O que podemos ganhar com a ReLASC-BR?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O que podemos ganhar com a ReLASC-BR?"

Transcrição

1 O que podemos ganhar com a ReLASC-BR? Produtos, serviços, benefícios Onde a ReLASC-AL chegou? Promoção e divulgação do tema Comunicação e networking Benefícios esperados

2 Productos Relevancia p/ consolidacion Relasc Plazos Recursos Humanos disponibles Costo Grupo trabajo. Responsable Portal UG Curso a distancia Grupo 2 Preguntas frecuentes aporte G1 Orientaciones Tecnicas TdRs 2 MX; BR; CH aporte G1 Estudios de caso Definir producto en grupo de trabajo Grupo INFO ALEMANIA Incluir en enlaces del portal UG Glosario Recopilacion: politicas publ Recop legislativa/ normas 2 Registros de servicios : consultoria/ empresas Metodologia p/ inf sitios contaminados GIS WINI MX; CETESB; CAIXA aporte G1 2 2 p/largo plazo Ricardo Wini Ley Aleman aporte G p/largo plazo p/largo plazo Biblioteca aporte G1 Biblioteca virtual e banco de dados sistematizado de publicações no âmbito regional. Informações sistematizadas sobre atores, bases normativas, quadro institucional y mercado na América Latina Ferramenta Perguntas Mais Freqüentes (FAQs) para orientar a população e atores do setor público e privado sobre o tema em linguagem facil;

3 Biblioteca virtual e banco de dados sistematizado de publicações no âmbito regional. Informações sistematizadas sobre atores, bases normativas, quadro institucional y mercado na América Latina Ferramenta Perguntas Mais Freqüentes (FAQs) para orientar a população e atores do setor público e privado sobre o tema em linguagem facil;

4 Biblioteca virtual e banco de dados sistematizado de publicações no âmbito regional. Informações sistematizadas sobre atores, bases normativas, quadro institucional y mercado na América Latina Ferramenta Perguntas Mais Freqüentes (FAQs) para orientar a população e atores do setor público e privado sobre o tema em linguagem facil;

5 Glossário para harmonizar a terminologia na América Latina, tornar conceitos compativeis e ajudar na busca de informação Portal ReLASC com calendário de eventos e outras funcionalidades sobre a temática na América Latina Boletins/ Newsletters Fórums de discussão sobre temas específicos Acceso privilegiado a seminários y cursos promovidos por ReLASC Ser parte da primeira comunidade temática na gestão de áreas contaminadas na América Latina

6 Glossário para harmonizar a terminologia na América Latina, tornar conceitos compativeis e ajudar na busca de informação Portal ReLASC com calendário de eventos e outras funcionalidades sobre a temática na América Latina Boletins/ Newsletters Fórums de discussão sobre temas específicos Acceso privilegiado a seminários y cursos promovidos por ReLASC Ser parte da primeira comunidade temática na gestão de áreas contaminadas na América Latina

7 Glossário para harmonizar a terminologia na América Latina, tornar conceitos compativeis e ajudar na busca de informação Portal ReLASC com calendário de eventos e outras funcionalidades sobre a temática na América Latina Boletins/ Newsletters Fóruns de discussão sobre temas específicos Acceso privilegiado a seminários y cursos promovidos por ReLASC Ser parte da primeira comunidade temática e interativa na gestão de áreas contaminadas na América Latina

8 Destaques e inovação: produtos e serviços elaborados e disponibilizados (desde 04/2008 até 05/2009) Portal e produtos: base de compartilhamento do conhecimento sobre o tema na América Latina em língua espanhol e português com: Compilação das bases normativas/legais de 5 paises Biblioteca de publicações relevantes FAQs como ferramenta de comunicação e orientação Calendário de eventos na região, atualizado Boletins e serviço de novidades Construção de uma base de informação sobre atores (catalogo de membros) Espaços virtuais potenciais para as redes nacionais com própria administração, endereços etc

9 Destaques e inovação: Promoção e adesão (desde 04/2008 até 05/2009) Promoção e divulgação: em 2 evento internacionais da ReLASC em Mexico e Argentina; em 5 eventos externos: ECOTOX/Mx, EKOS, AESAS, COP/Ch, AIEA/Au criação de uma comunidade Kit promoção: com informação sobre ReLASC e filiação Mailing promoção: para 5000 endereços (apoio EKOS) Parteira para redes Nacionais: México, Brasil, Chile Novos membros efetivos (autoridades nacionais): Colômbia a caminho Benefícios gestor público: melhor conhecimento das questões técnicas, administrativas e legais Experiências de outros podem ajudar a gerar melhores estratégias para abordar estes problemas. ReLASC facilitará estes vínculos. fornecedor de serviços (consultor): fácil acesso à informações sobre leis e normas ambientais relacionadas ao tema na região e sobre inovações tecnológicas e políticas de mercado para tornar sua atuação mais competitiva. setor acadêmico: acesso a dados e informações que permitirá identificar mais facilmente as áreas prioritárias de pesquisa e fontes de financiamento. Mais: contato direto com outros pesquisadores e grupos de trabalho na região e no exterior; possibilidade de gerar projetos em conjunto com instâncias acadêmicas, intercâmbios estudantis e outros recursos de colaboração conjunta. Setor produtivo: acesso a informações sobre como resolver problemas técnicos e legais dentro do tema; possibilidade de entrar em contato com outros especialistas da área que podem compartilhar suas experiências ou fornecer serviços Sociedade civil: acesso a informações objetivas que permitirão compreender melhor os problemas relacionados aos sítios contaminados, e como ajudar sua região a evitar a geração de sítios contaminados. Para Todos: aproximar os setores em dialogo e cooperação

Relatório Técnico Final

Relatório Técnico Final Relatório Técnico Final sobre serviços de apoio gerencial e técnico na implementação do projeto ReLASC no período 07/008 /009 Nº de Contrato: 76RS/08 Projeto: Projeto de Cooperação com os Órgãos Estaduais

Leia mais

Quem somos. Objetivos

Quem somos. Objetivos Ser membro da SIBRT, a associação dos sistemas de transporte público urbano mais avançados da América Latina, significa participar de um processo de cooperação ativa para elevar os padrões de qualidade

Leia mais

Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde

Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde Objetivo: Apresentar o Modelo da BVS: conceitos, evolução, governabilidade, estágios e indicadores. Conteúdo desta aula

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

Desafios e Perspectivas para o Orçamento Participativo

Desafios e Perspectivas para o Orçamento Participativo Desafios e Perspectivas para o Orçamento Participativo A Experiência de Belo Horizonte Claudinéia Ferreira Jacinto Secretaria Municipal Adjunta de Planejamento, Orçamento e Informação Prefeitura de Belo

Leia mais

Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações

Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações Página 144 VIII/11. Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações A Conferência das Partes, Informando-se sobre o relatório do Secretário Executivo sobre as atividades do

Leia mais

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ BIREME - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ BIREME - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL Rio de Janeiro 2002 Doenças Infecciosas e Parasitárias na BVS

Leia mais

_Somos um grupo de profissionais que apoia projetos de desenvolvimento e de responsabilidade social na América Latina, especializados em comunicação,

_Somos um grupo de profissionais que apoia projetos de desenvolvimento e de responsabilidade social na América Latina, especializados em comunicação, _Somos um grupo de profissionais que apoia projetos de desenvolvimento e de responsabilidade social na América Latina, especializados em comunicação, gestão de conhecimento e em transformações sociais

Leia mais

Documento referencial: uma contribuição para o debate

Documento referencial: uma contribuição para o debate Documento referencial: uma contribuição para o debate desenvolvimento integração sustentável participação fronteiriça cidadã 1. Propósito do documento O presente documento busca estabelecer as bases para

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DE ALINHAR O MODELO DE GOVERNANÇA À ESTRATÉGIA. Copyright 2013 Symnetics Todos os direitos reservados

A IMPORTÂNCIA DE ALINHAR O MODELO DE GOVERNANÇA À ESTRATÉGIA. Copyright 2013 Symnetics Todos os direitos reservados A IMPORTÂNCIA DE ALINHAR O MODELO DE GOVERNANÇA À ESTRATÉGIA Copyright 2013 Symnetics Todos os direitos reservados Onde estamos Ao longo da nossa história, firmamos importantes parcerias internacionais,

Leia mais

XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015

XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015 XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015 Modelo 2: resumo expandido de relato de experiência Resumo expandido O Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São

Leia mais

PLANO OPERACIONAL ANUAL E ORÇAMENTO DETALHADO 2013

PLANO OPERACIONAL ANUAL E ORÇAMENTO DETALHADO 2013 PLANO OPERACIONAL ANUAL E ORÇAMENTO DETALHADO 2013 1 Composição Orçamentária ISAGS - 2013 (*) Natureza Valor anual (US$) Percentual Projetos 42,6% 1.001.200,00 Pessoal 37,9% 892.958,00 Gastos Operacionais

Leia mais

5 Objetivos Principais

5 Objetivos Principais A Rainforest Business School Escola de Negócios Sustentáveis de Floresta Tropical Instituto de Estudos Avançados Universidade de São Paulo (USP) Programa de Pesquisa Amazônia em Transformação (AmazonIEA)

Leia mais

OCPLP Organização Cooperativista dos Povos de Língua Portuguesa. Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015

OCPLP Organização Cooperativista dos Povos de Língua Portuguesa. Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015 Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015 1 Índice: I Enquadramento II Eixos de Intervenção Estratégica III Proposta de Orçamento IV Candidaturas a Programas de Apoio 2 I Enquadramento Estratégico

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO EDITAL 006/2011 - PROJETO BRA/06/032 CÓDIGO: WEB O Projeto BRA/06/032 comunica que estará

Leia mais

Projeto IPPDH Cooperação Humanitária Internacional

Projeto IPPDH Cooperação Humanitária Internacional TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONSULTORIA COORDENADOR/A DE CAPACITAÇÃO 1. Antecedentes Projeto IPPDH Cooperação Humanitária Internacional O Projeto Cooperação Humanitária Internacional tem por objetivo o desenvolvimento

Leia mais

SERVIÇOS DE INTERNACIONALIZAÇÃO ETICOM: ASSOCIAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES DA ANDALUZIA

SERVIÇOS DE INTERNACIONALIZAÇÃO ETICOM: ASSOCIAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES DA ANDALUZIA ETICOM: ASSOCIAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES DA ANDALUZIA ASSOCIAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES DA ANDALUZIA SERVIÇOS DE INTERNACIONALIZAÇÃO 1 SERVIÇOS DE INTERNACIONALIZAÇÃO

Leia mais

Evolução da BVS nos Países eportuguêse. Cláudia Guzzo BIREME/PAHO/WHO - São Paulo

Evolução da BVS nos Países eportuguêse. Cláudia Guzzo BIREME/PAHO/WHO - São Paulo Evolução da BVS nos Países eportuguêse Cláudia Guzzo BIREME/PAHO/WHO - São Paulo FATOS HISTÓRICOS Set. 2005 - Pontos focais do eportuguêse se reúnem em GT durante o 9º Congresso Mundial de Informação em

Leia mais

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 CONSUC Parecer 12/2008 Aprovado em 02/12/2008 RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 Cria o Núcleo de Educação a Distância (NEAD) e aprova seu Regimento Interno O DIRETOR GERAL DA FACULDADE DAS AMÉRICAS,

Leia mais

UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE A INSTITUIÇÃO A Universidade Livre do Meio Ambiente - Unilivre, instalada em Curitiba, Paraná, é uma organização não governamental sem fins lucrativos, recentemente

Leia mais

Desafíos de la Gestión Pública para el Desarrollo en América Latina y el Caribe

Desafíos de la Gestión Pública para el Desarrollo en América Latina y el Caribe Desafíos de la Gestión Pública para el Desarrollo en América Latina y el Caribe Fortaleciendo la evaluación y planificación de programas y políticas: Colaboración entre pares y redes Márcia P Joppert Agência

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

Setor Educacional do MERCOSUL - SEM

Setor Educacional do MERCOSUL - SEM MERCOSUL Setor Educacional do MERCOSUL - SEM Os Ministros de Educação do MERCOSUL se reúnem duas vezes por ano há 22 anos para elaborar, coordenar e executar políticas públicas em Educação entre países

Leia mais

DIVULGAÇÃO DE TERMINOLOGIAS EM PORTUGÊS E POLÍTICAS LINGUÍSTICAS

DIVULGAÇÃO DE TERMINOLOGIAS EM PORTUGÊS E POLÍTICAS LINGUÍSTICAS VIII Jornada Científica REALITER Terminologia e Políticas linguísticas DIVULGAÇÃO DE TERMINOLOGIAS EM PORTUGÊS E POLÍTICAS LINGUÍSTICAS Maria da Graça Krieger (kriegermg@gmail.com) Universidade do Vale

Leia mais

DECLARAÇÃO DE HAVANA 15 AÇÕES DE LITERACIA DA INFORMAÇÃO / ALFIN...

DECLARAÇÃO DE HAVANA 15 AÇÕES DE LITERACIA DA INFORMAÇÃO / ALFIN... DECLARAÇÃO DE HAVANA 15 AÇÕES DE LITERACIA DA INFORMAÇÃO / ALFIN... por um trabalho colaborativo e de geração de redes para o crescimento da literacia da informação 1 no contexto dos países ibero-americanos

Leia mais

VI Seminário de Políticas de Gestão da Qualidade

VI Seminário de Políticas de Gestão da Qualidade VI Seminário de Políticas de Gestão da Qualidade do Solo e das Águas Subterrâneas aesas - 24 e 25 de setembro de 2008 Eng.º Giuseppe Michelino CETESB Departamento de Tecnologia do Solo, Águas Subterrâneas

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

Política Ambiental janeiro 2010

Política Ambiental janeiro 2010 janeiro 2010 5 Objetivo Orientar o tratamento das questões ambientais nas empresas Eletrobras em consonância com os princípios da sustentabilidade. A Política Ambiental deve: estar em conformidade com

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

Esforços Regionais e Redes: no Caminho da Qualidade na Gestão Acadêmica

Esforços Regionais e Redes: no Caminho da Qualidade na Gestão Acadêmica 1ª Conferência do FORGES Universidade de Lisboa e Universidade de Coimbra Portugal 14 a 16 de Novembro de 2011 Esforços Regionais e Redes: no Caminho da Qualidade na Gestão Acadêmica Pesquisadoras: Maria

Leia mais

CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA

CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA Em 22 e 23 de outubro de 2015, organizado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano SEDU, por meio da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba COMEC,

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 O ano de 2008 é marcado, em termos internacionais, pela comemoração dos vinte anos do Movimento Internacional de Cidades Saudáveis. Esta efeméride terá lugar em Zagreb,

Leia mais

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Faculdade Educacional da Lapa 1 FAEL RESULTADOS - AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012 O referido informativo apresenta uma súmula dos resultados da autoavaliação institucional, realizada no ano de 2012, seguindo

Leia mais

Patrocínios: Governos Nacionais e Locais, empresas, organismos de cooperação internacional, universidades, doações.

Patrocínios: Governos Nacionais e Locais, empresas, organismos de cooperação internacional, universidades, doações. Criando ferramentas para a garantia ao direito à convivência familiar e comunitária. Documento Preparatório do Seminário Relaf 2013 Fortalecendo os Avanços. Criando ferramentas para a Garantia do Direito

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

XXXVIII REUNIÃO ORDINÁRIA

XXXVIII REUNIÃO ORDINÁRIA PRESIDÊNCIA PRO TEMPORE BRASILEIRA XXXVIII REUNIÃO ORDINÁRIA Subgrupo de Trabalho Nº 6 Meio Ambiente MERCOSUL ANEXO VII PLANO DE COOPERAÇÃO COM O PNUMA Brasília, 30 de agosto a 1º de setembro de 2006 1

Leia mais

America Acessivel: Informação e Comunicação para TODOS 12 14 de novembro de 2014 São Paulo, Brasil

America Acessivel: Informação e Comunicação para TODOS 12 14 de novembro de 2014 São Paulo, Brasil America Acessivel: Informação e Comunicação para TODOS 12 14 de novembro de 2014 São Paulo, Brasil Pautas para a promoção da acessibilidade das TIC para pessoas com Deficiência na região das Americas Preâmbulo

Leia mais

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 INDICE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 1. Objetivo...2 2. Aplicação...2 3. implementação...2 4. Referência...2 5. Conceitos...2 6. Políticas...3

Leia mais

CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE CNEC FACULDADE CENECISTA DE RIO BONITO FACERB PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO AOS EGRESSOS

CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE CNEC FACULDADE CENECISTA DE RIO BONITO FACERB PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO AOS EGRESSOS FFACERB - FFACULLDADE CENECISTTA DE RIO BONITTO ENTIDADE MANTENEDORA: CAMPANHA NACIONAL DE ESCOLAS DA COMUNIDADE Credenciada pela Portaria 57/09 MEC Publicada no D.O.U. em 14/01/2009 Av. Sete de Maio,

Leia mais

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Existe a compreensão evidente por parte das lideranças empresariais, agentes de mercado e outros formadores de opinião do setor privado

Leia mais

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO A universidade vivencia, em seu cotidiano, situações de alto grau de complexidade que descortinam possibilidades, mas também limitações para suas

Leia mais

REGIMENTO DOS GRUPOS NACIONAIS E REGIONAIS DE TRABALHO DA ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DO DIREITO DO SEGURO AIDA/Brasil

REGIMENTO DOS GRUPOS NACIONAIS E REGIONAIS DE TRABALHO DA ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DO DIREITO DO SEGURO AIDA/Brasil REGIMENTO DOS GRUPOS NACIONAIS E REGIONAIS DE TRABALHO DA ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DO DIREITO DO SEGURO AIDA/Brasil Artigo 1. Os Grupos Nacionais de Trabalho e os Grupos Regionais de Trabalho terão por

Leia mais

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Atores envolvidos Movimentos Sociais Agricultura Familiar Governos Universidades Comunidade Científica em Geral Parceiros Internacionais,

Leia mais

COORDENAÇÃO. ABES-SP, Instituto PÓLIS, CAIXA, ANAMMA, UNICAMP, Projeto Pares(Poli-USP), OAF, Sindicato dos Engenheiros, Fórum Recicla São Paulo, CRUMA

COORDENAÇÃO. ABES-SP, Instituto PÓLIS, CAIXA, ANAMMA, UNICAMP, Projeto Pares(Poli-USP), OAF, Sindicato dos Engenheiros, Fórum Recicla São Paulo, CRUMA COORDENAÇÃO ABES-SP, Instituto PÓLIS, CAIXA, ANAMMA, UNICAMP, Projeto Pares(Poli-USP), OAF, Sindicato dos Engenheiros, Fórum Recicla São Paulo, CRUMA Ministério Público - Procuradoria Regional dos Direitos

Leia mais

Gestão de Conhecimento - Estudos de caso -

Gestão de Conhecimento - Estudos de caso - Gestão de Conhecimento - Estudos de caso - Irina Saur-Amaral Aveiro, 28 de Abril de 2006 Estudos de caso 1. MKS (consultoria TIC Índia): importância da cultura de conhecimento 2. Siemens AG: implementação

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

Comunidade de Prática Internacional para apoiar o fortalecimento e liderança da BIREME OPAS/OMS Fortalecimento institucional da BIREME OPAS/OMS

Comunidade de Prática Internacional para apoiar o fortalecimento e liderança da BIREME OPAS/OMS Fortalecimento institucional da BIREME OPAS/OMS Comunidade de Prática Internacional para apoiar o fortalecimento e liderança da BIREME OPAS/OMS Fortalecimento institucional da BIREME OPAS/OMS TERMOS DE REFERÊNCIA Versão 17/07/2012 No âmbito de um processo

Leia mais

A iniciativa eportuguêse e oportunidades para os países de língua portuguesa

A iniciativa eportuguêse e oportunidades para os países de língua portuguesa A iniciativa eportuguêse e oportunidades para os países de língua portuguesa BIREME/OPAS/OMS - São Paulo 1 eportuguêse Iniciativas para fortalecer a informação em saúde nos países de língua portuguesa

Leia mais

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13 Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018 L RECyT, 8.11.13 Delineamento do Programa - Quadro Fundamentação Geral Programa público, plurianual, voltado para o fortalecimento

Leia mais

Política Ambiental do Sistema Eletrobrás

Política Ambiental do Sistema Eletrobrás Política Ambiental do Sistema Eletrobrás POLÍTICA AMBIENTAL DO SISTEMA ELETROBRÁS 5 OBJETIVO Orientar o tratamento das questões ambientais nas empresas do Sistema Eletrobrás em consonância com os princípios

Leia mais

Projeto de Inovação Tecnológica - (PIT) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção. Projeto 6 Capacitação para a Inovação

Projeto de Inovação Tecnológica - (PIT) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção. Projeto 6 Capacitação para a Inovação Projeto de Inovação Tecnológica - (PIT) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Projeto 6 Capacitação para a Inovação Vicente Mattos Sinduscon-BA Coordenador Geral: Equipe Técnica Vicente Mattos

Leia mais

Infraestrutura no Brasil Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração

Infraestrutura no Brasil Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo atual exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

REDE DE ESCOLAS TÉCNICAS DE SAÚDE DA UNASUL Plano de Trabalho

REDE DE ESCOLAS TÉCNICAS DE SAÚDE DA UNASUL Plano de Trabalho REDE DE ESCOLAS TÉCNICAS DE SAÚDE DA UNASUL Plano de Trabalho 1. Introdução Na 1ª reunião do Grupo Técnico de Desenvolvimento e Gestão de Recursos Humanos em Saúde do Conselho de Saúde da Unasul, realizada

Leia mais

Gestão de Informação e Intercâmbio de Conhecimento O papel da Biblioteca Virtual em Saúde e Redes Associadas

Gestão de Informação e Intercâmbio de Conhecimento O papel da Biblioteca Virtual em Saúde e Redes Associadas II Seminário sobre tecnologia, gestão da informação e conhecimento em saúde pública Brasília, 08-10 junho, 2010 Gestão de Informação e Intercâmbio de Conhecimento O papel da Biblioteca Virtual em Saúde

Leia mais

Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia

Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia ANEXO XIII XXXIII REUNIÓN ESPECIALIZADA DE CIENCIA Y TECNOLOGÍA DEL MERCOSUR Asunción, Paraguay 1, 2 y 3 de junio de 2005 Gran Hotel del Paraguay Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia Anexo XIII Projeto:

Leia mais

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

RECYT/MERCOSUL. ESCOLA VIRTUAL DE SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - Proposta Resumida -

RECYT/MERCOSUL. ESCOLA VIRTUAL DE SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - Proposta Resumida - CO-GR.MSUL.INOT.0003 Circulação Restrita RECYT/MERCOSUL ESCOLA VIRTUAL DE SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - Proposta Resumida - Resumo Esta nota resume proposta à RECYT/MERCOSUL de projeto de educação à distância

Leia mais

Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas

Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas Elaborada pela Diretoria de Extensão e pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa

Leia mais

qualidade do cuidado em saúde A segurança

qualidade do cuidado em saúde A segurança A Segurança nos serviços de saúde é um problema tão grande e as causas tão diversas e complexas que não é mais possível não separar as práticas da Qualidade e as práticas da Segurança. A qualidade do cuidado

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL

ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. N o 02/01 ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, a Resolução N o 38/95 do Grupo Mercado Comum e a Recomendação

Leia mais

RECONHECENDO a geometria variável dos sistemas de pesquisa e desenvolvimento dos países membros do BRICS; ARTIGO 1: Autoridades Competentes

RECONHECENDO a geometria variável dos sistemas de pesquisa e desenvolvimento dos países membros do BRICS; ARTIGO 1: Autoridades Competentes MEMORANDO DE ENTENDIMENTO SOBRE A COOPERAÇÃO EM CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO ENTRE OS GOVERNOS DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, FEDERAÇÃO DA RÚSSIA, REPÚBLICA DA ÍNDIA, REPÚBLICA POPULAR DA CHINA E

Leia mais

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012 Meta superior (RIABM 2011): A Floresta Modelo é um processo em que grupos que representam uma diversidade de atores trabalham juntos para uma visão comum de desenvolvimento sustentável em um território

Leia mais

EDUNIOESTE CATÁLOGO DE PUBLICAÇÕES REVISTAS CIENTÍFICAS DA UNIOSTE

EDUNIOESTE CATÁLOGO DE PUBLICAÇÕES REVISTAS CIENTÍFICAS DA UNIOSTE UNIOESTE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO CONSELHO EDITORIAL DA EDUNIOESTE EDUNIOESTE CATÁLOGO DE PUBLICAÇÕES ===================================== REVISTAS

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA E EDUCAÇÃO

CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA E EDUCAÇÃO CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA E EDUCAÇÃO Este documento apresenta os resultados dos debates desenvolvidos pelo Grupo de Trabalho Capoeira e Educação, do 1º Encontro Regional do Programa Nacional de Salvaguarda

Leia mais

cursos fsc brasil programa de introdução à certificação florestal fsc

cursos fsc brasil programa de introdução à certificação florestal fsc introdução à certificação florestal fsc normas, governança oportunidades prevenção, resoluçãoede conflitos e engajamento no manejo florestal responsável fsc novos princípios e critérios, indicadores genéricos

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA REALIZAÇÃO DE UMA FORMAÇÃO SOBRE DIREITOS HUMANOS E GÉNERO NO KUITO, PROVINCIA DO BIÉ, ANGOLA

TERMOS DE REFERÊNCIA REALIZAÇÃO DE UMA FORMAÇÃO SOBRE DIREITOS HUMANOS E GÉNERO NO KUITO, PROVINCIA DO BIÉ, ANGOLA TERMOS DE REFERÊNCIA REALIZAÇÃO DE UMA FORMAÇÃO SOBRE DIREITOS HUMANOS E GÉNERO NO KUITO, PROVINCIA DO BIÉ, ANGOLA Convénio 10-CO1-005: Fortalecimento dos serviços públicos de saúde nas zonas de intervenção

Leia mais

OIAPSS : UMA REDE DE INSTITUIÇÕES GOVERNAMENTAIS E NÃO

OIAPSS : UMA REDE DE INSTITUIÇÕES GOVERNAMENTAIS E NÃO O QUE DEVE SER OBSERVADO NUM SISTEMA DE SAÚDE? DESENVOLVIMENTO DE MATRIZ ANALÍTICA PARA ACOMPANHAMENTO DOS SISTEMAS DE SAÚDE DE PAÍSES IBERO-AMERICANOS AUTORES: Conill, E, Fernandes S, Dimitrov P, Xavier

Leia mais

JULIAN PEREZ CASSARINO Coordenador geral Universidade Federal da Fronteira Sul

JULIAN PEREZ CASSARINO Coordenador geral Universidade Federal da Fronteira Sul AGRICULTURA FAMILIAR, ABASTECIMENTO E MERCADOS INSTITUCIONAIS: CONEXÕES ENTRE BRASIL, CABO VERDE E URUGUAI NA PROMOÇÃO DA SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL JULIAN PEREZ CASSARINO Coordenador geral Universidade

Leia mais

O Software Público Brasileiro

O Software Público Brasileiro O Software Público Brasileiro Seyr Lemos de Souza Analista em Tecnologia da Informação Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação SLTI Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão - MPOG O Software

Leia mais

http://www.bvs.br/ Projeto 3A Capacitação no acesso às Fontes de Informação da BVS Saúde Pública 14 de janeiro de 2004

http://www.bvs.br/ Projeto 3A Capacitação no acesso às Fontes de Informação da BVS Saúde Pública 14 de janeiro de 2004 http://www.bvs.br/ 14 de janeiro de 2004 Introdução Este documento descreve o projeto para continuidade do programa de capacitação de produtores, intermediários e usuários na operação e uso da Biblioteca

Leia mais

Estratégia de Dinamização e de Divulgação

Estratégia de Dinamização e de Divulgação Estratégia de Dinamização e de Divulgação Plano de Ação de 2015 FEVEREIRO 2015 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. VISÃO DA BOLSA DE TERRAS... 4 3. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS - LINHAS GERAIS DA ESTRATÉGIA... 5

Leia mais

COOPERAÇÃO ENTRE PORTUGAL E ANGOLA EM C&T

COOPERAÇÃO ENTRE PORTUGAL E ANGOLA EM C&T A cooperação Bilateral Angola - Portugal: estado atual e reforço futuro WORKSHOP PROGRAMA HORIZONTE 2020: COOPERAÇÃO EM INVESTIGAÇÃO E INOVAÇÃO ENTRE ANGOLA E A UNIÃO EUROPEIA Luanda, 3 e 4 de outubro

Leia mais

São Paulo, 25 de abril de 2013.

São Paulo, 25 de abril de 2013. São Paulo, 25 de abril de 2013. Discurso do diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania, Luiz Edson Feltrim, na SME Banking Conference 2013 1 Dirijo saudação especial a Sra. Ghada Teima, IFC Manager

Leia mais

Público Alvo: Investimento. Disciplinas:

Público Alvo: Investimento. Disciplinas: A Universidade Católica Dom Bosco - UCDB com mais de 50 anos de existência, é uma referência em educação salesiana no país, sendo reconhecida como a melhor universidade particular do Centro-Oeste (IGC/MEC).

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL SAL/MJ Nº 03, DE 14 DE JANEIRO DE 2015 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL SAL/MJ Nº 03, DE 14 DE JANEIRO DE 2015 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL SAL/MJ Nº 03, DE 4 DE JANEIRO DE 205 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Projeto BRA/07/004 Seleciona: Consultor para identificação das melhores

Leia mais

Projeto 6 Capacitação para a Inovação

Projeto 6 Capacitação para a Inovação Projeto de Inovação Tecnológica - (PIT) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Projeto 6 Capacitação para a Inovação Vicente Mattos SINDUSCON-BA Equipe Técnica Coordenador Geral: Vicente Mário

Leia mais

CIRCULAR INFORMATIVA

CIRCULAR INFORMATIVA CIRCULAR INFORMATIVA Nº. 14 Data: 2013/02/13 Para conhecimento de: Pessoal docente, discente e não docente ASSUNTO: - Regulamento dos Grupos de Investigação da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de

Leia mais

COMITÊ EXECUTIVO PARA A FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS EM CIÊNCIAS DO MAR - PPG-Mar PLANO NACIONAL DE TRABALHO 2012-2015

COMITÊ EXECUTIVO PARA A FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS EM CIÊNCIAS DO MAR - PPG-Mar PLANO NACIONAL DE TRABALHO 2012-2015 CIRM PSRM 180/ 120/8 9 COMITÊ EXECUTIVO PARA A FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS EM CIÊNCIAS DO MAR - 1.1. Apoiar, incentivar e promover a 1. Melhorar a qualificação do corpo qualificação do corpo docente da

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE ATIVIDADES E RECURSOS CAR

REGULAMENTO DO CENTRO DE ATIVIDADES E RECURSOS CAR REGULAMENTO DO CENTRO DE ATIVIDADES E RECURSOS CAR INDÍCE A) Noção... 2 B) Objetivos... 2 C) Destinatários... 2 D) Serviços do Centro de Atividades e Recursos (C.A.R.)... 2 E) Atividades... 3 F) Condições

Leia mais

21/04/2013. O uso de um software de gerenciamento de serviços de bibliotecas produz, no dia a dia, ocorrências das mais variadas naturezas:

21/04/2013. O uso de um software de gerenciamento de serviços de bibliotecas produz, no dia a dia, ocorrências das mais variadas naturezas: um processo em construção na Superintendência de Documentação UFF O uso de um software de gerenciamento de serviços de bibliotecas produz, no dia a dia, ocorrências das mais variadas naturezas: Questões

Leia mais

InovarH Rede de inovação e aprendizagem em gestão hospitalar. Autoria: Vera Lúcia Peixoto Santos Mendes RESUMO INTEGRADOR

InovarH Rede de inovação e aprendizagem em gestão hospitalar. Autoria: Vera Lúcia Peixoto Santos Mendes RESUMO INTEGRADOR InovarH Rede de inovação e aprendizagem em gestão hospitalar Autoria: Vera Lúcia Peixoto Santos Mendes RESUMO INTEGRADOR Esta sessão coletiva tem como objetivo apresentar para a comunidade de estudiosos

Leia mais

O contexto. www.paho.org/redeaps

O contexto. www.paho.org/redeaps REDE COLABORATIVA EM ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE O contexto A Atenção Primária de Saúde é um compromisso com o cuidado equitativo e acessível para todas as pessoas, garantindo aos cidadãos os serviços centrados

Leia mais

Resumo do Projeto de Elaboração de Indicadores de Integração de TICs na Educação para os países da região Iberoamericana

Resumo do Projeto de Elaboração de Indicadores de Integração de TICs na Educação para os países da região Iberoamericana Resumo do Projeto de Elaboração de Indicadores de Integração de TICs na Educação para os países da região Iberoamericana O IDIE - Instituto para o Desenvolvimento e Inovação Educativa, especializado em

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 4ª CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO SUB-GRUPO DE TRABALHO DE TRATADOS INTERNACIONAIS

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 4ª CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO SUB-GRUPO DE TRABALHO DE TRATADOS INTERNACIONAIS FORMULÁRIO DESCRITIVO DA NORMA INTERNACIONAL Norma Internacional: Acordo-Quadro sobre Meio-Ambiente do Mercosul Assunto: Agenda comum de meio-ambiente no âmbito do Mercosul Decreto: 5208 Entrada em vigor:

Leia mais

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança PLANO SETORIAL DE DANÇA DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança MARÇO DE 2009 CAPÍTULO I DO ESTADO FORTALECER A FUNÇÃO DO ESTADO

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar Biénio 2015-2017. Lista B. Programa de Candidatura

Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar Biénio 2015-2017. Lista B. Programa de Candidatura Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar Biénio 2015-2017 Lista B Programa de Candidatura Introdução A presente lista candidata à SPTF é composta por um conjunto de colegas ligados pelas ideias que partilham

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL

SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA OBSERVATÓRIO SÓCIO-AMBIENTAL FICHA DE APRESENTAÇÃO SISTEMA INTERATIVO DE MONITORAÇÃO E PARTICIPAÇÃO PARA O APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DA PLATAFORMA DE C O O P E R A Ç Ã O A M B I

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS 1. Objetivo geral: Apoiar tecnicamente a gestão e a implementação das atividades do TC 50 - Qualidade do Sistema Único de Saúde - QUALISUS,

Leia mais

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 Ação Educativa Organização não governamental fundada por um

Leia mais

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 3 } 1. INTRODUÇÃO: PARQUE TECNOLÓGICO CAPITAL DIGITAL - PTCD Principal polo de desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação do Distrito Federal, o PTCD

Leia mais

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA UNIVERSIDADE DO PORTO PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA LITERACIA FINANCEIRA DA U.PORTO Outubro de 2012 Enquadramento do programa na Estratégia Nacional de Formação Financeira Plano Nacional de Formação Financeira

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Código: CONS AI01/2008. Nº de vagas: 01

TERMO DE REFERÊNCIA. Código: CONS AI01/2008. Nº de vagas: 01 TERMO DE REFERÊNCIA Denominação: Consultor(a) para atuação na área de desenvolvimento, aprofundamento e ampliação de ações e estudos relacionados à análise de tratados de direito econômico internacional

Leia mais

Ministério da Ciência e Tecnologia Programa Sociedade da Informação - SocInfo

Ministério da Ciência e Tecnologia Programa Sociedade da Informação - SocInfo ANEXO 4: Proposta para Cooperação MERCOSUL/UE no âmbito do Projeto RECyT da Escola Virtual da Sociedade da Informação Ministério da Ciência e Tecnologia Programa Sociedade da Informação - SocInfo Proposta

Leia mais

Público Alvo: Investimento: Disciplinas:

Público Alvo: Investimento: Disciplinas: A Universidade Católica Dom Bosco - UCDB com mais de 50 anos de existência, é uma referência em educação salesiana no país, sendo reconhecida como a melhor universidade particular do Centro-Oeste (IGC/MEC).

Leia mais