MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR TERMO DE REFERÊNCIA 057/2011

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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR TERMO DE REFERÊNCIA 057/ NÚMERO E TÍTULO DO PROJETO Projeto OEI/BRA/10/002 - Atualização dos Processos de Gestão e Avaliação de Políticas e Programas de Educação Superior no Brasil. 2 OBJETO Consultoria especializada para subsidiar a SESu na avaliação e aprimoramento do fluxo dos requerimentos de concessão originária e de renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social, referentes às instituições que desenvolvam atividades preponderantes na área educacional, no âmbito da educação superior. 3 JUSTIFICATIVA A Certificação de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) será concedida às pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, que prestem serviços nas áreas de assistência social, saúde ou educação. A entidade certificada, e que atenda aos requisitos do art. 29, da Lei nº , de 27 de novembro de 2009, faz jus à isenção do pagamento de contribuições para a seguridade social, de que tratam os arts. 22 e 23 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de Com a publicação da Lei nº , de 2009, os requerimentos de concessão originária do Certificado ou sua renovação, que antes eram solicitados ao Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), passaram a ser responsabilidade dos Ministérios da Educação, da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, conforme a área de atuação da entidade. A entidade que atue em mais de uma das áreas especificadas deverá requerer a certificação e sua renovação no Ministério responsável pela área de atuação preponderante da entidade. Considera-se área de atuação preponderante aquela definida como atividade econômica principal no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda. No dia 21 de julho de 2010, foi publicado o Decreto nº 7.237, de 20 de julho de 2010, que regulamentou a Lei nº , de 2009, trazendo as disposições complementares acerca dos procedimentos relacionados à Certificação no âmbito dos Ministérios da Educação, Saúde e Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

2 Para ser certificada na área da educação, a entidade deverá atender aos requisitos do art. 3º e 13, da Lei nº , de 2009, além das demais disposições legais e do regulamento. Os principais requisitos são o oferecimento de no mínimo, uma bolsa de estudo integral para cada nove alunos pagantes, além de bolsas parciais de 50%, quando necessárias para aplicação em gratuidade de pelo menos 20% da receita anual efetivamente recebida nos termos da Lei no 9.870, de 23 de novembro de Há ainda a possibilidade de computar na gratuidade o montante destinado a ações assistenciais e programas de apoio a bolsistas, nos termos e limites do regulamento. Os processos não julgados no CNAS até a data da publicação da mencionada Lei também passaram a ser responsabilidade dos Ministérios da Educação, da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, conforme a área de atuação da entidade. Os processos foram remetidos aos Ministérios competentes e julgados conforme a legislação vigente à época dos requerimentos. O Ministério da Educação terá a missão de analisar os processos, tendo ainda a atribuição de supervisionar as entidades beneficentes certificadas e zelar pelo cumprimento das condições que ensejaram a certificação, para garantir que a isenção concedida seja revertida em prol da sociedade. Nesse sentido, a referida pesquisa deve resultar e concretizar em uma avaliação científica e jurídica, e, conseqüentemente, proposição de melhorias dos fluxos dos processos CEBAS, do próprio funcionamento do Grupo de Apoio Técnico e do arcabouço normativo, jurídico e político aplicado em relação aos processos, que importem uma melhor prestação do serviço público para o administrado, com maior segurança jurídica e que não repercuta em eventuais questionamentos judiciais. Considerando os vários instrumentos jurídicos que direta ou indiretamente incidem ou poderão incidir sobre os processos CEBAS, faz-se necessária que a pesquisa mencionada leve em consideração, os conceitos e institutos estabelecidos pela Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, os princípios do direito administrativo, a noção de funcionamento da Administração Pública e as políticas públicas desejadas no âmbito da Secretaria de Educação Superior e definidas pelo Plano Nacional de Educação PNE. Não se pode olvidar, ainda, da estrita relação da Lei , de 13 de janeiro de 2005, que institui o Programa Universidade para Todos PROUNI e regula a atuação das entidades beneficentes de assistência social no ensino superior, no que tange à análise dos requisitos contidos para a caracterização da filantropia. Enfim, o que se pretende nesse espectro é definir um fluxo e rotinas a serem cumpridas no âmbito da Secretaria de Educação Superior que auxiliem a interação entre todos os agentes envolvidos durante a análise dos processos CEBAS, para que ao final seja elaborado um relatório técnico, em forma de manual, que documente todas as conclusões apresentadas. 4 VINCULAÇÃO COM O PROJETO:

3 Objetivo Específico 2 Atualizar e conceber metodologias, procedimentos e processos de trabalho ajustáveis às novas concepções de gestão da educação superior, pesquisa e extensão universitária e financiamento estudantil. Resultado 2.1. Processos de trabalho e práticas administrativas atualizadas para aplicação no planejamento e avaliação dos sistemas de supervisão, regulação, orçamento e de financiamento estudantil nas instituições de educação superior. Atividade Avaliar os processos de trabalho e as práticas administrativas com maiores restrições quanto à sua compatibilidade às novas concepções de gestão da educação superior. 5 ESPECIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES E PRODUTOS A SEREM REALIZADOS 5.1 Atividades e produtos: 5.1.1) Atividade 1.1: Pesquisar histórico da legislação diretamente aplicável aos processos de Certificação de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) no CNAS. Ativdade 1.2: Levantar e analisar a legislação atualmente aplicável ao CEBAS, pertinente às instituições que atuem junto ao Ministério da Educação, compilando-a e integrando-a com a regulamentação interna do MEC, oriunda da implementação do SISCEBAS; 5.1.2) Produto 1: Documento Técnico contendo (i) a descrição histórica da legislação pertinente aos processos de Certificação de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS); (ii) a indicação da legislação atualmente em vigor diretamente relacionadas com os processos CEBAS e que acrescentem aos referenciais a serem desenvolvidos no referido manual, destacando as Portarias e Resoluções que regulamentam a matéria no âmbito do Ministério da Educação e os reflexos da legislação durante o processo de análise, (iii) a indicação das eventuais modificações normativas para fins de atualização ou aperfeiçoamento do instituto, bem como das matérias que carecem de regulamentação, propondo criação de novos instrumentos, se necessário ) Atividade 2.1: Realizar levantamento de todos os processos analisados pelo Grupo de Trabalho CEBAS que dizem respeito às instituições que atuam na educação superior, tanto daqueles protocolados à luz do Decreto nº 2.536, de 06 de abril de 1998, quanto daqueles protocolados sob a égide da Lei nº , de 27 de novembro de 2009, classificando-os enquanto sua natureza jurídica (concessão originária, renovação) e data de protocolo. Atividade 2.2: Identificar e analisar os resultados, destacando as pendências encontradas e a forma de solução das mesmas, o período despendido, os pontos controvertidos levantados pelas instituições, as dúvidas suscitadas pelo grupo, acompanhados com suas respectivas soluções, informando ainda se há manifestação da Consultoria Jurídica do Ministério da Educação homologando ou não o entendimento, se for o caso.

4 Atividade 2.3: Propor melhorias no fluxo dos processos pesquisado, se necessário ) Produto 2: Documento Técnico catalogando os processos analisados pelo Grupo de Trabalho CEBAS que dizem respeito às instituições que atuam na educação superior, tanto aqueles protocolados à luz do Decreto nº 2.536, de 06 de abril de 1998, quanto aqueles protocolados sob a égide da Lei nº , de 27 de novembro de 2009, classificando-os enquanto sua natureza jurídica (concessão originária, renovação e representação) e data de protocolo, cotejando os resultados encontrados com a legislação vigente, propondo, por fim, melhorias nos fluxo dos processos ) Atividade 3.1: Realizar levantamento de modo a dimensionar os impactos gerados pela aplicação do novo marco regulatório estabelecido para as Entidades Beneficentes de Assistência Social nas instituições de educação superior, destacando como viabilizar o cumprimento dos requisitos no âmbito dessas instituições. Atividade 3.2: Coletar as dúvidas freqüentemente suscitadas pelos representantes das IES, e procurar respondê-las à luz da legislação vigente, em forma de FAQ ) Produto 3: Documento Técnico contendo (i) análise crítica sobre os o impactos gerados pela aplicação do novo marco regulatório estabelecido para as Entidades Beneficentes de Assistência Social nas instituições de educação superior e (ii) plataforma FAQ para inclusão no sítio SISCEBAS, com ênfase para as dúvidas das Instituições de Educação Superior ) Atividade 4.1: Realizar estudo perfunctório da Lei nº , de 13 de janeiro de 2005, identificando os requisitos para a adesão ao ProUni, bem como os efeitos na atuação das IES. Atividade 4.2: Realizar análise crítica sobre os percentuais de bolsas de estudos estabelecidos e correlacioná-los aos dispositivos previstos na Lei nº /09. Estabelecer fluxo de integração entre CEBAS e ProUni. Atividade 4.3: Coletar dados das IES pertencentes ao ProUni e cotejá-los com àqueles referentes às IES já certificadas pelo CEBAS ou em fase de requerimento. Atividade 4.4: Apontar as IES que eventualmente se encontram em confronto com qualquer das leis supramencionadas, sugerindo, se necessário, as providências de supervisão cabíveis ) Produto 4: Documento Técnico, de caráter descritivo e analítico, contendo estudo da legislação referente ao ProUni e demais implicações nos processos CEBAS, identificando em relatório circunstanciado, a lista de instituições CEBAS e que integram o ProUni, sugerindo, em caso de irregularidades, as providências de supervisão cabíveis. Documento em mídia digital estabelecendo fluxo de integração entre CEBAS e ProUni ) Atividade 5.1: Realizar pesquisa na doutrina e na jurisprudência que permita identificar o Conceito do instituto do CEBAS, descrevendo sua natureza jurídica

5 (isenção/imunidade) e as discussões tratadas em Fóruns e Conferências de representação das instituições. Atividade 5.2: Identificar a tese adotada pela Receita Federal e explicar as razões que fundamentam sua aplicação no bojo dos processos CEBAS. Atividade 5.3: Detalhar, com fundamentos teóricos e jurisprudenciais, a importância do tributo, relacionando com o rigor na análise dos processos CEBAS, diante da iminente diminuição do poder de arrecadação estatal ) Produto 5: Documento Técnico estabelecendo um conjunto de referenciais teóricos sobre o CEBAS e a conceituação do instituto, abordando, necessariamente, as discussões sobre sua natureza jurídica e a fundamentação que sustenta a tese adotada pelo Ministério da Educação quando da análise dos processos ) Atividade 6.1: Fazer um mapeamento do fluxo de processos CEBAS em trâmite na Secretaria de Educação Superior, identificando as atividades, o pessoal e as demais rotinas desenvolvidas no âmbito da Secretaria. Atividade 6.2: Realizar levantamento das representações existentes em detrimento de IES e integrar a instrução desses processos aos demais processos de renovação e certificação. Atividade 6.3: Realizar levantamentos junto aos órgãos representativos de modo a fornecer subsídios para criação de um canal de comunicação direta da Secretaria com estes órgãos ) Produto 6: Documento Técnico, em forma de manual, consolidando os fluxos e rotinas dos processos CEBAS na Secretaria de Educação Superior, enriquecido com as experiências oriundas das análises dos processos até a atualidade e os conceitos trabalhados nos Documentos Técnicos anteriores, que se revele apto, caso oportuno for, a ser homologado pela Secretaria de Educação Superior e publicado no sítio SISCEBAS, como um referencial para os representantes das IES e demais usuários MEC e de outros órgãos. 6 PERFIL DO CONSULTOR (PESSOA FÍSICA) A SER CONTRATADO: 6.1 Qualificação profissional: Nível Superior em Direito e Pós-graduação Lato Sensu. 6.2 Experiência necessária: Experiência mínima de 03 anos em assessoria jurídica. 6.3 Conhecimentos ou habilidades desejáveis: Conhecimento na área de legislação administrativa 7 - RESPONSABILIDADE PELA SUPERVISÃO DA CONSULTORIA, CRITÉRIOS E FORMA DE APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS:

6 As ações, os produtos e resultados serão supervisionados, analisados e avaliados pela Coordenação-Geral de Legislação e Normas da Educação Superior, que será responsável também pela aprovação ou não dos produtos da consultoria. Poderão ser feitos ajustes neste Termo de Referência no que tange ao cronograma de execução, desde que de comum acordo entre as partes e com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Os produtos deverão ser entregues nas datas previstas em meio eletrônico. 8 VIGÊNCIA DO CONTRATO: 12 (doze) meses. 9 - VALOR DO CONTRATO E FORMA DE PAGAMENTO: Valor total do contrato: R$ ,00 Produto Data de entrega Valor (R$) Produto 1 45 dias ,00 Produto 2 95 dias ,00 Produto dias ,00 Produto dias ,00 Produto dias ,00 Produto dias ,00 10 LOCALIDADE DE TRABALHO: A consultoria terá sede em Brasília DF, com disponibilidade para viajar por todo o país. 11 NÚMERO DE VAGAS: 01 (uma) vaga. 12 REGIME JURÍDICO: A execução dos trabalhos previstos neste TOR Termo de Referência - não implica qualquer relação de emprego ou vínculo trabalhista, sendo, portanto, regido sem subordinação jurídica conforme prevê o 9º do art. 4º do Decreto N.º 5.151/2004. Brasília, 08 de fevereiro de RESPONSÁVEL PELA SOLICITAÇÃO

7 Mércia Rodrigues de Castro Coordenadora-Geral de Legislação e Normas da Educação Superior, substituta APROVO O PRESENTE TERMO DE REFERÊNCIA. Luiz Cláudio Costa Secretário de Educação Superior

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