MANUAL MANUAL DO PONTO ELETRÔNICO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MANUAL MANUAL DO PONTO ELETRÔNICO"

Transcrição

1 Código: MT.GPES.001 Data: 30/08/2010 Versão: 1 Página: 1 de 7 DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: 1. INTRODUÇÃO CONSIDERANDO QUE O REGISTRO DE PONTO ESTÁ PREVISTO NA CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO CLT, NO ARTIGO 74, PARÁGRAFO 2, IMPLANTAMOS O PONTO ELETRÔNICO, A FIM DE ATENDER À LEGISLAÇÃO. NOSSO OBJETIVO TAMBÉM É ESCLARECER AO FUNCIONÁRIO, COMO FUNCIONA O SISTEMA DE PONTO ELETRÔNICO, ORIENTANDO-OS PARA QUE FALTAS NÃO VENHAM A ACONTECER, EVITANDO ASSIM, PERDA FINANCEIRA PARA O FUNCIONÁRIO. O REGISTRO DE HORÁRIO FEITO PELO FUNCIONÁRIO É OBRIGATÓRIO, PARA QUE SEJA COMPROVADA SUA PRESENÇA NA EMPRESA, DE ACORDO COM O HORÁRIO ESTABELECIDO NO CONTRATO DE TRABALHO. A ASSIDUIDADE E PONTUALIDADE SÃO CONSIDERADAS PELA EMPRESA, PONTO DE HONRA. ASSIM SENDO, TODOS TÊM A SUA PARCELA DE RESPONSABILIDADE A FIM DE PREVENIR ESSAS OCORRÊNCIAS. 2. ABONO DE FALTAS 2.1. EXAMES SUPLETIVO, VESTIBULAR OU CONCURSO PÚBLICO A UNIMED ABONARÁ AS HORAS NECESSÁRIAS AO COMPARECIMENTO DO EMPREGADO ÀS PROVAS DE EXAMES SUPLETIVO, VESTIBULAR OU CONCURSO PÚBLICO, DESDE QUE O INTERESSADO REQUEIRA O BENEFÍCIO E COMPROVE A SUA INSCRIÇÃO COM ANTECEDÊNCIA MÍNIMA DE 72 (SETENTA E DUAS HORAS) DA REALIZAÇÃO DAS PROVAS, DEVENDO NO MESMO PRAZO, APÓS EXAME, COMPROVAR SUA EFETIVA PARTICIPAÇÃO. NO CASO DO EMPREGADO PLANTONISTA NOTURNO, O ABONO INCIDIRÁ SOBRE A JORNADA IMEDIATAMENTE ANTERIOR AO DIA DA PROVA ACOMPANHAMENTO DE FILHO MENOR DE 06 ANOS SÃO ABONADAS AS FALTAS DO EMPREGADO, NO MÁXIMO DE 5 (CINCO DIAS) POR ANO, SEMPRE QUE FICAR COMPROVADO TEREM AS AUSÊNCIAS, RELAÇÃO COM ATENDIMENTO DE URGÊNCIA OU INTERNAMENTO HOSPITALAR DE FILHO MENOR DE SEIS ANOS, INCLUSIVE ADOTIVO. O ATESTADO DEVE MENCIONAR UM DESSES MOTIVOS E SER HOMOLOGADO NO SSO SERVIÇO DE SAÚDE OCUPACIONAL ATRASOS PODERÃO SER COMPENSADAS FALTAS E ATRASOS NO LIMITE DE DUAS VEZES POR MÊS, EM VIRTUDE DA INCLUSÃO DO BANCO DE HORAS. ATRASOS NÃO COMPENSADOS TÊM DESCONTO DA QUANTIDADE DE HORAS OU MINUTOS NÃO-TRABALHADOS, BEM COMO DO VALOR PERCEBIDO DO DSR (DESCANSO SEMANAL REMUNERADO). GERENTES NÃO PODEM ABONAR FALTAS POR DOENÇA, SEM O DEVIDO ATESTADO MÉDICO.

2 Código: MT.GPES.001 Data: 30/08/2010 Versão: 1 Página: 2 de PERÍODO DE AMAMENTAÇÃO PARA AMAMENTAR O FILHO, ATÉ QUE ESTE COMPLETE SEIS MESES DE IDADE, A MULHER TERÁ DIREITO, DURANTE A JORNADA DE TRABALHO, A DOIS DESCANSOS ESPECIAIS, DE MEIA HORA CADA UM MOTIVOS PERMITIDOS PARA ABONO DE FALTAS E ATRASOS. DIAS 02 DIAS (CONSECUTIVOS) MOTIVO FALECIMENTO DO CÔNJUGE, ASCENDENTES (PAIS, AVÓS, ETC), DESCENDENTES (FILHOS, NETOS, ETC), IRMÃO OU PESSOA DECLARADA NA CTPS DO COLABORADOR COMO DEPENDENTE 02 DIAS (CONSECUTIVOS OU NÃO) ALISTAMENTO ELEITORAL DOCUMENTO COMPROBATÓRIO CERTIDÃO DE ÓBITO 03 DIAS (CONSECUTIVOS) CASAMENTO CERTIDÃO DE CASAMENTO 05 (DIAS CORRIDOS, A CONTAR DA CERTIDÃO DE NASCIMENTO LICENÇA PATERNIDADE DATA DE NASCIMENTO DO FILHO) DO(A) FILHO(A) MEIO EXPEDIENTE TEMPO NECESSÁRIO TEMPO NECESSÁRIO TEMPO MENCIONADO NA DECLARAÇÃO DIAS MENCIONADOS NO COMUNICADO AQUISIÇÃO DE DOCUMENTOS (RG, PIS, TÍTULO ELEITOR) CUMPRIMENTO DAS EXIGÊNCIAS DO SERVIÇO MILITAR EXAME VESTIBULAR E CONCURSO. AVISO COM 72 HORAS DE ANTECEDÊNCIA COMPARECIMENTO À JUSTIÇA DO TRABALHO (RECLAMANTE OU TESTEMUNHA) CONCESSÃO DA COOPERATIVA CARTÃO DE INSCRIÇÃO E DECLARAÇÃO DO COMPARECIMENTO ÀS PROVAS MEDIANTE EMITIDO PELO RH DIAS MENCIONADOS NO ATESTADO DIAS MENCIONADOS NO ATESTADO MÉDICO UM DIA, EM CADA DOZE MESES DE TRABALHO HORAS MENCIONADAS NA DECLARAÇÃO DIAS MENCIONADOS NA DECLARAÇÃO DIAS MENCIONADOS NA DECLARAÇÃO DIAS DO EVENTO ACIDENTE DE TRABALHO ATESTADO MÉDICO DOAÇÃO VOLUNTÁRIA DE SANGUE ATRASO DECORRENTE DE ACIDENTE DE TRANSPORTE JURADOS SORTEADOS PARA COMPARECIMENTO AO JÚRI DEPOIMENTO NA JUSTIÇA, DESDE QUE CONVOCADA OU ARROLADA PARTICIPAÇÃO EM CURSOS, EVENTOS OU SEMINÁRIOS PROMOVIDOS PELA EMPRESA E/OU CUJA PARTICIPAÇÃO SEJA DE INTERESSE DA EMPRESA DEVIDAMENTE AUTORIZADA PELA GERÊNCIA ATESTADO MÉDICO OU CAT EMITIDO POR MÉDICO COOPERADO OU NÃO E VALIDADO PELO MÉDICO DA EMPRESA - SSO COMPROVAÇÃO DA DOAÇÃO ATESTADO FORNECIDO PELA EMPRESA CONCESSIONÁRIA DECLARAÇÃO EXPEDIDA PELA EMPRESA PROMOTORA DO EVENTO OU CERTIFICADO DO CURSO. SE O TREINAMENTO É DA PRÓPRIA UNIMED, APRESENTAR JUSTIFICATIVA ASSINADA PELA GERÊNCIA DA ÁREA OU COORDENAÇÃO.

3 Código: MT.GPES.001 Data: 30/08/2010 Versão: 1 Página: 3 de 7 AFORA OS MOTIVOS MENCIONADOS NO QUADRO ACIMA, OS GERENTES E COORDENADORES NÃO PODEM CONCEDER ABONOS. 3. ADICIONAL NOTURNO QUANDO O FUNCIONÁRIO TRABALHA NO HORÁRIO COMPREENDIDO ENTRE 22:00 HORAS E 05:00 HORAS DA MANHÃ SEGUINTE, TEM DIREITO AO ADICIONAL NOTURNO, QUE É UM ADICIONAL DE 20% (VINTE POR CENTO) SOBRE A HORA NORMAL DIURNA. 4. ALTERAÇÕES DE HORÁRIO DEVEM SER FEITAS A PARTIR DO PRIMEIRO DIA DE CADA MÊS E ENTREGUE AO RH ATÉ O DIA 20 DO MÊS ANTERIOR. EXCEPCIONALMENTE, QUANDO ALGUM FUNCIONÁRIO VOLTAR DE ALGUM AFASTAMENTO (EXEMPLO: CHEGA DE FÉRIAS NO DIA 14), O HORÁRIO PODE SER ALTERADO EM OUTRO DIA DO MÊS, MAS A ENTREGA DO FORMULÁRIO DEVE SER FEITA ATÉ O DIA 20 DO MÊS ANTERIOR, DEVENDO TER A ANUÊNCIA DA GERÊNCIA IMEDIATA. 5. ASSINATURA É OBRIGAÇÃO DO COLABORADOR, TODOS OS MESES, COMPARECER AO DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS PARA ASSINAR SEU CARTÃO DE PONTO. 6. ATESTADOS MÉDICOS OS ATESTADOS DEVEM SER EMITIDOS POR PROFISSIONAIS DEVIDAQMENTE HABILITADOS E APRESENTADOS EM ATÉ 24 HORAS APÓS A EMISSÃO DOS MESMOS. OS ATESTADOS SÓ SERÃO ACEITOS SE HOMOLOGADOS NO SSO COM O MÉDICO DO TRABALHO DA UNIMED, O FUNCIONÁRIO AVISA AO SETOR SOBRE A AUSÊNCIA E ENTREGA NO RH. SE NÃO PUDEREM SE DESLOCAR DEVE INFORMAR AO SESMT SERVIÇO ESPECIALIZADO DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO, QUE PROVIDENCIA UMA ENFERMEIRA PARA VISITA DOMICILIAR. 7. AUSÊNCIA POR DOENÇA DE FILHO 7.1. ATESTADO MÉDICO PARA INTERNAÇÃO DE FILHO ATÉ SEIS, É ABONADO (ESSA OCORRÊNCIA SÓ É ACEITA ATÉ 5 DIAS POR ANO) FALTA POR DOENÇA DE FILHO ACIMA DESSA IDADE NÃO É ABONADA. SE O PROBLEMA FOR GRAVE, CADA CASO É DISCUTIDO INDIVIDUALMENTE E A AUSÊNCIA PODERÁ SER COMPENSADA ATRAVÉS DO BANCO DE HORAS, EXCETO NOS CASOS DOS PLANTONISTAS QUE PODERÁ USAR AS TROCAS DE PLANTÃO PARA ESTE FIM. 8. ESQUECIMENTO DE CRACHÁ 8.1. REGRA GERAL NÃO SERÃO ACEITAS JUSTIFICATIVAS DE PONTO POR ESQUECIMENTO DE CRACHÁ. A) NO HOSPITAL, O AUXILIAR DE PORTARIA REGISTRA O PONTO DO FUNCIONÁRIO E ANOTA NO LIVRO DE OCORRÊNCIA, COMUNICANDO POSTERIORMENTE O FATO AO RH, PARA AVERIGUAÇÕES. B) NA SEDE, O FUNCIONÁRIO DEVE COMUNICAR AO RH PARA QUE ESTE POSSA PROVIDENCIAR PARA O FUNCIONÁRIO UM CRACHÁ PROVISÓRIO PARA O REGISTRO DE SEU PONTO. O ATRASO NO REGISTRO DE SEU PONTO SERÁ DESCONTADO.

4 Código: MT.GPES.001 Data: 30/08/2010 Versão: 1 Página: 4 de 7 OBS.: MÁXIMO PERMITIDO 02 VEZES AO MÊS. 9. ENTREGA DE OCORRÊNCIAS 9.1. PLANTONISTAS A ENTREGA DE OCORRÊNCIAS PARA O PONTO (TROCA DE PLANTÕES DE JUSTIFICATIVAS), DEVE SER FEITA ATÉ 03 DIAS ÚTEIS ANTES DA TROCA, CONFORME DESCRITO NO ACORDO COLETIVO RESPONSABILIDADE PELA ENTREGA A) DO FUNCIONÁRIO SOLICITAÇÕES DE TROCAS DE PLANTÃO JUSTIFICATIVAS DE FALTAS E ATRASOS B) DO GERENTE OU COORDENADOR SOLICITAÇÃO DE ALTERAÇÕES DE HORÁRIOS SOLICITAÇÃO DE ALTERAÇÕES CONTRATUAIS C) PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS DEVE SER COMPLETO E CORRETO, COM O PREENCHIMENTO DE TODOS OS CAMPOS (DATA CORRETA DO DIA A COMPENSAR, MATRÍCULA, MOTIVO, DATA DA OCORRÊNCIA E NOME COMPLETO). 10. HORAS EXTRAS A LEI SÓ PERMITE O MÁXIMO DE DUAS HORAS EXTRAS POR DIA, EXCETO PARA OS PLANTONISTAS DE 12 (DOZE) HORAS. CASOS EXCEPCIONAIS SERÃO ANALISADOS PELA GERÊNCIA DE RH COM AUTORIZAÇÃO DA DIRETORIA. É PROIBIDA POR LEI E PELA DIRETORIA, A REALIZAÇÃO DE HORAS EXTRAS NO HORÁRIO DO ALMOÇO. HORAS EXTRAS SÓ SERÃO PAGAS/COMPENSADAS SE O PONTO ESTIVER REGISTRADO ELETRONICAMENTE. APENAS EM CASO DE TRABALHO EXTERNO, SERÁ ACEITO O FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO DE HORAS EXTRAS, SEM O RESPECTIVO DE REGISTRO NO PONTO ELETRÔNICO. CONFORME JÁ ORIENTADO, AS HORAS EXTRAS DEVERÃO SER COMPENSADAS DE ACORDO COM O BANCO DE HORAS, BEM COMO DE ACORDO COM A CONVENIÊNCIA DA EMPRESA CONFORME DESCRITO NA CLÁUSULA SEXTA, ÍTEM B NO ACORDO COLETIVO. CLÁUSULA SEXTA REGULAMENTAÇÃO DO BANCO DE HORAS b) A Unimed poderá estabelecer os períodos, que poderá ser semanal, mensal ou anual, nos quais tais horas poderão ser aglomeradas e compensadas pelos trabalhadores, definindo ainda o limite de dias e quantitativo de trabalhadores conforme sua conveniência, a fim de evitar prejuízos no andamento de seu(s) serviço(s); 11. INTERVALO PARA REFEIÇÕES O FUNCIONÁRIO DEVE TER UM INTERVALO MÍNIMO DE UMA HORA PARA ALMOÇAR. DEVE REGISTRAR SEMPRE (NA SAÍDA E NA ENTRADA), CASO CONTRÁRIO GERA MULTA PARA A EMPRESA. A FISCALIZAÇÃO ENTENDE QUE FIZEMOS O FUNCIONÁRIO

5 Código: MT.GPES.001 Data: 30/08/2010 Versão: 1 Página: 5 de 7 TRABALHAR NO SEU HORÁRIO DE ALMOÇO, POR ESSE MOTIVO, NÃO SÃO ACEITAS JUSTIFICATIVAS DE NÃO-BATIDA PARA ESSE CASO. É COMUM O FUNCIONÁRIO APRESENTAR JUSTIFICATIVA DE QUE O RELÓGIO NÃO COMPUTOU O REGISTRO DE PONTO NO SEU INTERVALO DE ALMOÇO. ISSO SÓ OCORRE NAS SEGUINTES HIPÓTESES: A) O FUNCIONÁRIO NÃO ESPEROU PARA OUVIR O BIP E VER A MATRÍCULA NA TELA B) O FUNCIONÁRIO CHEGOU ATRASADO E NÃO QUER QUE A FALTA APAREÇA C) OU O RELÓGIO ESTÁ QUEBRADO, NESSE CASO, NÃO HAVERÁ REGISTRO DE PONTO PARA NINGUÉM, CASO ISTO OCORRA, HAVERÁ UM AVISO NO RELÓGIO, MAS NINGUÉM TERÁ DESCONTOS INDEVIDOS. NÃO HÁ NENHUMA POSSIBILIDADE, AFORA ESTAS MENCIONADAS NOS ITENS ACIMA, DE O RELÓGIO DEIXAR DE REGISTRAR ALGO DE APENAS UM FUNCIONÁRIO. SOB NENHUMA HIPÓTESE DEVE-SE DEIXAR DE REGISTRAR O PONTO NO INTERVALO DA REFEIÇÃO. CASO NÃO HAJA REGISTRO DE PONTO, SERÁ DESCONTADO. É OBRIGATÓRIO O REGISTRO NO HORÁRIO CORRETO. SE O FUNCIONÁRIO SAIR PARA TRABALHO EXTERNO, DEVE REGISTRAR O PONTO NA HORA DE SUA SAÍDA E SEMPRE DO SEU REGRESSO. 12. MARCAÇÕES O PONTO SÓ É CONSIDERADO VÁLIDO SE TIVER MARCAÇÕES (BATIDAS), PARES, OU SEJA, ENTRADAS E SAÍDAS. CASO CONTRÁRIO HAVERÁ PERDA FINANCEIRA PARA O FUNCIONÁRIO. 13. MOTIVOS NÃO-JUSTIFICÁVEIS PARA COMPENSAÇÃO NÃO REGISTRAR O PONTO (EM QUALQUER HORÁRIO) TROCAR O PLANTÃO POR DIA DE FOLGA (NÃO PODE OCORRER, É ILEGAL) ESQUECER O CRACHÁ 14. PLANTÕES DIURNOS X NOTURNOS NÃO PODEMOS TER ESCALAS DE TRABALHO, ONDE O MESMO FUNCIONÁRIO, EM UM MESMO MÊS, ESTEJA TRABALHANDO EM TURNOS DIFERENTES. ÚNICA EXCEÇÃO: FUNCIONÁRIO EM REGIME DE ESCALA DE REVEZAMENTO, PREVISTOS NO ACORDO COLETIVO, E MUDANÇA DE TURNO PARA O FERISTA DENTRO DE CADA MÊS. 15. PRAZO PARA ENTREGA DE JUSTIFICATIVAS A) ATÉ 72 (SETENTA E DUAS HORAS) DE ANTECEDÊNCIA DA OCORRÊNCIA. B) ATÉ 48 HORAS APÓS A OCORRÊNCIA QUANDO A TROCA FOR EMERGENCIAL. CASO NÃO ENVIEM NESTES PRAZOS, O COLABORADOR SOFRERÁ DÉBITO DE HORAS NO SEU RECIBO DE SALÁRIO, POIS O PONTO SERÁ APURADO NESTES PRAZOS, E RECEBER APÓS ESTA DATA, GERA UM RETRABALHO IMENSO. 16. REGISTRO DE PONTO DE FUNCIONÁRIO POR OUTRO NÃO É PERMITIDO SOB NENHUMA HIPÓTESE. FUNCIONÁRIO PODE SER DEMITIDO POR JUSTA CAUSA 17. SAÍDA ANTECIPADA PROCEDER DA MESMA FORMA QUE EM ATRASOS. DEVE INFORMAR À GERÊNCIA. SE O MOTIVO FOR A SERVIÇO, O GERENTE ABONA. SE O MOTIVO FOR PARTICULAR, O FUNCIONÁRIO COMPENSA NO MESMO MÊS, EXCETO OS PLANTONISTAS.

6 Código: MT.GPES.001 Data: 30/08/2010 Versão: 1 Página: 6 de LOTADO NA SEDE E TRABALHANDO NO HOSPITAL E VICE-VERSA O FUNCIONÁRIO DO HOSPITAL, QUE POR ALGUM MOTIVO ESTIVER, NO HORÁRIO DE TRABALHO, NA SEDE (OU VICE-VERSA, O FUNCIONÁRIO DA SEDE QUE SE ENCONTRA NO HOSPITAL EM HORÁRIO DE TRABALHO, DEVE REGISTRAR SEU PONTO ONDE ESTIVER). O SISTEMA DE PONTO É INTEGRADO. 19. TROCA DE PLANTÃO TROCAR PLANTÕES É UM DIREITO EXCLUSIVO DOS FUNCIONÁRIOS QUE TRABALHAM EM REGIME DE ESCALA. PARA TER ESSE DIREITO, ALGUMAS REGRAS DEVEM SER OBSERVADAS. AS PRINCIPAIS, SÃO: RESPEITAR O INTERVALO DE 11 HORAS ENTRE UM PLANTÃO E OUTRO AS TROCAS DEVEM SER FEITAS SEMPRE DENTRO DO MESMO MÊS O FUNCIONÁRIO NÃO PODE ULTRAPASSAR O LIMITE DE TROCAS, QUE SÃO DUAS TROCAS POR MÊS UTILIZAR O FORMULÁRIO AUTORIZAÇÃO DE TROCA PROIBIDO POR LEI TROCA DE PLANTÃO NO DIA DE FOLGA APÓS ENTREGAR O FORMULÁRIO DE TROCA DE PLANTÃO, NÃO DEVE ENTREGAR OUTRO TORNANDO-O SEM EFEITO, EXCETO POR NECESSIDADE DA EMPRESA. 20. ESCALAS DE TRABALHO PARA NÃO DAR PROBLEMA NA APURAÇÃO DO PONTO, O FUNCIONÁRIO DEVE ESTAR LOTADO NO SETOR CORRETO (JÁ LANÇADO NO SISTEMA), OU SEJA, A ESCALA DEVE ESTAR DE ACORDO COM A INFORMAÇÃO DO SISTEMA. SEMPRE QUE UM COLABORADOR FOR REMANEJADO DE SETOR, DEVE-SE PREENCHER O FORMULÁRIO DE ALTERAÇÃO CONTRATUAL E ENTREGAR AO RH. AS ESCALAS DEVEM SER PADRONIZADAS EM SUAS LEGENDAS E CORES. NO RODAPÉ DAS ESCALAS SÓ DEVEM EXISTIR AS LEGENDAS QUE ESTIVEREM EM USO NA ESCALA EM QUESTÃO. ASSIM, DEVE-SE: OBSERVAR PADRÃO DE SIGLAS OBSERVAR PADRÃO DE CORES OBSERVAR PREENCHIMENTO CORRETO DE MATRÍCULA E NOME COMPLETO, POIS TRATA-SE DE DOCUMENTO LEGAL. DEPOIS DA ESCALA ENTREGUE, ELA NÃO DEVE SER ALTERADA (SÓ SE FOR PARA INCLUIR UM FUNCIONÁRIO NOVO). 21. INTERVALO INTER-JORNADA ENTRE AS DUAS JORNADAS DE TRABALHO HAVERÁ UM PERÍODO MÍNIMO DE ONZE HORAS CONSECUTIVAS PARA DESCANSO (ART. 66 CLT). 22. APURAÇÃO DO PONTO FLUXO O RH APURA O PONTO (LANÇANDO TODAS AS TROCAS, JUSTIFICATIVAS E ATESTADOS). EMITE O RELATÓRIO DE APURAÇÃO DO SISTEMA RONDA (FALTAS, ATRASOS, SAÍDAS ANTECIPADAS E/OU INTERMEDIÁRIAS), BEM COMO SUAS COMPENSAÇÕES. HAVERÁ UM SISTEMA DISPONÍVEL PARA CADA GERENTE ACOMPANHAR O COMPORTAMENTO DE CADA COLABORADOR DE SUA ÁERA, REFERENTE À JORNADA DE TRABALHO.

7 Código: MT.GPES.001 Data: 30/08/2010 Versão: 1 Página: 7 de 7 REFERÊNCIAS/DOCUMENTOS COMPLEMENTARES: Consolidação das Leis do Trabalho, CLT. Acordo Coletivo de Trabalho (Unimed João Pessoa/Sindesep). OBSERVAÇÕES GERAIS: Não há outras observações. HISTÓRICO DE REVISÃO: VALIDAÇÃO: Não há revisões. Leonardo Paiva Cavalcanti Elaborou o documento em Marconi Carvalho Elaborou o documento em Elane Brito - Elaborou o documento em Ângela Burity GERENTE DE RH Validou o documento em Katiuscia Barros ENFERMEIRA aprovou e disponibilizou o documento em

Perguntas Frequentes - Trabalhista

Perguntas Frequentes - Trabalhista Perguntas Frequentes - Trabalhista 01) O empregador poderá descontar do empregado as importâncias correspondentes a danos por eles causados? 1º do art. 462 da CLT prevê a possibilidade de que, em caso

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável para o Cerrado Brasileiro N. VALEC NGL-03-01-002

Desenvolvimento Sustentável para o Cerrado Brasileiro N. VALEC NGL-03-01-002 Rev./ VALEC INDICAR NESTE QUADRO EM QUE REVISÃO ESTÁ CADA FOLHA Rev. / 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1-1 1 1 1 0 0 0 16 2 17 3 18 4 19 5 20 6 21 7 22 8 23 9 24 10 25 11 26 12 27 13 28 14 29

Leia mais

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DO DEPARTAMENTO DE PESSOAL - Registro de Ponto

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DO DEPARTAMENTO DE PESSOAL - Registro de Ponto Cópia Controlada nº Código: RHP07 V02 Emissão: 01/12/2013 Folha: 1/20 MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DO - Registro de Ponto Versão 2.0 Cópia Controlada nº Código: RHP07 V02 Emissão: 01/12/2013 Folha:

Leia mais

Profª Karina Gomes Lourenço

Profª Karina Gomes Lourenço Profª Karina Gomes Lourenço A exigência de trabalho à noite, nos finais de semana e nos feriados, uma necessidade freqüente em organizações de saúde, é estressante e frustrante para alguns enfermeiros.

Leia mais

Cartilha Ponto Biométrico

Cartilha Ponto Biométrico Cartilha Ponto Biométrico Secretaria Municipal de Administração, Orçamento e Informação 2 CONTROLE E APURAÇÃO DA FREQUÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA DO MUNICÍPIO DE DIVINÓPOLIS Prezado

Leia mais

Manual Prático Trabalhista e Previdenciário

Manual Prático Trabalhista e Previdenciário Manual Prático Trabalhista e Previdenciário Qual é o prazo para pagamento dos salários dos empregados? R: O pagamento deve ser realizado até o 5º dia útil do mês seguinte. Esta deve ser a data em que deve

Leia mais

NORMA 1/10 NORMA DE CONTROLE DE FREQUÊNCIA S U M Á R I O. 1 Objetivo, 2/10. 2 Definição, 2/10. 3 Competências, 4/10

NORMA 1/10 NORMA DE CONTROLE DE FREQUÊNCIA S U M Á R I O. 1 Objetivo, 2/10. 2 Definição, 2/10. 3 Competências, 4/10 NORMA 1/10 S U M Á R I O 1 Objetivo, 2/10 2 Definição, 2/10 3 Competências, 4/10 4 Procedimentos, 4/10 4.1 Horário de Expediente e Jornada de Trabalho, 4/10 4.2 Registro de Frequência, 5/10 4.3 Apuração

Leia mais

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DEPARTAMENTO DE PESSOAL

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DEPARTAMENTO DE PESSOAL Copia Controlada nº Código: RHP07 V05 Emissão: 30/05/2012 Folha: 1/18 MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS Registro de Ponto Copia Controlada nº Código: RHP07 V05 Emissão: 30/05/2012 Folha: 2/18 1 Conteúdo

Leia mais

CARTILHA ORIENTATIVA FREQUÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS CELETISTAS DA FUNDEPES LOTADOS NO HUPAA. Saúde como Instrumento no Âmbito da UFAL.

CARTILHA ORIENTATIVA FREQUÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS CELETISTAS DA FUNDEPES LOTADOS NO HUPAA. Saúde como Instrumento no Âmbito da UFAL. Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa FUNDEPES Coordenação Administrativo-Financeira COAF Departamento de Gestão de Pessoas DGP CARTILHA ORIENTATIVA FREQUÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS

Leia mais

Prefeitura do Município de Amparo Estado de São Paulo Secretaria Municipal de Administração - SMA Departamento de Recursos Humanos

Prefeitura do Município de Amparo Estado de São Paulo Secretaria Municipal de Administração - SMA Departamento de Recursos Humanos Prefeitura do Município de Amparo Estado de São Paulo Secretaria Municipal de Administração - SMA Departamento de Recursos Humanos Tipo do Instrumento: Regulamento Interno Tema: Frequência dos Empregados

Leia mais

Manual de Recursos Humanos

Manual de Recursos Humanos Manual de Recursos Humanos Associação dos Amigos do Paço das Artes Francisco Matarazzo Sobrinho Organização Social de Cultura 1 Finalidade: Disponibilizar princípios básicos de gestão de pessoal que devem

Leia mais

DEPARTAMENTO PESSOAL

DEPARTAMENTO PESSOAL DEPARTAMENTO PESSOAL DÚVIDAS MAIS FREQUENTES 1 1. Documentos necessários para admissão Para o processo de admissão, o novo funcionário deverá apresentar a relação de documentos abaixo: *Carteira de Trabalho

Leia mais

Da contratação e estabilidade: Estabilidade Após 3 anos de efetivo exercício. (CF 1988, Art. 41)

Da contratação e estabilidade: Estabilidade Após 3 anos de efetivo exercício. (CF 1988, Art. 41) SERVIÇO DE PESSOAL Lista dos benefícios / direitos / deveres dos servidores Legislação trabalhista: ESU http://www.usp.br/drh/novo/esu/esuorig1.html CLT http://www.planalto.gov.br/ccivil/decreto-lei/del5452.htm

Leia mais

NORMA CORPORATIVA DEPARTAMENTO PESSOAL

NORMA CORPORATIVA DEPARTAMENTO PESSOAL 1. OBJETIVO Estabelecer a sistemática para rotinas de Departamento Pessoal. 2. DEFINIÇÕES TRCT: Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho. DP: Departamento Pessoal; DP Central: Departamento Pessoal de

Leia mais

Recursos Humanos. Cálculos de Folha de Pagamento - Férias e Décimo-Terceiro. Férias - Finalidade. Férias - Direito. Patrícia Ramos Palmieri

Recursos Humanos. Cálculos de Folha de Pagamento - Férias e Décimo-Terceiro. Férias - Finalidade. Férias - Direito. Patrícia Ramos Palmieri Recursos Humanos Patrícia Ramos Palmieri Cálculos de Folha de Pagamento - Férias e Décimo-Terceiro 1 Férias - Finalidade A finalidade básica da concessão das férias é o restabelecimento das forças físicas

Leia mais

TÓPICOS ABORDADOS. Departamento Jurídico

TÓPICOS ABORDADOS. Departamento Jurídico TÓPICOS ABORDADOS 1) JORNADA DE TRABALHO 2) HORAS NOTURNAS E ADICIONAL 3) TREINAMENTO PARA USO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 4) CARTÃO DE PONTO 5) REFEIÇÃO 1. JORNADA DE TRABALHO A) LIMITE DIÁRIO E SEMANAL

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO. DESCRIÇÃO DAS ALTERAÇÕES: Alterações Gerais. Esta Regulamentação aplica-se a todos os empregados da MGS.

REGULAMENTAÇÃO. DESCRIÇÃO DAS ALTERAÇÕES: Alterações Gerais. Esta Regulamentação aplica-se a todos os empregados da MGS. TÍTULO: 1 / 14 REVISÃO: 4ª DATA: 16/01/2013 DESCRIÇÃO DAS ALTERAÇÕES: Alterações Gerais ELABORADO POR: Grupo Funcional APROVADO POR: Luzia Soraia Silva Ghader - Presidente VERIFICADO POR: Gilcélia Aparecida

Leia mais

O trabalhador pode começar a trabalhar sem dispor de CTPS? Não. O empregado não poderá ser admitido se não dispuser de CTPS.

O trabalhador pode começar a trabalhar sem dispor de CTPS? Não. O empregado não poderá ser admitido se não dispuser de CTPS. Direitos básicos dos Profissionais de Educação Física PERGUNTAS E RESPOSTAS CTPS Para que serve a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS)? A CTPS serve como meio de prova: a ) da relação de emprego;

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO/2004 SESC - SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SINDAF/DF

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO/2004 SESC - SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SINDAF/DF ACORDO COLETIVO DE TRABALHO/2004 SESC - SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SINDAF/DF ACORDO COLETIVO DE TRABALHO que entre si fazem o SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SESC - Administração Regional no Distrito Federal,

Leia mais

1 - Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado?

1 - Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado? 1 - Qual o prazo que o empregador tem para efetuar o pagamento de salário ao empregado? O pagamento em moeda corrente, mediante recibo, deverá ser feito até o 5º dia útil do período (mês, quinzena, semana)

Leia mais

DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO 1ª Parcela

DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO 1ª Parcela DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO 1ª Parcela Sumário 1. Introdução 2. Quem Tem Direito 3. Valor a Ser Pago 3.1 - Empregados Admitidos Até 17 de Janeiro 3.2 - Empregados Admitidos Após 17 de Janeiro 3.3 - Empregados

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE OCORRÊNCIAS NO SISTEMA GRIFO

ORIENTAÇÕES SOBRE OCORRÊNCIAS NO SISTEMA GRIFO ORIENTAÇÕES SOBRE OCORRÊNCIAS NO SISTEMA GRIFO AS OCORRÊNCIAS PODEM SER INCLUÍDAS PELO MENU FREQUÊNCIA (NO ATALHO DISPONÍVEL NO FINAL NA LINHA DO DIA) OU APENAS PELO MENU OCORRÊNCIA TIPOS DE OCORRÊNCIAS

Leia mais

5. JORNADA DE TRABALHO

5. JORNADA DE TRABALHO 5. JORNADA DE TRABALHO 5.1 DURAÇÃO DA JORNADA A duração normal do trabalho não pode ser superior a oito horas diárias e 44 semanais, sendo facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTO DE APURAÇÃO DE FREQUÊNCIA

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PROCEDIMENTO DE APURAÇÃO DE FREQUÊNCIA 22/0/203. INTRODUÇÃO A Política de Apuração de Frequência tem por objetivo estabelecer as regras para falta e atraso, além de estabelecer controles relativos à apuração de informações de frequência de

Leia mais

DIREITO DO TRABALHO II SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO

DIREITO DO TRABALHO II SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO DIREITO DO TRABALHO II SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO CONTRATO REVISÃO (OAB/FGV 2010.3) Relativamente à alteração do contrato de trabalho, é correto afirmar que (A) o empregador pode, sem a anuência do empregado

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ001554/2010 DATA DE REGISTRO NO MTE: 12/08/2010 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR032670/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.023032/2010-49 DATA DO

Leia mais

MANUAL PARA PREENCHIMENTO DE REQUERIMENTOS ON-LINE

MANUAL PARA PREENCHIMENTO DE REQUERIMENTOS ON-LINE SECRETARIA MUNICIPAL DE GESTÃO PÚBLICA DEPARTAMENTO DE RECURSOS EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO MANUAL PARA PREENCHIMENTO DE REQUERIMENTOS ON-LINE Mogi das Cruzes, 2010. Sumário 1. Requerimentos Disponíveis...

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO/2006 SESCOOP SINDAF/DF

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO/2006 SESCOOP SINDAF/DF ACORDO COLETIVO DE TRABALHO/2006 SESCOOP SINDAF/DF ACORDO COLETIVO DE TRABALHO, que celebram de um lado, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo SESCOOP NACIONAL - CNPJ N.º 03.087.543/0001-86,

Leia mais

DECRETO JUDICIÁRIO Nº 135/2009

DECRETO JUDICIÁRIO Nº 135/2009 DECRETO JUDICIÁRIO Nº 135/2009 Dispõe sobre o registro e controle da freqüência dos servidores do Poder Judiciário. PUBLICADO NO DIÁRIO DO PODER JUDICIÁRIO NO DIA 24 DE AGOSTO DE 2009. A PRESIDENTE DO

Leia mais

PAUTA DE REIVINDICAÇÕES PATRONAL 2015 (Federação)

PAUTA DE REIVINDICAÇÕES PATRONAL 2015 (Federação) PAUTA DE REIVINDICAÇÕES PATRONAL 2015 (Federação) CLÁUSULAS PARA DISCUSSÃO CLÁUSULA PRIMEIRA - VIGÊNCIA E DATA-BASE As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 1º

Leia mais

GRUPO CICAL SISTEMA DE GESTÃO

GRUPO CICAL SISTEMA DE GESTÃO GRUPO CICAL / PO.RH./2008 RECURSOS HUMANOS.REV 1 de 7 VALIDAÇÃO NOMES DATA Elaborador: Verificador Sistema Gestão: Aprovador: Lygia Chaves Ana Paula Portugal Melgaço Wady Cecílio Neto Jair Cecilio Junior

Leia mais

NORMAS E PROCEDIMENTOS SOBRE JORNADA DE TRABALHO

NORMAS E PROCEDIMENTOS SOBRE JORNADA DE TRABALHO NORMAS E PROCEDIMENTOS SOBRE JORNADA DE TRABALHO 1. OBJETIVO O departamento de Recursos Humanos da FECAP pretende com esse manual de normas e procedimentos sobre a jornada de trabalho, informar os seus

Leia mais

Perguntas frequentes:

Perguntas frequentes: Perguntas frequentes: O equipamento é regulado para bater ponto só às 7 ou às 8 horas, nos horários tradicionais? Não, você pode bater o ponto em qualquer horário tendo como norte os horários institucionais.

Leia mais

Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil Subsecretaria de Gestão Coordenadoria de Gestão de Pessoas Coordenação de Administração de Pessoas

Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil Subsecretaria de Gestão Coordenadoria de Gestão de Pessoas Coordenação de Administração de Pessoas PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil Subsecretaria de Gestão Coordenadoria de Gestão de Pessoas Coordenação de Administração de Pessoas Cartão de Ponto O

Leia mais

Conteúdo: Suspensão e Interrupção do Contrato de Trabalho. Jornada de Trabalho: Compensação de Jornada; Banco de Horas.

Conteúdo: Suspensão e Interrupção do Contrato de Trabalho. Jornada de Trabalho: Compensação de Jornada; Banco de Horas. Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Direito do Trabalho / Aula 05 Professor: Leandro Antunes Conteúdo: Suspensão e Interrupção do Contrato de Trabalho. Jornada de Trabalho: Compensação de Jornada;

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG000363/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 03/02/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR002753/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.000337/2015-27 DATA DO

Leia mais

PAUTA DE REIVINDICAÇÃO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS DE CAMPINAS, PAULÍNIA, VALINHOS, SUMARÉ e HORTOLÂNDIA

PAUTA DE REIVINDICAÇÃO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS DE CAMPINAS, PAULÍNIA, VALINHOS, SUMARÉ e HORTOLÂNDIA PAUTA DE REIVINDICAÇÃO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES DOMÉSTICOS DE CAMPINAS, PAULÍNIA, VALINHOS, SUMARÉ e HORTOLÂNDIA CAMPINAS JANEIRO/2014 1 PAUTA DE REIVINDICAÇÃO CLÁUSULA 1ª - PISO SALARIAL Fica estipulado

Leia mais

É o empregado, o requisitado, o contratado para função de confiança da administração superior e o titular de órgão executivo de direção superior.

É o empregado, o requisitado, o contratado para função de confiança da administração superior e o titular de órgão executivo de direção superior. 1/7 1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para concessão de licenças. 2. CONCEITOS 2.1. Beneficiado É o empregado, o requisitado, o contratado para função de confiança da administração superior e o titular

Leia mais

2. DIRETRIZES E DISPOSITIVOS LEGAIS:

2. DIRETRIZES E DISPOSITIVOS LEGAIS: Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa FUNDEPES Coordenação Administrativo-Financeira COAF Departamento de Gestão de Pessoas DGP Tipo do Instrumento: Regulamento Interno Tema:

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR001621/2011 DATA DE REGISTRO NO MTE: 17/05/2011 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR020706/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.008089/2011-29 DATA DO

Leia mais

AGÊNCIA REGULADORA DE ÁGUAS, ENERGIA E SANEAMENTO BÁSICO DO DISTRITO FEDERAL PUBLICADA NO BOLETIM ADMINISTRATIVO Nº 03, DE 02/02/2015, PÁGINAS 03 A 08

AGÊNCIA REGULADORA DE ÁGUAS, ENERGIA E SANEAMENTO BÁSICO DO DISTRITO FEDERAL PUBLICADA NO BOLETIM ADMINISTRATIVO Nº 03, DE 02/02/2015, PÁGINAS 03 A 08 AGÊNCIA REGULADORA DE ÁGUAS, ENERGIA E SANEAMENTO BÁSICO DO DISTRITO FEDERAL PUBLICADA NO BOLETIM ADMINISTRATIVO Nº 03, DE 02/02/2015, PÁGINAS 03 A 08 PORTARIA Nº. 17, DE 23 DE JANEIRO DE 2015. Aprova

Leia mais

DIÁRIO OFICIAL Nº. 31389 de 31/03/2009

DIÁRIO OFICIAL Nº. 31389 de 31/03/2009 DIÁRIO OFICIAL Nº. 31389 de 31/03/2009 GABINETE DA GOVERNADORA DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº_03 /2009. O Defensor Público Geral do Estado do Pará, no uso de atribuições previstas

Leia mais

Capítulo I Das Disposições Preliminares

Capítulo I Das Disposições Preliminares RESOLUÇÃO SEPLAG Nº 10, DE 1º DE MARÇO DE 2004 Estabelece normas complementares relativas ao registro, controle e apuração da frequência dos servidores públicos da administração direta, autárquica e fundacional

Leia mais

Cartilha Ponto Eletrônico

Cartilha Ponto Eletrônico Cartilha Ponto Eletrônico Procedimentos Importantes 2014 CAERN Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte. Cartilha: Ponto Eletrônico Procedimentos Importantes. 1. ed. Natal, 2014. Elaboração,

Leia mais

- CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL -

- CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL - - CURSO DE DEPARTAMENTO PESSOAL - Copyright -Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada destes materiais, no todo ou em parte, constitui violação do direitos autorais. (Lei nº 9.610). 4.

Leia mais

MA UAL DE ECURSOS HUMANOS

MA UAL DE ECURSOS HUMANOS CATAVENTOCULTURAL E EDUCACIONAL MA UAL D RECUR O HUMA O 13187 MA UAL DE ECURSOS HUMANOS Catavento Cultural e Educacional Organização Social de Cultura CATA VENTO CULTURAL E EDUCACIONAL MANUAL DE RECURSOS

Leia mais

PAUTA DE REIVINDICAÇÕES PATRONAL 2015 (Fetquim)

PAUTA DE REIVINDICAÇÕES PATRONAL 2015 (Fetquim) PAUTA DE REIVINDICAÇÕES PATRONAL 2015 (Fetquim) CLÁUSULAS PARA DISCUSSÃO CLÁUSULA PRIMEIRA - VIGÊNCIA E DATA-BASE As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 1º

Leia mais

Dúvidas frequentes Direitos e deveres do trabalhador

Dúvidas frequentes Direitos e deveres do trabalhador Dúvidas frequentes Direitos e deveres do trabalhador A Personale Consultoria em Recursos Humanos compilou as principais dúvidas referentes aos direitos e deveres dos trabalhadores no Brasil, baseado no

Leia mais

NEGOCIAÇÃO COM COREN PARA ACORDO COLETIVO DE TRABALHO - PERÍODO DE 1º MAIO DE 2012 A 30 DE ABRIL DE 2013.

NEGOCIAÇÃO COM COREN PARA ACORDO COLETIVO DE TRABALHO - PERÍODO DE 1º MAIO DE 2012 A 30 DE ABRIL DE 2013. NEGOCIAÇÃO COM COREN PARA ACORDO COLETIVO DE TRABALHO - PERÍODO DE 1º MAIO DE 2012 A 30 DE ABRIL DE 2013. GARANTIA DA DATA BASE Fica estabelecido primeiro de maio como data base da categoria REAJUSTE SALARIAL

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2008/2009

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2008/2009 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2008/2009 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ000433/2008 DATA DE REGISTRO NO MTE: 14/10/2008 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR015947/2008 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.032963/2008-13 DATA DO

Leia mais

PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2015/2016 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SESC-AR/DF

PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2015/2016 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SESC-AR/DF PAUTA DE REVINDICAÇÃO - 2015/2016 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SESC-AR/DF CLÁUSULA PRIMEIRA VIGÊNCIA E DATA-BASE As partes fixam a vigência do presente Acordo Coletivo de Trabalho no período

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2011 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ002217/2010 DATA DE REGISTRO NO MTE: 20/10/2010 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR053080/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.035134/2010-15 DATA DO

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA N 119, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2010

PORTARIA NORMATIVA N 119, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2010 INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE PORTARIA NORMATIVA N 119, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2010 Dispõe sobre o horário de funcionamento do Instituto Chico Mendes, jornada de trabalho e controle

Leia mais

DECRETO Nº. 1.370/2015 DE 05 DE JANEIRO DE 2015. O Prefeito Municipal de Querência - MT, no uso de suas

DECRETO Nº. 1.370/2015 DE 05 DE JANEIRO DE 2015. O Prefeito Municipal de Querência - MT, no uso de suas DECRETO Nº. 1.370/2015 DE 05 DE JANEIRO DE 2015. Dispõe acerca da Política de uso do ponto eletrônico e da jornada de trabalho dos servidores públicos do Poder Executivo município de Querência - MT. atribuições,

Leia mais

JORNADA DE TRABALHO SINDIREPA LUCIANA CHARBEL GERÊNCIA DE RELAÇÕES TRABALHISTAS 20 DE JUNHO DE 2013

JORNADA DE TRABALHO SINDIREPA LUCIANA CHARBEL GERÊNCIA DE RELAÇÕES TRABALHISTAS 20 DE JUNHO DE 2013 JORNADA DE TRABALHO SINDIREPA LUCIANA CHARBEL GERÊNCIA DE RELAÇÕES TRABALHISTAS 20 DE JUNHO DE 2013 DURAÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO DIÁRIA: 8 HORAS SEMANAL: 44 HORAS MENSAL: 220 HORAS INTERVALOS PARA DESCANSO

Leia mais

VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO

VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO Orientador Empresarial Servidores Públicos-MTE-Controle de Frequência-REP-Identificação Biométrica PORTARIA MTE nº 206/2011-DOU:

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PB000202/2009 DATA DE REGISTRO NO MTE: 17/06/2009 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR021878/2009 NÚMERO DO PROCESSO: 46224.002474/2009-17 DATA

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2012/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MG002058/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 15/05/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR018377/2012 NÚMERO DO PROCESSO: 46211.004510/2012-13 DATA DO

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 51, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 51, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 51, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010. Dispõe sobre a jornada de trabalho, o registro e o controle da frequência dos servidores da ANAC. A DIRETORA-PRESIDENTE

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2014/2014 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ000529/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 04/04/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR002949/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.003317/2014-97 DATA DO

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO que entre si celebram, de um lado, o SINDICATO DAS INDÚSTRIAS DE CELULOSE, PAPEL E PAPELÃO NO ESTADO DE MINAS GERAIS - SINPAPEL, e, de outro

Leia mais

SINDPD/SC SINDICATO DOS EMPREGADOS EM EMPRESAS DE PROCESSAMENTO DE DADOS DE SANTA CATARINA.

SINDPD/SC SINDICATO DOS EMPREGADOS EM EMPRESAS DE PROCESSAMENTO DE DADOS DE SANTA CATARINA. PAUTA DE REIVINDICAÇÕES 2012/2013 GRUPO I CLÁUSULAS ECONÔMICAS CLÁUSULA 1 ª. REAJUSTE SALARIAL Em 01.08.2012, os salários dos trabalhadores serão reajustados em 100% (cem por cento) do Índice do Custo

Leia mais

Direito do Trabalho I

Direito do Trabalho I Direito do Trabalho I Princípio: continuidade do emprego Art.471 a 476 da CLT. Tanto na interrupção quanto na suspensão do contrato laboral há uma paralisação transitória da prestação de serviço e não

Leia mais

MÉTODOS DE PREVENÇÃO CONTRA AÇÕES TRABALHISTAS PREVENÇÃO CONTRA AUTUAÇÕES FISCAIS TRABALHISTAS AUDITORIA INTERNA TRABALHISTA

MÉTODOS DE PREVENÇÃO CONTRA AÇÕES TRABALHISTAS PREVENÇÃO CONTRA AUTUAÇÕES FISCAIS TRABALHISTAS AUDITORIA INTERNA TRABALHISTA MÉTODOS DE PREVENÇÃO CONTRA AÇÕES TRABALHISTAS PREVENÇÃO CONTRA AUTUAÇÕES FISCAIS TRABALHISTAS AUDITORIA INTERNA TRABALHISTA Fiscalização do Trabalho Finalidade: tem por finalidade assegurar, em todo o

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PRESIDÊNCIA 01/09/2014

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PRESIDÊNCIA 01/09/2014 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PRESIDÊNCIA 01/09/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 33/2014 Dispõe sobre a jornada de trabalho e o registro

Leia mais

É a ausência ao trabalho e pode ser justificada nas seguintes situações:

É a ausência ao trabalho e pode ser justificada nas seguintes situações: Frequência Conceito O comparecimento do servidor na unidade organizacional (local de trabalho) onde tem exercício, para o desempenho das atribuições do seu cargo caracteriza a frequência. A ausência do

Leia mais

PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DATAMEC 2014-2015

PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DATAMEC 2014-2015 PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DATAMEC 2014-2015 EIXO POLÍTICO CAMPANHA EM DEFESA DA DATAMEC E DE SUA HISTORIA. CLÁUSULA REAJUSTAMENTO Os salários fixos ou a parte fixa dos salários mistos, vigentes em 30/04/2014,

Leia mais

A Câmara Superior de Gestão Administrativo-Financeira, no uso das atribuições que lhe conferem o Estatuto e o Regimento Geral desta Instituição, e

A Câmara Superior de Gestão Administrativo-Financeira, no uso das atribuições que lhe conferem o Estatuto e o Regimento Geral desta Instituição, e SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA RESOLUÇÃO N.º 05/2013 Regulamenta o sistema de registro eletrônico

Leia mais

SENAC/DF - SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL

SENAC/DF - SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL CAMPANHA SALARIAL - 2014/2015 ELENCO DE REIVINDICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SENAC-SERVICO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COM COMERCIAL-ADMINISTRACAO REGIONAL DO DF O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ENTIDADES DE ASSISTÊNCIA

Leia mais

Orientações aos estagiários sobre a jornada de trabalho

Orientações aos estagiários sobre a jornada de trabalho Orientações aos estagiários sobre a jornada de trabalho Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos Diretoria-Geral edifício-sede do Ministério Público sala 225 62 3243-8312 diretoria@mpgo.mp.br

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL 1 de 7 28/12/2015 17:24 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2016/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC003175/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 21/12/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR081080/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 47620.002006/2015-72

Leia mais

Manual para utilização do ponto pelo servidor/funcionário/estagiário da SMA

Manual para utilização do ponto pelo servidor/funcionário/estagiário da SMA Manual para utilização do ponto pelo servidor/funcionário/estagiário da SMA Acessar o ponto através de: http://ponto CETESBNET Menu Serviços RH Freqüência Controle de Entrada e Saída O login e senha são

Leia mais

REGULAMENTO/COGEP Nº 001, DE 1º DE JUNHO DE 2012. 2ª Edição Atualizada em 29 de janeiro de 2013.

REGULAMENTO/COGEP Nº 001, DE 1º DE JUNHO DE 2012. 2ª Edição Atualizada em 29 de janeiro de 2013. REGULAMENTO/COGEP Nº 001, DE 1º DE JUNHO DE 2012. 2ª Edição Atualizada em 29 de janeiro de 2013. Dispõe acerca da Política de uso do PONTO ELETRÔNICO E DA JORNADA DE TRABALHO dos servidores do Instituto

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2010/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: DF000470/2010 DATA DE REGISTRO NO MTE: 29/10/2010 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR060279/2010 NÚMERO DO PROCESSO: 46206.012010/2010-62 DATA DO

Leia mais

EMPREGADO. É toda pessoa física que presta serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste, mediante salário. (artigo 3o CLT).

EMPREGADO. É toda pessoa física que presta serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste, mediante salário. (artigo 3o CLT). EMPREGADO É toda pessoa física que presta serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste, mediante salário. (artigo 3o CLT). EMPREGADOR A empresa, individual ou coletiva, que assumindo

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2011/2012 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: RJ000096/2012 DATA DE REGISTRO NO MTE: 18/01/2012 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR064426/2011 NÚMERO DO PROCESSO: 46215.042751/2011-40 DATA DO

Leia mais

ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO MUSEU DE ARTE SACRA SAMAS. MANUAL DE RECURSOS HUMANOS DO MUSEU DE ARTE SACRA

ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO MUSEU DE ARTE SACRA SAMAS. MANUAL DE RECURSOS HUMANOS DO MUSEU DE ARTE SACRA ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO MUSEU DE ARTE SACRA SAMAS. MANUAL DE RECURSOS HUMANOS DO MUSEU DE ARTE SACRA I -FINALIDADE. Este Regulamento tem por finalidade apresentar os princípios básicos de pessoal que devem

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SC002716/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 16/11/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR064091/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46220.006426/2015-78 DATA DO

Leia mais

PAUTA DE REIVINDICAÇÕES PATRONAL - 2012 (Fetquim/CUT)

PAUTA DE REIVINDICAÇÕES PATRONAL - 2012 (Fetquim/CUT) PAUTA DE REIVINDICAÇÕES PATRONAL - 2012 (Fetquim/CUT) CLÁUSULA PRIMEIRA - VIGÊNCIA E DATA-BASE As partes fixam a vigência da presente Convenção Coletiva de Trabalho no período de 1º de novembro de 2012

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 128/2013/TCE-RO

RESOLUÇÃO N. 128/2013/TCE-RO RESOLUÇÃO N. 128/2013/TCE-RO Dispõe sobre a concessão de folgas compensatórias e o gozo de Licença-Prêmio por Assiduidade dos servidores do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2009/2010 Termo de CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO que entre si fazem, o Sindicato dos Empregados em Edifícios e em Empresas de Compra, Venda Locação e Administração de Imóveis

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: CE001531/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 27/10/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR061722/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46205.018555/2014-16 DATA DO

Leia mais

Servidores, Estagiários e Chefia Imediata

Servidores, Estagiários e Chefia Imediata MANUAL DO USUÁRIO Sistema de Controle de Ponto Eletrônico: Servidores, Estagiários e Chefia Imediata MANUAL DO USUÁRIO Sistema de Controle de Ponto Eletrônico: Servidores, Estagiários e Chefia Imediata

Leia mais

CARTILHA SOBRE A EMENDA CONSTITUCIONAL DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS

CARTILHA SOBRE A EMENDA CONSTITUCIONAL DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS 2 de abril de 2013 CARTILHA SOBRE A EMENDA CONSTITUCIONAL DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Hoje foi promulgada uma Emenda Constitucional que amplia os direitos trabalhistas dos empregados domésticos. Alguns direitos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº XXX-CONSELHO SUPERIOR, de XXXXXXXXXX de 2015.

RESOLUÇÃO Nº XXX-CONSELHO SUPERIOR, de XXXXXXXXXX de 2015. RESOLUÇÃO Nº XXX-CONSELHO SUPERIOR, de XXXXXXXXXX de 2015. APROVA O REGULAMENTO DA JORNADA DE TRABALHO, CONTROLE DE FREQUÊNCIA, SERVIÇOS EXTRAORDINÁRIOS E ADICIONAL NOTURNO DOS SERVIDORES DO INSTITUTO

Leia mais

celebram o presente ACORDO COLETIVO DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes:

celebram o presente ACORDO COLETIVO DE TRABALHO, estipulando as condições de trabalho previstas nas cláusulas seguintes: ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: TO000034/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 25/03/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR002378/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46226.001544/2015-30 DATA DO

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 1/5 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ENTIDADES CULTURAIS, RECREATIVAS, DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, DE ORIENTAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, NO ESTADO DO PARANÁ SENALBA/PR, CNPJ 75.992.446/0001-49,

Leia mais

CONTROLE ELETRÔNICO DA EFETIVIDADE SETEMBRO/2012

CONTROLE ELETRÔNICO DA EFETIVIDADE SETEMBRO/2012 PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO SUPERVISÃO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE DIREITOS E REGISTROS ÁREA DE CONTROLE DA EFETIVIDADE CONTROLE ELETRÔNICO DA EFETIVIDADE SETEMBRO/2012

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal Catarinense - Reitoria

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal Catarinense - Reitoria AUXÍLIO-TRANSPORTE Eu,, [nome completo do servidor (a)] 1) DECLARO PARA FINS DE PERCEPÇÃO DE AUXÍLIO-TRANSPORTE, e sob as penas da lei que: Ocupo o cargo de: Matrícula SIAPE n : Local de exercício das

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2015/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PA000361/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 02/06/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR031936/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46222.003478/2015-72 DATA

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: GO000742/2013 DATA DE REGISTRO NO MTE: 14/08/2013 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR016555/2013 NÚMERO DO PROCESSO: 46208.008711/2013-20 DATA DO PROTOCOLO: 09/08/2013 CONVENÇÃO COLETIVA

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2009/2010

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2009/2010 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2009/2010 SINDICATO TRABS ENTIDADES SINDICAIS DO ESTADO M GERAIS, CNPJ n. 17.498.775/0001-31, neste ato representado(a) por seu Diretor, Sr(a). ROGERIA CASSIA DOS REIS NASCIMENTO

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE SINOP ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA SRH 001/2010

CÂMARA MUNICIPAL DE SINOP ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA SRH 001/2010 CÂMARA MUNICIPAL DE SINOP ESTADO DE MATO GROSSO INSTRUÇÃO NORMATIVA SRH 001/2010 Versão: 02 Aprovação em: 20/10/2014 Unidade Responsável: Secretaria de Administração e Finanças - SAF SRH: Sistema Recursos

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO O SINDICATO DOS AEROVIÁRIOS DO AMAZONAS DE UM LADO, E, DE OUTRO LADO, O SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE TÁXI AÉREO - SNETA, TÊM, ENTRE SI, JUSTA E CONTRATADA A SEGUINTE

Leia mais

DIREITOS E DEVERES:TRABALHADOR E EMPREGADOR

DIREITOS E DEVERES:TRABALHADOR E EMPREGADOR DIREITOS E DEVERES:TRABALHADOR E EMPREGADOR Por intermédio destas informações, o SITRIVESCH tem por finalidade informar o trabalhador de seus direitos/deveres. Importante destacar que o não cumprimento

Leia mais

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL

SALÁRIOS, REAJUSTES E PAGAMENTO PISO SALARIAL Página 1 de 7 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2014/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: PR003924/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR053747/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46212.011188/2014-31 DATA

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO DO PONTO DOS PROFESSORES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO DO PONTO DOS PROFESSORES REGISTRO AUTOMATIZADO DAS OCORRÊNCIAS DO PONTO DOS PROFESSORES DA GRADUAÇÃO CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO DO PONTO DOS PROFESSORES a- Descrição: O Núcleo Acadêmico e a área

Leia mais

SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO E AFINS DO ESTADO DA BAHIA

SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO E AFINS DO ESTADO DA BAHIA PAUTA DE REIVINDICAÇÕES 2014-2015 DOS EMPREGADOS DA EMPRESA M DIAS BRANCO S/A 1ª Cláusula - REAJUSTE SALARIAL A Empresa reajustará o salário de seus empregados em 100% (cem por cento) do INPC, apurado

Leia mais

Cartilha Ponto Eletrônico

Cartilha Ponto Eletrônico Divisão de Gestão de Pessoas Unidade de Desenvolvimento de Pessoas Cartilha Ponto Eletrônico Procedimentos Importantes APRESENTAÇÃO Esta cartilha tem como objetivo esclarecer as principais dúvidas ou questionamentos

Leia mais