Redes de Telecom: Um Modelo de Negócio para a Valorização da Rede

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1 Redes de Telecom: Um Modelo de Negócio para a Valorização da Rede A transmissão à distância de sinais para fins de comunicação é algumas vezes chamada de um negócio de rede de baixo valor. Certamente, esse termo não faz justiça a um dos mais bem sucedidos desenhos empresariais de todos os tempos, ou a uma indústria que é responsável por cerca de 4% do produto bruto mundial [1]. Contudo, o termo rede de baixo valor ( Dumb Pipe ) é freqüentemente utilizado para explicar como as operadoras de telecomunicações tradicionais ( incumbents ou telcos ) estão perdendo o controle sobre os serviços que são entregues através da infra-estrutura de conexões e banda que elas próprias fornecem. Nesse cenário, a telco se limita a fornecer conectividade enquanto terceiros fornecem os serviços de maior valor que trafegam na sua infra-estrutura de conexão. Em um cenário de rede de alto valor ( Smart Pipe ), a operadora provê tanto a conectividade quanto os serviços de maior valor ao cliente final. Os termos rede de baixo valor e rede de alto valor descrevem as opções estratégicas fundamentais e mutuamente exclusivas que as operadoras encontram ao longo de seu caminho. Neste tutorial, que mais uma vez aborda o tema valorização da rede de telecom, procura-se examinar se essas opções estratégicas ainda são válidas e sugere-se como conceber um negócio em torno de uma rede valorizada ( Valuable Pipe ). Este tutorial foi produzido a partir do White Paper Dumb Pipe vs. Smart Pipe? Better to Design a Valuable Pipe, de Dezembro de 2007, elaborado pela Oliver Wyman (www.oliverwyman.com). Categoria: Operação e Gestão Nível: Introdutório Enfoque: Negócios Duração: 15 minutos Publicado em: 07/04/2008 1

2 Redes de Telecom: Introdução O acesso dial-up à Internet, oferecido no fim dos anos 1990 por empresas americanas como Prodigy, AOL e Compuserve, foi o primeiro grande exemplo de oferta em escala de um serviço de alto valor sem qualquer envolvimento direto por parte das operadoras. Como serviço, o acesso dial-up à Internet foi espetacularmente bem sucedido. As operadoras foram pegas de surpresa e nunca mais recuperaram o controle total sobre a utilização da sua infra-estrutura de rede. Parecia que a implementação do modelo de rede de baixo valor tinha se tornado uma armadilha, onde as telcos ficaram relegadas a meros fornecedores de infra-estrutura com margens de ganho similares a empresas de infra-estrutura de outros segmentos ( Utilities ). Em contrapartida, a opção por uma rede de alto valor é freqüentemente apresentada com a única alternativa estratégica de crescimento de longo prazo para as operadoras de rede. Para capturar uma parcela maior do valor da carteira dos seus clientes, as operadoras de rede lançaram negócios para venda de músicas, canais de TV, sistemas de busca para Internet, entre outros, mas a maioria desses esforços não produziu resultados significativamente maiores para o seu negócio. Desta forma, as operadoras tendem a oferecer um enorme portfólio de serviços com pouca rentabilidade. Em suma, a estratégia de rede de múltiplas marcas e serviços de alto valor pode ser dispendiosa, exige alto investimento, e oferece retorno cada vez menor. Além disso, as empresas na linha da frente da inovação de serviços, conhecidas como GYM s (acrônimo para o Google, Yahoo! e Microsoft, mas tipicamente usado quando se faz referência a empresas similares), estão demandando formas mais abertas e isonômicas de acesso à rede das operadoras. Um cenário perturbador para as telcos considera a implementação de redes alternativas pelas GYM s (como no caso do Google, que participou do leilão de freqüências de 700 MHz nos Estados Unidos), e que pode afetar negativamente o valor das redes das telcos. Diante desse cenário, pergunta-se: As alternativas rede de baixo valor ou rede de alto valor podem ser consideradas opções estratégicas fortes para enfrentar as GYM s? O debate rede de baixo valor versus rede de alto valor ainda é relevante? Sobre a Oliver Wyman A Oliver Wyman é uma empresa global líder em consultoria de gestão, combinando conhecimento dos setores em que atua com a experiência em estratégia, operações, gerenciamento de riscos, transformação e desenvolvimento organizacional. Trabalha com clientes dos mais diversos setores de atividade, para proporcionar-lhes crescimento sustentado de valor. Mercer Delta Organizational Consulting, Mercer Management Consulting e Mercer Oliver Wyman uniram forças, recentemente, sob o nome Oliver Wyman, criando uma empresa líder global em consultoria de gestão. O nome Oliver Wyman representa há décadas conhecimento especializado e reconhecida excelência em estratégia e consultoria em gerenciamento de risco para o mercado financeiro. A partir dessa união, esta marca oferece para outros setores da economia expertise em estratégia, operações, gerenciamento de riscos, transformação e desenvolvimento organizacional. A Oliver Wyman atende as seguintes Indústrias: 2

3 Automotiva Aviação, Aeroespacial e Defesa Comunicações, Mídia e Tecnologia Energia Serviços Financeiros 1. Bancos Corporate e Institucionais 2. Seguros 3. Bancos de Atacado e de Varejo Ciências biológicas e da saúde (farmacêutica) Produtos industriais e serviços Varejo e Produtos de Consumo Transportes Suas principais Competências são: Transformação dos Negócios Delta Organization & Leadership 1. Desenho e Transformação Organizacional 2. Liderança Empresarial e Efetividade do Conselho 3. Centro de Educação para Executivos Finanças e Risco Marketing e Vendas Operações e Tecnologia Estratégia Este tutorial foi produzido pela área que atende a Indústria de Comunicações, Mídia e Tecnologia. 3

4 Redes de Telecom: Rede de Baixo Valor A rentabilidade da operadora é determinada pelo controle estratégico que exerce sobre os seus ativos, bem como a capacidade do operador para obter um prêmio ou valorização adicional para os seus ativos e serviços. Na maioria dos mercados desenvolvidos, possuir uma rede de acesso fixa permite pouco a nenhum controle estratégico. A maior parte das vantagens advindas da propriedade de redes de acesso foi regulamentada, e quaisquer vantagens competitivas herdadas dos antigos monopólios foram efetivamente eliminadas. Isto sugere que o desenho atual do negócio de rede de baixo valor atingiu o fim da sua vida útil [2]. No entanto, com o advento de redes ópticas passivas com custo competitivo (fibra ao x, ou FTTx), a oportunidade de criar uma rede de baixo valor inteiramente nova torna-se mais atraente. A figura a seguir mostra a rápida diminuição de custo esperada em redes ópticas passivas. Figura 1: Custo de Redes Ópticas Passivas Com soluções inteligentes, ao invés de cavar ruas e estradas para implantar redes de fibra óptica, as empresas têm utilizado a infra-estrutura da rede de esgoto existente na França, a infra-estrutura de rede aérea (postes) no Japão, e a implantação de novas redes no Oriente Médio, alternativas essas que permitem redução de custo superior a 50-60%. O cenário econômico das novas redes de acesso de fibra óptica, que favorece a primeira rede implantada para chegar ao cliente final, faz com que a implantação de uma segunda rede para chegar ao mesmo cliente não seja viável, reduzindo os incentivos para esse segundo investimento. Como resultado, a iniciativa cria um monopólio de fato, aumentando significativamente a capacidade da operadora de rede para obter um prêmio ou resultado adicional para os seus serviços. O outro grande impulsionador do crescimento das redes FTTx é a ameaça competitiva das redes de TV a cabo. Em mercados como os dos EUA e dos Países Baixos, as redes FTTx permitem que as telcos tenham capacidade para competir de igual para igual com a oferta de serviços triple-play das operadoras de TV a cabo. Isto levou ao aparecimento de estratégias de risco. Por exemplo: A Verizon está fazendo um investimento plurianual superior a US$ 20 bilhões para aumentar a sua 4

5 rede de fibra óptica nas áreas onde presta serviços. Vários municípios estão implementando operadoras municipais de redes de fibra óptica, destacando-se, entre esses, o de Amsterdã, com o projeto CityNet, e o de Palo Alto, Califórnia, com o projeto para construir uma rede FTTP (Fiber To The Premisses) que chega até o usuário final. No Médio Oriente a maioria dos grandes empreendimentos imobiliários já é entregue com toda a infraestrutura de redes ópticas. Nestes casos, pode fazer sentido investir para evitar problemas. Apostar no investimento para implantar uma rede de fibra óptica pode ajudar a livrar-se da comoditização das redes de acesso de cobre existentes e criar uma vantagem competitiva sustentável, apesar da tendência de uma regulamentação permissiva. A recente decisão do Federal Communications Commission (FCC EUA) de abster-se de endossar o princípio de neutralidade das redes incentiva a competição sustentável de infra-estrutura e, como tal, fornece um claro estímulo aos investimentos. Esta decisão pode ser seguida por outros órgãos reguladores interessados em melhorar as credenciais da economia da informação dos seus países. Alguns sinais nesse sentido podem ser visto na posição conciliadora de reguladores dos mercados da Espanha e Alemanha, assim como no Grupo de Reguladores Europeus [3]. Mas outros sinais contraditórios indicam que os reguladores europeus poderiam assumir uma postura mais forte contra os investimentos em redes de fibra óptica. Isto forçaria as telcos a separar a sua infra-estrutura de rede de acesso da de rede de serviços, com o objetivo de sair do modelo de concorrência baseada em infra-estrutura de rede para o modelo de concorrência baseada em serviços. Essa tendência poderá transferir a discussão de um modelo de concorrência baseado em rede de baixo valor (redes de acesso) para um modelo baseado em rede de alto valor (redes de serviços). Tal como evidenciado pelo lobby intenso ocorrido nos EUA em 2006, o cenário onde as telcos adotam uma abordagem do tipo rede de baixo valor com acesso aberto às suas redes beneficia as GYM s. Isso provavelmente conduzirá a uma menor intermediação das telcos, permitindo às GYM s desenvolver maior controle estratégico de clientes e acumular uma parte maior das receitas. Dois fatores têm contribuído para a reformulação da abordagem de rede de baixo valor, através do investimento em redes de acesso de fibra óptica: a crescente demanda por acessos banda larga e por serviços de entretenimento com interatividade. Redes com maior capacidade permitem a oferta de aplicações e serviços mais sofisticados (HDTV, jogos interativos, vídeo on demand, e aumento do uso da tecnologia Web 2.0), e aplicações e serviços mais sofisticados exigem ainda mais largura de banda. Este ciclo apenas começou e, como as gerações mais jovens encontram novos usos para a Internet e como todo o conteúdo passou a ser digitalizado, o crescimento da demanda por banda devem continuar. As operadoras estão se preparando para esse crescimento. Por exemplo, na Espanha a Telefonica planeja um aumento de dez vezes na disponibilidade comercial de banda larga para os usuários residenciais entre 2006 e 2010 [4]. Como a reformulação da abordagem de rede de baixo valor, o papel da operadora tradicional (telco) deve ser redefinido. Dois fatores poderosos estão induzindo as telcos a incorporar elementos da estratégia de rede de alto valor no novo desenho do seu negócio: Primeiro fator: A fim de obter um retorno sobre os grandes investimentos exigidos para implementar uma rede de acesso totalmente baseada em fibra óptica as telcos devem gerar outras fontes de receita. As receitas da rede de baixo valor, tais como voz e conectividade para Internet, não são suficientes, o que leva as telcos a adicionar serviços de vídeo, tais como IPTV e vídeo on demand. 5

6 Segundo fator: A disponibilidade de banda praticamente ilimitada abre um vasto leque de oportunidades de negócio. Mais uma vez, as aplicações de vídeo que demandam muita banda são as que têm maior custo. Além disso, estas oportunidades permitem que as telcos entrem no segmentado e personalizado setor de publicidade de TV, o que potencialmente permite inovações no desenho do seu negócio. Entretanto, este processo de aumentar as áreas de atuação do negócio da telco acarreta riscos. Sem dúvida, a opção pela estratégia de risco que considera a implantação de redes de fibra óptica não é uma panacéia para todas as operadoras. O estímulo para o investimento depende da disponibilidade de alternativas de serviços de banda larga, do apoio do órgão regulador local para a concorrência baseada em infra-estrutura de rede em detrimento da concorrência baseada em serviços, da qualidade da rede de acesso de cobre, da maturidade do uso da Internet da base de clientes, e assim por diante. Quão neutra deve ser a rede? Um dos maiores debates na comunidade de telecomunicações, no passado recente, foi sobre a neutralidade de rede. A neutralidade de rede requer que as redes tratem qualquer tráfego da mesma maneira, independentemente da sua natureza ( versus downloads peer-to-peer) ou da sua origem (grandes empresas de Internet versus pequenos sites Web privados). Tradicionalmente, esta tem sido a forma como a Internet tem operado, baseando-se na filosofia first in, first out e best effort. Esta forma de operar agora está sob ameaça e pode mudar para algo radicalmente diferente. A favor da neutralidade de rede: os interessados afirmam que essa neutralidade é uma característica básica da Internet, que tem sido uma meritocracia de conteúdo desde o seu início. Este grupo argumenta que a diferenciação de tráfego com base nas regras do mercado acabará por limitar a escolha do consumidor e resultar em preços mais elevados. Entre os defensores da neutralidade de rede estão grandes empresas Internet como o Google, Amazon, YouTube, e ebay, bem como alguns grupos de defesa dos consumidores. Contra a neutralidade de rede: os interessados argumentam que, a menos que o princípio de neutralidade de rede seja mudado, será desencadeado um processo de aumento crescente da comoditização do negócio de redes de telecomunicações. Esse processo irá, por sua vez, limitar os níveis de investimento e dificultar o desenvolvimento de novas tecnologias avançadas de rede necessárias para o futuro. Entre os defensores da regulação do princípio de neutralidade de rede estão as telcos. 6

7 Redes de Telecom: Rede de Alto Valor Um número maior de operadoras adotou a estratégia de oferecer serviços próprios de fotografia, música, jogos, TV e vídeo; algumas têm os seus próprios serviços de busca para Internet; e outras têm revisado os seus sites com base no site do Yahoo!, oferecendo serviços do tipo shopping, blogs, serviços de viagens, links patrocinados para publicidade, e muito mais. Na corrida para procurar novas oportunidades de crescimento e manter controle dos clientes, muitas operadoras têm expandido de forma agressiva o seu portfólio de serviços muito além do tradicional negócio de redes de baixo valor, por vezes com resultados não comerciais. A abordagem de rede de alto valor é, obviamente, uma tentativa que as telcos fizeram para replicar o sucesso que algumas das GYM s tiveram em obter fontes adicionais de receitas. Teoricamente, no limite dessa abordagem, as GYM s não deveriam ser beneficiárias desses resultados. Contudo, os dados empíricos (um valor de mercado superior a US$ 200 bilhões e a expectativa gerada para o desempenho financeiro do Google) sugerem que a GYM s ainda estão obtendo uma boa parte das receitas. A razão é que algumas operadoras foram bem sucedidas ao desenvolver conteúdo original próprio. Desta forma, a maioria dessas ofertas exige uma cooperação estreita com parceiros de tecnologia, serviços e conteúdo. Na verdade, esses parceiros exigem uma parte substancial das receitas desse amplo portfólio. Como resultado, a rentabilidade marginal dos serviços de rede de alto valor pode ser significativamente menor que os serviços de telecomunicações de rede de baixo valor. De fato, muitos destes serviços provavelmente não são lucrativos desde o início. Além disso, a tendência de aumento do investimento de capital privado no mercado das telcos, muitas vezes com elevada expectativa de lucro e pouca paciência para o retorno de investimento de longo prazo, pode efetivamente desestimular investimentos, dado o resultado histórico de baixo retorno da maioria das iniciativas. A expansão agressiva dos serviços de rede de alto valor dos últimos anos levou a oferta de portfólios super dimensionados que consomem recursos escassos, gerando ao mesmo tempo rentabilidade limitada. Desta forma, com freqüência surge a necessidade de reduzir o portfólio de serviços, aplicando critérios rigorosos para definir quais serviços devem ser gerenciados internamente, quais serviços devem ser terceirizada, e quais serviços devem ser completamente extintos. Encontrar o equilíbrio certo requer estudo cuidadoso, bem como uma profunda compreensão do comportamento esperado do consumidor e de sua disposição para pagar pelos serviços ofertados. Verificou-se que os operadores tipicamente usam uma abordagem focada em três frentes para reduzir o risco do seu portfólio de serviços: 1. São feitos testes e análises da dinâmica provável de valor dos novos serviços antes e após o lançamento, a fim de prever e controlar com precisão as receitas, o mix de serviços e as margens. 2. São feitos esforços extraordinários para montar parcerias e modelos de divisão de receita adequados com terceiros que possuam a experiência necessária e o histórico de resultados bem sucedidos. 3. São criadas as infra-estruturas de operação e aplicações adequadas para harmoniosamente integrar e personalizar o conteúdo de terceiros, usando um conjunto padronizado de interfaces para a entrega, descrição e gestão de serviços. Esta abordagem contribui para que as operadoras de rede compreendam a verdadeira dinâmica de valor do seu portfólio de serviços e a foquem na gestão de banda e recursos escassos considerando os serviços que poder gerar receitas adicionais de maior valor. 7

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9 Redes de Telecom: Rede Valorizada Os conceitos de rede de baixo valor versus rede de alto valor já não descrevem com precisão as opções estratégicas mutuamente exclusivas das operadoras. Não é mais possível comprometer-se com um programa de investimento de uma década, muitibilionário e de risco, sem compreender os diferentes tipos de serviços e experiência que o operador pode oferecer, junto com os benefícios esperados para os usuários finais. Também não é produtivo tornar-se uma operadora do tipo todos os serviços para todas as pessoas com um enorme portfólio de serviços. A estratégia mais promissora é combinar o melhor dos dois modelos apresentados em um novo desenho de negócio, que se denominará rede valorizada. Um desenho de negócio robusto que incorpora os princípios de rede de baixo e alto valor permitirá às telcos criar um controle estratégico e, assim, obter receitas premium e gerar valor acima do mercado para o futuro próximo. As fontes tradicionais de controle estratégico para as telcos são o capital intensivo elevado usado para a construção e operação de uma rede pública, o ambiente regulatório restritivo, a escassez de espectro de freqüências, e as tecnologias proprietárias. Agora, estas devem ser complementadas com as fontes de controle estratégico do modelo rede de alto valor, que derivam da enorme quantidade de informações que as telcos possuem sobre os seus clientes, a capacidade de coletar tarifas de bilhões de serviço unitários consumidos, assim como a capacidade de variar níveis de serviço entre os clientes. Algumas telcos começaram explorar fontes de controle estratégico do modelo de rede valorizada. Elas desenvolveram poderosas plataformas de serviço que ajudam os prestadores de serviços parceiros (incluindo as empresas GYM) a acessar, com melhor relação de custo, uma base maior de clientes, além de permitir que sejam tomadas melhores decisões sobre valores propostos, preços, e pacotes de serviços. Através de suas plataformas, as telcos podem obter receitas pelo fornecimento de informação, de faturamento e de serviços de qualidade, assim como podem verificar e controlar os serviços prestados através da rede, mesmo quando a telco serve como um mero canal para o usuário final. Esta abordagem também abre novas fontes de receitas, como publicidade segmentada (anúncios personalizados de TV) e poderá permitir às telcos negociar uma parcela adicional das fontes de receita das GYM s. O desenho de negócio baseado no modelo de rede valorizada é muito mais complexo. Tipicamente, os operadores escolhem alguma forma de estratégia triple-play, combinando telecomunicações, Internet banda larga, vídeo e serviços em uma oferta empacotada. No entanto, as combinações e permutações dos diferentes serviços e opções de empacotamento, com os respectivos perfis de investimentos e de modelos de negócio de cada por serviço, são extremante complexas. Num cenário de rede valorizada, a telco identifica um portfólio de projetos de negócios e serviços que vão maximizar o retorno sobre o investimento na rede. A telco pode então decidir desenvolver um serviço internamente, outro serviço em parceria com um parceiro de conteúdo, ou pode decidir que um serviço de melhor qualidade pode ser prestado por um fornecedor terceirizado (tal como as GYM s). O plano de negócio para o investimento incremental em infra-estrutura ou para a incorporação de novos serviços é baseado na identificação de um modelo de negócio rentável e, a seguir, na gestão eficaz de um portfólio de modelos de negócios e de parceiros de negócios. Num cenário de rede valorizada, a telco provavelmente deve formar parcerias com as GYM s para fornecer alguns destes novos serviços. As GYM s, mais uma vez, teriam a expectativa de obter oportunidades incrementais de receita (embora em um nível inferior em comparação com o cenário de rede 9

10 de baixo valor ). Além disso, a criação de uma plataforma de serviços com acesso aos parceiros e aos fornecedores terceirizados (incluindo as GYM s) é susceptível de gerar grandes ganhos de escala e de escopo, o que daria aos seus proprietários o controle estratégico tanto sobre os clientes finais e como sobre os resultados econômicos. No entanto, as telcos não são os únicos agentes dispostos a ocupar essa posição. As telcos estão competindo com as GYM s para obter o controle sobre as plataformas, e ainda não se sabe quem vai ganhar essa disputa. Então, como as empresas devem começar a pensar no seu novo desenho de negócio? A única forma possível: de fora para dentro, iniciando a partir do cliente. Para ter certeza sobre o seu próprio negócio, as empresas devem primeiro identificar e quantificar as verdadeiras motivações de valor do cliente, ou seja, aquelas coisas que os clientes realmente estão dispostos a pagar num contexto competitivo, e, em seguida, avaliar o impacto para implementar novas aplicações e serviços na rede. O comportamento do cliente deve ser observado em cenários de mercados futuros, de forma tal que as telcos possam efetivamente ver o futuro, testando diferentes movimentos estratégicos. Para tanto, existem seis capacitações que as telcos terão que desenvolver: Ouvir a voz do cliente. As telcos devem desenvolver um sistema que reúne continuamente informações de inteligência sobre o cliente, a fim de compreender as suas preferências, sua aceitação acerca de novas marcas e os requisitos de futuros serviços. Isto faz com que seja possível estimar a procura futura de produtos e serviços com maior confiabilidade. Avaliar desenhos de negócios alternativos. É preciso ter discernimento sobre as preferências futuras dos clientes, para poder fazer uma avaliação realista do montante de esforços e recursos necessários, do custo de oportunidade, e dos custos adicionais que devem compor os investimentos fixos e variáveis. Esta investigação serve como base para uma avaliação de alternativas de modelos de negócio, tais como prover o serviço a partir de desenvolvimento interno, de produto OEM, de parceria, de contrato de outsourcing, ou ainda cobrar através de assinatura fixa, por uso ou através de veiculação de anúncios. Criar uma sólida plataforma de serviços. Esta plataforma irá provavelmente fornecer economia de escala e de escopo e servirá como um forte diferencial competitivo contra a concorrência das GYM s. Fazer a gestão eficaz do portfólio para diferentes modelos de negócios. Juntamente com uma sólida plataforma de serviços, a identificação e a execução em áreas fortes intra-portfólio permitirá um maior controle estratégico do cliente. Desenvolver um ecossistema de parceiros de negócios. Um ecossistema vibrante de parceiros comerciais provê inovação e um novo conjunto de serviços que ajudam a solidificar as relações com os clientes. Acelerar o tempo de implementação (time to value). Para chegar a uma série de decisões de negócio de alto escalão, o nível de gerência sênior deve estar envolvido em todo o processo, já que as suas contribuições e consenso são fundamentais para um bom resultado e para a rápida execução de todas as atividades. O nível de gerência sênior deve identificar as grandes atividades e os movimentos táticos de exploração e, em seguida, traduzir esses movimentos hipotéticos em pesquisas relevantes de clientes e em ferramentas interativas de tomada de decisão. 10

11 Redes de Telecom: Considerações Finais Pela primeira vez em um século, as telcos têm uma verdadeira oportunidade para reexaminar as suas idéias e reinventar o negócio. O advento das redes de acesso de fibra óptica a custos acessíveis, combinado com poderosas aplicações que são controladas pelo operador, permite que as telcos possam virar o jogo. Para tirar o maior partido possível dessas oportunidades, as telcos devem adotar uma abordagem estruturada que é baseada na compreensão das futuras demandas. Isto irá assegurar que possam identificar as fronteiras, os modelos de negócio, e os modelos de lucro em torno dos quais devem expandir o escopo e a escala dos seus serviços. E, finalmente, o debate rede de baixo valor versus rede de alto valor poderá ser esquecido. Ao combinar o melhor de ambas as estratégias, as telcos podem criar um negócio baseado em rede valorizada. Perguntas para gestores desenvolvendo um modelo de negócio do tipo rede valorizada : 1. Quais são as considerações que irão motivar e criar demanda para os futuros bens e serviços? 2. Os clientes vão preferir receber esses serviços através das telcos ou por meio de parceiros? 3. Que modelos de negócio são necessárias para o lançamento bem sucedido desses novos serviços? 4. Que serviços devem ser desenvolvidos internamente (in-house), que serviços devem ser desenvolvidos em parceira, e que serviços devem ser terceirizados? 5. Quais são os principais serviços do portfólio (core) que devem ser empacotados juntos? Referências [1] Telecom Industry Revenue to Reach $4.3 Trillion by 2010, Telecommunications Industry Association, Wilkofsky Gruen Associates, [2] A principal exceção a esta tendência que vemos é no setor móvel por satélite, em que empresas como a Terrestar Networks estão investindo agressivamente em rede 4G capacidades que irão revender a outros prestadores de serviços wireless (sem fio). [3] Spain reaches breakthrough NGN regulation compromise,, Telecom Markets, 11 de setembro de [4] "6th Telefonica Investor Conference", apresentação de Julio Linares, 11 de outubro de 2007, Londres. 11

12 Redes de Telecom: Teste seu entendimento 1. O que se entende por Rede de Baixo Valor? Representa a rede de uma operadora que se limita a fornecer conectividade enquanto terceiros fornecem os serviços de maior valor que trafegam na sua infra-estrutura de conexão. Representa uma rede que foi construída com baixo investimento inicial. Representa uma rede de acesso que fornece taxa de bit máxima de 64 kbit/s. Não existe tal rede. 2. O que se entende por Rede de Alto Valor? Representa uma rede que foi construída com altos investimentos iniciais. Representa uma rede que oferece taxa de bit máxima de 34 Mbit/s. Não existe tal rede. Representa a rede de uma operadora que provê tanto a conectividade quanto os serviços de maior valor ao cliente final. 3. O que se entende por Rede Valorizada? Representa uma rede que teve investimentos posteriores após a sua implementação inicial. Representa a rede de uma operadora que provê conectividade e serviços de maior valor, em conjunto com parceiros e provedores terceirizados, segundo as demandas do usuário final. Não existe tal rede. Representa uma rede que oferece apenas as taxas de bit solicitadas pelos usuários do mercado local. 12

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