Manual de Procedimentos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Manual de Procedimentos"

Transcrição

1 Manual de Procedimentos Volume 5 Direção de Serviços de Informática 5.2 Área de Infraestruturas

2 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas Capítulo: Núcleo de Comunicação Voz e Vídeo Índice Princípios Gerais... 4 Abreviaturas e Acrónimos... 6 Legislação Aplicável... 7 Mapa de Atualização Documento... 8 Área de Infraestruturas... 9 Capítulo 5 Núcleo de Comunicação Voz e Vídeo... 9 Processo 1 Instalação de extensão telefónica... 9 Sub 1.1 Pedi de extensão telefónica... 9 Sub 1.2 Verificação das condições local... 9 Sub 1.3 Viabilidade da instalação... 9 Sub 1.4 Configuração Telefónica ou VoIP Verificação das condições local Processo 2 Pedi de Cobertura de Rede sem fios Sub 2.1 Receção pedi Sub 2.2 Recolha de informação sobre o remetente pedi Sub 2.3 Análise de Cobertura Sub 2.4 Reforço da cobertura Sub 2.5 Instalação equipamento a avulso Sub 2.6 Planeamento de redistribuição geográfica s equipamentos Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 2

3 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas Capítulo: Núcleo de Comunicação Voz e Vídeo Sub 2.7 Instalação s equipamentos Capítulo 6 Núcleo de Redes e Sistemas Processo 1 Alojamento de servires no Data Center Sub 1.1 Receção pedi Sub 1.2 Contacto com o cliente Sub 1.3 Fornecimento de das ao cliente Sub 1.4 Acor da data com o cliente para o alojamento Sub 1.5 Configuração da estrutura de rede Sub 1.6 Receção e acompanhamento da instalação equipamento Sub 1.7 Fornecimento de das de configuração Sub 1.8 Categorizar o alojamento na wiki Processo 2 Instalação automatizada de máquinas e gestão centralizada de configurações.. 33 Sub 2.1 Definição de requisitos mínimos de software Sub 2.2 Definição de receitas Sub 2.3 Instalação e configuração das receitas Sub 2.4 Instalação software no computar Sub 2.5 Atualização de receitas de software Processo 3 Backups e manutenção de cópias de segurança de um computar Sub 3.1 Pedi ou necessidade de associar um computar ao servir de backups Sub 3.2 Instalação e configuração software Cliente de Backups Sub 3.3 Configuração de uma nova entrada no servir de backups Sub 3.4 Verificação da instalação e configuração servir Sub 3.5 Cópia de das para o servir de backups Sub 3.6 Relatórios de análise Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 3

4 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas Capítulo: Núcleo de Comunicação Voz e Vídeo Princípios Gerais A Direção de Serviços de Informática tem como funções a manutenção, desenvolvimento e suporte s serviços informáticos e de comunicações Instituto Superior Técnico, com níveis de fiabilidade e resiliência que possibilitem o funcionamento contínuo com elevas níveis de qualidade de serviço. As principais competências da Direção de Serviços de Informática são a manutenção e suporte da infraestrutura passiva e ativa de comunicações, incluin das, voz e vídeo, o desenvolvimento de aplicações inovaras para os serviços de informação académicos e administrativos, e a configuração e manutenção de aplicações externas, open source ou contratadas, orientadas para a gestão de sistemas de informação, fluxos de informação e procedimentais da gestão IST, o desenvolvimento de interfaces web e a optimização de usabilidade das aplicações desenvolvidas internamente, o apoio técnico à comunicação interna e externa da Escola, nas vertentes de design e vídeo e o suporte ao utilizar. A Direção de Serviços de Informática compreende três áreas, que por suas vez se dividem em vários núcleos. O presente capítulo refere-se à Área de Infraestruturas (AI), que se organiza em is núcleos: Núcleo de Comunicação de Voz e Vídeo Núcleo de Redes e Sistemas O Núcleo de Comunicações de Voz e Vídeo (NCVV) tem como objetivo a manutenção e suporte das redes de das e comunicações IST. O NCVV tem como principais competências a manutenção, configuração e programação de tos os sistemas de comunicações de voz, das e vídeos. O NCVV tem como funções: Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 4

5 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas Capítulo: Núcleo de Comunicação Voz e Vídeo A manutenção das redes telefónicas e de das; A manutenção, programação e configuração das centrais telefónica; A manutenção, configuração e planeamento da rede de das; A configuração de encaminhares e comutares; O planeamento s endereços de rede de das; O Núcleo de Redes e Sistemas tem como objetivos a manutenção e suporte de todas as infraestruturas físicas, lógicas e de armazenamento indispensáveis à execução das aplicações s serviços centrais da DSI. O Núcleo de Redes e Sistemas dispõe de fortes competências na área de Hardware e Sistemas Operativos. O Núcleo de Redes e Sistemas tem as seguintes funções: Manutenção de sistemas físicos computacionais e de armazenamento; Manutenção s sistemas operativos e serviços conexos Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 5

6 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas Capítulo: Núcleo de Comunicação Voz e Vídeo Abreviaturas e Acrónimos ALU AI Área de Ligação ao Utilizar Área de Infraestruturas AASI Área de Aplicações e Sistemas de Informação DSI Direção de Serviços de Informática NAA Núcleo de Aplicações Académicas NAGA Núcleo de Aplicações de Gestão Administrativa NCVV Núcleo de Comunicação de Voz e Vídeo NM Núcleo de Microinformática NME Núcleo de Multimédia e e-learning NRS Núcleo de Redes e Sistemas NSU Núcleo de Suporte ao Utilizar Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 6

7 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas Capítulo: Núcleo de Comunicação Voz e Vídeo Legislação Aplicável Legislação Descrição Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 7

8 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas Capítulo: Núcleo de Comunicação Voz e Vídeo Mapa de Atualização Documento Responsável O quê Quan Como Resulta/ Registo Fernan Mira da Silva Versão inicial Anualmente As propostas são sempre enviadas à AQAI para análise juntamente com o formulário de alteração. Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 8

9 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas Capítulo: Núcleo de Comunicação Voz e Vídeo Área de Infraestruturas Capítulo 1 Núcleo de Comunicação Voz e Vídeo Processo 1 Instalação de extensão telefónica Sub 1.1 Pedi de extensão telefónica É realiza um pedi por uma pessoa ou unidade interessada, que necessita de uma extensão telefónica, através envio de um para a DSI. O pedi deve conter o nome da unidade de origem pedi, para ser possível analisar as condições local. Sub 1.2 Verificação das condições local Em segun lugar, os responsáveis por dirigem-se ao local para verificar a existência de condições para se r à instalação da extensão telefónica. Estas condições têm que ver com a existência de cablagem entre a central telefónica mais perto e o local da instalação (ou possível existência de tomada de rede para instalação telefone VoIP). Sub 1.3 Viabilidade da instalação A viabilidade da instalação tem em conta algumas variáveis que é necessário assegurar. Por um la, é necessário que exista cablagem para se r à instalação; caso isso não aconteça, será necessário contratar uma empresa para colocar cablagem telefónica até ao local pretendi (verificar se há números de telefone público (DDI) para atribuir ao telefone). Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 9

10 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas Capítulo: Núcleo de Comunicação Voz e Vídeo Por outro la, caso exista um servir perto local onde se pretende instalar a ligação telefónica, poderá ser mais viável fazer uma instalação serviço VoIP. Esta decisão cabe ao coordenar núcleo responsável. Sub 1.4 Configuração Telefónica ou VoIP A configuração da ligação telefónica ou serviço VoIP é feita no local pretendi cliente. Nesta fase é configura o tipo de chamadas (nacionais, móveis, internacionais, entre outras) que podem ser feitas daquele telefone. Esta decisão cabe ao responsável departamento que pediu a extensão. Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 10

11 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas Capítulo: Núcleo de Comunicação Voz e Vídeo MAPA DO PROCESSO Pedi de Extensão Telefónica Coordenar NCVV David Godinho; Paulo Rodrigues; David Godinho Paulo Rodrigues; (, sub procedimento) 1.1 Pedi de extensão telefónica 1.2 Verificação das condições local 1.3 Viabilidade Quan se /prazo Quan é realiza um pedi por uma pessoa ou núcleo interessa, através envio de um . Após a receção pedi; Após a verificação Como se Recebe-se o pedi através de ; Os responsáveis dirigem-se ao local e verificam a existência de condições; Após a verificação da Resulta/ registo Encaminhamento para o respetivo núcleo; Existência ou não de condições para instalação de extensão telefónica; Definição da instalação Fluxo Receciona de: Unidades da escola interessadas; Expedi para: valida pela gestão de pedis no NSU; aprova Coordenar núcleo responsáve l Coordenar núcleo; Coordenar Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 11

12 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas Capítulo: Núcleo de Comunicação Voz e Vídeo (, sub procedimento) Quan se /prazo David Godinho da instalação das condições local; Jorge Matias 1.4 Configuração Telefónica ou VoIP Após a verificação da viabilidade da instalação; Como se existência de condições, define-se que tipo de instalação é adequada ao local; Instalação de telefone ou serviço VoIP. Resulta/ registo adequada ao local, em função das condições previamente verificadas; Ligação telefónica ou serviço VoIP Fluxo Receciona de: Expedi para: valida aprova núcleo; Coordenar núcleo; Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 12

13 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas Capítulo: Núcleo de Comunicação Voz e Vídeo Processo 2 Pedi de Cobertura de Rede sem fios Sub 2.1 Receção pedi É realiza um pedi por uma pessoa ou núcleo interessa, através envio de um e- mail para a DSI. Os pedis recebis são geris por um sistema de gestão de pedis. Sub 2.2 Recolha de informação sobre o remetente pedi Ao tratar o pedi verifica-se se contém a localização geográfica remetente dentro IST. Caso essa informação não se encontre no , pede-se ao remetente mesmo que diga qual o departamento a que pertence e qual o seu istid, para que seja possível fazer o rastreio sobre se se trata de um problema de autenticação ou de cobertura de rede e quais os pontos de rede sem fios onde o utilizar mais se costuma ligar. Por outro la, averigua-se a cobertura de equipamentos na zona pedi. Sub 2.3 Análise de Cobertura Posteriormente, os responsáveis visitam o local e procuram medir a qualidade sinal e os níveis de interferência com outros equipamentos. Caso se verifique que há interferências na zona causas por equipamentos alheios à infraestrutura de rede sem fios, tenta-se resolver tais interferências e, caso não se consiga, procura-se ajustar a frequência s equipamentos sem fios que estão no local envolvente. Nesta análise de cobertura é tida em conta a quantidade de utilizares que necessitam de cobertura nesse local, pois, caso sejam poucos utilizares, pode não ser economicamente viável r a uma futura instalação. Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 13

14 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas Capítulo: Núcleo de Comunicação Voz e Vídeo Sub 2.4 Reforço da cobertura Caso se verifique que o problema é fraca cobertura de rede, define-se que será feita a cobertura de rede mas o fica pendente. É adiciona a uma página web pública, para que toda a comunidade possa ver a lista de pedis pendentes, indican qual o status de análise problema se é um problema de cobertura, interferências; se está resolvi ou por resolver. Nesta página é também coloca o nome da pessoa que fez o pedi e a data em que o mesmo foi feito. Sub 2.5 Instalação equipamento a avulso Assim que exista equipamento disponível para instalar e, caso não exista nenhum planeamento para instalação de equipamento no local pedi e não se planeie para breve, -se à instalação avulsa de equipamento no local. Sub 2.6 Planeamento de redistribuição geográfica s equipamentos Caso se verifique que existem muitos utilizares nos espaços envolventes a requerer cobertura, passa-se a um novo planeamento da distribuição s equipamentos no local, de mo a distribuir os equipamentos de forma mais equilibrada por toda a zona geográfica. Sub 2.7 Instalação s equipamentos Este sub requer a instalação de um cabo de rede desde o access point até ao bastir mais próximo e uma interligação com o equipamento de rede. Posteriormente configura-se uma porta no switch onde se irá ligar o cabo de rede e finalmente configurase e instala-se o access point. Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 14

15 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas Pedi de Cobertura de Rede sem fios Equipa NSU; Israel Lugo; Jorge Matias (, sub procedimento) 2.1 Receção pedi 2.2 Recolha de informação sobre o pedi Quan se / prazo Quan é realiza um pedi por uma pessoa ou núcleo interessa, através envio de um . Depois de se receber o pedi via ; MAPA DO PROCESSO Como se Recebe-se o pedi através de ; Verifica-se se contém a localização geográfica remetente dentro IST; Resulta/ registo Encaminhamento para o respetivo núcleo; problema. utilizar e s/ localização geográfica; Fluxo Receciona de: Qualquer utilizar da rede Técnico. Expedi para: valida pela gestão de pedis no NSU; aprova Coordenar núcleo responsável Israel Lugo; 2.3 Análise de Após a Faz-se uma Registo da Responsá- Responsá- Responsá- Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 15

16 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas (, sub procedimento) Quan se / prazo Jorge Matias Cobertura recolha de informação sobre o pedi; Israel Lugo; Jorge Matias 2.4 Reforço da cobertura Após a análise de cobertura; Como se análise de cobertura da rede, medin- -se a intensidade da rede no local e se existem equipamentos que provocam interferências na rede; Caso se verifique que o problema é fraca cobertura de rede, define-se que será feita a cobertura de rede mas o Resulta/ registo intensidade sinal e número de utilizares da rede sem fios na zona; Registo da decisão de reforço numa página web pública. Reforço da cobertura de rede; Fluxo Receciona de: Expedi para: veis valida veis aprova veis Coordenar núcleo responsável Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 16

17 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas Israel Lugo; Jorge Matias Israel Lugo; Jorge Matias (, sub procedimento) 2.5 Instalação equipamento a avulso 2.6 Planeamento de redistribuição geográfica s equipamentos Quan se / prazo Depois da definição de reforço da cobertura; Caso não se instale o equipamento de forma avulsa; Como se fica pendente; Instala-se o equipamento no local, no caso de não existir nenhuma instalação planeada para as áreas envolventes; Verificam-se os equipamentos no local e planeia-se uma nova instalação s mesmos, em função das Resulta/ registo Instalação de um único equipamento. Expansão da cobertura da rede sem fios; Planeamento da redistribuição da rede sem fios; Fluxo Receciona de: Expedi para: valida aprova Coordenar núcleo responsável Coordenar núcleo responsáve l Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 17

18 Volume: 5.2 Área de Infraestruturas Israel Lugo; Jorge Matias (, sub procedimento) 2.7 Instalação s equipamentos Quan se / prazo Após o planeamento da redistribuição de equipamento; Como se necessidades geográficas s utilizares; Instalação de cabo de rede desde o access point até ao bastir. Configuração de uma porta no switch onde se irá ligar o cabo de rede. Configuração e instalação no access point. Resulta/ registo Instalação planeada de vários equipamentos. Expansão da cobertura da rede sem fios. Fluxo Receciona de: Expedi para: valida aprova Coordenar núcleo responsáve l Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 18

19 MANUAL DE PROCEDIMENTOS Volume Área de Infraestruturas Processo 3 Pedi de ativação/instalação/reparação de tomadas de rede Sub 3.1 Receção pedi É realiza um pedi por um utilizar, responsável por determina núcleo ou departamento, através envio de um para a DSI. Os pedis recebis são geris por um sistema de gestão de pedis. Sub 3.2 Verificação s pontos de rede No caso pedi ser para instalação de uma tomada de rede, é necessário verificar no local os pontos de rede existentes. Se for necessário instalar ou reparar algum ponto de rede recorre-se a uma empresa externa para a instalação ou reparação da tomada. No caso de existir o ponto de rede e ser apenas necessário ativá-lo, -se à ligação dessa tomada ao equipamento de rede no bastir que serve esse local. Sub 3.3 Configuração da porta de rede Posteriormente, -se à configuração da porta de rede equipamento para que o utilizar fique liga à rede IP indicada para o serviço administrativo ou académico ao qual está associa. Sub 3.4 Atribuição endereço IP ao computar utilizar Após a configuração da porta de rede, -se à atribuição endereço IP ao dispositivo utilizar (computar, impressora, telefone VoIP,...). Esta atribuição pode ser feita de duas formas: atribuição de endereço para configuração manual ou automática, através de DHCP. Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 19

20 Volume 5.2: Área de Infraestruturas MAPA DO PROCESSO Pedi de ativação/instalação/reparação de tomadas de rede Equipa NSU; Equipa NCVV (, sub procedimento) 3.1 Receção pedi 3.2 Verificação s pontos de rede Quan se / prazo Quan é realiza um pedi por determina núcleo ou departamento através envio de um . Depois de se receber o pedi via ; Como se Recebe-se o pedi através de ; Caso seja para instalação de uma tomada de rede, verifica-se no local os pontos Resulta/ registo Encaminhamento para o respetivo núcleo; Ativação ponto de rede com ligação da tomada ao equipamento de rede no Fluxo Receciona de: Qualquer utilizar da rede Técnico. Expedi para: valida pela gestão de pedis no NSU; aprova Coordenar núcleo responsável Coordenad or núcleo, caso seja necessário instalação. Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 20

21 Volume 5.2: Área de Infraestruturas Equipa NCVV Equipa NCVV (, sub procedimento) 3.3 Configuração da porta de rede 3.4 Atribuição endereço IP ao computar utilizar Quan se / prazo Depois de verificas os pontos de rede Após a configuração da porta de rede Como se de rede existentes. Instalação ou reparação ponto de rede. Configuração da porta de rede equipamento. Atribuição de endereço IP para configuração manual ou automática, através de DHCP. Resulta/ registo bastir que serve o local. Ligação utilizar à rede IP indicada para o serviço ao qual está associa. Atribuição endereço IP ao dispositivo utilizar (computar, impressora, telefone VoIP,...) Fluxo Receciona de: Expedi para: valida aprova Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 21

22 Volume 5.2: Área de Infraestruturas Processo 4 Pedi de emissão de certificas digitais TERENA Sub 4.1 Receção pedi É realiza um pedi por um utilizar, através acesso ao serviço Web e preenchimento respetivo formulário. Este certifica pode ser pessoal ou para servir. Nesse formulário são indicas os requisitos técnicos de preenchimento formulário e de geração pedi de certifica. D mo, o utilizar deverá gerar uma chave pública e introduzi-la no formulário. Sub 4.2 Aprovação pedi Através da mesma plataforma Web, é feita a aprovação pedi por um representante autoriza na DSI e é envia um mail à instituição que presta o referi serviço (TERENA), anexan o cumento pedi, assina digitalmente com cartão de cidadão representante. Sub 4.3 Verificação da autenticidade pedi pela entidade emissora Para além disso, é necessária uma segunda fase de verificação da autenticidade pedi, que deve ser realizada pela equipa responsável, responden a um serviço de emissão de certificas da TERENA. Sub 4.4 Emissão certifica No final é emiti um certifica pela entidade certificara, envia ao utilizar por e- mail, com conhecimento da equipa responsável pela verificação pedi. Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 22

23 Volume 5.2: Área de Infraestruturas Pedi de emissão de certificas digitais Equipa da AI (NCVV e NRS) (, sub procedimento) 4.1 Receção pedi Equipa da AI 4.2 Aprovação pedi Quan se / prazo Quan é realiza um pedi por um utilizar, para servires, através acesso ao serviço Web. Depois pedi submeti MAPA DO PROCESSO Como se Preenchimento respetivo formulário no serviço Web, com indicação s requisitos técnicos. É envia um mail à instituição que presta o referi serviço. Resulta/ registo Gerada uma chave pública que é introduzida no formulário Documento pedi aprova, assina digitalmente com cartão de cidadão. Fluxo Receciona de: Qualquer utilizar da rede Técnico. Expedi para: valida aprova Coordenar núcleo responsável Equipa da AI 4.3 Depois de Verificação da Verificação da Entidade Entidade Responsá- Responsá- Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 23

24 Volume 5.2: Área de Infraestruturas Entidade certificara TERENA (, sub procedimento) Verificação da autenticidade pedi pela entidade emissora 4.4 Emissão certifica Quan se / prazo aprovação pedi. Depois de verificação da autenticidade pedi pela entidade emissora. Como se autenticidade pedi, que deve ser realizada responden a um serviço de emissão de certificas da TERENA. Emissão de um certifica, com conhecimento da equipa responsável pela verificação pedi Resulta/ registo autenticidade pedi pela entidade emissora, através da resposta à TERENA com um código de validação. Emissão certifica digital Fluxo Receciona de: certificara TERENA Entidade certificara TERENA Expedi para: certificara TERENA Utilizar valida veis Entidade certificar a TERENA aprova veis Entidade certificar a TERENA Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 24

25 Volume 5.2: Área de Infraestruturas Capítulo 2 Núcleo de Redes e Sistemas Processo 1 Alojamento de servires no Data Center Este procedimento é efetua quan existe um responsável por uma entidade da Comunidade Escolar (com vínculo ao IST) que necessita de alojar um servir muito específico. Sub 1.1 Receção pedi É realiza um pedi por parte de uma Unidade Técnico, através envio de um mail para a DSI, solicitan um servir para alojamento. Sub 1.2 Contacto com o cliente Após a receção pedi, contacta-se a pessoa ou unidade interessada para analisar as características técnicas s equipamentos, como por exemplo: o número de computares; o espaço em altura que os equipamentos vão ocupar; quantos cabos de rede são necessários; consumo de energia s equipamentos; número de endereços de IP necessários; entre outras. Sub 1.3 Fornecimento de das ao cliente Após contacto, é forneci ao cliente um link, que contém um cumento, com o protocolo de alojamento que é estabeleci entre a DSI e o utilizar (cliente). Este link serve para explicar ao cliente um conjunto de práticas e de regras serviço que lhe está a ser presta. Ainda no link cumento, é pedi o contacto administrativo e o contacto técnico cliente, para o caso de haver algum problema com o alojamento. Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 25

26 Volume 5.2: Área de Infraestruturas Sub 1.4 Acor da data com o cliente para o alojamento Depois acorda-se com o cliente a data para o alojamento servir ficar pronto. De notar que, nesta fase, o prazo para o alojamento servir irá depender cliente, uma vez que é que tem de fornecer to o equipamento necessário. Por vezes é presta auxílio ao cliente na escolha s equipamentos, de mo a que o alojamento servir se faça da melhor forma possível. Sub 1.5 Configuração serviço de rede Realiza-se uma configuração prévia s equipamentos de rede (switches, routers e servires de DHCP). O objetivo será preparar a instalação s equipamentos na rede para que o servir possa ter ligação à rede IPv4/IPv6. Configura-se também o serviço de DNS para atribuir um nome de mínio de Internet ao(s) servir(es). Sub 1.6 Receção e acompanhamento da instalação equipamento Depois de se receber, por parte cliente, to o equipamento necessário para o alojamento servir, -se à instalação equipamento no Data Center. Sub 1.7 Fornecimento de das de configuração Após a instalação equipamento ficar concluída, é envia ao cliente (normalmente através de ) os das de configuração alojamento servir (como o IP, o DNS, MAC Adress, entre outros). Sub 1.8 Categorizar o alojamento na wiki Depois de concluí o alojamento servir para o cliente, constrói-se uma página na wiki sobre esse mesmo alojamento. Nessa página constam as características Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 26

27 Volume 5.2: Área de Infraestruturas equipamento que foi aloja, contacto técnico e administrativo cliente e das de IP e DNS que foram configuras. Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 27

28 Volume 5.2 Área de Infraestruturas MAPA DO PROCESSO Alojamento de servires no Data Center Equipa NSU (, sub procedimento) 1.1 Receção pedi Quan se /prazo Quan uma pessoa ou unidade IST tem a necessidade de alojar um servir específico Como se Através da receção de um da pessoa ou que necessita de de alojamento de um servir Resulta/ registo Formalização pedi Fluxo Receciona de: Pessoa ou unidade da Escola Expedi para: Equipa responsável alojamento de servires no Data Center valida Responsáv el aprova Coordenad or núcleo responsáve l Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 28

29 Volume 5.2 Área de Infraestruturas Cláudio Martins; Jorge Matias (, sub procedimento) Contacto com o cliente Quan se /prazo Após a receção pedi Como se Contacto com a pessoa ou unidade interessada, para aferir quais os equipamentos necessários para realizar o alojamento Resulta/ registo Recolha das primeiras informações acerca servir a alojar, junto (s) interessa(s) Fluxo Receciona de: Equipa NSU Expedi para: Equipa responsável alojamento de servires no Data Center valida Responsáv el aprova Coordenad or núcleo responsáve l Cláudio Martins; Jorge Matias. 1.3 Fornecimento de das ao cliente Após o primeiro contacto com o cliente É coloca um link (na página da DSI), que contém um cumento a explicar um conjunto de regras e Esclarecer o cliente a respeito serviço que lhe vai ser presta (alojamento de um servir) Equipa responsável alojamento de servires no Data Center Pessoa ou unidade interessada no alojamento Responsáv el Coordenad or núcleo responsáve l Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 29

30 Volume 5.2 Área de Infraestruturas (, sub procedimento) Quan se /prazo Como se práticas serviço Resulta/ registo Fluxo Receciona de: Expedi para: valida aprova Cláudio Martins; Jorge Matias. Cláudio Martins; Jorge Matias. 1.4 Acor da data com o cliente para o alojamento 1.5 Configuração da estrutura de rede Depois fornecimento de das ao cliente Após a definição da data para o alojamento servir É acordada a data, com o cliente, para o alojamento servir Faz-se a configuração prévia s serviços de rede Definição da data para o alojamento servir Configuração serviço de rede e definição da tomada de switch a atribuir, bem como endereço IPv4/IPv6 e nome de Equipa responsável alojamento de servires no Data Center Equipa NRS responsável alojamento de servires no Data Center Equipa responsável alojamento de servires no Data Center Equipa NRS responsável alojamento de servires no Data Center Responsáv el Coordenar NRS Coordenad or núcleo responsáve l Equipa NRS responsável alojamento de servires no Data Center Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 30

31 Volume 5.2 Área de Infraestruturas (, sub procedimento) Quan se /prazo Como se Resulta/ registo mínio de Internet Fluxo Receciona de: Expedi para: valida aprova Jorge Matias; José Pereira. Cláudio Martins; Daniel Almeida; José Pereira; Jorge Matias. 1.6 Receção e acompanhamento da instalação equipamento 1.7 Fornecimento de das de configuração Depois da configuração da estrutura da rede Depois da conclusão alojamento Receção e acompanhamento da instalação equipamento São fornecis os das de configuração servir ao cliente Conclusão alojamento servir Fornecimento s das de configuração servir ao cliente Equipa NRS responsável alojamento de servires no Data Center Equipa NRS responsável alojamento de servires no Data Center Equipa NRS responsável alojamento de servires no Data Center Equipa NRS responsável alojamento de servires no Data Center Coordenar NRS Coordenar NRS Equipa NRS responsável alojamento de servires no Data Center Equipa NRS responsável alojamento de servires no Data Center Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 31

32 Volume 5.2 Área de Infraestruturas Cláudio Martins; Jorge Matias. (, sub procedimento) 1.8 Categorizar o alojamento na wiki Quan se /prazo A seguir ao fornecimento s das de configuração servir ao cliente Como se Categorização alojamento na wiki da DSI Resulta/ registo Documentação das caraterísticas equipamento que foi aloja, o contacto técnico e administrativo cliente e os das de IP e DNS que foram configuras Fluxo Receciona de: Equipa NRS responsável alojamento de servires no Data Center Expedi para: Equipa NRS responsável alojamento de servires no Data Center valida Coordenar NRS aprova Equipa NRS responsável alojamento de servires no Data Center Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 32

33 Volume 5.2 Área de Infraestruturas Capítulo: Núcleo de Redes e Sistemas Processo 2 Instalação automatizada de máquinas e gestão centralizada de configurações Este tem como objetivo tentar que, a médio prazo, sempre que se precisar de fazer atualizações de segurança às máquinas, se consiga fazer com pouco esforço, ou seja, realizar essas mesmas atualizações de forma centralizada de mo a que tos os computares sejam atualizas de uma só vez. Sub 2.1 Definição de requisitos mínimos de software Em primeiro lugar, realiza-se um levantamento sobre os requisitos mínimos de software que qualquer um s computares tinha, para assim poder defini-los convenientemente. Sub 2.2 Definição de receitas Após a definição s requisitos mínimos de software para todas as máquinas que necessitem de ser atualizadas, é definida uma receita de software a instalar e configurar. Esta receita de software contém todas as atualizações que os computares terão de ter. Sub 2.3 Instalação e configuração das receitas Com a definição das várias receitas, define-se como é que se instala e configura o software que cada receita contém. No fun, são as regras de instalação e configuração que se estabelecem para cada receita com os seus softwares de atualização. Sub 2.4 Instalação software no computar Defini-se como são feitas as atualizações, através de um servir central, para o computar. Ou seja, quais são as receitas de software que cada computar terá de ter Elabora por: DSI Verifica por: Jorge Matias Aprova por: CG Página: 33

MANUAL DE CANDIDATURAS 2015/2016

MANUAL DE CANDIDATURAS 2015/2016 MANUAL DE CANDIDATURAS 2015/2016 Pág. 1/12 Rua Conselheiro Emídio Navarro 1 Importante: O processo de candidatura decorre online. Este manual aplica-se a todos os cursos/regimes de candidatura, com as

Leia mais

MANUAL DE CANDIDATURAS MESTRADOS 2015/2016

MANUAL DE CANDIDATURAS MESTRADOS 2015/2016 MANUAL DE CANDIDATURAS MESTRADOS 2015/2016 Pág. 1/12 Rua Conselheiro Emídio Navarro 1 Importante: O processo de candidatura decorre online. Este manual aplica-se a todos os cursos/regimes de candidatura,

Leia mais

MANUAL DE SUBMISSÃO DE PEDIDOS PARA EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE UM MEDICAMENTO MODELO OMS E DECLARAÇÕES DE MEDICAMENTOS

MANUAL DE SUBMISSÃO DE PEDIDOS PARA EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE UM MEDICAMENTO MODELO OMS E DECLARAÇÕES DE MEDICAMENTOS MANUAL DE SUBMISSÃO DE PEDIDOS PARA EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE UM MEDICAMENTO MODELO OMS E DECLARAÇÕES DE MEDICAMENTOS GLOSSÁRIO... 2 INTRODUÇÃO... 3 Objectivo... 3 DEFINIÇÕES... 3 Certificado de um medicamento

Leia mais

Processo de declaração de conformidade de software PEM

Processo de declaração de conformidade de software PEM Processo de declaração de conformidade de software agosto, 2015 Versão 2,0 Este trabalho não pode ser reproduzido ou divulgado, na íntegra ou em parte, a terceiros nem utilizado para outros fins que não

Leia mais

Manual de Utilização do Assistente do Certificado Digital Serasa Experian. Manual do Produto

Manual de Utilização do Assistente do Certificado Digital Serasa Experian. Manual do Produto Manual de Utilização do Assistente do Certificado Digital Serasa Experian Manual do Produto Índice Introdução - Assistente do Certificado Digital Serasa Experian 3 1. Verificação de Ambiente 4 2. Instalação

Leia mais

SOLUÇÕES DE INFRAESTRUTURA

SOLUÇÕES DE INFRAESTRUTURA DE INFRAESTRUTURA www.alidata.pt geral@alidata.pt +351 244 850 030 A Alidata conta com uma equipa experiente e especializada nas mais diversas áreas, desde a configuração de um simples terminal de trabalho

Leia mais

Plataforma Colaborativa Gestão e Arquivo Digital de Documentos e Mensagens

Plataforma Colaborativa Gestão e Arquivo Digital de Documentos e Mensagens Pasta TOC Plataforma Colaborativa Gestão e Arquivo Digital de e Mensagens Atualização e Migração: - Atualização tecnológica para a mais recente tecnologia de desenvolvimento Oracle - Migração de conteúdos

Leia mais

SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO

SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO FACSENAC SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO Projeto Lógico de Rede Versão: 1.2 Data: 25/11/2011 Identificador do documento: Documento de Visão V. 1.7 Histórico de revisões Versão Data Autor Descrição 1.0 10/10/2011

Leia mais

Vodafone ADSL Station Manual de Utilizador. Viva o momento

Vodafone ADSL Station Manual de Utilizador. Viva o momento Vodafone ADSL Station Manual de Utilizador Viva o momento 3 4 5 5 6 6 7 8 9 12 12 14 16 17 18 19 20 21 22 22 23 23 24 24 24 25 26 27 Ligar o Router LEDs Configuração do Router Aceder à ferramenta de configuração

Leia mais

Declaração de Práticas

Declaração de Práticas Declaração de Práticas acingov Registo da revisão Versão Data Responsável Descrição 1.0 24-03-2014 Ricardo Garcês Versão Inicial 2.0 09-10-2014 Ricardo Garcês 3.0 13-10-2014 Ricardo Garcês 4.0 17-10-2014

Leia mais

Serviços de Implementação HP: Serviço de instalação

Serviços de Implementação HP: Serviço de instalação Ficha técnica Serviços de Implementação HP: Serviços HP para Computadores e Impressoras Vantagens do serviço Instalação de computadores e impressoras preparados para TI e utilizadores Instalação padrão

Leia mais

Manual do Utilizador do Registo Prévio (Entidades Coletivas e Singulares)

Manual do Utilizador do Registo Prévio (Entidades Coletivas e Singulares) POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DIRECÇÃO NACIONAL Plataforma eletrónica SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DE SEGURANÇA PRIVADA (SIGESP) Manual do Utilizador do Registo Prévio (Entidades Coletivas e Singulares)

Leia mais

Acordo de alojamento de servidor

Acordo de alojamento de servidor Acordo de alojamento de servidor Estabelecido entre a Direcção de Serviços de Informática (DSI) do Instituto Superior Técnico e Docente /Instituto / Secção janeiro de 2014 Acordo de alojamento de servidores

Leia mais

Processo de declaração de conformidade de software PEM

Processo de declaração de conformidade de software PEM Processo de declaração de conformidade de software PEM Dezembro, 2012 Versão 1,0 Os direitos de autor deste trabalho pertencem à SPMS e a informação nele contida é confidencial. Este trabalho não pode

Leia mais

POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA

POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DIRECÇÃO NACIONAL Plataforma eletrónica Versão 1.0 Departamento de Segurança Privada Abril de 2012 Manual do Utilizador dos Serviços Online do SIGESP Versão 1.0 (30 de abril

Leia mais

Manual do Assistente do Certificado Digital

Manual do Assistente do Certificado Digital Manual do Assistente do Certificado Digital Índice Bem-vindo ao Assistente do Certificado Digital Serasa Experian 3 Iniciando o Assistente do Certificado Digital Serasa Experian 4 Renovação de Certificado

Leia mais

POLÍTICA DE PRIVACIDADE. Site http://www.areastore.com/

POLÍTICA DE PRIVACIDADE. Site http://www.areastore.com/ a POLÍTICA DE PRIVACIDADE Site http://www.areastore.com/ A AREA Infinitas - Design de Interiores, S.A. ( AREA ) garante aos visitantes deste site ( Utilizador ou Utilizadores ) o respeito pela sua privacidade.

Leia mais

ETI/Domo. Português. www.bpt.it. ETI-Domo Config 24810180 PT 29-07-14

ETI/Domo. Português. www.bpt.it. ETI-Domo Config 24810180 PT 29-07-14 ETI/Domo 24810180 www.bpt.it PT Português ETI-Domo Config 24810180 PT 29-07-14 Configuração do PC Antes de realizar a configuração de todo o sistema, é necessário configurar o PC para que esteja pronto

Leia mais

Índice. Atualizado em: 01/04/2015 Página: 1

Índice. Atualizado em: 01/04/2015 Página: 1 MANUAL DO USUÁRIO Índice 1. Introdução... 3 2. Acesso ao Sistema... 4 2.1. Instalação... 4 2.1.1. Servidor - Computador Principal... 4 2.1.2. Estação - Computador na Rede... 6 2.1.3. Estação - Mapeamento

Leia mais

Servidor, Proxy e Firewall. Professor Victor Sotero

Servidor, Proxy e Firewall. Professor Victor Sotero Servidor, Proxy e Firewall Professor Victor Sotero 1 Servidor: Conceito Um servidor é um sistema de computação centralizada que fornece serviços a uma rede de computadores; Os computadores que acessam

Leia mais

Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas

Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas Os Investigadores da Universidade de Coimbra e as plataformas & 1 Índice 2 Introdução...3 3 A Plataforma de Curricula DeGóis...3 3.1 É utilizada porque...3 3.2 Com a utilização do DeGóis ganho...4 3.1

Leia mais

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº2

Redes de Computadores. Trabalho de Laboratório Nº2 Redes de Computadores Curso de Eng. Informática Curso de Eng. de Electrónica e Computadores Trabalho de Laboratório Nº2 Configuração de TCP/IP numa rede de computadores Utilização de Ipconfig, Ping e Tracert

Leia mais

Instalação do Aparelho Virtual Bomgar. Base 3.2

Instalação do Aparelho Virtual Bomgar. Base 3.2 Instalação do Aparelho Virtual Bomgar Base 3.2 Obrigado por utilizar a Bomgar. Na Bomgar, o atendimento ao cliente é prioridade máxima. Ajude-nos a oferecer um excelente serviço. Se tiver algum comentário

Leia mais

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 04. Prof. André Lucio

FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 04. Prof. André Lucio FTIN Formação Técnica em Informática Módulo Sistema Proprietário Windows AULA 04 Prof. André Lucio Competências da aula 3 Servidor de DHCP. Servidor de Arquivos. Servidor de Impressão. Aula 04 CONCEITOS

Leia mais

» Quer saber mais sobre a ação de registar e/ou enviar um documento através do GesDoc?

» Quer saber mais sobre a ação de registar e/ou enviar um documento através do GesDoc? » PERGUNTAS MAIS FREQUENTES FAQ s - https://gesdoc.uevora.pt» Quer saber mais sobre a ação de registar e/ou enviar um documento através do GesDoc?» Aqui encontra algumas respostas às perguntas mais frequentes

Leia mais

Certificado Digital A1

Certificado Digital A1 Abril/ Certificado Digital A1 Geração Página 1 de 32 Abril/ Pré requisitos para a geração Dispositivos de Certificação Digital Para que o processo de instalação tenha sucesso, é necessário obedecer aos

Leia mais

Certificado Digital A1. Instalação

Certificado Digital A1. Instalação Instalação Todos os direitos reservados. Imprensa Oficial do Estado S.A. 2010 Pré Requisitos para a instalação Dispositivos de Certificação Digital Para que o processo de instalação tenha sucesso, é necessário

Leia mais

Versão Liberada. www.gerpos.com.br. Gerpos Sistemas Ltda. info@gerpos.com.br. Av. Jones dos Santos Neves, nº 160/174

Versão Liberada. www.gerpos.com.br. Gerpos Sistemas Ltda. info@gerpos.com.br. Av. Jones dos Santos Neves, nº 160/174 Versão Liberada A Gerpos comunica a seus clientes que nova versão do aplicativo Gerpos Retaguarda, contendo as rotinas para emissão da Nota Fiscal Eletrônica, já está disponível. A atualização da versão

Leia mais

Sistema de Certificação de Competências TIC

Sistema de Certificação de Competências TIC Sistema de Certificação de Competências TIC Portal das Escolas Manual de Utilizador INDICE 1 Introdução... 5 1.1 Sistema de formação e certificação de competências TIC...6 1.1.1 Processo de certificação

Leia mais

DHL EXPRESS PORTUGAL Faturação Eletrónica

DHL EXPRESS PORTUGAL Faturação Eletrónica DHL EXPRESS PORTUGAL Faturação Eletrónica Faturação Eletrónica DHL O que é a Faturação Eletrónica? O serviço de faturação eletrónica da DHL é um método alternativo ao correio e ao fax de receber as suas

Leia mais

Supply4Galp (S4G) FAQs Fornecedores Versão 1.0 03.02.2014

Supply4Galp (S4G) FAQs Fornecedores Versão 1.0 03.02.2014 Lista de FAQs 1. Registo de Fornecedor e Gestão da Conta... 4 Q1. Quando tento fazer um novo registo na Plataforma S4G, recebo uma mensagem a indicar que a minha empresa já se encontra registada.... 4

Leia mais

Manual de Instalação

Manual de Instalação Manual de Instalação Produto: n-mf Xerox Versão do produto: 4.7 Autor: Bárbara Vieira Souza Versão do documento: 1 Versão do template: Data: 09/04/01 Documento destinado a: Parceiros NDDigital, técnicos

Leia mais

Comunicação de Dados de Autenticação e Credenciais de Acesso para Resposta ao Inquérito

Comunicação de Dados de Autenticação e Credenciais de Acesso para Resposta ao Inquérito Mais informação Acesso ao Sistema de Transferência Electrónica de dados de Inquéritos (STEDI). Onde se acede ao sistema de entrega de Inquéritos? Deverá aceder ao sistema através do site do GEP www.gep.mtss.gov.pt

Leia mais

NOTA FISCAL ELETRÔNICA

NOTA FISCAL ELETRÔNICA NOTA FISCAL ELETRÔNICA 1. Comprei mercadoria com NF-e denegada. Qual o procedimento para regularizar essa situação? Resposta: Preliminarmente, temos que esclarecer o que é uma NF-e Denegada:, A Denegação

Leia mais

SOLUÇÕES DE SOFTWARE PARA RESTAURAÇÃO, RETALHO E MOBILIDADE. Jan 2015

SOLUÇÕES DE SOFTWARE PARA RESTAURAÇÃO, RETALHO E MOBILIDADE. Jan 2015 SOLUÇÕES DE SOFTWARE PARA RESTAURAÇÃO, RETALHO E MOBILIDADE Jan 2015 Sumário Executivo A Zone Soft é uma empresa que opera no setor da restauração e retalho, com mais de 23.000 clientes ativos e a crescer

Leia mais

MANUAL WIRELESS DOS PONTOS MUNICIPAIS DE BANDA LARGA

MANUAL WIRELESS DOS PONTOS MUNICIPAIS DE BANDA LARGA MANUAL WIRELESS DOS PONTOS MUNICIPAIS DE BANDA LARGA Introdução O Projecto Municipal dos Pontos Municipais de Banda Larga (PMBL) pretende dotar o Município de Almeida de equipamentos e infra-estruturas

Leia mais

Manual de Utilização. GESTOR DE METADADOS DOS AÇORES (GeMA) Setembro de 2015. Versão 4.0

Manual de Utilização. GESTOR DE METADADOS DOS AÇORES (GeMA) Setembro de 2015. Versão 4.0 Manual de Utilização GESTOR DE METADADOS DOS AÇORES (GeMA) Setembro de 2015 Versão 4.0 FICHA TÉCNICA TÍTULO: Manual de Utilização do Gestor de Metadados dos Açores (GeMA) AUTORIA: Grupo de Trabalho INSPIRE

Leia mais

Manual de Registo de Certificados no. Microsoft Windows

Manual de Registo de Certificados no. Microsoft Windows Manual de Registo de Certificados no Microsoft Windows Manual de Registo de Certificados no Microsoft Windows Página 2 de 12 CONTROLO DOCUMENTAL REGISTO DE MODIFICAÇÕES Versão Data Motivo da Modificação

Leia mais

Manual de Gestão de Aprovação

Manual de Gestão de Aprovação Manual de Gestão de Aprovação Índice 1. Acesso à Plataforma... 3 1.1. Certificado de Autenticação... 3 1.2. Autenticação perante a Plataforma... 6 2. Aprovação... 7 2.1. Aprovação de Encomendas Catalogadas...

Leia mais

Sistema de Informação Integrado da Universidade de Évora

Sistema de Informação Integrado da Universidade de Évora Sistema de Informação Integrado da Universidade de Évora Perfil Candidato MANUAL DE UTILIZAÇÃO Módulo: Candidaturas online (2.º/3.º Ciclo, e outros cursos não conferentes de Grau) O Módulo de Candidaturas

Leia mais

Renovação Online de certificados digitais A1 (Voucher)

Renovação Online de certificados digitais A1 (Voucher) Renovação Online de certificados digitais A1 (Voucher) Todos os direitos reservados. Imprensa Oficial do Estado S.A. 2012 página 1 de 18 Renovação Online Renovação Online de certificados digitais A1 (Voucher)

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO

CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO CONCURSO ESCOLAS DA NOVA GERAÇÃO REGULAMENTO Enquadramento geral Um dos principais desafios que se colocam à sociedade portuguesa é o do desenvolvimento de uma Sociedade de Informação, voltada para o uso

Leia mais

Formação Ordem dos Notários

Formação Ordem dos Notários Formação Ordem dos Notários Principais aspetos relacionados com as obrigações dos Notários como Entidades de Registo e o Processo de Emissão de Certificados Digitais Qualificados Agenda Módulo I 1. Certificação

Leia mais

FIGURA 3.1 Transporte de dados através da tecnologia MIMO

FIGURA 3.1 Transporte de dados através da tecnologia MIMO COMUNICAÇÃO SEM FIOS 43 65 Mbps e os 600 Mbps, posicionando-se assim como a solução wireless para distribuição de conteúdos multimédia. Através do sistema MIMO (Multiple Input, Multiple Output), a área

Leia mais

Acompanhamento e Rastreabilidade de Explosivos

Acompanhamento e Rastreabilidade de Explosivos Acompanhamento e Rastreabilidade de Explosivos A solução para implementar a diretiva UE de identificação 2008/43/CE e 2012/4/UE Para pequenas, médias e grandes empresas Considerável potencial de melhoria

Leia mais

Certificado Digital A1

Certificado Digital A1 Certificado Digital A1 Geração Todos os direitos reservados. Imprensa Oficial do Estado S.A. - 2012 Página 1 de 41 Pré-requisitos para a geração Dispositivos de Certificação Digital Para que o processo

Leia mais

Empresa de Projecto e Desenvolvimento de. Engenharia Civil - EPDEC

Empresa de Projecto e Desenvolvimento de. Engenharia Civil - EPDEC Empresa de Projecto e Desenvolvimento de Engenharia Civil - EPDEC Pedido de Proposta para Implementação da Rede Informática Projecto: Rede Informática da EPDEC Novembro de 2007 Índice 1 Introdução...1

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DIGITAL

CERTIFICAÇÃO DIGITAL CERTIFICAÇÃO DIGITAL 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVOS 3.CNES - LEGISLAÇÃO EM VIGOR PARA UTILIZAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO DIGITAL 4.CERTIFICAÇÃO DIGITAL - COMO OBTER E INICIAR UMA SOLICITAÇÃO 5.CNES - COMO INICIAR

Leia mais

Manual de Utilização. Sistema. Recibo Provisório de Serviço

Manual de Utilização. Sistema. Recibo Provisório de Serviço Manual de Utilização Sistema Recibo Provisório de Serviço Versão 1.0 17/08/2011 Sumário Introdução... 5 1. Primeiro Acesso... 7 2. Funções do e-rps... 8 2.1 Menu Superior... 8 2.1.1 Arquivo......8 2.1.2

Leia mais

Escola Superior de Gestão de Santarém. Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos. Peça Instrutória G

Escola Superior de Gestão de Santarém. Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos. Peça Instrutória G Escola Superior de Gestão de Santarém Pedido de Registo do CET Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos Peça Instrutória G Conteúdo programático sumário de cada unidade de formação TÉCNICAS

Leia mais

Manual de Gestão de Entregas

Manual de Gestão de Entregas Manual de Gestão de Entregas Índice 1. Acesso à Plataforma... 3 1.1. Certificado de Autenticação... 3 1.2. Autenticação perante a Plataforma... 6 2. Responsáveis pela Entrega... 7 3. Estado de Encomendas...

Leia mais

Outlook XML Reader Versão 8.0.0. Manual de Instalação e Demonstração UNE Tecnologia

Outlook XML Reader Versão 8.0.0. Manual de Instalação e Demonstração UNE Tecnologia Outlook XML Reader Versão 8.0.0 Manual de Instalação e Demonstração UNE Tecnologia Add-in para o Outlook 2003, 2007 e 2010 responsável pela validação e armazenamento de notas fiscais eletrônicas. Atenção,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SG/MPF N.º 3, DE 6 DE JANEIRO DE 2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA SG/MPF N.º 3, DE 6 DE JANEIRO DE 2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA SG/MPF N.º 3, DE 6 DE JANEIRO DE 2014 Dispõe sobre os processos de emissão de Certificados Digitais aos membros, servidores, equipamentos e aplicações do Ministério Público Federal.

Leia mais

Introdução. Benefícios para todos

Introdução. Benefícios para todos Introdução Esta cartilha tem a finalidade de guiar as empresas na implantação da Nota Fiscal Eletrônica e demonstrar as facilidades e vantagens do sistema para o contribuinte e para a sociedade A Nota

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

FAQs PEM - Receita sem papel

FAQs PEM - Receita sem papel FAQs PEM - Receita sem papel A Receita sem Papel, ou Desmaterialização Eletrónica da Receita, é um novo modelo eletrónico que inclui todo o ciclo da receita, desde da prescrição no médico, da dispensa

Leia mais

Publicação em contexto académico: OJS na prática

Publicação em contexto académico: OJS na prática Publicação em contexto académico: OJS na prática sumário 1. Publicações científicas em ambiente académico: um cenário pouco homogéneo 1.1 o papel das bibliotecas de ensino superior 2. OJS Open Journal

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RESOLUÇÃO N. 20 DE 9 DE AGOSTO DE 2012. Dispõe sobre a certificação digital no Superior Tribunal de Justiça e dá outras providências. O PRESIDENTE DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, usando da atribuição

Leia mais

WebZine Manager. Documento de Projeto Lógico de Rede

WebZine Manager. Documento de Projeto Lógico de Rede WebZine Manager Documento de Projeto Lógico de Rede Versão:1.0 Data: 10 de Setembro de 2012 Identificador do documento: WebZine Manager Versão do Template Utilizada na Confecção: 1.0 Localização: SoftSolut,

Leia mais

Manual Upgrade para a Versão 8

Manual Upgrade para a Versão 8 Manual Upgrade para a Versão 8 Gabinete de Manutenção Informática Unipessoal, Lda. Rua Rui de Pina, 1B 2805-241 Almada Tel. 21 274 34 41 Fax. 21 274 34 43 www.gmi.co.pt * geral@gmi.mail.pt -1- Conteúdo

Leia mais

Manual de Usuário. Gestion Libre de Parc Informatique (Gestão Livre de Parque de Informática) Versão 1.1 NRC

Manual de Usuário. Gestion Libre de Parc Informatique (Gestão Livre de Parque de Informática) Versão 1.1 NRC Manual de Usuário Gestion Libre de Parc Informatique (Gestão Livre de Parque de Informática) Versão 1.1 NRC Manual do Usuário GLPI 1. Introdução 3 2. Acessando o GLPI 4 3. Entendendo o processo de atendimento

Leia mais

Serviço de Faturação Eletrónica

Serviço de Faturação Eletrónica E-Invoicing Serviço prestado em acordo de interoperabilidade com a: Nov.2013 Ref. 02.007.14353 ÍNDICE 1 O que é uma Fatura Eletrónica? 3 2 Porquê a Faturação Eletrónica? 4 3 Quais as Vantagens? 7 4 O papel

Leia mais

FLEXCRM SISTEMA DE GESTÃO DE CLIENTES [MÓDULO ATENDIMENTO] SUMÁRIO

FLEXCRM SISTEMA DE GESTÃO DE CLIENTES [MÓDULO ATENDIMENTO] SUMÁRIO FLEXCRM SISTEMA DE GESTÃO DE CLIENTES [MÓDULO ATENDIMENTO] SUMÁRIO 1. PORQUE A SW1... 2 2. 10 MOTIVOS PARA CONTRATAR... 2 3. ESTUDO DE CASO... 3 4. SOLUÇÃO PROPOSTA... 3 5. CONDIÇÕES COMERCIAIS... 9 6.

Leia mais

EM398x-R1 UPS 600-1000-1600VA

EM398x-R1 UPS 600-1000-1600VA EM398x-R1 UPS 600-1000-1600VA EM398X-R1 - UPS 600-1000-1600VA 2 PORTUGUÊS Índice 1.0 Introdução... 2 1.1 Funções e funcionalidades... 2 1.2 Conteúdo da embalagem... 3 1.3 Ligar a UPS... 3 2.0 Software

Leia mais

Primeiros passos com o QuarkXPress 10.0.1

Primeiros passos com o QuarkXPress 10.0.1 Primeiros passos com o QuarkXPress 10.0.1 ÍNDICE Índice Documentos Relacionados...3 Requisitos do sistema...4 Requisitos de sistema: Mac OS X...4 Requisitos de sistema: Windows...4 Instalar: Mac OS...5

Leia mais

Reunião com Empresas Desenvolvedoras de Software

Reunião com Empresas Desenvolvedoras de Software PROJETO SAT-CF-e Sistema Autenticador e Transmissor de Cupom Fiscal Eletrônico Sefaz SP / Deat IV / Documentos Digitais Reunião com Empresas Desenvolvedoras de Software 30/05/2012 Agenda Abertura O projeto

Leia mais

Manual de Procedimentos. Volume 9.8 Serviços de Saúde do IST

Manual de Procedimentos. Volume 9.8 Serviços de Saúde do IST Manual de Procedimentos Volume 9.8 Serviços de Saúde do IST Índice Princípios Gerais... 3 Abreviaturas e Acrónimos... 4 Legislação Aplicável... 5 Mapa de Atualização do Documento... 6 Capítulo 1 - Serviços

Leia mais

PODER EXECUTIVO MUNICIPAL DE ITIQUIRA- MT

PODER EXECUTIVO MUNICIPAL DE ITIQUIRA- MT INSTRUÇÃO NORMATIVA STI Nº 001/2012, DE 06 DE NOVEMBRO DE 2012. Versão nº 01 Aprovação em: 06/11/2012 Ato de Aprovação: Decreto Municipal nº 55/2012 Unidade Responsável: Departamento de Tecnologia da Informação

Leia mais

Manual de Credenciamento para Emissão do CT-e

Manual de Credenciamento para Emissão do CT-e Manual de Credenciamento para Emissão do CT-e Versão 1.0 Outubro/2009 Manaus/AM Sumário Apresentação... 2 Conceitos Básicos... 3 Requisitos... 5 Credenciamento... 6 Fase de Homologação... 7 o Fase de Testes...

Leia mais

EM4590R1 Repetidor Sem Fios WPS

EM4590R1 Repetidor Sem Fios WPS EM4590R1 Repetidor Sem Fios WPS EM4590R1 Repetidor Sem Fios WPS 2 PORTUGUÊS Índice 1.0 Introdução... 2 1.1 Conteúdo da embalagem... 2 2.0 Onde colocar o repetidor sem fios WPS EM4590?... 3 3.0 Configurar

Leia mais

itech Marcelo Luiz Alves Fernandez Supervisor de Fiscalização de Documentos Digitais

itech Marcelo Luiz Alves Fernandez Supervisor de Fiscalização de Documentos Digitais PROJETO SAT-CF-e Sistema Autenticador e Transmissor de Cupom Fiscal Eletrônico itech Marcelo Luiz Alves Fernandez Supervisor de Fiscalização de Documentos Digitais 27/11/2012 Agenda O projeto SAT-CF-e

Leia mais

Manual de utilização da aplicação web Gestão de Delegados de Informação Médica

Manual de utilização da aplicação web Gestão de Delegados de Informação Médica Manual de utilização da aplicação web Gestão de Delegados de Informação Médica 1.1 Pedido de Login de Novas Entidades. Este ecrã irá proporcionar à entidade a realização do pedido de login. Para proceder

Leia mais

Manual de Credenciamento para Emissão de NF-e

Manual de Credenciamento para Emissão de NF-e Manual de Credenciamento para Emissão de NF-e Versão 1.4 Agosto/2008 Manaus/AM Sumário Apresentação... 2 Requisitos... 3 Credenciamento... 4 Fase de Homologação... 5 o Fase de Testes... 5 o Fase de Emissão

Leia mais

Segurança Internet. Fernando Albuquerque. fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589

Segurança Internet. Fernando Albuquerque. fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589 Segurança Internet Fernando Albuquerque fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589 Tópicos Introdução Autenticação Controle da configuração Registro dos acessos Firewalls Backups

Leia mais

EW1051 Leitor de Smart Card USB

EW1051 Leitor de Smart Card USB EW1051 Leitor de Smart Card USB EW1051 Leitor de Smart Card USB 2 PORTUGUÊS Índice 1.0 Introdução... 2 1.1 Funções e funcionalidades... 2 1.2 Conteúdo da embalagem... 2 2.0 Instalar o EW1051 com o Windows

Leia mais

6127. Redes comunicação de dados. RSProf@iol.pt. 2014/2015. Acesso à Internet.

6127. Redes comunicação de dados. RSProf@iol.pt. 2014/2015. Acesso à Internet. Sumário Acesso à Internet. Elementos típicos de uma rede. Rede de acesso ADSL. Rede de acesso ADSL. Rede de acesso ADSL. Rede de acesso ADSL. Rede de acesso ADSL. Rede de acesso ADSL. Rede de acesso ADSL.

Leia mais

CSSnet - candidaturas on-line

CSSnet - candidaturas on-line CSSnet - candidaturas on-line Passamos a apresentar, os passos que deverá seguir para realizar a sua candidatura on-line, chamando a atenção para alguns aspetos a ter em conta. Leia, atentamente, todas

Leia mais

Movimento Transfronteiriço de Resíduos Lista Verde Desmaterialização do Anexo VII

Movimento Transfronteiriço de Resíduos Lista Verde Desmaterialização do Anexo VII Movimento Transfronteiriço de Resíduos Lista Verde Desmaterialização do Anexo VII Versão 2.4 agosto de 2015 Perfil SILiAmb O perfil de utilizador 3. Pessoa que trata da transferência em Movimentos Transfronteiriços

Leia mais

Gravador Digital SUPER MONITOR Descrição Geral

Gravador Digital SUPER MONITOR Descrição Geral Gravador Digital SUPER MONITOR Descrição Geral Documento confidencial Reprodução proibida 1 Introdução Em um mundo onde as informações fluem cada vez mais rápido e a comunicação se torna cada vez mais

Leia mais

SOBRE A CALLIX. Por Que Vantagens

SOBRE A CALLIX. Por Que Vantagens Callix PABX Virtual SOBRE A CALLIX Por Que Vantagens SOBRE A CALLIX Por Que Vantagens Por Que Callix Foco no seu negócio, enquanto cuidamos da tecnologia do seu Call Center Pioneirismo no mercado de Cloud

Leia mais

CERTIFICADO DIGITAL ARMAZENADO NO COMPUTADOR (A1) Manual do Usuário

CERTIFICADO DIGITAL ARMAZENADO NO COMPUTADOR (A1) Manual do Usuário Certificação Digital CERTIFICADO DIGITAL ARMAZENADO NO COMPUTADOR (A1) Manual do Usuário Guia CD-17 Público Índice 1. Pré-requisitos para a geração do certificado digital A1... 3 2. Glossário... 4 3. Configurando

Leia mais

INTRODUÇÃO REQUISITOS TECNOLÓGICOS E DE AMBIENTE

INTRODUÇÃO REQUISITOS TECNOLÓGICOS E DE AMBIENTE INTRODUÇÃO Na intenção de realizar um novo sistema financeiro para a gestão de recursos de convênios celebrados pela Academia Brasileira de Ciências, o setor de informática juntamente com o setor financeiro

Leia mais

POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA

POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DIRECÇÃO NACIONAL Plataforma eletrónica Versão 2 Departamento de Segurança Privada Março de 2014 Manual do Utilizador dos Serviços Online do SIGESP Versão 2. (Março de 2014)

Leia mais

Manual de Procedimentos. Volume 7 Área de Transferência e Tecnologia

Manual de Procedimentos. Volume 7 Área de Transferência e Tecnologia Manual de Procedimentos Volume 7 Área de Transferência e Tecnologia Índice Princípios Gerais... 3 Abreviaturas e Acrónimos... 4 Legislação Aplicável... 5 Mapa de Actualização do Documento... 6 Capítulo

Leia mais

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço. Segurança da informação nas organizações Gestão de Configuração

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço. Segurança da informação nas organizações Gestão de Configuração Escola Naval Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço Segurança da informação nas organizações Gestão de Configuração Fernando Correia Capitão-de-fragata EN-AEL 14 de Dezembro de 2013

Leia mais

smartdepositxt Máquina de Depósito para Back Office

smartdepositxt Máquina de Depósito para Back Office smartdepositxt Máquina de Depósito para Back Office 1000 Notas por Minuto com Sistema de Gestão Centralizado O smartdepositxt é um sistema de depósito de numerário destinado a automatizar e facilitar o

Leia mais

Tutorial. O Trade e a Nota Fiscal Eletrônica

Tutorial. O Trade e a Nota Fiscal Eletrônica Tutorial O Trade e a Nota Fiscal Eletrônica Este tutorial explica como configurar o Trade Solution e realizar as principais atividades relacionadas à emissão e ao gerenciamento das Notas Fiscais Eletrônicas

Leia mais

TRANSMISSAO SPED CONTABIL. SPED CONTABIL 1 de 14

TRANSMISSAO SPED CONTABIL. SPED CONTABIL 1 de 14 SPED CONTABIL 1 de 14 Fluxograma do Processo O arquivo será obrigatoriamente submetido ao programa disponibilizado pelo Sistema Público de Escrituração Digital para validação de conteúdo, assinatura digital,

Leia mais

Router Smart WiFi AC1600

Router Smart WiFi AC1600 Marcas comerciais NETGEAR, o logótipo NETGEAR e Connect with Innovation são marcas registadas e/ou marcas comerciais registadas da NETGEAR, Inc. e/ou das suas subsidiárias nos Estados Unidos e/ou em outros

Leia mais

Este documento tem como objectivo aclarar o processo de Filiação de Agentes Desportivos na Plataforma Lince.

Este documento tem como objectivo aclarar o processo de Filiação de Agentes Desportivos na Plataforma Lince. APRESENTAÇÃO Este documento tem como objectivo aclarar o processo de Filiação de Agentes Desportivos na Plataforma Lince. A PLATAFORMA Após aceder à plataforma deve entrar em Agentes Desportivos e em Pedidos

Leia mais

MATRÍCULA ELECTRÓNICA. Manual do Utilizador

MATRÍCULA ELECTRÓNICA. Manual do Utilizador MATRÍCULA ELECTRÓNICA Manual do Utilizador ÍNDICE 1 PREÂMBULO... 2 2 UTILIZAÇÃO PELOS ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO... 3 2.1 Matrícula Electrónica - Acesso através do Portal das Escolas... 3 2.2 Registo de

Leia mais

5. TIPOS DE SERVIÇO PRESTADOS TARIFÁRIO E FATURAÇÃO

5. TIPOS DE SERVIÇO PRESTADOS TARIFÁRIO E FATURAÇÃO s oc i alde230. 000. 000, 00Eur os,s í t i onai nt er net 4.4. O CLIENTE compromete-se igualmente a observar todas as disposições legais aplicáveis, nomeadamente, a não praticar ou a fomentar a prática

Leia mais

ADSE DIRETA MANUAL DE UTILIZAÇÃO PARA PRESTADORES DA REDE DA ADSE

ADSE DIRETA MANUAL DE UTILIZAÇÃO PARA PRESTADORES DA REDE DA ADSE ADSE DIRETA MANUAL DE UTILIZAÇÃO PARA PRESTADORES DA REDE DA ADSE 2 ÍNDICE ADSE Direta... 4 Serviços Disponíveis... 6 Atividade Convencionada... 7 Atualizar/Propor Locais de Prestação... 9 Propor Novo

Leia mais

Manual GMI-Gabinete de Manutenção Informática

Manual GMI-Gabinete de Manutenção Informática Manual de utilização Inventários Inventários Manual GMI-Gabinete de Manutenção Informática Rua Rui de Pina, 1B 2805-241 Almada Tel. 21 274 34 41 * Fax. 21 274 34 43 Geral: geral@gmi.mail.pt Assistência:

Leia mais

Canal Direto. O banco no sistema da sua empresa!

Canal Direto. O banco no sistema da sua empresa! Canal Direto O banco no sistema da sua empresa! ÍNDICE 1. CARACTERIZAÇÃO DO SERVIÇO PÁG. 3 2. FUNCIONALIDADES ATUALMENTE DISPONÍVEIS PÁG. 4 3. VANTAGENS PÁG. 5 4. CUSTOS PÁG. 6 5. ADESÃO PÁG. 7 6. SUBSCRIÇÃO

Leia mais

Assinar documentos digitalmente

Assinar documentos digitalmente Assinar documentos digitalmente Versão 1.0 Os documentos entregues através dos Serviços online devem ser, geralmente, em formato PDF/A e devem estar assinados digitalmente, por exemplo, com o cartão de

Leia mais

Curso Tecnológico de Informática Matriz de Exame de Equivalência de Tecnologias Informáticas Prova Prática - Código 259

Curso Tecnológico de Informática Matriz de Exame de Equivalência de Tecnologias Informáticas Prova Prática - Código 259 Curso Tecnológico de Informática Matriz de Exame de Equivalência de Tecnologias Informáticas Prova Prática - Código 259 Escola Secundária c/ 3.º Ciclo D. Dinis Ano Lectivo 2008/2009 Grupos Conteúdos Objectivos/Competências

Leia mais

Laboratório de Sistemas e Redes. Nota sobre a Utilização do Laboratório

Laboratório de Sistemas e Redes. Nota sobre a Utilização do Laboratório Nota sobre a Utilização do Laboratório 1. Introdução O laboratório de Sistemas e Redes foi criado com o objectivo de fornecer um complemento prático de qualidade ao ensino das cadeiras do ramo Sistemas

Leia mais