PREÇO DE VENDA DOS SERVIÇOS DE TRANSPORTE DE CARGA GERAL SINDICATO DOS CONDUTORES AUTÔNOMOS DE PARANAGUÁ

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1 PREÇO DE VENDA DOS SERVIÇOS DE TRANSPORTE DE CARGA GERAL SINDICATO DOS CONDUTORES AUTÔNOMOS DE PARANAGUÁ Dezembro de 2015

2 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO CARACTERÍSTICAS DO SERVIÇO DE TRANSPORTE Características da Operação Itens de Consumo na Operação Preço dos Itens de Consumo CUSTOS DOS SERVIÇOS DE TRANSPORTE DE CARGA GERAL Considerações Iniciais Depreciação Investimento Remuneração do Motorista Pneus, Peças, Acessórios e Materiais Combustível e Lubrificantes Impostos e Taxas FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA EQUIPE DO ESTUDO FONTES DE REFERÊNCIAS... 14

3 1. APRESENTAÇÃO Este documento apresenta a atualização do estudo desenvolvido, pela TANGRAM TECNOLOGIAS E SISTEMAS, sob a responsabilidade do Professor Dewey Wollmann, para subsidiar a formação do Preço de Venda dos Serviços de Transporte de Carga Geral realizados pelo Sindicato dos Condutores Autônomos de Paranaguá. A necessidade da formação do preço de venda é inerente a qualquer atividade econômica. Conforme Santos (2005), a formação do preço de venda é influenciada pelas condições de mercado, pelas exigências do governo, pelos custos, pelo nível de atividade e pela remuneração do capital investido. O cálculo do preço de ve nda deve resultar em um valor que: traga à empresa a maximização dos seus resultados econômicos (longo prazo) e financeiros (curto prazo) ; seja possível manter a qualidade, atender as necessidades do mercado àquele preço determinado; e melhor aproveite os níveis de atividade (SANTOS, 2005). Para a definição da política de preço são necessários dados relativos aos custos atuais e futuros, e também, às tendências econômicas. Os preços de venda apresentados neste estudo foram determinados a partir de metodologia que combina os custos efetivos, a eficiência operacional e o cenário econômico. Os dados utilizados para o estudo tiveram origem nas seguintes fontes: Agência Nacional de Petróleo - ANP. Fundação Getúlio Vargas - FGV. Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE Grupo Volvo do Brasil. Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia - IBGE. Ministério da Fazenda Secretaria da Receita Federal. Sindicato dos Condutores Autônomos de Paranaguá.

4 2. CARACTERÍSTICAS DO SERVIÇO DE TRANSPORTE 2.1. Características da Operação Este estudo considera que o Caminhão tem a capacidade de transportar 27 (vinte e sete) toneladas. Apesar disso, face ao processo de carregamento dos caminhões, a média de carga transportada por cada caminhão não ultrapassa, em média (dados estatísticos de 2007 a 2015), 25 toneladas. Os serviços de transporte são disponibilizados, pelo Sindicato dos Condutores Autônomos de Paranaguá, durante as 24 (vinte e quatro) horas do dia, 7 (sete) dias por semana. Esta característica operacional, de extrema intensidade, aliada às condições ambientais severas, permite considerar uma vida útil de 5 (cinco) anos para os caminhões. Para fins de organização do estudo, são considerados 4 (quatro) turnos de 6 (seis) horas contínuas de operação, a saber: das 07:00 as 13:00 horas. das 13:00 as 19:00 horas. das 19:00 as 23:00 horas. das 23:00 as 07:00 horas. Novas observações, in loco, sobre o ciclo operacional: [fila de espera] [carga] [transporte] [fila de espera] [descarga]; na zona portuária de Paranaguá, permitem que se redefina que cada caminhão percorre, em média, cerca de 10 (dez) km a cada ciclo de operação. Para cada ciclo de operação são consumidas 3 horas. Isto significa que é possível fazer 2 (dois) ciclos por turno, transportando 50 (cinqüenta) toneladas e percorrendo 10 km. Considerando as necessidades das interrupções obrigatórias na operação para abastecimento e manutenção dos caminhões, são considerados 25 (vinte e cinco) dias de operação por mês. Para que se possa visualizar a condição operacional estudada, é apresentada a tabela 1.

5 Turnos Contratados 2 Horas de Operação 12 Km por dia 40 Toneladas por dia 100 Km por mês Toneladas por mês Km por ano Toneladas por ano Tabela 1 Condições operacionais do estudo 2.2. Itens de Consumo na Operação Na operação do Caminhão são necessários, segundo o Sindicato dos Condutores Autônomos de Paranaguá, os seguintes itens de consumo: 1 (um) motorista para cada turno de 6 (seis) horas. 1 (um) IPVA imposto sobre a propriedade de veículos automotores. 18 (dezoito) pneus, com vida útil de (setenta mil) quilômetros. 0,6 (seis décimos) litros de óleo diesel por quilometro percorrido. 30 (trinta) litros de óleo para o motor para cada (cinco mil) quilômetros. 12 (doze) litros de óleo p ara caixa de mudança para cada (vinte mil) quilômetros. 1 (uma) lavagem e lubrificação a cada 250 (duzentos e cinqüenta) quilômetros Preço dos Itens de Consumo Os itens de consumo relacionados no item 2.2 têm os seguintes valores monetários (em reais R$), neste mês de dezembro de 2015: Caminhão: R$ ,00 (quinhentos mil reais). Salário do motorista: R$ 2.100,00 (dois mil e cem reais), a ser acrescido de encargos sociais.

6 IPVA: 1% do valor do caminhão, ou seja, R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por ano. Pneus: R$ 1.800,00 (hum mil e oitocentos reais) por unidade. Óleo diesel: R$ 3,16 (três reais e dezesseis centavos) por litro. Óleo para motor: R$ 14,00 (quatorze reais) por litro. Óleo para caixa de mudança: R$ 14,00 (quatorze reais) por litro. Lavagem e lubrificação: R$ 250,00 (duzentos e conquenta reais) pelo serviço.

7 3. CUSTOS DOS SERVIÇOS DE TRANSPORTE DE CARGA GERAL 3.1. Considerações Iniciais Na determinação dos custos dos serviços de transporte de carga geral, é considerado o nível de atividade correspondente a 2 (dois) turnos de operação. Os elementos de custos estão organizados da seguinte forma: Depreciação. Investimento. Remuneração do motorista. Pneus, peças, acessórios e materiais. Combustível e lubrificantes Depreciação A depreciação corresponde ao valor mone tário do desgaste do caminhão no decorrer do ciclo de operação: [fila de espera] [carga] [transporte] [fila de espera] [descarga]. Conforme já definido no item 2.1, a vida útil do caminhão é de 5 (cinco) anos. Assim a taxa anual de depreciação é de 20% (vinte por cento). Considerando que: o valor do Caminhão é de R$ ,00 (quinhentos mil reais); após 5 (cinco) anos de operação, o valor residual é de 20% do valor de aquisição, isto é, R$ ,00 (cem mil reais); tem-se o valor mensal da depreciação igual a R$ 6.666,67 (seis mil e seiscentos e sessenta reais e sessenta e sete reais). Assim a depreciação assume os seguintes valores (tabela 2) por quilometro percorrido e por tonelada transportada.

8 Turnos Contratados 2 Km por mês R$ por Km 6,67 Tonelada por mês R$ por Toneladas 2,67 Tabela 2 Valores da depreciação por quilometro e por tonelada 3.3. Investimento Investimentos são remunerados por um valor mínimo denominado de Taxa Mínima de Atratividade TMA. Esta taxa de juros corresponde a remuneração que os Bancos proporcionam aos investidores em aplicações de baixo risco. Neste estudo a TMA é definida em 14,25% ao ano. Considerando que o valor do Caminhão é de R$ ,00 (quinhentos mil reais), a remuneração do investimento assume os seguintes valores (tabela 3) por quilometro percorrido e por tonelada transportada. Turnos Contratados 2 Km por mês R$ por Km 5,94 Tonelada por mês R$ por Toneladas 2,38 Tabela 3 Valores da remuneração do investimento por quilometro e por tonelada Além da remuneração do investimento, é necessário considerar a atualização monetária, isto é, corrigir os valores pelos índices oficiais de inflação. Utilizando-se o valor de 10,0%, a atualização monetária assume os seguintes valores (tabela 4) por quilome tro percorrido e por tonelada transportada.

9 Turnos Contratados 2 Km por mês R$ por Km 4,17 Tonelada por mês R$ por Toneladas 1,67 Tabela 4 Valores da atualização monetária por quilometro e por tonelada 3.4. Remuneração do Motorista O salário do motorista, para um turno de 6 horas, é de R$ 2.100,00 (dois mil e cem reais). A este valor adiciona-se 50% (cinquenta por cento) a titulo de encargos s ociais. Totaliza-se, assim, R$ 3.150,00 (três mil, cento e cinquenta reais). Assim, os custos da remuneração do motorista por quilometro e por tonelada, assumem os seguintes valores: custo do salário por quilometro: R$ 6,30 (seis reais e trinta centavos). custo do salário por tonelada: R$ 2,52 (dois reais e cinquenta e dois centavos) Pneus, Peças, Acessórios, Materiais e Monitoramento O caminhão utiliza 18 (dezoito) pneus, a um preço unitário de R$ 1.800,00 (hum mil e oitocentos reais). Considerando a vida útil dos pneus de (setenta mil) quilômetros, os custos dos pneus por quilometro e por tonelada, assumem os seguintes valores: custo dos pneus por quilometro: R$ 0,46 (quarenta e seis centavos de real). custo dos pneus por tonelada: R$ 0,19 (dezenove centavos de real). Estima-se, ainda, que o valor monetário a ser utilizado para as pecas, acessórios e materiais para a manutenção anual do caminhão é de 1% (um por cento) do valor de aquisição do caminhão. Assim, o custo anual de manutenção, acrescido do sistema de monitor amento dos

10 caminhões, assume os seguintes valores (tabela 5) por quilometro percorrido e por tonelada transportada. Turnos Contratados 2 Km por mês R$ por Km 0,57 Tonelada por mês R$ por Toneladas 0,23 Tabela 5 Valores da m anutenção e monitoramento por quilometro e por tonelada 3.6. Combustível e Lubrificantes O caminhão consome 0,6 (seis décimos) de litros de diesel por quilometro percorrido. Assim, os custos do diesel por quilometro e por tonelada, assumem os seguintes valores: custo do diesel por quilometro: R$ 1,90 (um real e noventa centavos de real). custo do diesel por tonelada: R$ 0, 76 (setenta e seis centavos de real). O conjunto Caminhão consome 30 (trinta) de litros de óleo para motor para cada (cinco mil) quilômetros percorridos. Assim, os custos do óleo para motor por quilometro e por tonelada, assumem os seguintes valores: custo do óleo para motor por quilometro: R$ 0,08 (oito centavos de real). custo do óleo para motor por tonelada: R$ 0,0 3 (três centavos de real). O conjunto Caminhão consome 12 (doze) de litros de óleo para caixa de mudança para cada (vinte mil) quilômetros percorridos. Assim, os custos do óleo para cai xa de mudança por quilometro e por tonelada, assumem os seguintes valores: custo do óleo para caixa de mudança por quilometro: R$ 0,008 (oito milésimos de real). custo do óleo para caixa de mudança por tonelada: R$ 0,00 3 (três milésimos de real).

11 O conjunto Caminhão necessita de 1 (uma) lavagem e lubrificação a cada 250 (duzentos e cinqüenta) quilômetros percorridos. Assim, os custos da lavagem e lubrificação por quilometro e por tonelada, assumem os seguintes valores: custo da lavagem e lubrificação por quilometro: R$ 1,00 (hum real). custo da lavagem e lubrificação por tonelada: R$ 0, 40 (quarenta centavos de real) Impostos e Taxas Os impostos e taxas que incidem sobre a operação do caminhão são o IPVA, que corresponde a 1% do valor do caminhão e a taxa de administração do Sindicato dos Condutores Autônomos de Paranaguá. Assim, o custo anual do IPVA assum e os seguintes valores (tabela 6) por quilometro percorrido e por tonelada transportada. Turnos Contratados 2 Km por mês R$ por Km 0,42 Tonelada por mês R$ por Toneladas 0,17 Tabela 6 Valores do IPVA valor do frete. A taxa de administração do Sindicato é de 10% (dez por cento). O Imposto Municipal, ISS, tem alíquota de 3% e incide sobre o

12 4. FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA A partir das informações apresentadas no Capítulo 3 é possível resumir este estudo na tabela 7. Nesta tabela são apresentadas as parcelas que compõe o valor do frete de carga geral, em função dos turnos que são contratados para a operaçã o. Isto permite a incorporação dos ganhos de produtividade na operação. Turnos Contratados 2 Depreciação R$ 2,67 por ton. Investimento R$ 2,38 por ton. Atualização Monetária R$ 1,67 por ton. Salário Motorista R$ 2,52 por ton. Pneus e outros (inclusive monitoramento) R$ 0,42 por ton. Combustível e outros R$ 1,20 por ton. Impostos e Taxas R$ 1,61 por ton. Total R$ 12,47 por ton. Tabela 7 Preço do Frete em Função do Numero de Turnos Contratados Considerando que, em média, são contratados dois turnos, o preço do frete deverá ser de R$ 12,47 (dez reais e noventa e oito centavos) por tonelada. O que corresponde a um aumento de 13,6% (treze vírgula seis por cento) com relação ao valor vigente (R$ 10,98).

13 5. EQUIPE DO ESTUDO DEWEY WOLLM ANN Engenheiro pelo Instituto Militar de Engenharia do Rio de Janeiro. Mestre em Engenharia pela Univers idade Federal do Rio de Janeiro. Especialista em Engenharia Econômica e em Análise e Projeto de Sistemas de Informações pela Universi dade Estadual do Rio de Janeiro. Especialista em Gestão de Instituições de Ensino e em Gestão do Conhecimento e Inteligência Empresarial pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Suficiência Investigadora (créditos de Doutorado) em Ciências Empresariais pela Universidade de Leon (Espanha). Doutor em Engenharia da Produção pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Desenvolveu atividades de pesquisa em modelos matemáticos e simulação em Instituto de Pesquisa Portuária (PHRI) do Japão, durante um ano, como bolsista da JICA (Japan International Cooperation Agency). Foi Diretor do Porto de Paranaguá, do Complexo Industrial e Portuário da COPAZA Indústria de Óleos Vegetais e das Faculdades SPEI. Foi um dos responsáveis pela criação e o primeiro Superintendente da Aliança S aúde, complexo médico-hospitalar da PUCPR e Santa Casa. É Professor de cursos de Graduação e Pós-Graduação da PUCPR e consultor de empresas. É sócio majoritário da Tangram Teconologias e Sistemas. RAFAEL WOLLM ANN Engenheiro de Produção da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Mestre em Engenharia da Produção na PUCPR. Doutorando em Engenharia de Produção na PUCPR. Especialista em Engenharia de Projetos na PUCPR. Cursos nas áreas de Informática (Excel Avançado), Gestão da Qualidade, Auditoria Interna da Qualidade (ISO ), Mercado de Capitais, Gestão Ambiental e Fontes Renováveis. Atualmente, desenvolve atividades nas áreas de organização da produção, de qualidade e de custos.

14 6. FONTES DE REFERÊNCIAS IGP-M FGV Diesel ANP Frete de Carga Geral Sindicato dos Condutores Autônomos de Paranaguá, Preço dos Caminhões Grupo Volvo Preço dos Caminhões Grupo FIPE Salário Mínimo Banco Central SANTOS, Joel J. Fundamentos de Custos para Formação do Preço e do Lucro. 5a.Ed. São Paulo: Atlas, SELIC

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