Trabalhadores mais Velhos: políticas públicas e práticas empresariais

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Trabalhadores mais Velhos: políticas públicas e práticas empresariais"

Transcrição

1 Trabalhadores mais Velhos: políticas públicas e práticas empresariais PESTANA, Nuno Nóbrega (2003), Cadernos de Emprego e Relações de Trabalho n.º 1, MSST/DGERT, Lisboa, pp Susana Graça 1 A obra objecto de recensão tem origem numa tese de mestrado efectuada pelo autor, cujo tema central da investigação assenta na identificação e análise dos elementos centrais do debate nacional em torno da temática do envelhecimento activo da população. A abordagem desta questão decorre do aumento da esperança média de vida e, consequentemente, do acréscimo de número de anos que se seguem ao fim da vida profissional, com efeitos perversos visíveis aos níveis: (i) do crescimento do desemprego entre os mais velhos; (ii) do aumento do número de pensões de reforma/velhice e durante mais anos; e (iii) do estímulo à reforma antecipada. É neste contexto que o Estudo procura cruzar os objectivos da política de emprego comunitária com as especificidades da situação dos trabalhadores mais velhos no mercado de trabalho em Portugal. Nesta perspectiva, são discutidos os factores estruturais que condicionam os critérios de emprego e actividade dos trabalhadores mais velhos, por um lado, e o facto de os trabalhadores constituírem um grupo heterogéneo com problemas que exigem respostas diferenciadas, por outro. Na parte inicial (Capítulo I) o autor apresenta um diagnóstico sintético da situação relativa ao envelhecimento demográfico a nível mundial, comunitário e nacional. As conclusões da análise sustentam que num futuro próximo a população mundial em idade activa será bastante mais reduzida e que o processo de envelhecimento no topo da estrutura etária irá prolongar-se durante mais anos, quase a par com o processo de envelhecimento na base da pirâmide etária (fenómeno de duplo envelhecimento). A nível mundial o peso relativo dos europeus na população mundial continua a diminuir, consequência do crescente envelhecimento da sua população e do progressivo abrandamento do ritmo de crescimento, que só não é mais grave por força do saldo migratório positivo. A situação nacional não difere muito da observada na União Europeia. Vectores como o recuo da mortalidade infantil, o declínio dos níveis de fecundidade e o aumento da esperança de vida têm sido determinantes na história demográfica portuguesa recente e explicam o forte envelhecimento populacional. Não obstante este envelhecimento, mais intenso na região do Alentejo, tem-se assistido, nos últimos 100 anos, ao crescimento da população 1 Socióloga. Coordenadora executiva do Estudo sobre Envelhecimento e Perspectivas de Criação de Emprego e Necessidades de Formação para a Qualificação de Recursos Humanos, encomendado pelo IEFP à empresa Espaço e Desenvolvimento (em curso). 1

2 portuguesa devido, sobretudo, aos movimentos migratórios, já que o saldo natural regista uma tendência decrescente. O Capítulo II analisa quer a situação do envelhecimento da população em idade activa, quer a questão da idade média de passagem à reforma. O autor constata que à medida que o peso relativo dos mais velhos cresce face ao dos mais novos, a idade média da população potencialmente activa aumenta. Não obstante este aumento, nos últimos anos assiste-se à diminuição da taxa de actividade dos grupos etários mais altos da população em idade activa e à antecipação da idade média de passagem à reforma, quando o desejável seria manter os indivíduos mais velhos no activo. Com efeito, só assim se poderá assegurar, por um lado, o funcionamento dos mercados de trabalho, já que os jovens são cada vez menos e não se prevê a antecipação da sua entrada no mercado de trabalho, e, por outro, a sustentabilidade do sistema de segurança social em matéria de financiamento das reformas, assunto que é aprofundado no Capítulo IV. Em termos de género, é entre as mulheres e os grupos menos qualificados que mais cedo se assiste à quebra dos níveis de actividade. Embora a crescente participação da mulher no mercado de trabalho contribua para atenuar a tendência negativa das dinâmicas do emprego, essa participação no mercado de trabalho tem menor duração que a dos homens. Portugal apresenta nesta matéria uma situação privilegiada no contexto da União Europeia onde o recuo da idade média de passagem para a inactividade chega a ser de 10 anos em alguns países. De facto, o nosso país tem das médias mais altas de passagem à reforma quer para os homens, quer para as mulheres, ocorrendo performances idênticas relativamente às taxas de emprego e de actividade da população entre os 55 e os 64 anos. Em consequência, a taxa de desemprego desta população encontra-se bastante abaixo da média da União Europeia. Neste Capítulo, Pestana aborda, ainda, os constrangimentos à participação económica e ao emprego dos mais velhos, partindo da constatação que existe algum preconceito e discriminação face a estes trabalhadores associada à ideia de que, com o envelhecimento, a capacidade de trabalho fica mais reduzida, a pessoa é menos saudável, fica mais limitada fisicamente, aprende com menos facilidade, as funções cognitivas deterioram-se e tornam-se mais resistentes à mudança. Os próprios trabalhadores mais velhos tendem a autodiscriminar-se, por se considerarem menos capazes, e a encarar a pré-reforma como um direito adquirido. A análise dos resultados de vários estudos tende a evidenciar, pelo contrário, que a capacidade de trabalho resulta da interacção entre os recursos dos indivíduos, as condições de trabalho e a organização do trabalho, pelo que se conclui que o aumento da idade em si não é responsável pelos níveis de produtividade. Será a diminuição do capital humano, aliada a baixos níveis de educação e à participação insatisfatória em acções de formação (os trabalhadores mais velhos são os que menos beneficiam de acções de formação) que influencia negativamente os níveis de produtividade. 2

3 No Capítulo III, Pestana passa em revista algumas das perspectivas teóricas, de base sociológica, sobre a velhice e a passagem à inactividade. O autor começa por abordar teorias com menos de 40 anos de existência formal - as teses funcionalistas da desvinculação e da actividade - que encaravam a discussão da velhice e dos problemas do envelhecimento em termos de actividade e inactividade. A desvinculação encarava a velhice como um processo natural de passagem para a inactividade e de transferência de poderes e papéis dos mais velhos para os mais novos, beneficiando do reconhecimento dos sistemas sociais através da concessão das reformas e pensões. Em oposição, a teoria da actividade, entende que a passagem à inactividade só depende da vontade do indivíduo e que este poderá continuar activo (a trabalhar) se assim o desejar. Fortemente criticadas estas teses levaram ao aparecimento de outras teorias, como a da subcultura do envelhecimento, integrada na perspectiva do interaccionismo simbólico. De uma forma sucinta, as teorias da esfera do interaccionismo simbólico defendem que os idosos tendem a escolher o seu grupo de referência e a identificar-se com ele, por oposição e distanciamento com outros e interagindo, nomeadamente em termos de actividade. Uma série de outras teorias são apresentadas, mas na sua análise, Pestana dá particular relevância à tese do Sistema de Estratificação Etária (SET) de M. W. Riley e à perspectiva teórica do Percurso de Vida de G. Elder Jr. Segundo as teses do SET, a idade é um elemento de estratificação social e, por conseguinte, um factor de desigualdade social assente no sistema de coortes. Os princípios do SET explicam que o envelhecimento é determinado pela coorte a que a pessoa pertence, ou seja, os membros de uma mesma coorte tendem a envelhecer de uma forma semelhante entre si, mas diferente da de indivíduos de outras coortes. Os elementos de uma mesma coorte que sejam afectados no seu percurso de vida por mudanças sociais podem, porém, envelhecer de forma diferente. As tese de Elder não diferem muito das de Riley, pelo que apenas se sistematizam os cinco principais princípios que orientam o estudo do percurso de vida: (i) o estudo do percurso de vida deve ser feito considerando todas as fases da vida; (ii) os indivíduos constroem os seus próprios percursos de vida apesar das fortes influências das normas impostas pelas estruturas sociais; (iii) os acontecimentos históricos afectam os percursos de vida das pessoas; (iv) consoante a idade e a fase de desenvolvimento em que se encontram, os indivíduos reagem de forma diferente aos novos acontecimentos e mudanças; e (v) o desenvolvimento dos indivíduos é fortemente afectado pelos diversos contextos das suas relações pessoais (influência de valores e experiências vividas, sobretudo no seio familiar). Um outro autor citado por Pestana, que se dedicou à análise do percurso de vida, é V. Marshall que defende que existem 3 fases distintas no percurso de vida dos indivíduos: a da preparação para o trabalho; a da actividade; e a da reforma. Neste Capítulo, Pestana confronta, ainda, a perspectiva da economia política com a da sociologia crítica. Em traços muito gerais defende-se que a velhice e a reforma passaram a confundir-se e que a passagem à inactividade passou a ser imposta, deixando de ser 3

4 determinada pela família e o seu património e, ainda que se possa falar em individualização do percurso de vida, é difícil falar em alargamento das escolhas individuais. As teses aqui implícitas são, portanto, as de que as políticas públicas são determinantes na (des)estruturação do percurso de vida dos indivíduos (influenciam a estratificação social) e que os indivíduos mais velhos já não são um grupo homogéneo. Finalmente, Pestana conclui que a mais valia da sociologia crítica foi a de assumir-se como corrente teórica que procura ir mais longe, na medida em que não se restringe à observação e explicação da realidade, extrapolando sobre o que poderia existir de melhor. A quarta parte do livro vem retomar as questões do aumento do peso dos idosos no conjunto da população e do grande desafio que representam para a sustentabilidade das finanças públicas devido à excessiva pressão sobre os sistemas públicos de saúde e de pensões de reforma. O cenário previsto para a União Europeia é de que o número de pessoas em idade activa, por cada pensionista, passe de 3,5 para1,8 até A realidade portuguesa, em 2000, era bastante positiva já que apresentava um nível de despesa pública com pensões inferior à média da União Europeia. No entanto, as projecções da Comissão Europeia para os próximos 50 anos evidenciam um aumento considerável dessas despesas, o qual deverá ultrapassar aquela média. Sobre a situação portuguesa a Comissão Europeia lança dois desafios: (i) melhorar a adequação das pensões de velhice por forma a garantir níveis de vida dignos durante a reforma a todas as pessoas com baixos salários; e (ii) garantir, paralelamente, a sustentabilidade financeira do sistema. O primeiro desafio está relacionado com o facto de a população portuguesa reformada receber pensões baixas derivado dos baixos níveis salariais e da quebra de rendimentos com a passagem à reforma. Por sua vez, o segundo desafio tem que ver com o progressivo aumento do número de pensionistas, encarado sob o ponto de vista da dependência económica entre a população reformada (inactiva) e a população que exerce uma actividade (contribuintes). Neste contexto, a política comunitária lançou como objectivo estratégico o aumento da participação económica e do emprego com reflexos nas orientações da Estratégia Europeia para o Emprego e na Estratégia de Coordenação Comunitária para a Adequação e Sustentabilidade das Pensões (de Laeken). Desta última Estratégia destacam-se dois objectivos que incidem particularmente nos trabalhadores mais velhos e que têm que ver com: (i) o aumento dos níveis de emprego, nomeadamente da população em idade activa que se encontra inactiva (prolongamento da vida activa dos mais velhos); e (ii) o prolongamento da vida activa, incentivando a participação dos trabalhadores mais velhos na actividade económica e evitando as reformas antecipadas (prolongar a idade média de reforma). A perspectiva do envelhecimento activo ganha assim, um papel de destaque no contexto das orientações, recomendações e políticas relacionadas com o emprego, propondo-se aos 4

5 Estados-Membros que promovam iniciativas capazes de aumentar a participação na actividade económica das pessoas mais velhas. Pestana analisa, ainda, a forma como Portugal, no contexto da Estratégia Europeia para o Emprego, inclui nos seus Planos a directiva comunitária respeitante ao envelhecimento activo e conclui que apesar dos esforços nacionais, o mercado de trabalho nacional ainda é pouco inclusivo para com os trabalhadores mais velhos. Apesar dos níveis de actividade e de emprego cumprirem a meta comunitária, existem problemas de desemprego nesta faixa etária, a par de muitos pedidos de redução do período de emprego. Na parte final deste Capítulo, Pestana apresenta as Posições dos Parceiros Sociais nacionais relativas às implicações para as empresas e trabalhadores resultantes da promoção do envelhecimento activo. As opiniões recolhidas realçam alguns aspectos positivos e negativos: os primeiros têm que ver com a sustentabilidade dos sistemas de segurança social, com a permanência de capital humano nas empresas e com o respeito pela vontade individual dos trabalhadores em continuarem no activo; os aspectos negativos estão relacionados quer com o seu carácter impositivo, quer com os riscos de baixa produtividade ou que podem representar para o normal funcionamento do mercado de trabalho e da economia. O Capítulo V é dedicado à situação dos trabalhadores mais velhos no contexto da realidade empresarial portuguesa. A análise baseia-se na informação constante dos Quadros de Pessoal de 2000 dos trabalhadores por conta de outrém, do DEEP/MSST e nos dados do inquérito elaborado no âmbito deste Estudo e aplicado às empresas portuguesas. Com base no primeiro instrumento é possível enunciar as seguintes conclusões gerais, relativas aos trabalhadores portugueses por conta de outrém: (i) os grupos etários predominantes são os dos anos e anos; (ii) os homens estão sobrerepresentados em todos os grupos etários (particularmente a partir dos 50 anos); (iii) os trabalhadores com 45 e mais anos são dominantes em Lisboa e Setúbal; (iv) os trabalhadores com 55 e mais anos estão concentrados, sobretudo, em Évora, Faro, Lisboa e Santarém; (v) os trabalhadores com mais de 40 anos encontram-se em maior número no sector da Produção e Distribuição de Electricidade, Gás e Água; (vi) estão em maior número nas profissões do sector terciário; (vii) a partir dos 45 anos assiste-se à diminuição do peso relativo dos Qualificados e ao aumento dos Quadros Superiores e Não-Qualificados; (viii) as habilitações escolares tendem a baixar à medida que se avança na estrutura etária; e (ix) o grupo etário com ganhos médios mais altos relativamente à média total é o grupo dos anos. O segundo instrumento de trabalho o inquérito postal a empresas nacionais com 10 ou mais pessoas ao serviço incidiu em cinco domínios específicos: (1) recrutamento e selecção; (2) formação profissional; (3) redução de efectivos e passagem à reforma; (4) trabalhadores mais velhos; e (5) envelhecimento activo. Foram consideradas respostas válidas, sendo que a maioria das empresas que responderam ao Inquérito pertencem à Região de Lisboa e Vale do Tejo e Região Norte e 5

6 aos distritos de Lisboa e Porto. O sector de actividade económica mais representado é o da Indústria Transformadora, predominando as empresas médias (20 a 49 trabalhadores) e tendo os trabalhadores por conta de outrém com 45 e mais anos um baixo peso face ao total de trabalhadores. Com base nalgumas das dimensões de análise já referidas, as conclusões gerais obtidas com o inquérito permitiram apurar que entre os trabalhadores contratados com mais de 45 anos predominam os homens e os baixos níveis escolares. O recrutamento visa, sobretudo, a ocupação de funções pouco qualificadas com contratos a termo e a tempo parcial. Nestes grupos etários mais velhos, a frequência de acções de formação é mais habitual nos homens e abrange, particularmente, os trabalhadores com menor antiguidade (até 5 anos), pertencentes ao grupo etário dos anos, por um lado, e os trabalhadores com maior antiguidade (acima dos 20 anos), no caso do grupo que tem 55 e mais anos, por outro, deixando de fora os que estão numa situação intermédia em termos de antiguidade. As acções de formação estão mais vocacionadas para a formação continua, com vista à adaptação a novas tecnologias, e destinam-se predominantemente aos Quadros Superiores e Trabalhadores Qualificados, o que significa que os trabalhadores mais velhos tendem a ser excluídos, já que propendem a ocupar funções pouco ou nada qualificadas. Entre os trabalhadores mais velhos são os que detêm baixas habilitações aqueles que mais beneficiam de formação. Em termos gerais, as acções de formação tendem a incidir sobre os trabalhadores com habilitações elevadas o que significa que os trabalhadores mais velhos são prejudicados. Do ponto de vista da contratação e da formação profissional de trabalhadores com mais de 45/55 anos, por parte das empresas, verifica-se que são as empresas de maior dimensão e as que têm maior peso de trabalhadores mais velhos que mais recrutam trabalhadores destes escalões etários e que mais formação lhes proporcionam. A idade limite de recrutamento ronda os 50 anos (idade a partir da qual consideram que uma pessoa é velha), porém, a contratação de trabalhadores com idade a partir dos 45 anos já está associada a uma determinada representação de velhice. Curiosamente, as empresas mais preconceituosas em matéria de idade são aquelas com maior número relativo de trabalhadores mais velhos, o que justifica, de certa forma, que seja entre as empresas menos preconceituosas em matéria de idade elevada que ocorra um maior acesso à formação pelos trabalhadores com 45 e mais anos. O inquérito visou, ainda, apurar os factores mais considerados na decisão de afastamento de trabalhadores, por parte das empresas, sendo a idade dos menos considerados. Os mais citados foram a possibilidade de reforma e o baixo nível de produtividade. No que concerne o limite etário a partir do qual a idade é considerada um factor de afastamento, a maioria das empresas indicou os 60 e os 55 anos. Relativamente à gestão das reformas constata-se que: o fomento de saídas antecipadas não é estimulado; a idade da reforma não implica necessariamente a saída dos trabalhadores; é escasso o número de empresas que dispõem de mecanismos que facilitem a passagem 6

7 faseada à reforma; e a maioria das empresas procura rejuvenescer os seus recursos humanos, sempre que possível. No último Capítulo, Pestana levanta uma questão bastante interessante relacionada com a aparente contradição entre a necessidade, por um lado, de integrar os jovens no mercado de trabalho e, por outro lado, de manter os trabalhadores mais velhos no activo, durante mais tempo, de estimular a entrada no mercado de trabalho dos inactivos em idade activa e de combater as reformas antecipadas e o desemprego de longa duração dos mais velhos. Na opinião do autor trata-se de coisas diferentes com problemas e soluções diversificadas, cabendo ao Estado tomar posições entre três vias possíveis: (i) estabelecer o limite claro entre a vida adulta e a velhice; (ii) promover o status social dos velhos; e (iii) dotar os indivíduos de instrumentos que lhes permitam (auto)promover a sua situação/acesso ao mercado de trabalho. 7

ACORDO SOBRE AS LINHAS ESTRATÉGICAS DE REFORMA DA SEGURANÇA SOCIAL

ACORDO SOBRE AS LINHAS ESTRATÉGICAS DE REFORMA DA SEGURANÇA SOCIAL ACORDO SOBRE AS LINHAS ESTRATÉGICAS DE REFORMA DA SEGURANÇA SOCIAL Julho de 2006 1 O sistema de protecção social português encontra-se hoje, tal como na generalidade dos países desenvolvidos, perante desafios

Leia mais

População residente em Portugal com tendência para diminuição e envelhecimento

População residente em Portugal com tendência para diminuição e envelhecimento Dia Mundial da População 11 julho de 214 1 de julho de 214 População residente em Portugal com tendência para diminuição e envelhecimento Para assinalar o Dia Mundial da População (11 de julho), o Instituto

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS QREN: uma oportunidade para a Igualdade entre homens e mulheres

Leia mais

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL 1 O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL A segurança social tem que ser entendida na dupla perspectiva de direito social dos cidadãos, que compete ao Estado garantir, e de princípio

Leia mais

Síntese dos conteúdos mais relevantes

Síntese dos conteúdos mais relevantes Síntese dos conteúdos mais relevantes Nos últimos Censos de 2001, o Concelho da Lourinhã contabilizou 23 265 habitantes, reflectindo uma evolução de + 7,7% face a 1991. Em termos demográficos, no Concelho

Leia mais

Aspectos Sócio-Profissionais da Informática

Aspectos Sócio-Profissionais da Informática ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA I N S T I T U T O P O L I T É C N I C O D E C A S T E L O B R A N C O ENGENHARIA INFORMÁTICA Aspectos Sócio-Profissionais da Informática Jovens Empresários de Sucesso e Tendências

Leia mais

B. O mercado de seguros de doença

B. O mercado de seguros de doença B. O mercado de seguros de doença 1. Tipos de coberturas associadas ao risco de doença Os seguros de doença e algumas coberturas específicas de outros riscos com eles intimamente relacionados têm vindo

Leia mais

INDICADORES SOBRE A IGUALDADE DE GÉNERO FACE AO EMPREGO EM MALTA, PORTUGAL E TURQUIA

INDICADORES SOBRE A IGUALDADE DE GÉNERO FACE AO EMPREGO EM MALTA, PORTUGAL E TURQUIA Igualdade de Género INDICADORES SOBRE A IGUALDADE DE GÉNERO FACE AO EMPREGO EM MALTA, PORTUGAL E TURQUIA Para um conhecimento mais aprofundado da situação de Igualdade de Género e considerando o objectivo

Leia mais

ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS 2001-2008 DISTRITO DE VIANA DO CASTELO E SEUS CONCELHOS. F e v e r e i r o d e 2 0 1 0

ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS 2001-2008 DISTRITO DE VIANA DO CASTELO E SEUS CONCELHOS. F e v e r e i r o d e 2 0 1 0 ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS 2001-2008 DISTRITO DE VIANA DO CASTELO E SEUS CONCELHOS U n i d a d e d e S a ú d e P ú b l i c a d o A l t o M i n h o F e v e r e i r o d e 2 0 1 0 U n i d a d e d e S a ú d

Leia mais

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 458/XI/2.ª Reestruturar o Sector Empresarial do Estado A descrição de carácter económico-financeiro apresentada na próxima secção não deixa dúvidas sobre a absoluta necessidade

Leia mais

Nota Técnica. Sobre a sustentabilidade dos sistemas de proteção social

Nota Técnica. Sobre a sustentabilidade dos sistemas de proteção social Nota Técnica Sobre a sustentabilidade dos sistemas de proteção social Tal como sucedeu com a maior parte dos regimes de proteção social da Europa, também o sistema português evoluiu de um regime de seguros

Leia mais

Evolução da Agricultura Portuguesa no Período 1989/2010. Análise de Indicadores Relevantes.

Evolução da Agricultura Portuguesa no Período 1989/2010. Análise de Indicadores Relevantes. Evolução da Agricultura Portuguesa no Período 1989/2010. Análise de Indicadores Relevantes. Deolinda Alberto 1, José Pedro Fragoso Almeida 2 1 Professor Adjunto, Escola Superior Agrária de Castelo Branco,

Leia mais

Ano 3 Nº 37 Novembro de 2007. Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho metropolitanos

Ano 3 Nº 37 Novembro de 2007. Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho metropolitanos Ano 3 Nº 37 Novembro de 2007 Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho metropolitanos Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho

Leia mais

Equilíbrio de Género nos Conselhos de Administração: as Empresas do PSI 20

Equilíbrio de Género nos Conselhos de Administração: as Empresas do PSI 20 1 Equilíbrio de Género nos Conselhos de Administração: as Empresas do PSI 20 Relatório 2014 ACEGIS Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social 8 de março de 2014 Dia Internacional

Leia mais

O EMPREGO NA EUROPA 2005 TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS. Síntese

O EMPREGO NA EUROPA 2005 TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS. Síntese Comissão Europeia, Employment in Europe 2005 Recent Trends and Prospects, Office for Official Publications of the European Communities, Luxemburgo, 2005, 301 pp.. O EMPREGO NA EUROPA 2005 TENDÊNCIAS RECENTES

Leia mais

CNIS / CES / EDUCAÇÃO DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS A EDUCAÇÃO NO SECTOR SOLIDÁRIO DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS

CNIS / CES / EDUCAÇÃO DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS A EDUCAÇÃO NO SECTOR SOLIDÁRIO DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS A EDUCAÇÃO NO SECTOR SOLIDÁRIO 1 1. FUNDAMENTOS DE UMA PROPOSTA O Sector Solidário, neste caso a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), assume que o sistema educativo 1 é um dos

Leia mais

Artigo para a revista Planeta Azul APA, Abril de 2010

Artigo para a revista Planeta Azul APA, Abril de 2010 Artigo para a revista Planeta Azul APA, Abril de 2010 P. Quando entrará em funcionamento o PNAAS? O Plano Nacional de Acção Ambiente e Saúde (PNAAS) foi aprovado pela Resolução de Conselho de Ministros

Leia mais

Desigualdade Económica em Portugal

Desigualdade Económica em Portugal Observatório Pedagógico Desigualdade Económica em Portugal Carlos Farinha Rodrigues ISEG / Universidade Técnica de Lisboa AULA ABERTA - ECONOMIA INTERNACIONAL 28/11/2012 28 de Novembro de 2012 2 Objectivos:

Leia mais

Visão de Futuro 2010. F3M Information Systems, S.A.

Visão de Futuro 2010. F3M Information Systems, S.A. 1 Reunir várias entidades do sector óptico nacional e discutir o futuro do sector bem como os temas cruciais para os empresários e intervenientes da área foram os objectivos do evento Visão de Futuro 2010,

Leia mais

(Actos cuja publicação não é uma condição da sua aplicabilidade) CONSELHO

(Actos cuja publicação não é uma condição da sua aplicabilidade) CONSELHO L 52/32 II (Actos cuja publicação não é uma condição da sua aplicabilidade) CONSELHO RECOMENDAÇÃO DO CONSELHO de 14 de Fevereiro de 2000 relativa à execução das políticas de emprego dos Estados-Membros

Leia mais

REDE SOCIAL L DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Sociall

REDE SOCIAL L DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Sociall REDE SOCIAL DO CONCELHO DE BRAGANÇA Parte III.7: Protecção Social e Acção Social Parte 3.7 protecção social E Acção social O artigo 63º da Constituição da República Portuguesa estabelece que ( ) incumbe

Leia mais

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 Comunicação da Comissão Critérios para a análise da compatibilidade dos auxílios estatais a favor de trabalhadores desfavorecidos e com deficiência sujeitos

Leia mais

As regiões Portuguesas: Lisboa: Competitividade e Emprego; Madeira: Phasing-in; Algarve: Phasing-out; Norte, Centro, Alentejo, Açores: Convergência

As regiões Portuguesas: Lisboa: Competitividade e Emprego; Madeira: Phasing-in; Algarve: Phasing-out; Norte, Centro, Alentejo, Açores: Convergência A Nova Agenda da Política de Coesão no Espaço Europeu Nuno Teixeira CCDR-LVT 26.Novembro.2010 A Nova Agenda da Política de Coesão no Espaço Europeu 1 ÍNDICE I. A coesão no espaço europeu II. O Tratado

Leia mais

Relatório. Paquistão: Cheias 2010. Resumo. Apelo Nº. MDRPK006 Título do Apelo: Paquistão, Cheias Monçónicas Pledge Nº. M1009038

Relatório. Paquistão: Cheias 2010. Resumo. Apelo Nº. MDRPK006 Título do Apelo: Paquistão, Cheias Monçónicas Pledge Nº. M1009038 Relatório Actualização sobre os primeiros 12 meses de operações. Paquistão: Cheias 2010 Apelo Nº. MDRPK006 Título do Apelo: Paquistão, Cheias Monçónicas Pledge Nº. M1009038 Este relatório cobre o período

Leia mais

Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa

Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Apresentação Plenário Comissão Social de Freguesia www.observatorio-lisboa.eapn.pt observatoriopobreza@eapn.pt Agenda I. Objectivos OLCPL e Principais Actividades/Produtos

Leia mais

Comissão apresenta estratégia europeia para a energia

Comissão apresenta estratégia europeia para a energia Comissão apresenta estratégia europeia para a energia Numa época em que se assiste a importantes reestruturações empresariais no sector energético a nível europeu, a Comissão Europeia estabeleceu as bases

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de Novembro de 2000 (13.10) (OR. fr) 14110/00 LIMITE SOC 470 ENVIO DE TEXTO de: Conselho (Emprego e Política Social) para: Conselho Europeu de Nice Nº doc. ant.:

Leia mais

ANÁLISE EXTERNA ANÁLISE INTERNA

ANÁLISE EXTERNA ANÁLISE INTERNA 3. DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO Neste último sub-capítulo do diagnóstico procurar-se-ão cruzar as diversas componentes analisadas nos pontos anteriores, numa dupla perspectiva: Análise externa - a avaliação

Leia mais

Portuguese version 1

Portuguese version 1 1 Portuguese version Versão Portuguesa Conferência Europeia de Alto Nível Juntos pela Saúde Mental e Bem-estar Bruxelas, 12-13 Junho 2008 Pacto Europeu para a Saúde Mental e Bem-Estar 2 Pacto Europeu para

Leia mais

- IAE - INQUÉRITO À ACTIVIDADE EMPRESARIAL. ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria

- IAE - INQUÉRITO À ACTIVIDADE EMPRESARIAL. ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria - IAE - INQUÉRITO À ACTIVIDADE EMPRESARIAL 2006 ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria ÍNDICE Introdução Pág. 2 1 Sumário executivo Pág. 5 2 Análise dos resultados 2.1 Situação

Leia mais

O QREN e a Coesão Social em Portugal

O QREN e a Coesão Social em Portugal 8 de janeiro de 213 O QREN e a Coesão Social em Portugal 1. A coesão social no âmbito do QREN A coesão social constitui uma das cinco prioridades estratégicas do Quadro de Referência Estratégico Nacional

Leia mais

REFLECTINDO SOBRE A EDUCAÇÃO EM MACAU

REFLECTINDO SOBRE A EDUCAÇÃO EM MACAU Adminisiração. n. 1. vol. I. 1988-1., 13-19 REFLECTINDO SOBRE A EDUCAÇÃO EM MACAU Alexandre Rosa * 1. INTRODUÇÃO A realidade da educação em Macau no final dos anos oitenta é o resultado de um processo

Leia mais

8 de Março 2011- E urgente acabar com as discriminações que a mulher continua sujeita em Portugal Pág. 2

8 de Março 2011- E urgente acabar com as discriminações que a mulher continua sujeita em Portugal Pág. 2 8 de Março 2011- E urgente acabar com as discriminações que a mulher continua sujeita em Portugal Pág. 1 A SITUAÇÃO DA MULHER EM PORTUGAL NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER DE 2011 RESUMO DESTE ESTUDO No dia

Leia mais

O princípio da afirmação da sociedade civil.

O princípio da afirmação da sociedade civil. Dois dos Valores do PSD O Princípio do Estado de Direito, respeitante da eminente dignidade da pessoa humana - fundamento de toda a ordem jurídica baseado na nossa convicção de que o Estado deve estar

Leia mais

El Enseñanza Superior en Portugal: evolución y perspectivas en torno de la equidad

El Enseñanza Superior en Portugal: evolución y perspectivas en torno de la equidad El Enseñanza Superior en Portugal: evolución y perspectivas en torno de la equidad Introdução Nos últimos 30 anos, Portugal conheceu um processo de democratização sem precedentes. A Revolução Democrática

Leia mais

EVOLUÇÃO DO SEGURO DE SAÚDE EM PORTUGAL

EVOLUÇÃO DO SEGURO DE SAÚDE EM PORTUGAL EVOLUÇÃO DO SEGURO DE SAÚDE EM PORTUGAL Ana Rita Ramos 1 Cristina Silva 2 1 Departamento de Análise de Riscos e Solvência do ISP 2 Departamento de Estatística e Controlo de Informação do ISP As opiniões

Leia mais

Moçambique. Estratégia da Suécia para a cooperação para o desenvolvimento com 2015-2020 MFA

Moçambique. Estratégia da Suécia para a cooperação para o desenvolvimento com 2015-2020 MFA MINISTRY FOR FOREIGN AFFAIRS, SWEDEN UTRIKESDEPARTEMENTET Estratégia da Suécia para a cooperação para o desenvolvimento com Moçambique 2015-2020 MFA 103 39 Stockholm Telephone: +46 8 405 10 00, Web site:

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 27.2.2009 COM(2009) 77 final RELATÓRIO DA COMISSÃO AO CONSELHO, AO PARLAMENTO EUROPEU, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 26 de Outubro de 2010 (04.11) (OR. en) 15449/10 AUDIO 37 COMPET 311 CULT 98

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 26 de Outubro de 2010 (04.11) (OR. en) 15449/10 AUDIO 37 COMPET 311 CULT 98 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 26 de Outubro de 2010 (04.11) (OR. en) 15449/10 AUDIO 37 COMPET 311 CULT 98 NOTA de: Secretariado-Geral do Conselho para: Comité de Representantes Permanentes (1.ª

Leia mais

Conjuntura da Construção n.º 36. Construção em 2009 verificou dois andamentos

Conjuntura da Construção n.º 36. Construção em 2009 verificou dois andamentos Associações Filiadas: AECOPS Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços AICCOPN Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas ANEOP Associação Nacional dos Empreiteiros

Leia mais

SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES

SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES SEMINÁRIO OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES PARA AS EMPRESAS INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS OPORTUNIDADES E SOLUÇÕES Jaime Andrez Presidente do CD do IAPMEI 20 de Abril de 2006 A inovação

Leia mais

MEDIDA 1.1 DO PRODER INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL

MEDIDA 1.1 DO PRODER INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL MEDIDA 1.1 DO PRODER INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL ANÁLISE DO IMPACTO POTENCIAL DAS CANDIDATURAS CONTRATADAS SOBRE O SECTOR AGRÍCOLA E AGRO-INDUSTRIAL NOVEMBRO DE 2011 1 ÍNDICE 0. INTRODUÇÃO...

Leia mais

Conselho Nacional de Supervisores Financeiros. Better regulation do sector financeiro

Conselho Nacional de Supervisores Financeiros. Better regulation do sector financeiro Conselho Nacional de Supervisores Financeiros Better regulation do sector financeiro Relatório da Consulta Pública do CNSF n.º 1/2007 1 CONSELHO NACIONAL DE SUPERVISORES FINANCEIROS RELATÓRIO DA CONSULTA

Leia mais

ZADEK, Simon (2001), The Civil Corporation: the New Economy of Corporate Citizenship

ZADEK, Simon (2001), The Civil Corporation: the New Economy of Corporate Citizenship ZADEK, Simon (2001), The Civil Corporation: the New Economy of Corporate Citizenship Mariana Leite Braga Investigadora Estudante de mestrado no ISCTE Grau Académico: Licenciatura em Sociologia Conceitos-chave:

Leia mais

PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO 10ª e 11ª Classes

PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO 10ª e 11ª Classes república de angola ministério da educação PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO 10ª e 11ª Classes Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário FASE DE EXPERIMENTAÇÃO Ficha Técnica Título Programa de

Leia mais

Capítulo 3. Fichas de Qualificação de Indicadores

Capítulo 3. Fichas de Qualificação de Indicadores Capítulo 3 Fichas de Qualificação de Indicadores A Demográficos População total A.1................................... 58 Razão de sexos A.2................................... 60 Taxa de crescimento da

Leia mais

Economia dos EUA e Comparação com os períodos de 1990-1991 e 2000-2001

Economia dos EUA e Comparação com os períodos de 1990-1991 e 2000-2001 Economia dos EUA e Comparação com os períodos de - e - Clara Synek* O actual período de abrandamento da economia dos EUA, iniciado em e previsto acentuar-se no decurso dos anos /9, resulta fundamentalmente

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

Investimento Directo Estrangeiro e Salários em Portugal Pedro Silva Martins*

Investimento Directo Estrangeiro e Salários em Portugal Pedro Silva Martins* Investimento Directo Estrangeiro e Salários em Portugal Pedro Silva Martins* Os fluxos de Investimento Directo Estrangeiro (IDE) para Portugal tornaram-se uma componente importante da economia portuguesa

Leia mais

Vencendo os desafios da Educação nos PALOP

Vencendo os desafios da Educação nos PALOP WORKSHOP INTERNACIONAL Vencendo os desafios da Educação nos PALOP Seminário para o diálogo e a troca de conhecimento e experiências na área do ensino básico destinado aos Países Africanos de expressão

Leia mais

Desigualdade Económica em Portugal

Desigualdade Económica em Portugal Desigualdade Económica em Portugal Principais resultados 1 A publicação anual pelo Eurostat e pelo INE de indicadores de desigualdade na distribuição pessoal do rendimento em Portugal, e a sua comparação

Leia mais

4. ORGANIZAÇÃO, RECURSOS HUMANOS E FORMAÇÃO

4. ORGANIZAÇÃO, RECURSOS HUMANOS E FORMAÇÃO CADERNO FICHA 4. ORGANIZAÇÃO, RECURSOS HUMANOS E FORMAÇÃO 4.4. OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS O presente documento constitui uma Ficha que é parte integrante de um Caderno temático, de âmbito mais alargado, não

Leia mais

Quadro 1 Beneficiários com prestações de desemprego, segundo o sexo e idade em 2002

Quadro 1 Beneficiários com prestações de desemprego, segundo o sexo e idade em 2002 44 7. Segurança Social 7.1 Invalidez, velhice e sobrevivência No concelho de Vidigueira, em 2002, os beneficiários de todos os regimes de pensão correspondiam a cerca de 39,3% da população residente, em

Leia mais

Vítor Caldeira. Presidente do Tribunal de Contas Europeu

Vítor Caldeira. Presidente do Tribunal de Contas Europeu Os Tribunais de Contas e os desafios do futuro Vítor Caldeira Presidente do Tribunal de Contas Europeu Sessão solene comemorativa dos 160 anos do Tribunal de Contas Lisboa, 13 de Julho de 2009 ECA/09/46

Leia mais

DIMENSÃO DE CONSTRUÍDO

DIMENSÃO DE CONSTRUÍDO Ano letivo 2013-2014 Programa de Apoio à Avaliação do Sucesso Académico DIMENSÃO DE CONSTRUÍDO (Avaliação Formativa) REFERENCIAL IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ESCOLAR Agrupamento de Escolas D. Sancho I

Leia mais

2009 BIAC Business Roundtable. Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation. 21 de Maio de 2009

2009 BIAC Business Roundtable. Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation. 21 de Maio de 2009 2009 BIAC Business Roundtable Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation 21 de Maio de 2009 Intervenção do Ministro de Estado e das Finanças Fernando

Leia mais

NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO

NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO 1. O presente estudo dá continuidade ao trabalho de natureza estatística relativo às declarações do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (DR Modelo 22 de

Leia mais

Eng.ª Ana Paula Vitorino. por ocasião da

Eng.ª Ana Paula Vitorino. por ocasião da INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA A SECRETÁRIA DE ESTADO DOS TRANSPORTES Eng.ª Ana Paula Vitorino por ocasião da Sessão de Encerramento do Colóquio PORTO DE AVEIRO: ESTRATÉGIA E FUTURO, Ílhavo Museu Marítimo

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) Curso Científico-Humanístico de Ciências Socioeconómicas PROVA 712/12 Págs. Duração da prova: 120

Leia mais

1. Introdução. Ao nível dos diplomas complementares destaca-se:

1. Introdução. Ao nível dos diplomas complementares destaca-se: ÍNDICE 1. Introdução 3 2. Organograma 7 3. Caracterização Global do Efectivo 9 4. Emprego 10 5. Estrutura Etária do Efectivo 13 6. Antiguidade 14 7. Trabalhadores Estrangeiros 15 8. Trabalhadores Deficientes

Leia mais

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os

Leia mais

Menos Crédito e destruição de emprego continuam a refletir grave crise na Construção

Menos Crédito e destruição de emprego continuam a refletir grave crise na Construção Associações Filiadas: AECOPS Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços AICCOPN Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas Conjuntura da Construção n.º 71 Agosto

Leia mais

* DOCUMENTOS DE APOIO *

* DOCUMENTOS DE APOIO * E m A N Á L I S E * DOCUMENTOS DE APOIO * Nº 10 Dezembro 2006 Gabinete de Investigação e Projectos Reforma da Segurança Social Síntese Portugal dispõe de um Sistema Público de Segurança Social que se desenvolveu

Leia mais

Conclusão [de um estudo sobre o Conselho]

Conclusão [de um estudo sobre o Conselho] A Socialização Democrática na Escola: o desenvolvimento sociomoral dos alunos do 1º CEB 279 Serralha, F. (2007). Conclusão. In A Socialização Democrática na Escola: o desenvolvimento sociomoral dos alunos

Leia mais

Curso Temático Intensivo 1 - Gestão da qualidade nos sistemas de formação profissional e de desenvolvimento de competências

Curso Temático Intensivo 1 - Gestão da qualidade nos sistemas de formação profissional e de desenvolvimento de competências Curso Temático Intensivo 1 - Gestão da qualidade nos sistemas de formação profissional e de desenvolvimento de competências O programa do curso sobre a qualidade no desenvolvimento de competências irá

Leia mais

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP

POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP POLÍTICA DE DIVERSIDADE DO GRUPO EDP CONTEXTO Respeitar a diversidade social e a representatividade presente nas comunidades em que as organizações se inserem é um dever ético e simultaneamente um fator

Leia mais

Projeções para a economia portuguesa: 2015-2017

Projeções para a economia portuguesa: 2015-2017 Projeções para a economia portuguesa: 2015-2017 As projeções para a economia portuguesa em 2015-2017 apontam para uma recuperação gradual da atividade ao longo do horizonte de projeção. Após um crescimento

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA. Texto de Apoio 1. Análise Económica e Financeira

GESTÃO ESTRATÉGICA. Texto de Apoio 1. Análise Económica e Financeira INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS Departamento de Economia e Gestão (ce.deg@esce.ips.pt) GESTÃO ESTRATÉGICA Texto de Apoio 1 à Análise Económica e Financeira Silva

Leia mais

ASSEMBLEIA GERAL ANUAL ZON MULTIMÉDIA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, SGPS, S.A. 19 de Abril de 2010 PROPOSTA DA COMISSÃO DE VENCIMENTOS

ASSEMBLEIA GERAL ANUAL ZON MULTIMÉDIA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, SGPS, S.A. 19 de Abril de 2010 PROPOSTA DA COMISSÃO DE VENCIMENTOS ASSEMBLEIA GERAL ANUAL ZON MULTIMÉDIA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, SGPS, S.A. 19 de Abril de 2010 PROPOSTA DA COMISSÃO DE VENCIMENTOS PONTO 6 DA ORDEM DE TRABALHOS (Deliberar sobre a declaração

Leia mais

APRENDIZAGEM AUTODIRIGIDA PARA O DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS EMPREENDEDORAS PARA JOVENS ENTER TOOLBOX SUMÁRIO EXECUTIVO

APRENDIZAGEM AUTODIRIGIDA PARA O DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS EMPREENDEDORAS PARA JOVENS ENTER TOOLBOX SUMÁRIO EXECUTIVO ENTER APRENDIZAGEM AUTODIRIGIDA PARA O DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS EMPREENDEDORAS PARA JOVENS TOOLBOX SUMÁRIO EXECUTIVO Esta publicação foi adaptada pelo parceiro BEST Institut für berufsbezogene Weiterbildung

Leia mais

DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU

DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU ECA/09/69 DISCURSO PROFERIDO POR VÍTOR CALDEIRA, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS EUROPEU ******* APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO ANUAL RELATIVO AO EXERCÍCIO DE 2008 À COMISSÃO DO

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575 Artigo 20.º Oferta formativa e monitorização 1 A oferta formativa destinada aos activos desempregados é assegurada através de cursos de educação

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 10.º/11.º ou 11.º/12.º Anos de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto Programas novos e Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA 712/12 Págs. Duração

Leia mais

MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE RIBEIRA BRAVA E RESPECTIVAS FREGUESIAS. Fonte:www.geocities.com/Heartland/Plains/9462/map.

MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE RIBEIRA BRAVA E RESPECTIVAS FREGUESIAS. Fonte:www.geocities.com/Heartland/Plains/9462/map. 8. Ribeira Brava MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE RIBEIRA BRAVA E RESPECTIVAS FREGUESIAS Fonte:www.geocities.com/Heartland/Plains/9462/map.html (adaptado) A vila de Ribeira Brava, situada no

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL Gabinete do Ministro

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL Gabinete do Ministro Parecer do Governo Português relativo ao Livro Verde Modernizar o direito do trabalho para enfrentar os desafios do sec. XXI Introdução O presente documento consubstancia o parecer do Governo Português

Leia mais

World Café: Interligar para vencer

World Café: Interligar para vencer World Café: Interligar para vencer Principais Reflexões Tais reflexões resultam de uma sessão intitulada World Café: Interligar para vencer que ocorreu na Cruz Vermelha Portuguesa Centro Humanitário de

Leia mais

ASSINE A PETIÇÃO CONTRA A POBREZA

ASSINE A PETIÇÃO CONTRA A POBREZA Nós, os cidadãos da Europa Achamos que a pobreza diz respeito a todos. Cabe aos responsáveis europeus, nacionais, regionais e locais, assim como aos cidadãos, reconhecer, compreender e agir no sentido

Leia mais

RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO E AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU

RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO E AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 13.12.2010 COM(2010) 731 final RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO E AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU Relatório de Actividades EURES 2006-2008,

Leia mais

COMERCIAL E SOCIETÁRIO DESTAQUE. Agosto 2012 RELATÓRIO ANUAL DA CMVM SOBRE O GOVERNO DAS SOCIEDADES COTADAS EM PORTUGAL(2010) 1.

COMERCIAL E SOCIETÁRIO DESTAQUE. Agosto 2012 RELATÓRIO ANUAL DA CMVM SOBRE O GOVERNO DAS SOCIEDADES COTADAS EM PORTUGAL(2010) 1. DESTAQUE Agosto 2012 COMERCIAL E SOCIETÁRIO RELATÓRIO ANUAL DA CMVM SOBRE O GOVERNO DAS SOCIEDADES COTADAS EM PORTUGAL(2010) 1. INTRODUÇÃO Em 31 de Julho de 2012, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários

Leia mais

TRABALHO, EMPRESAS E QUALIDADE DE VIDA. Maria das Dores Guerreiro, Eduardo Rodrigues e Ana Isabel Couto

TRABALHO, EMPRESAS E QUALIDADE DE VIDA. Maria das Dores Guerreiro, Eduardo Rodrigues e Ana Isabel Couto TRABALHO, EMPRESAS E QUALIDADE DE VIDA Maria das Dores Guerreiro, Eduardo Rodrigues e Ana Isabel Couto TRABALHO, EMPRESAS E QUALIDADE DE VIDA Estudos desenvolvidos nos últimos anos no domínio de investigação

Leia mais

O ALOJAMENTO NO TERRITÓRIO DOURO ALLIANCE - EIXO URBANO DO DOURO

O ALOJAMENTO NO TERRITÓRIO DOURO ALLIANCE - EIXO URBANO DO DOURO O ALOJAMENTO NO TERRITÓRIO DOURO ALLIANCE - EIXO URBANO DO DOURO Vila Real, Março de 2012 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 4 CAPITULO I Distribuição do alojamento no Território Douro Alliance... 5 CAPITULO II Estrutura

Leia mais

POSIÇÃO DA UGT SOBRE A ACTUAÇÃO DO FMI EM PORTUGAL

POSIÇÃO DA UGT SOBRE A ACTUAÇÃO DO FMI EM PORTUGAL POSIÇÃO DA UGT SOBRE A ACTUAÇÃO DO FMI EM PORTUGAL O crescimento económico e a redução do desemprego são hoje os grandes desafios que a Europa enfrenta. Em Portugal, a situação económica e social é hoje

Leia mais

NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952

NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952 NORMAS INTERNACIONAIS DO TRABALHO Convenção (n.º 102) relativa à segurança social (norma mínima), 1952 Bureau Internacional do Trabalho 1 Ratificação Como são utilizadas as Normas Internacionais do Trabalho?

Leia mais

Conciliação entre vida profissional, familiar e privada

Conciliação entre vida profissional, familiar e privada C 102 E/492 Jornal Oficial da União Europeia PT 28.4.2004 P5_TA(2004)0152 Conciliação entre vida profissional, familiar e privada Resolução do Parlamento Europeu sobre a conciliação entre vida profissional,

Leia mais

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 APROVADO EM SESSÃO PLENÁRIA DO CLAS 21 DE MAIO DE 2013 1 NOTA INTRODUTÓRIA O Diagnóstico Social constituiu a base de trabalho da ação dos Parceiros Locais.

Leia mais

Seminário Ordem dos Engenheiros Colégio de Engenharia Mecânica 9 de Outubro de 2013

Seminário Ordem dos Engenheiros Colégio de Engenharia Mecânica 9 de Outubro de 2013 Seminário Ordem dos Engenheiros Colégio de Engenharia Mecânica 9 de Outubro de 2013 Inovação Competitividade Financiamento Provas de Conceito Com maior ou menor relevância, há mais de um século, que as

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS.

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS Documento Justificativo Fevereiro de 2007 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel:

Leia mais

ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE ACEF/1112/20967 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR Gabinete do Ministro CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR Breve apresentação da proposta de Orçamento de Estado para 2008 23 de Outubro de 2007 Texto

Leia mais

«Erasmus+» - Perguntas mais frequentes

«Erasmus+» - Perguntas mais frequentes COMISSÃO EUROPEIA NOTA INFORMATIVA Estrasburgo/Bruxelas, 19 de novembro de 2013 «Erasmus+» - Perguntas mais frequentes (ver também IP/13/1110) O que é o «Erasmus+»? O «Erasmus+» é o novo programa da União

Leia mais

4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS

4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS 4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS A abordagem estratégica que se pretende implementar com o Plano Regional da Água deverá ser baseada num conjunto de princípios nucleares que, sendo unanimemente

Leia mais

Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME)

Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME) COMISSÃO EUROPEIA Bruselas, 16.11.2011 C(2011)8317 final Assunto: Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME) Excelência, Procedimento

Leia mais

Situação das mulheres que se aproximam da idade da reforma

Situação das mulheres que se aproximam da idade da reforma 22.2.2013 Jornal Oficial da União Europeia C 51 E/9 Situação das mulheres que se aproximam da idade da reforma P7_TA(2011)0360 Resolução do Parlamento Europeu, de 13 de Setembro de 2011, sobre a situação

Leia mais

GPE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_ e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. Nº 12 Dezembro 2009

GPE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_ e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. Nº 12 Dezembro 2009 Boletim Mensal de Economia Portuguesa Nº 12 Dezembro 2009 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento GPE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação_

Leia mais

Quadro 1 Evolução anual do stock de empresas. Stock final

Quadro 1 Evolução anual do stock de empresas. Stock final Demografia de empresas, fluxos de emprego e mobilidade dos trabalhadores em Portugal ESTATÍSTICAS STICAS em síntese 2006 A informação que se divulga tem como suporte o Sistema de Informação Longitudinal

Leia mais

OS DESAFIOS DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI

OS DESAFIOS DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI OS DESAFIOS DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI Maria de Lurdes Rodrigues Em matéria de educação, em quase todo o mundo, foram definidas regras que consagram o objetivo de proporcionar a todas as crianças

Leia mais

Introdução. Procura, oferta e intervenção. Cuidados continuados - uma visão económica

Introdução. Procura, oferta e intervenção. Cuidados continuados - uma visão económica Cuidados continuados - uma visão económica Pedro Pita Barros Faculdade de Economia Universidade Nova de Lisboa Introdução Área geralmente menos considerada que cuidados primários e cuidados diferenciados

Leia mais

Evolução da FBCF Empresarial Taxa de Variação Anual

Evolução da FBCF Empresarial Taxa de Variação Anual Inquérito Qualitativo de Conjuntura ao Investimento Inquérito de Outubro de 2006 31 de Janeiro de 2007 TAXA DE VARIAÇÃO DO INVESTIMENTO PARA 2006 REVISTA EM BAIXA Os resultados do Inquérito ao Investimento

Leia mais

Contributo da APRITEL. 16 de Outubro de 2007. APRITEL BoasPraticasAP 20071022b.doc 1/9

Contributo da APRITEL. 16 de Outubro de 2007. APRITEL BoasPraticasAP 20071022b.doc 1/9 Aquisição de serviços na área das comunicações pela Administração Pública Ofertas de Referência Boas Práticas para a melhoria do processo e para a promoção da concorrência Contributo da APRITEL 16 de Outubro

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA, IOLANDA CINTURA SEUANE, MINISTRA DA MULHER E DA ACÇÃO SOCIAL DE MOÇAMBIQUE SOBRE O TEMA DESAFIOS DA PROTECÇÃO SOCIAL PARA ALCANÇAR A SEGURANÇA ALIMENTAR

Leia mais