Como consultar o histórico de pagamentos

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1 Histórico de Pagamentos Como consultar o histórico de pagamentos O histórico de pagamentos registra todos os pagamentos feitos no estabelecimento para todos os tipos de vendas. Pode ser considerado uma forma de auditoria e fica fácil reimprimir o comprovante de pagamento não fiscal. Para fazer uma consulta de todos os pagamentos (1) acesse o menu Relatórios (2) Auditoria (3) Histórico de Pagamentos.

2 Filtros O sistema possui alguns filtros para definir melhor sua busca. Você pode filtrar por: (1) Tipo da Venda: Todos, Balcão, Comanda, Delivery, Mesa. (2) Forma de Pagamento: Selecione a forma de pagamento que deseja filtrar. (dinheiro, assinada, cheque, etc) (3) A partir de: (Data / Hora): Caso tenham-se passado várias horas ou dias do pagamento em questão, basta inserir uma data e uma hora imediatamente anterior à hora ou dia que você pensa que foi feito o pagamento. (4) Pedido nº: Se você lembra ou tem posse do número do pedido, basta inserir nesse campo e o sistema trará apenas esse pedido específico. (5) Valor pago: Você pode procurar por valores pagos. Esse campo funciona apenas você tenha conhecimento do valor exato do pagamento. Os filtros não são de preenchimento obrigatório então, caso nenhum filtro seja preenchido, ao clicar no botão Buscar Itens, o sistema trará o relatório de todos os pagamentos, desde o primeiro até o último.

3 Na listagem que o sistema traz, é possível ver mais detalhes dando um duplo clique sobre o item desejado. Com essa ação é possível visualizar um relatório do pagamento em questão. (1) Esse breve relatório trás as seguintes informações: data e hora do pagamento; tipo da venda; atendente (o funcionário caixa que fez o fechamento dos pedidos); produtos: quantidade dos produtos consumidos e valor unitário; forma de pagamento, Valor total do pagamento. Ainda é possível fazer uma reimpressão desse comprovante de pagamento não fiscal. Basta clicar no (2) Impressora.

4 CSOSN O que é CSOSN? Os Códigos de Situação da Operação no Simples Nacional são utilizados quando o contribuinte estiver sujeito as normas do Simples Nacional e concomitantemente for emissor de Nota Fiscal e deverá indicar o CSOSN no preenchimento do documento fiscal eletrônico que emitir. Verifique com seu contador a

5 tabela de CSOSN e os códigos corretos para os produtos do seu estabelecimento. CRT O que é CRT? O Código do Regime Tributário CRT indica por qual regime tributário o contribuinte é optante. Quando o contribuinte estiver sujeito às normas do Simples Nacional e concomitantemente for emissor de nota fiscal, deverá indicar o CRT no preenchimento do documento fiscal eletrônico que emitir. 1 Simples Nacional 2 Simples Nacional excesso de sublimite da receita bruta 3 Regime Normal Certificado A1

6 O que é? O Certificado Digital é um arquivo de computador que contém um conjunto de informações referentes à entidade para a qual o certificado foi emitido (seja uma empresa, pessoa física ou computador. Em outras palavras, é uma assinatura com validade jurídica que garante proteção às transações eletrônicas e outros serviços via internet, permitindo que pessoas e empresas se identifiquem e assinem digitalmente de qualquer lugar do mundo com mais segurança e agilidade. Certificado Digital Modelo A1 O Mogo Smart trabalha com o certificado modelo A1 que é armazenado em seu computador pessoal, dispensando o uso de cartões inteligentes ou tokens. Para maior segurança, no momento da emissão do certificado, deve-se optar por protegêlo com uma senha de acesso. O Certificado Digital do tipo 1 tem validade de apenas 1 ano. Fique atento para a renovação do seu certificado. Para saber mais, visite o site da Serasa. IPI

7 O que é IPI? O Imposto sobre Produtos Industrializados IPI é uma taxa que incide sobre os produtos industrializados produzidos em território nacional ou estrangeiro. Clique aqui e veja mais detalhes no site da receita. CEST O que é CEST? O Código Especificador da Substituição Tributária CEST visa uma melhor classificação do produto, evitando confusões quanto à sujeição ou não do produto ao regime de substituição tributária do ICMS, que hoje tem gerado má interpretação da classificação do produto e ocasionando autuações fiscais. Ele é responsável por identificar a mercadoria passível de sujeição aos regimes de substituição tributária e de antecipação do recolhimento do imposto. Vem sendo chamado informalmente de NCM Estadual, isso porque o NCM é muito genérico, pois um mesmo NCM atende a mais de um segmento. Com o CEST será possível identificar em qual segmento o NCM está enquadrado. O CEST é composto por 7 (sete) dígitos, por exemplo:

8 O primeiro e o segundo correspondem ao segmento da mercadoria ou bem; O terceiro ao quinto correspondem ao item de um segmento de mercadoria ou bem; O sexto e o sétimo correspondem à especificação do item. Obrigatoriedade O CEST será aplicado apenas sobre ICMS-ST (146/15) caso as mercadorias, produtos ou bens constem da lista do CONFAZ, nos Anexos II a XXIX. Você pode conferir a lista completa de produtos para o ICMS 146/2015 clicando aqui. O CEST, será exigido em notas fiscais, independentemente de a operação estar sujeita ao regime de substituição tributária pelas operações subsequentes ou de antecipação do recolhimento do ICMS com encerramento de tributação. A partir de quando será validado? Com dois adiamentos anteriores, a validação do campo CEST nos documentos fiscais eletrônicos ocorrerá somente a partir de 1º de outubro de Até lá, o contribuinte deve ter tempo hábil para incluir o código no cadastro de todos os produtos comercializados. Fontes: Blog Siga o Fisco, "CEST exigência é adiada para outubro de 2016". Página consultada em 30 de Março de 2016, <https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/convenios/2015/c onvenios-icms-92-15>. Site do CONFAZ, CONVÊNIO ICMS 146, DE 11 DE DEZEMBRO DE Página consultada em 30 de Março de 2016, <https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/convenios/2015/c onvenio-icms >

9 PIS O que é PIS? O Programa de Integração Social PIS é uma contribuição tributária de caráter social, com o objetivo de financiar o pagamento do seguro-desemprego, abono e participação na receita dos órgãos e entidades, tanto para os trabalhadores de empresas públicas, como privadas. O tributo foi instituído através da Lei Complementar nº 7/1970 que era destinado ao trabalhadores de empresas privadas que eram administrados pela Consolidação das Leis do Trabalho. É administrado pelo Ministério da Fazenda e distribuído pela Caixa Econômica Federal. Esse tributo tem muitas semelhanças com o COFINS, sendo que uma delas é que existem dois regimes: um cumulativo e um não cumulativo. No regime cumulativo as alíquotas são de 0,65%, enquanto no não cumulativo são de 1,65%. Também está relacionado com o PASEP (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) e muitas vezes as siglas aparecem em conjunto: PIS/PASEP. Em algumas situações, pessoas inscritas no PIS recebem um abono salarial, que equivale a um salário mínimo vigente. Para receber, além de estar cadastrado, é preciso cumprir alguns outros requisitos.

10 Cofins O que é Cofins? A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social COFINS é uma contribuição social aplicada sobre o valor bruto apresentado por uma empresa e tem como o objetivo financiar a Seguridade Social, ou seja, áreas fundamentais como a Previdência Social, Assistência Social e Saúde Pública. Existem dois regimes de COFINS: o regime cumulativo e o regime não cumulativo. Quando a taxa não é cobrada de forma cumulativa, ela não é cobrada todos os meses. No entanto, em empresas que adotam o sistema de lucro presumido, a COFINS está no regime cumulativo. A não cumulatividade da cobrança desta contribuição surgiu com a lei de 2003, que indica que as empresas que escolhem o sistema de lucro real devem descontar a contribuição da sua receita bruta. A COFINS é um tributo federal, cujos contribuintes são pessoas jurídicas de direito privado incluindo pessoas equiparadas com elas de acordo com a lei do Imposto de Renda. Existe a exceção das empresas pequenas e microempresas, que optam pelo regime Simples Nacional (regime estabelecido pela Lei Complementar 123 de 2006). O cálculo da COFINS é feito de acordo com todas as receitas da pessoa jurídica em questão, independentemente do tipo de atividade exercida ou a classificação atribuída às receitas de contabilidade. O cálculo tem como fundamento o faturamento mensal e a totalidade das receitas.

11 Alíquotas A alíquota da COFINS pode ser de 7,6% para pessoas jurídicas em regime não cumulativo e de 3% para pessoas em regime cumulativo. Em alguns casos a alíquota pode ser zerada, o que não implica a isenção ou não aplicação, é um indicador de uma política provisória que tem como o objetivo a compra de um determinado serviço ou produto. CFOP O que é CFOP? O Código Fiscal de Operações e Prestações ou CFOP referese às entradas e saídas de mercadorias, intermunicipal e interestadual. Trata-se de um código numérico que identifica a natureza de circulação da mercadoria ou a prestação de serviço de transportes. É através do CFOP que é definido se a operação fiscal terá ou não que recolher impostos. O código deve obrigatoriamente ser indicado em todos os documentos fiscais da empresa, como por exemplo, notas fiscais, conhecimentos de transportes, livros fiscais, arquivos magnéticos e outros exigidos por lei, quando das entradas e saídas de mercadorias e bens e da aquisição de serviços. Cada código é composto por quatro dígitos, sendo que através

12 do primeiro dígito é possível identificar qual o tipo de operação, se entrada ou saída de mercadorias: Entradas Entrada e/ou Aquisições de Serviços do Estado Entrada e/ou Aquisições de Serviços de outros Estados Entrada e/ou Aquisições de Serviços do Exterior. Saídas Saídas ou Prestações de Serviços para o Estado Saídas ou Prestações de Serviços para outros Estados Saídas ou Prestações de Serviços para o Exterior. NCM O que é NCM? A Nomenclatura Comum do Mercosul ou NCM trata-se de um código de oito dígitos estabelecido pelo Governo Brasileiro para identificar a natureza das mercadorias e promover o desenvolvimento do comércio internacional, além de facilitar a coleta e análise das estatísticas do comércio exterior. Qualquer mercadoria, importada ou comprada no Brasil, deve ter um código NCM na sua documentação legal cujo objetivo é classificar os itens de acordo com regulamentos do Mercosul. O SH é um método internacional de classificação de mercadorias que contém uma estrutura de códigos com a descrição de

13 características específicas dos produtos, como por exemplo, origem do produto, materiais que o compõe e sua aplicação. Dos oito dígitos que compõem a NCM, os seis primeiros são classificações do SH. Os dois últimos dígitos fazem parte das especificações próprias do Mercosul. Exemplo: Uma pesquisa pelo código NCM permite determinar que se trata de: 01 Animais Vivos 0102 Animais Vivos da Espécie Bovina Reprodutores de Raça Pura Prenhes ou com cria ao pé. A classificação fiscal de mercadorias é de competência da SRF (Secretaria da Receita Federal). A partir do dia 1 de Janeiro de 2010 passou a ser obrigatória a inclusão da categorização NCM/SH dos produtos nos documentos fiscais. É possível encontrar tabelas com os códigos NCM. Também há a possibilidade de pesquisar no site da Receita Federal, introduzindo a descrição do produto ou pesquisando de acordo com os códigos de capítulo, posição, subposição, item e subitem.

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