento da atenção e o interesse em aprender. O professor deve mediar os conteúdos programáticos do nível de escolarização da criança sempre com um olhar atento, cauteloso e buscar metodologias eficazes para promover o desenvolvimento das funções psicológicas superiores como a atenção, promovendo nos alunos com TDAH a aprendizagem, e evitando tratamentos invasivos com medicamentos estimulantes, por exemplo, o uso da Ritalina medicamento muito questionado, que pode causar efeitos colaterais negativos em longo prazo e em muitos casos sua utilização é desnecessária, como citado ao longo do texto a grande maioria das crianças diagnosticadas com TDAH não possui o transtorno e são medicadas precocemente e erroneamente. Os autores que defendem a perspectiva Histórico Cultural representados por Vigotski, Lúria e Leontiev embasam-se no princípio fundamental que o processo de humanização, não é, apenas, uma decorrência dos aspectos biológica da espécie e sim, por um processo muito mais abrangente. Nesta teoria o homem torna-se homem por meio das relações sociais, com o contato com o meio, portanto, conclui-se que a escola em colaboração com a família e outros profissionais de áreas específicas tem papel fundamental para o desenvolvimento do aluno com TDAH. REFERÊNCIAS BELLI, A. A. TDAH! E agora? : A dificuldade da escola e da família no cuidado e no relacionamento com crianças e adolescentes portadores de Transtorno de Déficit de Atenção/ Hiperatividade/ Alexandra Amadio Belli. São Paulo: Editora STS, BRIOSO, A.; SARRIÀ, E. Distúrbios de comportamento. In: César Coll, Jesus Palácios e Álvaro Marchesi; Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educativas especiais e aprendizagem escolar. Vol.3 (Org.). trad. Marcos A.G. Domingues. Porto Alegre: Artes Médicas, EIDT, N. M; FERRACIOLI, M.U. O Ensino Escolar e o Desenvolvimento da Atenção e da Vontade: superando a concepção organicista do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. In: ARCE, A.; MARTINS, L.M. Quem tem medo de ensinar na educação infantil: em defesa do ato de ensinar. Campinas, SP: Editora Alínea, 3 ed. 2013, p GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

9 17228 GOLDSTEIN,S; GOLDSTEIN, M.: Hiperatividade: Como Desenvolver a Capacidade de Atenção da Criança. Tradução: Maria Celeste Marcondes. Campinas, SP: Editora Papyrus, LEONTIEV, A.N. O desenvolvimento do psiquismo. Lisboa: Livros Horizontes, El desarrolho psíquico del niño en la edad pré-escolar. IN: La psicologia evolutiva e pedagogia en la URSS: Antologia. Moscú: Editorial Progresso, 1987.p MIRANDA-NETO,M.H. Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Arq.Apade, 8(1): p ROHDE, L.A.; BENCZIK, E.B.P. Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade: o que é? Como ajudar? Porto Alegre: Arte Médicas Sul, TOPCZEWSKI, A. Hiperatividade: Como lidar? São Paulo: Casa do Psicólogo, VIGOTSKI, L.; LURIA, A. R. Estudos sobre a história do comportamento: o macaco, o primitivo e a criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

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