Criminalística e Investigação Criminal

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1 Universidade do Sul de Santa Catarina Disciplina na modalidade a distância Criminalística e Investigação Criminal Palhoça UnisulVirtual 2006

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3 Apresentação Este livro didático corresponde à disciplina Criminalística e Investigação Criminal. O material foi elaborado visando a uma aprendizagem autônoma, abordando conteúdos especialmente selecionados e adotando uma linguagem que facilite seu estudo a distância. Por falar em distância, isso não significa que você estará sozinho. Não esqueça que sua caminhada nesta disciplina também será acompanhada constantemente pelo Sistema Tutorial da UnisulVirtual. Entre em contato sempre que sentir necessidade, seja por correio postal, fax, telefone, ou Espaço Unisul Virtual de Aprendizagem. Nossa equipe terá o maior prazer em atendê-lo, pois sua aprendizagem é nosso principal objetivo. Bom estudo e sucesso! Equipe UnisulVirtual.

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5 Maria Carolina Milani Caldas Opilhar Criminalística e Investigação Criminal Livro didático Design instrucional Carmen Maria Cipriani Pandini Palhoça UnisulVirtual 2006

6 Copyright UnisulVirtual 2006 N enhum a parte desta publicação pode ser reproduzida por qualquer m eio sem a prévia autorização desta instituição O69 Opilhar, Maria Carolina Milani Caldas Criminalística e investigação criminal : livro didático / Maria Carolina Milani Opilhar ; design instrucional Carmen Maria Cipriani Pandini. Palhoça : UnisulVirtual, p. : il. ; 28 cm. Inclui bibliografia. ISBN ISBN Crime e criminosos. 2. Inquérito policial. I. Pandini, Carmen Maria Cipriani. II. Título. Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Universitária da Unisul Créditos Unisul- Universidade do Sulde Santa Catarina UnisulVirtual- Educação Superiora Distância Cam pusunisulvirtual Rua João Pereira dos Santos, 303 Palhoça - SC Fone/fax:(48) e unisul.br Site:www.virtual.unisul.br ReitorUnisul Gerson LuizJoner da Silveira Vice-Reitore Pró-Reitor Acadêm ico Sebastião Salésio Heerdt Chefe de gabinete da Reitoria Fabian M artins de Castro Pró-ReitorAdm inistrativo M arcus Vinícius Anátoles da Silva Ferreira Cam pussul Diretor:Valter Alves Schmitz Neto Diretora adjunta:alexandra Orseni Cam pusnorte Diretor:Ailton Nazareno Soares Diretora adjunta:cibele Schuelter Cam pusunisulvirtual Diretor:João Vianney Diretora adjunta:jucimara Roesler Equipe UnisulVirtual Adm inistração Renato André Luz Valmir Venício Inácio Bibliotecária Soraya Arruda W altrick Coordenação doscursos Adriano Sérgio da Cunha Ana Luisa M ülbert Ana Paula Reusing Pacheco Cátia M elissa S.Rodrigues (Auxiliar) Charles Cesconetto Diva M arília Flemming Elisa Flemming Luz Itamar Pedro Bevilaqua Janete Elza Felisbino Jucimara Roesler Lilian Cristina Pettres (Auxiliar) Lauro José Ba lock LuizGuilherme Buchmann Figueiredo LuizOtávio Botelho Lento M arcelo Cavalcanti M auri LuizHeerdt M auro Faccioni Filho M iche le Denise DurieuxLopes Destri Nélio Herzmann Onei Tadeu Dutra Patrícia Alberton Patrícia Pozza Raulino Jacó Brüning Design Gráfico Cristiano Neri Gonçalves Ribeiro (coordenador) Adriana Ferreira dos Santos AlexSandro Xavier Evandro Guedes M achado Fernando Roberto Dias Zimmermann Higor Ghisi Luciano Pedro Paulo Alves Teixeira RafaelPessi Vilson M artins Filho Equipe Didático-Pedagógica Angelita M arçalflores Carmen M aria Cipriani Pandini Carolina Hoe ler da Silva Boeing Cristina Klipp de Oliveira Daniela Erani M onteiro W i l Dênia Falcão de Bittencourt Elisa Flemming Luz Enzo de Oliveira M oreira Flávia Lumi M atuzawa Karla Leonora Dahse Nunes Leandro Kingeski Pacheco Ligia M aria Soufen Tumolo M árcia Loch Patrícia M eneghel Silvana Denise Guimarães Tade-Ane de Amorim Vanessa de Andrade M anuel Vanessa Francine Corrêa Viviane Bastos Viviani Poyer Logística de Encontros Presenciais Caroline Batista (Coordenadora) Arace li Araldi Graciele M arinês Lindenmayr José Carlos Teixeira Letícia Cristina Barbosa Kênia Alexandra Costa Hermann M arcia Luzde Oliveira Priscila Santos Alves Logística de M ateriais Jeferson Cassiano Almeida da Costa (coordenador) Eduardo Kraus M onitoria e Suporte Rafaelda Cunha Lara (coordenador) Adriana Silveira Caroline M endonça Edison Rodrigo Valim Francie le Arruda Gabriela M alinverni Barbieri Gislane Frasson de Souza Josiane Conceição Leal M aria Eugênia Ferreira Celeghin Simone Andréa de Castilho Vinícius M aycot Serafim Produção Industriale Suporte Arthur EmmanuelF.Silveira (coordenador) Francisco Asp ProjetosCorporativos Diane DalM ago Vanderlei Brasil Secretaria de Ensino a Distância Karine Augusta Zanoni (secretária de ensino) Djeime Sammer Bortolotti Carla Cristina Sbarde la Grasiela M artins James M arcelsilva Ribeiro Lamuniê Souza Liana Pamplona M aira M arina M artins Godinho M arcelo Pereira M arcos Alcides M edeiros Junior M aria IsabelAragon Olavo Lajús Prisci la Geovana Pagani Silvana Henrique Silva Secretária Executiva Viviane Schalata M artins Tecnologia Osmar de Oliveira BrazJúnior (coordenador) Ricardo Alexandre Bianchini Rodrigo de Barcelos M artins Edição Livro Didático ProfessorConteudista M aria Carolina M ilani Caldas Opilhar Design Instrucional Carmen M aria Cipriani Pandini Projeto Gráfico e Capa Equipe UnisulVirtual Diagram ação Pedro Teixeira Revisão Ortográfi ca B2B

7 Sumário Palavras da professora Plano de estudo UNIDADE 1 Criminalística UNIDADE 2 Metodologia de redação de laudos periciais UNIDADE 3 Investigação policial UNIDADE 4 Técnicas de Investigação Criminal UNIDADE 5 Limites da Investigação Criminal Para concluir o estudo Referências Sobre a professora conteudista Respostas e comentários das atividades de auto-avaliação

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9 Palavras da professora Prezado(a) aluno(a): O presente livro tem por objetivo estudar a Criminalística e a Investigação Criminal. Para tanto, inicio apresentando o tema a partir do seu conceito para possibilitar uma compreensão contextualizada sobre o conjunto de conhecimentos acerca da pesquisa, coleta, conservação e exame dos vestígios, possibilitando a realização da prova pericial, que é objeto da criminalística. Em seguida, você vai estudar mais detalhadamente sobre as perícias, concebidas como as provas técnicas produzidas pelos peritos, de suma importância para apuração da materialidade e autoria do crime. Você terá a oportunidade de estudar também como se constituem os locais de crime, a importância do isolamento e da preservação de provas na área onde o crime foi cometido e sobre os procedimentos empregados no exame de levantamento de local, possibilitando a confecção do laudo de exame de levantamento de local, de suma relevância à investigação criminal. O livro aborda, ainda, a metodologia de redação de laudos periciais, que segue padrão metodológico importante para a sua compreensão, na condição de prova técnica e irá conhecer alguns modelos de laudos periciais. Na parte que aborda a Investigação Criminal, faço breves comentários sobre o conceito e o histórico da Polícia, assunto relevante para compreender a função investigação criminal na atualidade, mencionando as competências das Polícias dispostas pela Constituição

10 Federal de 1988, todas atuando nas suas atribuições com a finalidade de prover segurança à sociedade. Em seguida, apresento e discuto o conceito da investigação criminal, concebendo-a como o trabalho realizado pelas Polícias Federal e Civil, dentre outros órgãos, com o objetivo de apurar infrações criminais, amealhando provas técnicas e testemunhais para subsidiar o processo criminal. Neste estudo, você terá a oportunidade de estudar sobre o inquérito policial, constatando tratar-se de procedimento sigiloso, inquisitivo e informativo, de competência exclusiva das Polícias Federal e Civil, no qual a investigação criminal é formalizada. Cito, neste contexto, algumas técnicas de investigação criminal, considerando ser imprescindível ao êxito da atividade investigativa policial à adoção de metodologia e técnicas adequadas. Por fim, você terá a oportunidade de conhecer os limites da investigação policial, que necessita atuar sempre respeitando normas materiais e processuais inerentes a um Estado Democrático de Direito. Dentre estas normas, importante mencionar os direitos fundamentais elencados pela Constituição Federal de 1988, porquanto a busca pela prova na atividade investigativa não é absoluta. Espero que o conteúdo tratado neste livro traga informações e subsídios úteis ao seu cotidiano de trabalho e que possa minimizar os problemas de Segurança Pública existentes no Brasil. Profa. Maria Carolina

11 Plano de estudo Plano de Estudo O plano de estudo visa a orientar você no desenvolvimento da Disciplina. Ele possui elementos que o ajudarão a conhecer o contexto da Disciplina e a organizar o seu tempo de estudos. O processo de ensino e aprendizagem na UnisulVirtual leva em conta instrumentos que se articulam e se complementam, portanto, a construção de competências se dá sobre a articulação de metodologias e por meio das diversas formas de ação/mediação. São elementos desse processo: O Livro didático. O EVA (Espaço Unisul Virtual de Aprendizagem). Atividades de avaliação (complementares, a distância e presenciais). Ementa Criminalística. Conceito. Perícias. Locais de crime. Metodologia de redação de laudos periciais. Modelos de laudos periciais. Investigação Criminal. Conceito e histórico da polícia. Conceito de investigação criminal. Conceito de prova. Evolução histórica da prova criminal. Inquérito policial. Técnicas de investigação criminal.

12 Carga horária 60 horas-aula. Objetivos da disciplina Geral Obter conhecimento teórico acerca da criminalística e da investigação criminal. Específicos Conhecer os conceitos e objetivos da criminalística. Descrever as perícias e a sua importância como prova criminal. Saber acerca dos locais de crime, a necessidade do isolamento para a preservação das provas e os procedimentos empregados no exame de levantamento de local. Conhecer a metodologia aplicada para a redação de laudos periciais. Compreender os conceitos e objetivos da investigação criminal. Conhecer a prova criminal, seu conceito e sua evolução histórica. Conhecer o inquérito policial. Descrever as técnicas de investigação criminal e estar apto a aplicá-las. 12

13 Unidades de estudo: 5 Unidade 1 - Criminalística Unidade 2 - Metodologia de Redação de Laudos Periciais Unidade 3 - Investigação Criminal Unidade 4 - Técnicas de Investigação Criminal Unidade 5 - Limites da Investigação Criminal Agenda de atividades/ Cronograma Verifique com atenção o EVA, organize-se para acessar periodicamente o espaço da Disciplina. O sucesso nos seus estudos depende da priorização do tempo para a leitura; da realização de análises e sínteses do conteúdo; e da interação com os seus colegas e tutor. Não perca os prazos das atividades. Registre no espaço a seguir as datas, com base no cronograma da disciplina disponibilizado no EVA. Use o quadro para agendar e programar as atividades relativas ao desenvolvimento da Disciplina. 13

14 Atividades Avaliação a Distância 1 Avaliação a Distância 2 Avaliação Presencial Demais atividades (organize sua agenda)

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17 UNIDADE 1 Criminalística 1 Objetivos de aprendizagem Compreender a Criminalística como um conjunto de conhecimentos científicos utilizados para a elaboração da prova pericial. Estudar as perícias, os locais de crime e os procedimentos empregados no exame de levantamento de local, en fatizando a importância do isolamento da área onde ocorreu o delito. Seções de estudo Seção 1 Seção 2 Seção 3 Seção 4 Criminalística: conceituação Perícias Locais do Crime Levantamento pericial: procedimentos empregados no exame do local

18 Universidade do Sul de Santa Catarina Para início de estudo As Polícias Investigativas mais avançadas priorizam a prova pericial, considerando que, por ser científica, é mais difícil de ser refutada, contrariada. Também, as Polícias do Brasil que têm como competência a apuração de crimes vem seguindo este norte. Concebendo-se a perícia como prova primordial para a elucidação dos delitos, o estudo da Criminalística afigura-se como de extrema relevância. Vamos ao estudo, então? Comecemos pelo conceito. SEÇÃO 1 - Criminalística: conceituação Neste livro, a autora apresenta como sinônimos os termos infração penal, crime e delito. Não deve lhe ser novidade que a Constituição Federal de 1988 estabelece que a segurança pública, no nosso País, é dever de Estado e é exercida por diversas Polícias. Em seu artigo 144, a Carta Magna definiu as competências das Polícias, dispondo, dentre outros, que o policiamento ostensivo, preventivo compete à Polícia Militar e a apuração das infrações penais compete às Polícias Federal e Civil, esta também chamada de Polícia Judiciária. As competências das Polícias serão objeto de discussão, porém, serão detalhadas posteriormente. Você teve a oportunidade de ver, nos estudos anteriores, que a Polícia Civil, via de regra, atua repressivamente, após a prática do crime e o seu objetivo é a elucidação dos delitos, procurando demonstrar a existência do fato criminoso, a autoria e estabelecer as condições em que o crime ocorreu. Este trabalho é feito através da investigação policial. É interessante notar que a investigação policial é formalizada através de peça preliminar e informativa denominada inquérito policial, o qual subsidia o processo criminal. Após a conclusão do inquérito policial, este é remetido ao Poder Judiciário, que poderá valer-se das provas amealhadas na fase policial durante o processo criminal e na prolatação da sentença. 18

19 Criminalistica e Investigação Criminal Neste contexto, o trabalho pericial é de suma importância, para demonstrar materialidade e autoria do crime. Via de regra, a perícia é realizada na fase policial, até porque muitas delas necessitam serem feitas imediatamente ou logo após a prática do crime. As Polícias Investigativas mais avançadas do mundo têm como prioridade o trabalho pericial, menos sujeito a falhas do que a prova testemunhal. Acerca deste tema Espíndula (2002), discorre: (...) a prova pericial é produzida a partir de fundamentação científica, enquanto que as chamadas provas subjetivas dependem do testemunho ou interpretação das pessoas, podendo ocorrer uma série de erros, desde a simples falta de capacidade da pessoa em relatar determinado fato, até o emprego de má-fé, onde exista a intenção de distorcer os fatos para não se chegar à verdade. (ESPÍNDULA, 2002:22). É importante notar, ainda, que no sistema processual penal brasileiro, as pessoas ouvidas na Delegacia de Polícia são reinquiridas em Juízo, o que pode relativizar o valor probatório do que foi dito na fase policial. Já a prova técnica é científica, objetiva, portanto, mais difícil de ser contestada. No Brasil não há hierarquia entre as provas e o Juiz pode decidir de acordo com a sua consciência, desde que o faça motivadamente. É o chamado sistema da persuasão racional adotado pelo artigo 157 do Código de Processo Penal Brasileiro. Desse modo, temos um sistema processual penal que permite todos os meios de prova, a princípio, com o mesmo valor probatório. Ocorre que analisando as sentenças criminais verificase a prevalência da prova pericial sobre as demais, pelos motivos já expostos. Os laudos periciais são realizados através de conhecimento advindo da Criminalística. A Enciclopédia Saraiva de Direito conceitua Criminalística como sendo: Unidade 1 19

20 Universidade do Sul de Santa Catarina (...) Conjunto de conhecimentos que, reunindo as contribuições das várias ciências, indica os meios para descobrir crimes, identificar os seus autores e encontrá-los, utilizando-se de subsídios da química, da antropologia, da psicologia, da medicina legal, da psiquiatria, da datiloscopia, etc., que são consideradas ciências auxiliares do Direito penal. (ENCICLOPÉDIA SARAIVA DE DIREITO, v. 21, 1997:486). Segundo Gilberto Porto, Criminalística pode ser conceituada como: (...) sistema que se dedica à aplicação de faculdades de observação e de conhecimento científico que nos levem a descobrir, defender, pesar e interpretar os indícios de um delito, de molde a sermos conduzidos à descoberta do criminoso, possibilitando à Justiça a aplicação da justa pena. (PORTO, Gilberto, 1960, p.28) José Del Picchia Filho (1982), preferiu abordá-la como disciplina (...) que cogita do reconhecimento e análise dos vestígios extrínsecos relacionados com o crime ou com a identificação de seus participantes. (DEL PICCHIA FILHO, 1982, p.5). Segundo Garcia, Criminalística (...) trata da pesquisa, da coleta, da conservação e do exame dos vestígios, ou seja, da prova objetiva ou material no campo dos fatos processuais, cujos encargos estão afetos aos órgãos específicos, que são os laboratórios de Polícia Técnica. (GARCIA, 2002, p.319). A Criminalística é também denominada Polícia Científica, Polícia Técnica ou Policiologia, e difere da Criminologia que estuda o perfil do criminoso, e os motivos que o levaram à prática do crime. São disciplinas que integram a Criminalística, dentre outras, Locais de Crime, Medicina Legal, Balística Forense, Papiloscopia, Documentoscopia, Odontologia Legal, Toxicologia Forense e Hematologia Forense. 20

21 Criminalistica e Investigação Criminal Em Santa Catarina, o trabalho pericial é realizado pelo Instituto Geral de Perícias, que apresenta o organograma abaixo: Unidade 1 21

22 Universidade do Sul de Santa Catarina Você que reside em outro Estado, faça uma pesquisa sobre o assunto. Como funciona o Instituto Nacional de Perícias? Socialize a investigação no Espaço Virtual de Aprendizagem. Use o espaço abaixo para registrar sua pesquisa. Para ampliar seus conhecimentos sobre o conteúdo tratado sugerimos: DEL PICCHIA FILHO, José. Tratado de documentoscopia. Editora Universitária de Direito: São Paulo GARCIA, Ismar Estulano. Inquérito Procedimento Policial. Inquérito - Procedimento Policial. 9 ed. Goiânia: AB Editora p PORTO, Gilberto. Manual de Criminalística. Escola de Polícia de São Paulo. 1960, p.28 - A seguir, você vai estudar o objeto que trata das provas e os procedimentos de perícia. 22

23 Criminalistica e Investigação Criminal SEÇÃO 2 - Perícias A investigação policial tem como foco a obtenção de provas criminais que podem ser testemunhais e técnicas. Prova Criminal é aquela utilizada para demonstrar ao Juiz a veracidade ou falsidade da imputação feita ao réu e das circunstâncias que possam influir no julgamento da responsabilidade e na individualização das penas. Você sabe a diferença entre provas criminais e técnicas? As provas técnicas são as perícias, realizadas por peritos criminais, e são formadas pelas evidências materiais do crime. As prova testemunhais são constituídas pelos depoimentos das testemunhas, abrangendo, no sentido amplo, as declarações das vítimas e o interrogatório dos suspeitos ou indiciados. Segundo Garcia (2002), perícia (...) é o conjunto de técnicas usadas, visando provar a materialidade do crime e apontar o autor. Um das perícias realizadas trata-se do exame de corpo de delito. O corpo de delito, por sua vez, é o conjunto de vestígios deixados pelo criminoso. Há diferenciação entre corpo de delito e exame de corpo de delito. Segundo JESUS (2002), o exame de corpo de delito é um auto em que se descrevem as observações dos peritos e o corpo de delito é o próprio crime na sua tipicidade. Nos crimes que deixam vestígios, o exame de corpo de delito é obrigatório, sob pena de nulidade processual, nos termos do artigo 158 do Código de Processo Penal Brasileiro. Unidade 1 23

24 Universidade do Sul de Santa Catarina Dispõe o artigo 167 do Código de Processo Penal Brasileiro: Não sendo possível o exame de corpo de delito, por haverem desaparecido os vestígios, a prova testemunhal poderá suprir-lhe a falta. Portanto, havendo vestígios, o exame de corpo de delito é imprescindível. Não havendo vestígios, a prova testemunhal é apta a suprir o auto de exame de corpo de delito. É importante ressaltar que o artigo 159 Código de Processo Penal Brasileiro determina que todos os exames periciais, inclusive o exame de corpo de delito, sejam realizados por dois peritos oficiais, onde houver e, nos outros casos, as perícias devem ser realizadas por duas pessoas idôneas, portadoras de diploma de curso superior, escolhidas, de preferência, entre as que tiverem habilitação técnica relacionada à natureza do exame. Para saber mais sobre o assunto que foi tratado sugerimos: DAMÁSIO, Jesus. Código de Processo Penal Anotado. 18 ed. São Paulo: Saraiva p.157. GARCIA, Ismar Estulano. Inquérito Procedimento Policial. 9 ed. Goiânia: AB Editora p SEÇÃO 3 - Locais do crime Segundo Kedhy, (...) local de crime é toda área onde tenha ocorrido um fato que assuma a configuração de delito e que, portanto, exija as providências da polícia. (KEDHY, 1963:11). O exame de levantamento de local deve ser diferenciado de acordo com a natureza da ocorrência. Dessa forma, há exame de levantamento de local de homicídio, suicídio, afogamento, furto qualificado, acidente de trânsito, dano, estupro, incêndio, disparo de arma de fogo e outros. 24

25 Criminalistica e Investigação Criminal Isolamento e preservação das provas e vestígios essenciais à investigação O isolamento do local de crime é a primeira providência a ser tomada e é responsabilidade dos policiais e peritos, que devem sempre ter em mente a importância da proteção do local do crime, para a preservação dos vestígios, e, conseqüentemente, para a investigação criminal. (...) isolamento é a proteção a fim de que o local permaneça sem alteração, possibilitando, conseqüentemente, um levantamento pericial eficaz. (GARCIA, 2002: 324). Esclarece Alberi Espíndula (2002) que: (...) diante da sensibilidade que representa um local de crime, importante destacar que todo elemento encontrado naquele ambiente é denominado de vestígio, o qual significa todo material bruto que o perito constata no local do crime ou faz parte do conjunto de um exame pericial qualquer, que, somente após examiná-los adequadamente é que poderemos saber se este vestígio está ou não relacionado ao evento periciado. Por essa razão, quando das providências de isolamento e preservação, levadas a efeito pelo primeiro policial, nada poderá ser desconsiderado dentro da área da possível ocorrência do delito (ESPINDULA, 2002: 3). A alteração do local de crime é prevista como infração penal, pelo artigo 166 do Código Penal: Alterar, sem licença de autoridade competente, o aspecto de local especialmente protegido por lei. Pena detenção de um mês a um ano e multa. Unidade 1 25

26 Universidade do Sul de Santa Catarina O Código Brasileiro de Trânsito, no artigo 312, também tipificou como crime a alteração de local de acidente de trânsito: Inovar artificiosamente, em caso de acidente automobilístico, com vítima, na pendência do respectivo procedimento policial preparatório, inquérito policial ou processo penal, o estado de lugar, de coisa ou de pessoa, a fim de induzir a erro o agente policial, o perito ou juiz: Pena: detenção de seis meses a um ano, ou multa. Parágrafo único: Aplicar-se o disposto neste artigo, ainda que não iniciados, quando da inovação, o procedimento preparatório, o inquérito ou o processo aos quais se refere. Dispõe o artigo 169 do Código de Processo Penal Brasileiro: Para efeito de exame de local onde houver sido praticada a infração, a autoridade providenciará imediatamente para que não se altere o estado das coisas até a chegada dos peritos, que poderão instruir seus laudos com fotografias, desenhos ou esquemas elucidativos. O artigo 6º do Código de Processo Penal enumera as providências que devem ser tomadas tão logo o delegado de polícia tenha conhecimento do fato delituoso. O inciso II deste artigo menciona que a autoridade policial deve apreender os instrumentos e todos os objetos que tiverem relação com o fato. Não obstante, a prática demonstra que nada deve ser alterado até a chegada dos peritos no local, e que apenas após o exame de levantamento de local é possível a apreensão de qualquer material encontrado na cena do crime. Apenas a título de exemplo, um projétil, parte de uma munição deflagrada, apreendido na cena do crime, pode vir a elucidar a autoria de um homicídio. Através do Laudo de Comparação Balística, tendo como objetos de exame o projétil e a arma de fogo de um suspeito, é possível verificar se ele foi expelido pelo cano daquela arma. Da mesma forma, um estojo, parte de uma munição deflagrada, sendo objeto de exame com arma de fogo, através de suas marcas de percussão, é possível constatar se foi deflagrado por aquela arma. 26

27 Criminalistica e Investigação Criminal SEÇÃO 4 - Levantamento pericial: procedimentos empregados no exame do local O levantamento pericial é o trabalho pericial realizado nos locais de crime. Após concluído, o levantamento pericial dá origem ao laudo de exame de levantamento de local. Segundo Garcia (2002), uma perícia completa de levantamento de local necessita de várias fases a saber: (...) isolamento, observações prévias ou exame do local, fotografia, desenho ou croqui, coleta e embalagem de evidências, transporte de evidências, exame das evidências em laboratório, avaliação e interpretação, e redação de laudo. (GARCIA, 2002:326). Espíndula (2002) elencou alguns procedimentos a serem realizados nos exames de locais de crimes contra a vida, que podem ser, via de regra, utilizados em todos os exames de levantamento de locais. São eles: Procedimentos anteriores ao exame a) anotação do endereço do fato; b) preparação do material utilizado no exame; c) reconhecimento do tipo de solicitação (natureza do exame); d) anotação do horário de solicitação do exame. Exame preliminar da cena do crime: o que é necessário fazer? Unidade 1 27

28 Universidade do Sul de Santa Catarina entrevista com o primeiro policial a chegar no local do fato visando à tomada de informações relativas ao histórico; visualização geral da cena do crime e verificação da adequação do isolamento; escolha do tipo de padrão a ser utilizado na busca de vestígios (em linha, em grade, em espiral, em quadrantes, etc.); formulação dos objetivos do exame; busca de vestígios, que deve prever especial atenção às evidências facilmente destrutíveis, tais como: marcas de solado, impressões em poeira, dentre outras. Anotações gerais da cena do crime: o que registrar? data e hora do início dos exames; localização exata do evento; condições atmosféricas; condições de iluminação; condições de visibilidade; completa análise das vias de acesso; descrição do local, com nível de detalhe exigido para cada caso; condições topográficas da área. Croqui da cena do crime: o que é e como fazer? O croqui é o desenho do local do crime, devendo sempre ser apresentado, independente da complexidade do local. Neste desenho recomenda-se incluir: 28

29 Criminalistica e Investigação Criminal dimensões de portas, móveis, janelas, caso necessário; distâncias de objetos até pontos específicos, como vias de acesso (entrada e saída); distâncias entre objetos; medidas que forneçam a exata posição das evidências encontradas na cena do crime; coordenadas geográficas em locais abertos (obtidas por mapas ou GPS). Qual a importância das fotografias da cena do crime? As fotografias, internas e externas, são imprescindíveis para a elaboração do laudo de exame de levantamento de local. Segundo Garcia, a fotografia é o mais perfeito dos processos de levantamento de local de crime, por tratar-se de uma reconstituição permanente da ocorrência, que irá permitir futuras consultas. (GARCIA, 2002:326). Espíndula (2002), também discorre sobre o processamento do local: coleta, identificação e preservação das evidências. Quais os procedimentos de coleta? Todas as evidências devem ser coletadas de forma legal, visando à sua admissão como provas em um processo. Os dois peritos de local devem efetuar a coleta de todas as evidências. As evidências devem ser anotadas no croqui e fotografas antes da sua coleta. Unidade 1 29

30 Universidade do Sul de Santa Catarina O que fazer na identificação? Todas as evidências devem ser cuidadosamente identificadas. As marcas identificadoras podem incluir iniciais, números, etc., os quais permitam ao perito que realiza a coleta reconhecer, em data posterior, cada evidência como aquela coletada na cena do crime. Qual a importância da preservação? Cada item das evidências deve ser colocado em um recipiente ou invólucro adequado à natureza de cada material, tais como sacos plásticos, envelopes de papel, caixas que necessitam ser corretamente identificados e vedados ou lacrados; Evidentemente, que técnicas especiais deverão ser aplicadas de acordo com o delito praticado. Algumas recomendações específicas deverão ser aplicadas nos locais de morte por precipitação, por ação do calor, por arma de fogo, por afogamento, por envenenamento, por aborto e outros. - Leia, a seguir, a síntese da unidade, realize as atividades de Autoavaliação e consulte o saiba mais para ampliar seus conhecimentos acerca do assunto estudado. 30

31 Criminalistica e Investigação Criminal Síntese Nesta unidade você teve a oportunidade de ver que, de acordo com a Constituição Federal de 1988, que a atividade investigativa criminal é realizada, dentre outros, pela Polícia Federal e pelas Polícias Civis dos Estados, estas também chamadas de Polícias Juridiciárias. A atividade de investigação criminal consiste na apuração dos crimes, que é feita através da busca de provas, periciais ou testemunhais. As provas periciais são técnicas, realizadas por peritos criminais e são formadas pelas evidências materiais do crime. As prova testemunhais são constituídas pelos depoimentos das testemunhas, abrangendo, no sentido amplo, as declarações das vítimas e o interrogatório dos suspeitos ou indiciados. A pesquisa, coleta e produção das provas periciais compete à Criminalística. Via de regra, o trabalho pericial exige imediatidade. A título de exemplo, o exame residuográfico de verificação de pólvora exige a condução do suspeito imediatamente após a prática do delito. O exame de lesões corporais e de verificação de aborto exige lapso temporal curto entre o crime e o exame. Considerada a importância da prova pericial e científica é imprescindível o isolamento e a preservação do local do crime. Falhas no isolamento do local do crime podem impossibilitar a produção da prova pericial. Vestígios deixados no local do crime podem levar ao autor. Como exemplo, um simples estojo componente de munição ou projétil componente de munição, encontrado em local de homicídio mediante disparo de arma de fogo, pode, através de perícia, ser prova crucial para demonstrar autoria. Unidade 1 31

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