UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO VEZ DO MESTRE ATIVO PERMANENTE IMOBILIZADO NAS EMPRESAS INDUSTRIAIS

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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO VEZ DO MESTRE ATIVO PERMANENTE IMOBILIZADO NAS EMPRESAS INDUSTRIAIS Wellington Pierre Lemos Rio de Janeiro, 30 de junho de 2003

2 2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PROJETO VEZ DO MESTRE ATIVO PERMANENTE IMOBILIZADO NAS EMPRESAS INDUSTRIAIS OBJETIVOS: Este trabalho visa obtenção de grau no curso de pós-graduação de Finanças e Gestão Coorporativa, tendo como orientadora a professora Mary Sue Pereira.

3 3 O Imobilizado compreende os bens e direitos destinados à manutenção da atividade da empresa. O custo dos bens levados para o imobilizado compreende todos os gastos necessários para ter os bens em funcionamento. DANTE C. MATARAZZO

4 4 AGRADECIMENTOS Ao Senhor Deus.

5 5 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho a minha mulher Marta, que tanto incentivou na sua conclusão. Aos meus filhos Felipe e Gabriel, pela alegria e felicidade que trouxeram para nossa família.

6 6 SUMÁRIO INTRODUÇÃO Capítulo I. CONCEITUAÇÃO DE ATIVO IMOBILIZADO Considerações Gerais Conteúdo das Contas Controle Físico de Bens do Ativo Imobilizado Capítulo II. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Conceitos Custos de Aquisição ou Construção Reavaliação de Bens Por que e Quando Reavaliar? Consertos e Benfeitorias Consertos e Manutenção Benfeitorias Dano Econômico...26 Capítulo III. DEPRECIAÇÃO Conceitos A Depreciação Não é Perda de Valor Retorno do Capital... 30

7 Causas da Depreciação Estimativa da Vida Útil Taxa de Depreciação Métodos de Depreciação Método da Linha Reta Baseada no Tempo Método da Linha Reta Baseada na Produção ou Utilização Depreciação Acelerada Fatores a Serem Considerados na Escolha do Método de Depreciação Contabilização da Depreciação de Cada Período Amortização dos Ativos Intangíveis Baixas do Ativo Imobilizado CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA... 40

8 8 INTRODUÇÃO Por desempenhar grande influência sobre a estrutura financeira e econômica de uma empresa, o estudo do ativo permanente passa a merecer atenção especial. O imobilizado é dotado de duas características básica que são: o risco, dado seu caráter de utilização permanente no processo operacional, e alto custo, que penaliza prioritariamente os resultados da empresa em qualquer decisão equivocada de aquisição. A principal contribuição do investimento em imobilizado e, conseqüentemente, a melhor medida de seu valor econômico é a sua capacidade de gerar lucros para a empresa. Os bens do ativo imobilizado representam normalmente uma parcela significativa do ativo de uma empresa, principalmente no caso de industria. Esses bens têm uma permanência prolongada na companhia, não são destinados à venda e são utilizados na manutenção de suas atividades. Esses ativos são contabilizados por todos os custos envolvidos em sua aquisição, instalação ou para pôr em funcionamento. Em alguns casos, asses custos são acrescidos

9 9 também de reavaliação, a qual representa a diferença entre o valor de mercado do bem e seu valor contábil (custo corrigido menos a depreciação acumulada corrigida). Os bens do ativo imobilizado são deduzidos da depreciação, e que representa um processo de apropriação de custos e despesa e conseqüentemente redução do valor contábil desses bens. A existência da depreciação é devido ao fato de que a maioria dos bens do ativo imobilizado tem uma vida útil limitada e, de acordo com os princípios contábeis, o valor desses bens deve ser registrado como despesa ou custo nos períodos contábeis para os quais a empresa deles se utilizada. A distribuição que se pode notar entre os patrimônios das empresas industriais e os patrimônios das empresas mercantis consistem na existência de bens destinados as transformações industriais e na maior parcela que, ordinariamente, essas empresas são forçadas a imobilizar, em relação ao montante de seu capital próprio. As empresas mercantis aplicam seus capitais, preferencialmente, em bens de venda e só uma pequena parte destinam à aquisição da sede, de moveis,instalações, máquinas para escritório etc., porção essa que, em geral, não excede a cerca de trinta por cento do capital próprio. As empresas industriais, porem, são levadas a maiores imobilizações, normalmente sempre superior à terça parte de seu capital próprio, podendo, mesmo, em muitos casos, ultrapassam a casa dos setenta e cinco por cento. Os capitais próprios das empresas industriais, pois, destinam-se em grande proporção, a aquisição de terrenos, maquinaria, construções de edifício fabris, de galpões, de instalações hidráulicas e elétricas etc. É nessa linha de importância do ativo permanente, subgrupo imobilizado, que se desenvolve este relatório de pesquisa.

10 10 CAPÍTULO I CONCEITOS DE ATIVO PERMANENTE IMOBILIZADO

11 11 Os bens e direitos de propriedade das pessoas jurídicas que essas detêm com a intenção de manter, bem como as despesas que contribuirão para a formação do resultado de mais de um exercício social integram o ativo permanente. O grupo do ativo permanente, conforme o próprio nome sugere, abriga aplicações feitas pela empresa com característica de permanência, como, por exemplo, as participações em outras empresas, às aquisições de equipamentos de produção e os gastos com projetos que contribuirão para formação de resultados em exercícios futuros. O ativo permanente subdivide-se em : investimentos, imobilizado e diferido. Analisaremos cuidadosamente o imobilizado Considerações Gerais A Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976, através do seu artigo 179, item IV, conceitua como contas a serem classificadas no Ativo Imobilizado: Os direitos que tenham por objeto bens destinados à manutenção das atividades da companhia e da empresa, ou exercidos com essa finalidade, inclusive os de propriedade industrial ou comercial. Fica evidenciado que a classificação de bens no Ativo Imobilizado não se acha vinculada à natureza destes, e sim, ao objeto de sua utilização. Desta forma, qualquer direito que represente bens que não estejam empregados na manutenção das atividades da empresa ou a isso destinados deve ser classificado fora do Ativo Imobilizado. Os bens do ativo imobilizado representam uma parcela significativa dos ativos de uma empresa industrial. Esses bens têm uma permanência prolongada na companhia (durabilidade igual ou superior a 1 ano), não são destinados à venda e são utilizados na manutenção de suas atividades.

12 12 As empresas industriais geralmente aplicam mais capital em valores imobilizados, que constituem as instalações e o equipamento necessários à fabricação de seus produtos. Os itens classificados na categoria de ativo imobilizado incluem: a) Bens tangíveis, que constituem uma realidade física e podem ser tocados, tais como maquinaria industrial, ferramentas, móveis e utensílios, edifícios fabris, terrenos, etc.; b) Bens intangíveis, que não constituem uma realidade física e não podem ser tocados, cujo valor reside nos direitos de propriedades que são legalmente conferidos aos possuidores, tais como patentes, marcas, direitos autorais e etc. Integram o Imobilizado os recursos aplicados ou já destinados a bens da natureza citada, mesmo que ainda não em operação, mas que se destinam a tal finalidade, tais como construções em andamento, importações em andamento, adiantamentos para inversões fixas etc. Deve-se observar que as inversões realizadas em bens de caráter permanente, mas não destinadas ao uso nas operações, que poderão vir a ser utilizadas em futuras expansões, como pode acorrer com terrenos e outros bens imóveis, deverão ser classificadas, enquanto não definida sua destinação, no grupo de Investimentos e não no grupo de Ativo Imobilizado. Sua transferência para o Imobilizado se dará quando definida sua utilização e iniciada a fase de expansão. Da mesma forma, as obras de arte adquiridas, que se valorizam com o transcorrer do tempo, deverão estar classificadas no grupo de Investimentos em vez de no Ativo Imobilizado. É comum adquirir bens que têm durabilidade média e não são consumidos imediatamente no processo produtivo ou comercial da empresa (ferramentas e utensílios, por exemplo). O critério básico a observar é da vida útil. Se o bem tiver vida útil superior a um ano, deverá ser imobilizado e posteriormente depreciado segundo sua estimativa de

13 13 vida útil. Caso a vida útil seja inferior a um ano, deverá ser lançado como despesa ou custo. Pode-se utilizar, também, a convenção da materialidade. Bens de vida útil superior a um ano, mas de valor imaterial (irrelevante), podem ser lançados diretamente como despesas ou custos. É o caso de utensílios de escritório, como apontadores, grampeadores, etc, cujos pequenos valores não justificam controle de imobilizado. O Ativo Imobilizado faz parte do Ativo Permanente, sendo que, de forma geral, é composto das seguintes contas: Terrenos Obras Civis Instalações Máquinas, Aparelhos e Equipamentos Móveis e Utensílios Veículos Marcas, Direitos e Patentes Industriais Florestamento e Reflorestamento Direitos sobre Recursos Naturais Depreciação, Amortização e Exaustão Acumuladas (contas credoras) Imobilizações em Andamento O Imobilizado deve ter contas para cada classe do ativo, as depreciações acumuladas devem estar em contas à parte, mas classificadas como redução do ativo. Cada empresa deve elaborar seu plano de contas de acordo com suas necessidades.

14 14 É recomendável a segregação das contas do Ativo Imobilizado, de forma que fique evidenciado o valor dos bens que efetivamente já estão contribuindo para a formação das receitas, em "Bens em Operação", que são todos os bens já em utilização na geração da atividade objeto da sociedade, e "Imobilizações em Andamento", onde se classificam todas as aplicações de recursos de imobilizações (bens ou direitos), mas que ainda não estão operando. Tal procedimento é importante na análise das operações da empresa, particularmente na apuração de índices e comparações entre as receitas e o imobilizado, o que é mais bem apurado utilizando-se o imobilizado em operação, que está gerando as receitas Conteúdo das Contas Entre os itens que habitualmente compõem o ativo imobilizado nas empresas industriais, destacamos: I) Imóveis Compreendendo terrenos e edifícios utilizados para as instalações do estabelecimento industrial assim como as benfeitorias realizadas nesses bens. Os terrenos, onde se está construindo uma nova unidade que ainda não se encontra em operação, devem ser lançados no grupo de Imobilizado em Andamento. Os terrenos sem uma destinação definida devem estar classificados em Investimentos. II) Máquinas, Aparelhos e Equipamentos Compreendendo os instrumentos mecânicos utilizados na produção de bens, de forma direta ou indireta, seja para fabricação de produtos, de peças ou de máquinas, seja para reparos ou transporte mecânico dentro do estabelecimento. Os equipamentos e bens

15 15 de serviços utilizados como base para a realização da atividade da empresa, estão classificados nessa conta. Inúmeras empresas classificam as instalações na própria conta de Máquinas, aparelhos e equipamentos, mantendo controles paralelos para segregação da depreciação. III) Instalações Fabris Compreendendo todos os gastos com instalações indispensáveis à atividade industrial, as quais, em virtude de seu caráter duradouro, são amortizáveis em prazos longos, como: instalações elétricas, hidráulicas, de ar, refrigeração, alto fornos, poços artesianos, diques etc. Esta conta, dependendo do porte, complexidade e tipo de instalações que engloba, deve estar segregada em subcontas para fins de controle e de depreciação, dentro dos exemplos já citados. A conta de Instalações deve referir-se sempre a tais equipamentos e materiais, com a característica de serviços indiretos e auxiliares ao processo produtivo principal. De fato, dependendo do processo produtivo da empresa, algumas dessas instalações não serão auxiliares, mas a fonte principal geradora de seu produto ou serviço e, nesse caso, sua classificação deve ser na conta de Máquinas, Aparelhos e Equipamentos. IV) Ferramentas e aparelhos Compreendendo os equipamentos necessários ao equipamento da indústria, com vida útil superior a um ano, tais como ferramentas de uso manual dos operários, aparelhos para testes de produtos, para controle de tempo, para medir temperatura, para elaborar desenhos e projetos, extintores de incêndio, relógios de ponto e uma infinidade de outros que aplicados direta ou indiretamente permitam ou facilitem o desenvolvimento da produção.

16 16 V) Veículos Compreendendo os meios de transporte, motorizados ou não, utilizados na locomoção de pessoas e de materiais, dentro ou fora do estabelecimento industrial, tais como carros de todos os tipos para transportes de materiais dentro de fábrica, caminhões para entrega dos produtos fabricados, automóveis para uso dos diretores, clientes e vendedores, ônibus ou outros veículos destinados ao transporte de empregados etc. VI) Móveis e utensílios Compreendendo todos os móveis de uso da empresa, quer na fábrica ou no escritório, assim como os pequenos utensílios e objetos de uso, de duração mais ou menos prolongada. VII) Peças e Conjunto de Reposição Onde são registradas as peças (ou conjuntos já montados) destinadas à substituição em máquinas e equipamentos. Tais substituições podem ocorrer em manutenções periódicas de caráter preventivo e de segurança, ou em casos de quebra ou avaria. Dependendo das circunstâncias, as peças ou conjuntos de reposição podem ser classificados no imobilizado ou em conta de Estoques no Ativo Circulante, em função das características específicas de uso, vida útil, destinação contábil etc. Basicamente, devem integrar o imobilizado as peças que serão contabilizadas como adição ao imobilizado em operação, e não como despesas. Ao mesmo tempo, as peças substituídas devem ser baixadas quando da troca. Todavia, essa baixa e adição parcial em muitos casos não são praticamente possíveis, por não ter a empresa a identificação do custo da peça substituída, já que o equipamento a que pertence está registrado pelo valor total. Nesse caso, não se efetiva a baixa da peça substituída, mas a peça nova colocada é apropriada neste momento para despesas. Todavia, há outras considerações e situações a serem analisadas para a classificação das peças no Imobilizado ou Estoques.

17 17 Peças de uso específico e vida útil comum - Muitas vezes, na compra de certos equipamentos de porte, as empresas adquirem no mesmo momento uma série de peças ou conjuntos importantes e vitais ao seu funcionamento, normalmente produzidas e montadas pelo próprio fornecedor do equipamento. Essas peças sobressalentes são de uso específico para tal equipamento e necessárias para que o equipamento não fique paralisado por longo tempo, no caso de necessidade de substituição (preventiva ou corretiva). Nesse caso, tais peças devem ser classificadas no imobilizado e, na verdade, têm vida útil condicionada à vida útil do próprio equipamento; desta forma, são corrigidas monetariamente e depreciadas em base similar do equipamento correspondente, mesmo não sendo usadas. Inversamente, as peças mantidas pela empresa, com disponibilidade normal no mercado e que, portanto, têm vida útil física e valor econômico por si só, ou seja, não vinculados à vida útil e ao valor do equipamento específico da empresa, devem ser classificadas em Estoques no Circulante. Recondicionamento de peças - Este é outro aspecto a ser considerado na decisão da Imobilização ou classificação em Estoques no Circulante. De fato, pode ocorrer que as peças ou conjuntos substituídos após um recondicionamento e uma revisão geral retornem ao estoque de peças de reposição, pois permanecem com utilidade normal, como se novas fossem. Nesses casos, a empresa necessita manter sempre um estoque mínimo de tais peças, com periódica substituição pelas em uso, por segurança e flexibilidade operacional, peças essas que também têm sua vida útil condicionada ao equipamento como um todo. Nessa circunstância, o custo das peças de substituição deve ser classificado no imobilizado, em tal conta, sofrendo correção monetária e depreciação na mesma base, estando ou não em uso. Por seu turno, os custos de recondicionamento das peças ou conjuntos substituídos devem ser apropriados em despesas. quando incorridos.

18 18 Peças e material de consumo e manutenção - Por outro lado, inversamente aos casos anteriores, os estoques mantidos pela empresa, representados por material de consumo destinado à manutenção, como óleo, graxas etc., bem como ferramentas e peças de pouca duração, e que serão transformados em custo de produto ou despesa do período, devem ser classificados em Estoques no Ativo Circulante. À medida que são utilizados ou consumidos, tais itens são apropriados como despesas, ou custos de produto; em outras palavras, não devem ser classificados no imobilizado. VIII) Marcas e Patentes de invenção Representando muitas vezes valor bastante superior às despesas com o seu registro ou sua obtenção. Quando o nome de um produto é bastante conhecido prestigiado, a marca tem geralmente um valor imponderável, representando um fator de vendas e de lucros constantes. Evidentemente tanto essa marca como as patentes, só tem valor para a empresa enquanto aquele produto for por ela fabricado. Esse valor é também difícil de ser determinado, a menos que essa marca ou patente tenha sido adquirida de terceiros, havendo um valor contabilizado que se aproxima do valor de uso para a empresa. Muitas patentes têm tempo limitado de duração, devendo o seu valor ser amortizado dentro desse período. IX) Concessões Representando o direito de exploração de uma determinada atividade ou serviço, como a exploração de jazidas minerais ou de determinados serviços públicos. Seu valor para a empresa poderá der elevado. Quando a concessão é por prazo limitado, o valor contabilizado deve ser amortizado dentro desse prazo. 1.3.Controle físico de bem do ativo imobilizado

19 19 Uma das principais atribuições da contabilidade é o controle do patrimônio da entidade. Para tanto, além do controle exercido por meio dos registros contábeis, torna-se necessária a criação de alguns controles exercidos por meio dos registros contábeis, torna-se necessária a criação de alguns controles extra contábeis, de modo a auxiliar a execução de tal tarefa. Na maioria das empresas, o controle dos bens do ativo imobilizado é feito mediante a fixação de plaquetas de identificação, às quais são atribuídos números que obedecem, tão somente, à ordem cronológica de aquisição. Na escrituração contábil, os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. No Razão Contábil, temos, por exemplo, as contas "Veículos", "Móveis e Utensílios" etc., que registram bens de mesma natureza, adquiridos pela empresa ao longo dos anos. A inconveniência dessa não individualização surge no momento de efetuarse a baixa de determinado bem, pois, para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa, é necessário que se saiba, no mínimo, a data e o valor da aquisição do bem. Como dissemos, na prática torna-se difícil obter os dados de determinado bem do Ativo Imobilizado diretamente da escrituração contábil. Assim, é indispensável, inclusive para efeitos fiscais, que a empresa mantenha registros que permitam identificar os bens, determinar a data e o custo de aquisição, assim como os posteriores acréscimos e baixas parciais a eles referentes. A legislação do Imposto de Renda admite que seja diretamente deduzido como despesa operacional o custo de aquisição de bens do Ativo Permanente de valor igual ou inferior a R$ 326,62, ou cuja vida útil não ultrapasse um ano. Entretanto, para efeito de controle patrimonial e de acordo com a expressividade dos bens, mesmo que estes não figurem no Ativo Imobilizado,

20 20 entendemos ser conveniente a codificação e controle, pois, como comentado acima, o controle patrimonial exercido mediante o controle físico é extra contábil, não ficando necessariamente restrito, portanto, aos valores registrados no Ativo Imobilizado (art.244 RIR/94). CAPÍTULO II CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2.1. Conceitos Conforme a definição da Lei nº 6.404/76, os critérios utilizados para a avaliação dos elementos do Ativo Imobilizado deverão ser avaliados pelo custo de aquisição deduzido dos saldos das respectivas contas de depreciação, amortização ou exaustão, conforme abaixo: "Os direitos classificados no imobilizado, pelo custo de aquisição, deduzido do saldo da respectiva conta de depreciação, amortização ou exaustão"(art.183, item V). A NBC-T-4 _ Da Avaliação Patrimonial estabelece, em seus itens a , os critérios de avaliação dos componentes do ativo imobilizado: _ Os componentes do ativo imobilizado são avaliados ao custo de aquisição ou construção, atualizado monetariamente, deduzido das respectivas depreciações,

21 21 amortizações e exaustões acumuladas, calculadas com base na estimativa de sua utilidade econômica _ Os bens e direitos recebidos por doação são registrados pelo valor nominal ou de mercado, o que for mais claramente identificado _ O fundo de comércio e outros valores intangíveis adquiridos são avaliados pelo valor transacionado atualizado monetariamente, deduzido das respectivas amortizações, calculadas com base na estimativa de sua utilidade econômica. 2.2.Custo de Aquisição ou Construção O custo de aquisição é o valor no qual um ativo imobilizado é registrado na contabilidade. Esse custo pode ser tanto aquele pago pelo ativo (bens adquiridos de terceiros) quanto o de sua fabricação ou construção (desenvolvido pela própria empresa). O custo de um ativo imobilizado inclui todos os gastos necessários a colocá-lo em condições de prestar serviços à empresa. O custo de um terreno, por exemplo, é o preço pago pelo terreno, despesas com escritura, despachante, impostos de transmissão etc. Caso exista construção que não seja de interesse da empresa, os custos de demolição também são registrados como custo do terreno. Na hipótese da compra de equipamento, os custos incluem, além de seu preço, gastos com transporte, prêmio de seguro, gastos com instalação e gastos necessários para posse do bem. Em situações não muito freqüentes, pode ocorrer de um grupo de ativos ser adquirido por um valor global (compra em cesta), sem que seja identificado na transação o valor individual de cada um dos bens adquiridos. Nesses casos, o custo deve ser

22 22 distribuído entre os ativos com base em seus justos valores, entendendo-se como tal o valor pelo qual eles poderiam ser adquiridos individualmente. Segundo o IBRACOM, quando a aquisição de um item do imobilizado (em condições de uso imediato) for financiado, o seu custo é o preço à vista; a diferença entre este valor e o total dos pagamentos é reconhecida como despesa financeira, apropriada nos respectivos períodos de competência. Quando a empresa constrói suas próprias edificações ou equipamentos, acumulam nessas contas os gastos com mão-de-obra, materiais e custos indiretos incorridos na fabricação do ativo até os bens ficarem em condições de uso. Os Princípios Contábeis Geralmente Aceitos, exigem que a empresa também considere como custo de construção os juros pagos durante a construção, raciocinando que os custos de financiamento constituem um custo tão necessário à construção como os materiais e a mão-de-obra. Esses juros são calculados com base nos juros pagos sobre empréstimos tomados pela empresa, e representam custos em que a empresa não incorreria se não estivesse construindo o ativo. A capitalização dos juros pára quando a empresa termina a construção do ativo. Os bens recebidos a título de doação, sem ônus para a empresa, como, por exemplo, terreno doado por uma Prefeitura como incentivo para instalação de indústria no município, devem ser contabilizados pelo justo valor de mercado, a crédito da conta específica de Reserva de Capital (Art. 182, 19, letra d da Lei n.º 6.404/76). Esse entendimento foi corroborado pelas autoridades fiscais através do Parecer Normativo CST n.º 113, de , sendo que, se tal crédito for contabilizado em conta de resultado, ao invés de Reserva de Capital, será tributável. Até o exercício financeiro de 1980, as doações recebidas pela pessoa jurídica não eram tributadas pelo imposto de renda, independentemente da personalidade jurídica do doador. A partir de então, com a vigência do Decreto-lei n.º (art. 19, VIII), são isentas de tributação apenas as doações feitas pelo Poder Público.

23 23 Os bens do ativo imobilizado, incorporados ao patrimônio líquido da empresa para formação do capital social serão contabilizados pelo seu valor de avaliação, aprovado em assembléia geral, estabelecido por três peritos, ou por empresa especializada, nomeados também em assembléia geral dos subscritores (Art. 89 da Lei n.º 6.404/76.) No caso de bens intangíveis desenvolvidos pela companhia, o custo de aquisição deverá ser determinado pela soma de todos os gastos incorridos em seu desenvolvimento. Um exemplo é o direito de extração de minério, onde no custo de aquisição devem ser incluídos todos os gastos desde aqueles com a pesquisa de dimensionamento, viabilidade, técnica (salários de técnicos, estudos geológicos,..), até os necessários à obtenção do documento legal de direito à extração. As empresas também adquirem ativos intangíveis e embora esses ativos intangíveis possam ter uma vida econômica indefinida, seus custos também são alocados aos períodos que deles se beneficiam. Não existe um termo específico associado à amortização de intangíveis Reavaliação de Bens As novas avaliações de bens incorporados ao patrimônio da companhia, se denominam reavaliações, adotando terminologia consagrada no direito tributário. O ato de reavaliar implica avaliar de novo bens que estão avaliados segundo os princípios de contabilidade. São classificadas como Reservas de Avaliação as contrapartidas de aumento de bens do Ativo Permanente em virtude de constatação, com base em laudo especializado emitido por um perito ou empresa especializada, de que possuem valor de mercado superior ao custo contábil do bem. A reavaliação tem por objetivo principal apresentar o valor do patrimônio mais próximo da realidade, principalmente para os processos de fusão, incorporação e cisão.

24 24 A reavaliação é feita mediante aumento em conta de ativo e criação de uma reserva específica no grupo de patrimônio líquido. Não é recomendável a reavaliação de bens adquiridos recentemente, principalmente tendo eles sido adquiridos em condições normais, já que, sob essas condições, o bem é negociado pelo seu justo valor. Muitas empresas fazem, também, uso da faculdade de reavaliação espontânea de ativos apenas quando se encontram com baixo patrimônio líquido. Elevam o valor do seu imobilizado para aumentar o capital próprio. O IBRACON, no seu pronunciamento XXIV, apresenta as hipóteses possíveis de reavaliação: a) Reavaliação Voluntária de Ativos Próprios A empresa decide espontaneamente aumentar o valor de seus ativos em virtude de nova avaliação a preços de mercado. A reavaliação deve restringir-se aos elementos do imobilizado que estão em atividade e com expectativa de serem repostos. A reavaliação deve sempre ser positiva, pois o critério de avaliação do imobilizado não é de "custo ou mercado, dos dois o menor". b) Reavaliação de Ativos por Controladas e Coligadas A reavaliação espontânea por uma coligada ou controlada avaliada pelo método da equivalência patrimonial é diretamente refletida na investidora através de acréscimo na conta de investimentos, em contrapartida a uma reserva de reavaliação no Patrimônio Líquido, numa conta específica. bens c) Reavaliação na Subscrição de capital em outra empresa com conferência de A reavaliação de bens na integralização de capital visa determinar o valor que constituirá o custo original para a investidora, dos bens que se incorporarão ao

25 25 patrimônio, o que, no caso, não representa uma reavaliação espontânea de ativos. Segundo o IBRACOM, a contrapartida da conta de investimentos, na investidora, deve ser diretamente uma conta de Reserva de Reavaliação, pois representa um resultado não realizado. d) Reavaliação em fusão, Incorporação ou Cisão de Empresa Essas operações, como regra geral, são realizadas envolvendo a avaliação de ativos das empresas. Assim, os aumentos dos valores de bens constituirão reserva de reavaliação na empresa resultante da fusão ou incorporação, ou na empresa cindida ou nas empresas resultantes da cisão, com base nos ativos correspondentes. Vale ressaltar que os bens também são reavaliados quanto à sua vida útil, e que este exige o cumprimento de formalidades, dentre elas a obrigatoriedade de laudo técnico de especialistas e evidenciação adequada nas demonstrações contábeis, como dispõe a lei societária Por que e quando reavaliar? A Lei n º 6.404/76 não cita os casos que justifiquem a reavaliação de bens do ativo nem os casos em que essa possibilidade poderia sofrer restrições. Não o tendo feito, a Lei tacitamente aceitou a reavaliação em qualquer situação e para todos os efeitos legais. Portanto, o momento de se proceder a uma reavaliação espontânea deverá ser estabelecido pela empresa a partir da constatação de fatos que indiquem essa necessidade. Na prática a reavaliação espontânea de bens do ativo é realizada com os objetivos de: melhorar a apresentação do balanço da empresa e para o planejamento tributário.

26 26 Quanto a melhorar o balanço a reavaliação espontânea de bens do ativo pode possibilitar à empresa: a) Melhorar o seu índice de endividamento (relação entre os seus passivos e a soma dos seus ativos), o que melhora a sua relação com terceiros, inclusive para seguros; b) Abertura de capital (a reserva de reavaliação no patrimônio líquido aumenta o valor patrimonial da ação); c) Compensação de prejuízos acumulados (a compensação de prejuízos acumulados com a reserva de reavaliação propiciaria a empresa apresentar um balanço ``limpo`` com repercussões positivas para obtenção de financiamentos, referido procedimento, foi alterado pelo art.40 da Lei nº 7.799/89 que dispôs só ser possível à compensação da reserva de Reavaliação com os prejuízos fiscais, quando da efetiva realização dos bens que foram objeto de reavaliação); d) Preço de venda (no caso de negociação da empresa a sua posição patrimonial já estaria refletindo um valor atual) Consertos e Benfeitorias Durante sua vida útil, a empresa incorrerá em gastos adicionais, para realização de consertos, manutenção e eventuais benfeitorias. É importante caracterizar as diferenças entre esses eventos, porque eles têm impacto sobre o lucro do período: consertos e manutenção são considerados despesa do período, enquanto benfeitorias são consideradas um ativo - sendo amortizadas, em períodos futuros. Segundo o IBRACON, os gastos incorridos com reparos, consertos ou reformas para que o bem continue em condições de prestar serviços podem ser acrescidos ao custo quando representarem um aumento de eficiência ou produtividade ou da vida útil desse bem.

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http://www.lgncontabil.com.br/ ATIVO IMOBILIZADO Considerações Gerais Sumário 1. Conceito 2. Classificação Contábil Das Contas do Ativo Imobilizado 3. Imobilizado em Operação 3.1 - Terrenos 3.2 - Edificações 3.3 - Instalações 3.4 -

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