Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download ""

Transcrição

1 Vieira de Almeida & Associados Sociedade de Advogados, RL Av. Duarte Pacheco, Lisboa Portugal Av. da Boavista, º Porto Portugal Calçada de S. Lourenço, 3-2º C Funchal Portugal N Novembro INDEPENDENCIA ews VIEIRA letter INDEPENDÊNCIA INDEPENDÊNCIAUMA EQUIPA UMA EQUIPAINDEPENDÊNCIA ALMEIDA & Associados Sociedade de Advogados, R L 2006 Editorial 1 O Novo Estatuto do Medicamento 2 OPAs: Um Novo Capítulo 3 Facturação Electrónica 3 Notícias da Firma 4 Perfil 4 Falado E Escrito 5 Novo Regime de Mediação de Seguros 6 Responsabilidade dos Administradores: Novas Regras 6 Contratos via Internet 7 Gestão do Conhecimento 7 Esta Newsletter é de distribuição reservada, destinando-se exclusivamente aos clientes de Vieira de Almeida & Associados, e não deve ser entendida como qualquer forma de publicidade, pelo que se encontra vedada a sua cópia ou circulação. A informação proporcionada e as opiniões expressas são de carácter geral, não substituindo o recurso a aconselhamento jurídico para a resolução dos casos concretos. 3 anos EDITORIAL Comemoramos este ano os trinta anos da fundação da VdA. Fazêmo-lo num ano assinalado por três importantes acontecimentos que marcarão a história da nossa firma. Referimo-nos, em primeiro lugar, ao substancial reforço da Área de Direito Público, que, acreditamos, destaca a VdA como a firma de referência nesta área. A convicção de que uma presença forte no Direito Público constitui condição fundamental para reforçar a estratégia da VdA como firma independente, vinha desde há muito motivando uma aposta séria no desenvolvimento desta área de prática. A recente fusão com a equipa de Mário Esteves de Oliveira, um dos mais respeitados e experientes administrativistas do panorama jurídico português, e a integração de Pedro Machete, advogado e académico com elevada reputação que se tem dedicado a diversas áreas do Direito Administrativo, fazem-nos acreditar que se trata de uma aposta ganha. O segundo grande motivo de celebração é a abertura do nosso escritório do Porto. Como sociedade de advogados de referência, não poderíamos deixar de estar presentes neste importante mercado, cada vez mais exigente e sofisticado. A partir do escritório do Porto, cuja liderança local foi confiada a Tiago Amorim, queremos posicionar-nos como firma de valor acrescentado nas diversas áreas a que nos dedicamos, acompanhando ainda mais de perto os nossos clientes com interesses no Norte do país. Finalmente, mudámos de instalações. Estamos agora na Av. Eng. Duarte Pacheco, 26, em instalações desenhadas de raiz para acomodar uma equipa cada vez mais motivada em servir os interesses dos nossos Clientes com entusiasmo, profissionalismo, dedicação e criatividade.

2 O NOVO ESTATUTO DO MEDICAMENTO Leonor Pimenta Pissarra O Estatuto do Medicamento foi finalmente publicado no passado dia 30 de Agosto. O Decreto-Lei nº 176/2006 entrou em vigor no dia seguinte ao da sua publicação com excepção de algumas disposições e veio transpor para o ordenamento jurídico interno um pacote de directivas comunitárias, entre as quais a Directiva nº 2004/27/CE, a qual procedeu à primeira revisão de fundo do Código Comunitário do Medicamento (aprovado pela Directiva nº 2001/ 83/CE) e cujo prazo de transposição já havia sido ultrapassado. À semelhança do que aconteceu em 2001, com a aprovação do Código Comunitário do Medicamento, o novo Estatuto vem reunir um vasto conjunto de diplomas e matérias que se encontravam até agora fragmentados e dispersos e concentrar num único documento o essencial do enquadramento jurídico do medicamento e da actividade da indústria farmacêutica. O novo decreto é um texto legal extenso com 205 artigos e de leitura complexa: refira-se, por exemplo, que o artigo 3º contém 61 definições. São consagradas pela primeira vez na legislação nacional algumas matérias, como é o caso das importações paralelas, há muito acolhidas na jurisprudência comunitária, e das autorizações excepcionais, enquanto outras são objecto de revisão, por vezes com alguma profundidade, como é o caso da publicidade de medicamentos. O carácter inovador de alguns aspectos do diploma, aliado ao reforço de poderes do Infarmed, não só exigirá um período de adaptação como constituirá, sem dúvida, um desafio para todos os intervenientes do sector. Principais Aspectos do Novo Estatuto do Medicamento [ Procedimentos de autorização de introdução no mercado (AIM) a par dos procedimentos tradicionais (nacional, reconhecimento mútuo e centralizado comunitário), surge agora o procedimento descentralizado que permite a uma empresa submeter, simultaneamente e em vários Estados-Membros, um pedido de AIM [ Renovações de AIM passa a vigorar o sistema de renovação única e por período ilimitado (excepto por razões de farmacovigilância) [ Caducidade das AIM consagração da chamada sunset clause as AIM caducam após 3 anos sem comercialização efectiva (disponibilização de medicamentos em locais de dispensa ao público, em quantidade suficiente para abastecer o mercado nacional durante um período de tempo contínuo não inferior a um ano) [ Medicamento genérico introdução do conceito de medicamento de referência europeu e de medicamento biológico similar [ Protecção de dados e dispensa de ensaios o prazo de protecção é alargado de 6 para 10 ou 11 anos, e é incluída a cláusula Bolar (a realização de estudos e ensaios necessários à apresentação de um pedido de AIM de um medicamento genérico não é contrária aos direitos de patentes ou certificados complementares de protecção de medicamentos) [ Publicidade uma nova definição de publicidade de medicamentos foi introduzida (a qual inclui actividades promocionais junto de distribuidores por grosso), tendo sido expressamente contemplada a proibição de bónus [ Importações paralelas certos medicamentos podem agora ser comercializados em Portugal ao abrigo de uma autorização de importação paralela, verificados que estejam determinados requisitos e condições [ Autorizações especiais de comercialização o Infarmed pode excepcionalmente autorizar a introdução no mercado de determinados medicamentos não comercializados nem objecto de pedido de AIM em Portugal por forma a garantir uma maior oferta e o acesso por parte dos doentes [ Rotulagem e folheto informativo devem estar disponíveis em Braille; a informação fornecida aos consumidores deve ser facilmente legível e inteligível, impondo-se a obrigação de realização de testes de legibilidade [ Prescrição de medicamentos passa a ser feita preferencialmente por via electrónica, sendo todos os medicamentos prescritos com indicação da denominação comum da substância activa (DCI) [ Obrigação de serviço público aos titulares de AIM é imposta a obrigação de assegurar, conjuntamente com os distribuidores por grosso, o fornecimento adequado e contínuo de medicamentos no mercado geográfico relevante, de forma a satisfazer as necessidades dos doentes [ Categorias especiais de medicamentos tais como medicamentos experimentais, homeopáticos, imunológicos, radiofarmacêuticos, derivados do sangue e plasma humanos, tradicionais à base de plantas, gases medicinais, etc.) são agora objecto de um capítulo autónomo [ Poderes do Infarmed são reforçados, passando este Instituto a dispor de um vastíssimo poder regulamentar (disperso por todo o diploma), sancionatório, de interpretação e aplicação de conceitos abertos, de fiscalização e adopção de medidas cautelares, etc. [ Sanções o quadro sancionatório é substancialmente agravado (coimas mínimas passam para o dobro e em alguns casos para o quádruplo); os titulares dos órgãos de administração das empresas passam a poder ser pessoalmente responsabilizados quando, conhecendo ou devendo conhecer a prática da infracção, não adoptem as medidas adequadas para lhe pôr termo imediatamente

3 INDEPENDÊNCIA OPAs: UM NOVO CAPÍTULO Cláudia Cruz Almeida e André Figueiredo Em plena ebulição do mercado de capitais, que aguarda com expectativa o desfecho das mega OPA anunciadas no início de 2006, foram (finalmente) aprovadas as alterações ao Código de Valores Mobiliários que transpõem a Directiva comunitária relativa a ofertas públicas de aquisição. Ainda que, em prol da estabilidade do mercado, o novo regime não se aplique às OPAs já anunciadas, nem às eventuais ofertas suas concorrentes, é clara a intenção de tornar mais transparente e eficiente o mercado de controlo societário. São diversas as medidas que merecem destaque: Imputação de direitos de voto. Foram «apertadas» as regras relativas ao cálculo das participações em sociedades abertas, designadamente com o desenvolvimento da noção de concertação entre accionistas - que, por exemplo, se presume sempre que exista um acordo entre accionistas relativo à transmissibilidade das acções em questão. Ficam assim sujeitas a controlo mais severo pela CMVM as relações entre accionistas de referência das sociedades abertas. Ofertas concorrentes. Consciente da escassez de ofertas concorrentes até hoje lançadas, o novo regime procura assegurar As novas regras transpõem a Directiva das OPAs mas não se aplicam às OPAs lançadas sobre a PT e sobre o BPI um level playing field tanto entre oferente inicial e concorrente, como entre oferentes concorrentes, procurando com isso favorecer o surgimento de OPA concorrentes. Para tanto, salienta-se a redução de 5% para 2% do mínimo exigido para revisão da contrapartida, a possibilidade de qualquer oferente (inicial ou concorrente) rever a sua oferta se lançada uma (nova) oferta concorrente e a possibilidade (agora expressamente reconhecida) de o conselho de administração da sociedade visada procurar ofertas concorrentes, naturalmente menos hostis do que a oferta inicial. Ofertas obrigatórias. Além do reforço do dever de transparência do oferente, destaca-se o facto de a contrapartida em OPA obrigatória poder, verificados certos requisitos, consistir unicamente em valores mobiliários (sem a clássica alternativa em dinheiro). Prazos: Reduziram-se muitos prazos processuais das OPA (inicial e concorrente), tendo o legislador aproveitado para reduzir os prazos de análise pela Autoridade da Concorrência quando seja chamada a pronunciar-se sobre uma OPA, procurando-se, com isso, minimizar o período durante o qual a administração da sociedade visada vê os seus poderes limitados. FACTURAÇÃO ELECTRÓNICA Conceição Gamito e Helena Costa Cabral Vigora desde 1 de Janeiro de 2004 um quadro legal que regula a facturação electrónica. No entanto, um conjunto muito significativo de empresas não beneficia ainda das vantagens da emissão de facturas electrónicas. Entre estas vantagens destacam-se a redução dos custos administrativos, de papel e de comunicações postais, a maior eficiência e rapidez do processo de facturação, a simplificação do arquivamento, o aumento de controlo interno e segurança, o acesso selectivo e a possibilidade de utilização de programas informáticos que efectuem directamente a contabilidade ou o preenchimento de declarações fiscais com base na facturação electrónica. Uma vantagem adicional traduz-se na possibilidade de arquivamento em suporte electrónico das facturas emitidas por via electrónica, desde que se encontre garantido o acesso completo e em linha aos dados. Note-se ainda que apenas o arquivamento das facturas fora do território da Comunidade se A facturação electrónica apresenta inúmeras vantagens, esperando-se a sua adopção por um crescente número de empresas encontra dependente de autorização prévia da Direcção-Geral dos Impostos, a qual poderá fixar condições específicas para a sua efectivação. A validade das facturas electrónicas é idêntica à das facturas convencionais, sendo suficiente a garantia da autenticidade da respectiva origem e da integridade do seu conteúdo, mediante assinatura electrónica avançada. No entanto, quando seja aposta uma assinatura qualificada certificada por uma entidade certificadora credenciada, as facturas emitidas fazem prova plena quanto ao seu conteúdo. A consciência crescente do papel determinante das tecnologias de informação na competitividade das empresas, impulsionada por um conjunto de programas públicos em curso que visam o fortalecimento da sociedade de informação e do e-government, permite antever que um número crescente de empresas venha a aceder às vantagens da facturação electrónica.

4 NOTÍCIAS DA FIRMA PERFIL INDEPENDÊNCIA Projecto Alumni No âmbito da comemoração dos seus 30 anos, a VdA lançou o projecto Alumni, uma iniciativa comum em Inglaterra mas inédita em Portugal, e que se traduz na estruturação de mecanismos de ligação entre todos os antigos colaboradores, os quais acreditamos terem contribuído decisivamente para a solidificação da cultura da firma. Com esta iniciativa, pretende a VdA preservar as amizades, cumplicidades e experiências adquiridas ao longo do tempo, privilegiando os contactos entre todos os Alumni VdA que permitam a partilha de novidades, o reviver de memórias e histórias da firma. O primeiro de muitos Encontros Alumni teve lugar em Junho PLC which Lawyer A VdA surge em destaque neste conceituado ranking com a qualificação de leading firm nas Áreas de Concorrência, Bancário&Financeiro e Telecomunicações e de highly recomended noutras quatro Áreas Ciências da Vida, Propriedade Intelectual, Corporate/M&A, e Contencioso. Nuno Ruiz, Margarida Couto e Pedro Cassiano Santos são referenciados como Leading Individuals nas suas Áreas. APA A VdA foi um dos patrocinadores do primeiro evento da Associação Portuguesa de Arbitragem (APA), que marcou o início das actividades desta Associação em Julho, e foi dedicado ao tema Problemas e Perspectivas Actuais da Arbitragem. O sócio da VdA Antonio Magalhães Cardoso, membro da APA, participou no evento com uma intervenção sobre Providências Cautelares nas Arbitragens. Novos advogados na Equipa A VdA reforçou a sua Equipa, tendo passado recentemente pelo programa de integração da firma 9 novos advogados: a Ana Rita Almeida Campos, que se juntou à Área de Bancário&Financeiro, a Filipa Peixoto que passou a fazer parte do Núcleo de Apoio Societário, o Rodrigo Esteves de Oliveira, o Alexandre Esteves de Oliveira, a Ana Marta Castro e a Raquel Sampaio que vieram reforçar a Área de Direito Público, o Tiago Amorim, a Joana Domingues e a Benedita Magalhães da Cunha que integraram o nosso escritório do Porto. No mês de Setembro passaram também pelo programa de integração da firma 8 novos estagiários. Regulação e Concorrência Os dois Programa Avançados em Direito e Economia da Regulação e da Concorrência da Universidade Católica Portuguesa (PADERS e PDERC) contam com a colaboração de três advogados da VdA Margarida Couto e Pedro Machete leccionam no PADERS, enquanto Nuno Ruiz colabora no PDERC. Área da Saúde Nesta edição, damos a conhecer o perfil da área de Direito da Saúde. Trata-se de uma área de prática jurídica com grande tradição na firma, desde a sua constituição, e que tem vindo, nos últimos anos, a ganhar uma relevância crescente. Até muito recentemente, o sector da saúde era, quase exclusivamente, um domínio de actuação do Estado, com preponderância de operadores públicos fortemente hierarquizados e burocratizados. Hoje em dia, assistimos, por um lado, a uma crescente sofisticação da gestão por parte dos operadores públicos, e, por outro lado, a uma crescente intervenção de operadores privados, quer em actividade puramente privada, quer no âmbito de parcerias com o Estado. A nossa firma, através da área de Direito da Saúde, tem acompanhado estes movimentos no sector, e temos prestado assessoria jurídica a entidades públicas e privadas em diferentes aspectos da sua actividade. Adicionalmente, a firma mantém uma forte presença na indústria farmacêutica, representando, numa base regular e contínua, algumas das maiores empresas farmacêuticas que operam em Portugal. A assessoria jurídica a estas empresas abrange a generalidade dos assuntos legais e de regulação, especialmente os relativos à actividade farmacêutica, nomeadamente: Ø autorizações de introdução no mercado e respectivas renovações Ø promoção e publicidade Ø fabrico e distribuição Ø preços e comparticipações Ø concorrência Ø ensaios clínicos Ø contratação pública A Área da Saúde é constituída por uma equipa de oito advogados, que dedicam o essencial da sua actividade aos aspectos jurídicos deste sector e que têm desenvolvido um elevado grau de especialização. Estes factores vêm contribuindo para um elevado grau de reconhecimento desta valência por parte quer dos operadores do mercado, quer das autoridades de regulação sectorial.

5 FALADO... INDEPENDÊNCIA... E ESCRITO Direito Público Rodrigo Esteves de Oliveira participou em diversas conferências sobre temas de Direito Público: num colóquio dedicado à Apresentação pública do Código da Contratação Pública, organizado em Maio pelo Ministério das Obras Públicas, apresentou o tema A fase de análise e adjudicação de propostas, numa conferência sobre Processo Administrativo, organizada em Outubro pelo Gabinete de Política Legislativa do Ministério da Justiça, discutiu diversas questões relativas a Processos Cautelares e no Seminário da Bussiness and Legal Seminars, também em Outubro, onde foi um dos oradores sobre O Novo Regime das Finanças Locais e das Empresas Municipais. Segurança Privada A VdA participou na conferência anual sobre segurança privada organizada pela Premivalor, que reuniu mais de 200 profissionais maioritariamente de empresas de segurança. A VdA esteve representada pela Magda Cocco que fez uma apresentação sobre os cuidados que as empresas devem ter em matéria de privacidade e protecção de dados pessoais, quando da implementação de sistemas de videovigilância e outros sistemas de segurança. Fundos de Investimento Pedro Simões Coelho e Tiago Moreira foram os dois oradores convidados pelo IIR - Institute for International Research para abordarem os Aspectos Jurídicos e Fiscais relativos a Fundos de Investimento Imobiliário, num evento que teve lugar em Lisboa no mês de Maio. Forum Imobiliário 2006 Conceição Gamito e Rita Magalhães, da Área Fiscal da VdA, participaram no Fórum Imobiliário 2006, uma iniciativa do IFE - International Faculty for Executives, que teve lugar em Junho. As advogadas da VdA abordaram diversos temas relacionados com a fiscalidade das operações imobiliárias. Ensaios Clínicos A VdA participou em Junho num Seminário organizado pela Universidade Lusófona no contexto de um Seminário sobre Monitorização de Ensaios Clínicos. Leonor Pimenta Pissarra, advogada da Área de Saúde da VdA, apresentou o tema Privacidade e tratamento de dados pessoais no âmbito dos ensaios clínicos. Instrumentos Financeiros A Área de Bancário & Financeiro publicou dois artigos sobre os mais relevantes aspectos jurídicos de alguns instrumentos financeiros: em Junho, Pedro Cassiano Santos e Paula Gomes Freire publicaram na Revista Institutional Investor News um artigo denominado Covered Bond in Portugal a feasible regime at last e, em Julho foi a vez de Pedro Cassiano Santos e Hugo Moredo dos Santos contribuírem para a International Finance Law Review com um artigo sobre o novo regime das obrogações hipotecárias denominado Reform heralds new era for mortgage bonds. Dados de Tráfego Na sequência da publicação da Directiva que obriga todos os operadores de comunicações electrónicas a armazenar dados de localização e de tráfego por um determinado período mínimo, para fins de prevenção, investigação e detecção de crimes graves, incluindo terrorismo, foi publicado na Revista Comunicações, da APDC, o artigo Dados de tráfego: obrigatório armazenar!, da autoria de Magda Cocco. Mercado de Capitais Orlando Vogler Guiné publicou, nos Cadernos do Mercado de Valores Mobiliários um artigo sobre um tema que está na ordem do dia, na sequência das OPAs lançadas sobre a PT e sobre o BPI. O artigo, intitulado A Transposição da Directiva 2004/25/CE e a Limitação dos Poderes do Órgão de Administração da Sociedade Visada, embora redigido no final de 2005, acabou por ver a sua actualidade reforçada por ter sido publicado em Março de 2006, imediatamente após o lançamento das referidas OPAs. Iberian Lawyer A revista Iberian Lawyer publicou recentemente um artigo da autoria de Manuel Protásio, sócio da VdA que lidera a Área de Energia, sobre o novo pacote legislativo do sector energético. O artigo intitula-se Energy Special Report e aborda os diversos desafios que aquele sector está em vias de enfrentar. Revista Fiscalidade Através da Área de Fiscal, a VdA continua a colaborar activamente com a Revista Fiscalidade, uma edição trimestral do Instituto Superior de Gestão. No âmbito daquela colaboração, a VdA comenta regularmente a principal jurisprudência emanada pelos tribunais nacionais e internacionais, em matéria fiscal.

6 INDEPENDÊNCIA O Decreto-Lei n.º 144/2006, de 31 de Julho, estabelece o Novo Regime da Mediação de Seguros ( NRM ), alterando significativamente as condições de exercício da actividade de comercialização de seguros. Uma das principais inovações do NRM é o facto de qualquer actividade que consista em apresentar ou propor um seguro, praticar outro acto preparatório da sua contratação, celebrar o contrato respectivo ou apoiar a sua gestão, independentemente do canal de distribuição, passar a estar sujeita às condições de acesso e de exercício nele estabelecidas, nomeadamente ao enquadramento numa das três seguintes categorias de mediadores: mediador de seguros ligado, agente de seguros e corretor de seguros (a distinção entre cada uma destas categorias prende-se com a maior ou menor proximidade/grau de dependência do mediador relativamente às seguradoras). Assim, passa a ser enquadrada dentro do regime da mediação NOVO REGIME DA MEDIAÇÃO DE SEGUROS Helena Vaz Pinto e Ana Rita Almeida Campos O novo regime passa a abranger qualquer distribuidor de seguros incluindo Bancos toda a actividade de bancassurance (promoção e comercialização de contratos de seguro) que tem vindo a ser desenvolvida pelos Bancos de forma autónoma e não regulada. Tal como quaisquer outros interessados, os Bancos deverão, caso pretendam continuar a desenvolver a actividade de bancassurance, inscrever-se no registo de mediadores junto do Instituto de Seguros de Portugal, devendo preencher um conjunto de condições relevantes, demonstrativas dos conhecimentos, aptidões e idoneidade para o exercício da actividade. O NRM entra em vigor a 31 de Janeiro de 2007, sendo no entanto concedido, a todas aquelas entidades que estão actualmente autorizadas a comercializar contratos de seguro fora do actual quadro legal da mediação, como é o caso dos Bancos, um prazo adicional, até 31 de Julho de 2007, para conformação com as novas regras. RESPONSABILIDADE DOS ADMINISTRADORES: NOVAS REGRAS Paulo Olavo Cunha e Cláudia Cruz Almeida A reforma do Código das Sociedades Comerciais ( Reforma ), a par da desformalização dos actos sociais, reformulação e ampliação dos modelos de governação das sociedades anónimas e remodelação do regime de dissolução e liquidação de sociedades, introduziu alterações relevantes em matéria da responsabilidade dos administradores, que expomos sucintamente: Alargamento dos Deveres Gerais A cláusula geral sobre os deveres dos administradores, na redacção originária do Código estabelecia o seguinte: Dever de Diligência Actuar com a diligência de um administrador criterioso e ordenado, no interesse da sociedade tendo em conta os interesses dos sócios e dos trabalhadores Com a Reforma, essa cláusula geral foi ampliada: Dever de Cuidado Revelar disponibilidade, competência técnica e conhecimento da actividade adequados às funções, empregando nesse âmbito a diligência de um administrador criterioso e ordenado Dever de Lealdade Agir no interesse da sociedade, atendendo aos interesses de longo prazo dos sócios e ponderando os interesses dos outros sujeitos relevantes para a sustentabilidade da sociedade, tais como trabalhadores, clientes e credores Tratando-se de uma norma determinante na concretização dos deveres cuja violação acarreta responsabilidade civil, prevêse que esta alteração facilite a responsabilização dos administradores e a respectiva apreciação pelos tribunais. Afastamento da Responsabilidade A Reforma considerou, em certa medida, a chamada business judgement rule. Com efeito, embora o legislador não tenha ido a ponto de afastar a presunção de culpa dos administradores, os membros do órgãos de administração podem, agora, afastar a sua responsabilidade, provando que actuaram com conhecimento, sem interesse pessoal e observando critérios de racionalidade empresarial. Resta saber qual o efeito útil desta alteração, em particular se retirará aos tribunais a possibilidade de ajuizar sobre o mérito de decisões de gestão. Acção de responsabilidade: proposição por accionistas de sociedades cotadas Desde 30 de Junho de 2006, a acção de responsabilidade civil dos administradores de sociedades cotadas pode ser proposta por sócios/accionistas detendo (isolada ou conjuntamente) 2% do capital social, por oposição aos 5% até agora exigidos e que continuam a aplicar-se a sociedades não cotadas. É, assim, alargado o universo de accionistas com capacidade para despoletar a responsabilização dos administradores.

7 INDEPENDÊNCIA CONTRATOS VIA INTERNET Fernando Resina da Silva e Catarina Mascarenhas A contratação via Internet, como meio de transacção de bens e serviços, encontra-se em expansão, seja entre empresas (B2B), seja entre estas e os consumidores (B2C) e mesmo entre empresas e consumidores e a Administração Pública (B2A e C2A). Às empresas, a Internet alarga o universo de potenciais clientes, contribuindo para o aumento das suas vendas e para a diminuição de custos. Os consumidores beneficiam por seu lado do acesso a uma maior oferta, facilidade de comparação, preços mais baixos e a possibilidade de comprar, a qualquer hora e em qualquer lugar, sem deslocações e, muitas vezes, com prazos de entrega mais reduzidos. Não obstante a legislação relativa ao comércio electrónico, que abrange os contratos celebrados on-line e celebrados por troca de s (Decreto-Lei nº 7/2004, de 7 de Janeiro, relativo ao comércio electrónico, e o Decreto-Lei nº 143/2001, de 26 de Abril, relativo aos contratos celebrados à distância, entre outros), a contratação via Internet, porque trata de comunicações numa rede aberta, deve ser rodeada de alguns cuidados específicos. Assim, recomenda-se que, em cada contrato por via electrónica, se estabeleçam claramente os seguintes aspectos: [ Identificação das partes morada/sede, número de contribuinte, e telefone (recuse a identificação apenas com nome e ou apartado) [ Indicação das características dos bens/serviços [ Processo de celebração do contrato (passos electrónicos usuais: ordem de encomenda; aviso da sua recepção; confirmação da ordem) [ Processo e prazo de entrega dos bens/serviços [ Prazos e processos de devolução e reclamação [ Preço (e eventuais impostos e outros encargos) [ Formas de pagamento do preço (de preferência que permitam o pagamento por multibanco MBNet, uma das formas mais seguras) [ Responsabilidades de cada um dos intervenientes [ Termos e condições do tratamento de dados pessoais [ Lei aplicável e resolução de litígios [ Finalmente certifique-se que a informação será transferida em segurança (habitualmente surge um cadeado na parte inferior do browser; o endereço de página protegida contém um s : https e não apenas http). GESTÃO DO CONHECIMENTO Cristina Mendes Pires A Vieira de Almeida está entre as sociedades de advogados pioneiras na implementação de um sistema de Knowledge Management ou Gestão do Conhecimento, tendo para o efeito criado, na sua estrutura interna, um grupo de advogados exclusivamente dedicados a este campo. A criação desta nova área é o reflexo de uma preocupação da firma com o desenvolvimento e consolidação do factor amplificador das capacidades do ser humano: o conhecimento. Com efeito, se o capital intelectual que as pessoas representam é a força motriz de qualquer firma de serviços profissionais como a nossa, a partilha desse conhecimento assume uma enorme relevância na potenciação das capacidades das pessoas e da firma. O conhecimento tem duas dimensões: a explícita e a implícita. O conhecimento explícito é aquele que é mais facilmente capturado, indexado e catalogado. Falamos de contratos, artigos, legal opinions e demais instrumentos documentais que depois de devidamente classificados e trabalhados, se tornam úteis para outros que não o seu autor. Já o conhecimento implícito é aquele que reside na cabeça das pessoas, que provém da sua experiência, vivência e intuição e que não é nem escrito nem formalmente documentado. A partilha do Conhecimento assume uma enorme relevância na potenciação das capacidades das pessoas e da firma A forma de capturar este tipo de conhecimento e de o transformar em conhecimento explícito e partilhável com os outros passa por uma abordagem pessoa a pessoa, pela presença dos membros desta nova área - os professional support lawyers (PSL) - nas reuniões dos diferentes grupos de trabalho do escritório, bem como pela presença dos PSLs nas fases de briefing e de debriefing das operações. Numa sociedade que vive a um ritmo alucinante, profissionalismo, rigor e consistência jurídica é aquilo que os nossos clientes, cada vez mais exigentes, esperam de nós. Contudo, é necessário superar as suas expectativas, antecipandolhes os problemas e criando-lhes soluções. É neste campo que a gestão do conhecimento assume uma importância vital. Uma boa gestão do conhecimento habilita-nos a dar uma resposta mais rápida, eficaz e consistente aos nossos clientes ajudando-nos ainda a conhecer melhor o core business destes pois o know-kow mais crítico e relevante resulta da relação Advogado/Cliente. Ora, a Gestão do Conhecimento tem um papel crucial na captura e desenvolvimento do conhecimento aportado pelos clientes ao viabilizar a passagem de know-how permitindo-nos um verdadeiro trabalho de equipa entre todos os membros do escritório, e destes com os clientes.

8 INDEPENDÊNCIA Av. da Boavista, º Porto BANCÁRIO & FINANCEIRO COMERCIAL CONCORRÊNCIA & UE CONTENCIOSO & ADR FISCAL IMOBILIÁRIO, URBANISMO & AMBIENTE LABORAL M&A E CORPORATE MERCADO DE CAPITAIS PROJECTOS, ENERGIA E RECURSOS NATURAIS PÚBLICO SAÚDE TELECOMS & TI.

Novas Obrigações de Report, de Compensação e da Gestão de Risco relativamente a Transações com Derivados EUROPEAN MARKET INFRASTRUCTURE REGULATION

Novas Obrigações de Report, de Compensação e da Gestão de Risco relativamente a Transações com Derivados EUROPEAN MARKET INFRASTRUCTURE REGULATION CURSO 1ª EDIÇÃO Novas Obrigações de Report, de Compensação e da Gestão de Risco relativamente a Transações com Derivados Form ventos FORMAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS EMIR INFRASTRUCTURE REGULATION Conduzido

Leia mais

7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS. Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações. 15 de Outubro de 2010

7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS. Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações. 15 de Outubro de 2010 7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações 15 de Outubro de 2010 Sessão Solene de Abertura Gostaria de começar por felicitar a APROSE pela

Leia mais

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS 2.º Trimestre I SISTEMAS DE GARANTIA DE DEPÓSITOS 2 II Legislação A. Direito Bancário Institucional

Leia mais

DESTAQUE. Novembro 2014 I. INTRODUÇÃO

DESTAQUE. Novembro 2014 I. INTRODUÇÃO DESTAQUE Novembro 2014 MERCADO DE CAPITAIS PRINCIPAIS NOVIDADES REGULATÓRIAS EM MATÉRIA DE MERCADO DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS, LIQUIDAÇÃO DE TRANSACÇÕES E CENTRAIS DE VALORES MOBILIÁRIOS I. INTRODUÇÃO

Leia mais

ANTEPROJECTO DE COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EXEMPLO DE DECLARAÇÃO RELACIONADA COM AS INFORMAÇÕES RELATIVAS

ANTEPROJECTO DE COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EXEMPLO DE DECLARAÇÃO RELACIONADA COM AS INFORMAÇÕES RELATIVAS ANTEPROJECTO DE COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EXEMPLO DE DECLARAÇÃO RELACIONADA COM AS INFORMAÇÕES RELATIVAS AO ESTATUTO DE PME DE UMA EMPRESA A presente comunicação tem por objectivo incentivar a aplicação

Leia mais

Apresentação da Sociedade Estágios 2007. Março de 2007

Apresentação da Sociedade Estágios 2007. Março de 2007 Apresentação da Sociedade Estágios 2007 Março de 2007 Introdução A Macedo Vitorino & Associados comemorou em 2006 o seu 10.º Aniversário. Desde a fundação da sociedade, centrámos a nossa actividade na

Leia mais

O QUE 2009 TROUXE DE NOVO

O QUE 2009 TROUXE DE NOVO 2009 em resumo JANEIRO 2010 O QUE 2009 TROUXE DE NOVO Nos últimos anos, o direito societário tem sido objecto de grandes e importantes reformas legislativas, algumas das quais destinadas à simplificação

Leia mais

Decreto-Lei nº 495/88, de 30 de Dezembro

Decreto-Lei nº 495/88, de 30 de Dezembro Decreto-Lei nº 495/88, de 30 de Dezembro Com a publicação do Código das Sociedades Comerciais, aprovado pelo Decreto-Lei nº 262/86, de 2 de Setembro, e do Decreto-Lei nº 414/87, de 31 de Dezembro, foram

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. 2792 Diário da República, 1.ª série N.º 96 18 de Maio de 2011

MINISTÉRIO DA SAÚDE. 2792 Diário da República, 1.ª série N.º 96 18 de Maio de 2011 2792 Diário da República, 1.ª série N.º 96 18 de Maio de 2011 MINISTÉRIO DA SAÚDE Portaria n.º 198/2011 de 18 de Maio O objectivo essencial definido no programa do XVIII Governo Constitucional em matéria

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS E A. Considerando que:

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS E A. Considerando que: PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS E A ADMINISTRAÇÃO DA REGIÃO HIDROGRÁFICA DO TEJO Considerando que: Compete ao Conselho Distrital de Lisboa da Ordem

Leia mais

Serviço de Intervenção e Cobranças Condições do Serviço de Intervenção e Cobranças

Serviço de Intervenção e Cobranças Condições do Serviço de Intervenção e Cobranças Serviço de Intervenção e Cobranças Condições do Serviço de Intervenção e Cobranças A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã, através do seu Departamento Jurídico e Fiscal, presta auxílio a empresas

Leia mais

I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH. LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012

I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH. LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012 LEGAL FLASH I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012 Lei n.º 29/2012, de 9 de Agosto Novo Regime de Autorização de Residência para Estrangeiros Investidores 2 LEI N.º 29/2012 NOVO REGIME DE AUTORIZAÇÃO

Leia mais

Decreto-Lei n.º 134/2009, de 2 de Junho

Decreto-Lei n.º 134/2009, de 2 de Junho Decreto-Lei n.º 134/2009, de 2 de Junho Regime jurídico aplicável à prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento Comentários

Leia mais

1. Aproximação descritiva ao sistema mobiliário

1. Aproximação descritiva ao sistema mobiliário Mestrado: Forense Disciplina: Mercado de Capitais Docente: Fátima Gomes Ano lectivo: 2009-2010 Semestre: 1º semestre (1ª parte) 1. Programa da disciplina: 1. INTRODUÇÃO O MERCADO DE CAPITAIS E O DIREITO

Leia mais

Legislação Farmacêutica Compilada. Portaria n.º 377/2005, de 4 de Abril. B, de 20 de Maio de 2005. INFARMED - Gabinete Jurídico e Contencioso 59-C

Legislação Farmacêutica Compilada. Portaria n.º 377/2005, de 4 de Abril. B, de 20 de Maio de 2005. INFARMED - Gabinete Jurídico e Contencioso 59-C 1 Estabelece que o custo dos actos relativos aos pedidos previstos no Decreto- Lei n.º 72/91, de 8 de Fevereiro, bem como dos exames laboratoriais e dos demais actos e serviços prestados pelo INFARMED,

Leia mais

Junta-te a nós. O estágio na Macedo Vitorino & Associados

Junta-te a nós. O estágio na Macedo Vitorino & Associados Junta-te a nós O estágio na Macedo Vitorino & Associados Quem somos A Macedo Vitorino & Associados foi constituída em 1996, concentrando a sua actividade na assessoria a clientes nacionais e estrangeiros

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE CONFLITOS DE INTERESSES E NEGÓCIOS ENTRE PARTES RELACIONADAS DA EDP

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE CONFLITOS DE INTERESSES E NEGÓCIOS ENTRE PARTES RELACIONADAS DA EDP Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE CONFLITOS DE INTERESSES E NEGÓCIOS ENTRE PARTES RELACIONADAS DA EDP 29.07.2010 REGULAMENTO SOBRE CONFLITOS DE INTERESSES E NEGÓCIOS ENTRE PARTES RELACIONADAS

Leia mais

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA PARECER SOBRE O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA (Proposta de Regulamento sobre o Estatuto da AE e Proposta de Directiva que completa o estatuto da AE no que se refere ao papel dos

Leia mais

3 AGOSTO, 2012 Área de Prática de Direito Público & Ambiente

3 AGOSTO, 2012 Área de Prática de Direito Público & Ambiente SÉTIMA ALTERAÇÃO AO CÓDIGO DOS CONTRATOS PÚBLICOS No passado dia 12 de Julho de 2012 foi publicado o Decreto-Lei n.º 149/2012, que altera o Código dos Contratos Públicos ( CCP ), ajustando-o ao disposto

Leia mais

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin A Presidência Portuguesa na área dos Assuntos Económicos e Financeiros irá centrar-se na prossecução de três grandes objectivos, definidos

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO

PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO 27.4.2001 PT Jornal Oficial das Comunidades Europeias L 118/41 II (Actos cuja publicação não é uma condição da sua aplicabilidade) PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO RECOMENDAÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO

Leia mais

DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS

DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS N. o 032/B/2009-DBS/AMCM Data: 14/8/2009 DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS A Autoridade Monetária de Macau (AMCM), no exercício das competências que lhe foram atribuídas pelo Artigo 9. o

Leia mais

Mercado de Capitais BRIEFING NOVIDADES LEGISLATIVAS: DIREITOS DOS ACCIONISTAS E ACÇÕES SEM VALOR NOMINAL MAIO 2010 01

Mercado de Capitais BRIEFING NOVIDADES LEGISLATIVAS: DIREITOS DOS ACCIONISTAS E ACÇÕES SEM VALOR NOMINAL MAIO 2010 01 MAIO 2010 01 NOVIDADES LEGISLATIVAS: DIREITOS DOS ACCIONISTAS E ACÇÕES SEM VALOR NOMINAL Mercado de Capitais Foi publicado o Decreto-Lei n.º 49/2010, de 19 de Maio ( DL n.º 49/2010 ), que entra em vigor

Leia mais

MLM Master in Law and Management

MLM Master in Law and Management MLM Master in Law and Management diploma CONJUNTO novaforum.pt MLM Master in Law and Management Os participantes que completem com aproveitamento a componente lectiva do Programa receberão um Diploma de

Leia mais

Simplificar as operações de reestruturação empresarial: ajudar as empresas a ultrapassar a crise internacional e a manter postos de trabalho

Simplificar as operações de reestruturação empresarial: ajudar as empresas a ultrapassar a crise internacional e a manter postos de trabalho Simplificar as operações de reestruturação empresarial: ajudar as empresas a ultrapassar a crise internacional e a manter postos de trabalho 14 de Maio de 2009 Perguntas e respostas 1. Quais os objectivos

Leia mais

AVISO N.º 10/2013 de 9 de Julho

AVISO N.º 10/2013 de 9 de Julho Publicado em DR I.ª Série n.º 129 de 9 de Julho AVISO N.º 10/2013 de 9 de Julho ASSUNTO: AQUISIÇÃO OU AUMENTO DE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Havendo a necessidade de se adequar

Leia mais

Encontre connosco as respostas que procura. Venha conhecer a nossa equipa e o nosso trabalho. P O R T O P O R T U G A L

Encontre connosco as respostas que procura. Venha conhecer a nossa equipa e o nosso trabalho. P O R T O P O R T U G A L Encontre connosco as respostas que procura. Venha conhecer a nossa equipa e o nosso trabalho. P O R T O P O R T U G A L Bem-vindo ao escritório de advogados global, vocacionado para o apoio jurídico a

Leia mais

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES AO REGIME DO SECTOR PÚBLICO EMPRESARIAL

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES AO REGIME DO SECTOR PÚBLICO EMPRESARIAL DESTAQUE Novembro 2013 PÚBLICO NOVO REGIME DO SECTOR PÚBLICO EMPRESARIAL Foi publicado no passado dia 3 de Outubro o Decreto-Lei n.º 133/2013 que procede à alteração do regime aplicável ao sector público

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA 1772 Diário da República, 1.ª série N.º 101 25 de Maio de 2010 Norma transitória As comissões de serviço em curso mantêm -se, nos seus precisos termos, até ao final do respectivo prazo. Norma revogatória

Leia mais

Por outro lado, estabelece ainda o referido preceito a susceptibilidade da Norma Regulamentar emitida se aplicar igualmente aos mediadores de seguros.

Por outro lado, estabelece ainda o referido preceito a susceptibilidade da Norma Regulamentar emitida se aplicar igualmente aos mediadores de seguros. Não dispensa a consulta da Norma Regulamentar publicada em Diário da República NORMA REGULAMENTAR N.º 03/2010-R, DE 18 DE MARÇO DE 2010 Publicidade Pelo Decreto-Lei n.º 8-A/2002, de 11 de Janeiro, foram

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 18º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 18º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 18º Prestação de Serviços de telemarketing Processo: nº 3109, despacho do SDG dos Impostos, substituto legal do Director - Geral, em 2012-05-18. Conteúdo:

Leia mais

PROJECTO DE LEI Nº 204/VIII PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS GENÉRICOS. Exposição de motivos.

PROJECTO DE LEI Nº 204/VIII PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS GENÉRICOS. Exposição de motivos. PROJECTO DE LEI Nº 204/VIII PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS GENÉRICOS Exposição de motivos. 1. Os medicamentos, no âmbito da política de saúde, assumem uma particular relevância não apenas pelos benefícios

Leia mais

Acção de Formação Agentes Vinculados e Consultoria para Investimento Oradoras: Isabel Vidal Carla Cabrita Lisboa 26 Junho de 2007 Auditório da CMVM

Acção de Formação Agentes Vinculados e Consultoria para Investimento Oradoras: Isabel Vidal Carla Cabrita Lisboa 26 Junho de 2007 Auditório da CMVM Acção de Formação Oradoras: Isabel Vidal Carla Cabrita Lisboa 26 Junho de 2007 Auditório da CMVM Parte 1 Agentes Vinculados 2 Sequência 1. Breve enquadramento 2. Conceito 3. Requisitos de actuação do agente

Leia mais

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59. Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de

Leia mais

Portaria n.º 1416-A/2006 de 19 de Dezembro

Portaria n.º 1416-A/2006 de 19 de Dezembro Portaria n.º 1416-A/2006 de 19 de Dezembro O Decreto-Lei n.º 76-A/2006, de 29 de Março, aprovou um vasto conjunto de medidas de simplificação da vida dos cidadãos e das empresas. Destas, destacam-se a

Leia mais

******* Protocolo estabelecido com o ESPAÇO ÁVILA

******* Protocolo estabelecido com o ESPAÇO ÁVILA J U R I S T @ N L I N E CONSULTÓRIO JURÍDICO ON-LINE ******* Protocolo estabelecido com o ESPAÇO ÁVILA Considerando que: 1º A consulta jurídica é feita pelo consultório jurídico JURIST@NLINE, constituído

Leia mais

VATWorld - Consultores Fiscais, S.A. Av. António Augusto de Aguiar, 130. 5º 1050-020 Lisboa. Portugal T. (+351) 213 104 040 F. (+351) 213 104 045 portugal@vatcompany.com vatcompany.com ESPECIALISTAS EM

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Princípios aplicáveis ao desenvolvimento dos Sistemas de Gestão de Riscos e de Controlo Interno das Empresas de Seguros As melhores práticas internacionais na regulamentação

Leia mais

VENDAS AO DOMICÍLIO, VENDAS POR CORRESPONDÊNCIA E «VENDAS AGRESSIVAS» Decreto-Lei n.º 272/87. de 3 de Julho

VENDAS AO DOMICÍLIO, VENDAS POR CORRESPONDÊNCIA E «VENDAS AGRESSIVAS» Decreto-Lei n.º 272/87. de 3 de Julho VENDAS AO DOMICÍLIO, VENDAS POR CORRESPONDÊNCIA E «VENDAS AGRESSIVAS» Decreto-Lei n.º 272/87 de 3 de Julho Na ordem jurídica portuguesa a protecção do consumidor alcançou uma marcante expressão com a lei

Leia mais

Sociedades de Garantia Mútua (SGM) são:

Sociedades de Garantia Mútua (SGM) são: Sociedades de Garantia Mútua (SGM) são: Operadores financeiros que prestam às instituições bancárias as garantias que lhes permitem disponibilizar às PME empréstimos em condições mais favoráveis. Ao partilhar

Leia mais

(Actos não legislativos) REGULAMENTOS

(Actos não legislativos) REGULAMENTOS 23.4.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 102/1 II (Actos não legislativos) REGULAMENTOS REGULAMENTO (UE) N. o 330/2010 DA COMISSÃO de 20 de Abril de 2010 relativo à aplicação do artigo 101. o, n. o

Leia mais

Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010

Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010 Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010 A Instrução n.º 27/2003 consagrou no ordenamento jurídico nacional os procedimentos mais relevantes da Recomendação da Comissão n.º 2001/193/CE, de 1 de Março de 2001,

Leia mais

Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP

Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP Em Geral Na sequência da publicação do novo Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12

Leia mais

INFARMED - Gabinete Jurídico e Contencioso 83-G3

INFARMED - Gabinete Jurídico e Contencioso 83-G3 Adopta medidas mais justas no acesso aos medicamentos, combate à fraude e ao abuso na comparticipação de medicamentos e de racionalização da política do medicamento no âmbito do Serviço Nacional de Saúde

Leia mais

ORA newsletter. Nº 62 MARÇO/2012 (circulação limitada) Assuntos LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL FEVEREIRO DE 2012

ORA newsletter. Nº 62 MARÇO/2012 (circulação limitada) Assuntos LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL FEVEREIRO DE 2012 Assuntos Resumo Fiscal/Legal Fevereiro de 2012 1 As Instituições Particulares de Solidariedade Social: Regime Contabilístico e Novo Quadro Normativo (Parte II) 2 Revisores e Auditores 6 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL

Leia mais

INSTRUÇÃO 1/2006 INSTRUÇÕES RELATIVAS AOS PROCEDIMENTOS A ADOPTAR PARA CUMPRIMENTO DOS DEVERES DE NATUREZA PREVENTIVA DA PRÁTICA DOS CRIMES DE

INSTRUÇÃO 1/2006 INSTRUÇÕES RELATIVAS AOS PROCEDIMENTOS A ADOPTAR PARA CUMPRIMENTO DOS DEVERES DE NATUREZA PREVENTIVA DA PRÁTICA DOS CRIMES DE INSTRUÇÃO 1/2006 INSTRUÇÕES RELATIVAS AOS PROCEDIMENTOS A ADOPTAR PARA CUMPRIMENTO DOS DEVERES DE NATUREZA PREVENTIVA DA PRÁTICA DOS CRIMES DE BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E DE FINANCIAMENTO AO TERRORISMO

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9, nº 28. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9, nº 28. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9, nº 28 Seguros enquadramento da actividade de call center na prestação de serviços a empresas seguradoras e correctoras de seguros - despacho do SDG dos

Leia mais

CO-FINANCIADAS PELOS FUNDOS ESTRUTURAIS E PELO FUNDO DE COESÃO EM CASO DE INCUMPRIMENTO DAS REGRAS EM MATÉRIA DE CONTRATOS PÚBLICOS

CO-FINANCIADAS PELOS FUNDOS ESTRUTURAIS E PELO FUNDO DE COESÃO EM CASO DE INCUMPRIMENTO DAS REGRAS EM MATÉRIA DE CONTRATOS PÚBLICOS Versão final de 29/11/2007 COCOF 07/0037/03-PT COMISSÃO EUROPEIA ORIENTAÇÕES PARA A DETERMINAÇÃO DAS CORRECÇÕES FINANCEIRAS A APLICAR ÀS DESPESAS CO-FINANCIADAS PELOS FUNDOS ESTRUTURAIS E PELO FUNDO DE

Leia mais

Instrumento da Sociedade de Informação

Instrumento da Sociedade de Informação Apresentação Pública Estudo Factura Electrónica 8 de Outubro de 2008 Fundação Calouste Gulbenkian Instrumento da Sociedade de Informação João Catarino Tavares Patrocinadores Principais Patrocinadores Globais

Leia mais

CÓDIGO DEONTOLÓGICO APFIPP ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FUNDOS DE INVESTIMENTO, PENSÕES E PATRIMÓNIOS. CAPÍTULO I Âmbito de aplicação

CÓDIGO DEONTOLÓGICO APFIPP ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FUNDOS DE INVESTIMENTO, PENSÕES E PATRIMÓNIOS. CAPÍTULO I Âmbito de aplicação CÓDIGO DEONTOLÓGICO CÓDIGO DEONTOLÓGICO APFIPP ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FUNDOS DE INVESTIMENTO, PENSÕES E PATRIMÓNIOS CAPÍTULO I Âmbito de aplicação Artigo 1º - Aplicação directa Artigo 2º - Aplicação

Leia mais

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS 2.º Trimestre 2015 I Regime Jurídico das Sociedades Financeiras de Crédito 2 II Legislação A. Direito

Leia mais

MINUTA. Ccent. n.º [identificação da operação de concentração] DOCUMENTO DE COMPROMISSOS ASSUMIDOS PERANTE A AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA

MINUTA. Ccent. n.º [identificação da operação de concentração] DOCUMENTO DE COMPROMISSOS ASSUMIDOS PERANTE A AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA MINUTA Ccent. n.º [identificação da operação de concentração] DOCUMENTO DE COMPROMISSOS ASSUMIDOS PERANTE A AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA 1. Nos termos do n.º 3 do artigo 35.º da Lei n.º 18/2003, de 11 de

Leia mais

REGULAMENTO DO SERVIÇO DE PROVEDORIA DO CLIENTE

REGULAMENTO DO SERVIÇO DE PROVEDORIA DO CLIENTE REGULAMENTO DO SERVIÇO DE PROVEDORIA DO CLIENTE ARTIGO 1º SERVIÇO DE PROVEDORIA DO CLIENTE DE SEGUROS 1. O Serviço de Provedoria do Cliente de Seguros é criado por tempo indeterminado e visa a disponibilização

Leia mais

João Gonçalves de Assunção joao.g.assuncao@abreuadvogados.com

João Gonçalves de Assunção joao.g.assuncao@abreuadvogados.com 30 de Junho de 2010 João Gonçalves de Assunção joao.g.assuncao@abreuadvogados.com 1 LOCAL : AB - PORTO DATA : 01-07-2010 CIBERCRIME Lei 109/2009, de 15 de Setembro Disposições penais materiais: Falsidade

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova

Leia mais

Anteprojecto de Decreto-Lei que Institui as Sociedades de Consultoria para Investimento. Preâmbulo

Anteprojecto de Decreto-Lei que Institui as Sociedades de Consultoria para Investimento. Preâmbulo Anteprojecto de Decreto-Lei que Institui as Sociedades de Consultoria para Investimento Preâmbulo O presente diploma transpõe parcialmente para a ordem jurídica nacional a Directiva 2004/39/CE do Parlamento

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 1997L0081 PT 25.05.1998 001.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições BDIRECTIVA 97/81/CE DO CONSELHO de 15 de Dezembro de 1997 respeitante ao acordo-quadro

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1ª EDIÇÃO Requisitos para Implementar, Elaborar e Gerir SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE LUANDA 21 e 22 de OUTUBRO de 2013 Razões pelas quais a sua presença é obrigatória Compreenda as finalidades dos SGQ

Leia mais

Seminário: emissão de valores mobiliários e. António Soares

Seminário: emissão de valores mobiliários e. António Soares Seminário: emissão de valores mobiliários e ofertas públicas em tempos de crise Ofertas Públicas de Aquisição de Acções António Soares 3 e 4 de Junho de 2013 Sala Conferência Hotel Praia Mar As Ofertas

Leia mais

Capítulo Descrição Página

Capítulo Descrição Página MANUAL DA QUALIIDADE ÍNDICE Capítulo Descrição Página 1 Apresentação da ILC Instrumentos de Laboratório e Científicos, Lda Dados sobre a ILC, sua história, sua organização e modo de funcionamento 2 Política

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS ASSOCIADOS DA ASFAC ASSOCIAÇÃO DE INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO ESPECIALIZADO. Preâmbulo

CÓDIGO DE CONDUTA DOS ASSOCIADOS DA ASFAC ASSOCIAÇÃO DE INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO ESPECIALIZADO. Preâmbulo CÓDIGO DE CONDUTA DOS ASSOCIADOS DA ASFAC ASSOCIAÇÃO DE INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO ESPECIALIZADO Preâmbulo O mercado financeiro, e em especial o mercado especializado no crédito ao consumo, exige por parte

Leia mais

A ÁREA DE PRÁTICA DE DIREITO PÚBLICO DA ABBC

A ÁREA DE PRÁTICA DE DIREITO PÚBLICO DA ABBC ABBC A atuação da ABBC assenta na independência, no profissionalismo e na competência técnica dos seus advogados e colaboradores, com o escrupuloso respeito das regras deontológicas que presidem ao exercício

Leia mais

DESTAQUE. I Introdução

DESTAQUE. I Introdução DESTAQUE Abril de 2011 BREVES NOTAS SOBRE AS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES AO REGIME DOS DIREITOS REAIS DE HABITAÇÃO PERIÓDICA I Introdução O regime dos Direitos Reais de Habitação Periódica ( DRHP ), regulado

Leia mais

Decreto-Lei n.º 36/1992 de 28/03 - Série I-A nº74

Decreto-Lei n.º 36/1992 de 28/03 - Série I-A nº74 Alterado pelo DL 36/92 28/03 Estabelece o regime da consolidação de contas de algumas instituições financeiras A Directiva do Conselho n.º 86/635/CEE, de 8 de Dezembro de 1986, procedeu à harmonização

Leia mais

ARTIGO 29.º - Grupo de Protecção de Dados Pessoais

ARTIGO 29.º - Grupo de Protecção de Dados Pessoais ARTIGO 29.º - Grupo de Protecção de Dados Pessoais 12054/02/PT WP 69 Parecer 1/2003 sobre o armazenamento dos dados de tráfego para efeitos de facturação Adoptado em 29 de Janeiro de 2003 O Grupo de Trabalho

Leia mais

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução:

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução: EDIÇÃO 2011/2012 Introdução: O Programa Formação PME é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional Potencial Humano) tendo a AEP - Associação Empresarial de Portugal, como Organismo Intermédio,

Leia mais

Decisão do Conselho da Autoridade da Concorrência PROCESSO AC-I-CCENT/33/2003- BAR-BAR-IDADE GLASS/FÁBRICA DE VIDROS BARBOSA E ALMEIDA

Decisão do Conselho da Autoridade da Concorrência PROCESSO AC-I-CCENT/33/2003- BAR-BAR-IDADE GLASS/FÁBRICA DE VIDROS BARBOSA E ALMEIDA Decisão do Conselho da Autoridade da Concorrência PROCESSO AC-I-CCENT/33/2003- BAR-BAR-IDADE GLASS/FÁBRICA DE VIDROS BARBOSA E ALMEIDA A 29 de Julho de 2003 deu entrada na Autoridade da Concorrência, em

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP 16.12.2010 REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL

Leia mais

Artigo 3º. Artigo 4º. Artigo 5º. Efeitos do certificado Sob reserva do artigo 4º, o certificado confere os mesmos direitos que os conferidos pela

Artigo 3º. Artigo 4º. Artigo 5º. Efeitos do certificado Sob reserva do artigo 4º, o certificado confere os mesmos direitos que os conferidos pela Regulamento (CE) nº 1610/96 do Parlamento Europeu e do Conselho de 23 de Julho de 1996 relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os produtos fitofarmacêuticos Jornal Oficial nº

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010 APROVADA POR DELIBERAÇÃO DA COMISSÃO DIRECTIVA DE 19-03-2010 Altera o nº 4 da Orientação de Gestão nº 7/2008 e cria o ANEXO III a preencher pelos Beneficiários para registo

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE

A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE Autores: 1 Gabriela Azevedo e Rita Ramos Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS No âmbito dos procedimentos da Avaliação

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Exposição de motivos

PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Exposição de motivos PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Exposição de motivos Tendo em consideração que a Administração Pública tem como objectivo fundamental

Leia mais

Directiva 91/250/CEE do Conselho, de 14 de Maio de 1991, relativa à protecção jurídica dos programas de computador

Directiva 91/250/CEE do Conselho, de 14 de Maio de 1991, relativa à protecção jurídica dos programas de computador Página 1 de 5 Avis juridique important 31991L0250 Directiva 91/250/CEE do Conselho, de 14 de Maio de 1991, relativa à protecção jurídica dos programas de computador Jornal Oficial nº L 122 de 17/05/1991

Leia mais

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Neste curso serão abordadas as melhores práticas que permitem gerir estrategicamente a informação, tendo em vista a criação de valor para

Leia mais

RECOMENDAÇÃO Nº 5 /A/2007 (artigo 20º, nº1, alínea a), da Lei n.º 9/91, de 9 de Abril 1 ) I - ENUNCIADO -

RECOMENDAÇÃO Nº 5 /A/2007 (artigo 20º, nº1, alínea a), da Lei n.º 9/91, de 9 de Abril 1 ) I - ENUNCIADO - Número: 5/A/2007 Data: 26-04-2007 Entidade visada: Director-Geral dos Impostos Assunto: Sociedades de mediação de seguros. Prazo para apresentação da declaração de início de actividade. Processo: R-4816/05

Leia mais

CÓDIGO DO REGISTO PREDIAL

CÓDIGO DO REGISTO PREDIAL CÓDIGO DO REGISTO PREDIAL (12.ª Edição) ACTUALIZAÇÃO N.º 1 Código do Registo Predial 2 TÍTULO: AUTORES: CÓDIGO DO REGISTO PREDIAL Actualização N.º 1 BDJUR EDITOR: EDIÇÕES ALMEDINA, SA Avenida Fernão de

Leia mais

REGIME JURÍDICO DA EXPLORAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL

REGIME JURÍDICO DA EXPLORAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL REGIME JURÍDICO DA EXPLORAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE ALOJAMENTO LOCAL Decreto-Lei n.º 128/2014, de 29 de Agosto, alterado pelo Decreto Lei n.º 63/2015, de 23 de Abril FIGURA DO ALOJAMENTO LOCAL A figura

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS NOVEMBRO DE 2007 CMVM A 1 de Novembro de 2007 o

Leia mais

NOTA INFORMATIVA NOVO REGIME DO CAPITAL DE RISCO MERCADO DE CAPITAIS MARÇO 2015

NOTA INFORMATIVA NOVO REGIME DO CAPITAL DE RISCO MERCADO DE CAPITAIS MARÇO 2015 NOTA INFORMATIVA MERCADO DE CAPITAIS NOVO REGIME DO CAPITAL DE RISCO Foi recentemente publicada, no dia 4 de Março, a Lei n.º 18/2015, o Regime Jurídico do Capital de Risco (RJCR) a qual procedeu à transposição

Leia mais

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O SENHOR MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O SENHOR MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O SENHOR MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng. Mário Lino por ocasião do Encerramento do Seminário AS NOVAS PERSPECTIVAS NA CONTRATAÇÃO PÚBLICA promovido

Leia mais

Assunto: Consumo. Publicidade. Distribuição de desdobráveis sobre o Provedor de Justiça.

Assunto: Consumo. Publicidade. Distribuição de desdobráveis sobre o Provedor de Justiça. Assunto: Consumo. Publicidade. Distribuição de desdobráveis sobre o Provedor de Justiça. O PROBLEMA Foi solicitada por Sua Excelência o Provedor de Justiça a realização de estudo sobre a potencial aplicação

Leia mais

CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS

CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS DIRECTRIZES DA APORMED AOS SEUS ASSOCIADOS SOBRE AS INTERACÇÕES COM OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE E O MERCADO DE PRODUTOS DE SAÚDE Documento aprovado na Assembleia-Geral

Leia mais

DECISÃO DO CONSELHO DA AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA Ccent. 20/2004 United Business Media Group / L.T.P. I INTRODUÇÃO

DECISÃO DO CONSELHO DA AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA Ccent. 20/2004 United Business Media Group / L.T.P. I INTRODUÇÃO DECISÃO DO CONSELHO DA AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA Ccent. 20/2004 United Business Media Group / L.T.P. I INTRODUÇÃO 1. Em 16 de Junho de 2004, a Autoridade da Concorrência recebeu uma notificação relativa

Leia mais

NOVOS DEVERES DE INFORMAÇÃO NO ÂMBITO DA PUBLICIDADE AO CRÉDITO

NOVOS DEVERES DE INFORMAÇÃO NO ÂMBITO DA PUBLICIDADE AO CRÉDITO TMT N.º 1/2009 MAR/ABRIL 2009 NOVOS DEVERES DE INFORMAÇÃO NO ÂMBITO DA PUBLICIDADE AO CRÉDITO A informação divulgada pelas Instituições de Crédito relativamente aos produtos que estas oferecem tem sido

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE O GOVERNO DAS SOCIEDADES

RELATÓRIO SOBRE O GOVERNO DAS SOCIEDADES Capital Social: 115.000.000 Capital Próprio a 30 de Junho de 2009: ( 11.790.198) Sede: Av. General Norton de Matos Estádio do Sport Lisboa e Benfica 1500-313 Lisboa Matriculada na Conservatória do Registo

Leia mais

PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR. Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar. Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel.

PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR. Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar. Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel. PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel.pt Transparência e Segurança: www.jogoremoto.pt A REGULAÇÃO EM PORTUGAL

Leia mais

O DIREITO DAS SOCIEDADES

O DIREITO DAS SOCIEDADES O DIREITO DAS SOCIEDADES Apesar de não existir um Direito das sociedades elaborado como tal, normas mínimas impostas pela legislação europeia são aplicáveis às empresas em toda a União Europeia. Dois importantes

Leia mais

Título IV Ofertas públicas de transacção. CAPÍTULO I D isposições Gerais. Artigo 98 (Autoridade fiscalizadora)

Título IV Ofertas públicas de transacção. CAPÍTULO I D isposições Gerais. Artigo 98 (Autoridade fiscalizadora) (Código do Mercado de Valores Mobiliários) Título IV Ofertas públicas de transacção CAPÍTULO I D isposições Gerais Artigo 98 (Autoridade fiscalizadora) Compete ao Banco de Cabo Verde, através da Auditoria

Leia mais

PE-CONS 3619/3/01 REV 3

PE-CONS 3619/3/01 REV 3 PE-CONS 3619/3/01 REV 3 relativa à avaliação dos efeitos de determinados planos e programas no ambiente O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade

Leia mais

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco IP/98/305 Bruxelas, 31 de Março de 1998 A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco A Comissão Europeia lançou uma vasta iniciativa para promover o desenvolvimento de um importante mercado

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013

CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013 CÓDIGO DE CONDUTA Julho de 2013 1 ÍNDICE INTRODUÇÃO...3 I. Âmbito de Aplicação e Princípios Gerais...4 Artigo 1.º Âmbito Pessoal...4 Artigo 2.º Âmbito Territorial...4 Artigo 3.º Princípios Gerais...4 Artigo

Leia mais

CONDIÇÕES ESPECIAIS PROTECÇÃO JURÍDICA SEGURO COLECTIVO DA ORDEM DOS MÉDICOS DENTISTAS APÓLICE 84.10.071839

CONDIÇÕES ESPECIAIS PROTECÇÃO JURÍDICA SEGURO COLECTIVO DA ORDEM DOS MÉDICOS DENTISTAS APÓLICE 84.10.071839 CONDIÇÕES ESPECIAIS PROTECÇÃO JURÍDICA SEGURO COLECTIVO DA ORDEM DOS MÉDICOS DENTISTAS APÓLICE 84.10.071839 As presentes Condições Especiais Protecção Jurídica articulam-se com o disposto nas Condições

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

Decreto-Lei n.º 72-A/2003 de 14 de Abril

Decreto-Lei n.º 72-A/2003 de 14 de Abril Decreto-Lei n.º 72-A/2003 de 14 de Abril A Directiva n.º 2000/26/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Maio, relativa à aproximação das legislações dos Estados membros respeitantes ao seguro

Leia mais

Partido Popular. CDS-PP Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 335/X

Partido Popular. CDS-PP Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 335/X Partido Popular CDS-PP Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 335/X REGULA O ACESSO E PERMANÊNCIA NA ACTIVIDADE DAS SOCIEDADES DE CONSULTORIA PARA INVESTIMENTO E DOS CONSULTORES AUTÓNOMOS Exposição de Motivos

Leia mais

It is better to fail in originality than to succeed in imitation. Herman Melville (1819-1891)

It is better to fail in originality than to succeed in imitation. Herman Melville (1819-1891) It is better to fail in originality than to succeed in imitation. Herman Melville (1819-1891) Imaginação Imagine uma equipa de especialistas que partilha a sua paixão por aquilo que faz, que compreende

Leia mais

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS As pequenas empresas são a espinha dorsal da economia europeia, constituindo uma fonte significativa de emprego e um terreno fértil para o surgimento de ideias empreendedoras.

Leia mais

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Novembro, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 5

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Novembro, 2014. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 3. III Jurisprudência Europeia 5 NEWSLETTER I FISCAL NEWSLETTER FISCAL I Novembro, 2014 I Legislação Nacional 2 II Instruções Administrativas 3 III Jurisprudência Europeia 5 IV Jurisprudência Nacional 6 V Outras informações 7 NEWSLETTER

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 3.8.2005 COM(2005) 361 final 2005/0147 (COD) Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que revoga a Directiva 90/544/CEE do Conselho relativa

Leia mais