(Re)formulação e diferença: um processo parafrástico discursivo

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1 (Re)formulação e diferença: um processo parafrástico discursivo Greciely Cristina da Costa * Resumo: A noção de paráfrase é abordada sob distintas perspectivas lingüísticas. Neste trabalho aponto três abordagens. Contudo, me detenho em apenas uma sob um olhar discursivo, na que consiste em compreender a paráfrase como reformulação a partir de uma substituição. Este processo indica uma relação outra de sentido mobilizando o efeito metafórico para pensar a tensão mesmo/diferente. Tomo como corpus um enunciado: Ordem no Congresso. Ele chamava a atenção por estar no centro da bandeira nacional em um outdoor, na cidade de Maringá, no Paraná. Palavras-chave: Análise de Discurso; Paráfrase; Mesmo; Diferente. (Re)formulation and difference: a paraphrastic discursive process Abstract: The notion of paraphrase is discussed from different linguistic perspectives. In this paper, I point out three approaches. However, I keep myself under a discursive view, which consists of understanding the paraphrase as a reformulation done by a replacement. This process indicates another relation of meaning mobilizing the metaphoric effect in order to think the tension same/different. I take as corpus a statement: Order in the Congress. It called the attention since it was in the centre of the national flag in an outdoor, in the city of Maringa, in Paraná. Key words: Discourse Analysis; Paraphrase; Same; Different. Introdução Estive em Maringá, no Paraná, em 01 de maio de 2006 e passando por uma rodovia que divide a cidade, uma das mais movimentadas, li em um outdoor o seguinte enunciado: Ordem no Congresso. Não era uma propaganda comum, porque se tratava de um anúncio da própria empresa de publicidade em outdoors e o espaço estava sendo divulgado e/ou vendido de uma outra forma. Não havia o chamado de espaço vago ou nome da empresa em destaque. O modo de vender, de divulgar a empresa de propagandas em outdoor se apresentava diferentemente dos casos mais comuns. Um lugar bastante produtivo para pensarmos a circulação de um discurso. Mas, por hora, quero me deter no enunciado que aparecia no centro da imagem da bandeira nacional que ocupava todo o outdoor. O que mais me chamou a atenção foi uma substituição: no Congresso ocupava o lugar de e Progresso, como está na bandeira do Brasil. Comecei a pensar sobre o sentido daqueles dizeres a partir da noção de deslizamento, para qual o sentido é um processo de substituibilidade de uma palavra por outra. Qual o efeito de sentido decorrente da deriva de e Progresso para no Congresso? Esse deslize seria resultado 100

2 de uma relação parafrástica, ou melhor, o enunciado em questão constituiria uma paráfrase dos dizeres da bandeira brasileira? Repetiria o mesmo sentido, ou o sentido resultante desse deslizamento explicitaria o diferente? No campo da Lingüística, a noção de paráfrase é difícil de precisar, tanto na teoria quanto na prática. Segundo Fuchs (1985) isso acontece, porque a noção de paráfrase recebe influências convergentes, cujas três principais fontes históricas são: (1) a perspectiva da lógica da equivalência formal; (2) a perspectiva gramatical da sinonímia; (3) a perspectiva retórica da formulação. De acordo com esta autora a paráfrase pode, então, ser entendida de três formas. Ela pode ser considerada como um equivalente formal, ou seja, duas paráfrases são formalmente equivalentes na medida em que elas compartilham uma propriedade comum (FUCHS, idem: p.130). Nesta perspectiva, enunciados podem ser desmembrados sobre a base da derivação sem alteração de sentido. A paráfrase pode também ser entendida como sinonímia de frases. Desta forma, a sinonímia entre palavras pode ser interpretada a partir de uma relação de identidade verdadeira de sentido ou proximidade semântica. E por último, a que interessa à Análise de Discurso, a paráfrase figura como reformulação. Nesse sentido, se estudam os tipos de reformulações parafrásticas possíveis em um dado contexto, de modo a identificar a significação do texto-fonte (aquele que foi reproduzido/interpretado parafrasticamente), pois de acordo com Pêcheux (1988) todo enunciado, toda seqüência de enunciado é pois lingüisticamente descritível como uma série léxico-sintaticamente determinada de pontos de deriva possíveis [...] deslizamento, efeitos metafóricos oferecendo lugar à interpretação (apud ORLANDI, 2001: p. 24) As duas primeiras abordagens de paráfrase têm em comum o fato de considerá-la uma relação virtual da língua, e não como uma relação atualizada no discurso. Talvez, a partir dessas perspectivas, Ordem no Congresso fosse visto como um enunciado não interparafrástico. Contudo, a partir da perspectiva discursa, é essencial levarmos em conta a seguinte formulação: [...] um discurso não se limita à produção de significações por substituição lexical (PÊCHEUX [et al] 1982: p.275). Como disse anteriormente, a Análise de Discurso se interessa pelo conceito de paráfrase como reformulação. Nesta perspectiva, a paráfrase é concebida como atividade efetiva de reformulação, pela qual o locutor restaura (bem ou mal, na totalidade ou em parte, fielmente ou não) o conteúdo de um texto-fonte sob a forma de um texto-segundo (FUCHS, 1985: p.133). A paráfrase é a substituição, que aponta para uma relação outra de sentido mobilizando o efeito metafórico para pensar a tensão mesmo/diferente. E ao projetar a possibilidade de um outro sentido estou efetivamente pensando na polissemia. Ressalto que a linguagem, de acordo com Orlandi (1993), se funda no movimento permanente entre dois processos: o parafrástico (o mesmo) e o polissêmico (o diferente), ou seja, dizemos o mesmo para significar outra coisa e dizemos coisas diferentes para ficar no mesmo sentido (p.98). Repetição e diferença se movem. Este movimento pode trazer à tona dizeres outros de acordo com as condições de produção de sentido em que são ancorados. É sob este olhar que me cabe analisar Ordem no Congresso (texto-segundo) enquanto paráfrase de Ordem e Progresso (texto-fonte) não limitando a produção de sentido na substituição lexical. Ordem e progresso: ordem no congresso A Análise de Discurso não faz análise de conteúdo (PÊCHEUX, 1969). Portanto não 101

3 é do meu interesse questionar o que quer dizer o enunciado em questão. Por outro lado, me interessa pôr em suspenso o seu funcionamento, observar o modo de sua circulação e ainda, explicitar seus efeitos de sentido. Um movimento de interpretação a partir do exercício de substituição/reformulação do enunciado da bandeira do Brasil e também do enunciado do outdoor poderia se dar de múltiplas maneiras. Vejamos algumas: Ordem e Progresso (1) A ordem e o progresso estão no Brasil (2) Quero ordem e progresso Ordem no Congresso (3) A ordem deve ser mantida no congresso (4) Reivindico ordem no congresso Repudio a (des) ordem no congresso Considerarei para esta reflexão os casos (2) e (4), porque explicitam a idéia de reivindicação. Há de se levar em conta, nesse processo, as condições de produção de sentidos que circunscrevem o enunciado em questão. Com efeito, retomo o contexto da enunciação, isto é, as condições de produção de sentido estritas, neste caso a atual conjuntura política do Brasil e a necessidade de chamar a atenção para o espaço do outdoor à venda. Em relação à venda deste espaço é preciso observar aí uma estratégia publicitária: é preciso destacar e divulgar o outdoor vago. Isso é feito com a exposição de um tema comum que circula em toda a mídia: o escândalo de corrupção do governo brasileiro. Recupera-se, desta forma, a situação da política brasileira. É retomado o fato de o país viver em um bombardeio de denúncias de corrupção no governo e a falta de punição de políticos envolvidos. Vários já foram inocentados, ou seja, poucos tiveram seus mandatos cassados, ou foram punidos de outra forma. Os envolvidos dizem que não sabiam de nada. A desordem toma conta do/no congresso nacional. Pode ser que Ordem no Congresso seja paráfrase de Ordem e Progresso justamente como efeito das condições de produção de sentido. Mas observemos também as condições de significação em sentido amplo. O enunciado-texto é incompleto sintaticamente. Afinal a linguagem significa em sua incompletude, na/pela incompletude do sujeito, na/pela nãotransparência da língua, em sentidos materializados na falta. O papel da Análise de Discurso é explicitar esses sentidos a partir da análise e um dos modos de operála é parafrasear o enunciado remetendo-o às condições amplas de produção sentido. Com isso é possível retomar a memória discursiva instaurada em Ordem no Congresso, interdiscursos que retomam dizeres sempre-lá-já sobre o Brasil. Desde o acontecimento da independência do país, presentificamos já-ditos tais como: o Brasil precisa melhorar, todo político é corrupto, o país não vai pra frente por causa de seus governantes... Esses dizeres justificam a reivindicação de ordem no congresso: Reivindico ordem no congresso, Repudio a (des) ordem no congresso. Ou seja, Quero ordem e progresso. Se pensar o que está em jogo na representação imaginária produzida pelo enunciado é possível explicitar as imagens 102

4 que o sujeito-autor tem do sujeito-leitor. Diria que são pelo menos duas: a de que o sujeito-leitor sabe que o enunciado tem a ver com a situação política no Brasil; e a de que este também pede ordem no congresso. Dessa forma, pode-se dizer que o desenho do outdoor conduz a essa leitura, uma vez que a figura da bandeira brasileira junto ao seu enunciado parafraseado já remete à idéia de país, governo, político, corrupção, reivindicação, já que também o objeto direto ordem relacionado ao adjunto adverbial de lugar no congresso estão em destaque em um dos símbolos brasileiros. Pontos de contato entre os discursos: Positivista Ordem e Progresso e o Reivindicatório Ordem no Congresso são explicitados nessa relação parafrástica. O fato dos dizeres da bandeira brasileira terem sua origem associada ao Positivismo também retoma uma memória, que desta vez, remete à filosofia positivista: é preciso ter ordem para ter progresso, impor regras, regenerar a todos, pois se teme a desordem, a violência. Essa memória, por sua vez, toca em uma outra, a da moralidade, que aconselha/impõe com base em verdades. O ponto de contato entre os dois discursos está nessa memória, pois o discurso Reivindicatório recupera a memória moralista que exige algo: é preciso ter ordem no congresso para acabar com a corrupção. A relação entre esses dois discursos explicita a posição discursiva materializada nesta paráfrase. De acordo com Possenti (2005: p. 373): [...] qualquer enunciação supõe uma posição, e é a partir dessa posição que os enunciados (palavras) recebem seu sentido [...] qualquer uma dessas posições implica uma memória discursiva, de modo que as formulações não nascem de um sujeito que apenas segue as regras de uma língua, mas do interdiscurso, vale dizer, as formulações estão sempre relacionadas a outras formulações, sendo que a relação metafórica que funciona como matriz do sentido é historicamente dada [...] Portanto, essa paráfrase explicita uma posição-sujeito, a de repúdio à corrupção, à desordem no congresso, aos escândalos envolvendo os políticos. Essa posição discursiva assume a exigência de ordem, se configurando assim como moralista. Ao mesmo tempo dissimula uma outra posição, a saber: a publicitária. Ou seria a publicitária que dissimula a moralista? Ou ainda, a partir da posição discursiva publicitária se explicita a posição discursiva moralista? Considerações: outra (dissimulada) posição-sujeito Retomo aqui o pôr em suspenso o funcionamento e observar o modo de circulação do enunciado em análise. O conjunto abordado de condições de produção de significação: memória (interdiscurso), sujeito e situação explicitam duas posições discursivas, uma moralista, outra publicitária. Apesar de o outdoor analisado não se apresentar convencionalmente, ele não está fora da ideologia da propaganda. Sua estrutura, enunciado mais imagem, se assemelha a um slogan. O outdoor promove a empresa, ou seja, marca uma posição discursiva publicitária, mercadológica. Essa posição se sustenta na posição moralista produzindo um efeito que garante a idoneidade da empresa de outdoors como se enunciasse: se a essa empresa critica a corrupção no congresso, ela assume uma voz contestatória, é honesta. Enquanto que a paráfrase da bandeira, da máxima pode ser lida por qualquer um, o que garante a circulação deste sentido. 103

5 Referência FUCHS, C. A Paráfrase Lingüística Equivalência, Sinonímia ou Reformulação? In: Cadernos de Estudos Lingüísticos, nº 8, 1985, p ORLANDI, E. P. As formas do silêncio: no movimento dos sentidos. Campinas, SP: Editora da Unicamp, p. ORLANDI, E. P. Discurso e Texto: formulação e circulação dos sentidos. Campinas, SP: Pontes, p. PÊCHEUX, M. (1969) Análise Automática do Discurso (AAD-69). In: GADET, F. & HAK, T. (orgs.). Por uma análise automática do discurso: uma introdução à obra de Michel Pêcheux. Trad. Bethânia S. Mariani [et al.] 3ª ed Campinas, SP: Editora da Unicamp, p PÊCHEUX, M. (1982) Apresentação da Análise Automática do Discurso. In: GADET, F. & HAK, T. (orgs.). Por uma análise automática do discurso: uma introdução à obra de Michel Pêcheux. Trad. Bethânia S. Mariani... [et al.] 3ª ed Campinas, SP: Editora da Unicamp, p POSSENTI, S. Teoria do Discurso: um caso de múltiplas rupturas. In: Introdução à Lingüística: fundamentos epistemológicos. Vol. 3. F. Mussalim & Bentes (orgs.) - 2ª ed. São Paulo: Cortez, p * GRECIELY CRISTINA DA COSTA é doutoranda em Lingüística, no Instituto de Estudos da Linguagem, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). 104

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