III-115 RECICLAGEM: BENEFÍCIOS E PERDAS OBTIDAS EM CAMPO GRANDE MS

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1 III-115 RECICLAGEM: BENEFÍCIOS E PERDAS OBTIDAS EM CAMPO GRANDE MS Getúlio Ezequiel da Costa Peixoto Filho (1) Engenheiro Ambiental pela Universidade Católica de Brasília UCB. Mestrando em Tecnologias Ambientais com Ênfase em Gestão de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul UFMS. Agente Fiscal de Meio Ambiente: Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável SEMADES/PMCG. Paulo Tarso Sanches de Oliveira (2) Acadêmico de Engenharia Ambiental pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul UFMS. Abél Costa de Oliveira (3) Advogado pela Faculdade de Direito da Alta Paulista Tupã-SP. Especialista em Direito Ambiental pela Universidade Cândido Mendes do RJ. Mestrando em Gestão e Auditoria Ambiental pela Fundação Universitária Ibero-Americana FUNIBER. Consultor Ambiental e Professor de Direito Ambiental do Ministério Público MS. Endereço (1) : Rua Sebastião Lima, Monte Líbano Campo Grande - Mato Grosso do Sul - CEP: Brasil - Tel: +67 (xx) Fax: +67 (xx) RESUMO O modo de consumo verificado nos últimos anos associado ao crescimento populacional, mudança de hábitos e costumes e desenvolvimento industrial tem provocado o aumento da quantidade de resíduos sólidos, agravando os problemas de disposição final. Deste modo, a procura por soluções viáveis de tratamento e destinação final dos resíduos sólidos é cada vez mais freqüente por parte dos municípios. Assim, uma das alternativas que se mostra viável para o tratamento de uma parcela dos resíduos sólidos é a reciclagem. Deste modo o objetivo deste trabalho é analisar quantitativamente o comercio e reciclagem da lata de alumínio, papel/papelão e plástico, verificando os benefícios ambientais, sociais e econômicos obtidos por meio da reciclagem destes materiais em Campo Grande MS. Para tanto foi realizado um levantamento junto a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMADES) das empresas licenciadas que prestam serviços de comercialização e reciclagem. Posteriormente, gerou-se um questionário fechado, sendo este aplicado a estas empresas, no período de outubro a novembro de O índice de materiais coletados para a reciclagem obtido em Campo Grande foi de 50,85%, sendo que este índice diminui em cerca de 14% o total de resíduos depositados diariamente no aterro. Apesar dos poucos incentivos, este setor mostrou-se crescente no município, já que estão em processo de Licenciamento Ambiental mais 4 (quatro) empresas que irão processar materiais plásticos, papel e papelão. PALAVRAS-CHAVE: Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), mercado de materiais recicláveis, reciclagem. INTRODUÇÃO Os problemas sanitários e sociais ocasionados pela falta de gerenciamento adequado dos resíduos sólidos, têm despertado ultimamente o interesse dos municípios em minimizar tais problemas, visto que a quantidade de resíduos sólidos gerada está aumentando de forma exponencial. Este aumento pode ser explicado pelo crescimento populacional, principalmente urbano, modelo atual de consumo, mudança de hábitos e costumes e desenvolvimento industrial. De acordo com Acurio et al. (1997 apud Ferreira, 2000), no Brasil a geração per capita diária de resíduos sólidos varia de 05 a 1,2kg/hab, dependendo das condições econômicas da cidade. Segundo a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2000), no Brasil são produzidos diariamente cerca de 126 mil toneladas de resíduos sólidos. Os dados relativos às formas de disposição final de resíduos sólidos distribuídos de acordo com a população dos municípios, indicam que 63,60% dos municípios brasileiros depositam seus resíduos sólidos em vazadouro a céu aberto (lixões), 13,80% informam que utilizam aterros sanitários e 18,40% dispõem seus resíduos em aterros controlados. Os 5% dos entrevistados restantes não declaram o destino de seus resíduos. ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 1

2 Assim, verifica-se a necessidade de serem adotadas técnicas e procedimentos contemplados em um Sistema Integrados de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Urbanos (SIGRSU), que vise a sensibilização da população, reeducação, diminuição de geração de resíduos na fonte, reutilização, coleta seletiva, reciclagem, compostagem e destinação final adequada. Segundo Lima (2001), gerenciar resíduos de uma forma integrada é articular ações normativas, operacionais, financeiras e de planejamento que uma administração municipal desenvolve, apoiada em critérios sanitários ambientais e econômicos, para coletar, tratar e dispor o lixo de uma cidade, ou seja, é acompanhar de forma criteriosa todo o ciclo dos resíduos, da geração a disposição final, empregando as técnicas e tecnologias mais compatíveis com a realidade local. Uma solução viável para o tratamento de uma parcela dos resíduos sólidos, desde que acompanhada, ou seja, integrada a um SIGRSU, é a reciclagem. De acordo com D Almeida & Vilhena (2000), a reciclagem é o resultado de uma série de atividades, pela qual, materiais que se tornariam lixo, ou então no lixo, são desviados, coletados, separados e processados para serem usados como matéria-prima manufaturada de novos produtos. Alguns benefícios de se reciclar componentes presentes nos Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) são: a diminuição do volume de resíduos a ser aterrado, ocasionando o aumento da vida útil do aterro; a preservação dos recursos naturais (matéria-prima não renovável); economia de energia elétrica; redução dos níveis de poluição da água e do ar; geração de empregos, além de estimular o desenvolvimento de uma maior consciência ambiental e dos princípios de cidadania por parte da população. Deste modo este trabalho tem como objetivo estudar o comércio de materiais recicláveis no Município de Campo Grande, a fim de identificar os ganhos e as perdas obtidas através da reciclagem, do ponto de vista ambiental, social e econômico. MATERIAIS E MÉTODOS Primeiramente realizou-se um levantamento de dados junto a Secretaria Municipal de Serviços e Obras Públicas (SESOP) e Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMADES), com o intuito de analisar quantitativamente e qualitativamente os resíduos sólidos urbanos gerados em Campo Grande. Posteriormente realizou-se junto a SEMADES, um levantamento de dados referente às empresas licenciadas que comercializam materiais recicláveis no município. A partir deste levantamento, foi possível obter informações gerais de cada empresa que comercializa materiais recicláveis na capital. Deste modo, com o intuito de avaliar as características do comércio de materiais recicláveis no município, gerou-se um questionário fechado, que foi aplicado às empresas deste setor, no período de outubro a novembro de O referido questionário avaliou a quantidade de material reciclado, preço de compra e venda, materiais que possuem maior variabilidade no preço, número de funcionários (empregos diretos e indiretos), salário médio, quantidade gasta de energia, água, transporte, materiais recicláveis que a empresa mais trabalha, o destino dos materiais recicláveis e quais são os fornecedores de materiais recicláveis. Observou-se que em Campo Grande existem cerca de 40 (quarenta) empresas que comercializam materiais recicláveis, no entanto, o mercado é controlado por 6 (seis) destas, o restante das empresas funcionam como receptadoras, pois vendem os materiais coletados a estas seis empresas. Deste modo, o questionário foi aplicado as seis empresas que controlam o mercado de comercialização de materiais recicláveis no município. De acordo com os questionários aplicados, optou-se em escolher o alumínio, papel/papelão e o plástico, devido ao fato destes serem os materiais mais comercializados pelas empresas em Campo Grande. RESULTADOS E DISCUSSÕES A Tabela 1 apresenta a evolução da quantidade anual dos resíduos sólidos coletados no Município de Campo Grande, no período de 1985 a Pode-se constatar que em 20 (vinte) anos, de 1985 a 2005, a quantidade coletada de resíduos sólidos aumentou em média 7,27% ao ano. Este crescimento pode ser explicado pelo aumento da população urbana, melhoria da qualidade de vida, mudança de hábitos e costumes. ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 2

3 Tabela 1 - Quantidade de Resíduos Sólidos Coletados em Campo Grande no período de 1985 a 2006 Ano Resíduos Coletados (ton) Ano Resíduos Coletados (ton) , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,12* * Até o mês de maio de Fonte: PLANURB, (2006) De acordo com Philippi Júnior (1999 apud D ALMEIDA & VILHENA, 2000), cerca de 52,5% dos resíduos sólidos no Brasil é constituído de matéria orgânica e cerca de 31,3% é constituído de materiais recicláveis (plástico, metal, vidro, papel e papelão). Os dados da composição gravimétrica realizada em Campo Grande não fogem muito da realidade brasileira, visto que, cerca de 63% dos resíduos sólidos urbanos é constituído de matéria orgânica e 32% é constituído de materiais recicláveis (plástico, metal, vidro, papel e papelão) (Figura 1). Metais ferrosos e não ferrosos - 3% Vidro - 2% Papel e papelão 15% Matéria Organica 63% Pedras- 1% Plástico (duro e mole) - 12% Madeira - 1% Pano e Estopa 2% Couro e Borracha 1% Figura 1 Composição gravimétrica dos resíduos sólidos urbanos de Campo Grande Fonte: (Campo Grande, 2000) Segundo Campo Grande (2000), especificamente no item do relatório referente a projeções, no que tange ao crescimento da taxa de geração per capita do lixo até 2020, a taxa de geração per capita em 2006 seria de 0,815 kg/hab.dia (Tabela 2). Tabela 2 Projeção das taxas de geração per capita no período de 1999 a 2007 Ano Taxa de geração per capita projetada (kg/hab.dia) , , , , , , , , ,838 Fonte: (Campo Grande, 2000) De acordo com IBGE (2006), a população de Campo Grande estimada em 2006 é em torno de habitantes. Assim utilizando a taxa de geração per capita e a população estimada da capital em 2006, a geração total de resíduos sólidos no município pode ser estimada em 624 t/dia. Considerando a geração diária de 624t, ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 3

4 calculada para o ano de 2006, pode-se estimar a apresentados no Figura 1 (Tabela 3). quantidade dos diversos tipos de resíduos sólidos Tabela 3 Quantidade estimada gerada diariamente por tipo de resíduo em Campo Grande Resíduo Sólido Quantidade (t/dia) Matéria orgânica 393,12 Papel e papelão 93,6 Plástico duro e mole 74,88 Metais ferrosos e não ferrosos 18,72 Pano e estopa 12,48 Madeira 6,24 Vidro 12,48 Couro e borracha 6,24 Pedras 6,24 A Tabela 4 apresenta o valor médio de compra dos materiais recicláveis (limpos) obtidos nas empresas que comercializam tais materiais em Campo Grande. Tabela 4 Valor de compra (2006) Material Valor Médio/tonelada* Papelão 136,00 Papel Misto 50,00 Papel Misto Branco 185,00 Branco 185,00 Garrafinha colorido 365,00 Plástico Mole Misto 265,00 Plástico Duro 285,00 PET 380,00 PET óleo 160,00 Lata de Alumínio 2.740,00 Panela 2.890,00 Metal 4.225,00 Inox 2.020,00 Cobre 8.250,00 *Preço da tonelada em Reais (material limpo) COMERCIALIZAÇÃO DA LATA DE ALUMÍNIO PARA A RECICLAGEM Em Campo Grande, observou-se que materiais que possuem alto valor de compra, como o alumínio, quase não chegam ao aterro, por isso não se caracterizou esse material na composição gravimétrica. Dos materiais estudados, o alumínio é o material reciclável de maior valor, consequentemente é o material que as empresas de reciclagem dão maior preferência, onde cada tonelada deste, alcança preço superior a 9 vezes ao material plástico, o segundo em maior valor (Tabela 4). A Tabela 5 apresenta os dados utilizados para quantificar os ganhos obtidos por meio da reciclagem da lata de alumínio. ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 4

5 Tabela 5 Dados utilizados Peso da lata de Alumínio 1 13,5g Quantidade consumida no Município de Campo Grande em (2006) latas/mês Quantidade comercializada em Campo Grande para reciclagem (2006) latas/mês Per capita 11 latas/mês Índice de reciclagem 2 96,2% Economia alcançada em energia 3 95% Tarifa de energia elétrica 4 220,86/MWh Matéria-prima 3 5t de bauxita são necessárias para produzir 1t de alumínio Redução na poluição atmosférica 3 95% Redução na poluição da água 3 97% Fonte: 1 ABRALATAS (2007); 2 ABAL (2007); 3 CALDERONI (2003); 4 ANEEL (2006) De acordo com Calderoni (2003), para a obtenção de uma tonelada do alumínio requerido para a produção da lata de alumínio são necessárias cerca de 17,6 mil kwh. A energia requerida para a reciclagem desse material se encontra em torno de 700 kwh/t, deste modo a economia de energia obtida pela reciclagem da lata de alumínio alcança 95%. Assim considerando a tarifa de energia elétrica média, referente ao ano de 2006, cobrada das indústrias do Centro Oeste de R$ 220,86/MWh (ANEEL, 2006), tem-se uma economia proporcionada pela reciclagem do alumínio de R$ 3.732,53/t. Em Campo Grande, foi obtido um montante de 111,7 t/mês de latas de alumínio comercializado, assim a economia anual de energia, proporcionada pela reciclagem do alumínio, é cerca de R$ 5,0 milhões. Considerando o peso da lata de alumínio vazia de 13,5g, os 111,7 t/mês comercializado na capital corresponde a latas/mês, assim considerando o percentual de reciclagem da lata de alumínio obtida em Campo Grande equivalente a 96,2%, média nacional de reciclagem da lata de alumínio em 2005 (ABAL, 2007), o total gerado destas é cerca de latas/mês, deste modo pode-se dizer que a geração per capita em Campo Grande é de aproximadamente 11 latas/pessoa.mês, podendo variar de acordo com a época do ano. O preço médio de comercialização da lata de alumínio em Campo Grande é de R$ 2.740,00/t, assim pode-se estimar que a venda do alumínio na capital esteja movimentando anualmente cerca de R$ 3,7 milhões. Valor este suficiente para manter anualmente 556 postos de trabalho com salário de R$ 550,00 (salário médio obtido pelos funcionários das empresas que comercializam materiais recicláveis em Campo Grande). Quanto à economia de matéria-prima, são necessárias cinco toneladas de bauxita para produzir uma tonelada de alumínio. Deste modo a reciclagem da lata de alumínio obtida na capital proporciona uma economia estimada anual de bauxita em torno de 6.702t. Estima-se também que através da reciclagem da lata de alumínio é possível uma redução de 97% na poluição de água e 95% na poluição atmosférica. Por meio da Tabela 6 é possível verificar os ganhos obtidos, possíveis e perdidos com a reciclagem da lata de alumínio em 2006 no Município de Campo Grande. Tabela 6 - Ganhos obtidos, possíveis e perdidos através da reciclagem Ambiental 1 Social 2 Econômico 3 Ganho anual bauxita = 6.702t 556 pontos de trabalho R$ 5,0 milhões Ganho anual possível bauxita = 6.967t 578 pontos de trabalho R$ 5,2 milhões Perda anual bauxita = 265t 22 pontos de trabalho R$ 200 mil 1 Economia de matéria prima (bauxita); 2 Postos de trabalho (estimados), obtidos com a venda das latinhas, com salário de R$ 550,00; 3 Economia em energia elétrica. ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 5

6 COMERCIALIZAÇÃO DO PAPEL/PAPELÃO PARA A RECICLAGEM O papel/papelão é o material reciclável mais comercializado em termos de quantidade, pelas empresas desse setor em Campo Grande, sendo também dentre os materiais estudados, o material gerado em maior quantidade. O consumo anual per capita do município é de 44kg, superior ao per capita brasileiro de 39,5kg (BRACELPA, 2005). Em Campo Grande são consumidos mensalmente aproximadamente 2.808t de papel, sendo comercializados para a reciclagem cerca de 1.873t/mês, perfazendo um índice de reciclagem de 66,70%. Este superior ao índice médio obtido no Brasil de 46,90% (CEMPRE,2006). Das 1.873t/mês que são encaminhados para a reciclagem o papelão corresponde a aproximadamente 63,0%. A Tabela 7 apresenta os dados utilizados para quantificar os ganhos obtidos por meio da reciclagem do papel/papelão. Tabela 7 Dados utilizados Quantidade consumida no Município de Campo Grande (2006) 2.808t/mês Quantidade comercializada em Campo Grande para reciclagem (2006) 1.873t/mês Per capita 44Kg/ano Índice de reciclagem em Campo Grande 66,7% Participação percentual de papéis na massa dos RSU coletada em Campo Grande 15% Economia alcançada em energia (1) 70,5% Tarifa de energia elétrica (2) 220,86/MWh Consumo de água (1) L/t Tarifa de abastecimento de água em Campo Grande para indústrias com consumo superior a 10 m 3(3) R$ 7,05/m 3 Matéria-prima (4) A cada tonelada reciclada de papel evita-se o corte de 22 árvores de florestas de replantio Diminuição quanto à poluição atmosférica (1) 74% Fonte: 1 Calderoni (2003); 2 ANEEL (2006); 3 Águas Guariroba S/A (2006); 4 CEMPRE (2004) De acordo com Calderoni (2003), a economia de energia elétrica obtida por meio da reciclagem do papel/papelão proporciona uma redução de 3,51 MWh/t, pois a produção a partir da matéria-prima virgem requer 4,98 MWh e, a partir de aparas, 1,47 MWh. Deste modo, considerando a tarifa de energia elétrica de R$ 220,86/MWh (ANEEL, 2006), tem-se uma economia proporcionada pela reciclagem do papel/papelão de R$ 775,22/t. O município comercializa aproximadamente 66,70% dos materiais papel/papelão gerados, ou seja, cerca de 1.873t/mês, assim no ano de 2006 pode-se estimar uma quantidade de papel/papelão reciclados de t, perfazendo uma economia anual de energia elétrica de cerca de R$ 17,4 milhões. Valor este suficiente para atender a demanda anual de energia elétrica de residências de classe média em Campo Grande, utilizando mensalmente 214 kwh. A economia de energia elétrica perdida pelo restante não reciclado é calculada em torno de R$ 8,7 milhões. Quanto à economia do consumo de água, Calderoni (2003) considera que a reciclagem proporciona uma redução no volume requerido, da ordem de 29,20 L/t. Assim, com o montante anual de t comercializado para a reciclagem, a economia de água alcançada no ano de 2006 em Campo Grande é da ordem de ,15 m 3. Considerando a tarifa de abastecimento de água em Campo Grande para indústrias com consumo superior a 10 m 3 de R$ 7,05/m 3 (Águas Grariroba S/A, 2006), a economia anual em termos monetários obtidos com a reciclagem papel/papelão é de cerca de R$ 4,63 milhões. A perda com o restante não coletado para a reciclagem é da ordem de ,44 m 3 o equivalente a R$ 2,31 milhões. A cada tonelada reciclada de papel evita-se o corte de 22 árvores de florestas de replantio (CEMPRE, 2004). Assim, pode-se estimar que reciclando t no ano de 2006, seriam poupadas árvores. De acordo com a Tabela 8 pode-se verificar a quantidade de papel coletado para a reciclagem, de acordo com sua classificação. Esta classificação foi realizada de acordo com as informações obtidas nas empresas de comercialização de materiais recicláveis em Campo Grande. ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 6

7 Tabela 8 Quantidade de material coletado para a reciclagem em Campo Grande, dividido por tipo Classificação Quantidade (t/mês) Papelão 1.179,00 Misto 370,00 Branco 324,00 Considerando os preços médios obtidos na comercialização do papel/papelão em Campo Grande, pode-se estimar que com a venda do montante de t coletados em 2006 para reciclagem, movimentou-se em Campo Grande cerca de R$ 2,9 milhões. Valor este suficiente para manter anualmente 434 postos de trabalho com salário de R$ 550,00 (salário médio obtido pelos funcionários das empresas que comercializam materiais recicláveis em Campo Grande). No Município de Campo Grande não foi observada nenhuma empresa de grande porte que realiza a reciclagem do papel, no entanto estão em processo de Licenciamento Ambiental 4 (quatro) empresas que reciclarão esse material. Por meio da Tabela 9 é possível verificar os ganhos obtidos, possíveis e perdidos com a reciclagem do papel em 2006 no Município de Campo Grande. Tabela 9 Ganhos obtidos, possíveis e perdidos através da reciclagem Ambiental Social 1 Econômico Ganho anual Água = ,15m 3 R$ 17,4 milhões postos de trabalho Árvores = R$ 4,63 milhões 3 Ganho anual possível Água = ,59m 3 R$ 26,1 milhões postos de trabalho Árvores = R$ 6,94 milhões 3 Perda anual Água = ,44m 3 R$ 8,7 milhões postos de trabalho Árvores = R$ 2,31 milhões 3 1 Postos de trabalho (estimados), obtidos com a venda dos papéis as empresas de comércio de materiais recicláveis, com salário de R$ 550,00; 2 Economia em energia elétrica; 3 Economia monetária do consumo de água. COMERCIALIZAÇÃO DO PLÁSTICO (DURO E MOLE) PARA A RECICLAGEM O plástico depois do papel/papelão é o material mais comercializado para a reciclagem em Campo Grande em termo de quantidade, são cerca de 644,5t/mês. O município possui uma geração de 2.246,4t/mês, deste modo perfazendo um índice de reciclagem de 28,69%, superior ao índice brasileiro de 16,5% (PLASTIVIDA, 2004), no entanto o consumo de material plástico também é mais elevado do que a média brasileira. O consumo per capita de plástico em Campo Grande é elevado, cerca de 35,23kg/hab.ano, sendo o per capita brasileiro de 23kg/hab.ano (ABIQUIM, 2005). A Tabela 10 apresenta os dados utilizados para quantificar os ganhos obtidos por meio da reciclagem do plástico. Tabela 10 Dados utilizados Quantidade consumida no Município de Campo Grande (2006) 2.246,4t/mês Quantidade comercializada em Campo Grande para reciclagem (2006) 644,5t/mês Per capita 35,23Kg/ano Índice de reciclagem em Campo Grande 28,69% Participação percentual do plástico na massa dos RSU coletada em Campo Grande 12% Economia alcançada em energia 1 78,64% Tarifa de energia elétrica 2 220,86/MWh Preço da resina termoplástica 3 R$ 4.400/t Fonte: 1 Calderoni (2003); 2 ANEEL (2006); 3 Obtido nas fabricas de plásticos de Campo Grande. ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 7

8 Segundo Calderoni (2003), a produção do plástico a partir da matéria prima-virgem, consome em energia 6,74 mil kwh/t, caindo para 1,44 mil kwh/t no caso da produção por reciclagem, ou seja, uma economia de 5,3 mil kwh/t. Considerando a tarifa de energia elétrica de R$ 220,6/MWh (ANEEL, 2006), tem-se uma economia proporcionada pela reciclagem do plástico de R$ 1.169,18/t. Considerando o total coletado em Campo Grande para reciclagem no ano de 2006 de 7.734t de plástico, é possível estimar a economia anual de energia elétrica em R$ 9,04 milhões. De acordo com os dados da composição gravimétrica, são coletados cerca de 2.246,4 t/mês de plástico, assim há uma perda anual de cerca de R$ 22,5 milhões com os 1.601,9 t/mês de material plástico não reciclado. Quanto à economia de matéria-prima obtida com a reciclagem do plástico em Campo Grande, considera-se o preço da resina termoplástica obtido nas empresas que fabricam plástico na Capital de R$ 4.400/t, assim esse valor multiplicado pelas 7.734t estimadas de plástico comercializado no ano de 2006 no município, proporciona uma economia de matéria-prima de R$ 34 milhões. Com o restante que não é coletado para a reciclagem, deixa-se de alcançar uma economia de matéria-prima em torno de R$ 84,6 milhões. Na Tabela 11 pode-se verificar a quantidade de material plástico coletado para a reciclagem, de acordo com sua classificação. Esta classificação foi realizada de acordo com as informações obtidas nas empresas de comercialização de materiais recicláveis em Campo Grande. Tabela 11 Quantidade coletada para a reciclagem em Campo Grande, dividida por tipo Classificação Quantidade (t/mês) Garrafinha colorida 202,00 Plástico Mole Misto 133,90 Plástico Duro 88,50 PET 157,50 PET óleo 62,60 Considerando os preços médios obtidos na comercialização do plástico em Campo Grande, pode-se estimar que com a venda do montante de 7.734t coletados em 2006 para reciclagem, movimentou-se em Campo Grande cerca de R$ 2,44 milhões. Valor este suficiente para manter anualmente 370 postos de trabalho com salário de R$ 550,00 (salário médio obtido pelos funcionários das empresas que comercializam materiais recicláveis em Campo Grande). Em Campo Grande estão implantadas 4 (quatro) empresas, que realizam a reciclagem de plástico. Juntas estas empresas processam cerca de 450t/mês, o equivalente a cerca de 70% do material plástico que é coletado para a reciclagem na Capital. Estas empresas processam o plástico, gerando como produto final: plástico granulado, mangueiras e tubulações. Estão em processo de Licenciamento Ambiental mais 3 (três) empresas que irão processar os materiais plásticos. Por meio da Tabela 12 é possível verificar os ganhos obtidos, possíveis e perdidos com a reciclagem do plástico em 2006 no município de Campo Grande. Tabela 12 Ganhos obtidos, possíveis e perdidos por meio da reciclagem Ambiental 1 Social 2 Econômico 3 Ganho anual R$ 34 milhões 370 pontos de trabalho R$ 9,04 milhões Ganho anual possível R$ 118,6 milhões pontos de trabalho R$ 31,54 milhões Perda anual R$ 84,6 milhões 808 pontos de trabalho R$ 22,5 milhões 1 Resina termoplástica 2 Postos de trabalho (estimados) obtido com a venda dos materiais plásticos as empresas de comércio de materiais recicláveis, com salário de R$ 550,00; 3 Economia em energia elétrica. Dentre os materiais recicláveis estudados o plástico foi o que apresentou maiores perdas econômicas, sociais e ambientais, pela não reciclagem. Apesar de obtido um percentual de 28,69% de materiais reciclados, este superior a média brasileira de 16,50%, ainda está tendo destino inapropriado no lixão, cerca de 1.601,9 t/mês. ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 8

9 Como foi verificado que a tendência do consumo de material plástico é crescente, é necessário que o órgão gestor procure maneiras adequadas de gerenciar estes resíduos buscando sensibilizar a população a não geração, a reutilizar quando possível, implantar um programa de coleta seletiva eficiente, dar apoio às empresas do ramo de comercialização e reciclagem, através de incentivos fiscais e compra dos materiais produzidos por estas empresas, e por fim, dispor em área adequada, de maneira correta, os resíduos que não podem ser mais processados ou reutilizados. BENEFICIOS GERAIS OBTIDOS COM A RECICLAGEM As empresas que comercializam materiais recicláveis movimentam cerca de R$ 12,82 milhões anualmente com a compra de produtos recicláveis, gerando aproximadamente 120 empregos diretos e mais de indiretos. O salário médio mensal obtido pelos funcionários devidamente registrados as empresas é de R$ 550,00. A soma dos materiais recicláveis gerados estudados corresponde a t/mês, deste total é coletado para a reciclagem 2.629,2 t/mês, ou seja, 50,85%. Este percentual coletado para a reciclagem, diminui em cerca de 14,04% o total de resíduos depositados diariamente ao lixão. Do total de resíduos coletados (lata de alumínio, papel/papelão e plástico) para a reciclagem, cerca de 10-15%, são processados em Campo Grande, sendo esse valor correspondente apenas ao material plástico. O restante é vendido para outros Estados como São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Dentre os materiais recicláveis estudados observa-se que a lata de alumínio foi o material de maior índice de comercialização para a reciclagem, seguido pelo papel/papelão e o plástico (Figura 2) Lata de Alumínio Papel e Papelão Plástico (duro e mole) Total Quantidade gerada (t/mês) Quantidade coletada para reciclagem (t/mês) Figura 2 Quantidade gerada x quantidade coletada para a reciclagem CONCLUSÕES Este estudo fornece evidencias de que o comércio de materiais recicláveis é rentável e benéfico à área social e ambiental, porém não é solução completa para a gestão dos resíduos sólidos. O município apresentou um índice de reciclagem satisfatório, no entanto verificou-se a falta de incentivo às empresas que comercializam os materiais recicláveis. Apesar disso, o mercado de materiais recicláveis está se mostrando crescente em Campo Grande, visto que encontram-se em processo de Licenciamento Ambiental 4 (quatro) novas empresas de reciclagem. Estas irão processar os materiais: plástico, papel e papelão. O governo deveria apoiar este setor através de incentivos fiscais, como o ICMS, realizar campanhas educativas de não geração, reutilização e reciclagem, ou ainda, adquirir os materiais reciclados. Os materiais reciclados podem ser introduzidos em diversas áreas da Prefeitura Municipal de Campo Grande, que poderia usar folhas de papéis recicláveis para emissão de Ofícios, Licenças, Correspondências, no ensino em escolas municipais e etc., utilizar os sacos de lixo reciclado, as tubulações feitas de material reciclado para construções, dentre outros. ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 9

10 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1 ABAL Associação Brasileira do Alumínio. Índice de reciclagem da lata de alumínio. Disponível em: < Acesso em 16 jan ABIQUIM Associação Brasileira de Indústria Química. Resinas termoplásticas: estatística. Disponível em: < Acesso em 20 jan ABRALATAS Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade. Curiosidades. Disponível em: < >. Acesso em 17 jan Águas Guariroba S/A Tarifa atual. Disponível em: < Acesso em 25 nov ANEEL Agencia Nacional de Energia Elétrica. Tarifas Médias por Classe de Consumo Regional e Brasil (R$/MWh) Tarifas referente ao ano 2006 Janeiro a Agosto. Disponível em: < Acesso em 25 nov BRACELPA - Associação Brasileira de Celulose e Papel. Números do setor: reciclagem. Disponível em: < Acesso em: 18 jan CALDERONI, S. Os bilhões Perdidos no Lixo. São Paulo: Humanitas FLCH/USP, ª ed. 346 p. 8 CAMPO GRANDE. EIA: Instalação de aterro sanitário e de unidade de tratamento de RSS no Município de Campo Grande MS. Arrimo Engenharia e Consultoria LTDA. v. I.A. Campo Grande, CEMPRE Compromisso Empresarial Para a Reciclagem. Caderno de reciclagem: Condomínio. v. 7. São Paulo: p. 10 CEMPRE Compromisso Empresarial Para a Reciclagem. O comportamento da reciclagem no Brasil. n. 90. Novembro/Dezembro de Disponível em: < Acesso em 18 jan D ALMEIDA, M.L.O & VILHENA, A. Lixo municipal: manual de gerenciamento integrado. 2º ed. São Paulo: IPT/CEMPRE, p. 12 FERREIRA, J.A. Resíduos Sólidos: Perspectivas Atuais. In: Sisinno, C.L.S. & Oliveira, R.M de (Org.). Resíduos Sólidos, Ambiente e Saúde: uma visão multidisciplinar. Rio de Janeiro: Fiocruz, p IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Estimativa das populações residentes em 01/07/2006, segundo os Municípios. Disponível em: < Acesso em 14/11/ IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Nacional de Saneamento Básico Disponível em: < Acesso em 10 nov LIMA, J. D de, Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos no Brasil, João Pessoa: ABES, p. 16 PLANURB Instituto Municipal de Planejamento Urbano e Meio Ambiente. Perfil socioeconômico de Campo Grande º ed. rev. Campo Grande, PMCG p. 17 PLASTIVIDA Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos. Pesquisa de mercado de reciclagem. Disponível em: < Acesso em 20 jan ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 10

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