A TERRITORIALIDADE COMO EIXO CENTRAL DOS DIREITOS INDÍGENAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A TERRITORIALIDADE COMO EIXO CENTRAL DOS DIREITOS INDÍGENAS"

Transcrição

1 A TERRITORIALIDADE COMO EIXO CENTRAL DOS DIREITOS INDÍGENAS Djalma Magalhães Couto Orientadora: Profª. Drª. Christina Miranda Ribas Universidade Estadual de Ponta Grossa Resumo: O trabalho estuda a atual realidade indígena brasileira sob uma perspectiva multiculturalista emancipatória. Seu objetivo é identificar a eficácia dos direitos conferidos a este povo, como o direito territorial, o cultural e o relativo à organização social própria, demonstrando as condições para seus respectivos exercícios. Aborda, ainda, o cenário criado pela colonização sempre eurocêntrica e uniformizadora, que posteriormente foi substituída por uma postura integracionista do estado brasileiro. Para tanto, foi desenvolvida pesquisa bibliográfica na obra de Carlos Frederico Marés de Souza Filho e Boaventura de Sousa Santos, utilizando de suas posturas sobre o multiculturalismo dentro de um Estado Nacional. Conclui-se que a insatisfação das comunidades silvícolas que lutam atualmente é fruto de um sistema estatal não preparado para este tipo de demanda e que a garantia da territorialidade é a estrutura que possibilita o exercício dos demais direitos conferidos ao povo indígena. Palavras-chave: Direitos coletivos, direito de autodeterminação, territorialidade, demarcação de terras indígenas. Introdução: O objetivo do presente trabalho é analisar as circunstâncias que fazem da territorialidade o eixo central de toda a discussão sobre o reconhecimento dos povos indígenas. Iniciando-se com uma colonização violenta, eurocêntrica e padronizadora, as comunidades indígenas sempre foram forçadas a se integrarem à comunidade nacional, abdicando de sua cultura, a fim de garantir sua sobrevivência. Até a Constituição de 1988, era essa a realidade imposta pelo ordenamento jurídico, que não enxergava os indígenas como um povo diferente, ou seja, uma coletividade sujeito de direitos. Dado os interesses econômicos da sociedade civil, atualmente se travam diversas batalhas nas demarcações das terras indígenas, vez que tal política entra em atrito com os referidos interesses. Também se demonstrará que a estrutura

2 constitucional implantada no Brasil não abarca a noção de direitos coletivos, mas somente direitos individuais, principalmente cristalizados na propriedade. Objetivos e Técnicas de Pesquisa Pesquisa de caráter histórico-dedutivo desenvolvida por meio de pesquisa bibliográfica. A pesquisa bibliográfica foi realizada em livros sobre os temas do multiculturalismo, do histórico e da situação indígena brasileira, bem como websites sobre os temas que envolvem os direitos indígenas. A abordagem se inicia com os elementos que constituem as garantias dos povos indígenas e a complexidade histórico antropológica deste processo. Depois o tema foi analisado na visão do Direito internacional, bem como a gama do direito positivo a respeito do tema, com enfoque na territorialidade. Resultados e Discussão: Cultura pode ser considerada como o repositório do que de melhor foi pensado e produzido pela humanidade (SANTOS, 2003, p.27). Em outras palavras, o conjunto dos valores materiais e espirituais cultivados por uma sociedade ao longo de sua história, que pode diferenciá-la das demais. Devido a colonização européia, a cultura foi colocada em uma escala evolutiva, elencando sempre as concepções eurocêntricas de universalidade e diversidade como desenvolvidas. Para povoar as colônias da América Latina, a Espanha instituiu um novo derecho indiano, que se assemelhava as normas vigente na Europa mas trazia algumas inovações casuísticas, enquanto os lusitanos adotaram o mesmo regime das Sesmarias que vigorava em sua terra natal. Em Portugal o regime sesmarial tinha o objetivo de proporcionar a produção de alimentos para a população, no Brasil foi mais um instrumento de conquista (SIQUEIRA; MACHADO, 2010). Neste sistema, se garantia a concessão de terras para quem quisesse vir ao Brasil, mesmo que para isso fosse necessário escravizar ou dizimar populações indígenas. Aos indígenas era garantido bom tratamento desde que se submetessem à catequese. Ou seja, percebe-se que quando os nativos não eram dizimados, eram assimilados a cultura oriental. Considerando que a identidade de um indivíduo transparece à medida em que ele age e fala (ARENDT, 2011, p.224), assim revelando-se, castrar a sua subjetividade e compelí-lo a um discurso padrão seria a recompensa pela submissão à cidadania nacional.

3 O quadro deste grupo não melhorou com o passar do tempo. Em 1680 foi expedido o Alvará Régio, primeiro instituto em defesa dos índios, o qual estabelecia que as terras indígenas deveriam ser respeitadas por serem estes os seus primeiros ocupantes. Entretanto, essa era uma norma ineficaz, vez que os indígenas continuaram a ser esbulhados de suas terras, muitas vezes com o aval do Estado, como quando foi declarado pela Carta Régia, de 1808, que as terras devolutas, aquelas conquistadas dos índios em guerras justas, poderiam ser destinadas de acordo com a vontade do Estado, o que gerou diversas invasões em terras de nativos. Não foi outra a realidade da Lei de Terras, Lei nº. 601/1850, que reconhecia território aos índios mas não criava instrumentos para a garantia e execução deste direito. Percebe-se que até hoje essa situação continua frustrante, já que o sistema constitucional da Europa, que foi reproduzido nas colônias, não conseguia abarcar a condição indígena. Numa linguagem tecnológica, seria como uma mídia que é incompatível com determinado sistema operacional. O motivo de tamanha incongruência é que a estrutura estatal não foi montada para considerar sujeitos com direitos próprios de coletividade. É a cultura do individualismo e do império da vontade individual. O Estado, ele mesmo passou a ser concebido como um indivíduo, uma pessoa de natureza especial... para facilitar as relações jurídicas (SOUZA FILHO, 2012, p.62). Quando foi implantada a ordem jurídica nos Estados latinoamericanos, esta foi concebida como universal e única, mas se bifurcava em dois grandes ramos, o Direito Público e o Direito Privado. Nesta bipartição, os interesses e as relações jurídicas entre os particulares ocorreriam dentro do direito privado, já as relações que envolvem os interesses da sociedade, como um todo, estariam inseridas no direito público (MELLO, 2005, p.25). Nesta separação, o direito territorial indígena fica numa espécie de limbo. Dotá-lo de caráter público seria aceitar a existência de um pequeno Estado dentro de outro. De outro lado, as soluções privadas também são insuficientes. Transferir a propriedade para cada nativo individualmente, como acontece na figura do Condomínio, seria impossível, pois o titular é a própria coletividade. Assim como, a transferência para a comunidade considerando-a uma pessoa jurídica também é irrealizável, já que não possuem um contrato social (GOMES, 2010, p.105).

4 No fim do século XIX, cada pedaço de terra foi dividido entre nações organizadas. Para ser reconhecido, o Estado precisava ter uma Constituição que operasse com direitos individuais, como a propriedade. Logo, os povos que não tinham interesse em uma Constituição, passarem a ser tutelados por outros (SOUZA FILHO, 2012, p.77). Para que um povo tenha seus direitos reconhecidos, a ordem internacional também exige essa estruturação em Estados. O conceito de povo indígena não existe para o Direito Internacional Clássico, pois deste ponto de vista, povo é o aglomerado humano sob um Estado Nacional, que possua, além da comunidade, um território e um governo não subordinado a qualquer autoridade exterior (REZEK, 2011, p.193). Acreditava-se que os índios seriam em algum momento integrados à comunidade nacional, por isso sempre foram vistos como provisórios, até os anos 80. Com a promulgação da Constituição de 88 esse cenário mudou, antes eram vistos como relativamente incapazes e subordinados a tutela de órgãos públicos, sendo, a partir de então, uma voz ativa e a defender por si mesmos seus interesses, retirando o manto de invisibilidade que lhes cobria (SANTOS, 2003, p.119). Houve um grande avanço na proteção aos indígenas com a adoção de um capítulo dedicado aos índios na Constituição brasileira, haja vista que toda legislação anterior era ineficaz ou incongruente. A Constituição estabelece um direito originário (anterior ao próprio direito) e coletivo aos povos silvícolas que tradicionalmente ocupam uma área, bem como lhes assegura sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradição. Qualquer destes direitos não possui uma titularidade individualizada, todos podem usufruir do bem, mas dele não podem dispor, já que significaria privar os demais. Burlando o direito ao território, a lei brasileira criou uma figura jurídica ilusória para as terras indígenas. Definiu-a como propriedade pública estatal, de posse privada, mas ao mesmo tempo coletiva, não identificável individualmente. Isto é, de propriedade da União mas de posse indígena, a quem cabe o seu usufruto exclusivo. Segundo o Código Civil de 2002, são bens públicos os dominicais, de uso especial e os de uso comum do povo. Mas a qual dessas categorias se refere essa figura? Nenhuma. A terra indígena é indisponível e não utilizável pelo poder público, vedada ao uso comum de toda a sociedade e usufruível somente pelo povo indígena segundo seus usos, costumes e tradições. Tampouco se trata de terra particular ou

5 privada. Sendo assim, não se enquadra no conceito dogmático de propriedade, propriedade não é,...estamos falando de território, embora sem soberania e com pouca autonomia (SOUZA FILHO, 2012, p.123). Além dessas terras definidas na Constituição, quando não houver ocupação originária, o Estatuto do Índio, Lei 6.001/73, já previa a possibilidade de criação de terras reservadas. Essas glebas, ao contrário das já ocupadas, são primeiramente propriedade da União e depois transformadas em indígenas. Servem para recompensar ou aldear índios. Seu resultado, segundo Souza Filho, oscila entre dar proteção, integrar como cidadão e aldear para reprimir (SOUZA FILHO, 2012, p.130). Ainda, o Estatuto do Índio fornece uma terceira categoria de terras dos índios, que são as terras de domínio indígena. Neste caso, tratam-se das terras adquiridas de forma particular pelo indígena e das adquiridas por Usucapião Indígena. Não bastasse a figura contraditória criada pelo legislador, a demarcação dessas terras indígenas encontra diversas barreiras para se concretizar, desde interesses relativos a madeira, minério e combustíveis fósseis, até vias de comunicação. Entretanto, as piores lutas são travadas em áreas com predominância de propriedade privada instituída. O motivo é que os proprietários individuais, na maioria das vezes proprietários agrícolas, receberam essas terras como devolutas do Estado, logo se consideram os legítimos proprietários delas e assim são reconhecidos pelo sistema (SANTOS, 2003, p.98). Não há motivos para o Estado não efetuar as devidas demarcações, vez que atualmente elas se revestem de positividade e, ainda, nunca foi de interesse dos povos constituir seu próprio Estado, mesmo tendo participado de guerras de independência sua luta sempre foi pelo território compartilhado e o respeito às formas de vida de cada um. Ironicamente, a deterioração das soberanias nacionais vem se dando pela globalização, que tenta integrar todos como consumidores ou fornecedores de conhecimento (SANTOS, 2003, p.108). Considerações Finais: Neste caso a noção de justiça é inseparável de conceitos identitários, da exigência do reconhecimento de uma diferença que tem como base a comunidade e o local mas que ao mesmo tempo se move numa teia de direitos diferenciados e conflituosos (SANTOS, 2003, p.48).

6 Por não compartilharem das concepções de território, soberania e propriedade da comunidade nacional, não há como submeter os povos indígenas ao Direito oficial e positivo. Na comunidade se desenvolve um sistema jurídico complexo, com normas e sanções que derivam da própria comunidade, que as estabelece no processo social, de acordo com as necessidades do grupo. (SOUZA FILHO, 2012, p.71) Diferente da propriedade privada, que representa mais uma ferramenta econômica ao seu senhorio, a territorialidade está intimamente conectada a própria sobrevivência de um povo. São as relações que se travam com o ambiente que criam suas tradições e costumes. Sem um território, há grandes chances de que as referências culturais desapareçam e uma vez perdidas, seu povo desaparece junto com elas. Aqui a existência física de um território, com um ecossistema determinado e o domínio, controle ou saber que tenha o povo sobre ele, é determinante para a própria existência do povo (SOUZA FILHO, 2012, p.120). Ou seja, para o exercício dos direitos ambientais, culturais e físicos indígenas, é imprescindível a existência de um espaço material que os viabilize. Referências ARENDT, Hannah. A condição humana. 11 ed. Forense Universitária: Rio de Janeiro GOMES, Orlando. Direitos Reais. 20 ed. Forense: Rio de Janeiro MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo. 18 ed. Malheiros: São Paulo REZEK, Francisco. Direito Internacional Público: curso elementar. 13 ed. Saraiva: São Paulo SANTOS, Boaventura de Sousa. Reconhecer para libertar: os caminhos do cosmopolitismo multicultural. Civilização Brasileira. Rio de Janeiro SIQUEIRA, Roberta Cristina de Morais; MACHADO, Vilma de Fátima. Direito dos Povos Indígenas ou Direito para os Povos indígenas?. Disponível em <http://www.fdv.br/publicacoes/periodicos/revistadireitosegarantiasfundamentais/n6/1.pdf>, Acesso em: 10 Junho SOUZA FILHO, Carlos Frederico Marés de. O renascer dos Povos Indígenas para o Direito. 8 ed. Juruá: Curitiba

Marco legal. da política indigenista brasileira

Marco legal. da política indigenista brasileira Marco legal da política indigenista brasileira A política indigenista no país tem como base a Constituição Federal de 1988, o Estatuto do Índio (Lei nº 6.001/1973) e instrumentos jurídicos internacionais,

Leia mais

A HERMENÊUTICA DIATÓPICA COMO MECANISMO DE DIÁLOGO INTERCULTURAL PARA A FORMAÇÃO DE UM ESTADO TRANSFORMADOR

A HERMENÊUTICA DIATÓPICA COMO MECANISMO DE DIÁLOGO INTERCULTURAL PARA A FORMAÇÃO DE UM ESTADO TRANSFORMADOR A HERMENÊUTICA DIATÓPICA COMO MECANISMO DE DIÁLOGO INTERCULTURAL PARA A FORMAÇÃO DE UM ESTADO TRANSFORMADOR CONSIDERAÇÕES INICIAIS Isabelle Maris Pelegrini 1 Orientador: Dr. José Luiz Quadros de Magalhães

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ CÂMARA MUNICIPAL DE TERESINA Assessoria Jurídica Legislativa

ESTADO DO PIAUÍ CÂMARA MUNICIPAL DE TERESINA Assessoria Jurídica Legislativa PARECER AJL/CMT Nº 031/2015. Teresina (PI), 04 de março de 2015. Assunto: Projeto de Lei nº 029/2015 Autor: Vereadora Teresa Britto Ementa: Dispõe sobre a obrigatoriedade, no âmbito do Município de Teresina,

Leia mais

CONCENTRAÇÃO DE TERRAS NO BRASIL UM OLHAR ACADÊMICO SOBRE O PROCESSO

CONCENTRAÇÃO DE TERRAS NO BRASIL UM OLHAR ACADÊMICO SOBRE O PROCESSO CONCENTRAÇÃO DE TERRAS NO BRASIL UM OLHAR ACADÊMICO SOBRE O PROCESSO Ana Claudia Silva Almeida Universidade Estadual de Maringá - UEM anaclaudia1985@yahoo.com.br Elpídio Serra Universidade Estadual de

Leia mais

ASPECTOS DA DESAPROPRIAÇÃO POR NECESSIDADE OU UTILIDADE PÚBLICA E POR INTERESSE SOCIAL.

ASPECTOS DA DESAPROPRIAÇÃO POR NECESSIDADE OU UTILIDADE PÚBLICA E POR INTERESSE SOCIAL. ASPECTOS DA DESAPROPRIAÇÃO POR NECESSIDADE OU UTILIDADE PÚBLICA E POR INTERESSE SOCIAL. Por Osvaldo Feitosa de Lima, Advogado e mail: drfeitosalima@hotmail.com Em razão do princípio da supremacia do interesse

Leia mais

Liberdade e democracia: agenda socialista ou liberal?

Liberdade e democracia: agenda socialista ou liberal? Liberdade e democracia: agenda socialista ou liberal? Introdução: Maria Mello de Malta 1 Em toda parte parece se defender a liberdade e a democracia. Fazem-se passeatas, manifestações políticas e até guerras

Leia mais

As organizações sociais e o contrato de gestão

As organizações sociais e o contrato de gestão As organizações sociais e o contrato de gestão Nina Novaes Coutinho Resumo Este trabalho visa mostrar a importância da Organização Social para o desenvolvimento social. Para tanto, o trabalho apresenta

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PROPOSIÇÃO DISPONDO SOBRE A ALIENAÇÃO DE BENS IMÓVEIS DA UNIÃO, SOB A ADMINISTRAÇÃO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS. ESTUDO Setembro/2003 Manoel Adam Lacayo Valente Consultor Legislativo da Área

Leia mais

A OBRIGAÇÃO DE SE MANTER A RESERVA FLORESTAL LEGAL EM IMÓVEL URBANO

A OBRIGAÇÃO DE SE MANTER A RESERVA FLORESTAL LEGAL EM IMÓVEL URBANO A OBRIGAÇÃO DE SE MANTER A RESERVA FLORESTAL LEGAL EM IMÓVEL URBANO (*) Gabriel Montilha Nos processos de licenciamento ambiental para a implantação de loteamentos, submetidos à aprovação dos órgãos ambientais,

Leia mais

Unidade: Meio Ambiente e Direito Ambiental. Unidade I:

Unidade: Meio Ambiente e Direito Ambiental. Unidade I: Unidade: Meio Ambiente e Direito Ambiental Unidade I: 0 Unidade: Meio Ambiente e Direito Ambiental Introdução A disciplina Direito Ambiental tem como objetivo propiciar ao corpo discente uma análise sobre

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E O ESTADO DE DIREITO DO AMBIENTE 1. Domingos Benedetti Rodrigues 2.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E O ESTADO DE DIREITO DO AMBIENTE 1. Domingos Benedetti Rodrigues 2. EDUCAÇÃO AMBIENTAL E O ESTADO DE DIREITO DO AMBIENTE 1 Domingos Benedetti Rodrigues 2. 1 O presente trabalho é resultado dos estudos relacionados à construção da minha Tese do Doutorado em Educação nas

Leia mais

O público e o privado em Hannah Arendt A condição Humana

O público e o privado em Hannah Arendt A condição Humana O público e o privado em Hannah Arendt A condição Humana Hannah Arendt na obra A condição Humana trata especificamente da questão do público e do privado. 1) Designa três condições/atividades humanas fundamentais:

Leia mais

ARTIGO: TRATADOS INTERNACIONAIS SOBRE DIREITOS HUMANOS E

ARTIGO: TRATADOS INTERNACIONAIS SOBRE DIREITOS HUMANOS E ARTIGO: TRATADOS INTERNACIONAIS SOBRE DIREITOS HUMANOS E O ORDENAMENTO INTERNO Luís Fernando de Souza Pastana 1 RESUMO: este artigo visa observar a relação existente entre os tratados internacionais sobre

Leia mais

O Estudo da Proteção do Meio Ambiente Cultural Segundo a Constituição Federal

O Estudo da Proteção do Meio Ambiente Cultural Segundo a Constituição Federal O Estudo da Proteção do Meio Ambiente Cultural Segundo a Constituição Federal Graziela Feltrin Vettorazzo Formada pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo em 2012, advogada atuando na área do

Leia mais

O CONTROLE DE CONVENCIONALIDADE NA JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO Joéquison Taschetto de Almeida 1 Mauro Cesar Maggio Stürmer 2

O CONTROLE DE CONVENCIONALIDADE NA JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO Joéquison Taschetto de Almeida 1 Mauro Cesar Maggio Stürmer 2 O CONTROLE DE CONVENCIONALIDADE NA JUSTIÇA MILITAR DA UNIÃO Joéquison Taschetto de Almeida 1 Mauro Cesar Maggio Stürmer 2 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho tem como temática principal a possibilidade dos

Leia mais

Filosofia dos Direitos Humanos. Introdução ao pensamento de Hannah Arendt sobre direitos humanos.

Filosofia dos Direitos Humanos. Introdução ao pensamento de Hannah Arendt sobre direitos humanos. Filosofia dos Direitos Humanos. Introdução ao pensamento de Hannah Arendt sobre direitos humanos. Rafael Augusto De Conti 1. SUMÁRIO: 1. Introdução; 2. Minorias Grau Avançado de desproteção jurídica; 3.

Leia mais

SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS Novo regime

SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS Novo regime SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS Novo regime Lisboa, 2014 www.bportugal.pt http://clientebancario.bportugal.pt SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS 3.ª reedição, janeiro de 2016 Banco de Portugal Av. Almirante Reis, 71

Leia mais

O Sistema Internacional de Proteção dos Direitos Humanos nas Questões Indígenas: influência no sistema jurídico brasileiro 1

O Sistema Internacional de Proteção dos Direitos Humanos nas Questões Indígenas: influência no sistema jurídico brasileiro 1 - SEPesq O Sistema Internacional de Proteção dos Direitos Humanos nas Questões Indígenas: influência no sistema jurídico brasileiro 1 Gilberto Schafer 2 1. Introdução O presente projeto de pesquisa tem

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave: Educação matemática, Matemática financeira, Pedagogia Histórico-Crítica

RESUMO. Palavras-chave: Educação matemática, Matemática financeira, Pedagogia Histórico-Crítica POSSIBILIDADES DIDATICO-PEDAGÓGICAS NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA: UMA PROPOSTA ENTRE DOMÍNIOS DE CONHECIMENTOS NA ESCOLA ESTADUAL INDIGENA CENTRAL EDUCAÇÃO BÁSICA KĨSÊDJÊ Rosimeyre Gomes da Silva

Leia mais

ÍNDIOS NO BRASIL. Cristina Langendorf Luciana Catardo

ÍNDIOS NO BRASIL. Cristina Langendorf Luciana Catardo ÍNDIOS NO BRASIL Cristina Langendorf Luciana Catardo AS PRIMEIRAS IMPRESSÕES Eram pardos, todos nus, sem coisa alguma que lhes cobrissem as suas vergonhas. Traziam nas mãos arcos e setas. Historiadores

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI N o 3.836, DE 2008 Obriga os fornecedores de produtos e de serviços a darem o troco das frações da unidade do Sistema Monetário Nacional

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES PROJETO DE LEI N o, DE DE DE 2010 Dispõe sobre a Política Nacional de Economia Solidária, cria o Sistema Nacional de Economia Solidária e o Fundo Nacional de Economia Solidária, e dá outras providências.

Leia mais

Legislação tributária brasileira privilegia ricos e gera desigualdade social

Legislação tributária brasileira privilegia ricos e gera desigualdade social Legislação tributária brasileira privilegia ricos e gera desigualdade social Por: Conjur Data: 03.02.2016 Carga tributária e corrupção Preambularmente, no que diz respeito à carga tributária, necessário

Leia mais

ASSISTÊNCIA SOCIAL: UM RECORTE HORIZONTAL NO ATENDIMENTO DAS POLÍTICAS SOCIAIS

ASSISTÊNCIA SOCIAL: UM RECORTE HORIZONTAL NO ATENDIMENTO DAS POLÍTICAS SOCIAIS ASSISTÊNCIA SOCIAL: UM RECORTE HORIZONTAL NO ATENDIMENTO DAS POLÍTICAS SOCIAIS Mônica Abranches 1 No Brasil, no final da década de 70, a reflexão e o debate sobre a Assistência Social reaparecem e surge

Leia mais

A Economia Simbólica da Cultura Popular Sertanejo-Nordestina

A Economia Simbólica da Cultura Popular Sertanejo-Nordestina ALVES, Elder Patrick Maia A Economia Simbólica da Cultura Popular Sertanejo-Nordestina (Maceió: EDUFAL, 2011) Bruno Gontyjo do Couto 1 O livro A economia simbólica da cultura popular sertanejo-nordestina,

Leia mais

Natanael Gomes Bittencourt Acadêmico do 10º semestre de Direito das Faculdades Jorge Amado

Natanael Gomes Bittencourt Acadêmico do 10º semestre de Direito das Faculdades Jorge Amado ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Natanael Gomes Bittencourt Acadêmico do 10º semestre de Direito das Faculdades Jorge Amado Resumo: A Administração Pública se liga ao interesse público e às necessidades sociais,

Leia mais

IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DA USUCAPIÃO DE TERRAS DURANTE A COLONIZAÇÃO E SUAS CONSEQUENCIAS PARA O INÍCIO DA FORMAÇÃO DA ESTRUTURA FUNDIÁRIA BRASILEIRA

IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DA USUCAPIÃO DE TERRAS DURANTE A COLONIZAÇÃO E SUAS CONSEQUENCIAS PARA O INÍCIO DA FORMAÇÃO DA ESTRUTURA FUNDIÁRIA BRASILEIRA IMPOSSIBILIDADE JURÍDICA DA USUCAPIÃO DE TERRAS DURANTE A COLONIZAÇÃO E SUAS CONSEQUENCIAS PARA O INÍCIO DA FORMAÇÃO DA ESTRUTURA FUNDIÁRIA BRASILEIRA Cláudio GRANDE JÚNIOR ; Vilma de Fátima MACHADO FACULDADE

Leia mais

São Paulo, Ano I, n. 01, jan./abr. de 2014 ISSN 2358-0224. Podemos falar de ética nas práticas de consumo?

São Paulo, Ano I, n. 01, jan./abr. de 2014 ISSN 2358-0224. Podemos falar de ética nas práticas de consumo? São Paulo, Ano I, n. 01, jan./abr. de 2014 ISSN 2358-0224 9 772358 022003 Podemos falar de ética nas práticas de consumo? Educação além do consumo e o exercício da liberdade Flávio Tonnetti 1 Num mundo

Leia mais

Propostas para uma Política Municipal de Migrações:

Propostas para uma Política Municipal de Migrações: Ao companheiro Fernando Haddad Novo Prefeito de São Paulo, Propostas para uma Política Municipal de Migrações: Saudamos o novo prefeito de São Paulo, por sua expressiva eleição e desde já desejamos que

Leia mais

Sample text here. O Sistema Político e o Direito Internacional: da Guerra dos Trinta Anos às Críticas da Contemporaneidade

Sample text here. O Sistema Político e o Direito Internacional: da Guerra dos Trinta Anos às Críticas da Contemporaneidade O Sistema Político e o Direito Internacional: da Guerra dos Trinta Anos às Críticas da Contemporaneidade Apresentação cedida, organizada e editada pelos profs. Rodrigo Teixeira e Rafael Ávila Objetivo:

Leia mais

Registro de Navios e Bandeiras de Conveniência Mário Ferreira dos Santos 1

Registro de Navios e Bandeiras de Conveniência Mário Ferreira dos Santos 1 Registro de Navios e Bandeiras de Conveniência Mário Ferreira dos Santos 1 PROLEGÔMENOS NECESSÁRIOS EM SÍNTESE O navio é uma coisa e um objeto de direito de propriedade 2. E sendo coisa, a discussão doutrinária

Leia mais

LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015. A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA, Estado de Goiás, aprova e eu, PREFEITO MUNICIPAL, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015. A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA, Estado de Goiás, aprova e eu, PREFEITO MUNICIPAL, sanciono a seguinte Lei: 1 Gabinete do Prefeito LEI Nº 9.548, DE 22 DE ABRIL DE 2015 Institui o Programa Municipal de Parcerias Público-Privadas, cria a Comissão Gestora de Parcerias Público-Privadas de Goiânia e dá outras providências.

Leia mais

O ICMS SUSTENTÁVEL NO ESTADO DO MARANHÃO: Possibilidades e limitações

O ICMS SUSTENTÁVEL NO ESTADO DO MARANHÃO: Possibilidades e limitações UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ UNIVALI PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO, EXTENSÃO E CULTURA PROPPEC CENTRO DE EDUCAÇÃO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E JURÍDICAS CEJURPS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU

Leia mais

A visita domiciliar como instrumento de apreensão da realidade social.

A visita domiciliar como instrumento de apreensão da realidade social. A visita domiciliar como instrumento de apreensão da realidade social. Silvana Dóris Perin 1 RESUMO: O presente artigo aborda a necessidade do conhecimento da realidade social para efetivação da práxis

Leia mais

A dignidade da pessoa humana e os valores da liberdade, da igualdade e da solidariedade

A dignidade da pessoa humana e os valores da liberdade, da igualdade e da solidariedade Direitos humanos: considerações gerais Camila Bressanelli * A dignidade da pessoa humana e os valores da liberdade, da igualdade e da solidariedade Análise contextual: Para o estudo dos direitos humanos

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE PROCURADORIA-GERAL DO MUNICÍPIO Procuradoria de Urbanismo, Meio Ambiente e Regularização Fundiária

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE PROCURADORIA-GERAL DO MUNICÍPIO Procuradoria de Urbanismo, Meio Ambiente e Regularização Fundiária 1 PARECER N 1163/2010 REQUERENTE: CAADHAP ASSUNTO: Consulta sobre aplicação da Resolução nº 420/09 CONAMA no processo de licenciamento urbano ambiental do Município. Abordagem restrita à etapa de AVALIAÇÃO

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: GRAMSCI; SOCIEDADE CIVIL; HEGEMONIA A SOCIEDADE CIVIL EM GRAMSCI

PALAVRAS-CHAVE: GRAMSCI; SOCIEDADE CIVIL; HEGEMONIA A SOCIEDADE CIVIL EM GRAMSCI PALAVRAS-CHAVE: GRAMSCI; SOCIEDADE CIVIL; HEGEMONIA A SOCIEDADE CIVIL EM GRAMSCI Introdução O pensamento político moderno, de Hobbes a Hegel, caracteriza-se pela tendência a considerar o Estado ou sociedade

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ CÂMARA MUNICIPAL DE TERESINA Assessoria Jurídica Legislativa

ESTADO DO PIAUÍ CÂMARA MUNICIPAL DE TERESINA Assessoria Jurídica Legislativa PARECER AJL/CMT Nº 028/2015. Teresina (PI), 04 de março de 2015. Assunto: Projeto de Lei nº 028/2015 Autor: Vereadora Teresa Britto Ementa: Dispõe sobre a obrigatoriedade, no âmbito do Município de Teresina,

Leia mais

EVOLUÇÃO DA APLICAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS SOCIAIS NO ORDENAMENTO JURIDICO BRASILEIRO.

EVOLUÇÃO DA APLICAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS SOCIAIS NO ORDENAMENTO JURIDICO BRASILEIRO. 1 EVOLUÇÃO DA APLICAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS SOCIAIS NO ORDENAMENTO JURIDICO BRASILEIRO. Clarissa Felipe Cid 1 Sumário:1. Introdução. 2. A distinção entre direitos humanos e fundamentais. 3. Como são aplicadas

Leia mais

TRANSVERSALIDADE CULTURAL: NOTAS SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO E A TEMÁTICA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA NAS SALAS DE AULA.

TRANSVERSALIDADE CULTURAL: NOTAS SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO E A TEMÁTICA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA NAS SALAS DE AULA. TRANSVERSALIDADE CULTURAL: NOTAS SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO E A TEMÁTICA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA NAS SALAS DE AULA. Liélia Barbosa OLIVEIRA(UEPB) lielia20@yahoo.com.br Thomas Bruno OLIVEIRA(UEPB) thomasbruno84@hotmail.com

Leia mais

CONTROLE SOCIAL DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO Marcos Ferreira* TEXTO DE APOIO PARA DEBATE Não há assunto na sociedade brasileira que receba mais epítetos sobre sua importância, urgência e centralidade na vida

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

Noções Básicas de Direito para Servidores Públicos: Aspectos Práticos

Noções Básicas de Direito para Servidores Públicos: Aspectos Práticos Prefeitura Municipal de Campinas Secretaria de Gestão e Controle 18.09.2012 Noções Básicas de Direito para Servidores Públicos: Aspectos Práticos Gustavo Justino de Oliveira Pós-Doutor em Direito Administrativo

Leia mais

O JUDICIÁRIO BRASILEIRO E A FIDELIDADE PARTIDÁRIA:

O JUDICIÁRIO BRASILEIRO E A FIDELIDADE PARTIDÁRIA: O JUDICIÁRIO BRASILEIRO E A FIDELIDADE PARTIDÁRIA: RETORNO À EMENDA N 1/69? Por Francisco de Guimaraens 1 Introdução O presente ensaio tem por finalidade analisar criticamente os principais aspectos jurídicos

Leia mais

Considerando esse documento, a política da educação deve alcançar dois objetivos. São eles:

Considerando esse documento, a política da educação deve alcançar dois objetivos. São eles: 8 PROVADECONHECIMENTOSPEDAGÓGICOS Cargos89a99 QUESTÃO 11 O relatório Delors considera que a educação é um bem coletivo que deve ser acessível a todos e não pode ser objeto de uma simples regulação do mercado.

Leia mais

DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Maria Izabel do Amaral Sampaio Castro 8.ª Promotora de Justiça de São Caetano do Sul miasc@mp.sp.gov.br (11) 4238-8757 1 TERMINOLOGIA 1) Pessoa PORTADORA de Deficiência:

Leia mais

Comunicação em Saúde: Experiências da Rádio Web Saúde com jovens latino-americanos Comunicação em Saúde

Comunicação em Saúde: Experiências da Rádio Web Saúde com jovens latino-americanos Comunicação em Saúde Comunicação em Saúde: Experiências da Rádio Web Saúde com jovens latino-americanos Comunicação em Saúde Ana Valéria Machado Mendonça¹ Grasiela de Sousa Pereira² Dyego Ramos Henrique Raelma Paz Silva Maria

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE COMPRAS E CONTRATAÇÕES

REGULAMENTO INTERNO DE COMPRAS E CONTRATAÇÕES REGULAMENTO INTERNO DE COMPRAS E CONTRATAÇÕES A FUNDAÇÃO MATUTU certificada pelo Ministério da Justiça como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP, institui o presente Regulamento

Leia mais

CHARLES, Sébastien. Cartas sobre a hipermodernidade ou O hipermoderno explicado às crianças. São Paulo: Barcarolla, 2009.

CHARLES, Sébastien. Cartas sobre a hipermodernidade ou O hipermoderno explicado às crianças. São Paulo: Barcarolla, 2009. CHARLES, Sébastien. Cartas sobre a hipermodernidade ou O hipermoderno explicado às crianças. São Paulo: Barcarolla, 2009. 13 Marco Antonio Gonçalves * Num ensaio sobre nossa temporalidade qualificada como

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº de 2009. (Do Sr. Chico Lopes) Art. 1º - Fica criada a profissão de Educador e Educadora Social, nos termos desta Lei.

PROJETO DE LEI Nº de 2009. (Do Sr. Chico Lopes) Art. 1º - Fica criada a profissão de Educador e Educadora Social, nos termos desta Lei. PROJETO DE LEI Nº de 2009 (Do Sr. Chico Lopes) Dispõe sobre a criação da profissão de educador e educadora social e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º - Fica criada a profissão

Leia mais

A FIGURA DO ESTADO. 1. Generalidades

A FIGURA DO ESTADO. 1. Generalidades A FIGURA DO ESTADO 1. Generalidades Naturalmente que no contexto das instituições, há uma que, pela sua dimensão e pelo momento histórico que atravessamos 1, tem especial interesse: o Estado. Uma série

Leia mais

O DESAFIO DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS NOS CURRICULOS E NAS PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

O DESAFIO DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS NOS CURRICULOS E NAS PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 1 O DESAFIO DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS NOS CURRICULOS E NAS PRÁTICAS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR Ana Carolina Corrêa 1 RESUMO O presente artigo pretende refletir sobre a urgente e necessária efetivação da

Leia mais

Instrumentos Legais de Proteção Ambiental em Propriedades Rurais

Instrumentos Legais de Proteção Ambiental em Propriedades Rurais Instrumentos Legais de Proteção Ambiental em Propriedades Rurais Uberlândia Minas Gerais Abril de 2015 Índice Introdução... 2 Instrumentos de planejamento e gestão do uso do solo... 2 Zoneamento Ecológico-

Leia mais

OS PAEs COMO POSSIBILIDADE DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL EM ÁREAS RIBEIRINHAS: O CASO DA ILHA CAMPOMPEMA (PA)

OS PAEs COMO POSSIBILIDADE DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL EM ÁREAS RIBEIRINHAS: O CASO DA ILHA CAMPOMPEMA (PA) OS PAEs COMO POSSIBILIDADE DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL EM ÁREAS RIBEIRINHAS: O CASO DA ILHA CAMPOMPEMA (PA) Ana Karolina Ferreira Corrêa Universidade Federal do Pará anageo.correa@gmail.com

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL CONCLUSÃO Em 30/07/2010, faço conclusos estes autos ao MM. Juiz Federal Substituto no Exercício da Titularidade desta 21ª Vara Cível, Dr. Eurico Zecchin Maiolino. Eu,..., Técnico Judiciário. 21ª Vara Cível

Leia mais

OS CAMINHOS DA PRODUÇÃO BIBLIOGRÁFICA EM GESTÃO DEMOCRÁTICA: UM ESTUDO SOBRE AS REVISTAS NOVA ESCOLA E EDUCAÇÃO & SOCIEDADE

OS CAMINHOS DA PRODUÇÃO BIBLIOGRÁFICA EM GESTÃO DEMOCRÁTICA: UM ESTUDO SOBRE AS REVISTAS NOVA ESCOLA E EDUCAÇÃO & SOCIEDADE OS CAMINHOS DA PRODUÇÃO BIBLIOGRÁFICA EM GESTÃO DEMOCRÁTICA: UM ESTUDO SOBRE AS REVISTAS NOVA ESCOLA E EDUCAÇÃO & SOCIEDADE LUCIANE WEBER BAIA HEES Núcleo de Estudos e Pesquisas: Política e Gestão da Educação

Leia mais

DIREITOS DO TRABALHADOR COM DEFICIENCIA. PALAVRAS-CHAVES: Deficiência, Trabalho, Proteção Legal.

DIREITOS DO TRABALHADOR COM DEFICIENCIA. PALAVRAS-CHAVES: Deficiência, Trabalho, Proteção Legal. DIREITOS DO TRABALHADOR COM DEFICIENCIA Acimarney Correia Silva Freitas¹, Cecília Grabriela Bittencourt², Érika Rocha Chagas 3, Maria do Rosário da Silva Ramos 4 ¹Orientador deste Artigo e Professor de

Leia mais

Educação ESCOLAS INDÍGENAS EM RORAIMA: PROCESSOS INTERCULTURAIS RESUMO. PALAVRAS-CHAVE Intercultural. Escola. Indígenas ABSTRACT

Educação ESCOLAS INDÍGENAS EM RORAIMA: PROCESSOS INTERCULTURAIS RESUMO. PALAVRAS-CHAVE Intercultural. Escola. Indígenas ABSTRACT Educação ESCOLAS INDÍGENAS EM RORAIMA: PROCESSOS INTERCULTURAIS Roseli B. Silva dos Santos Mestre em Ciência da Educação Superior, Especialista em Metodologia do Ensino Superior Graduação em Ciências Sociais

Leia mais

FÓRUM MUNDIAL DE EDUCAÇÃO SANTA MARIA-RS/BRASIL EDUCAÇÃO: ECONOMIA SOLIDÁRIA E ÉTICA PLANETÁRIA

FÓRUM MUNDIAL DE EDUCAÇÃO SANTA MARIA-RS/BRASIL EDUCAÇÃO: ECONOMIA SOLIDÁRIA E ÉTICA PLANETÁRIA Carta de Santa Maria FÓRUM MUNDIAL DE EDUCAÇÃO SANTA MARIA-RS/BRASIL EDUCAÇÃO: ECONOMIA SOLIDÁRIA E ÉTICA PLANETÁRIA Nós, participantes do Fórum Mundial de Educação, realizado em Santa Maria (RS-Brasil),

Leia mais

REVISÃO DO BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA BPC: A EXPERIÊNCIA DA GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS DE CAMPINA GRANDE

REVISÃO DO BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA BPC: A EXPERIÊNCIA DA GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS DE CAMPINA GRANDE REVISÃO DO BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA BPC: A EXPERIÊNCIA DA GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS DE CAMPINA GRANDE Mayara Duarte Silva. Raquel Correia da Silva Universidade Estadual da Paraíba/Departamento

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 96, DE 2012

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 96, DE 2012 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 96, DE 2012 Altera a Lei n 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), para aperfeiçoar a disciplina da empresa individual de responsabilidade limitada e

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 6.858, DE 2010 (Do Sr. Marcelo Itagiba)

PROJETO DE LEI N.º 6.858, DE 2010 (Do Sr. Marcelo Itagiba) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 6.858, DE 2010 (Do Sr. Marcelo Itagiba) Altera a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984, Lei de Execução Penal, para criar comissão técnica independente da administração

Leia mais

Mecanismos de Mudança Constitucional e Direitos Adquiridos

Mecanismos de Mudança Constitucional e Direitos Adquiridos Mecanismos de Mudança Constitucional e Direitos Adquiridos Mario Paiva MECANISMOS DE MUDANÇA CONSTITUCIONAL E DIREITOS ADQUIRIDOS Nas favelas, no Senado Sujeira pra todo lado Ningúem respeita a Constituição

Leia mais

REVISÃO 1.º SEMESTRE SISTEMA CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO CONCEITO DE TRIBUTO

REVISÃO 1.º SEMESTRE SISTEMA CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO CONCEITO DE TRIBUTO REVISÃO 1.º SEMESTRE SISTEMA CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO CONCEITO DE TRIBUTO A CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1.988 ACABA POR NÃO CONCEITUAR O QUE SEJA TRIBUTO. ENTRETANTO, LEVA EM CONSIDERAÇÃO, IMPLICITAMENTE,

Leia mais

DIREITOS DA PESSOA IDOSA E A SUA DIVULGAÇÃO

DIREITOS DA PESSOA IDOSA E A SUA DIVULGAÇÃO DIREITOS DA PESSOA IDOSA E A SUA DIVULGAÇÃO Maria Luiza Deschamps (UEPG) E-mail: maludeschamps12@hotmail.com Nathalia Luiza Schedler Calza (UEPG) nathaliacalza@hotmail.com Elisa Stroberg Schultz (UEPG)

Leia mais

Prova Escrita de História A

Prova Escrita de História A Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de História A 12.º Ano de Escolaridade Prova 623/Época Especial 8 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE PRODUÇÃO E USO DE BIODIESEL (PNPB)

PROGRAMA NACIONAL DE PRODUÇÃO E USO DE BIODIESEL (PNPB) PROGRAMA NACIONAL DE PRODUÇÃO E USO DE BIODIESEL (PNPB) 1. Biodiesel no Brasil No Brasil, biodiesel é o biocombustível derivado de biomassa renovável para uso em motores a combustão interna com ignição

Leia mais

IMUNIDADE TRIBUTÁRIA DOS TEMPLOS DE QUALQUER CULTO SOB O PRISMA DA LIBERDADE DE CRENÇA

IMUNIDADE TRIBUTÁRIA DOS TEMPLOS DE QUALQUER CULTO SOB O PRISMA DA LIBERDADE DE CRENÇA 1 IMUNIDADE TRIBUTÁRIA DOS TEMPLOS DE QUALQUER CULTO SOB O PRISMA DA LIBERDADE DE CRENÇA Claudiney Anchieta de Carvalho 1 Me. Rafael Alem Mello Ferreira 2 RESUMO O presente trabalho busca analisar a imunidade

Leia mais

Declaração Universal dos Direitos Coletivos dos Povos

Declaração Universal dos Direitos Coletivos dos Povos Declaração Universal dos Direitos Coletivos dos Povos Preâmbulo CONSIDERANDO os progressos conseguidos, em particular a partir da "Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão" na tomada de consciência

Leia mais

RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO ESPECIAL RESOLUÇÃO 003, de 06 de abril de 2006. Fixa normas para a Educação Especial na Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino Teresina. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA, no uso de suas atribuições

Leia mais

Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC

Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC O Código Cooperativo Lei n.º 51/96 de 7 de Setembro Algumas notas sobre o Capítulo I Disposições Gerais Artigo 2º Noção 1. As cooperativas são pessoas

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br A identificação do sujeito passivo na relação jurídica tributária brasileira Elizabete Rosa de Mello* Introdução O poder de tributar no Estado Democrático de Direito é exercido pelo

Leia mais

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR NA ATUALIDADE ALMEIDA, Rozelaine Rubia Bueno D 1 Resumo Este artigo tem como objetivo apresentar uma reflexão sobre as mudanças na legislação do Ensino

Leia mais

O que é protagonismo juvenil?

O que é protagonismo juvenil? O que é protagonismo juvenil? Branca Sylvia Brener * Índice Protagonismo Juvenil Por que a participação social dos jovens? O papel do educador Bibliografia Protagonismo Juvenil A palavra protagonismo vem

Leia mais

Processo seletivo vestibular nas universidades e faculdades particulares e a nova LDB (Lei 9.394/96)

Processo seletivo vestibular nas universidades e faculdades particulares e a nova LDB (Lei 9.394/96) Processo seletivo vestibular nas universidades e faculdades particulares e a nova LDB (Lei 9.394/96) Fernando José Araújo Ferreira Procurador da República no Paraná Recentemente o Ministério Público Federal

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 Estabelece normas e procedimentos para aquisição de serviços e recebimento, controle, guarda e distribuição de materiais permanentes e de consumo no âmbito do Poder Legislativo

Leia mais

A Sustentabilidade e a Inovação na formação dos Engenheiros Brasileiros. Prof.Dr. Marco Antônio Dias CEETEPS

A Sustentabilidade e a Inovação na formação dos Engenheiros Brasileiros. Prof.Dr. Marco Antônio Dias CEETEPS A Sustentabilidade e a Inovação na formação dos Engenheiros Brasileiros Prof.Dr. Marco Antônio Dias CEETEPS O PAPEL DA FORMAÇÃO ACADÊMICA Segundo diversos autores que dominam e escrevem a respeito do tema,

Leia mais

O papel do controle social nas políticas públicas para idosos no Brasil

O papel do controle social nas políticas públicas para idosos no Brasil 15 O papel do controle social nas políticas públicas para idosos no Brasil Amarilis Maria Muscari Riani Costa Magali das Graças Machado Rafael de Oliveira Tavares Ruth Gelehrter da Costa Lopes Introdução

Leia mais

2PHLRDPELHQWHGRWUDEDOKRHDVFRQVWLWXLo}HVHVWDGXDLV. Autora: Laura Martins Maia de Andrade. I - Introdução

2PHLRDPELHQWHGRWUDEDOKRHDVFRQVWLWXLo}HVHVWDGXDLV. Autora: Laura Martins Maia de Andrade. I - Introdução 2PHLRDPELHQWHGRWUDEDOKRHDVFRQVWLWXLo}HVHVWDGXDLV Autora: Laura Martins Maia de Andrade I - Introdução O Direito Ambiental não deve ser concebido a partir de um enquadramento rígido, como ocorre com outros

Leia mais

EIXO TEMÁTICO I: HISTÓRIAS DE VIDA, DIVERSIDADE POPULACIONAL E MIGRAÇÕES.

EIXO TEMÁTICO I: HISTÓRIAS DE VIDA, DIVERSIDADE POPULACIONAL E MIGRAÇÕES. EIXO TEMÁTICO I: HISTÓRIAS DE VIDA, DIVERSIDADE POPULACIONAL E MIGRAÇÕES. Tema 1: Histórias de vida, diversidade populacional (étnica, cultural, regional e social) e migrações locais, regionais e intercontinentais

Leia mais

UMA LEITURA SOBRE A PARTICIPAÇÃO DO JOVEM NO PROGRAMA ESCOLA DA FAMÍLIA

UMA LEITURA SOBRE A PARTICIPAÇÃO DO JOVEM NO PROGRAMA ESCOLA DA FAMÍLIA UMA LEITURA SOBRE A PARTICIPAÇÃO DO JOVEM NO PROGRAMA ESCOLA DA FAMÍLIA Gina Sanchez, Instituto de Ensino Superior de Bauru IESB PREVE; Leila Maria Ferreira Salles, UNESP/IB - Rio Claro. A participação

Leia mais

DIVERSIDADE CULTURAL, UM DESAFIO CONSTANTE DE CIDADANIA E CONSCIÊNCIA NO AMBIENTE ESCOLAR: APOIO TEÓRICO-PRÁTICO

DIVERSIDADE CULTURAL, UM DESAFIO CONSTANTE DE CIDADANIA E CONSCIÊNCIA NO AMBIENTE ESCOLAR: APOIO TEÓRICO-PRÁTICO DIVERSIDADE CULTURAL, UM DESAFIO CONSTANTE DE CIDADANIA E CONSCIÊNCIA NO AMBIENTE ESCOLAR: APOIO TEÓRICO-PRÁTICO Jessé Gonçalves Cutrim 1 RESUMO: Trata-se de um ensaio propositivo sobre Diversidade Cultural

Leia mais

Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência Decreto-lei nº 7.661, de 21 de junho de 1945 Lei de Falências revogado. Lei nº 11.101, de 09 de fevereiro de

Leia mais

VANTAGENS E DESVANTAGENS DA ESTRUTURA MATRICIAL ENQUANTO FERRAMENTA DE GESTÃO EMPRESARIAL

VANTAGENS E DESVANTAGENS DA ESTRUTURA MATRICIAL ENQUANTO FERRAMENTA DE GESTÃO EMPRESARIAL VANTAGENS E DESVANTAGENS DA ESTRUTURA MATRICIAL ENQUANTO FERRAMENTA DE GESTÃO EMPRESARIAL Franclin Michel Vasconcelos GONÇALVES 1 Lucas De Paiva ANDRADE 2 Pillar Caldeira SETIN 3 Nadia bosso FERNANDES

Leia mais

A PROTEÇÃO INTEGRAL DAS CRIANÇAS E DOS ADOLESCENTES VÍTIMAS.

A PROTEÇÃO INTEGRAL DAS CRIANÇAS E DOS ADOLESCENTES VÍTIMAS. 1 A PROTEÇÃO INTEGRAL DAS CRIANÇAS E DOS ADOLESCENTES VÍTIMAS. GRUPO TEMÁTICO: Direito à cultur a e ao lazer, e direito à liberdade, dignidade, respeito e diversidade cultur al. LUIZ ANTONIO MIGUEL FERREIRA

Leia mais

A petição inicial veio acompanhada de documentos (movimentos 1.2 a 1.16).

A petição inicial veio acompanhada de documentos (movimentos 1.2 a 1.16). PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO PARANÁ COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA - FORO CENTRAL DE CURITIBA 2ª VARA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE E ADOÇÃO DE CURITIBA - PROJUDI Processo n. 001566-59.2015.8.16.0188

Leia mais

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE

AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA DE ARTE Juliana Stedille 1 Richelly de Macedo Ramos 2 Edi Jussara Candido Lorensatti 3 Resumo Este artigo busca verificar quais os procedimentos adotados por professores da disciplina

Leia mais

interesses impostos pelo titular dos bens ou serviços no atendimento a suas necessidades de consumo. CF art. 2º do CDC.

interesses impostos pelo titular dos bens ou serviços no atendimento a suas necessidades de consumo. CF art. 2º do CDC. 128 A FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA DE TELECOMUNICAÇÃO E A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NA RELAÇÃO DE CONSUMO DE TELE ATENDIMENTO Alessandra Harumi Sakai dos Santos 1, Carla Bonomo 2, Pedro Teófilo de Sá 3 1 Discente

Leia mais

TEXTO: SISTEMA DE GARANTIA DE DIREITOS HUMANOS.

TEXTO: SISTEMA DE GARANTIA DE DIREITOS HUMANOS. TEXTO: SISTEMA DE GARANTIA DE DIREITOS HUMANOS. O envelhecimento digno é considerado um Direito Humano a ser garantido e preservado pelo Estado e pela Sociedade. Assim, a consolidação desse direito requer

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO PARECER Nº 15.426 ESCOLAS PÚBLICAS. CÂMERAS DE VÍDEO PARA FINS DE SEGURANÇA. 1. Trata-se de expediente oriundo da Secretaria de Estado da Educação, solicitando orientação sobre a possibilidade de instalação

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 83/XIII/1.ª ASSEGURA A GRATUITIDADE DA CONTA BASE

PROJETO DE LEI N.º 83/XIII/1.ª ASSEGURA A GRATUITIDADE DA CONTA BASE Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI N.º 83/XIII/1.ª ASSEGURA A GRATUITIDADE DA CONTA BASE Exposição de motivos Os valores cobrados por serviços bancários básicos são perfeitamente abusivos. Com efeito, por

Leia mais

As E.P.E. S do Sector da Saúde:

As E.P.E. S do Sector da Saúde: As E.P.E. S do Sector da Saúde: A) O que são. B) A função que desempenham. C) O Sector Público de que não fazem parte. D) Onde estão integradas. E) Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas. F) Síntese.

Leia mais

LEI Nº 8.906, DE 21 DE DEZEMBRO DE 1992.

LEI Nº 8.906, DE 21 DE DEZEMBRO DE 1992. REVOGADA PELA LEI N 9.412/1994 LEI Nº 8.906, DE 21 DE DEZEMBRO DE 1992. Dispõe sobre as terras de domínio do Estado, sua atuação no processo de reforma agrária e dá outras providências O GOVERNADOR DO

Leia mais

POVO KA APOR REALIZA ENCONTROS e RODAS DE CONVERSA EM PREPARAÇÃO CONFERÊNCIA NACIONAL DE POLITÍCA INDIGENISTA NO CENTRO DE FORMAÇÃO SABERES KA APOR

POVO KA APOR REALIZA ENCONTROS e RODAS DE CONVERSA EM PREPARAÇÃO CONFERÊNCIA NACIONAL DE POLITÍCA INDIGENISTA NO CENTRO DE FORMAÇÃO SABERES KA APOR POVO KA APOR REALIZA ENCONTROS e RODAS DE CONVERSA EM PREPARAÇÃO CONFERÊNCIA NACIONAL DE POLITÍCA INDIGENISTA NO CENTRO DE FORMAÇÃO SABERES KA APOR Nos dias 18,19, 20 e 21 de julho de 2015, no Centro de

Leia mais

I SIMPÓSIO INTERNACIONAL EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

I SIMPÓSIO INTERNACIONAL EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL 1 RESUMOS EXPANDIDOS 2 RESUMOS EXPANDIDOS 29 A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E A DIVERSIDADE ETNOCULTURAL AMAZÔNICA Maria Isabel de Araújo, Instituto Federal do Amazonas IFAM/CMZL, miar@terra.com.br; Avania Maria

Leia mais

QUAIS OS EFEITOS DE UMA TRIBUTAÇÃO MAL PLANEJADA?

QUAIS OS EFEITOS DE UMA TRIBUTAÇÃO MAL PLANEJADA? QUAIS OS EFEITOS DE UMA TRIBUTAÇÃO MAL PLANEJADA? FERNANDO B. MENEGUIN 1 A Análise Econômica do Direito Tributário promove uma união entre o direito tributário e a economia, com o intuito de melhorar a

Leia mais

PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR APRESENTADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA POSIÇÃO DA AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL

PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR APRESENTADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA POSIÇÃO DA AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR APRESENTADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA POSIÇÃO DA AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL A Amnistia Internacional Portugal defende a manutenção Formação Cívica nos 2.º

Leia mais

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES FAR

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES FAR ` REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES FAR Rio Verde, Goiás 2010/2 Regimento do Núcleo de Prática Jurídica da FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES - FAR A Administração Geral da

Leia mais

OS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E A DEFESA DOS INTERESSES DA UNIÃO

OS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E A DEFESA DOS INTERESSES DA UNIÃO OS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E A DEFESA DOS INTERESSES DA UNIÃO Artigo jurídico apresentado por MARCELO THIMOTI DA SILVA, professor, especialista em Direito Administrativo, Constitucional

Leia mais

Sala da Comissão, em de de 2012. Deputado Edinho Bez Relator

Sala da Comissão, em de de 2012. Deputado Edinho Bez Relator COMISSÃO DE VIAÇÃO E TRANSPORTES Projeto de Lei nº 2.828, de 2011 (Apensos: PL nº 3.191/2012 e PL nº 3.966/2012) 1997. Altera o art. 140 da Lei nº 9.503, de Autor: Deputado Alceu Moreira Relator: Deputado

Leia mais