Ações de inclusão Digital na UTFPR Câmpus Pato Branco promovendo cidadania e oportunidades de trabalho

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1 Ações de inclusão Digital na UTFPR Câmpus Pato Branco promovendo cidadania e oportunidades de trabalho Fábio Favarim, Beatriz Terezinha Borsoi Departamento Acadêmico de Informática (DAINF) Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) Pato Branco PR Brasil Abstract. Promoting social inclusion actions is an opportunity for the University to accomplish one of its supporting pillars which is the extension. Through the extension, the knowledge produced in the university can provide opportunities beyond those offered to people who have access to their undergraduate and postgraduate courses. Promoting digital inclusion is a way to contribute to social inclusion by the relevance of computer systems in people's lives, especially their use in performing work activities, access to information, education and entertainment. Resumo. Promover ações de inclusão social é uma oportunidade de a Universidade exercer com efetividade o seu papel de cidadania e concretizar um dos seus pilares de sustentação que é a extensão. Por meio da extensão, o conhecimento produzido na Universidade pode propiciar oportunidades, além daquelas oferecidas às pessoas que tem acesso aos seus cursos de graduação e pós-graduação. Promover inclusão digital é uma forma de contribuir para a inclusão social pela relevância dos sistemas computacionais na vida das pessoas, destacando-se o seu uso na realização de atividades de trabalho, acesso à informação, educação e entretenimento. 1. Introdução O amplo uso de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) nos mais diversos setores de atividade fazem com que a capacitação em TICs seja uma condição necessária ou até mesmo quase indispensável para ingresso no mercado de trabalho. Além do uso para trabalho, as TICs provêm acesso ao conhecimento e a informação e estabelecem novas formas de interação. Portanto, saber utilizar essas tecnologias e ter acesso às mesmas é significativo como forma de promover inclusão digital e social. A ampla disseminação, aplicabilidade e uso das TICs permite entender que a inclusão digital promove inclusão social. Isso porque uma pessoa habilitada a usar tecnologias estará mais bem preparada para atuar no mercado de trabalho e consequentemente em condições para atender aos requisitos solicitados aos melhores postos de trabalho. Contudo, é importante ressaltar que a qualificação não deve ocorrer da tecnologia pela tecnologia, é necessário uma instrução ampla e centrada em valores. Cursos de informática não substituem a escola formal, mas eles agregam valor ao conhecimento adquirido na escola e aos ensinamentos e valores provenientes da família

2 e do meio social. Cabe às Universidades (incluindo faculdades e demais instituições de ensino superior) a capacitação em nível superior e a realização de pesquisa, também é um dos seus papéis. Contudo, outro aspecto relevante é a realização de atividades de extensão. Embora o ensino e a pesquisa estejam voltados à capacitação de profissionais que promovam desenvolvimento sustentável, melhorias na qualidade de vida e bem estar da população, é importante que a extensão esteja centrada em promover inclusão social. E na atual era da informação é indispensável que essas ações também se centrem em contribuir para a inclusão digital pelo conhecimento e uso das tecnologias. A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), como Universidade pública, procura manter equilíbrio entre ensino, pesquisa e extensão, fazendo com que essas atividades sejam realizadas de forma integrada. E, assim, promovendo inclusão e melhoria nos mais diversos segmentos da sociedade. Essas ações tem sido realizadas por meio de projetos, cursos e oficinas, dentre outros. Este artigo relata os resultados de de ações sendo realizadas pelo Departamento Acadêmico de Informática (DAINF), da UTFPR, Câmpus Pato Branco, que visam promover inclusão social a partir da inclusão digital. Essas atividades fazem parte de projetos de extensão desenvolvidos por docentes e discentes desse Departamento. Alguns desses projetos possuem o apoio de editais e outros são realizados de forma voluntária. Pretende-se por meio desses projetos, além de promover a inclusão social, contribuir para que os docentes e discentes do Departamento possam exercer cidadania por contribuir para a inclusão dos menos favorecidos na sociedade, caracterizada como da informação. E assim eles também tenham acesso ao conhecimento e a formas de interação pelo uso de recursos tecnológicos, incluindo a internet. Este texto está organizado em seções das quais esta e a primeira e apresenta uma visão geral do artigo. Na Seção 2 está o referencial teórico que fundamenta a proposta de inclusão do DAINF. A Seção 3 apresenta os materiais e o método utilizados. O resultado é apresentado na Seção 4. Por fim, na Seção 5, está a conclusão. 2. Referencial Teórico As ações realizadas por meio de projetos do DAINF visam contribuir para que pessoas socialmente menos favorecidas tenham acesso ao aprendizado de uso de recursos de informação e comunicação. Essas ações se justificam pelos dados que indicam a necessidade de promover inclusão e acesso ao conhecimento e formas de interação. Em 2003, no Brasil os níveis de desigualdade social encontravam-se entre os mais altos do mundo (SORJ, 2003). Dois anos, em 2005, depois o mesmo relatório realizado com 177 países, o Brasil obteve o oitavo pior índice. Segundo esse relatório cerca de 46,9% da renda do país estava nas mãos dos 10% mais ricos. Entre os 10% mais pobres, a renda era de apenas 0,7% (REBOUÇAS, 2013). Em 2006, a situação ainda continuada preocupante, os dados divulgados pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) mostravam que os 10% da população mais rica do Brasil possuía renda média 57 vezes maior do que os seus 10% mais pobres (BBC Brasil, 2013). Em 2008 foi divulgado que 10% dos trabalhadores com melhor remuneração detinham 42,7% dos rendimentos, restando aos 90% menos remunerados os outros 57,3% (PASCOAL, 2013). Em 2009,os 10% mais ricos ficam com praticamente a metade da renda nacional, enquanto os 10% mais pobres com apenas 0,8% (SILVA, 2013). Recentemente, em 2012, o percentual de brasileiros que vivem em

3 situação de pobreza ou indigência é de 22% (GAZETA, 2013). E no ranking de índice de desenvolvimento humano, relatório de 2013, o Brasil ocupa a 85ª posição (FORMENTI, BRAMATTI, TOLEDO, 2013). Nessa tabela constam 186 países. Nessa matéria é destacado que o Brasil mantém essa posição desde A desigualdade social é prejudicial às pessoas de todas as faixas etárias. Contudo, o prejuízo maior é atribuído aos jovens que são impossibilitados de ascender socialmente pela falta de educação de qualidade, de melhores oportunidades no mercado de trabalho e de condições dignas de vida (REBOUÇAS, 2013). O desequilíbrio social, que pode ser visualizado pela distribuição desigual dos benefícios econômicos, é uma das principais motivações para a onda de protestos que tem atingido o Brasil nos últimos meses. Esse é a posição da avaliação do Fórum Econômico Mundial no seu Relatório de Competitividade Global de (MÁXIMO, 2013). Essa realidade indica a necessidade indispensável de medidas que visem uma sociedade da informação que seja inclusiva e igualitária e, assim, cidadã. Essas medidas podem estar relacionadas às políticas públicas de desenvolvimento social e sustentável para um país ou mesmo para o mundo ou ações pontuais como a realização de cursos para ensino do uso do computador para pessoas de baixa renda de um determinado bairro. A soma das ações pontuais contribuirá significativamente para a melhoria do quadro geral de desigualdade social e exclusão digital. Em uma sociedade da informação, o acesso à informação deveria ocorrer para todos, independentemente de condição social de cada indivíduo. E para os socialmente menos favorecidos esse acesso deveria servir como a base para a superação de diferenças, a geração de oportunidades de emprego e de renda, a melhoria do nível de educação e de acesso ao conhecimento. Contudo, a situação socioeconômica de muitos países, incluindo o Brasil, não possibilita que a população em geral tenha acesso à informação por meio de tecnologias, comprometendo, assim, o processo de inserção no espaço educacional, no mercado de trabalho, bem como no desenvolvimento de estratégias de geração de renda (CAMARA, 2005). Para Meffe (2005) a inclusão tecnológica e social do cidadão de segmentos discriminados da sociedade e o vínculo entre os diversos setores de desenvolvimento deve funcionar em completa harmonia. Portanto, a realização de ações conjuntas, envolvendo a Universidade e a comunidade é indispensável. O simples acesso aos meios de informação pode não ser suficiente para promover inclusão social e mesmo digital. É preciso que a inclusão digital esteja agregada por outros fatores que propiciem uma inclusão plena de um indivíduo instruído, atuante e pensante. Como destaca Cruz (CRUZ, 2004), o incluído digital precisa estar capacitado para usar a tecnologia e ter um grau de educação que permita aplicá-la de forma efetiva. Uma das dificuldades à plena inclusão digital é a falta de recursos financeiros necessários para a aquisição do hardware (equipamentos, infraestrutura de comunicação) e do software (programas de computador) para armazenamento, acesso, manipulação e transmissão da informação. A alternativa que vem sendo adotada pela UTFPR na realização dos seus projetos de inclusão é o uso de software livre e de espaços de instituições públicas de ensino, além do uso (por meio de processo de recomposição) de equipamentos considerados inviáveis economicamente pelos seus adquirentes. Nesse sentido, a UTFPR traz uma proposta que visa, a partir de um conjunto de conhecimentos focados na inclusão digital, contribuir para a inclusão social

4 por oportunizar acesso à informação e capacitar no uso de recursos tecnológicos. Para Silveira (2003) a proposta do software livre coincide com os princípios e os objetivos da inclusão digital que são: prover liberdade de acesso à informação, disponibilizar conteúdo e contribuir para a formação de uma sociedade em rede (CASTELLS, 2002). Para a Free Software Foundation (2013), software livre é qualquer programa de computador que possa ser usado, copiado, ter seu conteúdo acessado e redistribuído. No contexto deste projeto, software livre é considerado o que pode ser utilizado sem custo e de acordo com preceitos legais e éticos, independentemente das liberdades vinculadas à denominação software livre. Por meio da realização dos projetos de extensão, que visam promover inclusão digital e social, realizados pelo DAINF da UTFPR, Câmpus Pato Branco, verificou-se a possibilidade de compartilhar os recursos de infraestrutura da Universidade com a comunidade. E, ainda, de possibilitar que alunos de graduação realizem atividades que contribuem para a melhoria da condição de vida de pessoas menos favorecidas, visando, também, motivar essas pessoas para a dedicação ao estudo e, assim, que elas possam ingressar em cursos regulares de uma Universidade pública. Alguns desses projetos possuem aporte de recursos por meio de editais, como é o caso do PROEXT 2013 MEC/SESU. Acredita-se e espera-se que as ações realizadas por meio desses projetos sejam a semente para um programa contínuo de inclusão digital e social da Universidade promovido pelo DAINF. É a Universidade sendo utilizada de forma otimizada e compartilhada pelos que a sustentam: a comunidade na qual ela se insere e a população em geral, independentemente do seu grau de instrução ou condição financeira, que de uma forma ou outra contribui para a sua existência. 3. Materiais e Método As ações realizadas que estão vinculadas aos projetos de extensão promovidos pelo DAINF são baseadas em cursos de curta duração, oficinas e em atividades de recomposição de computadores. Os cursos e as oficinas são realizados nos laboratórios de informática da UTFPR, Câmpus Pato Branco. Assim, a comunidade tem oportunidade de conhecer e compartilhar os espaços da Universidade. Em projetos específicos, como o Proext, por exemplo, atividades também são realizadas na comunidade para a qual o projeto se destina. Nesse projeto específico, laboratórios de informática com acesso à Internet foram instalados na comunidade e permanecerão após o término do projeto. Materiais de apoio e listas de exercícios são utilizados para que os cursos e as oficinas sejam bastante práticos, de modo a permitir que cada aluno se desenvolvesse em ritmo próprio. Esses materiais são elaborados pelos acadêmicos bolsistas e voluntários com o auxílio de professores do DAINF e de outros cursos quando a atividade não é específica da área de informática. Os cursos relacionados à instalação de sistema operacional Linux e seus aplicativos foram realizados em um laboratório com computadores que eram formatados e configurados pelos alunos. Na atividade de recomposição de computadores, realizada com computadores considerados inviáveis economicamente, oriundos da própria Universidade, de empresas do Município e de pessoas físicas, foram aproveitadas as partes em condições de uso e juntando-as computadores são compostos. Os computadores, depois de recompostos, são formatados e neles instalados o sistema operacional Linux e seus aplicativos

5 básicos. Os computadores recompostos são encaminhados (doados) para escolas e entidades assistenciais. Essa atividade, além de ampliar a vida útil dos equipamentos considerados descarte e de prover o correto destino do lixo eletrônico, oportuniza que mais pessoas tenham acesso ao uso de recursos tecnológicos. 4. Resultados O principal resultado obtido com o desenvolvimento das atividades está relacionado à inclusão digital, social e cidadã dos participantes dos projetos. Dentre os demais resultados destaca-se a oportunidade de aprendizado dos alunos, o contato da comunidade com a Universidade, a oportunidade de alunos de graduação da UTFPR participar de ações de inclusão, além de fortalecimento da extensão no Câmpus. As principais atividades que são realizadas por meio dos projetos de extensão do DAINF são: a) Cursos de uso de sistema operacional, navegador web, aplicativo de correio eletrônico e editor de textos (pacote BrOffice) para funcionários terceirizados que realizam serviços gerais da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Câmpus Pato Branco e para alunos da Casa Familiar Rural de Pato Branco. Esses cursos também foram realizados no Assentamento Nova Aurora e Vila Rural, locais que receberam laboratórios de informática por meio de projetos, incluindo o Proext. Cursos com carga horária de 20 horas. b) Cursos de instalação e configuração de sistema operacional Linux e seus aplicativos básicos para alunos da Casa Familiar Rural de Pato Branco e alunos de escolas públicas. Cursos com carga horária de 20 horas. c) Cursos de desenvolvimento de páginas web para alunos da Casa Familiar Rural de Pato Branco e para alunos de escolas públicas do Município. Cursos com carga horária de 30 horas. d) Cursos de inglês para alunos da Casa Familiar Rural de Pato Branco. Como forma de promover uma formação mais ampla tornando a tecnologia como meio e não como fim. e) Oficinas de histórias em quadrinhos realizadas com alunos de escolas públicas. f) Oficinas de legos MindStorm para alunos de ensino médio do Município de Pato Branco, visando incentivá-los ao ingresso em curso nas áreas de engenharia e tecnologia. g) Atividade de recomposição de computadores considerados inviáveis economicamente. São computadores oriundos da própria Universidade, de outras instituições públicas, de empresas privadas, de pessoas físicas e de professores e alunos da UTFPR. As imagens apresentadas nas Figuras 1 a 6 retratam algumas das atividades realizadas. A Figura 1 apresenta uma turma de alunos realizando curso nos laboratórios do DAINF da UTFPR, Câmpus Pato Branco.

6 Figura 1. Alunos em curso Na Figura 2 está outra turma de alunos em atividade. Os mesmos ambientes e equipamentos utilizados pelos alunos dos cursos do DAINF e de cursos de outros departamentos são utilizados para as atividades de inclusão. Figura 2. Funcionários terceirizados em curso A imagem da Figura 3 apresenta o ambiente para a realização das atividades de recomposição de computadores. Essa imagem reflete o processo de recomposição: partes de computadores que têm condições de uso são retiradas para recompor outros computadores.

7 Figura 3. Computadores em recomposição A Figura 4 apresenta um conjunto de computadores, seus respectivos monitores, mouse, teclados e fios (dentro da caixa de papelão no fundo da imagem) prontos para serem entregues para uma escola. Figura 4. Computadores recompostos e prontos para serem entregues Após recompostos, os computadores são formatados e o sistema operacional Linux (em versão compatível com os recursos de hardware do computador) e seus aplicativos são instalados. Com essa medida evita-se que dados que estavam nos discos rígidos das máquinas sejam acessados. Além disso, entrega-se o computador pronto para uso (pelo menos com os aplicativos básicos) e divulga-se o uso de sistema operacional e aplicativos gratuitos (software livre). Os alunos que participam do projeto auxiliam no processo de transporte e de instalação dos computadores na entidade que recebe a doação. A Figura 5 apresenta computadores entregues para uma escola situada na área rural de um município próximo a Pato Branco.

8 Figura 5. Escola recebendo computadores As partes inutilizadas dos computadores e os computadores que não apresentam condições de uso são encaminhados por uma empresa da cidade de Pato Branco que provê o destino adequado do lixo eletrônico. Na Figura 6 estão itens, resultantes do processo de recomposição, para descarte. Figura 6. Lixo eletrônico pronto para descarte adequado 5. Conclusão Os resultados obtidos com as atividades realizadas ressaltam a relevância do projeto que visa promover a inclusão social por meio da inclusão digital. Para alcançar esse objetivo a inclusão digital foi realizada por meio do aprendizado de uso de software livre de forma que agregada por outros conhecimentos que pudesse conduzir à inclusão social e auxiliar no preparo para o mercado de trabalho, como a realização de cursos de inglês. A proposta de realização de projetos de inclusão do DAINF Câmpus Pato Branco se fundamenta na importância de a UTFPR realizar extensão como forma de

9 compartilhar o seu conhecimento para os que não possuem acesso ao mesmo por ingresso nos seus cursos curriculares e/ou ensino médio, graduação e pós-graduação. E o projeto se justifica, também, como forma de promover inclusão digital e social. Fortalecendo, assim, um dos seus pilares de sustentação que é a extensão. Além de auxiliar a promover uma sociedade mais igualitária. Com a realização das atividades verificou-se que ter a inclusão digital como elemento central de um processo de inclusão é uma maneira de contribuir para a inclusão social à medida que a tecnologia possibilita ao indivíduo o acesso ao conhecimento, à cultura, ao entretenimento e a interação com outros indivíduos, além da qualificação para o mercado de trabalho. À medida que as atividades eram realizadas os alunos se tornavam mais participativos e interessados em aprender. Para muitos dos alunos participantes dos projetos, o único contato com o computador ocorria durante o curso. Para esses alunos, essa oportunidade de contato e aprendizado de uso do computador foi, certamente, muito importante. O uso de software livre nos cursos ministrados possibilita a promoção da cidadania pela conscientização da não pirataria de software, pela possibilidade de utilizar software sem custos para a Universidade e de auxiliar na divulgação da cultura do software livre. Fazendo, assim, com que os participantes do projeto estejam preparados para o uso desse tipo de software e auxiliem a disseminar o uso ético e legal de sistemas e aplicativos computacionais. Por fim, a realização destes projetos tem ajudado docentes e discentes do DAINF a entender que a Universidade, pelo conhecimento gerado a partir da mesma, pode ser um polo irradiador de informação e conhecimento e é capaz de contribuir para minimizar problemas sociais, como o da inclusão digital. E, assim, promover cidadania. Pretende-se que esses projetos sejam contínuos, gerando um núcleo de inclusão digital e de promoção de inclusão social vinculado ao DAINF. Mesmo porque, um vínculo com um segmento da sociedade que de outra forma não teria meios de compartilhar do conhecimento e saber produzido na UTFPR foi promovido. Esse vínculo precisa ser mantido e fortalecido. Para que isso ocorra, é necessário que as atividades do projeto sejam, de alguma forma, continuadas e ampliadas. 6. Agradecimentos Agradecimentos ao Ministério da Educação que por meio do edital do Programa de Extensão Universitária (ProExt 2013) possibilitou recursos para a realização das atividades de um dos projetos realizados pelo DAINF, da UTFPR, Câmpus Pato Branco. Referências BBC Brasil (2013) Pobres da Noruega ganham mais que ricos em 57 países, junho. Camara, M. (2005) Telecentros como Instrumento de inclusão digital: perspectiva comparada em Minas Gerais, Belo Horizonte, Universidade Federal de Minas Gerais. Castells, M. (2002) A sociedade em rede, São Paulo: Editora Paz e Terra S.A.

10 Cruz, R. (2004) O que as empresas podem fazer pela inclusão digital, São Paulo: Instituto Ethos. FSF (2013) Free Software Foundation, junho. Formenti, L., Bramatti, D. e Toledo, J. R. (2013) Brasil melhora pouco no IDH, mas é destaque em relatório da ONU. O Estado de S. Paulo, outubro. Gazeta (2013) Brasil é o 4º país em desigualdade social. Estudo mostra que o país ainda precisa avançar na distribuição da riqueza, julho. Máximo, W. (2013) Desigualdade social foi estopim para manifestações no Brasil, diz Fórum Econômico Mundial, outubro. Meffe, C. e Gualberto, M. A. M. (2005) Direito à comunicação na sociedade da informação: o papel estratégico do software livre, Brasília: Tema A revista do SERPRO. Ministério da Fazenda. Pascoal, J. (2013) Desigualdade social e regional no Brasil, junho. Rebouças, F. (2013) Desigualdade outubro. social, Silva, L. O. (2013) As desigualdades sociais no junho. Brasil', Silveira, S. A. e Cassiano, J. (orgs.) (2003), Software livre e inclusão digital, São Paulo: Conrad Editora do Brasil. Sorj, B. (2003), a luta contra a desigualdade na sociedade da informação, Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar.

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