Fundação IDEPAC DEPARTAMENTO PESSOAL SEMIEXTENSIVO AVULSO

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1 Fundação IDEPAC DEPARTAMENTO PESSOAL SEMIEXTENSIVO AVULSO

2 CAPÍTULO I - CONCEITO HISTÓRICO... 3 CAPÍTULO II - CONCEITOS DE EMPREGADOR E EMPREGADO... 5 CAPÍTULO III - ADMISSÃO Retenção dos Documentos de identificação pessoal Impossibilidade: Atestado de gravidez, esterilização e antecedentes - Proibição... 8 CAPÍTULO IV - REGISTRO DO EMPREGADO Documentos a serem preenchidos pela empresa Obrigações na admissão CAPÍTULO V - PRINCIPAIS CÁLCULOS NA FOLHA DE PAGAMENTO Informações Básicas para calcular o valor devido ao empregado: Proventos Salário Mensalista Horistas Comissionado Horas extras D.S.R Hora Extras Adicional Noturno Conversão de horas para decimal e vice-versa Tabela Horas Noturnas Adicional de Insalubridade Adicional de Periculosidade Salário Família Descontos Faltas, atrasos e saídas antecipadas injustificadas Mensalista e Comissionado Horistas Contribuição Sindical Vale Transporte Tabela de Incidências de INSS, FGTS e IRRF INSS IRRF CAPITULO VI - CONCEITO REGIME DE PAGTO (CAIXA/COMPETÊNCIA) Regime de Pagamento Competência (Pagamento do Adiantamento e Salário dentro do próprio mês corrente): Regime de Pagamento Caixa (Pagamento do adiantamento no mês corrente e salário no mês subseqüente) CAPÍTULO VII - FÉRIAS INDIVIDUAIS E PROPORCIONAIS Férias individuais Concessão e da época de férias Calculando férias proporcionais CAPITULO VIII DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO OU GRATIFICAÇÃO NATALINA Contagem de avos Empregados admitidos no ano corrente Primeira Parcela 13º. Salário Segunda parcela ou Parcela final CAPÍTULO IX - RESCISÃO Demissão

3 9.1.1 Demissão por justa causa Demissão sem justa causa Aviso prévio trabalhado Aviso prévio indenizado Pedido de demissão Pedido de demissão por parte do empregado Término de contrato de trabalho Rescisão antecipada de contrato - demissão Rescisão antecipada de contato pedido de demissão Prazo para pagamento da rescisão Homologação CAPÍTULO XI - OBRIGAÇÕES DOS RECURSOS HUMANOS Das obrigações mensais Das obrigações anuais

4 CAPÍTULO I - CONCEITO HISTÓRICO 1.1 Expressão Departamento Pessoal A expressão Departamento de Pessoal tem um caráter histórico, vindo desde a época da escravidão, onde os senhores designavam pessoas (conhecidos como capitães), para cuidar dos escravos a quem viam como máquinas, meros equipamentos dos quais extraiam o máximo deles. Com a evolução dos tempos vieram as empresas, no entanto, não existia legislação trabalhista, logo os trabalhadores trabalhavam em regime de escravidão e os patrões tinham em mente que precisavam pagar apenas um valor que fosse o suficiente, no entendimento deles, para o sustento da família do trabalhador. Nessa fase o chefe de pessoal, tinha como atribuição apenas controlar em uma espécie de ficha ou escrita do pessoal, o valor que o trabalhador tinha a receber desde sua admissão até o dia de sua saída e também dar ordens, ou seja, um feitor. Sendo assim a administração tinha apenas uma função contábil. A partir de 1930, no Governo de Getúlio Vargas, as empresa sofrem um impacto perante a legislação trabalhista, que entre outras, cria o Ministério do Trabalho, estabelece horário de trabalho para algumas áreas; institui a Carteira Profissional; cria proteção ao Trabalho da Mulher e do menor; etc. A partir daí, o chefe de pessoal deixa de ser somente um feitor e contador e passa a ter uma função também de recrutador, muito embora contratasse o 1º interessado, tendo apenas que observar as leis vigentes. Em aprovada a CLT pelo Decreto-Lei Nº 5.452, de 1º de maio de 1.943, em vigor desde 10 de novembro de 1.943, Legislação esta que continua vigorando até os dias de hoje, a nossa CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Após a Revolução de 1964, a fase de legalização foi revitalizada, no governo do Marechal Castelo Branco efetua uma ampla reforma na legislação trabalhista brasileira, atingindo vigorosamente os empregadores. Havia então a necessidade não só de um chefe de depto de Pessoal, mas sim de um profissional conhecedor da área capaz de orientar o empregador em face da lei, evitando gastos com indenizações adicionais. Uma carta data de Janeiro de 1938 dos Arquivos da Cia Holandesa de Tecidos de São Paulo, mostra bem o fim da concepção de Depto Pessoal, onde a pessoa que a escreveu queixava-se de ter sido chamado de chefe do pessoal, pelo tesoureiro, expressão irônica e pejorativa, e, por 3

5 isso, ofensiva, pois não sou chefe de ninguém - quanto mais de todos; sou um humilde estudioso e exato cumpridor dos preceitos e mandamentos legais. Essa designação generalizou-se e se firmou com o tempo e passou a ser motivo de vaidade profissional. Até hoje ainda temos ainda empresas que mantêm o Departamento Pessoal, no entanto as empresas vêem percebendo que já não é mais possível tratar a sua organização apenas como uma máquina, visando apenas o lucro, que seus colaboradores tem sentimentos e que somente altos salários não satisfazem, que é necessário investir em qualidade de vida, ou seja, as empresas estão percebendo a necessidade de trazer cada vez mais o colaborador para perto da empresa, fazendo investimentos, não visando apenas o retorno imediato e sim uma motivação para o trabalhador o que seguramente vai retornar para empresa, pois um funcionário motivado certamente produz mais. Para isso sai o Depto Pessoal e entra Recursos Humanos, onde o responsável não tão somente elabora a folha de pagamento, mas também se responsabiliza por projetos voltados ao bem estar do funcionário, programa de motivação, investimento em treinamento de funcionários, dentre outras atribuições voltadas à área humana da empresa. Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida.. (Provérbio chinês) 4

6 CAPÍTULO II - CONCEITOS DE EMPREGADOR E EMPREGADO 1. Empregador De acordo com art. 2º da CLT, considera-se como empregador a empresa, individual ou coletiva, que, assumindo os riscos da atividade econômica, admite, assalaria e dirige a prestação pessoal de serviços. Cabe a ele organizar, administrar ou controlar o trabalho que deve ser feito com o objetivo de melhor administrar as empresas. 2. Empregado De acordo com o art. 3º da CLT considera-se empregado toda pessoa física que presta serviço de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário. Cabe a ele executar seu trabalho de acordo com as regras estabelecidas pelo empregador, visto que coloca sua mão-de-obra a disposição dele, o qual dirige o trabalho dizendo o que e como fazer. A relação de trabalho estabelecida entre duas pessoas podem ser de diferentes tipos, de acordo com o trabalho a ser desenvolvido e com o interesse das partes envolvidas. Podem ser com ou sem vínculo empregatício, terceirizado, avulso, temporário, dentre outros. Para que um colaborador seja considerado empregado é necessário que o mesmo preencha os requisitos abaixo: Continuidade ou Habitualidade é a não eventualidade do serviço, isto é, o colaborador deve comparecer à empresa repetidamente, por força do contrato de trabalho, em horário pré-estabelecido pelo empregador; Subordinação O colaborador deve obedecer às ordens de seu empregador ou representante legal ser subordinado economicamente, mediante remuneração. Onerosidade (Salário) Vem do ônus, ou seja, o colaborador prestará serviço ao empregador mediante pagamento de salário, em virtude do contrato de trabalho. Pessoalidade é personalíssimo, isto é, o empregado não pode fazer-se substituir por outra pessoa, apenas o funcionário poderá em relação ao empregador prestar o serviço contratado, ainda que seu irmão ou primo seja qualificado. 5

7 Alteridade- que consiste na prestação de serviço por conta e risco do empregador. Trata-se de uma proteção ao empregado, visto que este até pode participar dos lucros da empresa, porém, não pode participar dos prejuízos. 3. Trabalho com subordinação e sem subordinação Subordinação é o resultado do poder hierárquico que o empregador tem sobre o empregado, podendo organizar, controlar e aplicar penas disciplinares, visando manter o adequado funcionamento da sua empresa. As duas primeiras divisões farão: a) Trabalho com subordinação caracteriza o vínculo empregatício, ou seja, o empregado estabelece um contrato de trabalho no qual são definidas as condições em que o trabalho deverá ser executado, obrigando o seu cumprimento. Trata-se de uma relação no qual o trabalho deve ser desenvolvido pelo empregado, é estabelecido e controlado pelo empregador. b) Trabalho sem subordinação caracteriza a inexistência de vinculo empregatício e, para realizar o trabalho, o prestador de serviço não se submete às ordens do tomador de serviço. São trabalhos em que o prestador de serviço é que tem o conhecimento do que vai realizar, e ele próprio organiza seu trabalho, assumindo os riscos do negócio, A empresa que trabalha com este tipo de profissional poderá estabelecer prazo de entrega do serviço, padronizações específicas, etc., porém, ela não poderá controlar a sua execução, somente cobrar os prazos e especificações previamente definidas. Comparando o empregado com outros tipos de colaboradores: Categoria Trabalho Salário Subordinação Habitualidade Características Empregado Há Há Há Há Vínculo Autônomo Há honorários Não há Não há Autonomia/Eventualidade Bolsa auxilio/não Estagiário Aprendizado há Há Há Intermediação da escola Intermediação(agência de Temporário Há Há Há Há emprego) 6

8 CAPÍTULO III - ADMISSÃO Após o candidato ter passado pela fase de seleção, responsabilidade esta do departamento de recrutamento e seleção ou eventualmente quando a empresa for pequena pelo supervisor de Recursos Humanos e o supervisor da área, dará início ao procedimento para contratação do candidato. Nessa fase iremos iniciar pela solicitação dos devidos documentos: a) Carteira de Trabalho (CTPS); b) Cédula de identidade (RG); c) Título de eleitor (obrigatório para os candidatos a partir de 18 anos) ; d) Certificado de reservista (para os candidatos do sexo masculino com 18 anos ou mais); e) C.P.F; f) Atestado de Saúde Ocupacional (admissional); h) Fotos 3 x 4; i) Certidão de Casamento; j) Certidão de Nascimento dos filhos até de 21 anos ou inválidos de qualquer idade, necessária para o pagamento do salário família e dedução do Imposto de Renda; Observação: Para continuidade do recebimento do Salário Família, todos os anos, nos meses de Maio e Novembro, devem ser apresentados novamente os seguintes documentos: a) Mês de Maio: fotocópia da Caderneta de Vacinação dos filhos menores de sete anos; b) Meses de Maio e Novembro: Comprovante de Freqüência Escolar dos filhos a partir de 7 anos Retenção dos Documentos de identificação pessoal Impossibilidade: O Departamento Pessoal ou RH Recursos Humanos, não pode reter nenhum tipo de documento de identificação pessoal do empregado, ainda que este seja apresentado em forma de fotocópia. A empresa, necessitando dos documentos, terá o prazo de 5 (cinco) dias para extrair os dados necessários e devolvê-los aos empregados. A retenção dos referidos documentos constitui infrações penais, puníveis com pena 7

9 de prisão simples de 1(um) a 3 (três) meses ou com multa (Lei nº 5.553/68). 3.2 Atestado de gravidez, esterilização e antecedentes - Proibição É proibida a adoção de qualquer prática discriminatória para efeito de admissão de empregado, manutenção do contrato de trabalho, por motivo de sexo, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar ou idade (Artigo 7º, XXXIII-CF). Desta forma constitui crime, a empresa que: a) Exigir das mulheres teste, exame, perícia, laudo, atestado, declaração ou qualquer outro procedimento relativo à esterilização ou o estado de gravidez para a admissão; b) Exigir do candidato atestado de antecedente; c) Induzir ou instigar à esterilização genética; d) Promover controle de natalidade, salvo o oferecimento de serviços e de aconselhamentos ou planejamento familiar, realizada através de instituições públicas ou privadas, submetidas às normas do Sistema Único de Saúde SUS. A não observação do disposto supracitado, acarretará a detenção de dois anos, multa do empregador, de seu representante legal, bem como multa administrativa de dez vezes o valor do maior salário pago pelo empregador, elevado em 50% em caso de reincidência, e a proibição de obter empréstimos com financiamentos junto a instituições financeiras. A rescisão contratual por ato discriminatório faculta o empregado optar pela: a) Readmissão com ressarcimento integral de todo o período de afastamento, mediante pagamento das remunerações devidas, corrigidas monetariamente, acrescidos de juros legais; b) Percepção em dobro da remuneração do período de afastamento, corrigida monetariamente e acrescida dos juros legais (Lei nº 9.029, de 13.04/1995). 8

10 CAPÍTULO IV - REGISTRO DO EMPREGADO Art. 41 CLT - Em todas as atividades será obrigatório para o empregador o registro dos respectivos trabalhadores, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico, conforme instruções a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho. (Redação dada pela Lei n.º , de , DOU ) Parágrafo único - Além da qualificação civil ou profissional de cada trabalhador, deverão ser anotados todos os dados relativos à sua admissão no emprego, duração e efetividade do trabalho, a férias, acidentes e demais circunstâncias que interessem à proteção do trabalhador. (Redação dada pela Lei n.º , de , DOU ). O empregado deverá ser registrado no momento em que passar a prestar serviço à empresa. NÃO EXISTE PRAZO DE TOLERÂNCIA PARA O REGISTRO. Não se deve confundir a ausência de prazo para registro, com o prazo de devolução da CTPS. O registro pode ser feito em livros, fichas, sistema eletrônico ou informatizado que utilize meio magnético ou ótico (neste caso necessário fazer um memorial descritivo e protocolado junto a DRT). O registro deve conter obrigatoriamente as seguintes informações: a) Identificação do empregado, com número, série e UF da Carteira de Trabalho e Previdência Social CTPS; b) Data de admissão, e quando o funcionário for desligado a data da demissão; c) Remuneração e forma de pagamento; d) Local e horário de trabalho e) Concessão de férias; f) Identificação da conta vinculada ao FGTS e da conta do PIS/ PASEP; g) Acidente de trabalho e doença profissional, quando tiverem ocorrido. h) O registro de empregado deverá estar sempre atualizado e numerado 9

11 seqüencialmente por estabelecimento. Além do registro de funcionário, devem ser preenchidos outros documentos, conforme veremos a seguir. 10

12 4.1. Documentos a serem preenchidos pela empresa Carteira de Trabalho: Para registrar o empregado, serão necessárias as seguintes anotações na carteira de trabalho, que deverá ser devolvida no prazo máximo de 48 horas: Preencher na página contrato de trabalho: Anotar os dados da empresa, cargo, data de admissão e remuneração específica. Caso o candidato tenha registro de outra empresa, verificar se foi dada a baixa desse registro anterior, caso não o tenha feito, informar ao candidato. Obs.: O empregado pode trabalhar em outra empresa, desde que, seja em horários diferentes. 11

13 Preencher a parte da opção pelo FGTS: a) Data da opção - será a mesma data de admissão do funcionário. b) Banco Depositário Nome do Banco onde será depositado o FGTS. c) Agência Nº da Agencia depositária. d) Praça Cidade em que esta localizada a agência e) Estado A Unidade de Federação onde se situa o banco f) Empresa Nome da Empresa As anotações gerais, devem ser preenchias nas seguintes hipóteses 12

14 Cadastro do PIS (se for o 1º emprego): CADASTRADO COMO PARTICIPANTE DO PIS EM / /, SOB Nº TENDO CONTA NO BANCO AGENCIA ENDEREÇO Termo de contrato de experiência: 1º Exemplo : Admitido a titulo de experiência pelo prazo de dias conforme contrato assinado entre as partes, ficando automaticamente prorrogado por mais dias em caso de não ser rescindido até o primeiro prazo. Carimbo e Assinatura do Empregador 2º Exemplo : O portador foi admitido a título de experiência, por um prazo de dias, conforme contrato assinado na sua data de admissão em / /. Carimbo e Assinatura do Empregador Promoções: Exemplo: A partir de , passou a exercer a função de Auxiliar de Escritório Carimbo e Assinatura do Empregador Alterações de dados do empregador, como Razão Social ou mudança de endereço: Além do registro do funcionário, devemos ainda verificar para efeito de Contribuição Sindical, quando da admissão, se o funcionário já sofreu ou não o desconto referente ao ano, caso ele não tenha contribuído e esteja sendo admitido a partir do mês de março, iremos efetuar o desconto na folha do mês seguinte ao da admissão. E ainda anualmente atualizar com o desconto efetuado na folha. 13

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16 4.2 Obrigações na admissão Além do registro e anotações na carteira, o Depto Pessoal, deverá efetuar: a) Contrato de experiência / trabalho; b) Declaração de dependentes para imposto de renda; c) Ficha de salário família; d) Opção de vale transporte ; e) Acordo de prorrogação de horas; f) Termo de responsabilidade (concessão de salário família) ; g) Acordo de compensação de horas se for o caso; h) Cadastrar o funcionário no PIS caso seja o 1º emprego. 15

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24 CAPÍTULO V - PRINCIPAIS CÁLCULOS NA FOLHA DE PAGAMENTO Inicialmente temos como ponto principal efetuarmos um cálculo básico da folha de pagamento, que se divide em duas partes, a saber: Proventos e Descontos. Existem vários tipos de remuneração, neste módulo trataremos dos seguintes: MENSALISTAS, HORISTAS E COMISSIONADOS. 5.1 Informações Básicas para calcular o valor devido ao empregado: Salário - O salário base será aquele definido pelo empregador no ato da contratação, existem vários tipos de salário, como: por mês (mensalista), por hora (horista), por comissão (comissionado), entre outros. Remuneração: Entende-se como remuneração o salário acrescido dos adicionais, como por exemplo: Horas Extras, Adicional de Periculosidade, Adicional de Insalubridade e Outros... Jornada Mensal (JM): É a quantidade de horas trabalhas por mês pelo empregado, como padrão esta jornada é de 220 horas por mês, podendo variar conforme a profissão a que pertence, como por exemplo: Telefonista que trabalha 36 horas semanais, logo, 180 horas por mês. Neste curso iremos efetuar os cálculos das folhas dos tipos de salários mais comuns, mensalista e horistas. Jornada Diária (JD): Para encontrarmos a quantidade de horas que o empregado trabalha por dia, iremos dividir a Jornada Mensal por 30, logo, teremos a seguinte fórmula: JD = JM / 30 Exemplo: Para uma jornada Mensal de 220 horas JD = 220 / 30 JD = (diário) 23

25 5.2 Proventos Salário Adicional de Periculosidade Adicional Noturno Salário Família Horas Extras Adicional de Insalubridade E outros Salário Valor devido e pago diretamente pelo empregador a todo empregado pelo serviço prestado. Existem vários tipos de salários sendo que os mais comuns são: Mensalista Empregado mensalista tem seu salário definido por mês.para calcularmos a folha de um empregado mensalista, além do salário mensal, precisaremos de mais duas informações básicas, a saber: a) Salário Dia (SD) b) Salário Hora (SH) A partir do momento que tivermos estas informações, será possível calcular saldo de salário, faltas, horas extras, atrasos, etc... Encontrando o Salário Dia (SD): Para encontrarmos o salário dia utilizaremos a seguinte fórmula: SD = Salário Mensal (SM) / 30 (dias padrão no mês) Exemplo: SD => SM / 30 SD => 1500,00 / 30 => SD = 50,00 Encontrando o Salário Hora (SH): Para encontrarmos o salário hora utilizaremos a seguinte fórmula: SH = Salário Mensal (SM) / Jornada Mensal (HM) Exemplo: SH => SM / JM SH => 1500,00 / 220 => SH = 6,82 24

26 Para encontrarmos o valor que será devido ao mensalista como saldo de salário faremos o seguinte cálculo: Salário Mensal / 30 x Dias Trabalhados (DT) Observação: empregado contratado como mensalista não recebe o dia 31, logo a divisão será sempre por 30 e a contagem de dias também será até o dia 30, inclusive no mês de fevereiro. Admitindo-se que um empregado foi admitido no dia 05/Jan teremos o seguinte : Saldo de Salário = (SM / 30) x DT Saldo de Salário = 1000,00 / 30 x 26 Saldo de Salário = 866, Horistas Para calcularmos a folha de um empregado horista, além do salário hora, precisaremos de mais uma informação básica, e uma outra que será utilizada quando formos efetuar o calculo de férias e 13º salário. a) Salário Dia (SD) b) Salário Mensal (SM) A partir do momento que tivermos estas informações, nos será possível calcular: faltas, horas extras, atraso, etc. Encontrando o Salário Dia (SD): Para encontrarmos o salário dia utilizaremos a seguinte fórmula: SD = Salário Hora (SH) x JD Ex.: SD => SH x JD SD => 5,00 x => SD = 36,67 Encontrando o Salário Mensal (SM): Para encontrarmos o salário mensal utilizaremos a seguinte fórmula: SM = Salário Hora (SM) x Jornada Mensal (JM) 25

27 Ex.: SM => SH x JM SM => 5,00 x 220 => SM = 1.100,00 O empregado horista, diferente do mensalista, deverá receber na integra os dias do mês, ou seja 28, 30 ou 31, e ainda deverá ser destacado os Dias Úteis e o DSR ( descanso semanal remunerado). Encontrando os Dias Úteis (DU): Total de Dias do Mês (ou total de dias contando a partir da data de Admissão, caso seja admitido naquele mês) menos Domingos e Feriados. DU = DM DSR Ex: Mês 07 DU = 31 5 => DU = 26 DSR ( Descanso Semanal Remunerado) DSR é igual à quantidade de domingos e feriados. Mês 07 = Comissionado Empregado contratado com um percentual sobre o valor das vendas. Em alguns casos os empregados comissionados podem ter também uma remuneração fixa. Neste caso para calcular a parte fixa segue-se o exemplo citado no cálculo do mensalista. Ao empregado que recebe comissão será devido o DSR sobre a mesma, para efetuar o cálculo do DSR, devemos proceder da seguinte forma: DSR Comissão=( Valor da Comissão / dias úteis) x (DSR) Domingos e Feriados. Exemplo: Empregado teve uma comissão de R$ 1.500,00 em um mês de 25 dias úteis e 5 feriados Logo: DSR Comissão = (1.500,00 / 25) x 5 DSR DSR Comissão = 60 x 5 DSR DSR Comissão = R$ 300,00 26

28 Comissionista Puro Exemplo 1 - Empregado contratado com salário fixado no percentual de 5% sobre vendas, em um determinado mês efetuou vendas no valor bruto de R$ ,00. Cálculo: 5% de R$ ,00 = R$ 1.000,00 Salário Mensal = R$ 1.000,00 (relativo apenas aos dias trabalhados) Considerando que o mês em questão tenha 4 repousos semanais remunerados e 26 dias úteis, calcula-se o repouso da seguinte forma: Divide-se a remuneração obtida pelo número de dias úteis do mês e multiplica-se o resultado pelo número de repousos do mesmo mês. Assim temos: R$ 1.000,00 26 = R$ 38,46 x 4 = R$ 153,84 Remuneração total do mês = R$ 1.153,84 (R$ 1.000,00 + R$ 153,84) Exemplo 2 - Empregado comissionista puro com percentual de 5% sobre as vendas efetuou vendas no valor de R$ 1.000,00 Dados para o Cálculo: 5% de R$ 1.000,00 = R$ 50,00 Salário Mínimo Legal = R$ 415,00 Repouso Semanal Remunerado-(RSR) considerando que o mês tenha tido 22 dias úteis e 4 repousos: R$ 50,00 22 = R$ 2,27 x 4 = R$ 9,08 Comissões: R$ 50,00 DSR comissões: R$ 9,08 Remuneração total do mês = R$ 59,08 Salário a ser pago neste mês = R$ 415,00 (R$ 355,92 + R$ 59,08) Observe que, neste caso, como as comissões apuradas, incluindo o repouso semanal remunerado, ficaram abaixo do salário mínimo legal (R$ 415,00), o empregador foi obrigado a complementar o valor apurado até R$ 415,00 ou de acordo com o piso da categoria de o valor for superior. As convenções coletivas de trabalho determinam um valor mínimo de 27

29 remuneração para os empregados, em algumas vezes definidas pela função que exerce, principalmente quando o empregado recebe por comissão, neste caso se o valor da comissão auferida no mês, mais o DSR, mais o salário fixo, for menor ao piso da categoria, o empregado deverá receber a garantia de comissão. Cálculo da Garantia: Garantia de Comissão = Piso Salarial - (salário fixo + comissão + DSR comissão) Imaginemos as seguintes informações: Piso da categoria = R$ 700,00 Salário Fixo = R$ 0,00 Comissão = R$ 400,00 DSR Comissão = R$ 80,00 Logo: Garantia de Comissão = 700,00 - ( , ,00) Garantia de Comissão = 700,00-480,00 Garantia de Comissão = 220,00 Para encontrar o salário hora do empregado comissionado, devemos: (salário fixo + comissão + DSR comissão + Garantia de Comissão) / horas mensais Utilizando os valores anteriores, teremos: SH = ( , , ,00) / 220 SH = 700,00 / 220,00 SH = 3,18 Para encontrar o salário dia do empregado comissionado, devemos (somar, salário fixo + comissão + DSR comissão + Garantia de Comissão) / 30 Utilizando os valores anteriores, teremos: SD = ( , , ,00) / 30 SD = 700,00 / 30 SD =

30 5.2.5 Horas extras A jornada normal de trabalho do empregado poderá ser acrescida em duas horas, mediante acordo escrito entre empregado e empregador ou mediante acordo coletivo ou convenção coletiva de trabalho, sendo essa jornada paga obrigatoriamente acrescida no mínimo em 50% sobre o valor da hora normal pelo empregador. Cálculos: a) Como calcular: SH = 15,50 Qtde de Horas Extras = 10 Percentual HE = 70% Fórmula: SH x (Qtde de Horas Extras x (1+ Percentual de horas Extras) H.E = x (10 x (1 + 70)) HE = [15,50 x (10 x 1,70) H.E = [15,50 x 17] H.E = 263,50 b) Considerando um empregado submetido a trabalho extraordinário com salário mensal de R$ 2.000,00 e percentual da hora extra a 50%. Valor da hora normal = R$ 9,09 (R$ 2.000, horas (jornada normal mensal)) Valor da hora extra = R$ 13,63 (R$ 9,09 x 1,50 ou R$ 9,09 x 50%) c) Considerando um empregado submetido a trabalho extraordinário com salário mensal de R$2.200,00 mais adicional de insalubridade no grau máximo. Cálculo do valor da hora extra: Salário / hora normal = R$10,00 (R$ 2.200, (jornada mensal)) Valor do adicional de insalubridade = R$ 120,00 (R$ 300,00 x 0,40 ou R$300,00 x 40%) Base de cálculo da hora extra = R$ 10,55 [R$ 2.200,00 + R$ 120,00 = R$ 2.320,00 (salário normal acrescido do adicional de insalubridade) 220] Valor da hora extra = R$ 15,83 (R$ 10,55 x 1,50 ou R$ 10,55 x 50% ) d) Considerando um empregado submetido a trabalho extraordinário com salário mensal de R$ 2.400,00 mais adicional de periculosidade (30% do salário básico). Cálculo do valor da hora extra: 29

31 Salário/hora normal = R$ 10,91 (R$ 2.400, (jornada mensal)) Valor do adicional de periculosidade = R$ 720,00 (R$ 2.400,00 x 0,30 ou R$ 2.400,00 x 30%) Base de cálculo da hora extra = R$ 14,18 [R$ 2.400,00 + R$ 720,00 = R$ 3.120,00 (salário normal acrescido do adicional de periculosidade) 220] Valor da hora extra = R$ 21,27 (R$ 14,18 x 1,50 ou R$ 14,18 x 50% ) D.S.R Hora Extras Sobre o valor da hora extra é devido o reflexo sobre o Descanso Semanal Remunerado ou Repouso Semanal Remunerado, para calculá-lo iremos utilizar a seguinte fórmula: Valor das horas extras (HE) / Dias Úteis x DSR. Considerando os valores acima, e um mês com 25 dias úteis e 5 DSR, teremos: HE = DSR HE = (263,50 / 25) x 5 DSR HE = 52, Adicional Noturno O adicional noturno é devido aos empregados que trabalhem no horário compreendido entre as 22:00 e as 05:00 da manhã do outro dia. A hora de serviço noturno é reduzida há 52 minutos e 30 segundos. O percentual de Adicional Noturno é de no Mínimo de 20%. O cálculo da Adicional Noturno é semelhante ao da Hora Extra, a saber: Exemplos: Cálculo do Adicional Noturno (A.N): [Qtde de Horas x (% A.N)] x SH a) SH = 15,50 Qtde de Horas = 120 Percentual de Adic. Noturno= 20% 30

32 A.N = [120 x (20/100)] x A.N = [120 x (0,20)] x A.N = [24 x 15.50] A.N = 372,00 b) Empregado urbano contratado para trabalhar no horário das 22 as 5 horas com salário de R$ 800,00. Salário contratual = R$ 800,00 Adicional noturno = R$ 160,00 (20% de R$ 800,00) Remuneração mensal = R$ 960,00 (R$ 800,00 + R$ 160,00) Neste exemplo, apurou-se o adicional noturno aplicando o percentual de 20% sobre a totalidade do salário, uma vez que toda a jornada de trabalho está contida no horário noturno, não havendo, portanto necessidade de fazer-se o cálculo do adicional sobre o valor do salário hora. Caso o mesmo trabalhador tivesse uma jornada que abrangesse 5,20 horas diurnas (60 minutos) e 2 horas noturnas (52,30 minutos) diariamente, o cálculo seria efetuado da seguinte forma: * jornada mensal = 60 horas noturna (2h x 30) horas diurna (5,20h x 30), perfazendo a jornada mensal de 220 horas. Salário da Hora normal (diurna) = R$ 3,64 (R$ 800,00 220) Valor do adicional noturno/horário = R$ 0,73 (20% de R$ 3,64) Valor do adicional devido no mês = R$ 43,80 (R$ 0,73 x 60) Remuneração mensal = R$ 843,80 (R$ 800,00 + R$ 43,80) DSR Adicional Noturno Quando o adicional noturno não for calculado sobre o total de horas do mês (220), ou salário, como nos exemplos acima, será devido também o DSR Ad. Noturno, a saber: Valor do Ad. Noturno / Dias Úteis x DSR. 31

33 Considerando o valor de R$ 372,00, e que o mês teve 25 dias úteis e 5 DSR, teremos: A.N = 372,00 DSR A.N = (372,00 /25) x 5 DSR A.N = 74, Conversão de horas para decimal e vice-versa 1- Para transformar h:min:seg em horas decimais, divida o número de minutos por 60 e o número de segundos por Em seguida some as parcelas. Por exemplo, para 16h e 18min 40s, fazemos: 18 / 60 = 0,3 40 / 3600= 0, ,0111 = 16,3111 horas decimais. 2 - Para fazer o inverso dessa transformação, ou seja, para transformar horas decimais em h:min:seg, separe a parte fracionária e multiplique por 60. Anote o número inteiro de minutos. Separe novamente a parte fracionária e multiplique por 60. Anote o número de segundos e suas frações. Usando o resultado do exemplo anterior, 16,3111 horas decimais, fazemos: 0,3111 x 60 = 18,666 [separe esse 18] 0,666 x 60 = 39,96 Assim teremos, 16 h 18 min 39,96 seg, ou seja, 16 horas, 18 minutos, 39 segundos e 96 centésimos do segundo. Quatro centésimos de segundo foram perdidos nos arredondamentos, mas podemos desprezá-los. - Transformar minutos em horas decimais divide o número de minutos por 0,60. Exemplo: 0,30 minuto / 060 = 0,50 - Transformar horas decimais para minutos multiplica por 0,60 32

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