SISTEMAS PARA OPERAÇÕES DE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SISTEMAS PARA OPERAÇÕES DE"

Transcrição

1 Prof. Me. Alexandre Saramelli Unidade II SISTEMAS PARA OPERAÇÕES DE RECURSOS HUMANOS

2 Iron Workers 2007 Escultura Sérgio Funari Foto:

3 Rotinas de permanência Exigências Legais Livro de Inspeção do trabalho Obrigatório. Deve permanecer no local físico do estabelecimento. Não mais necessita de autenticação do agente de inspeção do trabalho.

4 Rotinas de permanência Quadro de horário de trabalho. Modelo padronizado (Portaria nº 576, 18 de janeiro de 1941) Afixado em local bem visível

5 Rotinas de permanência

6 Rotinas de permanência Controle de Ponto Livro ou relógio de ponto Obrigatório para estabelecimentos com mais de dez trabalhadores. Obrigatória a anotação da hora de entrada e saída dos empregados em registro manual, mecânico ou eletrônico.

7 Rotinas de permanência Cartões de ponto para marcação mecânica e manual Fonte:

8 Rotinas de permanência Relógios de ponto antigo e atual Relógios de ponto antigo e atual Fontes:

9 Rotinas de permanência Vale-transporte A legislação do trabalho estabelece aos trabalhadores o direito de receberem o vale-transporte, sendo que poderão ser descontados apenas 6% do salário do empregado. Segundo o Parecer MTB nº 15 da Secretaria de Fiscalização do Trabalho determina que a base de cálculo do valetransporte é de 6% sobre o salário básico mensal, mesmo que os dias de trabalho prestados sejam inferiores a 30 dias.

10 Rotinas de permanência CAGED Cadastro Geral de Empregados e Desempregados Lei 4.293, de 23 de dezembro de 1965

11 Rotinas de permanência jornada de trabalho Art. 58 CLT = 8 horas diárias e 44 horas semanais Excepcionalmente 6 horas diárias e 36 horas semanais, de acordo com a categoria da empresa.

12 Rotinas de permanência cálculo do total de horas de trabalho Para trabalhadores mensalistas = 30 dias de trabalho por mês 44 horas semanais 220 horas semanais

13 Rotinas de permanência cálculo do total de horas de trabalho 1º Modo de calcular: 44 horas 6 dias = 7h 20 min por dia = 440 minutos por dia 440 min x 30 dias = min por mês min 60 min = 220h por mês

14 Rotinas de permanência cálculo do total de horas de trabalho 2º Modo de calcular: 44 horas 6 dias = 7h 20 min por dia 7h x 30 dias = 210h 20 min x 30 dias 60 min = 10h 210h + 10h = 220h por mês

15 Rotinas de permanência cálculo do total de horas de trabalho Para trabalhadores horistas. O cálculo de dias de trabalho por mês, para o trabalhador que recebe por hora de trabalho, será considerado de acordo com o número de dias de cada mês (28, 30 e 31), ao contrário do trabalhador que recebe por mês trabalhado, que considera os meses sempre de 30 dias, mesmo que o mês tenha o número de dias inferior ou superior a 30.

16 Rotinas de permanência cálculo do total de horas de trabalho Exemplo empregado Sebastião dos Santos: Mês com 31 dias considerando os meses do ano com 31 dias: janeiro, março, maio, julho, agosto, outubro e dezembro, o salário bruto do empregado Sebastião dos Santos será de: jornada diária permitida pela legislação atual = 7h 20min por dia, ou seja, 440 minutos por dia; 31 dias x 440 min = min /60 min = 227,33; 227,33 x 10,40 = 2.364,26; valor do salário bruto para um mês de 31 dias = R$ 2.364,26.

17 Rotinas de permanência cálculo do total de horas de trabalho Quadro comparativo: trabalhador horista, R$ 10,40 por hora, considerando o número de dias do ano:

18 Rotinas de permanência Intervalo na jornada de trabalho para repouso e alimentação Repouso interjornada Tempo para descanso de 1 hora no mínimo, não podendo exceder a 2 horas. 11 horas de descanso entre o dia de trabalho e o início do outro. Se não for concedido esse período pelo empregador, ficará obrigado a remunerar o período correspondente com no mínimo 50% sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho. Art. 71 da CLT.

19 Rotinas de permanência repouso semanal remunerado RSR/DRS é o descanso semanal de 24 horas, salvo exceções aos domingos. Assim, no final de uma jornada, terminada a semana, o empregador só poderá exigir a volta do trabalhador após 35 horas de repouso (11 horas do repouso intrajornada + 24 horas do repouso semanal).

20 Rotinas de permanência desconto do repouso semanal remunerado RSR/DRS mediante falta sem justificativa legal Há controvérsia de entendimento sobre o DSR de empregado mensalista quando ocorre falta ao trabalho sem justificativa legal. Não desconto. Desconto.

21 Rotinas de permanência horas extraordinárias (extras) e compensação de horas Tudo o que exceder a jornada normal Remunerada com acréscimo de 50% do valor da hora normal de trabalho. Art. 7º, inciso XVI da Constituição. Banco de Horas.

22 Rotinas de permanência trabalho noturno Adicional noturno Executado entre 22h de um dia até 5h do dia seguinte. Acréscimo de 20% sobre a hora diurna. Integrado ao salário. Implica a perda do direito ao adicional noturno. Por ficção legal, a hora noturna é menor do que a diurna, sendo computada 1 hora a cada 52 minutos e 30 segundos. 2 formas de cálculo.

23 Interatividade Rogério é eletricista em uma grande empresa na cidade de Curitiba, e para se deslocar de casa até a sede da empresa utiliza o serviço público de transportes dessa capital brasileira. O salário do Rogério é de R$ 1.300,00. Qual o valor do desconto do vale-transporte do Rogério? a) 432,00. b) 17,00. c) 78,00. d) 52,00. e) 138,00.

24 Costureiras 1950 Tarsila do Amaral Foto: ao_plataforma_sao_paulo/exposicao_plataforma_sao_paul o_tarsila.asp

25 Salário diferenças Salário: é o pagamento realizado diretamente pelo empregador para o empregado, como retribuição pelo seu trabalho. Remuneração: é tudo aquilo que o trabalhador recebe, do empregador ou de terceiros, decorrente da prestação do trabalho (salário + gorjeta).

26 Salário Artigo 457 da Consolidação das Leis do Trabalho CLT que se compreendem na remuneração do empregado, para todos os fins legais, além dos salários devidos e pagos diretamente pelo empregador como contraprestação dos serviços, às gorjetas que recebeu. O Tribunal Superior do Trabalho, no Enunciado 354, determinou que as gorjetas cobradas pelo empregador na nota do serviço ou oferecidas espontaneamente pelos clientes integram a remuneração do empregado, não servindo de base de cálculo para as parcelas de aviso prévio, adicional noturno, horas extras e repouso semanal remunerado.

27 Salário O trabalhador não poderá receber menos do que o salário mínimo; Alguns trabalhadores têm direito ao salário profissional (piso da categoria). O pagamento não deve ser estipulado a um período superior a um mês (exceto comissões, percentagem e gratificações).

28 Salário O salário-hora normal (para empregado mensalista) será obtido dividindo-se o salário mensal por 220 horas, limite máximo ou número inferior, se o número de dias for inferior a 30, na qual será adotado para cálculo lo o número de dias trabalhados no mês.

29 Salário Formas de Pagamento. Salário-mínimo Lei 9.528/97 O comprovante de depósito do empregado em conta bancária terá força de recibo. O pagamento dos salários será efetuado em dia útil e no local do trabalho, dentro do horário do serviço ou imediatamente após o encerramento deste, salvo quando efetuado por depósito em conta bancária.

30 Adicional de insalubridade Serão consideradas atividades ou operações insalubres aquelas que, por sua natureza, condições ou métodos de trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos à saúde acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza, da intensidade do agente e do tempo de exposição a seus efeitos.

31 Adicional de insalubridade Três graus de insalubridade: máximo; médio; mínimo. Os empregados que trabalham em condições insalubres têm assegurados à percepção de adicional, respectivamente, de 40%, 20% e 10% do salário-mínimo, salvo se, por força de lei ou convenção coletiva de trabalho, recebem salário profissional. Nesse caso, o adicional será calculado com base no salário profissional.

32 Adicional de periculosidade São consideradas atividades ou operações perigosas, na forma da regulamentação aprovada pelo Ministério do Trabalho, aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem o contato permanente com inflamáveis ou explosivos, em condições de risco acentuado. O empregado que trabalha em condições de periculosidade recebe um adicional de 30% sobre o salário efetivo, não incidindo esse percentual sobre gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa.

33 Décimo terceiro salário O décimo terceiro salário representa a oficialização da gratificação natalina; seu valor corresponde a 1/12 da remuneração devida em dezembro, multiplicada pelos meses de serviço naquele ano. Para esse cálculo, lo a fração igual ou superior a 15 dias de trabalho será considerada como mês integral. Frações inferiores são desprezadas. O 13º pode ser pago em duas parcelas, sendo a 1ª até o dia 30 de novembro e a 2ª até dia 20 de dezembro. No caso da empresa optar pelo pagamento único, este deverá ocorrer até o dia 20 de dezembro.

34 Cálculo da folha de pagamento O uso da folha de pagamento é obrigatório para o empregador. Divide-se em duas partes distintas: proventos e descontos. Proventos: salário; horas extras; adicional de insalubridade; adicional de periculosidade; adicional noturno; salário-família; diárias para viagem; ajuda de custo; outros proventos previstos em lei ou em Convenção Coletiva de Trabalho CCT.

35 Cálculo da folha de pagamento A parte de descontos compreende: quota de previdência INSS; imposto de renda; contribuição sindical; seguros; adiantamentos; faltas e atrasos; vale-transporte; outros descontos previstos em lei ou na Convenção Coletiva de Trabalho CCT.

36 Desconto nos rendimentos do empregado para o INSS Instituto Nacional do Seguro Social Tabela de Alíquotas INSS: (Atualizada semestralmente)

37 Imposto de renda

38 FGTS e outros cálculos É um regime criado por meio da Lei nº 5.107/1996 e regulamentado atualmente pela Lei nº 8.036/1990 e pelo Decreto nº /1990, formado por depósitos mensais, em conta vinculada, efetuados pelo empregador, em nome dos seus s empregados. Depósito de 8% da remuneração paga ou devida ao empregado. Contribuição sindical Férias Encargos sociais

39 Interatividade Um piloto de avião, deve receber adicional de periculosidade? a) Não, porque não lida diretamente com o abastecimento da aeronave. b) Sim, por conta da atividade ter sido muito perigosa no passado, mantém-se a tradição. c) Não, mas tem direito a receber um adicional quando for voar com chuvas e/ou tempestades. d) Não, por se tratar de atividade regulada por leis internacionais. e) Sim, também deve ser somado DSR e férias.

40 Cortadores de Cana 2009 Ulysses Sanches Acrílico sobre Tela Foto:

41 Prática em como montar uma folha de pagamento de saláriosinformações necessárias controle de faltas; tabela do Instituto Nacional da Seguridade Social INSS para cálculo do desconto e posterior recolhimento à Previdência Social; número de dependentes legais, inclusive a idade para fins de salário-família; tabela do Imposto de Renda Retido na Fonte IRRF; apuração do desconto de valetransporte; controle de horas extras e pagamento das mesmas.

42 Prática em como montar uma folha de pagamento de salários - Caso Consult Ltda. 5 funcionários. No caso da funcionária Lígia Souza: Função: assistente de recursos humanos Salário: R$ 2.500,00/mês Dependentes: 2, ambos maiores de 14 anos Hora extra: 10 horas no mês Faltas não justificadas: o- Vale-transporte: 2 conduções ao dia, cada R$3,00

43 Prática em como montar uma folha de pagamento de salários - Caso Consult Ltda. Proventos: Salário ,00 Salário-família não tem direito. Hora extra...50% acima da hora normal 2.500,00/220 horas = 11,3636 x 1,50 = 17,04 x 10 horas = ,40 Proventos (salário + SF + HE) ,40 Descontos: Faltas não justificadas...não houve Desconto do INSS Salário ,00 (+) Hora extra ,40 (=) Salário de contribuição ,40 (x) Percentual...x 0,11(=) INSS ,74

44 Prática em como montar uma folha de pagamento de salários - Caso Consult Ltda. Desconto do IRRF Salário ,00 (+) Hora extra ,40 (=) Total dos proventos ,40 ( ) INSS ,74 ( ) Dependentes (2 x 157,47) ,94 (=) Base cálculo para o IRRF ,72 (x) Alíquota..x 0,075 (=) IRRF antes da dedução ,63 ( ) Parcela a deduzir ,49 (=) IRRF a descontar... 37,14

45 Prática em como montar uma folha de pagamento de salários - Caso Consult Ltda. Desconto do vale-transporte equivale a 22 dias úteis Uso: 02 conduções ao dia, cada 3,00. 3,00 x 2 = 6,00 x 22 dias = 132,00 Salário: 2.500,00 x 0,0606 = 150,0000 Prevalece o menor valor para desconto 132,00 Descontos (faltas + INSS + IRRF +VT). 462,88 Valor líquido a pagar para Lígia Souza Proventos (salário + SF + HE) ,40 ( )Total do descontos (faltas + INSS + IRRF + VT) ,88 (=) Valor líquido ,52

46 Prática em como montar uma folha de pagamento de salários - Caso Consult Ltda.

47 Prática em como montar uma folha de pagamento de salários - Caso Consult Ltda.

48 Prática em como montar uma folha de pagamento de salários - Caso Consult Ltda. Subtotal

49 Prática em como montar uma folha de pagamento de salários - Caso Consult Ltda.

50 Caso Consult Ltda. custo mensal com a folha de pagamento

51 Interatividade De acordo com a CLT, a legislação trabalhista atual e convenções coletivas, é possível simplificar o cálculo da folha de pagamento? a) Com a legislação do simples nacional, as empresas podem simplificar o cálculo l de trabalhadores sem filhos. b) Não, a folha de pagamento brasileira exige um cálculo individualizado para cada trabalhador. c) Sim, desde d que o trabalhador não seja prejudicado. d) Na indústria sim, em outros setores não. e) Sim, mas somente no caso de trabalhadores de TI.

52 Nurses Óleo sobre Tela Natacha Ivanova Foto:

53 Rotinas de desligamento contribuição aos objetivos: a função de planejamento deve prioritariamente atingir os objetivos máximos de organização;

54 Justiça do trabalho As eventuais divergências de direitos entre empregadores e empregados, provenientes das relações de trabalho, devem ser julgadas na Justiça do Trabalho, órgão competente para fiscalizar a aplicação das leis trabalhistas. Destinatários, segundo artigo 7º da CF: Urbanos atividade industrial, comercial, prestação de serviços. Rurais exploração agropastoril. Domésticos auxiliares da administração residencial de natureza não lucrativa.

55 Justiça do trabalho órgãos que constituem a justiça do trabalho. Varas do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho (TST) A principal finalidade da Justiça do Trabalho é decidir sobre questões trabalhistas, ou seja, processos trabalhistas que se iniciam por meio de uma reclamação trabalhista, cujo empregado tem o prazo prescricional de dois anos após o encerramento do seu contrato de trabalho para propor perante o órgão competente.

56 Justiça do trabalho meios de prova na relação de trabalho O homem tem direito social ao trabalho com condição de efetividade da existência digna (fim da ordem econômica) e da dignidade da pessoa humana (fundamento da República). Quando os direitos do trabalhador não são respeitados, na maioria das vezes só lhe resta a Justiça do Trabalho.

57 Justiça do trabalho meios de prova na relação de trabalho O procedimento probatório é composto de três regras básicas: in dubio pro operario: na dúvida, o empregado se favorece; da norma mais favorável: havendo conflito de interesses, terá aplicação a norma que atenda melhor aos interesses do empregado; da condição mais benéfica: o ganho do empregado não deve ser diminuído, devendo-se respeitar os direitos adquiridos.

58 Justiça do trabalho Dano moral no trabalho A Constituição Federal preceitua como direito fundamental a inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem das pessoas, garantindo o direito à indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação (art. 5º, X). dano moral, portanto, é a dor resultante da violação de um bem juridicamente tutelado, sem repercussão patrimonial. Seja dor física dor-sensação ou a dor moral dorsentimento, de causa imaterial. Yussef Said Cahali (2011).

59 Justiça do trabalho Assédio moral e assédio sexual Convenção nº 111, que define discriminação como toda distinção, exclusão ou preferência que tenha por efeito anular ou alterar a igualdade de oportunidades ou de tratamento em matéria de emprego ou profissão. Abrangendo, nessas situações, os casos de assédios, seja moral ou sexual, no ambiente de trabalho. Ao expor o trabalhador a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho ou relativas ao exercício das suas funções, caracterizam-se assédio moral ou sexual, dependendo do teor e contexto das humilhações.

60 Interatividade Há algumas culturas, como a alemã ou a coreana, onde é muito comum que um chefe dê uma bronca em público e de forma áspera em um funcionário. Essa situação: a) No Brasil também é aceita. b) Não é aceita, configura-se assédio moral. c) É indiferente. d) Quando se tratar de relacionamento entre pessoas de nacionalidades diferentes, é aceito. e) É aceita, mas somente se o funcionário aceitar tal condição.

61 ATÉ A PRÓXIMA!

Recursos Humanos Patrícia Ramos Palmieri. A elaboração da folha de pagamento. Folha de Pagamento. Folha de Pagamento

Recursos Humanos Patrícia Ramos Palmieri. A elaboração da folha de pagamento. Folha de Pagamento. Folha de Pagamento Recursos Humanos Patrícia Ramos Palmieri A elaboração da folha de pagamento A é o documento que contabiliza os valores que o empregado tem direito de receber e os descontos que ele pode sofrer. Obs. Sua

Leia mais

Módulo Recursos Humanos

Módulo Recursos Humanos Módulo Recursos Humanos Folha de Pagamento Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Recursos Humanos Folha de Pagamento. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

CÁLCULOS TRABALHISTAS

CÁLCULOS TRABALHISTAS CÁLCULOS TRABALHISTAS Remuneração - Salário acrescido da média das variáveis (exemplo: comissões) dos últimos 12 meses. - Média: soma das 6 maiores parcelas variáveis mês a mês, divididas por 6, dentro

Leia mais

CARTILHA SOBRE A EMENDA CONSTITUCIONAL DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS

CARTILHA SOBRE A EMENDA CONSTITUCIONAL DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS 2 de abril de 2013 CARTILHA SOBRE A EMENDA CONSTITUCIONAL DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Hoje foi promulgada uma Emenda Constitucional que amplia os direitos trabalhistas dos empregados domésticos. Alguns direitos

Leia mais

Atuação do Gestor. no Departamento de Pessoal. Gestão de Pessoas. Fernando Silva da Paixão

Atuação do Gestor. no Departamento de Pessoal. Gestão de Pessoas. Fernando Silva da Paixão Atuação do Gestor no Departamento de Pessoal Atuação do Gestor Férias E 13º Salário Sistema Integrado de Gestão de Pessoas no Dep. Pessoal PLR Férias Todo empregado adquire o direito às férias após 12

Leia mais

Auxiliar Jurídico. Módulo IV. Aula 01

Auxiliar Jurídico. Módulo IV. Aula 01 Auxiliar Jurídico Módulo IV Aula 01 1 CÁLCULOS TRABALHISTAS Neste módulo você irá aprender a realizar os cálculos de verbas rescisórias e Liquidação de Sentença. I. VERBAS RESCISÓRIAS Podemos entender

Leia mais

expert PDF Trial PMEs: Contabilização da Folha de Pagamento Agosto 2014 O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a).

expert PDF Trial PMEs: Contabilização da Folha de Pagamento Agosto 2014 O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a). Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400 - ramal 1529 (núcleo de relacionamento) Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva, 60 Higienópolis

Leia mais

Capacitação Básica Departamento Pessoal II

Capacitação Básica Departamento Pessoal II Centro Avançado de Especialização Profissional TCP-PRO-00211/ Capacitação Básica Departamento Pessoal Módulo II Capacitação Básica Departamento Pessoal II Alizete Alves 03/2009 Introdução Objetivo Compromisso

Leia mais

HORAS EXTRAS E SEUS REFLEXOS TRABALHISTAS

HORAS EXTRAS E SEUS REFLEXOS TRABALHISTAS CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL MINÁRIO DE ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO DE ASSUNTOÁBEIS DE PORTO ALEERIO PALESTRA HORAS

Leia mais

MANUAL DOS DIREITOS DOS COMERCIÁRIOS

MANUAL DOS DIREITOS DOS COMERCIÁRIOS 3. SALÁRIO 3.1 RECEBIMENTO DO SALÁRIO No comércio o pagamento de salários ocorre de várias formas. Alguns empregadores fazem o depósito em conta corrente e fornecem o comprovante de pagamento discriminando

Leia mais

ÍNDICE CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL. DEPARTAMENTO PESSOAL ONLINE www.departamentopessoalonline.com - 3 -

ÍNDICE CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL. DEPARTAMENTO PESSOAL ONLINE www.departamentopessoalonline.com - 3 - ÍNDICE CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL INTRODUÇÃO... 008 DISPOSIÇÕES GERAIS... 009 Conceito de empregador... 009 Conceito de empregado... 009 Direitos do empregado... 010 ASSÉDIO MORAL E SEXUAL NO TRABALHO...

Leia mais

O IMPACTO NA CONTABILIZAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS COM A ALTERAÇÃO DOS SEUS DIREITOS PELA PEC DAS DOMÉSTICAS

O IMPACTO NA CONTABILIZAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS COM A ALTERAÇÃO DOS SEUS DIREITOS PELA PEC DAS DOMÉSTICAS O IMPACTO NA CONTABILIZAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS COM A ALTERAÇÃO DOS SEUS DIREITOS PELA PEC DAS DOMÉSTICAS Linha de pesquisa: Gestão Empresarial João Paulo dos Santos Ribeiro

Leia mais

INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS

INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Data do boletim informativo Volume 1, Edição 1 Digite o título aqui INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Lei Complementar nº 150, de 1º de junho de 2015 -

Leia mais

Práticas trabalhistas

Práticas trabalhistas Resumo Neste capítulo, discorreremos sobre a prática da folha de pagamento da parte empregado, patrão e autônomos, algumas das principais leis trabalhistas brasileiras da parte do empregado e da parte

Leia mais

O trabalhador pode começar a trabalhar sem dispor de CTPS? Não. O empregado não poderá ser admitido se não dispuser de CTPS.

O trabalhador pode começar a trabalhar sem dispor de CTPS? Não. O empregado não poderá ser admitido se não dispuser de CTPS. Direitos básicos dos Profissionais de Educação Física PERGUNTAS E RESPOSTAS CTPS Para que serve a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS)? A CTPS serve como meio de prova: a ) da relação de emprego;

Leia mais

INSS/FGTS/IRRF - TABELA DE INCIDÊNCIAS Tabela de incidências

INSS/FGTS/IRRF - TABELA DE INCIDÊNCIAS Tabela de incidências INSS/FGTS/IRRF - TABELA DE INCIDÊNCIAS Tabela de incidências Evento Descrição INSS FGTS IRRF Abonos de qualquer natureza Acidente de Trabalho - Típico - Trajeto - Doença Laboral Acidente de Trabalho -

Leia mais

INSS/FGTS/IRRF TABELA DE INCIDÊNCIAS

INSS/FGTS/IRRF TABELA DE INCIDÊNCIAS INSS/FGTS/IRRF TABELA DE INCIDÊNCIAS Abonos de qualquer natureza Evento Descrição INSS FGTS IRRF Acidente de Trabalho - Típico - Trajeto - Doença Laboral Acidente de Trabalho - Típico - Trajeto - Doença

Leia mais

13º SALARIO Posteriormente, a Constituição Federal de 1988, em seu art. 7º,

13º SALARIO Posteriormente, a Constituição Federal de 1988, em seu art. 7º, 13º SALARIO Trabalhadores beneficiados Farão jus ao recebimento do 13º salário os seguintes trabalhadores: a) empregado - a pessoa física que presta serviços de natureza urbana ou rural à empresa, em caráter

Leia mais

Unidade II CONTABILIDADE FINANCEIRA. Prof. Carlos Barretto

Unidade II CONTABILIDADE FINANCEIRA. Prof. Carlos Barretto Unidade II CONTABILIDADE FINANCEIRA Prof. Carlos Barretto Contabilidade financeira Na Unidade II veremos as peculiaridades da folha de pagamento de uma empresa com funcionários mensalistas No Modulo I

Leia mais

Desde 2013, nove direitos já estavam valendo, como hora extra e jornada de trabalho de 8 horas diárias (veja mais detalhes abaixo).

Desde 2013, nove direitos já estavam valendo, como hora extra e jornada de trabalho de 8 horas diárias (veja mais detalhes abaixo). 02/06/2015 07h40 - Atualizado em 02/06/2015 13h01 Regulamentação dos direitos das domésticas é publicada Trabalhadoras terão adicional noturno, seguro-desemprego e mais 5 direitos. Emenda constitucional

Leia mais

TÓPICOS ABORDADOS. Departamento Jurídico

TÓPICOS ABORDADOS. Departamento Jurídico TÓPICOS ABORDADOS 1) JORNADA DE TRABALHO 2) HORAS NOTURNAS E ADICIONAL 3) TREINAMENTO PARA USO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 4) CARTÃO DE PONTO 5) REFEIÇÃO 1. JORNADA DE TRABALHO A) LIMITE DIÁRIO E SEMANAL

Leia mais

Contabilidade Empresarial

Contabilidade Empresarial Contabilidade Empresarial Prof. Jackson Luis Oshiro joshiro@ibest.com.br Operações com Pessoal 1 Folha de Pagamento de Salários Conceito É o documento no qual são relacionados os nomes dos empregados com

Leia mais

Tabela Prática de Verbas que compõem a Base de Cálculo para incidência de INSS, FGTS e IRRF

Tabela Prática de Verbas que compõem a Base de Cálculo para incidência de INSS, FGTS e IRRF Tabela Prática de Verbas que compõem a Base de Cálculo para incidência de INSS, FGTS e IRRF Discriminação INSS Fundamento legal FGTS Fundamento legal IRRF Fundamento legal Abono de férias - pecuniário

Leia mais

TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE A SEGUNDA PARCELA DO 13º. 13º Salário - Gratificação Natalina. Adiantamento do 13º Salário nas férias

TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE A SEGUNDA PARCELA DO 13º. 13º Salário - Gratificação Natalina. Adiantamento do 13º Salário nas férias 1 TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE A SEGUNDA PARCELA DO 13º - Gratificação Natalina A Gratificação de Natal, popularmente conhecida como, foi instituída pela Lei 4.090, de 13/07/1962, regulamentada pelo Decreto

Leia mais

Instruções de Impressão

Instruções de Impressão Instruções de Impressão 1. O modelo deverá ser plano e impresso em papel A4, na cor branca, com 297 milímetros de altura e 210 milímetros de largura em papel com, ao menos, 75 gramas por metro quadrado.

Leia mais

Direitos do Empregado Doméstico

Direitos do Empregado Doméstico Direitos do Empregado Doméstico Com a aprovação da Emenda Constitucional n 72, que ocorreu em 02/04/2013, o empregado doméstico passou a ter novos direitos. Alguns deles independem de regulamentação e,

Leia mais

DEPARTAMENTO PESSOAL

DEPARTAMENTO PESSOAL DEPARTAMENTO PESSOAL DÚVIDAS MAIS FREQUENTES 1 1. Documentos necessários para admissão Para o processo de admissão, o novo funcionário deverá apresentar a relação de documentos abaixo: *Carteira de Trabalho

Leia mais

2 - Quais são os direitos que entraram em vigor imediatamente após a publicação da Emenda Constitucional n.º 72, de 2013?

2 - Quais são os direitos que entraram em vigor imediatamente após a publicação da Emenda Constitucional n.º 72, de 2013? TRABALHADOR DOMÉSTICO 1 - Quem pode ser considerado trabalhador doméstico? Resposta: É considerado trabalhador doméstico aquele que presta serviços de natureza contínua e de finalidade não lucrativa à

Leia mais

Está em vigor a Lei Complementar n. 150, de 1º de junho de 2015, que dispõe sobre o trabalho doméstico.

Está em vigor a Lei Complementar n. 150, de 1º de junho de 2015, que dispõe sobre o trabalho doméstico. RESUMO INFORMATIVO SOBRE TRABALHO DOMÉSTICO Está em vigor a Lei Complementar n. 150, de 1º de junho de 2015, que dispõe sobre o trabalho doméstico. Lei Complementar n. 150/2015 Jul 2015 Este resumo informativo

Leia mais

Lição 11. Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS

Lição 11. Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS Lição 11. Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS (Lei nº 8.036, de 11/5/90, e Decreto nº 99.684, de 8/11/90). 11.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é uma conta

Leia mais

TÓPICO (em ordem alfabética) PÁGINA Nº

TÓPICO (em ordem alfabética) PÁGINA Nº ÍNDICE DO MANUAL DE ROTINAS TRABALHISTAS TÓPICO (em ordem alfabética) PÁGINA Nº INTRODUÇÃO 6 SIGLAS UTILIZADAS 7 ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL E GERÊNCIA DE REC HUMANOS 8 ABANDONO DE EMPREGO 19 ACIDENTE NO

Leia mais

Diário Oficial da União - Seção 1-3/4/2013, Página 6 (Publicação Original)

Diário Oficial da União - Seção 1-3/4/2013, Página 6 (Publicação Original) Diário Oficial da União - Seção 1-3/4/2013, Página 6 (Publicação Original) Proposição Originária: PEC 478/2010 PODER LEGISLATIVO Título EMC 72 de 02/04/2013 - EMENDA CONSTITUCIONAL Data 02/04/2013 Ementa

Leia mais

Manual Prático Trabalhista e Previdenciário

Manual Prático Trabalhista e Previdenciário Manual Prático Trabalhista e Previdenciário Qual é o prazo para pagamento dos salários dos empregados? R: O pagamento deve ser realizado até o 5º dia útil do mês seguinte. Esta deve ser a data em que deve

Leia mais

Departamento pessoal do Empregador doméstico PEC 66/2012 EC 72 /2013

Departamento pessoal do Empregador doméstico PEC 66/2012 EC 72 /2013 Departamento pessoal do Empregador doméstico PEC 66/2012 EC 72 /2013 A PEC n 66 de 2012 Veio com O OBJETIVO de alterar a redação do parágrafo único do art. 7º da Constituição Federal para estabelecer a

Leia mais

RELAÇÃO DE EMPREGO DOMÉSTICO

RELAÇÃO DE EMPREGO DOMÉSTICO RELAÇÃO DE EMPREGO DOMÉSTICO FELIPE VASCONCELLOS CAVALCANTE Universidade Federal de Goiás UFG Pró-Reitoria de Desenvolvimento Institucional e Recursos Humanos Departamento de Desenvolvimento de Recursos

Leia mais

Desconto Valor Desconto Valor Desconto Valor 100 Pensão Alimentícia 101 Adiantamento Salarial

Desconto Valor Desconto Valor Desconto Valor 100 Pensão Alimentícia 101 Adiantamento Salarial ANEXO I TERMO DE RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO IDENTIFICAÇÃO DO EMPREGADOR 01 CNPJ/CEI 02 Razão Social/Nome 03 Endereço (logradouro, nº, andar, apartamento) 04 Bairro 05 Município 06 UF 07 CEP 08 CNAE

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA VARA DO TRABALHO DE CURITIBA PR

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA VARA DO TRABALHO DE CURITIBA PR EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA VARA DO TRABALHO DE CURITIBA PR Tomi Lee Gando, brasileiro, casado, técnico eletricista, portador de CTPS n. 01010, série 010, inscrito no PIS sob o n. 010.010.010-10

Leia mais

INFORMATIVO AS ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO APLICÁVEL A EMPREGADOS DOMÉSTICOS. Flavio Aldred Ramacciotti W W W. M F R A. C O M. B R

INFORMATIVO AS ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO APLICÁVEL A EMPREGADOS DOMÉSTICOS. Flavio Aldred Ramacciotti W W W. M F R A. C O M. B R INFORMATIVO AS ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO APLICÁVEL A EMPREGADOS DOMÉSTICOS Flavio Aldred Ramacciotti W W W. M F R A. C O M. B R ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 OS NOVOS DIREITOS... 4 DIREITOS DE EFICÁCIA IMEDIATA...

Leia mais

OAB 1ª FASE- EXTENSIVO VESPERTINO Disciplina: Direito do Trabalho Prof. Leone Pereira Data: 08.09.2009 Aula nº 02

OAB 1ª FASE- EXTENSIVO VESPERTINO Disciplina: Direito do Trabalho Prof. Leone Pereira Data: 08.09.2009 Aula nº 02 OAB 1ª FASE- EXTENSIVO VESPERTINO Disciplina: Direito do Trabalho Prof. Leone Pereira Data: 08.09.2009 Aula nº 02 TEMAS TRATADOS EM AULA 1. JORNADA DE TRABALHO (art. 4º, CLT) O instituto tem origem na

Leia mais

Tabela de incidência Tributária

Tabela de incidência Tributária Tabela de incidência Tributária INCIDÊNCIAS RUBRICAS INSS FGTS IR de qualquer natureza, salvo o de férias Sim. Art. 28, I, Lei nº e 1º, art. 457 da CLT Abono pecuniário de férias Não. Arts. 28, 9º, e,

Leia mais

Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF INSS FGTS IR

Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF INSS FGTS IR Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF INCIDÊNCIAS RUBRICAS INSS FGTS IR de qualquer natureza, salvo o de férias Sim. Art. 28, I, Lei nº e 1º, art. 457 da CLT Abono pecuniário de férias Arts. 28, 9º, e, 6

Leia mais

Resumo Aula-tema 05: Repouso, férias, remuneração e salário. FGTS. Meio ambiente do trabalho

Resumo Aula-tema 05: Repouso, férias, remuneração e salário. FGTS. Meio ambiente do trabalho Resumo Aula-tema 05: Repouso, férias, remuneração e salário. FGTS. Meio ambiente do trabalho O fundamento da fixação da jornada de trabalho é de ordem tríplice, senão vejamos: de ordem social, no sentido

Leia mais

DIREITOS DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS

DIREITOS DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS DIREITOS DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS SAIBA QUEM SÃO OS TRABALHADORES BENEFICIADOS COM A APROVAÇÃO DA CHAMADA PEC DAS DOMÉSTICAS Todos os trabalhadores contratados para trabalhar para uma pessoa física

Leia mais

PORTARIA MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO Nº 1.057 DE 06.07.2012 D.O.U.: 09.07.2012

PORTARIA MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO Nº 1.057 DE 06.07.2012 D.O.U.: 09.07.2012 PORTARIA MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO Nº 1.057 DE 06.07.2012 D.O.U.: 09.07.2012 Altera a Portaria nº 1.621 de 14/07/2010, que aprovou os modelos de Termos de Rescisão do Contrato de Trabalho

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.057, DE 6 DE JULHO DE 2011

GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.057, DE 6 DE JULHO DE 2011 DOU Nº 131, segunda-feira, 9 de julho de 2012 Seção 1 Página 108 GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.057, DE 6 DE JULHO DE 2011 Altera a Portaria nº 1.621, de 14 de julho de 2010, que aprovou os modelos

Leia mais

Seguro Desemprego : art. 7º, II da CRFB

Seguro Desemprego : art. 7º, II da CRFB AULA 10: Seguro Desemprego : art. 7º, II da CRFB Amparo legal: art. 7º, II da CRFB. * urbanos e rurais: Lei nº 7.998/90, Lei nº 8.900/94 e Resolução do CODEFAT 467/05. * domésticos: artigo 6º-A da Lei

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS Disciplina: Direito do Trabalho II Professora: Cláudia Glênia JUR: MATERIAL APENAS PARA ROTEIRO DISCIPLINAR, NÃO DEVE SER USADO

Leia mais

REFLEXOS, REPERCUSSÕES, INCIDÊNCIAS E INTEGRAÇÕES NAS PARCELAS TRABALHISTAS PLEITEADAS NA PETIÇÃO INICIAL E DEFERIDAS NA SENTENÇA

REFLEXOS, REPERCUSSÕES, INCIDÊNCIAS E INTEGRAÇÕES NAS PARCELAS TRABALHISTAS PLEITEADAS NA PETIÇÃO INICIAL E DEFERIDAS NA SENTENÇA 101 REFLEXOS, REPERCUSSÕES, INCIDÊNCIAS E INTEGRAÇÕES NAS PARCELAS TRABALHISTAS PLEITEADAS NA PETIÇÃO INICIAL E DEFERIDAS NA SENTENÇA 1 INTRODUÇÃO Rodrigo Ribeiro Bueno* Os reflexos das parcelas trabalhistas

Leia mais

Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF

Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF INCIDÊNCIAS RUBRICAS INSS FGTS IR de qualquer natureza, salvo o de férias Sim. Art. 28, I, Lei nº e 1º, art. 457 da Abono pecuniário de férias Não. Arts. 28, 9º, e,

Leia mais

APOSTILA DE RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO

APOSTILA DE RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO Exemplo de rescisão por dispensa sem justa causa com mais de um ano de serviço com aviso prévio indenizado (salário fixo + apuração de médias de horas-extras) Quando as horas extras não são contínuas,

Leia mais

TERMO DE HOMOLOGAÇÃO DE RESCISÃO DE CONTRATO DE TRABALHO

TERMO DE HOMOLOGAÇÃO DE RESCISÃO DE CONTRATO DE TRABALHO TERMO DE RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO 01 CNPJ/CEI 02 Razão Social/Nome IDENTIFICAÇÃO DO EMPREGADOR 03 Endereço (logradouro, nº, andar, apartamento) 04 Bairro 05 Município 06 UF 07 CEP 08 CNAE 09 CNPJ/CEI

Leia mais

Salário e Remuneração. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Salário e Remuneração. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Salário e Remuneração Salário Salário é o pagamento que empregador realiza ao empregado tendo em vista o contrato de trabalho. É a contraprestação direta pela prestação do serviço. Não são considerados

Leia mais

CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES MENSAIS

CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES MENSAIS Data Vencimento 07 Obrigação Salário Mensal Fato Gerador e Fundamento Legal Pagamento mensal da remuneração. (ver nota 1) Salário-Mínimo Valor atual de R$ 788,00 - Decreto nº 8.381/14. Pró-labore Código

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec ETEC PAULINO BOTELHO Código: 91 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão de Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de TÉCNICO

Leia mais

Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF INSS FGTS IR

Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF INSS FGTS IR Tabela de Incidência INSS/FGTS/IRRF INCIDÊNCIAS RUBRICAS INSS FGTS IR de qualquer natureza, salvo o de férias Sim. Art. 28, I, Lei nº e 1º, art. 457 da CLT Abono pecuniário de férias Arts. 28, 9º, e, 6

Leia mais

NOVA LEI DAS DOMESTICAS

NOVA LEI DAS DOMESTICAS NOVA LEI DAS DOMESTICAS DEVERES DAS DOMÉSTICAS Se a doméstica trabalhar menos que o contrato, posso descontar do salário? O desconto é linear? Independentemente de trabalhar menos, ela recebe o mesmo valor

Leia mais

EMPREGADO DOMÉSTICO INOVAÇÕES LEGISLATIVAS DA LEI COMPLEMENTAR 150 CAPÍTULO I PRINCIPAIS EVOLUÇÕES LEGISLATIVAS A categoria dos empregados domésticos tem como principais regulamentações legislativas, por

Leia mais

FGTS Nome: Vilma Toshie Kutomi 14/08/2013

FGTS Nome: Vilma Toshie Kutomi 14/08/2013 FGTS Nome: Vilma Toshie Kutomi 14/08/2013 (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço)? Foi instituído em 1966 (Lei 5.107) e é atualmente regulado pela Lei nº 8.036/90 e pelo Decreto 99.684/90. Qual o objetivo

Leia mais

Legislação. Lei Complementar n 150/2015. Art. 7, parágrafo único, da Constituição Federal

Legislação. Lei Complementar n 150/2015. Art. 7, parágrafo único, da Constituição Federal Simples Doméstico Legislação Lei Complementar n 150/2015 Art. 7, parágrafo único, da Constituição Federal Quem é empregado doméstico? Art. 1 o da LC n 150/2015 Ao empregado doméstico, assim considerado

Leia mais

Produto Gestão de Pessoas - Versão 4w

Produto Gestão de Pessoas - Versão 4w Produto Gestão de Pessoas - Versão 4w Módulo Administração de Pessoal (Rubi) Processo: Férias Senior Sistemas S.A Rua São Paulo, 825 - Bairro Victor Konder - CEP 89012.001 - Blumenau/SC Fone: (047) 3221-3300

Leia mais

Apostila de 13 Salário. Capacitação e Treinamento 1

Apostila de 13 Salário. Capacitação e Treinamento 1 Apostila de 13 Salário Capacitação e Treinamento 1 Conteúdo 1. DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO... 3 1.1. Contagem de Avos... 3 1.2. Primeira Parcela Pagamento até 30/11... 3 1.3. Empregados não disponíveis durantes

Leia mais

- CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL -

- CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL - - CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL - Copyright -Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada destes materiais, no todo ou em parte, constitui violação do direitos autorais. (Lei nº 9.610). 5.

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adicional de Periculosidade sobre horas extras e férias

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adicional de Periculosidade sobre horas extras e férias Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adicional de Periculosidade sobre horas extras e férias 21/02/2014 Título do documento Sumário 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise

Leia mais

CIRCULAR INFORMATIVA GA/15/2011 TABELA DE INCIDÊNCIA

CIRCULAR INFORMATIVA GA/15/2011 TABELA DE INCIDÊNCIA Rio de Janeiro, 10 de Novembro de 2011 CIRCULAÇÃO DATA RUBRICA Diretor/Sócio Contador Chefe DP Chefe DFiscal Arquivo CIRCULAR INFORMATIVA GA/15/2011 TABELA DE INCIDÊNCIA A seguir relacionamos as incidências

Leia mais

DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO 1ª Parcela

DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO 1ª Parcela DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO 1ª Parcela Sumário 1. Introdução 2. Quem Tem Direito 3. Valor a Ser Pago 3.1 - Empregados Admitidos Até 17 de Janeiro 3.2 - Empregados Admitidos Após 17 de Janeiro 3.3 - Empregados

Leia mais

Cap. I INTRODUÇÃO À FOLHA DE PAGAMENTO

Cap. I INTRODUÇÃO À FOLHA DE PAGAMENTO I.1 - Obrigatoriedade da Elaboração Cap. I INTRODUÇÃO À FOLHA DE PAGAMENTO O art. 225 do Decreto nº 3.048/99 determina que a empresa seja obrigada a elaborar mensalmente a folha de pagamento da remuneração

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 1/5 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ENTIDADES CULTURAIS, RECREATIVAS, DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, DE ORIENTAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, NO ESTADO DO PARANÁ SENALBA/PR, CNPJ 75.992.446/0001-49,

Leia mais

A NOVA REGULAMENTAÇÃO DO TRABALHO DOMÉSTICO

A NOVA REGULAMENTAÇÃO DO TRABALHO DOMÉSTICO A NOVA REGULAMENTAÇÃO DO TRABALHO DOMÉSTICO Sara Costa Benevides 1 Advogada Sócia de Homero Costa Advogados Lorena Efigênia da Cruz Silva Estagiária de Homero Costa Advogados INTRODUÇÃO No Diário Oficial

Leia mais

15 - BASES DE INCIDÊNCIA E NÃO INCIDÊNCIA

15 - BASES DE INCIDÊNCIA E NÃO INCIDÊNCIA 15 - BASES DE INCIDÊNCIA E NÃO INCIDÊNCIA 15.1 - Integram a remuneração para fins de cálculos dos valores devidos à Previdência Social e a serem recolhidos para o FGTS, dentre outras, as seguintes parcelas:

Leia mais

CUSTO UNITÁRIO DE MÃO-DE-OBRA. Kelly Amichi

CUSTO UNITÁRIO DE MÃO-DE-OBRA. Kelly Amichi CUSTO UNITÁRIO DE MÃO-DE-OBRA Kelly Amichi O custo de mão-de-obra refere-se ao montante das despesas dos serviços prestados pelos funcionários à empresa. É o segundo maior custo no segmento de refeições

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL RIO ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO DE ASSUNTOÁBEIS DE PORTO ALEGRESEMINÁRIO

CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL RIO ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO DE ASSUNTOÁBEIS DE PORTO ALEGRESEMINÁRIO Le f is c L e g i s l a c a o F i s c a l CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL MINÁRIO DE ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁ RIO ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO DE

Leia mais

MÉTODOS DE PREVENÇÃO CONTRA AÇÕES TRABALHISTAS PREVENÇÃO CONTRA AUTUAÇÕES FISCAIS TRABALHISTAS AUDITORIA INTERNA TRABALHISTA

MÉTODOS DE PREVENÇÃO CONTRA AÇÕES TRABALHISTAS PREVENÇÃO CONTRA AUTUAÇÕES FISCAIS TRABALHISTAS AUDITORIA INTERNA TRABALHISTA MÉTODOS DE PREVENÇÃO CONTRA AÇÕES TRABALHISTAS PREVENÇÃO CONTRA AUTUAÇÕES FISCAIS TRABALHISTAS AUDITORIA INTERNA TRABALHISTA Fiscalização do Trabalho Finalidade: tem por finalidade assegurar, em todo o

Leia mais

Módulo de Rescisão. Passaremos a explicar abaixo os campos da tela do cálculo da rescisão:

Módulo de Rescisão. Passaremos a explicar abaixo os campos da tela do cálculo da rescisão: Módulo de Rescisão Para calcular a rescisão, é necessário informar para quem se deseja calcular (Código, Divisão, Tomador), depois informar tipo de dispensa, data de aviso prévio, data de pagamento, dias

Leia mais

Menor Aprendiz Perguntas Frequentes

Menor Aprendiz Perguntas Frequentes Menor Aprendiz Perguntas Frequentes A aprendizagem é regulada pela CLT e passou por um processo de modernização com a promulgação das Leis nºs. 11.180/2005, 10.097/2008 e 11.788/2008. O Estatuto da Criança

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Remuneração in natura - Cesta Básica 25/08/15

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Remuneração in natura - Cesta Básica 25/08/15 Parecer Consultoria Tributária Segmentos Remuneração in natura - Cesta Básica 25/08/15 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria...

Leia mais

Empregado Doméstico. Hilário Corrêa Assessoria Empresarial www.hilariocorrea.com.br. Lei 150/2015 Novas determinações Legais. Contratação.

Empregado Doméstico. Hilário Corrêa Assessoria Empresarial www.hilariocorrea.com.br. Lei 150/2015 Novas determinações Legais. Contratação. 2015 Contratação Empregado Doméstico Lei 150/2015 Novas determinações Legais Jornada de Trabalho Hora Extra Adicional Noturno Férias Décimo terceiro INSS FGTS Aviso Prévio Rescisão Seguro Desemprego Hilário

Leia mais

1- Folha de Pagamento

1- Folha de Pagamento 1- Folha de Pagamento A confecção da Folha de pagamento além de ser um procedimento de caráter trabalhista, decorre da obrigatoriedade prevista no art. 47 do ROCSS Regulamento da organização e custeio

Leia mais

II - Termo de Homologação sem ressalvas - Anexo III; e. III - Termo de Homologação com ressalvas - Anexo IV.

II - Termo de Homologação sem ressalvas - Anexo III; e. III - Termo de Homologação com ressalvas - Anexo IV. PORTARIA N o 1621 DE 14 DE JULHO DE 2010 Aprova modelos de Termos de Rescisão de Contrato de Trabalho e Termos de Homologação. O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das atribuições que lhe

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL

CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL Le f is c L e g i s l a c a o F i s c a l CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL MINÁRIO DE ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO DE

Leia mais

APOSTILA FOLHA DE PAGAMENTOS E ENCARGOS SOCIAIS FACILITADORES: CARLOS ANTÔNIO MACIEL MENESES LUCIANO ANTÔNIO NÓBREGA CERQUEIRA

APOSTILA FOLHA DE PAGAMENTOS E ENCARGOS SOCIAIS FACILITADORES: CARLOS ANTÔNIO MACIEL MENESES LUCIANO ANTÔNIO NÓBREGA CERQUEIRA APOSTILA FOLHA DE PAGAMENTOS E ENCARGOS SOCIAIS FACILITADORES: CARLOS ANTÔNIO MACIEL MENESES LUCIANO ANTÔNIO NÓBREGA CERQUEIRA SALVADOR Maio de 2009 SUMÁRIO 1 FOLHA DE PAGAMENTO............... 03 1.1 OBRIGATORIEDADE...............

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO 3 RESPOSTAS

ESTUDO DIRIGIDO 3 RESPOSTAS ESTUDO DIRIGIDO 3 RESPOSTAS Jornadas Especiais: Bancários 1)Disserte sobre a duração e condições de trabalho dos bancários. Mencione posicionamentos jurisprudenciais pertinentes. Na Consolidação das Leis

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA. Wfolha 13 Salário

MANUAL DO SISTEMA. Wfolha 13 Salário MANUAL DO SISTEMA Wfolha 13 Salário SulProg Sistemas 1 INTRODUÇÃO Este manual foi desenvolvido a fim de facilitar e esclarecer dúvidas sobre os procedimentos referente ao 13 salário. SulProg Sistemas 2

Leia mais

DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO

DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO O décimo terceiro salário (13º Salário) é o nome mais conhecido da gratificação de natal. É um salário extra, pago ao trabalhador urbano e rural, inclusive o doméstico e o avulso,

Leia mais

Datamace informática Ltda. 1

Datamace informática Ltda. 1 10/2010 Bl. 10/2010 OBSERVE AS PRINCIPAIS INFORMAÇÕES E/OU ALTERAÇÕES LEGAIS OCORRIDAS NESTE PERÍODO QUE PODERÁ TER IMPACTO EM SUAS ATIVIDADES: AGENDA DE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS DEZEMBRO/2010

Leia mais

Manual da Aprendizagem

Manual da Aprendizagem Manual da Aprendizagem Preparado pelo Centro Social Betesda (CSB) INTRODUÇÃO Aprendizagem é uma ação promovida para incentivar a aplicação prática da Lei 10.097, que regulariza o trabalho de adolescentes

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR. a.1) normal: 06 horas por dia e 30 horas por semana 224, caput e 226 CLT

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR. a.1) normal: 06 horas por dia e 30 horas por semana 224, caput e 226 CLT TURMA EXTENSIVA SEMANAL Prof. Otavio Calvet Data: 09.11.2009 Aula nº 31 MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Contratos de Trabalho Especiais: I. Bancário a) Duração do trabalho - art. 224 CLT a.1) normal: 06 horas

Leia mais

Base Legal (Perguntas e Respostas 02.01)

Base Legal (Perguntas e Respostas 02.01) HOMOLOGNET Base Legal (Perguntas e Respostas 02.01) Portaria Nº 1.620, de 14/07/2010: Institui o sistema Homolognet; Portaria Nº 1.621, de 14/07/2010: Aprova modelos de TRCT e Termos de Homologação; Instrução

Leia mais

Empregados Domésticos

Empregados Domésticos Empregados Domésticos O que está valendo hoje? Dos direitos em vigor, destacamos: Salário mínimo: O salário mínimo nacional atual é de R$ 678,00. Há Estados em que existem leis estaduais garantindo um

Leia mais

EMPREGADO. É toda pessoa física que presta serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste, mediante salário. (artigo 3o CLT).

EMPREGADO. É toda pessoa física que presta serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste, mediante salário. (artigo 3o CLT). EMPREGADO É toda pessoa física que presta serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste, mediante salário. (artigo 3o CLT). EMPREGADOR A empresa, individual ou coletiva, que assumindo

Leia mais

DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 3 OUTROS TIPOS DE CONTRATOS DE TRABALHO

DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 3 OUTROS TIPOS DE CONTRATOS DE TRABALHO DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 3 OUTROS TIPOS DE CONTRATOS DE TRABALHO Índice 1. Outros Tipos de Contratos de Trabalho...3 1.1. Trabalho Rural... 3 1.2. Estagiário... 4 1.3. Trabalho Temporário... 5 1.4.

Leia mais

LEI Nº 9.601, DE 21 DE JANEIRO DE 1998. Dispõe sobre o contrato de trabalho por prazo determinado e dá outras providências

LEI Nº 9.601, DE 21 DE JANEIRO DE 1998. Dispõe sobre o contrato de trabalho por prazo determinado e dá outras providências LEI Nº 9.601, DE 21 DE JANEIRO DE 1998 Dispõe sobre o contrato de trabalho por prazo determinado e dá outras providências (Alterada pela MP Nº 2.076-35/27.03.2001, MP Nº 2.164-41/24.08.2001 já inserida

Leia mais

Dúvidas frequentes Direitos e deveres do trabalhador

Dúvidas frequentes Direitos e deveres do trabalhador Dúvidas frequentes Direitos e deveres do trabalhador A Personale Consultoria em Recursos Humanos compilou as principais dúvidas referentes aos direitos e deveres dos trabalhadores no Brasil, baseado no

Leia mais

http://www.lgncontabil.com.br/

http://www.lgncontabil.com.br/ 1. INTRODUÇÃO ADMISSÃO DE EMPREGADOS PROCEDIMENTOS Para cada admissão a empresa deve observar, além dos itens descritos nesta matéria, as normas relativas à Segurança do Trabalho, conforme Portaria MTb

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA GERAÇÃO DO 13ª SALÁRIO

INSTRUÇÕES PARA GERAÇÃO DO 13ª SALÁRIO INSTRUÇÕES PARA GERAÇÃO DO 13ª SALÁRIO Versão Obrigatória 2.10a Suporte Follha - Winner Página 1 27/10/08 COPYRIGHT As informações contidas neste documento, sobre produtos e/ou serviços são de propriedade

Leia mais

Conteúdo Complementar Cálculo de Rescisão

Conteúdo Complementar Cálculo de Rescisão Conteúdo Complementar Cálculo de Rescisão Gestão de Pessoal Contéudo Complementar Cálculo de Rescisão 1. Cálculo de Rescisão Para efetuar o cálculo de um recibo de rescisão é necessário seguir as orientações

Leia mais

Como é calculado o salário do aprendiz?

Como é calculado o salário do aprendiz? Como é calculado o salário do aprendiz? 1º PASSO - Cálculo da hora nua: Hora nua = salário mínimo / 150 horas (n. de horas/mês) * 150 = 30 horas semanais x 5 semanas Ex.: 424,00 / 150 = 2,826 Salário base

Leia mais

Perguntas Frequentes - Trabalhista

Perguntas Frequentes - Trabalhista Perguntas Frequentes - Trabalhista 01) O empregador poderá descontar do empregado as importâncias correspondentes a danos por eles causados? 1º do art. 462 da CLT prevê a possibilidade de que, em caso

Leia mais

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DEPARTAMENTO DE PESSOAL

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DEPARTAMENTO DE PESSOAL Copia Controlada nº Código: RHP07 V05 Emissão: 30/05/2012 Folha: 1/18 MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS Registro de Ponto Copia Controlada nº Código: RHP07 V05 Emissão: 30/05/2012 Folha: 2/18 1 Conteúdo

Leia mais