A GESTÃO LOGÍSTICA DE SUPRIMENTOS: UMA CONTRIBUIÇÃO AO PLANEJAMENTO E GESTÃO DE ESTOQUES E COMPRAS EM UMA INDÚSTRIA DO SETOR DE GRÁFICAS DO RN

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1 A GESTÃO LOGÍSTICA DE SUPRIMENTOS: UMA CONTRIBUIÇÃO AO PLANEJAMENTO E GESTÃO DE ESTOQUES E COMPRAS EM UMA INDÚSTRIA DO SETOR DE GRÁFICAS DO RN Francisco Domingos de Paula Junior (UFRN) Joao Paulo de Franca Araujo. (UFRN) Atilo Carvalho Silva (UFRN) Bruno Gadelha da Trindade (UFRN) Karla Souza da Motta (UFRN) Frente à competitividade global, a logística surge como suporte à tomada de decisão a fim de diminuir os custos da empresa e atingir um elevado nível de serviço. Em meio a dificuldade de se controlar estoques na indústria gráfica, a pesquissa discute e relata sobre repercussões e resultados da implantação de um novo planejamento de estoques aliado ao conceito do gerenciamento do suprimento. Trata-se de uma pesquisa descritiva-exploratória no qual relata sobre um estudo de caso. A partir do levantamento dos pontos críticos, traçou-se uma nova estratégia para a logística de suprimentos, obtendo como resultado a redução de 15,64% no custo da matéria prima, aumento de produtividade assim como aumento do nível de serviço ao cliente. Palavras-chaves: Gestão de estoque, logística, suprimento, chapas offsets, estoque de segurança.

2 1 Introdução A atual conjuntura do mercado, marcada pelo dinamismo, flexibilidade e competitividade, tem exigido das empresas instrumentos inovadores na Cadeia de Suprimentos bem como a Gestão Logística. É sabido que atualmente a logística é tida como um diferencial para aquelas empresas que fazem parte de um único processo, cujo objetivo é satisfazer as necessidades do cliente final. Através disto, os tomadores de decisões nas empresas começaram a avaliar a influência do relacionamento entre fornecedores e clientes na gestão de estoques de produtos, nos custos da produção, na qualidade, no desenvolvimento de novos produtos como também sobre o tempo de fornecimento de produtos e ou serviços, buscando obter um melhor desempenho na organização. Segundo Bowersox (2001), a Logística pode ser dividida em três grandes áreas: o suprimento, o apoio à manufatura e a distribuição física. Com isso, tal pesquisa foca o suprimento, sendo seu dever gerenciar a compra e a organização da movimentação de entrada de materiais e produtos acabados dos fornecedores, objetivando diminuir os custos e aumentar o nível de serviço aos clientes. As indústrias gráficas geralmente enfrentam problemas em relação ao prazo de entrega além do controle de estoque. Com isso, tal pesquisa justifica-se pela necessidade de realização de um Planejamento e controle de estoque com estratégias bem definidas em uma indústria gráfica localizada na cidade do Natal. Sendo assim, a pesquisa tem o objetivo de aplicar a Gestão de Estoque em tal empresa de acordo com o modelo proposto por Peinado (2007). Especificadamente, pretende-se analisar e comparar os resultados obtidos da implantação da logística de suprimento com a situação anterior a fim de comentar sobre a aplicabilidade da técnica em uma indústria gráfica. A seção 2 relata sobre o embasamento teórico que os autores utilizaram para elaboração da pesquisa bem como o detalhamento das técnicas utilizadas. A seção 3 comenta sobre quais os passos e procedimentos metodológicos foram usados. Já a seção 4 indica a caracterização da empresa, bem como a análise e descrição da situação atual, a aplicação da técnica e os resultados obtidos ao longo do tempo. Finalmente, na seção 5 são feitos vários comentários e considerações a respeito da pesquisa e da ferramenta utilizada. 2 Referencial teórico 2.1 Gestão da cadeia de suprimentos e os fornecedores A definição da gestão da cadeia de suprimentos diz respeito ao planejamento e a gestão de todas as atividades envolvidas em identificar fornecedores, comprar, fabricar, e gerenciar atividades logísticas; inclui a coordenação e a colaboração entre os parceiros do canal; Busca integrar a gestão da demanda/suprimento dentro e através das empresas; É um modelo de negócio harmônico e de alto desempenho entre os membros do canal; Em essência, seu objetivo é agregar o maior valor possível ao consumidor (ZAGHENI et al., 2009) apud CSCMP (2008). Para isso, as empresas passaram a identificar o beneficio e relevância das relações estratégicas com fornecedores e clientes levando ao conceito da gestão da cadeia de suprimentos Supply Chain Management (SCM). (HANDFIELD & NICHOLS Jr., 2002). Assim, faz-se necessário gerenciar e explorar cada vez mais a gestão da cadeia de fornecedores, de onde, segundo Slack (2002), argumenta que a gestão de fornecedores tem 2

3 crescido em importância nas organizações de manufatura, levando-as a desenvolver métodos para este processo. Arnold (1999) e Slack (2002) apud Rodrigues e Sellitto (2009), apresentam sequências de atividades ligeiramente diferentes para o processo de gestão de fornecedores, mas que podem ser sumarizadas em: (i) Determinação das especificações de compra; (ii) Avaliação e seleção de fornecedores; (iii) Desenvolvimento e aprimoramento de fornecedores; (iv) Negociação de termos e condições de compra; (v) Emissão e administração de pedidos; (vi) Criação e aplicação de classificações dos fornecedores; (vii) Certificação de fornecedores. A avaliação de fornecedores identifica as empresas aptas a integrar a cadeia de suprimentos (fornecedores potenciais) da empresa. Esta avaliação se dá em: (i) qualificação do projeto por avaliação de amostras; e (ii) qualificação do seu processo de fabricação por avaliação na planta do fornecedor (auditorias). Se o fornecedor é aprovado na etapa de avaliação, segue no processo de seleção, definindo-se a fonte de fornecimento. Esta etapa envolve fatores, tais como: capacidade produtiva, competência técnica, natureza estratégica do produto fornecido, habilidade de satisfazer as programações de entrega, serviço de pós-venda, localização geográfica e preço (ARNOLD, 1999; PIRES, 2004) apud (RODRIGUES e SELLITTO, 2009). 2.2 A gestão de estoques e compras na cadeia de suprimentos Nas atividades exercidas pela logística e cadeia de suprimentos, estoques estão sempre presentes, respondendo por uma parcela (significativa) nos custos logísticos de uma empresa e, também, de um país (Ballou, 1993; Bowersox; Closs, 2001; Lima, 2006 apud Rosa, Mayerle, Gonçalves 2010). Atualmente, os estoques representam mais de 50%, em média, do ativo circulante das empresas (CHRISTOPHER, 2002) e constitui um dos principais fatores de análise nas decisões sobre redes logísticas. Dessa forma, observa-se a importância de se levar em conta a análise com foco nos estoques. Naturalmente, estoques representam capital imobilizado, o qual pode ser bastante significativo dependendo do ramo de atuação da empresa (Slack et al., 1997 apud Rosa, Mayerle, Gonçalves 2010). Segundo a literatura, é idealizado pelas organizações possuírem o mínimo de estoque ao longo do tempo, visto que, quanto mais o estoque é posto e retirado de sua armazenagem, significa mais produção e venda de produtos, tecnicamente isso significa alto giro de estoques. Para realizar um planejamento adequado de estoques, é necessário possuir algumas informações importantes como: previsão de demanda, lead time dos fornecedores, ponto de pedido e estoque de segurança, sempre evitando informações tendenciosas para não acarretar em erros suscetíveis. Aliado a gestão da cadeia de suprimentos, está o conceito de compras, muitas vezes não sendo bem difundido por aqueles que operam o setor. A atividade de compras na empresa contribui 3

4 para o sucesso do sistema logístico por ser a responsável em suprir o processo produtivo com as necessidades de materiais, além de contribuir significativamente na redução de custos por meio de negociações de preços, desenvolvimento de novos fornecedores, etc. Segundo a Fundação Getúlio Vargas FGV (2011), a compra empresarial é a função do sistema de suprimentos responsável pela aquisição de bens e serviços necessários para a empresa cumprir seus objetivos relacionados com produção, vendas, operação, distribuição, manutenção, transporte, administração e prestação de Serviços. De acordo com Klotler e Armstrong (2005, p. 135), o processo de compras começa muito antes da compra em si e perdura por muito tempo depois. Os profissionais precisam se voltar para todo o processo de compra, e não simplesmente para o estágio de decisão de compra. A função compra revela imediatamente a relação entre o tomador de decisão (cliente) e o fornecedor do produto e/ou serviço. Para tanto, a FGV (2011) define fornecedor como sendo qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, que desenvolva atividades de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços. Com isso, entende-se a importância da compra e suprimento na empresa, pois tem uma contribuição enorme na missão da logística que é levar o item certo, na quantidade correta, na hora certa, ao lugar certo e pelo preço justo. Segundo Peinado (2007), existem várias formas de ressuprimento de estoques, dentre elas, as mais usadas pelas organizações são sistema de revisão contínua e sistema de revisão periódica. Cada modelo adequa-se a uma situação e tipo de empresa (pequena, média, grande, etc.). Ainda segundo Peinado (2007), a política de compra no sistema é feita através de uma revisão contínua do estoque do material, observando o nível pré-determinado. Este nível é denominado como Ponto de Ressuprimento (PR). Quando o estoque atinge o PR, é feito o pedido do lote de compras de tamanho fixo. O pedido de compra não será atendido imediatamente, existe um espaço de tempo entre a colocação do pedido no fornecedor e sua respectiva entrega denominado de Tempo de Ressuprimento (TR) ou lead time. A utilização da curva tipo dente de serra (gráfico 1) para os estoques mostra mais claramente para o gestor da empresa o momento exato de pedir nesse método. 4

5 Gráfico 1- Dente de Serra Fonte: Revista Mundo Logística Onde: Ponto 1: estoque máximo; Ponto 2: nível de ressuprimento, ou estoque médio; Ponto 3: estoque virtual. Considera-se o estoque real armazenado e as encomendas; Ponto 4: estoque de segurança; Ponto 5: ponto de ruptura. Já o sistema de revisão periódica, o estoque é reposto em intervalos fixos e constantes de tempo, pré-estabelecidos. Os lotes de compras variam em função do nível remanescente de estoque no dia do ressuprimento. A quantidade comprada é estabelecida de forma que somada ao estoque existente atinja um nível pré-determinado que supostamente suficiente para atender a demanda até o próximo ressuprimento. Este nível máximo de estoque é conhecido por nível de ressuprimento (PEINADO, 2007). A fórmula abaixo traduz o cálculo do nível de ressuprimento. NS = D x (TR+IR) + ES. Onde: NS = Nível de suprimento; D = Demanda média do período; IR = Intervalo de Ressuprimento; TR = Tempo de ressuprimento ou lead time do fornecedor; ES = Estoque de segurança. De acordo com Peinado (2007), o sistema de revisão periódica pode existir variabilidade na demanda. Para isso, o estoque de segurança precisa garantir que não haja falta de material durante todo o intervalo de ressuprimento mais o tempo de ressuprimento. A equação abaixo reflete o cálculo do estoque de segurança. Sendo: = Desvio padrão da demanda; Z = número de desvios padrão. O valor de Z varia em função do nível de serviço que se deseja atribuir ao material (olhar tabela 1). Seu valor de Z é determinado através da tabela de coeficientes de distribuição normal. A Figura 1 demonstra graficamente a relação entre Z e o nível de serviço obtido. 5

6 Figura 1: Nível de serviço x número de desvios padrão Fonte: Peinado, 2007 Outra ferramenta de elevada importância para a gestão de estoques é a classificação ABC. Para Slack, (2001), em qualquer estoque que contenha mais de um item alguns itens serão mais importantes para organização do que outros. A ferramenta consiste em que os itens componentes de um estoque possuem uma importância relativa em função do volume de recursos financeiros destinados a mantê-los armazenados (o produto do valor unitário pela taxa anual de utilização do estoque). A classificação comtempla três classes: produtos classe A (muito importantes), classe B (moderada importância) e classe C (de baixa importância). De acordo com tal classificação, pode-se atribuir um nível de serviço maior aos produtos mais importantes. 3 Método de pesquisa O desenvolvimento desta obra iniciou-se com a pesquisa bibliográfica constituída de livros e artigos dos principais autores da Logística e do Planejamento e Gestão de Estoques, sendo realizado conjuntamente o estudo de caso com o intuito de detalhar o objeto pesquisado. Trata-se de um estudo de características exploratório-descritiva. Exploratória por levantar informações a respeito do tema abordado e apresentar suas características de forma sistematizada; e descritiva por ser um estudo em que há a análise das conseqüências e influências do objeto estudado. A pesquisa exploratória descritiva refere-se ao levantamento de dados com maior ênfase em determinados pontos que interessam já preestabelecidos no diagnóstico. A abrangência da pesquisa está caracterizada como estudo de caso aplicado em uma empresa do setor gráfico do Rio Grande do Norte, mais especificadamente no setor de pré-impressão. Pré-impressão é todo o processo envolvido antes da impressão de um produto gráfico, consitindo na adequação do arquivo digital para gravação da chapa impressa. Um estudo de caso é uma investigação empírica que investiga um fenômeno contemporâneo dentro de seu contexto da vida real, especialmente quando os limites entre o fenômeno e o contexto não são claramente definidos (YIN, 2001). Conforme SILVA E MENEZES (2001) trata-se de uma pesquisa aplicada, pois objetiva gerar conhecimentos para aplicação prática em problemas específicos. É também uma pesquisa descritiva, pois segundo Cervo e Bervian (2002), esta observa, analisa e correlaciona fatos ou fenômenos (variáveis) sem manipulá-los, buscando 6

7 conhecer as diversas situações e relações que ocorrem na vida social, política, econômica e demais aspectos do comportamento humano, tanto do indivíduo tomado isoladamente como de grupos e comunidades mais complexas. Os dados primários e secundários foram disponibilizados pelo proprietário da empresa bem como o gerente de suprimentos, sendo as informações baseadas em um software integrado. 4 Análise dos dados 4.1 Caracterização da empresa A pesquisa foi desenvolvida em uma empresa que atua no setor de gráficas e seu principal serviço é o de gravação de chapas off-set s (pré-impressão), localizada na cidade do Natal - Rio Grande do Norte. Tal organização se destaca frente ao mercado por ter uma ótima relação com seus clientes. Neste serviço, tem apenas um concorrente direto na cidade que tem uma tecnologia inferior no processo de produção. Sabe-se que as impressoras gráficas off-sets (máquinas de grande porte que imprimem grande quantidade a baixo custo sendo viável geralmente a partir de peças iguais) dependem das chapas com as respectivas artes gravadas para começarem a produzir. Identificam-se então os clientes (gráficas) da empresa alvo do estudo, sendo estes localizados na região da grande Natal. Basicamente, o processo de agregação de valor se dá na seguinte perspectiva: a Empresa Grafica compra os formatos de chapa virgens (sem gravação), recebe a arte (imagem a ser gravada na chapa) das gráficas e entregam as chapas gravadas no local acordado. Tal sistema é caracterizado segundo Moreira (1999) orientado para a encomenda, pois as operações são ligadas a um cliente em particular, discutindo-se preço e prazo de entrega. No tocante aos formatos das chapas, sabe-se que cada tipo de impressora offset usa um determinado tamanho de chapa no seu processo produtivo. Com isso, identificou-se um estoque de matéria prima com mais de 20 formatos. Já em relaçao à demanda, classifica-se a como dependente, pois o consumo está ligada à demanda das gráficas. 4.2 Situação atual e levantamento dos pontos críticos A empresa tem um software exclusivo para a Gestão e Controle de Estoques. A ordem de serviço está ligada a este, que dá a compensação numérica no seu banco de dados no momento da venda. Além disso, tal programa armazena a demanda e fornece vários relatórios gerenciais tais como: curva ABC (vendas, compras, fornecedores, clientes), inventário e movimentação por produto. Seu armazenamento físico há um armário que separa e ajuda a organizar os diversos formatos das chapas metálicas. Tais formatos são agrupados em embalagens com 100 unidades. Assim, sempre fica uma embalagem aberta no armário e outras fechadas em um local específico. Sobre os fornecedores, foram identificados quatro, cujas características de fornecimento são demonstradas na figura 2: 7

8 Figura 2: Característica dos fornecedores Fonte: Autoria própria Os fornecedores A e B são os principais produtores do Brasil, atingindo um alto nível de qualidade. Já os fornecedores locais C e D são apenas distribuidores e compram exclusivamente ao fornecedor B. O fornecedor A tem menor preço e melhor qualidade do produto. Entretanto, a chapa do fornecedor B tem uma velocidade de gravação de 11% maior (fato este que acarreta diretamente na produtividade da empresa devido o processo de gravação ser o gargalo do sistema produtivo). Sobre o planejamento das compras, identificou que não há uma operação bem definida. Não há um planejamento das requisições dos pedidos, a previsão de demanda é feita de forma quantitativa, não se tem calculado ponto de pedido e as compras nos fornecedores A e B são feitas mensalmente (havendo considerável discrepância entre os níveis de estoques ao decorrer do mês). A consequência desse planejamento pouco eficaz é a falta de determinados formatos de chapas. Como o tempo de resposta à demanda deve ser o menor possível, parte das compras acaba acontecendo nos fornecedores locais, pois o lead time dos fornecedores A e B são elevados, acarretando assim um aumento do custo unitário do produto. Outra grave consequência desse fato é que há o aumento do tempo de entrega devido ao alto lead time do fornecedor local podendo acarretar uma insatisfação dos clientes. 4.3 Análises e proposições do estudo A primeira ação tomada foi a da avaliação de fornecedores. Foi identificado no processo produtivo que a utilização de dois tipos de chapas resultava um maior tempo de setup das máquinas. Sendo assim, decidiu-se sugerir pera opção de comprar apenas de um fornecedor, o que tanto gera ganhos no processo, como também nas relações de parceria entre empresa/fornecedor. Levando em consideração a taxa de juros mensal, constatou-se que a matéria prima do fornecedor B apresentava um valor 12,6% maior que a do fornecedor A e 46,4% maior que a dos fornecedores C e D. Figura 3: Valor unitário (V.u.) de um formato de chapa 8

9 Fonte: Autoria própria Com a escolha do fornecedor, a próxima etapa foi escolher a frequência de compras de chapas. A fim de diminuir o estoque de matéria prima e obter um melhor acompanhamento e estudo da demanda, decidiu-se realizar as compras semanalmente. Dessa forma, utilizou-se o conceito de sistema de revisão periódica proposto por Peinado (2007), que trás a vantagem do agrupamento dos materiais por família facilitando a compra dos mesmos em um único dia, sintetizando assim os custos de pedido em apenas um custo fixo de frete por semana. Com isso, determinou-se um nível de suprimento variável para cada formato de chapa levando em consideração a previsão de demanda (método da média móvel com período de 4 semanas); um lead time do fornecedor de 7 dias; e um estoque de segurança utilizando a técnica já comentada neste artigo. O nível de serviço adotado nos diversos formatos se baseou na classificação ABC (considerando quantidade vendida e preço unitário) dos materiais. Para os itens A, B e C utilizou-se um nível de serviço respectivamente de 1,7; 1,0 e 0,7. Adicionalmente, há o estudo sobre possíveis demandas previsíveis e acompanhamento das vendas às gráficas (verificação de entrada e saída de novos clientes). Apenas após de todo este estudo, é feito o pedido ao Fornecedor A respeitando o lote de 100 chapas em uma caixa. Outra mudança foi na forma e política de pagamento. Na avaliação de fornecedores, notou-se que os juros cobrados por eles eram muito altos. Sendo assim, a nova política de compra consiste em utilizar capital externo através de empréstimos bancários, os quais apresentam taxa de juros de 1,5% a.m. suficiente para comprar as chapas à vista e pagar no mesmo período de pagamento (45 dias), sendo compatível e equilibrado com o prazo de recebimento médio dos clientes (35 dias). Tal melhoria reflete diretamente no conceito de custo de oportunidade, ocasionando na utilização de um recurso econômico em seu melhor uso alternativo (menor taxa no mercado), além de uma alavancagem financeira dos ativos. 4.4 Resultados obtidos Já no primeiro mês da aplicação da nova política de suprimento, identificou uma redução de 10,46% no custo direto das chapas e uma maior produtividade no processo de produção devido à padronização da matéria prima e eliminação de setups. Em uma determinada compra, dois formatos de chapas não tinham no estoque do Fornecedor A, levando a outra compra na mesma semana (aumentando assim o custo fixo do frete). A partir disso, o tempo de ressuprimento foi aumentado para 10 dias no cálculo do nível de ressuprimento (aumentando a confiabilidade da não falta do produto). Tal medida de aumentar o estoque justifica-se pela elevada diferença de preço entre o fornecedor A e os fornecedores locais. Com o aperfeiçoamento da técnica, o segundo e terceiro mês apresentou uma redução de 15,64% no custo direto das chapas se comparado a Planejamento de estoques apresentado e o Planejamento de estoque anterior. Como a compra dar-se-á pela quantidade de m² de chapa metálica, o consumo também foi calculado dessa forma. Assim, a figura 4 indica a porcentagem de matéria prima em m² consumida antes e os três primeiros meses após a gestão de estoque. 9

10 Figura 4: Porcentagem de consumo de matéria prima por fornecedores antes e após a gestão de estoque Fonte: Autoria própria Além das vantagens e resultados comentados (diminuição no custo direto na chapa e aumento de produtividade no processo de produção), notou-se também um maior giro de estoque, ocasionando assim um maior capital de giro. 5 Considerações finais A pesquisa apresentou as implicações e repercussões do controle de estoque em uma empresa gráfica. Percebe-se que o objetivo da pesquisa foi atingido quanto à implementação da Gestão de Estoque bem como a eficiência da técnica desenvolvida por Peinado (2007). Uma grande dificuldade do estudo era saber como e quanto de estoque manter para cobrir a elevada variação na demanda característica das indústrias gráficas. Para isso, observaram-se ótimos resultados na técnica descrita do cálculo do estoque de segurança. Associado a técnica, procurou-se desenvolver ferramentas no gerenciamento do suprimento na empresa assim como estratégias e procedimentos bem definidos, atingindo estes resultados satisfatórios frente à problemática. Conclui-se que a aplicação da logística conseguiu atingir seus dois objetivos principiais: fornecer o produto a um nível de serviço adequado ao menos custo possível. Além de diminuir em 15,64% o custo do produto, aumentou o nível de serviço aos clientes visto que elevou-se a produtividade no processo produtivo e diminui-se o prazo de entrega às gráficas. No entanto, é necessário um processo contínuo de análise de suprimento visto que as mudanças no mercado são bastante significativas, de modo a obter sempre os melhores resultados através da melhoria contínua. Referências ARNOLD, J. Administração de materiais: uma introdução. São Paulo: Atlas, BALLOU, R. H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J. Logística Empresarial: O Processo de Integração da Cadeia de Suprimento. São Paulo: Editora Atlas S.A., COSTA, J. C.; RODRIGUEZ, J. B.; LADEIRA, W. J. A gestão da cadeia de suprimentos: teoria e prática. XXV Encontro Nacional de Engenharia de Produção, 29 de Outubro a 01 de Novembro de 2005, Porto Alegre, RS. CHRISTOPHER, M. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos - Estratégias para a redução de custos e melhoria dos serviços. São Paulo,

11 CSCMP. Council of Supply Chain Management Professionals. Disponível em: <http://cscmp.org/aboutcscmp/definitions/definitions.asp>. Acesso em 25 de fevereiro de DUBOIS, ANNE; HULTHÉN, KJASA; PEDERSEN, ANN-CHARLOTT. Supply Chains and interdependence: a theoretical analysis. Journal of Purchasing & Supply Management, 2004, v. 10, p GRÁFICO DENTE DE SERRA. Disponível em: <www.revistamundologistica.com.br>. Acesso em 25 de Abril de HANDFIELD, R. B.; NICHOLS Jr., E. Supply chain redesign: transforming supply chain into integrated value systems. Upper Saddle River, NJ: Prentice Halls, KOTLER, P.; ARMSTRONG, G. Princípios de Marketing.9. ed. São Paulo: Prentice Hall, MACHLINE, C. Cinco décadas de logística empresarial e Administração da cadeia de suprimentos no Brasil. Revista de Administração de Empresas on line. [on-line]. v. 51, n. 3, p , Maio/Junho Disponivel em: <http://rae.fgv.br/rae/vol51-num3 2011/cincodecadas-logistica-empresarial-administracao-cadeia-suprimentos-nobrasil>. Acesso em: 25 de Abril de PEINADO, Jurandir; GRAEML, Alexandre R. Administração da Produção: Operações industriais e de serviços. Curitiba: UnicemP, PIRES, S. Gestão da cadeia de suprimentos: conceitos, estratégias, práticas e casos. São Paulo: Atlas, ROSA, Hobed; MAYERLE, Sérgio Fernando; GONCALVES, Mirian Buss. Controle de estoque por revisão contínua e revisão periódica: uma análise comparativa utilizando simulação. Prod., São Paulo, v. 20, n. 4, dez Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=pt &nrm=iso>. Acessado em abr SANTOS, M. S.; OLIVEIRA, R. C. R.; FERRAZ, J. M.; MATOS JUNIOR, J. E. Valor da marca no processo de decisão de compras: os produtos de higiene bucal. XXXI Encontro Nacional de Engenharia de Produção, 04 a 07 de Outubro de 2011, Belo Horizonte MG. SELLITTO, M. A; RODRIGUES, D. M. Análise do desempenho de fornecedores de uma empresa de manufatura apoiada em análise de aglomerados. Produção, v. 19, n. 1, jan./abr SILVA, E. L., MENEZES, E. M.. Metodologia da Pesquisa e Elaboração de Dissertação. 3. ed. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, SLACK, N. Administração da produção. São Paulo: Atlas, YIN, Robert K. Estudo de caso planejamento e métodos. 2 ª edição. Porto Alegre: Bookman, ZAGHENI, E. S. S.; LUNA, M. M. M.; FRANÇA, V. O.; BASTOS, A. L. A.O perfil das pesquisas científicas que relacionam o estudo do turismo com logística e com gestão da cadeia de suprimentos. XXIX Encontro Nacional de Engenharia de Produção, 06 a 09 de Outubro de 2009, Salvador BA. 11

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