INSTRUMENTOS DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DEC /09 SLAM

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1 INSTRUMENTOS DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DEC /09 SLAM e MN 050 R5 CLASSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES POLUIDORAS LP (Lei 1356/08 EIA-RIMA) LI (autoriza pré-operação) LO (A.A/DZ-056 R3 CLASSES 4,5 e 6 MN 050 R5) LAS LPI LIO LAR (Remediação, recuperação ou eliminação de passivo ambiental em atividades fechadas ou desativadas) LOR (TAC) Certidão Ambiental (INEXIGIBILIDADE Pot. Insignificante CLASSE I MN 050 R5) Autorização Ambiental.

2 LICENCIAMENTO E CONTROLE DE ATIVIDADES INDUSTRIAIS PEQUENAS, MÉDIAS E GRANDES EMPRESAS Analista Ambiental/Engenheiro/INEA José Luiz Pires Analista Ambiental/Engenheira/INEA Cláudia Tavares Alves

3 POLUENTES DO AR PRESSÃO SONORA RISCO F.M.P ZONEAMENTO OUTORGA EMPRESA U.C EFLUENTE LÍQUIDO RESÍDUOS SÓLIDOS VIZINHANÇA SOLO

4 ZONEAMENTO EMPRESA Certidão de Zoneamento emitida pela Prefeitura declarando que o local e o tipo de empreendimento ou atividade estão em conformidade com a legislação aplicável ao uso e ocupação do solo Atendimento ao Art. 10, 1º da Resolução CONAMA nº 237/97 - Verificar, quando a área for considerada rural, até antes de atender às Leis 4771/65 e 7803/89 Requerer Aprovação de Reserva Legal - INEA

5 F.M.P Lei nº 4.771, de 15 de setembro de 1965 EMPRESA DECRETO /10 dispõe sobre tratamento e demarcação de FMP no licenciamento ambiental - fmp área consolidada. Art 3º da Resolução CONAMA nº 302/02 e 303/02 Trinta metros, para o curso d`água com menos de dez metros de largura; Cinqüenta metros, para o curso d`água com dez a cinqüenta metros de largura; Cem metros, para o curso d`água com cinqüenta a duzentos metros de largura; Duzentos metros, para o curso d`água com duzentos a seiscentos metros de largura; Quinhentos metros, para o curso d`água com mais de seiscentos metros de largura;

6 OUTORGA EMPRESA Lei Estadual nº 3.239, de 02 de agosto de Lei Estadual nº 4.247, de 16 de dezembro de Captação de águas superficiais e/ou subterrâneas Lançamento em corpos hídricos DECLARAÇÃO DE USO INSIGNIFICANTE Captação de água superficial com vazão inferior a 0,4 L/s e volume máximo diário de L Extração de água subterrânea com vazão inferior a 0,4 L/s e volume máximo diário de L OBS: OBTENÇAO DE OUTORGA OU DECLARAÇÃO DE USO INSIGNIFICANTE, SOMENTE INEA PROCESSO INEA

7 EMPRESA U.C Lei Federal nº 9.985, de 18 de julho de 2000 Institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza SNUC Decreto 4.340/02 regulamenta a Lei CONAMA 428/10 verifica à necessidade ou não de anuência ou de autorização do órgão gestor da Unidade de Conservação.

8 Fontes de geração POLUENTES DO AR - Fontes fixas - Fontes móveis - Emissões Fugitivas Poluentes gerados (Partículas, gases, vapores, odores) Limite/Padrão de emissão EMPRESA (INEA, IBAMA, INTERNACIONAL) Sistemas de controle Monitoramento (PROMON- AR /NOP-INEA-01)

9 Fontes de geração PRESSÃO SONORA Avaliação Preliminar Avaliação Técnica Legislação EMPRESA CONAMA 01/90 NBR Controle

10 Levantamento das Fontes Características físico-químicas dos produtos armazenados Relatório de Segurança RISCO - Análise de Riscos - Plano de Ação de Emergência - Planos de Contingências EMPRESA - Plano de Emergência Individual PEI (CONAMA 398/08

11 Fontes de geração - Efluente Industrial - Efluente Doméstico Caracterização do efluente DZ-205 R6 DZ 215 R4 NT-202 R10 NT-213 R4 EMPRESA Sistema de tratamento DZ 703 R4 Apres. Projeto Monitoramento do Efluente EFLUENTE LÍQUIDO PROCON-ÁGUA - DZ-942-R7

12 Tipo de resíduos gerados LEI de 02/08/ Política Nacional de Resíduos Sólidos Classificação (NBR ) Fonte/Origem Acondicionamento interno NBR (Casse II A/B) NBR (Classe I) RESÍDUOS SÓLIDOS EMPRESA Destinação Manifesto de Resíduos DZ-1310 Inventário de Resíduos CONAMA 313/02 CONAMA 307/02 CONAMA 358/05 (RSS) Programa de Redução de Resíduos (Boas Práticas)

13 Possíveis fontes de contaminação do solo e águas subterrâneas Avaliação geoambiental EMPRESA Conama critérios e valores orientadores da qualidade do solo/diretriz para o gerenciamento ambiental de área contaminada NBR parte 1 Avaliação Preliminar SOLO NBR parte 2 Investigação Confirmatória

14 FONTES DE GERAÇÃO MARMORARIAS Poluentes do Ar - Beneficiamento das pedras brutas, a seco, tais como: Corte, esmerilhamento, lixamento e polimento. - Colagem de cubas e acabamento das peças, utilizando colas a base de resinas sintéticas. POLUENTES GERADOS - Material Particulado (pó de pedra) - Odores característicos das colas a base de resina (Vapores orgânicos) LIMITE/PADRÃO DE EMISSÃO - Não há limite/padrão específico SISTEMA DE CONTROLE - Partículas: Enclausuramento ou semienclausuramento, com exaustão forçada para filtros manga ou cortina d água (sistema mais utilizado) ou o equipamento opera por via úmida. - Vapores orgânicos: Normalmente, não é exigido controle, uma vez que se restringe ao local de operação. PROCON-AR Não aplicável

15 Filtros Manga Cortina d'água

16 MARMORARIAS Pressão Sonora Fontes de geração Politrizes, Lixadeiras elétricas e, principalmente, serras de corte Avaliação Preliminar Verificação se o nível de ruído é perceptível fora dos limites da empresa. Avaliação Técnica Se caracterizado fora da empresa e, de acordo com as características da vizinhança, exige-se a medição para verificação da conformidade legal. Legislação Resolução CONAMA nº 01/90 - Dispõe sobre critérios de padrões de emissão de ruídos decorrentes de quaisquer atividades industriais, comerciais, sociais ou recreativas, inclusive as de propaganda política. NBR de Avaliação de ruídos em áreas habitadas visando o conforto da comunidade. Controle Normalmente enclausuramento dos setores e aplicação de protetores acústicos.

17 MARMORARIAS Risco Dentre os processos/atividades desenvolvidos em uma marmoraria, não há manipulação, nem estocagem de produtos com características tóxicas ou inflamáveis, que possam ser caracterizados como fonte de risco ambiental.

18 Fontes de geração MARMORARIAS Efluente Líquido Efluente Industrial: Operações de corte, polimento e lixamento das peças, por via úmida. Efluente Doméstico: Instalações sanitárias e Cozinha industrial Caracterização do efluente Industrial: Águas residuais com elevada concentração de sólidos em suspensão; Doméstico: Efluente com característica orgânica Sistema de tratamento Industrial: Instalação de Tanques de sedimentação/retenção de partículas com ou sem reuso. Doméstico: De acordo com o número de contribuintes (Ver DZ-215.R.04 ) PROCON-ÁGUA Não aplicável Legislação NT-202.R10 Critérios e padrões para lançamento de efluentes líquidos. DZ- 215.R04 - Diretriz de controle de carga orgânica biodegradável em efluentes líquidos de origem sanitária

19 Tipo de resíduos MARMORARIAS Resíduos Sólidos Classe Fonte/Origem Acondic. NBR interno Destinação Cacos de mármores e granitos Classe II -B Sobra de processo - Caçambas - a granel Reaproveitramento por terceiros Lama das caixas de decantação Classe II -A Sistema de tratamento - Caçambas - a granel - tambores Aterro Latas de colas e solventes Classe I Processo - Caçambas - tambores Aterro Industrial Siderurgia Estopas contaminadas com óleo Classe I Limpeza e manutenção - Caçambas - tambores - Sacos plásticos Aterro Industrial Coprocessamento Resíduos da limpeza de fossas Classe II - A Sistema de tratamento Retirada direta Tratamento biológico ETES resíduos de sanitários e áreas administrativas Classe II - A Prédios - Coletores - tambores - Sacos plásticos Aterro

20 MARMORARIAS Solo Possíveis fontes de contaminação do solo e águas subterrâneas Está relacionado com o armazenamento inadequado de resinas, óleos lubrificantes e a lama dos tanques de decantação Avaliação geoambiental Depende sempre das condições evidenciadas

21 GALVANOPLASTIA

22 GALVANOPLASTIA Poluentes do Ar FONTES DE GERAÇÃO Cubas dos banhos eletrolíticos e cubas de decapagem ácida e básica Decapagem mecânica (escovação, lixamento, polimento e jateamento) Limpeza por solvente (Tetracloroetileno, percloroetileno, etc) POLUENTES GERADOS Vapores ácidos, básicos e, principamente, compostos a base de cromo. Material Particulado Compostos orgânicos voláteis VOC s LIMITE/PADRÃO DE EMISSÃO -Não há limite/padrão específico na legislação nacional - Busca-se o uso de padrões internacionais (EPA), principamente, no caso do cromo. SISTEMA DE CONTROLE Vapores inorgânicos: Coifas com exaustão forçada para lavadores de gases (tipo venturi, torres com recheio), sendo a exaustão das cubas de cromo individualizadas. Material particulado: Coifas com exaustão forçada para filtro de mangas. Orgânicos voláteis: Coifas com exaustão forçada para filtro com carvão ativado. PROCON-AR : Em função do porte da atividade.

23

24 GALVANOPLASTIA Pressão sonora FONTES DE GERAÇÃO Equipamentos utilizados na decapagem mecânica e a exaustão dos sistema de controle AVALIAÇÃO PRELIMINAR Verificação se o nível de ruído é perceptível fora dos limites da empresa. AVALIAÇÃO TÉCNICA Se caracterizado fora da empresa e, de acordo com as características da vizinhança, exige-se a medição para verificação da conformidade legal. LEGISLAÇÃO Resolução CONAMA nº 01/90 - Dispõe sobre critérios de padrões de emissão de ruídos decorrentes de quaisquer atividades industriais, comerciais, sociais ou recreativas, inclusive as de propaganda política. NBR de Avaliação de ruídos em áreas habitadas visando o conforto da comunidade. CONTROLE As fontes citadas para essa atividade, normalmente, se caracterizam como de baixo potencial poluidor.

25 GALVANOPLASTIA Risco Esse tipo de atividade não se caracteriza como fonte com potencial de risco ambiental. Entretanto, devem ser avaliadas as características físico-químicas e quantidades armazenadas, para tal conclusão.

26 GALVANOPLASTIA Efluente Líquido FONTES DE GERAÇÃO Efluente Industrial: Descarte periódicos dos banhos químicos saturados, produtos auxiliares (desengraxantes, decapantes, passivadores, etc), águas de lavagem de processo, pisos e lavadores de gases. Efluente Doméstico: Instalações sanitárias e Cozinha industrial CARACTERIZAÇÃO DO EFLUENTE Industrial: Efluente com características inorgânicas, contendo, principalmente metais, tais como: Cr, Fe, Ni, Cu, Zn, Al, Sn, Cd. Presença de ânions tóxicos: cianetos, sulfuretos e fluoretos. Doméstico: Efluente com caracterísitca orgânica

27 SISTEMA DE TRATAMENTO Industrial: Físico-químico Tanques de equalização, tanques de ajuste de ph, tanques de coagulação/floculação, tanques de ajustes finais de ph, adensamento do lado, através de filtro presnsa ou leitos de secagem. Quando existem linhas de Cromo e Cianeto, as mesmas são pré-tratadas separadamente antes de entrarem na linha de tratamento convencional. No caso de cromo: Redução do Cr6+ para Cr3+, em ph ácido No caso de cianetos: Tratado em ph básico, para evitar a formação de gás cianídrico O tratamento visa levar os metais à condição de hidróxidos insolúveis, por variação do ph, sendo removidos por precipitação. Doméstico: De acordo com o número de contribuintes (Ver DZ-215.R.04 ) PROCON-ÁGUA Parâmetros: Vazão, Temperatura, ph, metais, Óleos e graxas, MBAS, MS, Cianetos e DQO < 200 mg/l ou 4,0 kg/dia LEGISLAÇÃO NT-202.R10 Critérios e padrões para lançamento de efluentes líquidos. DZ.205.R06 - Diretriz de controle de carga orgânica em efluentes líquidos de Origem industrial DZ-215.R04 Diretriz de controle de carga orgânica biodegradável em efluentes líquidos de origem sanitária.

28 GALVANOPLASTIA Resíduos Sólidos Tipo de resíduos Classe NBR Fonte/Origem Lodos do tratamento Classe I Sistema de Tratamento Carvão ativados saturados Trapos, estopas, EPI s contaminados Resíduos de limpeza e manutenção Classe I Sistema de controle Acondic. interno Tambores e caçambas Tambores e caçambas Classe I Operação Tambores e caçambas Classe I e II -A manutenção Tambores e caçambas Destinação Coprocessamento Aterro industrial coprocessamento Coprocessamento/ aterro industrial Coprocessamento/ aterro industrial Óleos lubrificantes Classe I Processo Tambores Rerrefino Material sólido da decapagem mecânica Classe I e II -A Processo Tambores e caçambas Sucata Metálica Classe II -B Processo Tambores e caçambas Embalagens plásticas Resíduos de áreas administrativas e sanitários Classe I, II A e II - B Área de Operação Tambores e caçambas Classe II - A Prédios Tambores e caçambas Óleo de usinagem Classe I Processo Tambores e caçambas Aterro industria/siderurgia Aterro industrial/siderurgia Aterro industrial coprocessamento reciclagem aterro rerefino

29 Armazenamento dos resíduos: De acordo com as normas da ABNT: NBR Armazenamento de resíduos classes II (não inertes) e III (inertes) NBR Armazenamento de Resíduos Sólidos Perigosos; Manifesto de Resíduos DZ-1310.R-7 - Sistema de manifesto de resíduos; Inventário de Resíduos Resolução CONAMA n 313 / Dispõe sobre o Inventário Nacional de Resíduos Sólidos Industriais.

30 GALVANOPLASTIA solo Possíveis fontes de contaminação do solo e águas subterrâneas Áreas de processo, por perdas de produtos químicos para o piso. Áreas de armazenamento de produtos químicos Área do sistema do sistema de lavagem de gases, principalmente, de cromo Área de armazenamento de resíduos Avaliação geoambiental Depende sempre das condições evidenciadas

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