Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação"

Transcrição

1 COMUNICAÇÃO ORGANIZACINAL E GESTÃO DE MARCA: redes de organizações por articulação conceitual 1 ORGANIZATIONAL COMMUNICATION AND BRAND MANAGEMENT: networks organizations by conceptual articulation Rudimar Baldissera 2 Resumo: Neste trabalho, discorre-se sobre a noção de comunicação organizacional em perspectiva da gestão de marcas, considerando-se características da sociedade contemporânea, estratégias discursivas de visibilidade e as múltiplas vozes na arena de circulação simbólica. Dessa forma, suportado no paradigma da complexidade, neste ensaio reflete-se, particularmente, sobre a estratégia das Redes de Organizações por Articulação Conceitual ROACs e evidencia-se que pelos processos de ampliação de visibilidade, (re)circulação e associação simbólica, mediação, ressonância e chancelamento do discurso, as organizações em rede tendem a ter seus discursos potencializados e a obter benefícios tais como economia e legitimidade. Palavras-Chave: Comunicação organizacional. Gestão de marca. Redes de Organizações por Articulação Conceitual. Abstract: In this paper, is reflected on the notion of organizational communication in perspective of brand management, considering characteristics of the contemporary society, discursive strategies of visibility and the multiple voices in the arena of symbolic circulation. Supported in the paradigm of complexity, in this assay is reflected, particularly, on the strategy of the Networks Organizations by Conceptual Articulation NOCAs and clarifies that by the processes of amplification of visibility, (re)circulation and symbolic association, mediation and resonance of the discourse, the network organizations tend to have their discourses potentialized and get benefits such as economy and legitimacy. Keywords: Organizational communication 1. Brand management 2. Networks Organizations by Conceptual Articulation Aproximações As características da sociedade contemporânea, dentre elas o aumento exponencial da circulação simbólica (e de capitais), a articulação em rede, a potencialização dos processos 1 Trabalho apresentado ao Grupo de Trabalho Comunicação em Contextos Organizacionais do XXIII Encontro Anual da Compós, na Universidade Federal do Pará, Belém, de 27 a 30 de maio de Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS. Doutor em Comunicação, 1

2 expressivos e das vozes que se atualizam em diferentes ambientes e suportes, a ampliação das práticas de expropriação, mistificação e exploração simbólica, as disputas por visibilidade e o desejo de ocupação do centro da cena (THOMPSON, 2008; TRIVINHO, 2011), a tendência à ética do individualimo (LIPOVETSKY, 2004), a fluidez dos processos, das sociabilidades, das relações (BAUMAN, 2001), o enfraquecimento das identidades (HALL, 1999), a convergência de mídias e tecnologias e a presença da lógica das redes em grande parte dos conjuntos de relação sociais (CASTTELLS, 1999), tudo isso maculado pelos efeitos das tecnologias digitais de comunicação e informação TDCIs que se atualizam em quase todas as atividades humanas, desestabilizaram o pensar tradicional sobre comunicação organizacional, bem como suas práticas. A dimensão da organização comunicada (BALDISSERA, 2009), antes lugar central de fala (fala autorizada), de expressão, do dar-se a ver propondo imagens de si, agora é forçada a redimensionar-se. A maquiagem discursiva 3 que por tempos blindou as organizações, particularmente quando seus discursos reinavam exclusivos, não como versões, mas como traduções dos fatos, já não tem a mesma durabilidade. Atualmente, são muitas as vozes que se realizam na arena de circulação simbólica e o acessar as informações tornou-se mais fácil e ágil. Porém, essa configuração não apenas se exerce sobre os discursos de maquiagem, inconsistentes, senão que se realiza como força perturbadora da comunicação organizacional em suas diferentes materializações. Nesse sentido, um dos aspectos da comunicação organizacional que parece sofrer fortemente seus efeitos é o da gestão de marcas. Assim, neste estudo, que se configura como ensaio, e que assume a complexidade como paradigma, reflete-se sobre comunicação organizacional, em particular, sobre aquilo que se denominou de estratégia de Rede de Organizações por Articulação Conceitual ROAC. 1. Sobre comunicação organizacional no contexto contemporâneo Em perspectiva simplista, a comunicação organizacional ainda tem sido tomada, fundamentalmente, como a comunicação que organiza e, em particular, que organiza por meio de processos informativos. Nessa direção, importa atentar para o fato de que a própria 3 Isso não significa dizer que todas as organizações maquiaram e/ou maquiam seus discursos, mas atentar para o fato de que essa foi e ainda parece ser uma prática bastante comum. Certamente, há organizações que agem eticamente e em perspectiva da comunicação ampla e verdadeira. 2

3 noção de organização (organização pública, privada, público-privada ou Não- Governamental) abarca esse entendimento de comunicação ao afirmar que ela compreende sujeitos que laboram para o atingimento de objetivos comuns objetivos esses que foram tornados comuns (construídos conjuntamente ou não). Por outro lado, essa mesma compreensão tende a evidenciar o desejo de anulação dos objetivos não comungados por todos os que constituem a organização, o todo organizado. Por sua vez, observa-se que o próprio termo comunicação traz em si, etimologicamente, a ideia do tornar comum, do partilhar. No entanto, se esse atributo configura-se como o ideal, não se pode esquecer que a comunicação, conforme asseverou Eco (1991), pressupõe significação, e que a significação é permanentemente (re)construída os sentidos de mundo são construídos a cada experiência, pois que os signos não são entidades fixas e não dizem tudo sobre seus objetos. Então, a linguagem também é incerteza, opacidade, possibilidade. Exercer a linguagem é sinônimo de exercer certo risco. Toda linguagem é indeterminada, toda linguagem é intransparente. O próprio caráter mediador da linguagem é a causa desse risco de indeterminação (PINTO, 2008, p. 85). Isso exige reconhecer que por mais que os interlocutores tencionem tornar comum, a significação que será internalizada por eles sobre algo e/ou alguma coisa não será exatamente a mesma. Mesmo que essa significação seja muito próxima, considerando-se as variáveis que incidem sobre esse processo tais como as questões psíquicas, as competências linguísticas, o nível de conhecimento, o domínio de códigos, o contexto e as experiências vividas, sempre faltará e/ou sobrará algo. Assim, se o tornar comum é fundante para a noção de comunicação, o fato de ela pressupor significação a mantém distante do equilíbrio do organizado, uma vez que a significação é possibilidade dispersiva a cada experimentar algo e/ou alguma coisa, novos sentidos podem ser atribuídos a esse algo e/ou alguma coisa. Dessa forma, o sentido comum tão desejado pelas organizações, particularmente por seus gestores, seja para os objetivos organizacionais, seja para o fortalecimento da cultura organizacional é, em si, incerto, pois que é mediado pela linguagem. As relações de comunicação, portanto relações entre sujeitos 4, 4 Ser sujeito não quer dizer ser consciente; também não quer dizer ter afetividade, sentimentos, ainda que evidentemente a subjetividade humana se desenvolva com afetividade, com sentimentos. Ser sujeito é colocar-se no centro do sue próprio mundo, é ocupar o lugar do eu. [...] cada um só pode dizer eu por si próprio (MORIN, 2001, p. 95). Assim, o sujeito é construtor e construção, tece e é tecido nos processos histórico- 3

4 são relações dialógicas (BAKHTIN, ), pois que atualizam forças (FOUCAULT, 1996), são lugar de encontro das diferenças, mesmo quando um dos interlocutores intenta anular o outro. Nesse sentido, como força em relação, ressalta-se a impossibilidade de anulação total da alteridade. À medida que se assume que a alteridade configura-se como presença ativa (força que se realiza) a comunicação organizacional não mais pode ser reduzida à fala autorizada. Tampouco seus fluxos podem ser pensados sob o viés da previsibilidade e do controle. Antes, há muito de imponderável, de incerteza, de desvios, de possibilidade para a produção, circulação e internalização de significação. Então, como processo de construção e disputa 6 de sentidos no âmbito das relações organizacionais (BALDISSERA, 2008, p. 169), a comunicação organizacional exige que se atente para a produção de sentidos em qualquer relação que os sujeitos estabelecem com a organização, mesmo quando não há intenção de comunicar. Nessa direção, acredita-se que seja fértil pensá-la sob o prisma daquilo que se definiu como três dimensões 7 articuladas (cada vez mais tensionadas) da comunicação organizacional: a organização comunicada (fala autorizada, planejada ou não), a organização comunicante (contém a organização comunicada e a articula a toda produção de sentido que se dá a partir de relações diretas que os diferentes sujeitos estabelecem com a organização, autorizadas ou não) e a organização falada (fluxos comunicacionais que não se configuram como relações diretas com a organização, mas que a têm como referente). Essa perspectiva lança luzes sobre a complexidade que é a comunicação organizacional e dá relevo socioculturais, objetiva-se pela consciência de si mesmo, cria, mas também sofre sujeição, experimenta a incerteza, é egocêntrico e tem autonomia-dependência, sofre constrições e contingências e auto-eco/exoorganiza-se. Trata-se, portanto, de um sujeito agente, com diferentes graus de autonomia, influência e consciência frente à diversidade de situações eco-histórico-sócio-estruturais (BALDISSERA, 2004, p. 86-7). 5 Conforme Bakhtin (1999), os sujeitos constituem a língua na/pela interação social. Observa que as mesmas palavras em distintos enunciados de um mesmo processo dialógico ou em processos diferentes podem assumir significação diversa. No processo de compreensão, cada palavra enunciada pelo outro é articulada pelo eu a outras palavras, suas réplicas, de modo que pela compreensão ativa e responsiva os interlocutores constroem sentidos e são relacionados. 6 Cada sujeito em relação comunicacional é portador de cultura conforme Geertz (1989), teias de significados construídas por sujeitos em interação e nas quais se prenderam, que, assim como sua subjetividade, competências (psíquicas, linguísticas, culturais etc.) e experiências, também se exerce para a configuração de seu lugar de fala, portanto, do exercício de si em relação a alteridade. Dessa forma, por mais que a intenção dos interlocutores seja a de aproximar a compreensão de mundo que assumem, por mais que pretendam colaborar, em algum nível, disputarão os sentidos que serão atribuídos a esse mundo. 7 Essas dimensões são apresentadas e melhor desenvolvidas no texto Comunicação organizacional na perspectiva da complexidade (BALDISSERA, 2009). 4

5 ao fato de, apesar da possível aparência de organizada, a organização se qualifica por, dialógica e recursivamente (MORIN, 2000, 2001), estar distante do equilíbrio. Então, diante dessa complexidade de fluxos comunicacionais, em que uma grande variedade de sujeitos/públicos (tais como empregados, consumidores, concorrentes, fornecedores, imprensa e sociedade), de diferentes lugares de fala e com intenções e objetivos diversos, participa da construção da organização (seja como ente físico, identidade discursiva, imagem-conceito e/ou marca), os sentidos que as organizações oferecem sobre si mesmas podem simplesmente se perder num oceano de possibilidades. Isso considera o fato de a fala autorizada (a organização comunicada, em especial, o discurso sobre si) se materializar em uma sociedade que se complexifica a cada dia e se caracteriza, dentre outras coisas: pela potência das tecnologias de comunicação e informação, conectando a sociedade em rede (CASTELLS, 1999); pela célere circulação de capitais em nível mundial, inclusive de capital simbólico (BOURDIEU, 1998); pelo enfraquecimento das identidades e seu deslizamento para o que Hall (1999) e Maffesoli (1996) denominam de identificações, portanto menos estáveis, mais fluídas, líquidas (BAUMAN, 2001); pela potencialização da visibilidade (ambientes, processos e estratégias), desejo de exposição pública e de ocupação do centro da cena 8 (o que revela, também, a força do individualismo); pela ampliação exponencial do número de falantes e de mensagens (grande parte deles silenciados por muitos anos, alijados do acesso às mídias, mas que agora tem sua voz ampliada particularmente pelas redes sociais digitais, o que se traduz em um emaranhado de vozes multidirecionais tornadas públicas); e por uma espécie de retorno aos tempos da magia (assume relevo o viver em/por sensações, fruição, sedução, toques, grandes rituais espetacularizados etc.). É nesse contexto que as marcas propõem e transacionam sentidos sobre si. 2. Gestão de marca, diferenciação e disputas Diante dessa configuração, pode-se dizer que as organizações, sob a dimensão da organização comunicada, sobretudo em perspectiva de branding (simplificadamente: gestão de marcas), experimentam a necessidade de diferenciação (uma das ideias fundantes da noção 8 Conforme Trivinho, a intenção de parodiar a absolutidade solar, de brilhar ou reinar, por tempo relativo, em determinado diâmetro de interações, prevalece no anseio por visibilidade no reduto virtual (2011, p Grifos do autor). 5

6 de marca), de serem presenças fortes para os seus públicos, de estarem bem posicionadas, de ocuparem bem o centro da cena, ao tempo em que percebem que as tradicionais estratégias de comunicação organizacional perderam potência. A circulação simbólica tornou-se muito mais dinâmica e complexa. Então, se por um lado, nesse contexto, as tecnologias permitiram a potencialização das estratégias organizacionais de auto-promoção 9, por outro, também possibilitaram o crescimento exponencial do número de falantes (sujeitos, outras organizações, grupos etc.) que, em algum nível dizem de si, intencionam dar-se a ver, fazerem-se (re)conhecer. Até porque, conforme afirma Trivinho, o processo civilizatório instituído ao longo do século XX [...] forjou e estabilizou pari passu uma equação social imperativa: a de uma existência (pessoal, grupal, governamental, corporativa etc.) inteiramente condicionada à aparição na visibilidade mediática. Desse modo, um existente (indivíduo, grupo, objeto, marca etc.) não subsiste per se; vige, como tal, se, e somente se, nos e através de media, sejam eles de massa, interativos ou híbridos, fixos ou móveis (2011, p. 113). O autor afirma, ainda, que o ethos da civilização contemporânea exige que esses existentes tornem-se presenças (façam-se presentes) para a alteridade independentemente de ela conceder ou não a atenção requerida [...] (super)expor-se ou tornar-se visível na acepção de existir de alguma forma (como simulacro) perante o conjunto dos sentidos percepcionais da alteridade (2011, p. 114). Se é fato que a organização, para existir, precisa dizer de si (seus projetos, produtos, ações, missão etc.) seja para informar e/ou publicizar algo/alguma coisa, instituir-se e/ou legitimar-se, dar-se a ver, posicionar-se no mercado, construir imagem-conceito 10, assumir 9 Conforme Thompson, as tecnologias possibilitaram o surgimento da sociedade da auto-promoção, em que lideranças políticas e outros sujeitos podem aparecer diante de públicos e desnudar [...] algum aspecto de si mesmo ou de sua vida pessoal (2008, p. 24). A auto-promoção não é algo novo. Basta uma rápida recuperação histórica para se verificar tratar-se de prática antiga, muito empregada, por exemplo, por monarcas, colonizadores, lideranças religiosas e países, particularmente os que detinham poder (econômico, político, simbólico, cultural e/ou hierárquico) para que sua auto-promoção fosse ampliada. Então, tem-se que as tecnologias amplificaram essa prática, isto é, sua abrangência foi dilatada de modo que o que era restrito a um pequeno grupo de pessoas (de modo geral, as da rede de relações), agora, potencialmente, pode ter abrangência irrestrita. Além disso, atenta-se para a ocorrência de algo como uma reorganização sócio-cultural, sob a perspectiva da espetacularização (DEBORD, 1997), da necessidade de exposição pública, que parece ter aflorado como importante característica da sociedade hodierna. 10 Compreende-se por imagem-conceito o construto simbólico, complexo e sintetizante, de caráter judicativo/caracterizante e provisório, realizada pela alteridade [...] mediante permanentes tensões dialógicas, dialéticas e recursivas, intra e entre uma diversidade de elementos-força, tais como as informações e as percepções sobre a identidade (algo/alguém), a capacidade de compreensão, a cultura, o imaginário, a psique, a história e o contexto estruturado (BALDISSERA, 2004, p. 278). 6

7 posição, defender e/ou propagar ideias, e, mais, se o próprio não dizer, discursivamente, também pode ser percebido pelos públicos como um dizer, pois que a ausência, igualmente, pode se constituir em uma forma de presença, também é fato que toda materialização discursiva da organização apresenta fertilidade para manifestações de outros sujeitos/públicos. Em perspectiva dialógico-recursiva, essas manifestações da alteridade podem se realizar em várias direções e perturbar o discurso organizacional em diferentes níveis, muitas vezes exigindo novas manifestações da organização. Portanto, na arena pública de ocupação da cena, de desejo do único como forma de demonstração distintiva de alguma potência, em algum raio de alcance social (TRIVINHO, 2011, p. 115), o discurso sobre si pode ser rapidamente apropriado pela alteridade e ressignificado. Isto é, a necessidade de a organização estar realizando permanentes movimentos de presença, de ocupação de espaço, de apresentar-se como marca distinta/distintiva portanto, potente e diferenciada em algum sentido, também se traduz em um tanto de imponderável, de incerto, de transacional. O discurso que ela atualiza é tensionado pelos públicos a outros discursos de modo que o sentido não está nela mesma, mas será transacionando interdiscursivamente. Aqui, importa atentar para as afirmações de Perotto (2007) quando reflete sobre marca pela sua enunciação. Para o autor, contemporaneamente, a marca apresenta quatro características essenciais: é uma instituição social, pois que se trata de uma construção simbólica compartilhada; é um fenômeno de natureza essencialmente discursiva ; procura produzir algum sentido e ser significante (atua na dimensão simbólica e, portanto, é discursivamente tensionada aos sistemas de valores, crenças, padrões e imaginários da sociedade); e discursivamente ela se institui como um sujeito pela construção social de sua identidade (procura produzir uma imagem do enunciador) (2007, p ). Sob esse prisma, evidencia-se que a marca não se configura apenas como uma fala autorizada. Então, considerando-se os processos de gestão de marca, parece que se, por um lado, a organização necessita dizer (em certos casos, dizer muitas vezes), e fazê-lo de diferentes formas, por outro, o controle sobre a circulação desse conteúdo simbólico torna-se cada vez mais difícil, insustentável e, mesmo, improvável. Assim, nesse ambiente de convergência, associar atributos (conceitos) à marca que sejam, de fato, diferenciadores, críveis, perduráveis, relevantes e tenham sustentação, parece tarefa cada vez mais exaustiva, que tende a exigir significativos investimentos (de tempo, 7

8 financeiros e estratégicos) e que podem rapidamente ser neutralizados no ambiente das disputas simbólicas pela ação de outras forças, como por exemplo organizações concorrentes ou outras organizações que acionam os mesmos atributos ou mesmo por virar um atributo do momento e que sob essa condição se liquefaz velozmente. Porém, se as ações de outras organizações podem acelerar o desgaste de atributos que se decidiu associar à marca, em outra direção, também é possível pensar que essas mesmas organizações, estrategicamente, podem ser importantes aliadas no sentido de conferir visibilidade, credibilidade e legitimidade à organização. Em vez de disputas generalizadas na arena de circulação simbólica, pode-se pensar em estratégias discursivas que se configurem como articulações colaborativas em rede para a reafirmação, ressonância, circulação simbólica: as Redes de Organizações por Articulação Conceitual ROACs. 2. Redes de Organizações por Articulação Conceitual - ROACs Em sentido amplo, a noção de rede considera um conjunto de nós (sujeitos/organizações/pontos), concretos ou abstratos, que, de alguma forma, estão interligados, em variados tipos de relações e graus de distribuição, de modo que elementos tangíveis ou intangíveis possam circular entre tais nós. As redes podem se configurar de diferentes formas, desde o maior grau de centralização até o maior grau de distribuição, mesmo que os extremos, em princípio, sob uma perspectiva da complexidade, dificilmente sejam atingíveis. Além disso, observa-se que, de acordo com Castells (1999), as redes se caracterizam por serem estruturas abertas que podem se expandir indefinidamente caso os novos nós compartilhem dos mesmos códigos comunicacionais. Assim, por exemplo, uma organização é autônoma para pertencer a diferentes redes que podem focar em objetivos diversos, mas também é dependente, pois que a interdependência é característica das configurações em redes. Ainda conforme o autor, conectividade e coerência são atributos fundamentais para o desenvolvimento qualificado das redes. Castells (1999) destaca os seguintes tipos de rede: redes de fornecedores, redes de produtores (contemplando todos os acordos de coprodução), redes de clientes, coalizões padrão 11, e redes de cooperação tecnológica. 11 As coalizões padrão são iniciadas por potenciais definidores de padrões globais como o objetivo explícito de prender tantas empresas quanto possível a seu produto proprietário ou padrões de interface (CASTELLS, 1999, p. 209). 8

9 Em perspectiva complementar, Vale (2007) afirma que as associações em rede podem se caracterizar como sendo por laços fortes, com integrantes intensamente articulados, que embora possam facilitar o consenso grupal, tendem a reforçar as barreiras excludentes de acesso ao grupo, e os laços fracos que, sem apresentar a mesma regularidade e estabilidade dos laços fortes, são menos profundos, mais estreitos e restritos aos propósitos, tarefas, projetos e atividades momentâneas além de caracterizarem-se por mais mobilidade, neutralidade emocional e difusão espacial (2007, p. 56). Então, as conexões (interações e/ou articulações estruturais) que se estabelecem entre os nós, conformando a rede, (re)organizamse permanentemente, considerando o contexto e os propósitos, dentre outras coisas. Sob o prisma de as redes serem auto-eco-organizadas, como exemplo, pode-se pensar que uma rede específica pode ter sua ordem perturbada por um sistema ou outra rede de modo que, recursiva e dialogicamente, precisará se reorganizar. Se, atualmente, as interferências, as perturbações, a interdependência, a incerteza são uma constante para o ambiente das relações organizacionais, a articulação em rede parece ser uma importante estratégia para potencializar a força das organizações frente situações diversas, tais como a necessidade de cobrir elevados custos para o desenvolvimento de uma tecnologia qualquer ou, noutra direção, para pequenos comércios conseguirem aumentar seu poder de negociação com fornecedores para assim manterem-se atuantes no mercado, mesmo sob a pressão dos grandes empreendimentos do setor. Então, a perspectiva estratégica das redes não considera apenas o viés belicoso dos enfrentamentos, dos conflitos, mas também sua configuração positiva em sentido de colaboração, cooperação (PÉREZ, 2012). Sob o prisma da comunicação organizacional para a gestão de marcas (âmbito da organização comunicada) e considerando-se as características da sociedade contemporânea (conforme se destacou), têm-se organizações que, por um lado, estão discursivamente enfraquecidas e, por outro, precisam se manifestar e/ou são chamadas a fazê-lo (ou até exigidas), seja para informarem os públicos sobre algo/alguma coisa, para posicionarem-se simbolicamente e construírem imagem-conceito, para demarcarem posições, para responderem questionamentos dos públicos e/ou para se instituírem como marcas, destacando-se como únicas e diferenciadoras. Vale lembrar que, fazer diferença é impor sua marca, fazer reconhecer (no duplo sentido) sua diferença em relação aos outros produtores e, sobretudo, em relação aos produtores mais consagrados; é inseparavelmente, fazer existir 9

10 uma nova posição para além das posições ocupadas (BOURDIEU, 2008, p. 88). É nesse contexto de efervescência de circulação simbólica, de multiplicidade de processos expressivos e vozes, de disputas por visibilidade, de neutralização dos discursos pela materialização de outros discursos, de rápida banalização de conceitos (atributos simbólicos), de desejo de estar no centro da cena e, em alguma medida, lançar os demais à sombra, de necessidade de legitimação, de instituir a marca e de visar bons resultados na equação custo-benefício, que a estratégia de redes de organizações caracterizadas pela circulação simbólica parece ser potencializada. As redes de (re)circulação simbólica podem ser de vários tipos, tais como as de (re)circulação de cultura (em sentido restrito) e de informações. Porém, em perspectiva da gestão de marcas, interessa, aqui, um tipo específico de rede, caracterizado por o elemento articulador ser um (ou mais) conceito: as Redes de Organizações por Articulação Conceitual ROACs. Essas redes se configuram com o claro propósito de gerar e/ou fortalecer o posicionamento simbólico no mercado de modo que determinados atributos/conceitos sejam associados às marcas aí articuladas. Assim, diferentemente de outros tipos de rede, o elemento dinamizador da estruturação é um conceito. Em termos de mercado, é provável que as redes por articulações comerciais também realizem algum tipo e nível de circulação simbólica, até porque ao acionar uma marca parceira, em perspectiva de a marca ser enunciação, também se aciona o simbólico associado a ela. Dessa aproximação de marcas (o figurar juntas), em algum nível, é possível que alguma nuance de seus atributos simbólicos seja acoplada aos da outra marca. Essa interferência apresenta altos níveis de incerteza, considerando-se as muitas variáveis que se exercem nesse processo, tais como: o tempo e o contexto da ocorrência, o capital simbólico de cada marca, a credibilidade dos discursos das marcas, a legitimidade das organizações, as predisposições e competências dos públicos para a atribuição de sentidos, e os outros discursos e vozes na arena de circulação simbólica. Porém, acredita-se que por mais que a ROAC possa se sobrepor a alguma outra rede, em perspectiva complexa, sempre faltará ou sobrará algo. Portanto, exigirá atenção em termos de comunicação organizacional. Outro aspecto a se atentar é o fato de que não apenas as organizações são os agentes construtores da rede, identificando-se em algum nível e sob alguma perspectiva com os conceitos articuladores, senão que as próprias organizações, hologramática, dialógica e 10

11 recursivamente (MORIN, 2000, 2001), prendem-se à rede e são construídas por ela. Assim, além de o simbólico (re)circular na rede, é permanentemente (re)construído pelas organizações conectadas e, discursivamente, exerce-se como força na construção da identidade de marca e na sua imagem-conceito. Observa-se que os níveis de perturbação que cada nó (organização) causa à rede e sofre dela, bem como nos e dos outros nós, são de diferentes intensidades, considerando, dentre outras coisas, a qualidade dos vínculos, o capital e o poder simbólico (BOURDIEU, 1998, 2008) de cada organização, o nível dos laços (diferentes nuances entre fortes e fracos), o tipo de centralização/distribuição dos nós na rede, o tempo da existência da rede (mais ou menos estáveis/duráveis) e a qualidade das conexões, dentre outras coisas. O exercício dessas forças, portanto, só se dará a conhecer quando de sua materialização. Cabe ressaltar, aqui, que no âmbito do turismo, esse tipo de articulação em rede não parece ser algo recente. Não são raras as vezes em que diferentes organizações de um determinado destino se organizaram em rede a partir de um conceito central, como por exemplo: o exótico, o sustentável, o elegante. Essas organizações, estruturadas em rede pela articulação conceitual (simbólico), agem no sentido de associarem tal conceito às marcas e ao destino turístico. Estrategicamente, tendem a torná-lo presente em todas as suas mensagens, configurações significativas e fatos gerados. O atrativo e/ou destino pode(m) ser a entidade central em torno da qual se estrutura a rede. Tem-se, assim, a provável ampliação dos resultados, pois que os mesmos sentidos (conceito) serão postos em circulação e constantemente (re)afirmados por diferentes entidades (BALDISSERA, 2012, no prelo). Assim, as ROACs são estratégicas para a gestão de marcas por explorar conceitos que apresentem fertilidade para gerar bons posicionamentos simbólicos e significativos retornos de imagem-conceito. Em rede, os discursos das organizações tendem a ser redimensionados e fortalecidos, isto é, o mesmo conceito afirmado por uma das organizações da rede pode ser (re)afirmado por outras organizações da rede mediante o acionamento de alguma forma simbólica (além de referências verbais, também podem ocorrer o uso de selos, logomarcas, vídeos, parcerias em campanhas e outros tipos de ações/formas). O discurso tenderá a obter mais visibilidade, potência e abrangência à medida que for (re)afirmado pelas organizações mais próximas na rede (conectadas em um primeiro nível articulação direta) e pelas organizações conctadas a cada uma delas (segundo nível), e assim por diante. O surgimento de uma ROAC não parece ser necessariamente planejado. Se é possível planejar uma rede, como por exemplo quando um grupo de secretários municipais de turismo 11

12 de um dado destino turístico se reúnem para definir os atributos que desejam ver associados ao destino, e, após a decisão, passam a comunicá-los aos demais empreendedores, mesmo os que não têm relação direta com o turismo, via diferentes processos de comunicação e relacionamento, como por exemplo através do site, de programas radiofônicos, gincanas e reuniões, também há casos em que as redes surgem no acontecer, em que a partir da ação isolada de uma ou mais organizações outras organizações passam a se associar e a referenciálas ampliando os nós e as conexões, mesmo quando não vislumbram a perspectiva em rede. A fecundidade das ROACs para a obtenção de ganhos simbólicos por exemplo, imagem-conceito e, mesmo, poder simbólico suporta-se em processos decorrentes das conexões e das interações entre organizações, pois que podem ser de diversas formas e qualidades. Exemplarmente, pode-se pensar que duas organizações se relacionam por mútua citação (logomarca na organização parceira no site das duas organizações), enquanto que a relação estabelecida para com uma terceira organização seja unilateral (referenciam, mas não são referenciadas). A seguir dá-se relevo a alguns dos processos atualizados nas ROACs na perspectiva de potencializar os discursos. O primeiro processo a ser evidenciado é o da (re)afirmação em rede. Essa perspectiva contempla os processos de comunicação e significação em que o que é expresso por uma ou várias organizações da ROAC é (re)afirmado por outros componentes da rede. Sob esse prisma, não apenas uma organização apresenta-se e dá-se a (re)conhecer simbolicamente, isto é, como portadora de determinados atributos a empresa afirma-se inovadora, por exemplo, senão que outras organizações da rede também declararão o mesmo sobre ela. Dessa forma, a abrangência do afirmado será maior, assim como provavelmente sua credibilidade, pois que outros (re)afirmam o mesmo. Esse processo pode comtemplar diferentes materializações, tais como citações diretas nos sites das organizações, referências diretas a tais ideias em outros suportes, referências diretas a tais conceitos em discursos e reuniões, uso de tais referências em campanhas próprias etc. O segundo processo a ser destacado é o da mediação do discurso. Aqui, pressupõe-se a ideia de que, em rede, as organizações não apenas (re)afirmam os discursos, o simbólico, mas também agem no sentido de mediar o discurso. Nesse sentido, por mais que um enunciado seja, por exemplo, retirado do site de uma dada organização e citado no de outra, não será, de fato, o mesmo, posto que o novo lugar em que se encontra interferirá na significação que 12

13 produz. Evidentemente, há riscos de essa mediação produzir sentidos não desejados. Porém, a fertilidade para a rede, quando bem estruturada e com convergência de compreensão conceitual, está no fato de as organizações apropriarem-se do discurso/conceitos e traduzi-los para os códigos culturais dos seus públicos, tornando-os mais palatáveis, compreensíveis, de modo que os públicos consigam se reconhecer neles e gerar identificação. Essa mediação também pode se dar para outras organizações. Então, os processos de mediação, aqui, se constituem em importante forma de direcionamento para que os sentidos que serão internalizados pelos públicos sejam convergentes com os que foram propostos. O terceiro processo a ser destacado é o da circulação simbólica. Novamente, cabe ressaltar que todo processo de comunicação consiste em circulação simbólica. Porém, aqui, consideram-se símbolos específicos, tais como logomarcas, selos, imagens de mascotes, jingles/sons, cores fortemente convencionadas (verde para significar natureza, por exemplo) e outras formas expressivas dessa qualidade. Diretamente articulado aos processos de (re)afirmação discursiva e de mediação do discurso, a circulação simbólica tem sua maior potência na citação direta de selos, logomarcas e outras formas simbólicas que remetem imediatamente ao discurso e aos conceitos desejados. Esse é o caso do uso do selo I m green, desenvolvido pela empresa Braskem (organização do ramo químico e petroquímico), para marcar seu lugar como produtora do plástico verde e, como desdobramento, afirmarse como organização com sustentabilidade. Conforme Barths 12 (2013), esse selo é disponibilizado no site da Braskem, sem necessidade de senha, para ser usado pelas demais organizações da rede. Por ser de acesso livre, pode-se pensar que qualquer organização poderá apropriar-se e fazer uso dele, mesmo sem que isso represente o uso do plástico verde, remeterá ao conceito sustentabilidade e, em algum nível, à organização Braskem. Noutra direção, o autor também identificou no site da Braskem a presença das logomarcas de empresas que usam o plástico verde em algum de seus produtos, como referência direta. Por fim, o quarto processo é o da ressonância discursiva. Também articulado aos processos anteriores, por essa propriedade da ROAC, o discurso tende a ter sua duração e intensidade aumentadas. Nesse sentido, o conceito/atributo acionado discursivamente tende a se tornar mais potente vibrar mais considerando a energia empregada sobre ele pelas 12 Para acessar o estudo completo, realizado entre 2012 e 2013, sobre a ROAC Braskem/sustentabilidade, ver Barths,

14 diversas organizações da ROAC. Nesse sentido, o conceito tende a se sobressair a outros conceitos/atributos que não são impactados pela incidência dessas forças. Na arena de circulação simbólica, no âmbito do posicionamento simbólico de mercado, as organizações não articuladas em rede tenderiam a ficar em segundo plano, isto é, por mais que acionassem os mesmos atributos, tenderiam a não ser as primeiras na lembrança dos públicos. Conforme se disse, esses são alguns dos processos que se atualizam nas ROACs, porém, não se considera que sua identificação tenha sido concluída. 2. Considerações Após evidenciar alguns dos principais processos que se atualizam nas ROACs, pode-se dizer que essas redes se configuram como importante estratégia para a gestão de marcas e, portanto, para a comunicação organizacional. Dentre os principais resultados que produzem, parece evidente que seus processos amplificam exponencialmente a visibilidade das organizações e, em direção semelhante, potencializam seus discursos, seja pela sua (re)circulação, ressonância e/ou mediação. Nesse sentido, a convergência de falas sobre as mesmas afirmações, o dizer novamente a mesma coisa (repetição de ideias e conceitos), e a materialização do discurso por muitas organizações fazem com que o que é afirmado tenda a ser (re)conhecido como relevante e/ou crível. Em direção semelhante, pode-se pensar que essas (re)afirmações em rede, se pautadas pelos valores socioculturais e em perspectiva ética, tenderão a gerar a simpatia dos públicos, isto é, os públicos tenderão a reconhecer nesses discursos sua própria face, como que por espelhamento. Também é possível pensar que as ROACs são importantes nos processos de legitimação organizacional. Nesse sentido, a (re)afirmação em rede tende a gerar esclarecimento e a evidenciar a importância de ser, a chancelar a necessidade de existir de uma organização, de modo a ressaltar sua importância para a sociedade. Porém, isso não impede que esse mesmo processo também possa ser empregado para fins de construção do engodo, para escamotear comportamentos que se contrapõem aos anseios e necessidades da sociedade; para maquiar organizações e apresentá-las em peles de cordeiros. Por fim, destaca-se ainda o fato de que a relação custo-benefício é melhorada na medida em que os investimentos em comunicação são potencializados pela ROAC, conforme se destacou, sob vários aspectos. Porém, a economia não é apenas financeira. Pelas 14

15 características da rede, mesmo esforços reduzidos da organização podem obter retornos significativos, particularmente quando se considera a configuração da sociedade contemporânea. Ainda, pode-se dizer que a associação em rede tem potência para se traduzir em ganhos de capital e poder simbólico (BOURDIEU, 1998) para as organizações, à medida que comunicam e se fazem reconhecer. Referências BAKHTIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. 9. ed. São Paulo: Hucitec, BALDISSERA, Rudimar. Imagem-conceito: anterior à comunicação, um lugar de significação. Porto Alegre: Tese (Doutorado em Comunicação Social) PUCRS, Porto Alegre.. Comunicação organizacional: uma reflexão possível a partir do paradigm da complexidade. In. OLIVEIRA, Ivone de L.; SOARES, Ana T. N. Interfaces e tendências da comunicação. São Caetano do Sul, SP: Difusão, Comunicação Organizacional na perspectiva da complexidade. Revista Organicom, ano 6, edição especial, número 10/11, 2009, p Relações públicas em turismo. In: CASTILLO, Antonio; KUNSCH, Margarida M. K. (Orgs.). Relaciones públicas y comunicación organizacional: conceptos y aplicaciones. Espanha: Zamora, 2012 (No prelo). BARTHS, Geferson. Comunicação organizacional e branding: a rede de organizações por articulaçaõ conceitual Braskem/sustentabilidade. Porto Alegre Dissertação (Mestrado em Comunicação e Informação) UFRGS, Porto Alegre. BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. 2 ed. Rio de Janeiro: Bertrand, A produção da crença: contribuições para uma economia dos bens simbólicos. 3. ed. Porto Alegre: Zouk, CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. A era da informação: economia, sociedade e cultura; v.1. São Paulo: Paz e terra, DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, ECO, Umberto. Tratado geral de semiótica. 2 ed. São Paulo: Perspectiva, FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 12. ed. Rio de Janeiro: Graal, GEERTZ, Cliford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC Editora, HALL, Stuart. A Identidade cultural na pós-modernidade. 3. ed. Rio de Janeiro: DP&A, LIPOVETSKY, Gilles. Metamorfoses da cultura: ética, mídia e empresa. Porto Alegre: Sulina, MAFFESOLI, Michel. No fundo das aparências. Petrópolis, RJ: Vozes, MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, Introdução ao pensamento complexo. 3. ed. Lisboa: Instituto Piaget, PÉREZ, Rafael A. Pensar la estratégia: otra perspectiva. Buenos Aires: La Curujía, PEROTTO, Evandro R. Olhando a marca pela sua enunciação: aproximações para uma teoria da marca contemporânea. In Revista Organicom, ano 4, número 07, 2007, p

16 PINTO, Julio. Comunicação organizacional ou comunicação no contexto das organizações. In. OLIVEIRA, Ivone de L.; SOARES, Ana T. N. Interfaces e tendências da comunicação. São Caetano do Sul, SP: Difusão, THOMPSON, John B. A nova visibilidade. In Revista Matrizes. São Paulo, v. 1, n. 2, p , Disponível em Acesso em 05/02/2014. TRIVINHO, Eugênio. Visibilidade mediática, melancolia do único e violência invisível na cibercultura. In Revista Matrizes. a. 4, n. 2 (jan./jun. 2011). São Paulo: ECA/USP, VALE, Gláucia M. V. Territórios vitoriosos: o papel das redes organizacionais. Rio de Janeiro: Sebrae,

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO SERVIÇO FEDERAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS (SERPRO) - PCS A Política de Comunicação do Serviço

Leia mais

Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas

Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas Comunicação em jogo: a relação entre as mudanças organizacionais e as atividades lúdicas Tainah Schuindt Ferrari Veras Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Bauru/SP e-mail: tainah.veras@gmail.com

Leia mais

AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB

AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB AS IMPLICAÇÕES DA GESTÃO DEMOCRATICA NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COLETIVO Hedi Maria Luft UNIJUI Diovanela Liara Schmitt IEDB Resumo Este estudo apresentado em forma de pôster tem como

Leia mais

Poder, Cultura e Mudanças nas Organizações. Prof.ª Dr.ª Rosa Maria Fischer Prof.ª Titular FEA/USP

Poder, Cultura e Mudanças nas Organizações. Prof.ª Dr.ª Rosa Maria Fischer Prof.ª Titular FEA/USP Poder, Cultura e Mudanças nas Organizações Prof.ª Dr.ª Rosa Maria Fischer Prof.ª Titular FEA/USP Conceito de Cultura Conjunto de pressupostos básicos que um grupo inventou descobriu ou desenvolveu ao aprender

Leia mais

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável Felipe de Oliveira Fernandes Vivemos em um mundo que está constantemente se modificando. O desenvolvimento de novas tecnologias

Leia mais

A comunicação organizacional de cooperativas de economia solidária: um processo através do olhar da complexidade

A comunicação organizacional de cooperativas de economia solidária: um processo através do olhar da complexidade 313 IV Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS A comunicação organizacional de cooperativas de economia solidária: um processo através do olhar da complexidade Aluno: Caroline Delevati Colpo, Cleusa

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº xx/xxxx CONSELHO UNIVERSITÁRIO EM dd de mês de aaaa Dispõe sobre a criação

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial

O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial Sumário executivo À medida que as organizações competem e crescem em uma economia global dinâmica, um novo conjunto de pontos cruciais

Leia mais

Redes sociais no Terceiro Setor

Redes sociais no Terceiro Setor Redes sociais no Terceiro Setor Prof. Reginaldo Braga Lucas 2º semestre de 2010 Constituição de redes organizacionais Transformações organizacionais Desenvolvimento das organizações articuladas em redes

Leia mais

COMUNICAÇÃO EM SAÚDE

COMUNICAÇÃO EM SAÚDE Fórum ONG/AIDS RS COMUNICAÇÃO EM SAÚDE Paulo Giacomini Porto Alegre, 30 de Outubro de 2014. Comunicação 1. Ação de comunicar, de tornar comum (à comunidade) uma informação (fato, dado, notícia); 2. Meio

Leia mais

Planejamento Organização Direção Controle. Termos chaves Planejamento processo de determinar os objetivos e metas organizacionais e como realiza-los.

Planejamento Organização Direção Controle. Termos chaves Planejamento processo de determinar os objetivos e metas organizacionais e como realiza-los. Decorrência da Teoria Neoclássica Processo Administrativo. A Teoria Neoclássica é também denominada Escola Operacional ou Escola do Processo Administrativo, pela sua concepção da Administração como um

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea

A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea Érica Fróis O objetivo deste trabalho é discutir o brincar na internet e a construção da Imagem do corpo na criança a

Leia mais

Código de Ética do IBCO

Código de Ética do IBCO Código de Ética do IBCO Qua, 14 de Novembro de 2007 21:00 O papel do consultor de organização, no desempenho de suas atividades, é o de assistir aos clientes na melhoria do seu desempenho, tanto nos aspectos

Leia mais

O gerenciamento da Comunicação Organizacional

O gerenciamento da Comunicação Organizacional O gerenciamento da Comunicação Organizacional Hilbert Reis Comunicação Social Jornalismo UFOP Pesquisador PIP/UFOP Índice 1 Otimização da comunicação integrada 1 2 Estratégias, planejamentos e a gestão

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas ESTUDO DO TERMO ONOMA E SUA RELAÇÃO COM A INTERDISCIPLINARIDADE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ENSINO FUNDAMENTAL DA GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DA ONOMÁSTICA/TOPONÍMIA Verônica Ramalho Nunes 1 ; Karylleila

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

O (IN)VISÍVEL E O CONCRETO: DIALÓGICA, RECURSIVIDADE E HOLOGRAMATICIDADE DOS PROCESSOS GRUPAIS NA GESTÃO DE EQUIPES

O (IN)VISÍVEL E O CONCRETO: DIALÓGICA, RECURSIVIDADE E HOLOGRAMATICIDADE DOS PROCESSOS GRUPAIS NA GESTÃO DE EQUIPES III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS O (IN)VISÍVEL E O CONCRETO: DIALÓGICA, RECURSIVIDADE E HOLOGRAMATICIDADE DOS PROCESSOS GRUPAIS NA GESTÃO DE EQUIPES Magda Capellão Kaspary, Nédio Antonio Seminotti

Leia mais

Palavras-chave: Mediação Cultural; Autonomia; Diversidade.

Palavras-chave: Mediação Cultural; Autonomia; Diversidade. Um olhar sobre a diversidade dos educativos da Fundaj 1 Maria Clara Martins Rocha Unesco / MG Maria José Gonçalves Fundaj / PE RESUMO Os programas educativos nos diferentes equipamentos culturais da Fundação

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DA CEMIG COM A COMUNIDADE Substitui a NO-02.15 de 23/06/2009

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DA CEMIG COM A COMUNIDADE Substitui a NO-02.15 de 23/06/2009 03/08/2010 Pág.01 POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DA CEMIG COM A COMUNIDADE Substitui a NO-02.15 de 23/06/2009 1. INTRODUÇÃO 1.1 A Política de Comunicação da CEMIG com a Comunidade explicita as diretrizes que

Leia mais

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra INTRODUÇÃO As organizações vivem em um ambiente em constante transformação que exige respostas rápidas e efetivas, respostas dadas em função das especificidades

Leia mais

Nós somos uma assessoria que desenvolve projetos com pensamento integrado entre marca e comunicação.

Nós somos uma assessoria que desenvolve projetos com pensamento integrado entre marca e comunicação. NOSSO MODELO Nós somos uma assessoria que desenvolve projetos com pensamento integrado entre marca e comunicação. Atuamos no planejamento e na estratégia para construção ou renovação de marcas que fortaleçam

Leia mais

Novos Caminhos Grupo JCA Uma estratégia de transformação organizacional a partir da cultura e dos valores.

Novos Caminhos Grupo JCA Uma estratégia de transformação organizacional a partir da cultura e dos valores. Novos Caminhos Grupo JCA Uma estratégia de transformação organizacional a partir da cultura e dos valores. Período: Março 2010 a junho 2011 Categoria: Adesão dos Colaboradores Sumário: O trabalho relata

Leia mais

O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações

O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações Mariane Frascareli Lelis Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho UNESP, Bauru/SP e-mail: mariane_lelis@yahoo.com.br;

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local Cleonice Alexandre Le Bourlegat Complexidade sistêmica e globalização dos lugares A globalidade (conectividade em rede) do planeta e

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Tópicos Avançados em Memória Social 45 Tópicos Avançados em Cultura 45 Tópicos Avançados em Gestão de Bens Culturais 45 Seminários

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

UNIP Universidade Paulista Estudos Políticos e Sociais

UNIP Universidade Paulista Estudos Políticos e Sociais SOCIEDADE E EDUCAÇÃO INTRODUÇÃO Citelli (2004) apresenta um ponto de vista acerca do momento vivido pela escola e, conseqüentemente, pela educação, bastante elucidativo: A escola está sendo pensada, assim,

Leia mais

Projeto de pesquisa apresentado para o Programa de Pós Graduação em Comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora

Projeto de pesquisa apresentado para o Programa de Pós Graduação em Comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora Projeto de pesquisa apresentado para o Programa de Pós Graduação em Comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora O COMPORTAMENTO CONSUMIDOR NAS MÍDIAS DIGITAIS: UM ESTUDO SOBRE GENEALOGIA DO PODER

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

Desenvolvimento Local: Um processo sustentado no investimento em capital social

Desenvolvimento Local: Um processo sustentado no investimento em capital social Desenvolvimento Local: Um processo sustentado no investimento em capital social 1 Resumo por Carlos Lopes Nas próximas paginas, apresento uma fundamental estratégia para o estabelecimento de relacionamento

Leia mais

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas Julie Caroline de Alcântara Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: juliealcantara.31@gmail.com

Leia mais

Código de Ética. PARTE I Relação com o cliente de Consultoria

Código de Ética. PARTE I Relação com o cliente de Consultoria Código de Ética PARTE I Relação com o cliente de Consultoria 1. É essencial que o Consultor estabeleça de inicio com o cliente, de forma clara, os objetivos do trabalho previsto, dos meios a serem utilizados,

Leia mais

Margarida Maria Krohling Kunsch, entrevistada desta edição da Revista Comunicação & Informação, é uma das principais pesquisadoras

Margarida Maria Krohling Kunsch, entrevistada desta edição da Revista Comunicação & Informação, é uma das principais pesquisadoras Entrevista Margarida Kunsch Margarida Maria Krohling Kunsch, entrevistada desta edição da Revista Comunicação & Informação, é uma das principais pesquisadoras no campo das relações públicas e da comunicação

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Resenha Internet e Participação Política no Brasil

Resenha Internet e Participação Política no Brasil Resenha Internet e Participação Política no Brasil (Orgs. MAIA, Rousiley Celi Moreira; GOMES, Wilson; MARQUES, Paulo Jamil Almeida. Porto Alegre: Ed. Sulina, 2011.) Átila Andrade de CARVALHO 1 A democracia

Leia mais

O papel do amigo crítico no apoio à autoavaliação como mecanismo de introdução de melhoria Vitor Alaiz

O papel do amigo crítico no apoio à autoavaliação como mecanismo de introdução de melhoria Vitor Alaiz O papel do amigo crítico no apoio à autoavaliação como mecanismo de introdução de melhoria Vitor Alaiz (com a colaboração de José Borges Palma) Lisboa, DGIDC, Webinar, 18 Maio2011, 16:30 h http://webinar.dgidc.min-edu.pt

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

Os caminhos para o Brasil de 2022

Os caminhos para o Brasil de 2022 Os caminhos para o Brasil de 2022 GOVERNANÇA PARA A COMPETITIVIDADE Gustavo Morelli Sócio diretor da Macroplan Informação confidencial e proprietária da Macroplan Prospectiva Estratégia e Gestão. Não distribuir

Leia mais

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior INTRODUÇÃO O que é pesquisa? Pesquisar significa, de forma bem simples, procurar respostas para indagações propostas. INTRODUÇÃO Minayo (1993, p. 23), vendo por

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento. Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008

O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento. Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008 O papel do bibliotecário na Gestão do Conhecimento Profª Dr a Valéria Martin Valls Abril de 2008 Apresentação Doutora e Mestre em Ciências da Comunicação / Bibliotecária (ECA/USP); Docente do curso de

Leia mais

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA Adriana Zanela Nunes (UFRJ) zannelli@bol.com.br, zannelli@ig.com.br zannelli@ibest.com.br

Leia mais

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo:

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo: Perguntas e respostas sobre gestão por processos 1. Gestão por processos, por que usar? Num mundo globalizado com mercado extremamente competitivo, onde o cliente se encontra cada vez mais exigente e conhecedor

Leia mais

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA Maria Lúcia C. Neder Como já afirmamos anteriormente, no Texto-base, a produção, a seleção e a organização de textos para a EAD devem

Leia mais

PROJETO MUTAÇÕES: Cada um na sua, mas todos ligados em rede O mundo e o planeta Urbanização e cidades Globalização: o mundo em toda parte

PROJETO MUTAÇÕES: Cada um na sua, mas todos ligados em rede O mundo e o planeta Urbanização e cidades Globalização: o mundo em toda parte PROJETO MUTAÇÕES: O início do século XXI impressiona não apenas pelo volume das mudanças que se efetivaram em todos os campos da ação humana, mas também na velocidade com que elas têm se processado. Em

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 43 3 METODOLOGIA DA PESQUISA Medeiros (2005) esclarece que a pesquisa científica tem por objetivo maior contribuir para o desenvolvimento humano. Para isso, conta com métodos adequados que devem ser planejados

Leia mais

UM RESUMO EXECUTIVO. Organizado para empresas:construindo um modelo operacional contemporâneo de TI

UM RESUMO EXECUTIVO. Organizado para empresas:construindo um modelo operacional contemporâneo de TI UM RESUMO EXECUTIVO Organizado para empresas:construindo um modelo operacional contemporâneo de TI Ao longo da última década, a TI da EMC tem passado por uma transformação para se tornar uma parceira estrategicamente

Leia mais

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira.

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 1 PROJETO SETORIAL INTEGRADO BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 2 Introdução O Ministério da Cultura, sugeriu a Fundação

Leia mais

RAZÓN Y PALABRA Primera Revista Electrónica en Iberoamérica Especializada en Comunicación www.razonypalabra.org.mx

RAZÓN Y PALABRA Primera Revista Electrónica en Iberoamérica Especializada en Comunicación www.razonypalabra.org.mx Desafios da Comunicação para a Sustentabilidade em Tempos de Mudança Climática: o Lugar na Cultura, o Discurso Organizacional e as Ofertas de Sentidos. Rudimar Baldissera (Brasil), 1 Cristine Kaufmann

Leia mais

A Comunicação Organizacional e a Mídia o papel dos meios de comunicação na construção da imagem empresarial para o público externo 1

A Comunicação Organizacional e a Mídia o papel dos meios de comunicação na construção da imagem empresarial para o público externo 1 A Comunicação Organizacional e a Mídia o papel dos meios de comunicação na construção da imagem empresarial para o público externo 1 Bárbara Fernandes Valente da Cunha 2 * Palavras-chaves: Comunicação

Leia mais

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Resumo Este projeto propõe a discussão da Década de Ações para a Segurança no Trânsito e a relação dessa com o cotidiano dos alunos, considerando como a prática

Leia mais

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking.

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking. Os programas de Pós-Graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia do Istituto Europeo di Design estão em conformidade legal e atendem as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e nº 1, de 8

Leia mais

Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler

Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler 2 Introdução A política corporativa de RH da Schindler define as estratégias relacionadas às ações para com seus colaboradores; baseia-se na Missão e nos

Leia mais

A Comunicação Digital inserida na Comunicação Organizacional: uma abordagem a partir do Paradigma Relacional no Portal Copa 2014 1

A Comunicação Digital inserida na Comunicação Organizacional: uma abordagem a partir do Paradigma Relacional no Portal Copa 2014 1 1 A Comunicação Digital inserida na Comunicação Organizacional: uma abordagem a partir do Paradigma Relacional no Portal Copa 2014 1 Ana Isaia Barretto 2 Mestranda da Faculdade de Comunicação Social da

Leia mais

REFLEXÃO. (Warren Bennis)

REFLEXÃO. (Warren Bennis) RÉSUMÉ Consultora nas áreas de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas; Docente de Pós- Graduação; Coaching Experiência de mais de 31 anos na iniciativa privada e pública; Doutorado em Administração;

Leia mais

Coaching e Constelação Sistêmica A Dança das Ferramentas Colaboração entre estas duas metodologias trazendo resultados mais abrangentes

Coaching e Constelação Sistêmica A Dança das Ferramentas Colaboração entre estas duas metodologias trazendo resultados mais abrangentes Coaching e Constelação Sistêmica A Dança das Ferramentas Colaboração entre estas duas metodologias trazendo resultados mais abrangentes Bert Hellinger soube muito bem como integrar conhecimentos de várias

Leia mais

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento 1 2 Planejamento Estratégico: conceitos e evolução; administração e pensamento estratégico Profª Ms Simone Carvalho simonecarvalho@usp.br Profa. Ms. Simone Carvalho Conteúdo 3 1. Origens e Surgimento 4

Leia mais

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Brincadeiras que ensinam Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Por que as crianças brincam? A atividade inerente à criança é o brincar. A criança brinca para atribuir significados

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

POLÍTICAS EDUCACIONAIS E O PROTAGONISMO DO PLANEJAMENTO NA GESTÃO MUNICIPAL Roberta Freire Bastos PPGE/UFES/CAPES

POLÍTICAS EDUCACIONAIS E O PROTAGONISMO DO PLANEJAMENTO NA GESTÃO MUNICIPAL Roberta Freire Bastos PPGE/UFES/CAPES POLÍTICAS EDUCACIONAIS E O PROTAGONISMO DO PLANEJAMENTO NA GESTÃO MUNICIPAL Roberta Freire Bastos PPGE/UFES/CAPES Resumo Este texto tem por objetivo discutir as novas formas de gestão da educação no sentido

Leia mais

Cinco pontos sobre redes sociais na Internet

Cinco pontos sobre redes sociais na Internet Cinco pontos sobre redes sociais na Internet Por Raquel Recuero (*) Nos últimos anos, assistimos a um crescimento espantoso das chamadas tecnologias de comunicação. Essas tecnologias tornaram-se mais rápidas,

Leia mais

Branding e Estratégia de Marca. Prof. Msc. Cárbio Almeida Waqued

Branding e Estratégia de Marca. Prof. Msc. Cárbio Almeida Waqued Branding e Estratégia de Marca Prof. Msc. Cárbio Almeida Waqued BRANDING TERAPIA DAS MARCAS Eu até queria falar de Marca com eles, mas eles só falam de comunicação... Comentário real de um CEO, sobre uma

Leia mais

5.1. As significações do vinho e o aumento de seu consumo

5.1. As significações do vinho e o aumento de seu consumo 5 Conclusão Para melhor organizar a conclusão desse estudo, esse capítulo foi dividido em quatro partes. A primeira delas aborda as significações do vinho e como elas se relacionam com o aumento de consumo

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

Gestão da Qualidade. Evolução da Gestão da Qualidade

Gestão da Qualidade. Evolução da Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade Evolução da Gestão da Qualidade Grau de Incerteza Grau de complexidade Adm Científica Inspeção 100% CEQ Evolução da Gestão CEP CQ IA PQN PQN PQN TQM PQN MSC GEQ PQN PQN Negócio Sistema

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

UM OLHAR SOBRE A IDENTIDADE SURDA

UM OLHAR SOBRE A IDENTIDADE SURDA UM OLHAR SOBRE A IDENTIDADE SURDA Márcia do Socorro E. da Silva 1 INTRODUÇÃO Há uma luta pela prevalência sobre os poderes e os saberes que operam nas sociedades e o palco desta luta é o meio social como

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

Especialização em Comunicação Organizacional e Reputação Corporativa - NOVO

Especialização em Comunicação Organizacional e Reputação Corporativa - NOVO Especialização em Comunicação Organizacional e Reputação Corporativa - NOVO Apresentação Previsão de Início Julho/2013 Inscrições em Breve - Turma 01 - Campus Stiep O curso de Comunicação Organizacional

Leia mais

Introdução. Gestão do Conhecimento GC

Introdução. Gestão do Conhecimento GC Introdução A tecnologia da informação tem um aspecto muito peculiar quanto aos seus resultados, uma vez que a simples disponibilização dos recursos computacionais (banco de dados, sistemas de ERP, CRM,

Leia mais

update MARKETING UD09001-MARKETING EMPRESARIAL Por Paulo Vieira de Castro

update MARKETING UD09001-MARKETING EMPRESARIAL Por Paulo Vieira de Castro - EMPRESARIAL A NOVA GESTÃO DA INFLUÊNCIA Com a ascensão dos poderes informais na sociedade contemporânea, a engenharia relacional passa a ocupar lugar de destaque nas organizações para reverter seu déficit

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

A Feira do Empreendedor 2014 em São Paulo faz parte de um circuito de feiras que será realizado em vários estados da federação.

A Feira do Empreendedor 2014 em São Paulo faz parte de um circuito de feiras que será realizado em vários estados da federação. 1 A Feira do Empreendedor é um evento de sucesso promovido pelo SEBRAE-SP, com o objetivo de oferecer informação, conhecimento e oportunidade para empresários e futuros empreendedores. A Feira do Empreendedor

Leia mais

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I 1 TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO I Administração é a maneira de governar organizações ou parte delas. É o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso de recursos

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

DESAFIOS DA GESTÃO DAS PARTES INTERESSADAS DE UM PROJETO

DESAFIOS DA GESTÃO DAS PARTES INTERESSADAS DE UM PROJETO DESAFIOS DA GESTÃO DAS PARTES INTERESSADAS DE UM PROJETO João Souza Neto, Dr. joaon@ucb.br Diana L. N. dos Santos, MSc. dianas@mpdft.mp.br www.twitter.com/govtiapf http://govtiapf.com.br/blog/ Agenda Relacionamento

Leia mais

Planejamento Estratégico de Comunicação Institucional para o IBAMETRO: uma experiência governamental 1

Planejamento Estratégico de Comunicação Institucional para o IBAMETRO: uma experiência governamental 1 Planejamento Estratégico de Comunicação Institucional para o IBAMETRO: uma experiência governamental 1 Gustavo Figueiredo 2 Resumo O IBAMETRO - Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade, autarquia ligada

Leia mais

MARKETING VERDE E-BOOK GRATUITO DESENVOLVIDO PELA SITE SUSTENTÁVEL

MARKETING VERDE E-BOOK GRATUITO DESENVOLVIDO PELA SITE SUSTENTÁVEL MARKETING VERDE E-BOOK GRATUITO DESENVOLVIDO PELA SITE SUSTENTÁVEL Introdução: O marketing verde já não é tendência. Ele se tornou uma realidade e as empresas o enxergam como uma oportunidade para atrair

Leia mais

O Paradigma da nova liderança

O Paradigma da nova liderança O Paradigma da nova liderança Robert B. Dilts Um dos mais importantes conjuntos de habilidades Um dos mais importantes conjuntos de habilidades necessárias num mundo em transformação são as habilidades

Leia mais

A Metáfora da Rede na Construção de Sistemas Dinâmicos e Competitivos Emmanuel Paiva de Andrade Universidade Federal Fluminense Escola de Engenharia

A Metáfora da Rede na Construção de Sistemas Dinâmicos e Competitivos Emmanuel Paiva de Andrade Universidade Federal Fluminense Escola de Engenharia IV Seminário Rio-Metrologia Rio de Janeiro, 20 de abril de 2006 A Metáfora da Rede na Construção de Sistemas Dinâmicos e Competitivos Emmanuel Paiva de Andrade Universidade Federal Fluminense Escola de

Leia mais

Construint ponts de convivència i camins alternatius per a la gestió de conflictes. Trabalho de Equipa em Sala de Aula Inclusiva

Construint ponts de convivència i camins alternatius per a la gestió de conflictes. Trabalho de Equipa em Sala de Aula Inclusiva Construint ponts de convivència i camins alternatius per a la gestió de conflictes Trabalho de Equipa em Sala de Aula Inclusiva CONTEÚDO Porque é o trabalho de equipa importante em salas de aula inclusivas?

Leia mais

CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE

CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE Capítulo 7 Balanced Scorecard ÍNDICE 7.1 O que é o Balanced Scorecard 7.2 Indicadores de Ocorrência 7.3 O Método 7.4 Diagramas de Balanced Scorecard Capítulo 7 - BALANCED

Leia mais

Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica

Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica Fernando César Lima Leite fernandodfc@gmail.com 1. A comunicação científica e sua importância Qualquer

Leia mais

Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores!

Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores! Empreendedores Apostamos em quem acredita, confiamos em quem arrisca, e somos muito apaixonados por quem empreende. Por isso, criamos o B.I. Empreendedores! Por meio de um método de aprendizagem único,

Leia mais

Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais

Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais Penélope da Silva Almeida SANTOS Universidade Sagrado Coração

Leia mais

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS Aluno: Lucas Boscacci Pereira Lima da Silva Orientadora: Solange Jobim e Souza Introdução Câmera como Instrumento

Leia mais

Corpo e Fala EMPRESAS

Corpo e Fala EMPRESAS Corpo e Fala EMPRESAS A Corpo e Fala Empresas é o braço de serviços voltado para o desenvolvimento das pessoas dentro das organizações. Embasado nos pilares institucionais do negócio, ele está estruturado

Leia mais

Comunicação em Rede e a Experiência Digital Contemporânea

Comunicação em Rede e a Experiência Digital Contemporânea Comunicação em Rede e a Experiência Digital Contemporânea Carlos Alberto Messeder Pereira 1 A primeira ideia que deve ficar clara para que possamos entender a natureza da comunicação em rede e sua dinâmica

Leia mais

Direito de Autor e Sociedade da Informação

Direito de Autor e Sociedade da Informação Direito de Autor e Sociedade da Informação 1. Vivemos imersos há alguns anos, e de um modo crescentemente acentuado, na assim chamada sociedade da informação. Ao certo o rótulo não tem conteúdo definido,

Leia mais

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1 A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1 Rita Vieira de Figueiredo 2 Gosto de pensar na formação de professores (inspirada no poema de Guimarães) Rosa

Leia mais