Prova de qualidade. Sistema de gestão do SESI Por um Brasil Alfabetizado faz a diferença EDUCAÇÃO

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1 Prova de qualidade Sistema de gestão do SESI Por um Brasil Alfabetizado faz a diferença Algumas ações simples, mas de grande eficiência, podem explicar por que alunos do SESI Por um Brasil Alfabetizado conseguem, ao final de apenas seis meses de aula, comparar e perceber relações entre os números, fazer cálculos, identificar unidades-padrão, além de ler, interpretar frases e pequenos textos. Para ensinar jovens e adultos a ler e a escrever, o SESI Nacional, principal parceiro privado do Ministério da Educação (MEC) no programa Brasil Alfabetizado, contratou alfabetizadores, instituiu a função de supervisor pedagógico e estabeleceu um ágil canal de comunicação entre a coordenação nacional e os profissionais de todos os Estados envolvidos no programa. Esse trabalho se reflete no resultado da primeira etapa da pesquisa realizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e divulgada em dezembro: os estudantes entrevistados do SESI Por um Brasil Alfabetizado apresentaram em média 68,2% de acertos em matemática e 64,9% em português. MODELO PARA O MEC Esses percentuais, segundo os pesquisadores, indicam que os alunos estão aprendendo. Foram entrevistadas 2,8 mil pessoas do Amazonas, Ceará, Paraná, Paraíba, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Inédito no País, o estudo revela o grau de aprendizado nos cursos de alfabetização e vai servir de modelo para a pesquisa que o MEC deverá realizar entre os alunos de seu programa de alfabetização. A metodologia de ensino respeita as diversidades regionais. Mas o sucesso do programa do SESI está na gestão, avalia Eliane Martins, gerenteexecutiva do programa SESI Por um Brasil Alfabetizado. O objetivo não é só quantidade, mas também atender bem com qualidade, acrescenta. Para isso, ajustes no sistema de gestão, alguns até de natureza legal, vêm sendo feitos desde 2003, quando o SESI deu início à parceria com o governo federal. Temos como regra que em time que está ganhando se mexe sim, para melhorar e continuar vitorioso, diz Eliane. FOTO: GERALDO VIOLA Formatura no Rio de Janeiro: festa para comemorar alfabetização de 300 mil pessoas em todo o País 5

2 FOTO: SESI/CEARÁ Eliane: o sucesso do programa está na gestão Alunos do programa no Ceará: o SESI leva a escola ao local de trabalho FOTO: JOSÉ PAULO LACERDA Um dos primeiros ajustes realizados, lembra a gerenteexecutiva, foi a mudança no perfil do alfabetizador, amparado pela Lei , de junho de Na primeira etapa, a idéia era contratar profissionais ou estagiários de magistério. Mas isso não foi possível em todas as regiões. Esse problema foi sanado com a criação de uma legislação específica para melhor atender às necessidades do programa do SESI. Na segunda etapa, com base nessas novas regras, o professor passou a ser um voluntário, em geral com formação até o ensino médio, e que recebe uma bolsa para ressarcir suas despesas, em troca das aulas ministradas. A alteração na lei para introduzir essa relação de trabalho foi importantíssima porque facilitou a contratação de alfabetizadores em todas as regiões, em especial nas mais carentes, salienta Eliane. SUPERVISÃO A criação da função de supervisor pedagógico foi outra inovação fundamental para melhorar a qualidade do sistema de alfabetização utilizado. O programa do governo federal não exige a presença desse profissional, mas entendemos que era impossível alcançar a eficácia sem alguém que fizesse a ponte entre o aluno e o professor, explica. Para alfabetizar 2 milhões de jovens e adultos até o final deste ano, conforme estabelecem as metas da parceria, o SESI vai capacitar um total de 4 mil supervisores pedagógicos, que vão atender 80 mil alfabetizadores. Em contato com os alunos, o supervisor identifica suas dificuldades de aprendizagem e os alfabetizadores adaptam suas metodologias de ensino para atender a essas necessidades, explica. No Amazonas, o trabalho do supervisor foi essencial para melhorar a qualidade do atendimento, segundo Ieda Gomes Melo, supervisora estadual do programa Educação do Trabalhador. Com a supervisão, conseguimos avaliar o que estava faltando na alfabetização, afirma. Boa parte dos alfabetizadores voluntários do Amazonas cursou até o nível médio e não tem formação específica na área de ensino. A função do supervisor se torna essencial porque a professora recebe as informações do supervisor e sabe onde pode melhorar, acrescenta. Esse trabalho, aliado às avaliações realizadas pela pesquisa da Unesco, contribuiu, na opinião dela, para um salto qualitativo no Estado entre uma turma e outra. Começamos a observar o avanço a partir da segunda turma, afirma. Sem um sistema de comunicação ágil, no entanto, os Departamentos Regionais poderiam ter dificuldade para executar essas ações, diz Eliane. Tem de haver uma sintonia entre o DN e os Regionais e os canais de comunicação têm de estar desobstruídos, diz. Ela lembrou que, como cada etapa tem apenas seis meses, todas as informações precisam ser passadas com muita rapidez. Surgem problemas burocráticos que só podem ser resolvidos com o MEC, destaca. A coordenação nacional do programa, segundo ela, faz essa comunicação entre o MEC e os 27 regionais. O Ministério propõe soluções aos problemas, 6

3 FOTO: SESI/PARAÍBA Formatura na Paraíba: um dos Regionais pesquisados pela Unesco oferece orientações gerais e específicas sobre os diversos procedimentos, além de comunicar as determinações e informações diversas. Utilizamos telefones, , fax e ofícios, entre outros instrumentos, acrescenta. Essa iniciativa, na sua avaliação, contribui para manter um alinhamento nacional do programa. METODOLOGIA A utilização de várias metodologias também contribuiu para a eficiência do programa. O uso de uma metodologia adequada para cada localidade permite levar às salas de aula as peculiaridades de cada região como forma de estimular os alunos para o exercício da cidadania em suas comunidades, além de ensinar a ler e escrever. A alfabetização contextualizada tende a ganhar ênfase no Ceará, outro Estado pesquisado pela Unesco. A diversidade de metodologias e o sistema de gestão adotado pelo Departamento Nacional permitiram ao programa SESI Educação do Trabalhador resgatar a função social da leitura e da escrita, comenta Jeane Pereira Dantas, coordenadora do programa no Regional. Demonstração disso, aponta Jeane, está no próprio relatório da Unesco, segundo o qual os alunos entrevistados estão aptos a compreender o que está escrito em placas, outdoors, sinais de trânsito, mapas, recibos e cheques. Ler e escrever é um instrumento social e, com base na pesquisa, vamos, na próxima etapa do programa, intensificar a leitura e a escrita como instrumento de transformação. A maneira de fazer isso, explica a coordenadora, é levar as experiências da comunidade para a sala de aula. Se há uma festa junina local, vamos saber como começou e como se perpetuou. Se há uma colheita agrícola, vamos ensinar como aproveitar melhor o solo, sem queimadas e assim por diante, acrescenta. Ela observa que muita coisa mudou na vida das pessoas alfabetizadas. Saber quanto custa um quilo de arroz, por exemplo, faz diferença porque a pessoa vai calcular quanto gasta no mês. Antes, muitos não conseguiam fazer isso e muitas vezes pessoas que ainda compram pelo sistema de caderneta chegavam a pagar o que não consumiam, relata. Reduzir a possibilidade de ser enganado foi uma das conquistas de José Domingos dos Santos, de 43 anos, que cursou o SESI Por um Brasil Alfabetiza- FOTO: SESI/SERGIPE Em Sergipe: grupo de alunos do programa estuda no local de trabalho 7

4 Trabalhadores da Petrobras: formatura possível no meio da floresta, graças ao programa do no município de Laranjeiras, distante 18 quilômetros de Aracaju (SE). A gente anda melhor na rua, sabe as coisas que estão escritas, pode ajudar nossos filhos na escola, tomar ônibus e não ser mais enganado, diz. Desenvolver esse espírito crítico nos alunos, na avaliação de Jeane, é o que garante a eficiência do programa. A metodologia é um instrumento que pode variar de Estado para Estado. No Amazonas, por exemplo, é o Pró- Cidade, e no Rio de Janeiro, o SESI Educa, que também é adotado por mais oito Estados, diz Eliane Martins. Na Paraíba, outro Regional pesquisado pela Unesco, com a metodologia SESI Educa o trabalho de alfabetização colheu bons resultados, em especial nos presídios. Temos sete turmas apenas em um dos presídios, salienta Maria Luíza Cavalcanti Nóbrega, coordenadora do programa no Estado. No Presídio do Serrotão, em Campina Grande (PB), o programa foi introduzido com o curso de grafite, ministrado aos presidiários no local com o objetivo de estimular o exercício da cidadania e incentivar a arte. Foram alfabetizados 60 presidiários por esse projeto, diz Maria Luíza. Para a coordenadora, no entanto, a supervisão pedagógica é o principal diferencial e fator determinante no sucesso do programa. Nós nos mantemos em contato com o professor, recebemos informações sobre freqüência e o grau de satisfação do aluno, ressalta. EDUCAÇÃO CONTINUADA Além de sua grande abrangência e da experiência em educação de jovens e adultos, o SESI tem outra vantagem importante: a capacidade de oferecer educação continuada aos alunos da alfabetização. Essa é a opinião do diretor de Educação de Jovens e Adultos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidades do MEC, Timothy Denes Ireland. A alfabetização é um passo inicial que, sem continuidade, pode não obter pleno êxito, observa. Além dos programas nacionais de Educação de Jovens e Adultos, o SESI desenvolve, em alguns Departamentos Regionais, ações de educação continuada para alunos da alfabetização. Um deles é o Projeto Transformar-Qualificando para o Trabalho, no Rio de Janeiro, uma parceria com o SENAI fluminense e o MEC. Cerca de 5 mil alunos egressos do programa SESI Por um Brasil Alfabetizado já passaram por esse projeto, cujo objetivo é elevar a escolaridade até a quarta sé- FOTO: PETROBRAS/ROBSON SENA 8

5 FOTO: RENATA VICTOR rie e promover a qualificação profissional por meio de cursos nas áreas automotiva, energética, da construção civil, alimentícia, de telecomunicações, têxtil e de confecção e refrigeração, além de madeira e mobiliário. Para ampliar iniciativas como essa, o MEC tem estimulado parcerias com instituições privadas, como o SESI, capazes de oferecer educação continuada aos recémalfabetizados, além de estreitar sua parceria com a entidade para desenvolver metodologia própria para avaliar os alunos do Brasil Alfabetizado. Estamos conversando, desde janeiro, com a Unesco e com o SESI porque os dados obtidos na pesquisa vão ser muito valiosos para o MEC, diz Ireland. O SESI é um dos maiores parceiros do MEC e tem características importantes, como seu histórico na educação de jovens e adultos e sua capilaridade, diz Eduardo de São Paulo, coordenador da pesquisa pela Unesco. Para ele, a experiência da instituição em educação de adultos se reflete no SESI Por um Brasil Alfabetizado. O estudo da Unesco, lembra o técnico, foi realizado por encomenda do SESI. OUTRA PESQUISA Um dos aspectos mais relevantes dos resultados, na sua avaliação, é o maior índice de acertos em matemática (68,2%) do que em português (64,9%). Esse maior percentual de acertos em matemática se deve, principalmente, ao fato de os jovens e adultos trabalharem com dinheiro e medidas numéricas antes de ingressarem no curso de alfabetização, ressalva. Ele lembrou que, em maio, a Unesco e o SESI devem lançar o relatório de pesquisa aplicada para avaliar o nível de conhecimento dos recém-ingressos do programa. Além de avaliar o processo de alfabetização, o estudo revela as carências dos alunos que, segundo os aplicadores, vão desde problemas de visão até deficiências relativas à infra-estrutura do local das aulas. Além disso, estudantes idosos necessitam de mais explicações, enfrentam maiores dificuldades, como ausência de coordenação motora, problemas de visão e de audição. A expectativa dos especialistas é que os resultados dos investimentos em alfabetização, realizados nos últimos anos e que começam a aparecer em suas próprias pesquisas, se reflitam nos próximos levantamentos. Estou esperançosa com o próximo censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), diz Eliane Martins. Todo esse esforço, na avaliação dela, deverá ter um impacto positivo, com redução no número de analfabetos, estimado no Brasil em 16 milhões. José Rodrigues: formando do programa em Caruaru (PE) faz discurso para autoridades 9

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