[RELATÓRIO DE ATIVIDADES] ( PARTE II)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "[RELATÓRIO DE ATIVIDADES] ( PARTE II)"

Transcrição

1 2014 USF Buarcos Coordenadora: Dr.ª Elisabete Neto [RELATÓRIO DE ATIVIDADES] ( PARTE II)

2 Índice ANEXO I- AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS PROFISSIONAIS E UTENTES AVALIAÇÃO CEISUC- ARS AVALIAÇÃO SATISFAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA USF BUARCOS AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTENTES ANEXO II- PLANO ANUAL DE FORMAÇÃO

3 ANEXO I- Avaliação da satisfação dos profissionais e utentes

4 AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS PROFISSIONAIS 2014 A avaliação de satisfação dos profissionais da USF Buarcos ocorreu em dois períodos, dado que houve alterações de elementos na equipa: 1.Avaliação CEISUC- ARS Uma delas foi realizada através do Centro de Estudos e Investigação em Saúde da Universidade de Coimbra (CEISUC) após acordo com a ARSC, que decorreu de 28 de Fevereiro a 10 de Março de 2014, através da distribuição aleatória de uma palavra-chave por todos os elementos da equipa. Cada profissional (médico, enfermeiro ou secretário clínico), acedendo através da internet ao inquérito, e após colocar a palavra-chave, podia responder às perguntas do questionário. O resultado final geral desta avaliação foi apresentado em reunião no dia 09/01/2015 no Instituto da Juventude, com posterior envio do acesso aos relatórios do estudo sobre a satisfação dos profissionais das USF da Região Centro e a password individual de cada unidade para que se pudesse consultar. O relatório que diz respeito aos resultados do Projeto Monitorização da satisfação dos profissionais das USF da Região Centro utilizando o questionário "Esta USF como seu local de trabalho" inserido no Projeto IASP - Instrumentos de Avaliação da Satisfação Profissional - da autoria do CEISUC pode ser consultado em A seguir é anexado o relatório enviado pela CEISUC correspondente á USF Buarcos, que teve 100% de adesão ao questionário, de realçar que só em 2 items os resultados foram inferiores aos da ARS: limpeza das instalações e segurança.

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

16

17

18 2.Avaliação satisfação dos Profissionais da USF Buarcos A USF Buarcos avaliou satisfação dos seus profissionais, através da aplicação de um questionário, igual ao dos anos anteriores. O questionário online foi disponibilizado por correio eletrónico às 16 profissionais no dia 24 de Novembro de 2014 e a colheita dos dados foi realizada dia 10 de Dezembro de Obtiveram-se respostas das 16 profissionais.

19 2014 USF Buarcos Conselho Técnico: Dr.ª Cláudia Paulo e Enf. Olímpia Pimenta [AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS PROFISSIONAIS]

20 Avaliação da Satisfação dos Profissionais Introdução A USF Buarcos avaliou satisfação dos seus profissionais, através da aplicação de um questionário, elaborado pela ARS Centro. O questionário online foi disponibilizado por correio eletrónico às 16 profissionais no dia 24 de Novembro de 2014 e a colheita dos dados foi realizada dia 10 de Dezembro de Obtiveram-se respostas das 16 profissionais. Resultados 1.Dados Demográficos e Situação Profissional A USF Buarcos é constituída por 6 médicas, 6 enfermeiras e 4 administrativas, na sua totalidade do sexo feminino. A sua distribuição por grupos etários está descrita na figura anos anos anos anos Figura 1 Distribuição por grupos etários dos elementos da USF Buarcos Quanto à escolaridade a maioria tem o ensino superior (figura 2). No que diz respeito à situação familiar a distribuição é a representada na figura 3. 6% 19% Ensino Médio Ensino Secundário 75% Ensino Superior 2014 Página 2

21 Avaliação da Satisfação dos Profissionais Figura 2 Caracterização dos elementos da USF Buarcos segundo a escolaridade 6% 25% 13% 56% Casada com registo Divorciada Em união de facto Solteira Figura 3 Caracterização dos elementos da USF Buarcos segundo a situação familiar A caracterização da situação profissional, quanto ao tipo de vínculo e tempo de serviço é ilustrada pelas figuras 4 e 5. Verifica-se que quase totalidade dos elementos tem um contrato de trabalho a tempo indeterminado/trabalhador do quadro, o que confere uma maior estabilidade à equipa. As seis médicas (37,5% das profissionais) têm um horário de 35 horas semanais, e as restantes profissionais (62,5% das profissionais) praticam outro horário de trabalho. 6% 25% Contrato a tempo indeterminado Trabalhador do quadro 69% Outro Figura 4 Caracterização dos elementos da USF Buarcos quanto ao tipo de vínculo 2014 Página 3

22 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 12% 38% 5-10 anos anos anos 50% Figura 5 Caracterização dos elementos da USF Buarcos quanto ao tempo de serviço 2. Satisfação com as condições de trabalho Quanto às condições físicas do seu local de trabalho (espaço para trabalhar, temperatura ambiente, etc ) a totalidade da equipa está satisfeita ou muito satisfeita (Figura 6). Foi referido pelos elementos da equipa que a USF necessita de mais espaço (mais e melhores gabinetes médicos e de enfermagem), de sistema de climatização eficaz (aquecimento e ar condicionado), de maior privacidade (incentivando o fechar das portas), menor ruído na sala de espera, melhor higienização dos espaços e melhoria dos espaços comuns com outras unidades. 56% 44% Satisfeito Figura 6 Satisfação dos profissionais quanto às condições físicas do seu local de trabalho No que diz respeito à disponibilidade e adequação de equipamento e instrumentos de trabalho/meios necessários à realização de atividade profissional 100% dos elementos encontra-se satisfeito ou muito satisfeito (Figura 7) Página 4

23 Avaliação da Satisfação dos Profissionais Alguns elementos referiram a falta de manutenção adequada e atempada do equipamento, a ausência de PC s em todos os postos de trabalho, a falta de marquesas adequadas a utentes com limitações físicas, e a frequente falha do sistema informático, como justificação para o seu grau de satisfação mais baixo. 50% 50% Satisfeito Figura 7 Satisfação dos profissionais quanto à disponibilidade e adequação de equipamento e instrumentos de trabalho/meios necessários à realização da actividade profissional Quanto às condições de higiene no local de trabalho 57% das profissionais encontra-se satisfeita ou muito satisfeita (Figura 8). Foi referido pelos elementos da USF Buarcos que a sua menor satisfação se prendia com a falta de limpeza e higienização dos espaços da forma correta e periodicidade adequada, com a falta de formação e disponibilidade das assistentes operacionais de forma a garantir o controlo da infeção. Foi sugerido por um elemento da equipa a necessidade de existir uma assistente operacional só para a USF. 6% 6% 19% 31% 38% Satisfeito Pouco satisfeito Insatisfeito Muito Insatisfeito Figura 8 Satisfação dos profissionais quanto às condições de higiene no seu local de trabalho 2014 Página 5

24 Avaliação da Satisfação dos Profissionais No que se refere às condições de segurança no local de trabalho a maioria (75% dos elementos) mantém-se satisfeita ou muito satisfeita (Figura 9). Os elementos da equipa referem a necessidade da presença de um vigilante eficiente durante todo o horário de funcionamento da USF, para que a sua satisfação fosse total. 25% 44% Satisfeito Pouco satisfeito 31% Figura 9 Satisfação dos profissionais quanto às condições de segurança no local de trabalho Quanto aos equipamentos de comunicação disponíveis (telefone, fax, , etc ) a equipa encontra-se também satisfeita ou muito satisfeita (Figura 10). Algumas profissionais estão descontentes pela inexistência de central telefónica e Fax próprios da USF e pela constante confusão entre linhas telefónicas. 31% Satisfeito 69% Figura 10 Satisfação dos profissionais quanto aos equipamentos de comunicação disponíveis Quanto aos equipamentos informáticos disponíveis (Hardware) 94% das profissionais encontram-se satisfeitas ou muito satisfeitas (Figura 11). Algumas profissionais estão descontentes com o facto de não existir um servidor próprio, à altura das exigências de uma USF, com manutenção adequada, bem como com a com a largura de banda da internet e lentidão dos equipamentos e sistemas Página 6

25 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 6% 31% 63% Satisfeito Pouco satisfeito Figura 11 Satisfação dos profissionais quanto aos equipamentos informáticos disponíveis No que diz respeito ao software disponível a maioria da equipa está satisfeita ou muito satisfeita (81% da USF Buarcos) (Figura 12). Como medidas importantes para que este critério ficasse totalmente satisfeito a equipa apresenta as seguintes: necessidade de um servidor só para a USF com velocidade suficiente para o bom funcionamento dos diversos programas informáticos instalados; existência de articulação entre os vários programas existentes, com cruzamento de dados entre eles, facilitando a circulação de informação; atualização de indicadores do Vitacare para melhorar a monitorização interna; possibilidade de acesso a documentos em Word. 19% 31% Satisfeito Pouco satisfeito 50% Figura 12 Satisfação dos profissionais quanto ao software disponível Quanto à proteção contra riscos profissionais, de natureza física, química e/ou biológica no local de trabalho 69% das profissionais estão muito satisfeitas (Figura 13). A justificação para não satisfação plena de uma profissional é a falta de condições de higiene Página 7

26 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 12% 19% Satisfeito Pouco satisfeito 69% Figura 13 Satisfação dos profissionais quanto à proteção contra riscos profissionais, de natureza física, química e/ou biológica no local de trabalho No que se refere às medidas de prevenção de situações que possam provocar riscos de stress no trabalho (por ex. conflitos com os utentes e colegas, sobrecarga de trabalho) a maioria encontra-se satisfeita ou muito satisfeita (88% das profissionais da USF) (Figura 14). É referido por uma profissional que estaria mais satisfeita se reduzissem as horas de trabalho semanal para 35 horas. 12% 19% Satisfeito Pouco satisfeito 69% Figura 14 Satisfação dos profissionais quanto às medidas de prevenção de situações que possam provocar riscos de stress no trabalho Quanto ao horário de trabalho e a possibilidade de conciliar o trabalho com a vida familiar e assuntos pessoais a maioria da equipa está satisfeita ou muito satisfeita (87% das profissionais da USF) (Figura 15). As profissionais referiram que a sua insatisfação se prendia com o elevado número de horas semanais, propondo a sua redução para 35 horas/semana, e com o fato de em alguns dias não ser possível conciliar trabalho e família Página 8

27 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 13% 25% 62% Satisfeito Pouco satisfeito Figura 15 Satisfação dos profissionais quanto ao horário de trabalho e a possibilidade de conciliar o trabalho com a vida familiar e assuntos pessoais 3. Satisfação com as relações de trabalho No que diz respeito à satisfação com as relações de trabalho a generalidade dos profissionais estão satisfeitos ou muito satisfeitos, estando ilustrados os resultados por questão nas figuras 16 a 26. É referido pelos elementos da USF como pontos a melhorar: 1. Mais e melhor comunicação entre os diferentes grupos profissionais; 2. Sentir que todos estão com o mesmo objetivo; 3. Espírito de equipa existe quando trabalhamos com a nossa enfermeira o mesmo não se verifica nas CI; 4. Maior trabalho em equipa; 5. Falta de adesão por parte de alguns elementos da equipa aos convívios organizados; 6. Falta de comunicação e de compreensão entre algumas unidades; 7. Manual de articulação; 8. Que todas as unidades estejam com a mesma visão; 9. A definição de funções e responsabilidades nem sempre se verificam na prática. 19% Satisfeito 81% 2014 Página 9

28 Avaliação da Satisfação dos Profissionais Figura 16 Satisfação dos profissionais quanto ao espírito de equipa que une todos os profissionais 6% Satisfeito 94% Figura 17 Satisfação dos profissionais quanto à cooperação e a colaboração por parte dos colegas de profissão 19% Satisfeito 81% Figura 18 Satisfação dos profissionais quanto à cooperação e a colaboração por parte dos colegas de outras profissões 2014 Página 10

29 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 13% Satisfeito 87% Figura 19 Satisfação dos profissionais quanto às oportunidades de convívio informal entre os profissionais 6% 25% Satisfeito Pouco satisfeito 69% Figura 20 Satisfação dos profissionais quanto aos mecanismos de articulação, intercooperação e comunicação entre profissionais, equipas e Unidades 2014 Página 11

30 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 6% Satisfeito 94% Figura 21 Satisfação dos profissionais quanto ao apoio dos responsáveis da Unidade 13% Satisfeito 87% Figura 22 Satisfação dos profissionais quanto à possibilidade efetiva e concreta de participar na conceção, planeamento, implementação e avaliação dos programas e atividades 2014 Página 12

31 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 19% Satisfeito 81% Figura 23 Satisfação dos profissionais quanto à definição de funções e responsabilidades entre profissionais, equipas e Unidade 19% Satisfeito 81% Figura 24 Satisfação dos profissionais quanto à perceção da compreensão, reconhecimento e aceitação por parte dos demais profissionais do papel e funções desempenhadas 2014 Página 13

32 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 13% Satisfeito 87% Figura 25 Satisfação dos profissionais quanto à perceção da adequação, flexibilidade, confiança, responsabilidade e transparência da supervisão do trabalho desempenhado 13% Satisfeito 87% Figura 26 Satisfação dos profissionais quanto ao reconhecimento do trabalho por parte dos responsáveis da Unidade 2014 Página 14

33 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 4. Satisfação com o desenvolvimento profissional Quanto à satisfação com o desenvolvimento profissional a generalidade dos profissionais estão satisfeitos ou muito satisfeitos, estando ilustrados os resultados por questão nas figuras 27 a 30. É referido pelos elementos da equipa como áreas de melhoria da satisfação: 1) Mais formação ao longo do ano; 2) planeamento atempado e adequado de acções de formação organizadas pela tutela, de forma a não prejudicar o normal funcionamento da unidade e a actividade clínica diária; 3) Financiamento de algumas formações (que não as seleccionadas pela ARS Centro). 6% 25% Satisfeito N/A 69% Figura 27 Satisfação dos profissionais quanto às acções de formação realizadas 13% 6% Satisfeito N/A 81% Figura 28 Satisfação dos profissionais quanto às oportunidades para desenvolver novas competências 2014 Página 15

34 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 6% 25% Satisfeito N/A 69% Figura 29 Satisfação dos profissionais quanto às oportunidades de formação contínua 19% Satisfeito 81% Figura 30 Satisfação dos profissionais quanto à igualdade de oportunidade para o desenvolvimento de novas competências profissionais 2014 Página 16

35 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 5. Satisfação global com o desempenho organizacional No que se refere à satisfação global com o desempenho organizacional a equipa encontra-se satisfeita ou muito satisfeita, estando ilustrados os resultados por questão nas figuras 31 a 37. Relativamente às relações existentes entre a Unidade e os cidadãos, uma profissional salienta a importância da existência de uma Liga de Amigos da USF. No que diz respeito à existência de linhas de orientação ou protocolos é referida a necessidade de uma maior discussão das boas práticas e a aplicação dos procedimentos definidos, bem como definir mais protocolos de atuação clínica. Quanto ao nível de envolvimento dos profissionais na organização e missão do ACES, algumas profissionais da USF referiram como ponto a melhorar a comunicação com o ACES, o maior envolvimento deste nas iniciativas da USF e o conhecimento da missão do ACES por parte das profissionais da USF. 13% Satisfeito 87% Figura 31 Satisfação dos profissionais quanto às relações existentes entre a Unidade e os cidadãos 100% Figura 32 Satisfação dos profissionais quanto à garantia de qualidade dos cuidados e serviços prestados aos utentes 2014 Página 17

36 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 6% Satisfeito 94% Figura 33 Satisfação dos profissionais quanto ao sistema de marcação de consultas/tratamentos (médicas, enfermagem) 19% Satisfeito 81% Figura 34 Satisfação dos profissionais quanto à existência de linhas de orientação ou protocolos 2014 Página 18

37 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 100% Figura 35 Satisfação dos profissionais quanto à realização regular de reuniões multidisciplinares 100% Figura 36 Satisfação dos profissionais quanto ao conhecimento atempado de reuniões de serviço e respectiva ordem de trabalhos 2014 Página 19

38 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 6% 6% 25% 63% Satisfeito Pouco satisfeito N/A Figura 37 Satisfação dos profissionais quanto ao nível de envolvimento dos profissionais na organização e missão do ACES 2014 Página 20

39 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 6. Níveis de Motivação Verifica-se que a equipa da USF Buarcos apresenta elevados níveis de motivação para aprender novos métodos de trabalho, desenvolver trabalho em equipa, participar em ações de formação e projetos de mudança na organização e para sugerir melhorias (Figuras 38 a 42). 6% Muito Motivado Motivado 94% Figura 38 Grau de motivação dos profissionais para aprender novos métodos de trabalho 6% Muito Motivado Motivado 94% Figura 39 Grau de motivação dos profissionais para desenvolver trabalho em equipa 2014 Página 21

40 Avaliação da Satisfação dos Profissionais Muito Motivado 100% Figura 40 Grau de motivação dos profissionais para participar em acções de formação 13% Muito Motivado Motivado 87% Figura 41 Grau de motivação dos profissionais para participar em projectos de mudança na organização 2014 Página 22

41 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 19% Muito Motivado Motivado 81% Figura 42 Grau de motivação dos profissionais para sugerir melhorias 7. Sugestões Os fatores que contribuem para uma maior satisfação profissional apresentados pela equipa foram os seguintes: - A equipa e a inter-ajuda entre profissionais - Espírito de equipa principalmente entre profissionais do mesmo grupo. Projetos para o crescimento da unidade. Convívios informais dos profissionais - O trabalho em equipa com profissionais motivados e empenhados. Equipa coesa com o mesmo objetivo, que pretende evoluir - O trabalho em equipa. - O espírito de equipa. Estabilidade da equipa. Pagamento de incentivos - Organização da unidade, espírito de colaboração e de equipa dos diferentes profissionais que integram a unidade - Existe uma grande união entre a equipa médico-enfermagem-administrativa, onde as diferenças hierárquicas não se fazem notar. O facto de existirem reuniões frequentes, onde podemos falar dos nossos receios/satisfações com muito à vontade. A forma como todos são tratados pela "chefia" da Unidade e o interesse que mostra ter pelo bem-estar de todos. O convívio. A parte monetária. - Conseguir o processo de acreditação Os fatores que contribuem para uma menor satisfação profissional apresentados pela equipa foram os enumerados de seguida: - A falta de tempo/disponibilidade para investir em novos projetos na unidade, porque a exigência na área clínica é enorme, mas também porque há necessidade de investir muito em áreas como a gestão, auditorias e cumprimento de indicadores. - Limpeza, por vezes ineficaz do gabinete. Bloqueio do sistema informático a meio das consultas. Não conseguir monitorizar eficazmente os indicadores Página 23

42 Avaliação da Satisfação dos Profissionais - Elevado nº horas trabalho semanal. - Dificuldade na monitorização de indicadores. Lentidão do Vitacare. Falhas informáticas. RNU lento. - Volume de trabalho que provoca desgaste emocional e stress - Falta de articulação entre os sistemas informáticos(siars/vitacare) - Não se conseguir fazer uma avaliação dos indicadores A equipa sugeriu ainda o que modificaria na USF Buarcos para melhorar a qualidade dos cuidados e serviços prestados aos utentes, que incluía: - Não modificava nada. Considero excelentes os cuidados e serviços prestados aos utentes. - Contratava equipa de limpeza, que cumpra regras de higienização numa unidade de saúde. - Linhas telefónicas individualizadas - Velocidade do sistema informático - Uma separação física da UCSP Figueira Urbana - Melhoria sistema informático - Nada A equipa também sugeriu o que modificaria na USF Buarcos para melhorar a satisfação dos profissionais, tendo sido referidos os seguintes pontos: - Talvez o programa informático. Contratava uma Auxiliar só para a USF. - O edifício!!! Como nunca será possível pensar em divisória física... a dita porta para individualizar unidades funcionais. Profissionais mais transparentes na suas opiniões, maior motivação e envolvimento nos projetos da unidade. - Nada - Nada - Uma separação física da UCSP Figueira Urbana - Melhoria sistema informático Discussão e Conclusões Continua a verificar-se, de uma maneira geral, uma elevada satisfação profissional em vários parâmetros avaliados. As áreas em que existe menor satisfação são a cooperação e comunicação entre profissionais, a carga de trabalho semanal e a dificuldade em conciliar com a vida pessoal e familiar, as condições de higiene e segurança no trabalho, o sistema informático, o envolvimento nos projectos do ACES e a prevenção de riscos e de stress no trabalho. Esta avaliação leva, necessariamente, a uma reflexão. De facto, em relação ao software e sistema informático, apesar da equipa estar globalmente satisfeita, ainda não se conseguiu um servidor único para a USF, que esteja à altura das necessidades da unidade e do padrão de qualidade exigido, ainda não existe uma articulação entre os vários programas informáticos de registo clínico e, mais precisamente no ano de 2014, não foi possível uma monitorização atempada dos indicadores por falta de disponibilização dos dados informáticos. Este foi um dos fatores determinantes que contribuiu para 2014 Página 24

43 Avaliação da Satisfação dos Profissionais aumentar o stress e a pressão no trabalho, uma vez que a lentidão do sistema informático dificulta o cumprimento de alguns objetivos e a não monitorização do desempenho impede a implementação de eventuais medidas corretoras de melhoria da qualidade. Mantêm-se algumas deficiências relacionadas com a higiene e segurança no trabalho. A falta de pessoal diferenciado na higiene e limpeza dos equipamentos é o principal fator a contribuir para esta insatisfação, embora não dependa diretamente da equipa da USF. O aumento do número de horas semanais, também não dependente da equipa da USF, veio, obviamente, dificultar a conciliação com a vida pessoal e familiar dos elementos da USF, assim como aumentar o risco de stress e de exaustão. Uma das estratégias a considerar nesta área será fomentar uma boa comunicação e momentos de convívio, assim como renovar algumas formações no âmbito do trabalho em equipa, para que se renovem, também, as relações interpessoais e se rentabilizem, cada vez melhor, os recursos humanos. Desta forma, também a comunicação e a cooperação entre profissionais melhorará. O envolvimento nos projetos do ACES é uma das áreas em que a satisfação dos profissionais é menor. A equipa da USF mantém a perceção de que a sua forma de funcionamento e os seus objetivos não são totalmente compreendidos pelas restantes unidades de saúde do ACES e, algumas vezes, a comunicação e articulação com o ACES não são as mais adequadas. Continuará a haver total disponibilidade da unidade para melhorar esta situação, assim as condições o permitam. Em conclusão, podemos considerar que o grau de satisfação e motivação da equipa é elevado, o que traduz uma grande dedicação, dadas as dificuldades, em promover e inovar, a cada ano que passa, o projeto da USF Buarcos Página 25

44 Avaliação da Satisfação dos Profissionais 2014 Página 26

45 3. Avaliação da Satisfação dos utentes 2014 Foi realizado pelo Gabinete do Cidadão do ACES Baixo Mondego através de um questionário estruturado de auto-resposta (anónimo) a todos os utentes com idade igual ou superior a 18 anos, que recorreram às US do ACES BM para consulta médica, durante a semana de 29 de Setembro a 3 de Outubro de O relatório foi enviado à USF Buarcos por mail a 9/2/2015, pelo gabinete do cidadão com os resultados de todas as unidades funcionais do ACES Baixo Mondego, seria muito mais útil para as unidades funcionais que o relatório fosse individual para cada unidade, para aplicar medidas corretoras em função do desvio da qualidade em cada unidade. Também discordamos com o facto de no grau de adesão não terem sido contabilizados 515 questionários respeitantes às US do Centro de Saúde da Figueira da Foz, por não ter sido possível nesta US, obter o Nº de consultas presenciais, já que nunca foram solicitados estes dados á USF Buarcos. Iremos apresentar de seguida, alguns resultados extraídos do relatório enviado, por considerarmos que são importantes desde o ponto de vista de acessibilidade e qualidade dos serviços prestados na USF Buarcos. Dos 91 questionários entregues: Dados Demográficos Dos inquiridos 18.7% tinham idades compreendidas entre anos, 26.4% entre anos, 28.6% entre anos e 26.4% mais de 65 anos, sendo 68.2% do sexo feminino e 31,8% masculino, e a maioria dos utentes recorreu 3 ou mais vezes à USF. Idade e sexo

46 Recurso à USF Acessibilidade aos serviços: 66.3% dos inquiridos esperou menos de 15 dias por uma consulta programada com o medico de família e 26% entre 15 e 30 dias, 92% dos utentes espera menos de 30 minutos para o atendimento admnistrativo e 86.8% espera menos de 30 minutos para o atendimento por enfermagem, e 70.7% dos utentes espera menos de 30 minutos para atendimento pelo medico, 64.9% dos utentes refere que sempre lhes é dada a informação do motivo da espera no atendimento, 73.8% obtém consulta com o seu medico de famólia em caso de doença aguda, 66.3% refere conseguir marcar sempre consulta pelo telefone/internet, 98.9% concorda com a adequação dos horários da equipa de saúde às necessidades dos utentes. Tempo médio de espera para obter consulta programada no médico de família Tempo médio de espera para atendimento administrativo na USF Tempo médio de espera para atendimento de enfermagem na USF

47 Tempo médio de espera para atendimento Médico na USF Frequência com que é explicado o motivo de espera para o atendiemnto na USF Possibilidade de obter consulta no Médico de Família no próprio dia na USF Frequência com que é facilitada a marcação de consulta pelo telefone ou internet na USF Adequação dos horários da equipa de saúde à necessidade dos utentes na USF Informação e atendimento: 98.9% dos inquiridos referem estar bem informados sobre o funcionamento da USF, 97.8% referem estar bem informados sobre o horário de funcionamento das equipas de saúde,78.2% consideram que o tempo que lhe é dedicado no atendimento admnistrativo é suficiente,68.3% considera que o tempo que lhe é dedicado pela euipa de eenfermagem é suficiente e 64% considera que o tempo que lhe é dedicado pelo médico de família é suficiente, 98.9% estão satisfeitos com a amneira como é atendido pelas assistentes técnicas na USF, 100% está satisfeito com a maneira do atendimento da equipa de enfermagem e médica, 80.2% consideram que a informação sobre os cuidados de saúde

48 dados pelos médicos ou enfermeiros é muito útil, 100% recomendaria a USF Buarcos a um amigo Informação sobre o funcionamento da USF Informação sobre os horários da equipa de saúde na USF Consideração quanto ao tempo dedicado pelo sector administrativo na USF Consideração quanto ao tempo dedicado pela equipa de enfermagem na USF Consideração quanto ao tempo dedicado pelo sector Médico Satisfação com a maneira como é atendido pelas assistentes técnicas na USF Satisfação com a maneira como é atendido pela equipa de enfermagem na USF Satisfação com a maneira como é atendido pela equipa médica na USF

49 Classificação da informação sobre os cuidados de saúde dadas pela equipa médica ou de enfermagem na USF Recomendaria a sua Unidade de Saúde a um amigo Avaliação das instalações : 95.27% dos utentes inquiridos consideram que as instalações da usf enquanto a conforto é muito bom e bom, 90.2% consideram a limpeza muito boa e boa. Conforto Limpeza Avaliação global: a pontuação conseguida com Mdna foi de 84.8%, isto quer dizer que metade dos inquiridos classificaram a USF Buarcos com um valor igual ou superior a 84.2%, estando este resultado acima do valor obtido para todo o ACES Baixo Mondego ( 78.1%)

50 Discussão e Conclusão Foram identificados alguns problemas em que 10% ou mais dos utentes estavam pouco satisfeitos ou insatisfeitos, como o tempo em que esteve com o médico durante as consultas, o alívio rápido dos sintomas, a forma como foi contatado para utilizar os serviços de prevenção de doenças, a preparação sobre o que esperar de especialistas e dos cuidados hospitalares, a facilidade em marcar uma consulta na USF, a facilidade em falar pelo telefone para a USF, a possibilidade de falar pelo telefone com o médico de família, o tempo que esperou na sala de espera e a rapidez com que foi atendido na USF. Decidimos discutir de forma mais aprofundada os dois problemas com maior insatisfação por parte dos utentes, que foram o tempo de espera em sala de espera e a facilidade em falar pelo telefone para a USF. Tendo em conta o conhecimento do tempo de espera em sala de espera, média de 10 minutos, e a satisfação global revelada em todo o questionário, é inesperada a percentagem de utentes pouco ou nada satisfeitos (Figura 34) nesta questão. Este resultado pode revelar dificuldades na interpretação da pergunta, mas levanta, ainda assim, a necessidade de uma reflexão sobre este aspecto. Em primeiro lugar, devem ser identificados todos os factores que contribuem para o tempo de espera em sala. Para além da gestão médica da consulta e eficiência da sua prestação, a eficácia do quiosque electrónico, a eficiência do atendimento administrativo, a divulgação de informação pertinente relativamente ao funcionamento da USF e a eficácia do sistema de informação são fatores em ter em conta e que devem ser devidamente analisados para implementação de medidas corretoras adequadas. Quanto à facilidade em falar pelo telefone para a USF, é um problema que tem sido recorrente nas avaliações de satisfação dos utentes. A medida corretora sempre foi a implementação de uma central telefónica, prometida pela ARSC na candidatura da USF, mas que nunca nos foi atribuída. A falta desta ferramenta dificulta a gestão de todos os telefonemas dirigidos ao edifício do Centro de Saúde, com consequente atraso no atendimento presencial dos utentes. No entanto, a equipa irá discutir outras medidas de melhoria que podem passar por definir um horário rotativo para atendimento telefónico entre as assistentes técnicas, estabelecer um horário específico para atendimento médico ou de enfermagem pelo telefone ou ainda divulgar de forma mais eficaz os diversos tipos de contato com a USF.

51 Algumas questões presentes neste questionário levantam dúvidas quanto à interpretação do enunciado, o que leva à necessidade de o rever e atualizar. À semelhança dos anos anteriores, a equipa considera os resultados globalmente satisfatórios. No entanto, a nossa visão leva-nos a acreditar que uma melhoria é sempre possível, pelo que o nosso compromisso passa por manter estas avaliações e uma constante discussão interna que contribua para a prestação de cuidados de saúde de referência.

52 ANEXO II- PLANO ANUAL DE FORMAÇÃO

53 2014 USF Buarcos Conselho Técnico: Dr.ª Cláudia Paulo e Enf. Olímpia Pimenta [PLANO ANUAL DE FORMAÇÃO]

54 Plano Anual de Formação 1.Introdução O Plano Anual de Formação para 2014 reúne o conjunto de projetos de formações que a USF Buarcos se propõe desenvolver durante o presente ano, tendo por base as principais áreas de atuação em MGF e as necessidades formativas sentidas pelas profissionais que a constituem. Este plano de formação tem por objetivo melhorar a capacidade técnico-científica dos elementos da equipa e, consequentemente, também a sua realização profissional. A metodologia utilizada pelo conselho técnico para a elaboração do PAF/2014 assenta no levantamento das necessidades formativas das suas profissionais, através do envio de um . O acesso e participação em iniciativas de formação estão descritos no regulamento interno da USF Buarcos. 2.População Alvo A população alvo do plano de formação é a equipa da USF Buarcos (16 elementos). Os internos poderão fazer parte desta população em situações pontuais Página 2

55 Plano Anual de Formação 3.Necessidades Formativas O levantamento das necessidades formativas foi efetuado via , enviado a todas as profissionais que constituem a USF Buarcos, no dia 10 de dezembro de Foram consideradas as respostas recebidas até ao final do ano Foram detetadas algumas áreas prioritárias de formação, comuns a todos os grupos profissionais e outras específicas de cada grupo (quadro I). QUADRO I NECESSIDADES FORMATIVAS 2014 Necessidades formativas 2014 Profissional Tema Administrativa Comunicação interpessoal/comunicação assertiva Atendimento ao público Ergonomia Informática Navegação internet (incluíndo a forma mais acertada de trabalhar c/ caixa de correio) Relaxamento e orientação da mente Princípios básicos de excel e word... Higiene e segurança no trabalho Noções básicas de saúde Formação sobre USF s: Princípios gerais sobre Indicadores económicos e financeiros. Médica Euract nível 2 Desabituação Tabágica, álcool e drogas Abordagem de úlceras da pele - de pressão, venosas e arteriais Enfermeira Médica Médica Isquémia cronica dos membros inferiores (tratamento,encaminhamento) Pé diabético (tratamento,encaminhamento) Oftalmologia em CSP Menopausa Qualidade em Saúde e Auditorias Oftalmologia em CSP Avaliação da Qualidade em Saúde Terapia Familiar 2014 Página 3

56 Plano Anual de Formação 4.Objetivos a) Atingir pelo menos 10 sessões de Journal Club em 2014; b) Atingir pelo menos 20% das reuniões semanais, com discussão de trabalhos elaborados (casos clínicos, revisões de tema, investigação, avaliação de qualidade), em 2014; c) Atingir pelo menos 8 reuniões semanais com apresentação de tema pertinente em MGF por preletor externo (hospitalar), em 2014; d) Obter pelo menos 50% das partilhas das ações de formação externa, em Indicadores e Metas Indicador Meta Número de sessões de Journal Club, em % de reuniões semanais em que ocorrem apresentações de trabalhos elaborados 20% Número de reuniões semanais em que ocorrem apresentações de tema por preletor externo 8 % de ações de formação externa que foram partilhadas 50% 6.Projetos de Formação Formação Interna A formação interna será desenvolvida nas instalações da USF Buarcos, preferencialmente durante o horário de reunião (sexta-feira das 14h às 16H). O Quadro II é um cronograma com as propostas de formação para a equipa, de acordo com o grupo profissional Página 4

57 Plano Anual de Formação QUADRO II CRONOGRAMA DA FORMAÇÃO INTERNA Plano de Formação Interna 2014 Formação PopAlvo Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Comunicação / Atendimento ao público A Formação em Word, Excel Controle da Infeção em CSP Noções básicas de saúde Ind. económicos e financeiros nas USF s Desabituação Tabágica A M,E,A A A M Abordagem das feridas M,E 31 Isquémia crónica dos membros inferiores Pé diabético M,E M,E Dispositivos de Insulinoterapia M,E 24 Ansiedade 21 A prevenção e Gestão do stress HBP M,E,A 7 M Nefropatia diabética M Oftalmologia M Droga e Álcool M Rev. Tema, Inv, Qua, CC (internos) M Journal Club M Legenda: M médicas, E Enfermeiras, A - Administrativas Observações: Poderão vir a ser realizadas outras ações de formação não contempladas neste plano Página 5

58 Plano Anual de Formação Formação Externa A formação externa decorre fora das instalações da USF Buarcos, com necessidade de pedido de comissão gratuita de serviço, de acordo com as preferências/necessidades formativas das profissionais. O Quadro III resume alguns dos eventos científicos que decorrerão durante o ano 2014, com potencial interesse para a equipa. Para além destas formações já agendadas, seria pertinente para algumas médicas formação externa nas áreas da Qualidade e Auditorias, bem como o Curso Euract nível 2. Após cada formação externa, o grupo de profissionais que a frequentou, elabora um resumo sobre a mesma, que será divulgado por ou em reunião de serviço. QUADRO III EVENTOS CÍENTÍFICOS EM 2014, COM INTERESSE PARA A FORMAÇÃO EXTERNA Plano de Formação Externa 2014 Evento Científico, Local Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 31º Encontro Nacional MGF 6-8 XVIII Jornadas Nacionais Patient Care º Congresso da Sociedade Portuguesa de HTA Formação de Intervenção Sistémica Aplicada - Seminário para MGF e 23 6 e e II Jornadas do GRESP Open Day USF-AN - Médicos Internos 28 XX Jornadas de Cardiologia do Minho as Jornadas de Urologia da Zona Centro em Medicina Familiar 9º Curso de Actualização em Dermatologia Pediátrica XXXI Curso de Atualização de Dermatologia e Venereologia 4-5 Escola de Primavera APMGF Update em Medicina Página 6

59 Plano Anual de Formação Evento Científico, Local Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez VII Congresso Nacional de Medicina do Adolescente 6º Encontro Nacional das USF - Qualidade, ponte para a sustentabilidade do SNS 3º Encontro da UCF Criança e do Adolescente da Figueira da Foz VI Jornadas do Internato de Medicina Geral e Familiar do Centro º Encontro de Medicina Geral e Familiar do Alto Minho º Curso de Pediatria Ambulatória as Jornadas Nortenhas de Diabetologia Prática em Medicina Familiar 19th Wonca Europe Conference 2-5 XII Curso Pós-Graduado sobre envelhecimento - Geriatria Prática 29ªs Jornadas de Coimbra da APMGF 14º Congresso Nacional de Dermatologia e Venereologia ªs Jornadas de Endocrinologia e Diabetologia de Coimbra Escola de Outono APMGF Observações: Poderão vir a ser realizadas outras ações de formação não contempladas neste plano Conselho Técnico Dra. Cláudia Paulo Enf. Olímpia Pimenta 2014 Página 7

Lília Nunes Reis. USF Ria Formosa

Lília Nunes Reis. USF Ria Formosa Caminham os utentes da USF Ria Formosa em segurança? Lília Nunes Reis USF Ria Formosa Faro, 22 de Setembro de 2013 1 NOTA INTRODUTO RIA De acordo com os documentos orientadores da Organização Mundial da

Leia mais

Anexo 2 - Avaliação de necessidades de formação em H.S.T.

Anexo 2 - Avaliação de necessidades de formação em H.S.T. Anexo 2 - Avaliação de necessidades de formação em H.S.T. 54 3Inquérito às necessidades de formação profissional em higiene e segurança do trabalho 59 Inquérito às necessidades de formação profissional

Leia mais

ANEXO III 15-03-2013 RECOLHA DE PERCEPÇÕES INOVAÇÃO E RESPONSABILIDADE SOCIAL

ANEXO III 15-03-2013 RECOLHA DE PERCEPÇÕES INOVAÇÃO E RESPONSABILIDADE SOCIAL ANEXO III RECOLHA DE PERCEPÇÕES INOVAÇÃO E RESPONSABILIDADE SOCIAL -- ÍNDICE ÍNDICE. OBJECTIVOS E ÂMBITO DO ESTUDO. METODOLOGIA. RESUMO. INOVAÇÃO ORGANIZACIONAL. INOVAÇÃO NOS ÚLTIMOS 6 ANOS 6. APRENDIZAGEM

Leia mais

Clarificação Técnica

Clarificação Técnica Clarificação Técnica Face à confusão entre Cuidados de Saúde Primários do Trabalho e cuidados diferenciados de Medicina do Trabalho A Portaria n.º 112/2014, de 23 de maio, regula a prestação de Cuidados

Leia mais

CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO E PREVENÇÃO NA PRIMEIRA INFÂNCIA

CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO E PREVENÇÃO NA PRIMEIRA INFÂNCIA 1 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO E PREVENÇÃO NA PRIMEIRA INFÂNCIA ENQUADRAMENTO Um projecto de prevenção em saúde mental na área da primeira infância implica sempre uma união de esforços e um trabalho em conjunto

Leia mais

Inquérito aos Alunos que frequentaram o AEGE

Inquérito aos Alunos que frequentaram o AEGE Inquérito aos Alunos que frequentaram o AEGE Inquérito em outubro de 2015 Índice I- INTRODUÇÃO... 3 II- OUTROS ESTUDOS EFETUADOS ANTERIORMENTE... 3 III- OBJETIVOS... 4 IV- METODOLOGIA... 4 V- ANÁLISE DOS

Leia mais

Reunião Nacional das Comissões de Ética PERSPECTIVAS FUTURAS DA INVESTIGAÇÃO CLÍNICA EM PORTUGAL

Reunião Nacional das Comissões de Ética PERSPECTIVAS FUTURAS DA INVESTIGAÇÃO CLÍNICA EM PORTUGAL Reunião Nacional das Comissões de Ética PERSPECTIVAS FUTURAS DA INVESTIGAÇÃO CLÍNICA EM PORTUGAL Recursos Humanos Financiamento Condições Legais: Lei de Investigação Clínica Fundo para a Investigação em

Leia mais

Estudo sobre situação profissional dos. jovens enfermeiros em Portugal

Estudo sobre situação profissional dos. jovens enfermeiros em Portugal Ordem dos Enfermeiros Rede de Jovens Enfermeiros Estudo sobre situação profissional dos jovens enfermeiros em Portugal Autores: Raul Fernandes (Coordenador) Beto Martins, Bruno Maurício, Daniela Matos,

Leia mais

Programa Regional de Reestruturação dos Serviços de Apoio Domiciliário e de Apoio aos Cuidadores

Programa Regional de Reestruturação dos Serviços de Apoio Domiciliário e de Apoio aos Cuidadores Programa Regional de Reestruturação dos Serviços de Apoio Domiciliário e de Apoio aos Cuidadores 2015-2016 Entidades Promotoras: Direção Regional da Solidariedade Social Instituto de Segurança Social dos

Leia mais

Cuidados de Saúde Integrados, Agendas Partilhadas. Pedro Beja Afonso Presidente do Conselho de Administração

Cuidados de Saúde Integrados, Agendas Partilhadas. Pedro Beja Afonso Presidente do Conselho de Administração Cuidados de Saúde Integrados, Agendas Partilhadas Pedro Beja Afonso Presidente do Conselho de Administração 1 Contexto Os Cuidados de Saúde Primários (CSP) e os cuidados hospitalares ainda funcionam de

Leia mais

Seleção das recomendações de Integração e Continuidade de Cuidados

Seleção das recomendações de Integração e Continuidade de Cuidados ANEXO AO ROTEIRO DE INTERVENÇÃO EM ARTICULAÇÃO E CONTINUIDADE DE CUIDADOS ANEXO II Seleção das recomendações de Integração e Continuidade de Cuidados Autores: Ana Dias (doutoranda da Universidade de Aveiro

Leia mais

O R D E M D O S E N F E R M E I R O S. Parecer 1 A GESTÃO DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO SEIO DA REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

O R D E M D O S E N F E R M E I R O S. Parecer 1 A GESTÃO DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO SEIO DA REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS O R D E M D O S E N F E R M E I R O S Parecer 1 A GESTÃO DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO SEIO DA REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS A questão colocada: A quem competem as funções de gestão, coordenação

Leia mais

Plano para a igualdade de género 2014-2016

Plano para a igualdade de género 2014-2016 Plano para a igualdade de género 2014-2016 Plano para a igualdade de género 2014-2016 Plano para a igualdade de género Índice página 3 ÍNDICE 05 1 ENQUADRAMENTO 06 2 CARACTERIZAÇÃO DA INCM 07 3 SÍNTESE

Leia mais

SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES. Direcção Regional de Faro ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA NO CONCELHO DE LOULÉ

SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES. Direcção Regional de Faro ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA NO CONCELHO DE LOULÉ ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA NO CONCELHO DE LOULÉ Este documento retrata o estado dos serviços públicos de saúde, sobretudo no que concerne aos cuidados de enfermagem e pretende descrever as dificuldades com

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Unidade de Cuidados na Comunidade de XXXXXXXXXX

REGULAMENTO INTERNO. Unidade de Cuidados na Comunidade de XXXXXXXXXX Administração Regional de Saúde d Agrupamento de Centros de Saúde XXXXXXXX REGULAMENTO INTERNO Unidade de Cuidados na Comunidade de XXXXXXXXXX Localidade Mês / Ano Índice Introdução... 3 Capítulo I: Disposições

Leia mais

Políticas Organizacionais

Políticas Organizacionais Políticas Organizacionais Manual de Políticas da CERCI Elaborado por/data Departamento de Gestão da Qualidade/Março 2013 Aprovado por/data Direção/18.03.2013 Revisto por/data Índice 1. Política e Objetivos

Leia mais

ENFERMAGEM HUMANITÁRIA COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO

ENFERMAGEM HUMANITÁRIA COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO S. Tomé e Príncipe ENFERMAGEM HUMANITÁRIA COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO São Tomé e Príncipe A República Democrática de São Tomé e Príncipe, é um estado insular localizado no Golfo da Guiné. Composto

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 104/2015 de 15 de Julho de 2015

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 104/2015 de 15 de Julho de 2015 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 104/2015 de 15 de Julho de 2015 Considerando que um dos objetivos do Programa do XI Governo Regional assenta no fomento de medidas de apoio ao

Leia mais

AVALIAÇÃO INTERNA EQUIPA DE AVALIAÇÃO INTERNA

AVALIAÇÃO INTERNA EQUIPA DE AVALIAÇÃO INTERNA AVALIAÇÃO INTERNA EQUIPA DE AVALIAÇÃO INTERNA JULHO 2015 1 Abreviaturas AEAG Agrupamento de Escolas Dr. António Granjo CAF Common Assessment Framework (Estrutura Comum de Avaliação) AM - Ação de Melhoria

Leia mais

Políticas. APPACDM Viana do Castelo

Políticas. APPACDM Viana do Castelo Políticas APPACDM Viana do Castelo Índice Introdução... 3 Política da Qualidade... 4 Liderança... 4 Recursos Humanos... 5 Direitos... 6 Ética... 6 Parcerias... 7 Participação... 7 Abordagem Centrada na

Leia mais

S.R. DA SOLIDARIEDADE SOCIAL, S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 37/2015 de 31 de Março de 2015

S.R. DA SOLIDARIEDADE SOCIAL, S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 37/2015 de 31 de Março de 2015 S.R. DA SOLIDARIEDADE SOCIAL, S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 37/2015 de 31 de Março de 2015 O Decreto Legislativo Regional n.º 16/2008/A, de 12 de junho, que procedeu à criação da Rede de cuidados continuados

Leia mais

PLANO DE TRABALHO 2011 PROGRAMA DE ATENÇÃO À SAÚDE BUCAL

PLANO DE TRABALHO 2011 PROGRAMA DE ATENÇÃO À SAÚDE BUCAL PLANO DE TRABALHO 2011 PROGRAMA DE ATENÇÃO À SAÚDE BUCAL COLATINA 2011 ÍNDICE 1) INTRODUÇÃO 2) DESCRIÇÃO DA CLIENTELA 3) OBJETIVOS 4) CARGA HORÁRIA 5) DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 6) CRONOGRAMA 7) PREVISÃO

Leia mais

Survey de Satisfação de Clientes 2009

Survey de Satisfação de Clientes 2009 Survey de Satisfação de Clientes Fevereiro de 2010 Índice 1. Sumário Executivo 4 2. Metodologia 6 3. Estratificação da Amostra 7 4. Classificação das pontuações 8 5. Apresentação de Resultados das Urgências

Leia mais

Índice de Satisfação dos Munícipes de Cascais 2013

Índice de Satisfação dos Munícipes de Cascais 2013 Índice de Satisfação dos Munícipes de Cascais 2013 Atendimento Municipal Outubro de 2013 Elaborado por Divisão de Sistemas de Suporte à Divisão e Divisão de Marca e Comunicação SUMÁRIO EXECUTIVO... 3 OBJETIVO...

Leia mais

PARECER DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE RELATIVO À PORTARIA N

PARECER DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE RELATIVO À PORTARIA N PARECER DA ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE RELATIVO À PORTARIA N.º 347/2013, DE 28 DE NOVEMBRO, QUE ESTABELECE OS REQUISITOS MÍNIMOS EXIGIDOS PARA O EXERCÍCIO DA ATIVIDADE DAS UNIDADES PRIVADAS DE DIÁLISE

Leia mais

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA 2007/2008 DEPARTAMENTO Secção Autónoma de Ciências da Saúde 1. INTRODUÇÃO Em 2003 foi criado o Mestrado em Geriatria e Gerontologia, que se iniciou no

Leia mais

INFORMAÇÃO. TÉCNICA PNSOC 2013/2017 www.dgs.pt/saude-ocupacional.asxp

INFORMAÇÃO. TÉCNICA PNSOC 2013/2017 www.dgs.pt/saude-ocupacional.asxp NÚMERO: 11/2015 DATA: 19/02/2016 ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: Intervenção da Saúde Pública nos Cuidados de Saúde Primários do Trabalho (ao abrigo da Portaria n.º 112/2014, de 23 de maio e

Leia mais

A estratégia nacional para a melhoria da higiene das mãos em 10 perguntas

A estratégia nacional para a melhoria da higiene das mãos em 10 perguntas A estratégia nacional para a melhoria da higiene das mãos em 10 perguntas Patrocinador do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infecção Associada aos Cuidados de Saúde Índice 1. O que é a estratégia

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2011

PLANO DE ACTIVIDADES 2011 PLANO DE ACTIVIDADES 2011 MARÇO DE 2011 Este documento apresenta os objectivos estratégicos e as acções programáticas consideradas prioritárias para o desenvolvimento da ESE no ano 2011. O Plano de Actividades

Leia mais

Regulamento de Estágio. Bacharelado em Sistemas de Informação Unileste-MG

Regulamento de Estágio. Bacharelado em Sistemas de Informação Unileste-MG Regulamento de Estágio Bacharelado em Sistemas de Informação Unileste-MG Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. OBJETIVOS... 1 3. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL... 1 4 ATRIBUIÇÕES... 2 4. LOCAIS DE ESTÁGIO E AGENTES

Leia mais

Abordagem simples aos modos de falha com recurso a um software de organização e gestão da manutenção

Abordagem simples aos modos de falha com recurso a um software de organização e gestão da manutenção Abordagem simples aos modos de falha com recurso a um software de organização e gestão da manutenção Marcelo Batista (1), José Fernandes (1) e Alexandre Veríssimo (1) mbatista@manwinwin.com; jcasimiro@navaltik.com;

Leia mais

Avaliação do Encerramento dos Blocos de Partos

Avaliação do Encerramento dos Blocos de Partos Por iniciativa da Administração Regional de Saúde do Norte (ARSN), foram avaliados, a 9 de Outubro passado os primeiros três meses do processo de encerramento dos Blocos de Partos do Hospital Santa Maria

Leia mais

RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO

RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO RESULTADOS DO CONCURSO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS NA ADMINISTRAÇÃO LOCAL 2007/2008 CATEGORIA A ADMINISTRAÇÃO AUTÁRQUICA E MODERNIZAÇÃO Nota de Abertura Em 2007/2008 teve lugar a 2.ª edição do Concurso Nacional

Leia mais

SESSÃO: ACÇÕES INOVADORAS E ENVELHECIMENTO ACTIVO. Maria Helena Patrício Paes CENTRO ISMAILI, LISBOA 12 DE OUTUBRO DE 2012. mhpaes@prosalis.

SESSÃO: ACÇÕES INOVADORAS E ENVELHECIMENTO ACTIVO. Maria Helena Patrício Paes CENTRO ISMAILI, LISBOA 12 DE OUTUBRO DE 2012. mhpaes@prosalis. CENTRO ISMAILI, LISBOA 12 DE OUTUBRO DE 2012 SESSÃO: ACÇÕES INOVADORAS E ENVELHECIMENTO ACTIVO Maria Helena Patrício Paes mhpaes@prosalis.pt Unidos por uma causa, por causa de quem precisa! Introdução

Leia mais

Guia de Apoio ao Formando. Formação à distância

Guia de Apoio ao Formando. Formação à distância Regras&Sugestões- Formação e Consultoria, Lda. Guia de Apoio ao Formando Data de elaboração: abril de 2014 CONTACTOS Regras & Sugestões Formação e Consultoria, Lda. Av. General Vitorino laranjeira, Edifício

Leia mais

APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA

APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA 1 de Abril de 2004 População e Sociedade Educação e Formação 2003 (Dados provisórios) APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA No último ano, mais de um milhão e meio de indivíduos com 15 ou mais anos, ou seja, 18,7,

Leia mais

Programa Nacional para a Diabetes. Orientações Programáticas

Programa Nacional para a Diabetes. Orientações Programáticas Programa Nacional para a Diabetes Orientações Programáticas 1 - Enquadramento O Programa Nacional de Controlo da Diabetes existe, em Portugal, desde a década de setenta, tendo sido atualizado e revisto

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CAT

REGULAMENTO INTERNO DO CAT REGULAMENTO MISERICÓRDIA DA FREGUESIA DE SANGALHOS INTERNO DO CAT CAPITULO I Norma I Natureza do Estabelecimento Tipo de Estabelecimento: Centro de Acolhimento Temporário de Crianças e Jovens em Risco

Leia mais

Relatório de Avaliação do Grau de Satisfação dos Clientes da Creche, do Pré-escolar e do CATL da ABLA

Relatório de Avaliação do Grau de Satisfação dos Clientes da Creche, do Pré-escolar e do CATL da ABLA Relatório de Avaliação do Grau de Satisfação dos Clientes da Creche, do Pré-escolar e do CATL da ABLA Junho 2013 Página 1 de 20 Introdução Entre os dias 20 e 31 de Maio de 2013, foi aplicado o Questionário

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria 2015l2017 ÍNDICE ÍNDICE: INTRODUÇÃO... 3 ÁREAS DE AÇÃO DE MELHORIA.... 4 PLANOS DE AÇÃO DE MELHORIA.. 5 CONCLUSÃO...

Leia mais

REGULAMENTO DA ACTIVIDADE FORMATIVA

REGULAMENTO DA ACTIVIDADE FORMATIVA A CadSolid tem como missão contribuir para a modernização da indústria portuguesa, mediante o desenvolvimento e comercialização de produtos e serviços inovadores, personalizados e concebidos para satisfazer

Leia mais

Monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 2014 Março 2015

Monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 2014 Março 2015 Monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 2014 Março 2015 ACSS - Departamento de Gestão da Rede de Serviços e Recursos em Saúde (DRS) Núcleo Funcional da Rede Nacional de

Leia mais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Aviso Apresentação de Candidaturas Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos

Leia mais

AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES DO CANAL INTERNET AT 2014

AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES DO CANAL INTERNET AT 2014 AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES DO CANAL INTERNET AT Março 2015 AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES CANAL INERNET AT AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DOS UTILIZADORES DO CANAL INTERNET AT Autoridade

Leia mais

Setembro, 2008. Fátima Barbosa

Setembro, 2008. Fátima Barbosa Uma nova realidade, um novo desafio Setembro, 2008. História de um Cuidador Tenho 65 anos, fui emigrante na França e na Alemanha e cá em Portugal trabalhei em várias zonas. Sempre gostei da vida! Reformei-me

Leia mais

NOTA INTRODUTÓRIA. Urgência/Emergência pág. 1 de 6

NOTA INTRODUTÓRIA. Urgência/Emergência pág. 1 de 6 NOTA INTRODUTÓRIA A Ordem dos Enfermeiros (OE) foi convidada a pronunciar-se, durante o período de discussão pública, sobre a Proposta de Rede de Serviços de Urgência elaborada pela Comissão Técnica de

Leia mais

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.)

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) É atribuição do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) no sector da

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 2014

PROCESSO SELETIVO 2014 PROCESSO SELETIVO 2014 EDITAL N 47/2014 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA: GESTÃO E ATENÇÃO NO SUS - LATO SENSU O Centro de Educação Tecnológica e Pesquisa em Saúde Escola GHC e o Instituto

Leia mais

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA Índice Capítulo I Disposições gerais Secção I Noção, âmbito e objectivos Art.º 1 - Noção e âmbito material Art.º 2 - Objectivos

Leia mais

REGULAMENTO DA UNIDADE DE VIGILÂNCIA PEDIÁTRICA da SOCIEDADE PORTUGUESA DE PEDIATRIA PORTUGUESE PAEDIATRIC SURVEILLANCE UNIT (UVP-SPP / PPSU)

REGULAMENTO DA UNIDADE DE VIGILÂNCIA PEDIÁTRICA da SOCIEDADE PORTUGUESA DE PEDIATRIA PORTUGUESE PAEDIATRIC SURVEILLANCE UNIT (UVP-SPP / PPSU) REGULAMENTO DA UNIDADE DE VIGILÂNCIA PEDIÁTRICA da SOCIEDADE PORTUGUESA DE PEDIATRIA PORTUGUESE PAEDIATRIC SURVEILLANCE UNIT (UVP-SPP / PPSU) Para que a Pediatria portuguesa e as nossas crianças portadoras

Leia mais

PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL MANUAL OPERACIONAL

PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL MANUAL OPERACIONAL 2015 PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL 2015 MANUAL OPERACIONAL Prémios Europeus de Promoção Empresarial 2015 2/13 ÍNDICE 1. DEFINIÇÃO E JUSTIFICAÇÃO... 3 1.1. Um prémio que reconhece a excelência

Leia mais

Área de Intervenção IV: Qualidade de vida do idoso

Área de Intervenção IV: Qualidade de vida do idoso Área de Intervenção IV: Qualidade de vida do idoso 64 ÁREA DE INTERVENÇÃO IV: QUALIDADE DE VIDA DO IDOSO 1 Síntese do Problemas Prioritários Antes de serem apresentadas as estratégias e objectivos para

Leia mais

DGAJ/DF. Curso em E-learning

DGAJ/DF. Curso em E-learning Curso em E-learning Introdução O que é estudar a distância O estudo à distância é uma forma diferente de aprender. Para que uma pessoa possa estudar à distância, necessita desenvolver algumas habilidades

Leia mais

REGULAMENTO. Preâmbulo

REGULAMENTO. Preâmbulo REGULAMENTO Preâmbulo O espírito de iniciativa, a criatividade, a capacidade de detectar e aproveitar oportunidades, de assumir o risco e formar decisões, constituem premissas essenciais para o sucesso

Leia mais

Licenciatura em Línguas Aplicadas

Licenciatura em Línguas Aplicadas Guia de Curso 1º Ciclo 2014-2015 Departamento de Humanidades 1 Índice 1. Introdução... 3 2. Organização do curso... 3 3. Destinatários... 3 4. Condições de acesso e pré-requisitos... 3 5. Candidaturas...

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FINANCIAMENTO DO INR, I.P. ÀS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FINANCIAMENTO DO INR, I.P. ÀS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FINANCIAMENTO DO INR, I.P. ÀS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS Preâmbulo Considerando a missão do INR, I.P., enquanto organismo público, de assegurar o planeamento, execução e

Leia mais

Processo Seletivo de Tutores a Distância

Processo Seletivo de Tutores a Distância E-TEC BRASIL CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS CEFET-MG Processo Seletivo de Tutores a Distância N º 003/2015 de 27 de Maio de 2015. 1. ATUAÇÃO Caberá ao Tutor à Distância: 1.1. Orientar

Leia mais

METODOLOGIA DE CONTRATUALIZAÇÃO

METODOLOGIA DE CONTRATUALIZAÇÃO UNIDADES DE SAÚDE FAMILIAR E UNIDADES DE CUIDADOS DE SAÚDE PERSONALIZADOS METODOLOGIA DE CONTRATUALIZAÇÃO Versão revista a 24 de Fevereiro de 2010 08 de Janeiro de 2010 1 Conteúdo Siglas utilizadas...

Leia mais

POLÍTICA DE SELEÇÃO E AVALIAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO

POLÍTICA DE SELEÇÃO E AVALIAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO POLÍTICA DE SELEÇÃO E AVALIAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO E DOS TITULARES DE FUNÇÕES ESSENCIAIS DA POPULAR GESTÃO DE ACTIVOS, S.A. ( PGA ) Introdução A presente Política

Leia mais

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária)

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) http://curriculum.degois.pt Março de 2012 Versão 1.5 1 Introdução O objectivo deste guia é auxiliar o utilizador

Leia mais

REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO GESTOR

REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO GESTOR REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO GESTOR Aprovado, por maioria com alterações, na Assembleia Geral Extraordinária de 12 de dezembro de 2014, após aprovação pelo Conselho Diretivo a 1

Leia mais

ÍNDICE ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE SANTARÉM 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA. 3.1 História. 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação

ÍNDICE ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE SANTARÉM 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA. 3.1 História. 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação ÍNDICE 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA 3.1 História 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação 4. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 4.1 Processos 4.2 Requisitos da Documentação 4.3 Controlo dos

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

Leia mais

RESULTADOS DO INQUÉRITO (ONLINE) DE SATISFAÇÃO AO SERVIÇO PRESTADO ATRAVÉS DOS CANAIS ELETRÓNICO, TELEFÓNICO E DE ENVIO DE SMS

RESULTADOS DO INQUÉRITO (ONLINE) DE SATISFAÇÃO AO SERVIÇO PRESTADO ATRAVÉS DOS CANAIS ELETRÓNICO, TELEFÓNICO E DE ENVIO DE SMS RESULTADOS DO INQUÉRITO (ONLINE) DE SATISFAÇÃO AO SERVIÇO PRESTADO ATRAVÉS DOS CANAIS ELETRÓNICO, TELEFÓNICO E DE ENVIO DE SMS 2014 Ficha Técnica IFAP Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas,

Leia mais

Pobreza e Exclusão Social

Pobreza e Exclusão Social Pobreza e Exclusão Social Fontes de Informação Sociológica Carlos Ramos Coimbra, 2010 Ficha Técnica Titulo: Pobreza, Exclusão Social e Integração Este trabalho foi elaborado por Carlos Miguel Pereira Ramos,

Leia mais

Detalhe de Oferta de Emprego

Detalhe de Oferta de Emprego Detalhe de Oferta de Emprego Código da Oferta: OE201507/0294 Tipo Oferta: Procedimento Concursal para Cargos de Direção Estado: Activa Nível Orgânico: Câmaras Municipais Organismo Câmara Municipal de Matosinhos

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 0 2014 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL FUNDAÇÃO EDUCACIONAL CLAUDINO FRANCIO FACULDADE CENTRO MATO-GROSSENSE SORRISO/MT Portaria Nº 004/2015 Dispõe sobre Relatório Apresentado pela Comissão Própria

Leia mais

Índice. Introdução...2. Presença na Internet 2015 - www.praiadasrocas.com...3. Redes Sociais (Facebook)...7. Conclusão...9

Índice. Introdução...2. Presença na Internet 2015 - www.praiadasrocas.com...3. Redes Sociais (Facebook)...7. Conclusão...9 Índice Introdução...2 Presença na Internet 2015 - www.praiadasrocas.com...3 Redes Sociais (Facebook)...7 Conclusão...9 1 PRAIA DAS ROCAS Presença na Internet 2015. Introdução A presença na Internet é tida

Leia mais

RELATÓRIO. Avaliação da satisfação dos utilizadores do BAV. Relatório. Resultados do inquérito de satisfação do Balcão de Atendimento Virtual

RELATÓRIO. Avaliação da satisfação dos utilizadores do BAV. Relatório. Resultados do inquérito de satisfação do Balcão de Atendimento Virtual Relatório Resultados do inquérito de satisfação do Balcão de Atendimento Virtual Direcção Municipal da Presidência Gabinete do Munícipe Divisão Municipal de Gestão da Qualidade Porto, 29 de Junho de 2011

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE MQ_v5 MANUAL DA QUALIDADE. FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22

MANUAL DA QUALIDADE MQ_v5 MANUAL DA QUALIDADE. FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22 MANUAL DA QUALIDADE FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 4 1.1 Promulgação... 4 1.2 Âmbito e campo de aplicação do SGQ...

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM COMUNICAÇÃO SOCIAL

AVALIAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM COMUNICAÇÃO SOCIAL AVALIAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM COMUNICAÇÃO SOCIAL Dezembro ÍNDICE 1. Introdução 4 2. População e Amostra 4 3. Questionário de Satisfação dos Alunos 5 3.1. Caracterização dos inquiridos 5 3.2. Apresentação

Leia mais

Inquérito aos Estabelecimentos de Ensino: TIC e Educação MANUAL DO COORDENADOR ESCOLAR

Inquérito aos Estabelecimentos de Ensino: TIC e Educação MANUAL DO COORDENADOR ESCOLAR Inquérito aos Estabelecimentos de Ensino: TIC e Educação MANUAL DO COORDENADOR ESCOLAR European Schoolnet Service d Approches Quantitatives des faits éducatifs Índice Introdução... 2 1. VISÃO GERAL DA

Leia mais

Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro?

Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro? Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro? José Carlos Caiado 26 de Outubro de 2011 Introdução Elaboração do orçamento da saúde Monitorização e divulgação de informação Melhoria do desempenho

Leia mais

Ensino Básico. Regulamento da Competição

Ensino Básico. Regulamento da Competição ESCOLA + Promoção de Eficiência Energética entre Escolas do 1º Ciclo de O Projeto Escola + Ensino Básico Regulamento da Competição Ano Letivo 2014-2015 O Projeto «Escola +» é uma iniciativa da Lisboa E-Nova

Leia mais

Formação contínua de formadores com recurso ao e-learning

Formação contínua de formadores com recurso ao e-learning Revista Formar n.º 43 Formação contínua de formadores com recurso ao e-learning Os dados estão lançados. O IEFP lançou-se na formação a distância. O balanço inicial do curso a distância de Gestão da Formação

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS DE GESTÃO DA INICIATIVA

DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS DE GESTÃO DA INICIATIVA DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS DE GESTÃO DA INICIATIVA Como é sabido existe um consenso de que é necessário imprimir qualidade nas ações realizadas pela administração pública. Para alcançar esse objetivo, pressupõe-se

Leia mais

Europass-Curriculum Vitae

Europass-Curriculum Vitae an Europass-Curriculum Vitae In pessoal Apelido(s) / Nome(s) próprio(s) Morada(s) Orvalho, Inês Tabau Rua Vicente Pindela, nº 36 1º esquerdo 3030-030 Coimbra Telefone(s) +351 239716762 Telemóvel: +351

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO RIO GRANDE DO NORTE

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO RIO GRANDE DO NORTE ATO NORMATIVO Nº 01, DE 28 DE MARÇO DE 2012. Institui o Normativo de Pessoal EMPREGO DE LIVRE PROVIMENTO E DEMISSÃO DE NÍVEL SUPERIOR, EMPREGOS TEMPORÁRIOS DE NÍVEL SUPERIOR E EMPREGOS TEMPORÁRIOS DE NÍVEL

Leia mais

O Plano de Desenvolvimento Social

O Plano de Desenvolvimento Social O Plano de Desenvolvimento Social Introdução O Plano de Desenvolvimento Social (PDS) é um instrumento de definição conjunta e negociada de objectivos prioritários para a promoção do Desenvolvimento Social

Leia mais

Hospital Central do Funchal: Internistas na vanguarda de um novo modelo de gestão hospitalar

Hospital Central do Funchal: Internistas na vanguarda de um novo modelo de gestão hospitalar 2015-11-23 19:36:19 http://justnews.pt/noticias/hospital-central-do-funchal-internistas-na-vanguarda-de-um-novo-modelo-de-gestao-hospitalar Hospital Central do Funchal: Internistas na vanguarda de um novo

Leia mais

ACREDITAÇÃO DOS HOSPITAIS PADRÕES DE QUALIDADE E ENFERMAGEM

ACREDITAÇÃO DOS HOSPITAIS PADRÕES DE QUALIDADE E ENFERMAGEM ACREDITAÇÃO DOS HOSPITAIS PADRÕES DE QUALIDADE E ENFERMAGEM Óbidos, Novembro 2008 Maria da Saudade de Oliveira Custódio Lopes SUMÁRIO DE APRESENTAÇÃO A Política de Qualidade para as Instituições de Saúde:

Leia mais

SÍNTESE DO PLANO DE GESTÃO 2014

SÍNTESE DO PLANO DE GESTÃO 2014 SÍNTESE DO PLANO DE GESTÃO MOD.212.0 0 PAG. 1 Índice 1. Enquadramento 2. Principais necessidades e prioridades a satisfazer em 3. Planificação 4. Monitorização PAG. 2 1. Enquadramento O presente documento

Leia mais

Relatório formação b-on 2009

Relatório formação b-on 2009 Índice Índice...2 Índice de Tabelas...2 Índice de Figuras...2 Índice de Gráficos...3 1 Sumário...4 1.1 Enquadramento...4 2 Formadores...4 2.1 Objectivos...4 2.1.1 Utilizadores finais...5 2.1.2 Profissionais

Leia mais

PARECER ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE. Rua S. João de Brito, 621 L 32 4100-455 PORTO TEL.:222 092 350 FAX: 222 092 351. www.ers.pt geral@ers.

PARECER ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE. Rua S. João de Brito, 621 L 32 4100-455 PORTO TEL.:222 092 350 FAX: 222 092 351. www.ers.pt geral@ers. PARECER Na sequência de diversas denúncias e exposições rececionadas pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS), e de informações prestadas a título de cooperação institucional 1, sobre prestação de cuidados

Leia mais

COMISSÃO PERMANENTE DO CONSELHO GERAL. Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010

COMISSÃO PERMANENTE DO CONSELHO GERAL. Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010 Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010 O presente relatório traduz a avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento Vertical de Escolas de Leça da Palmeira/Santa Cruz do

Leia mais

CONCURSO "IDEIA BRILHANTE"

CONCURSO IDEIA BRILHANTE CONCURSO "IDEIA BRILHANTE" REGULAMENTO DO CONCURSO Concorrentes 1ª Fase 2ª Fase 3ª Fase Vencedores Avaliação de ideias Avaliação de planos de negócio Apresentação do plano de negócios REGULAMENTO DE CONCURSO

Leia mais

Relatório de revisão do plano de trabalho e da execução de tarefas da DSFSM do ano de 2015

Relatório de revisão do plano de trabalho e da execução de tarefas da DSFSM do ano de 2015 澳 門 特 別 行 政 區 政 府 Governo da Região Administrativa Especial de Macau 澳 門 保 安 部 隊 事 務 局 DIRECÇÃO DOS SERVIÇOS DAS FORÇAS DE SEGURANÇA DE MACAU Relatório de revisão do plano de trabalho e da execução de

Leia mais

Regulamento Acredita Portugal Realize o seu Sonho

Regulamento Acredita Portugal Realize o seu Sonho Regulamento Acredita Portugal Realize o seu Sonho REGULAMENTO DA 4ª EDIÇÃO DO CONCURSO "BES REALIZE O SEU SONHO" Capítulo I - Introdução e Objetivos 1.º(Introdução e Objetivos) O Concurso Realize o Seu

Leia mais

PRINCÍPIOS ORIENTADORES DO PLANO DE REQUALIFICAÇÃO DOS EDIFÍCIOS DOS TRIBUNAIS (2012 / 2015)

PRINCÍPIOS ORIENTADORES DO PLANO DE REQUALIFICAÇÃO DOS EDIFÍCIOS DOS TRIBUNAIS (2012 / 2015) DO PLANO DE REQUALIFICAÇÃO DOS EDIFÍCIOS DOS TRIBUNAIS (2012 / 2015) REFORMA DA ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA (ROJ) MAPA JUDICIÁRIO 1... Tem por missão a gestão dos recursos financeiros do MJ, a gestão do património

Leia mais

DIVISOR MÍNIMO PARA CÁLCULO DO SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

DIVISOR MÍNIMO PARA CÁLCULO DO SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL DIVISOR MÍNIMO PARA CÁLCULO DO SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL RENATA BAARS Consultora Legislativa da Área XXI Previdência e Direito Previdenciário FEVEREIRO/2010 Renata Baars 2 ÍNDICE INTRODUÇÃO...3

Leia mais

01. Missão, Visão e Valores

01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 06 Missão, Visão e Valores Missão A missão do ICP-ANACOM reflecte a sua razão de ser, concretizada nas actividades que oferece à sociedade para satisfazer

Leia mais

Seminário Ordem dos Engenheiros Colégio de Engenharia Mecânica 9 de Outubro de 2013

Seminário Ordem dos Engenheiros Colégio de Engenharia Mecânica 9 de Outubro de 2013 Seminário Ordem dos Engenheiros Colégio de Engenharia Mecânica 9 de Outubro de 2013 Inovação Competitividade Financiamento Provas de Conceito Com maior ou menor relevância, há mais de um século, que as

Leia mais

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Liderança 1.1 1.2 1.3 1.4 1. As decisões tomadas pelo Conselho Pedagógico, pela Direção e pelo Conselho Geral são disponibilizadas atempadamente. 2. Os vários

Leia mais

Assegurar a estrita observância das normas legais e regulamentares relativas aos direitos do consumidor.

Assegurar a estrita observância das normas legais e regulamentares relativas aos direitos do consumidor. MANUAL DE CONTROLES INTERNOS Página 1 / 9 Nome do Documento FINALIDADE SAC Atendimento ao Cliente Estabelecer em procedimento o atendimento ao cliente da Gradual Corretora; Assegurar meio de comunicação

Leia mais

AULA. Natércia do Céu Andrade Pesqueira Menezes UNIVERSIDADE PORTUCALENSE. npmeneses@gmail.com. Doutora Sónia Rolland Sobral

AULA. Natércia do Céu Andrade Pesqueira Menezes UNIVERSIDADE PORTUCALENSE. npmeneses@gmail.com. Doutora Sónia Rolland Sobral MOTIVAÇÃO DE ALUNOS COM E SEM UTILIZAÇÃO DAS TIC EM SALA DE AULA Natércia do Céu Andrade Pesqueira Menezes UNIVERSIDADE PORTUCALENSE npmeneses@gmail.com Doutora Sónia Rolland Sobral UNIVERSIDADE PORTUCALENSE

Leia mais

Formas e estratégias de remuneração dos profissionais da APS em PORTUGAL

Formas e estratégias de remuneração dos profissionais da APS em PORTUGAL SEMINÁRIO INTERNACIONAL A formação e a remuneração dos profissionais responsáveis pela atenção primária em saúde Formas e estratégias de remuneração dos profissionais da APS em PORTUGAL Henrique Botelho

Leia mais

Prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento

Prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento Prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento Comentário da APRITEL 17 de Março de 2009 APRITEL comentarios DL23-2009

Leia mais

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão)

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão) Regulamento Interno O presente regulamento aplica-se a todos os Cursos de formação concebidos, organizados e desenvolvidos pelo Nucaminho - Núcleo dos Camionistas do Minho, com o objetivo de promover o

Leia mais

A realização deste relatório de atividades formativas tem como principal objetivo a apresentação do trabalho

A realização deste relatório de atividades formativas tem como principal objetivo a apresentação do trabalho RELATÓRIO DE ATIVIDADES FORMATIVAS 2012 2010 RELATÓRIO DE ATIVIDADES FORMATIVAS Colaboradores 2012 1. INTRODUÇÃO A realização deste relatório de atividades formativas tem como principal objetivo a apresentação

Leia mais

Programa de Apoio ao Associativismo Sesimbrense

Programa de Apoio ao Associativismo Sesimbrense Programa de Apoio ao Associativismo Sesimbrense Aprovado em Reunião de Câmara de 24 de Janeiro de 2001 Índice 1º. Introdução 2º. Objectivos 3º. Áreas de Acção 4º. Tipos de Apoio 5º. Metodologia da Apresentação

Leia mais