PREVALÊNCIA DE DESVIOS POSTURAIS EM ESCOLARES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DA CIDADE DE JOÃO PESSOA PB

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1 PREVALÊNCIA DE DESVIOS POSTURAIS EM ESCOLARES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DA CIDADE DE JOÃO PESSOA PB Péricles Paes Barreto Correia 124, Gigliola Cibele Cunha da Silva 234, Joab Freire do Nascimento 2, Natália Maria Mesquita de Lima 2, Maria do Socorro Cirilo de Sousa Bolsista Voluntário PROBEX, Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Departamento de Educação Física, João Pessoa PB - Brasil 2 Graduandos do curso de Educação Física, Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Departamento de Educação Física, João Pessoa PB Brasil 3 Bolsista PIBIC / CNPq / UFPB (Universidade Federal da Paraíba) Departamento de Educação Física, João Pessoa PB Brasil 4 Universidade Federal da Paraíba UFPB Departamento de Educação Física João Pessoa PB- Brasil 5 Centro Federal de Educação Tecnológica da Paraíba (CEFET) Departamento de Educação Física, Unidade Juazeiro do Norte CE Brasil 6 Líder do Grupo de Pesquisa em Cineantropometria, Atividade Física e Saúde, Desenvolvimento e Desempenho Humano (GPCASD) / CNPq / UFPB 7 Membro do Laboratório de Atividades Físicas Professora Socorro Cirilo (LAAFISC), João Pessoa PB - Brasil ENDEREÇO PARA CORRESPONDÊNCIA: Péricles Paes Barreto Correia Rua Professor Joaquim Santiago, n 256 ( Ed. Guadarrama apto.504 ) Bairro dos Expedicionários - CEP: João Pessoa PB Telefone: (83) /

2 PREVALÊNCIA DE DESVIOS POSTURAIS EM ESCOLARES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DA CIDADE DE JOÃO PESSOA - PB RESUMO A evolução do homem para uma posição ereta trouxe-lhe muitos benefícios, porém, causou-lhe algumas alterações morfofisiológicas da estrutura ósteomuscular. O estilo de vida moderno também causa alterações morfológicas da estrutura ósteomuscular como desvios posturais e patologias da coluna vertebral. Objetivos: Analisar a prevalência de alterações posturais em escolares. Métodos: O estudo de descritivo, transversal de abordagem qualitativa do tipo estudo de casos avaliou 73 escolares masculinos com faixa etária entre 07 e 10 anos da cidade de João Pessoa - PB. Cada estudante foi observado através de fotos nas posições anterior, posterior e perfil. Foi utilizada estatística descritiva de média e desvio padrão para as idades e de freqüência. Resultados: Foi encontrada uma média de idade de 8,63 ± 1,16 anos e os seguintes desvios e patologias: cabeça: inclinação 31,1% (17,8%DIR/12,3%ESQ), ombros: elevação 74% (31,5%DIR/42,5%ESQ), depressão 31,1% (13,7DIR/ 13,7%ESQ/2,7%BI), protusão 37,0% (13,7%DIR/12,3%ESQ/11%BILATRAL), retração 21,9% (8,6%DIR/8,2%ESQ/4,1%BILATERAL), escapulas: adução 57,0% (35,6%DIR/13,7%ESQ/ 8,2%BI), abdução 34,2% (15,1%DIR/16,4%ESQ/2,7%BILATERAL), Triângulo de Tales: assimetrico 98,7% (38,4%DIR/60,3%ESQ), escolioses: 62,9% (6,8%cervical/ 31,5%torácica/19,1%lombar/ 2,8%cervico-torácica), pelve: desnivelamento 24,6% (6,8%DIR/17,8%ESQ), joelhos: 2,7%hiperextensos, 1,4%valgo, 20,5%varo, pés: 2,7%adução, 45,2%abdução, 65,8%valgos, hiperlordose cervical 30,1%, costas planas 6,8%, hipercifose dorsal 27,4%, hiperlordose lombar 37,0%. Conclusão: Os desvios posturais mais prevalentes encontrados foi elevação do ombro, adução das escapulas e assimetria do Triangulo de Tales. E dentre as patologias a que apresentou maior prevalência foram às escolioses. Palavras chaves: Alterações posturais, estudantes, avaliação postural, desvios posturais.

3 ABSTRACT The man's evolution for an erect position brought many benefits, however, it caused some alterations morphofisiolgic of the structure of the muscles and the skeleton. The modern lifestyle also causes morphologic alterations of the structure of the body as deviations posturais and pathologies of the spine. Objectives: To analyze the prevalency of alterations posturais in school. Methods: The study of descriptive, traverse of qualitative approach of the type study of cases it evaluated 73 school masculine with age group between 07 and 10 years of the city of João Pessoa - PB. Each student was observed through pictures in the positions previous, subsequent and profile. It was used descriptive statistics of average and standard deviation for the ages and of frequency. Results: It was found an average of age of 8,63 ± 1,16 years and the following deviations and pathologies: head: inclination 31,1% (17,8% Right /12,3% Left), shoulders: elevation 74% (31,5%Right/42,5%Left), depression 31,1% (13,7 Right / 13,7% Left /2,7%BI), protusition 37,0% (13,7% Right /12,3% Left /11%BILATRAL), retration 21,9% (8,6% Right /8,2% Left /4,1%BILATERAL), disappear: aduction 57,0% (35,6% Right /13,7% Left / 8,2%BI), abduction 34,2% (15,1% Right /16,4% Left /2,7%BILATERAL), Triangle of Tales: asymmetric 98,7% (38,4% Right /60,3% Left), escolioses: 62,9% (6,8%cervical / 31,5%thoracic /19,1%lombar / 2,8%cervico-thoracic), pelvic inclination 24,6% (6,8% Right /17,8% Left), knees: 2,7%hiperextension, 1,4%valgus, 20,5%varo, feet: 2,7%aduction, 45,2%abduction, 65,8%valgus, cervical hyperlordosis 30,1%, plane backs 6,8%, hyperkyphosis 27,4%, lumbar hyperlordosis 37,0%. Conclusion: The alterations postural more found prevalencies were elevation of the shoulder, aduction of the you disappear and asymmetry of the Triangle of Tales. And among the pathologies the one that presented larger prevaly they were the escolioses. Key - words: Alterations posturais, students, evaluation postural, deviations posturais.

4 INTRODUÇAO Com a evolução, o homem passou de uma posição curvada com quatro apoios, como as dos macacos atuais, para uma posição ereta, dois apoios. Ao passar a tomar essa postura correram mudanças em suas estruturas ósseos e musculares. A posição ereta humana só foi possível pelas transformações que surgiram na coluna vertebral, com o aparecimento das curvas lordóticas na região cervical e lombar (RESENDE e SANCHES, 1992, p.21). O estilo de vida moderno contribuiu para o aparecimento de alguns hábitos não saudáveis que prejudica a qualidade de vida das pessoas. Má postura, histeria, irritação de raiz nervosa, inflamação na região da coluna, discrepância no comprimento dos membros inferiores ou contratura no quadril podem causar escoliose não estrutural (MAGEE, 2002, p.350). O sedentarismo, estado nutricional, vícios de postura entre outros, são fortes influenciadores no aparecimento de desvios posturais e patologias da coluna vertebral. A obesidade e a desnutrição podem vir a comprometer a estrutura músculo-esquelética do individuo, proveniente do excesso de peso principalmente na região do tronco e a fraqueza muscular gerando um desequilíbrio dos músculos de sustentação e estabilizadores. Segundo Monteiro e Conde (2000) a desnutrição na infância compromete o desenvolvimento ósseo em relação ao crescimento linear do organismo bem como o hipodesenvolvimento da musculatura de sustentação do individuo. Essas estruturas são comprometidas, favorecendo para o aparecimento de desvios posturais e patologias da coluna. Corroborando com o exposto Dantas (1998) afirma que a falta de força muscular contribui para um desequilíbrio de forças favorecendo o aparecimento de desvios posturais. A postura é um hábito que o individuo adquire com o passar dos anos, muitas vezes inconscientemente, não se limitando apenas as posições de pé e sentada: na posição deitada, também é necessário ter uma boa postura (SWEZY, 1990). As alterações estruturais podem ser genética, idiopática, ou causadas por algum problema congênito (MAGEE, 2002, p 350). Os adolescentes são os mais ameaçados pelo trabalho em postura arcada, pela demorada permanência em pé ou por transportarem cargas extremamente pesadas, além de suas possibilidades estruturais, por não estarem estas totalmente desenvolvidas (RESENDE E SANCHES, 1992, p.22). Os desvios posturais podem ocorre no nível da cabeça, pescoço, ombro, cintura pélvica, joelhos e pés. As patologias da coluna vertebral podem ser encontradas vendo se há um aumento de suas curvaturas fisiológicas ou o aparecimento de curvaturas laterais chamadas de escoliose. Os desvios posturais mais freqüentes são: no ombro (elevação, depressão, protusão e retração), nas escapulas (abdução ou adução), na cintura pélvica (inclinação, rotação, anteversão e retroversão), nos joelhos (valgo, varo, hiperextenso e flexo) e nos pés (valgo varo, abduto, aduto, calcâneo e eqüino). As patologias da coluna vertebral podem aparecer na região cervical, torácica e lombar, com o exame clinico ou uma avaliação postural detectar-se-á o aparecimento das escolioses unicamente em cada região da coluna ou combinadas em duas ou três regiões. A escoliose é definida como desvio lateral da coluna vertebral no plano frontal. No entanto esta deformidade geralmente ocorre nos três planos. O termo escoliose apenas descreve a

5 característica de uma deformidade, não devendo ser utilizado como diagnóstico de uma doença. Em 80% dos pacientes com escoliose não é possível se determinar o fator causal desta deformidade (http://www.portaldacoluna.com.br/conteudo). Segundo Magee (2002) as escolioses são alterações estruturais que aparecem em forma de curvas laterais na coluna torácica e lombar, e são deformidade na qual há uma ou mais curvaturas laterais da coluna lombar ou torácica, e as escolioses podem ocorrer unicamente na região lombar, na área toráco-lombar ou unicamente na região lombar. Com outro pensamento Fraccaroli (1997) e Carnaval (2002) afirmam que também há uma escoliose na região cervical ocasionando no aparecimento de uma escoliose tripla, ou seja, nos três segmentos da coluna vertebral. Na coluna os desvios laterais são considerados como patologias, que são: escoliose simples (cervical, dorsal ou lombar), escoliose total, escoliose dupla, escoliose tripla e os desvios posturais relacionados às curvaturas naturais das colunas são: hiperlordose cervical, hipercifose dorsal, hiperlordose lombar e costas planas (http://corpohumano.hpg.ig.com.br/sist_osseo/coluna_vertebral/verteb.htm). Existem também as patologias das curvas fisiológicas da coluna vertebral, em que o seu grau de concavidade e convexidade aumentam com a má postura e encurtamentos musculares. Segundo Goldebenrg (2001), a coluna vertebral é formada por 33 vértebras, 07 cervicais, 12 torácicas, 5 lombares, 5 sacrais, e 5 coccígeas, diferenciadas entre si por características próprias. A coluna é dividida basicamente em duas porções: uma anterior formada pelo ligamento longitudinal anterior, corpo vertebral, disco intervertebral e o ligamento longitudinal posterior e uma porção posterior onde se encontra o canal vertebral, ligamento amarelo, as articulações apofisárias, os ligamentos enter-espinais e supra-espinais, pedículos, lâminas, processos transversos e espinhosos. Muitos podem ser os fatores para o aparecimento dos desvios posturais e patologias da coluna vertebral, no caso das meninas quando não estão preparadas para o crescimento dos seios, tentam esconde-los recurvando o ombros, ficando com a postura viciosa, fatores psicológicos também influenciam na postura. Dentro do que foi abordado o estudo tem como objetivo analisar a prevalência de desvios posturais e patologias da coluna vertebral de escolares da rede municipal de ensino. METODOLOGIA Caracterização do estudo O estudo de caráter descritivo, transversal do tipo estudo de casos de abordagem qualitativa. População e Amostra A população foram os escolares da rede municipal de ensino. A amostra do estudo foi 73 escolares de cinco (05) escolas municipais distribuídas em

6 cinco (05) bairros diferentes da cidade de João Pessoa com idades entre 07 e 10 anos, com média de 8,63 ± 1,16 anos. A seleção das escolas foi através de sorteio e a amostra selecionada de forma não intencional. Instrumentos para coleta de dados e Procedimentos Foi utilizado para a coleta dos dados uma câmera digital KANON (digiart 510, de 05 megapixels), fita métrica, caneta dermatográfia e o computador para a analise das fotos. Para a coleta dos dados foi pedido aos alunos que ficassem de calção, foi utilizado uma caneta dermatográfica onde foram marcados os pontos acromiais, ângulo inferior das escapulas, processos espinhosos das vértebras de toda a coluna, espinha ilíaca, prega poplítea e tendão do calcâneo. Os escolares foram fotografados na posição ortostática a uma distância de três metros, com a câmera a uma altura de 90 cm, nas seguintes vistas: posterior, anterior e perfil, em seguida as fotos foram analisadas no computador. Para ajudar na analise das fotografias foi utilizado um roteiro de analise criado a partir de informações retiradas do livro de Carnaval (2002, p.85). Para Carnaval (2002), a caneta e o simetrógrafo são suficientes para a avaliação postural. A caneta dermatografica terá função de marcar os processos ósseos da coluna que ficam eminentes após a flexão do tronco. O cimetrografo servirá para avaliar os tipos de desníveis que os indivíduos terão ao ficar em frente ao mesmo. A câmera digital irá servir para registrar aos indivíduos para uma melhor analise pois, será utilizado um programa de computador também para avaliar. As variáveis analisadas foram os seguintes desvios posturais inclinação lateral da cabeça, elevação, depressão, retração e protusão dos ombros, inclinação lateral do quadril, joelhos valgos, varos, flexo ou hiperextenso, pés valgos, varos, adutos e abdutos. E as patologias da coluna vertebral hipercifose, hiper lordose cervical e lombar, e as escolioses. Plano Analítico Foi utilizado o programa de estatística SPSS 13.0 para análise das freqüências dos desvios posturais e patologias da coluna vertebral. RESULTADOS Para o plano de análise de estatística descritiva de freqüências foram encontrados os seguintes resultados cabeça: inclinação 31,1% (17,8%DIR/12,3%ESQ), ombros: elevação 74% (31,5%DIR/42,5%ESQ), depressão 31,1% (13,7DIR/ 13,7%ESQ/2,7%BI), protusão 37,0% (13,7%DIR/12,3%ESQ/11%BI), retração 21,9% (8,6%DIR/8,2%ESQ/4,1%BI), escapulas: adução 57,0% (35,6%DIR/13,7%ESQ/ 8,2%BI), abdução 34,2% (15,1%DIR/16,4%ESQ/2,7%BI), Triângulo de Tales: assimétrico 98,7% (38,4%DIR/60,3%ESQ), escolioses: 62,9% (6,8%cervical/ 31,5%torácica/19,1%lombar/ 2,8%cervico-torácica), pelve: desnivelamento 24,6% (6,8%DIR/17,8%ESQ), joelhos: 2,7%hiperextensos, 1,4%valgo, 20,5%varo, pés: 2,7%adução, 45,2%abdução, 65,8%valgos, hiperlordose

7 cervical 30,1%, costas planas 6,8%, hipercifose dorsal 27,4%, hiperlordose lombar 37,0%. Tabela 1 - Estatística descritiva de freqüência em percentual das variáveis, segmento corporal, desvios posturais e lateralidade. (n=73) Segmento Corp. Tipo de desvio (%) Direito Esquerdo Bilateralmente Ombro Elevação 74 31,5 42,5 Depressão 31,1 13,7 13,7 2,7 Cabeça Inclinação 31,1 17,8 12,3 Cintura pélvica Inclinação 24,6 6,8 17,8 A tabela 01 é referente à observação dos desvios posturais encontrados nos escolares na visão anterior e foram analisados os seguintes desvios: cabeça, ombro e cintura pélvica. Tabela 2 - Estatística descritiva de freqüência em percentual das variáveis, segmento corporal, desvios posturais e lateralidade. (n=73) Segmento Tipo de desvio (%) Direito Esquerdo Bilateralmente Corporal Escapulas Adução 57,0 35,6 13,7 8,2 Abdução 34,2 15,1 16,4 2,7 Triângulo de Assimétrico 98,7 38,4 60,3 Tales Joelhos Varo 20,5 Valgo 1,4 Pés Adução 2,7 Abdução 45,2 Varo 0 Valgo 65,8 A tabela 02 é referente à observação dos desvios posturais encontrados nos escolares na visão posterior, foram analisados os seguintes desvios: escápulas Triângulo de Tales, joelhos e pés. Tabela 3 - Estatística descritiva de freqüência das em percentual das variáveis, segmento corporal, patologias da coluna vertebral e lateralidade. (n=73) Segmento Corporal Patologia (%) Direito Esquerdo Coluna Escoliose cervical 6,8 6,8 0% Escoliose torácica 31,5 27,4 4,1 Escoliose lombar 19,1 12,3 6,8 A tabela 03 é referente às observações das patologias da coluna vertebral encontradas nos escolares na visão posterior, foram analisadas as seguintes patologias: escoliose cervical, escoliose torácica, escoliose lombar.

8 Tabela 4 - Estatísticas descritivas de freqüência em percentual das variáveis segmento corporal, desvios posturais e lateralidade. (n=73) Segmento Tipo de desvio (%) Direita Esquerda Bilateralmente Corporal Ombro Protusão 37,0 13,7 12,3 11 Retração 21,9 8,6 8,2 4,1 Joelho hiperextensão 2,7 flexo 0 A tabela 04 é referente à observação dos desvios posturais analisados nos escolares na visão perfil, foi analisado os seguintes desvios: ombro e joelho. Tabela 5 - Estatísticas descritivas de freqüência em percentual das variáveis segmento corporal e patologias da coluna vertebral. (n=73) Segmento Corporal Patologia Freqüência(%) Coluna Hiperlordose cervical 30,1 Hipercifose dorsal 27,4 Hiperlordose lombar 37,0 Costas planas 6,8 A tabela 05 é referente à observação dos desvios posturais analisados nos escolares na visão perfil, foi analisado os seguintes desvios: hiperlordose cervical, hipercifose torácica, hiperlordose lombar. Verificamos uma prevalência de desvios posturais e patologias da coluna vertebral em todos os casos analisados tendo uma freqüência maior quando os segmentos corporais selecionadas são, escapulas, Triangulo de tales e ombro e quando a patologia é escoliose. Um estudo realizado por Penha et al (2005), avaliaram 132 sujeitos do sexo feminino com idade entre 07 e 10 e encontraram os seguintes desvios, joelho valgo, rotação medial do quadril, antepulsão, anteversão pélvica, hiperextensão de joelho, hiperlordose lombar, tornozelo valgo, desnível de ombro, inclinação pélvica lateral, escoliose, rotação de tronco, hipercifose torácica, escapula alada, protação de ombros, abdução escapular, rotação medial de ombro e inclinação da cabeça. Além deste, outro realizado por Rezende e Sanches (1992) avaliaram 2413 crianças com idade escolar entre 11 e 16 anos de ambos os sexos da rede estadual e particular revelaram que para um único desvio revelaram que 37,47% das crianças possuíam desvio postural cifose (45,74% meninos/31,37%meninas), 21,44% apresentaram desvio postural lordose (30,59%meninas/9,04% meninos), e escoliose atingiu 10,84% das crianças. Entre os duplos desvios temos cifose-lordose com 9,93% das crianças estudadas (12,94%meninas/5,86%menino), com relação à cifose-escoliose atingindo 6,54% das crianças (11,70%menino/2,75%menina). E para três

9 desvios (cifose-lordose-escoliose) atingira um numero mínimo de crianças, apenas 1,13%. Bankoff (2002) fez um estudo das alterações morfológicas do sistema locomotor: postura Corporal X Obesidade com 19 sujeitos e foram encontrados os seguintes resultados. Nos grupos femininos houve incidência de ombros caídos maior quando comparados com o grupo masculino; Os grupos 1 e 2 (adolescentes) apresentaram maiores desníveis das escápulas e ângulos inferiores mais rotados, quando comparados com o grupo 3; o grupo 2 registrou alteração morfológica significativa nos cotovelos; a concentração de gordura corporal na região glútea posterior foi maior para o G1, enquanto nos grupos G2 e G3 a maior concentração foi na região glútea lateral. Quanto as variáveis na vista lateral, as quais se referem a coluna vertebral e abdome, os resultados foram bastante semelhantes nos três grupos. Houve incidências de desvios posturais tais como: lordose cervical, cifose, hiperlordose, convexidade sacral aumentada, inclinação pélvica, aumento excessivo da região do abdome e diminuição das distâncias entre o meato acústico externo e os ombros. No mesmo ano Bankoff (2002) fez outro estudo sobre problemas posturais em crianças da rede pública de ensino causado por má nutrição e trabalho pesado e obteve os seguintes resultados verificou-se que a carência nutricional, a desnutrição e o trabalho infantil está diretamente relacionado com a incidência de desvios posturais, especificamente cifose e escoliose, associados a protuberância torácica anterior, déficit de massa muscular desenvolvida, escápulas aladas e ombros caídos, tórax deprimido dificultando a respiração, membros inferiores em genu valgum e genu varum. Schmidt e Bankoff (2000) estudaram a Postura Corporal de Escolares e verificou que nos membros superiores foram evidenciados desvios nos ombros e escápulas, sendo os desvios escapulares altamente relacionados com o peso dos escolares. Nos membros inferiores constatou-se a presença de assimetrias relacionadas também ao peso e altura. Considerando as curvaturas cif6tica e lord6tica da coluna vertebral, constatou-se diferença significativa no ângulo cifótico medido a partir do perfil esquerdo dos escolares, quando comparado sexo masculino e feminino. CONCLUSÃO O estudo com base na amostra analisada concluiu que: o número de desvios posturais e patologias da coluna vertebral são diversificados numa certa quantidade, cuja prevalência de desvios encontrados são elevação do ombro, adução das escápulas e assimetria do Triângulo de Tales e dentre as patologias a escoliose é a que se apresenta com maior freqüência. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS BANKOFF A.D.P, CIOL.P, ZAMAI.C.A, SANTIAGO.A.R, LÍRIO.E.S, OLIVEIRA.T.A.S., POLIZELLI,P.M, BRANDÃO, D.C. RUBIO,A, STEFANIN.A. Estudo dos problemas posturais em crianças da rede pública escolar causados por má nutrição e trabalho pesado, Disponível em

10 (acessado em agosto de 2005). BANKOFF, A.D.P. Estudo das alterações morfológicas do sistema locomotor: postura Corporal X Obesidade, Disponível em (acessado em agosto de 2005). CARNAVAL, Paulo E. Medidas e Avaliação em Ciências do Esporte. Rio de Janeiro: Sprint, DANTA, E.H.M. A prática da preparação física. 4ª ed. Rio de Janeiro: Shape, FRACCAROLI, Biomecânica (Análise dos Movimentos), Editora Manole, São Paulo, GOLDENBERG, José. Anatomia da coluna vertebral. Disponível em (acessado em janeiro de 2005). (acessado em setembro de 2005). (acessado em julho de 2004). MAGEE D. J. Avaliação Músculo esquelética. 3º ed. São Paulo: Editora Manole; MONTEIRO CA, CONDE WL, Tendências Seculares da Desnutrição e da Obesidade. Revista Saúde Púbica 2000; 34 (6 Supl): PENHA PJ, JOÃO SMA, CASARROTO RA, AMINO CJ, PENTEADO DC. Avaliação Postural em meninas de 7 a 10 anos. Revista Clínica. Vol. 60 nº1/ São Paulo jan/fev Disponível em RESENDE J.A., SANCHES D. Avaliação dos desvios posturais em crianças com idade escolar de 11 a 16 anos. Revista da Educação Física 1992, vol. 3 nº1. SCHMIDT, A.; BANKOFF, A.D.P. Postura Corporal de Escolares, Acessado em agosto de SWEZEY, R. L. Artrite: medicina física e reabilitação. Rio de Janeiro: ed. Interamericana, 1980.

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