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1 DIFERENTES POSIÇÕES DO FUTEBOL DE CAMPO E A ESPECIFICIDADE DA PREPARAÇÃO FÍSICA Jaemyeong Shin Sônia Beatriz da Silva Gomes RESUMO A preparação física no futebol é implantada em qualquer atividade referente ao treinamento físico, técnico, tático e até mesmo no treinamento de restabelecimento dos atletas, sendo assim um dos requisitos mais importantes para estruturar um time de futebol. Os futebolistas de diferentes posições possuem suas próprias características físicas decorrentes das exigências específicas de cada função durante a partida, pois estão ligadas às suas ações em campo. A metodologia utilizada neste estudo foi a de revisão bibliográfica. Nos estudos pesquisados os jogadores demonstraram níveis de condicionamento aeróbio distintos, os valores dos goleiros mostraram a média de 52,68 ml.kg -1.min -1, comparando com outras posições como zagueiros de 60,28 ml.kg -1.min -1, laterais de 61,12 ml.kg -1.min -1, meio-campistas de 61,01 ml.kg -1.min -1 e atacantes de 59,94 ml.kg -1.min -1. Nos resultados apresentados, os meio-campistas apresentaram os valores maiores na potência aeróbia do que outras posições como atacantes, zagueiros e goleiros devido às suas posições exigirem que seja percorrido cerca de 12km em uma partida de futebol. As exigências de suas funções no campo mostraram diferentes valores nos condicionamentos aeróbios. A preparação física no futebol de campo vem evoluindo cada vez mais, um programa de treinamento físico bem planejado, respeitando diferentes comportamentos fisiológicos de cada posição poderá influenciar positivamente no resultado dos jogos. Palavras-chave: Futebol. Preparação física. Diferentes Posições. Acadêmico do Curso de Bacharelado da Faculdade de Educação Física e Ciências do Desporto da PUCRS. Professora Orientadora da PUCRS.

2 2 INTRODUÇÃO A preparação física é um programa que tem relação com qualquer atividade física do ser humano, sugerindo o programa mais adequado para a exigência das pessoas através de um sistema planejado e orientado de exercícios físicos. Hoje em dia, o exercício físico tem como objetivo buscar diferentes manifestações e expressões do movimento humano, desenvolver os componentes da aptidão física sob a perspectiva da promoção da saúde, melhorar a qualidade de vida e bem estar corporal, tanto na área de saúde como na forma de lazer e esportes. Então, como é a preparação física no futebol? A preparação física no futebol é implentada em qualquer atividade referente ao treinamento físico, técnico, tático e até mesmo no treinamento de restabelecimento dos atletas, sendo assim é um dos requisitos mais importantes para estruturar um time de futebol, fazendo com que seja também um fator preponderante para o sucesso de uma equipe em uma competição. Quando se assiste a um jogo de futebol pode se perceber que no primeiro tempo de partida, os movimentos dos jogadores estão muito ativos com deslocamentos leves em alta velocidade, mas quando começa o segundo tempo, pode se observar que as ações dos atletas ficam mais pesadas, acontecendo assim substituições por desgaste físico, muitas faltas e erros, diminuindo os critérios e a velocidade do jogo. Isso acontece obviamente porque os jogadores ficam face a face com o limite da capacidade física ou quando os mesmos não estão devidamente preparados. Nas últimas décadas a preparação física evoluiu muito com as ciências do desporto e a medicina esportiva, e também continua se desenvolvendo com estudos científicos, pelos especialistas em treinamento físico. Enquanto no passado, a preparação física no futebol era feita de forma simples, como se fosse um aquecimento, mas hoje, a preparação física é um fator imprescindível, os princípios do treinamento são sustentados por conhecimentos científicos sob um perfeito controle.

3 3 No futebol moderno, a preparação física é de vital importância para o sucesso de uma equipe em uma competição. A técnica não vence sozinha, mas com um ótimo condicionamento físico obviamente realiza um ótimo resultado. Vejamos o exemplo da Copa do Mundo de 2002, na Coréia e no Japão, onde a Seleção Coreana adotou um grande sistema de preparação física, fazendo com que a Coréia do Sul se desse por conta da importância do treinamento físico no futebol. Como resultado disso a equipe asiática acabou conquistando um ótimo resultado na Copa, terminando na quarta colocação e sendo o primeiro país asiático a disputar uma semi-final de Copa do Mundo. Na Copa da Alemanha em 2006, a Seleção Coreana obteve sua primeira vitória fora do país na história das Copas, demonstrando assim o crescimento da Coréia, que nunca tinha ganhado um jogo até então. Na época disseram que a Coréia possuía uma excelente resistência física, por causa disso, a Seleção Coreana se destacou na Copa, apesar de não ser uma Seleção que apresentasse muita técnica dentro de campo. Isso mostra, portanto, que o treinamento físico no futebol é uma condição indispensável para determinar a vitória ou a derrota. Se não existisse essa nova tendência de futebol moderno, esse ótimo resultado também não teria sido gerado. A preparação física no futebol de hoje é imprescindível, o preparo físico perfeito sempre influencia o resultado satisfatório. Essa busca pela perfeição fez com que muita coisa mudasse no futebol. A preparação física moderna para futebolistas é o fator mais abundante nos treinamentos como técnico, tático, estratégico e psicológico que determina o rendimento dos atletas e da equipe toda, compreendendo e respeitando a função, morfofisiológica e comportamento fisiológico de cada jogador. No caso do futebol coreano, vários clubes não tem conhecimento, ou seja, falta de entendimento sobre o processo de treinamento físico aos seus próprios atletas, desrespeitando as qualidades e capacidades fisiológicas de cada indivíduo. Por este motivo muitos jogadores acabam lesionados e tem como consequência o abandono do futebol que é a paixão. Hoje os aspectos científicos do treinamento físico estão muito desenvolvidos, os profissionais se especializam cada vez mais, utilizando computadores e os mais variados aparelhos eletrônicos possíveis, para determinar o nível de condicionamento e a evolução dos atletas. Portanto, percebe-se que a preparação

4 4 física evoluiu de tal maneira que seria impensável a falta de um profissional especializado em treinamento físico integrando a comissão técnica de uma equipe (CUNHA, 2005). O componente físico pode ser definido como repetição sistemática de movimentos que produzem reflexos de adaptação morfológica e funcional com o objetivo de aumentar o rendimento num determinado espaço de tempo, constituído pelos métodos e processos de treino, utilizando de forma seqüencial em obediência aos princípios da periodização e que visam a levar o atleta ao ápice de sua forma física específica, a partir de uma base geral ótima (LOPES; PIMENTA, 2003). A evolução do futebol caracteriza-se por uma alta exigência física, técnica, psicológica, além do aspecto tático que vem se constituindo num fator decisivo para a obtenção de sucesso de uma equipe (FERNANDES, 1994). Para Cunha (2005) o futebol se demonstra como esporte de alta intensidade e essencialmente intervalado com aspectos e impactos que devem ser respeitados no planejamento do treinamento, para isso é necessário conhecimentos com alto grau de precisão das exigências físicas e fisiológicas que norteiam a modalidade. Este trabalho mostra uma pesquisa descritiva de campo, transversal e de análise qualitativa sobre a preparação física nas diferentes posições do futebol. Então, esta pesquisa é direcionada ao levantamento de conhecimento e compreender a importância da preparação física para jogadores de diferentes funções. METODOLOGIA Este artigo caracteriza-se por uma pesquisa de revisão bibliográfica de caráter exploratório descritivo e de análise qualitativa sobre a preparação física nos diferentes posições do futebol moderno. Foram consultadas fontes bibliográficas como livros, artigos e sites que tratam do tema da preparação física. Após a leitura o material foi selecionado e destacado os aspectos relevantes para a pesquisa.

5 5 Os aspectos destacados foram analisados e discutidos gerando uma síntese sobre a relevância da preparação física para jogadores de futebol nas diferentes posições. REVISÃO DA LITERATURA DEMANDAS FISIOLÓGICAS PARA PREPARAÇÃO FÍSICA DE JOGADORES DE FUTEBOL Segundo Santos Neto (2000), por volta de 1904, aconteceu uma evolução muito significativa no futebol quando equipes de São Paulo começaram a tentar implantar treinamentos de preparação física que substituíram os repetitivos jogos coletivos entre os atletas de uma equipe. O motivo inicial talvez tenha sido a dificuldade de se encontrarem atletas para realização desses treinos. O emprego de exercícios de condicionamento físico, como corridas de 100, 200, 400 e 800 metros, além de luta romana, ginástica alemã e halteres, passou a ser rotina entre as equipes. O importante a ser ressaltado era a preocupação com a força e não com a velocidade dos atletas. Esta revolução foi muito importante, pois até então, não existiam programas de preparação física para atletas de futebol de campo. Segundo Paulo Amaral (2006), o pioneiro da preparação física, a preparação física era feita de forma simples, como se fosse um aquecimento, comparada com os tempos atuais. Nos clubes e na Seleção, os preparadores eram os técnicos. Finalmente, a primeira atuação de um preparador físico surgiu na Copa do Mundo de 1954, com a presença em algumas seleções de um elemento junto ao técnico, com a finalidade de dirigir os exercícios físicos da equipe (BARROS, 1990). Em 1958, João Havelange, presidente da CBD (Confederação Brasileira de Desportos), na época, montou uma comissão técnica perfeita para a Copa do Mundo da Suécia. Essa Copa foi muito significativa para a Seleção Brasileira, pois, surgiu o primeiro preparador físico da Seleção. O presidente da CBD convidou um preparador físico chamado Paulo Amaral, que atuava na equipe carioca, Botafogo e

6 6 na Seleção Carioca com seu trabalho especifico da preparação física na época. Ele dirigiu o treinamento físico da Seleção Brasileira, na Copa do Mundo de 1958 na Suécia e na Copa consecutiva no Chile em 1962, onde o Brasil conquistou seu primeiro título mundial e também bi-campeão. Com esse grande sucesso nas Copas, surgiram os preparadores físicos que assumiam o treinamento físico dos atletas nos clubes de futebol. Nessa época, havia o conceito de que o preparador físico deveria ser um homem forte, de hábitos rudes, e que deveria exigir o máximo dos jogadores em atividades estafantes, nas quais não se verificavam os aspectos científicos do treino físico. Imperava no Brasil a fase de preparadores físicos militares. Coronéis, majores, capitães, tenentes, sargentos ou até mesmo policiais civis proliferavam nos clubes. Essa fase durou por muitos anos e acarretou sérios problemas entre jogadores e militares (BARROS, 1990). Com o insucesso do Brasil na Copa do Mundo de 1966, muita coisa pode ser observada. Somente o aspecto técnico não era mais fundamental para se vencer uma Copa do Mundo. Outro agravante foi que o nosso preparador físico nunca havia trabalhado com futebol, mas sim em esportes de luta e na caça submarina (BARROS, 1990). Na Copa do Mundo de 1966, a Seleção Inglesa demonstrou pela primeira vez um novo futebol chamado Power Soccer (Futebol Força), com isso a preparação física começou a se tornar um fator preponderante no futebol. Com a criação do sistema de marcação homem a homem pela equipe inglesa, o condicionamento físico era fator preponderante para o sucesso deste esquema. A diminuição dos espaços era o objetivo principal. A Inglaterra demonstrou que o seu sistema era efetivo, com isso a preparação física a partir daquele momento tornou-se um aspecto importante e indispensável no planejamento de treinamento do futebol (GONÇALVES, 1998). Com o sucesso da Seleção Portuguesa, o futebol do Brasil começou a aprender sobre o Power Soccer, através do treinador brasileiro Otto Glória que trabalhava na equipe Portuguesa. Em meados de 1968 começou-se a ter uma evolução maior no aspecto científico do treinamento pela atualização e estudo de nossos profissionais na Europa (BARROS, 1990).

7 7 E logo depois, em 1970, a Seleção Brasileira iniciou uma fase científica do treinamento físico no futebol do Brasil, transmitindo assim seus conhecimentos para os clubes brasileiros. De acordo com Rigo (1977), enfatiza que até 1970, ano em que o Brasil conquistou o tricampeonato, poucos eram os clubes no país que faziam uma preparação física e bem menor era o número de equipes que utilizavam métodos modernos e científicos. Estudos realizados por Knowles e Brooke citado por Barbanti (1996), comprovam que durante a década de 1970, existia uma preocupação e um interesse com a investigação científica no futebol com o intuito de auxiliar a preparação física dos atletas, determinando os sistemas energéticos que predominavam no esporte, através de uma análise de movimento realizada durante as partidas de futebol. Estudos semelhantes foram realizados por Brodie ECT et al., durante os anos de Hoje em dia, não há dúvida sobre a importância da preparação física para um clube de futebol. O preparador físico deve estar sempre presente em todas as equipes, oferecendo seu trabalho científico, mas não esquecendo que não somente na categoria profissional, mas também nas categorias de base, pois existem diferentes capacidades físicas entre eles e treinamentos com intensidades e cargas variáveis para cada faixa etária. Para Cunha (2005) o futebol é uma das modalidades esportivas que apresenta a maior dificuldade para a sua caracterização com relação ao esforço físico requerido apresentando características particulares em cada movimento. O futebol é um jogo extremamente complexo do ponto de vista fisiológico, com ações específicas que evidenciam um tipo específico de esforço de grande diversidade e que, em termos metabólicos, utiliza-se de fontes energéticas claramente distintas. Então o jogador de futebol, dada à natureza intermitente do seu esforço e ampla faixa de intensidades que o caracteriza, tende privilegiar no seu treino aspectos tão distintos como o desenvolvimento da força explosiva, da velocidade, da resistência anaeróbia e da resistência aeróbia (SANTOS; SOARES, 2001). Barbanti (1996) define que o futebol é uma modalidade esportiva intermitente, com constantes mudanças de atividades, além das mudanças entre repouso e períodos de baixa e alta intensidade, variam com a forma individual de jogar; esta se

8 8 encontra intimamente ligada com a posição do jogador em campo. A imprevisibilidade dos acontecimentos e ações durante uma partida exige que os atletas estejam preparados para reagir aos mais diferentes estímulos, da maneira mais eficiente possível. Existem características fisiológicas específicas para o futebol, as posições também apresentam características e demandas fisiológicas diferenciadas que variam com a taxa de trabalho de cada posição (BARBANTI, 1996). De acordo com Barros Neto (2002) não há apenas um modelo de desempenho atlético que sirva para descrever as ações em campo de típico jogador de futebol, mas sim vários modelos, com características bem distintas conforme a posição em que o esportista atua. A especificidade crescente das tarefas executadas em cada função do futebol moderno: atacantes, meio-de-campo com funções ofensivas, volantes com ações mais defensivas, lateral que cobre um dos lados do campo, zagueiro e goleiro, requer jogadores com qualidades físicas nitidamente diferentes. Segundo Balikian et al. (2002) o deslocamento dos jogadores durante as partidas é determinado pelo sistema tático da equipe e posicionamento do jogador em campo, sugerindo que dependendo da função tática que exerce no time, cada jogador possui um nível de solicitação metabólica, que conseqüentemente gera adaptações diferenciadas nos processos de produção de energia. Para Santos Filho (2002) as características próprias do futebol, apresentam um nível heterogêneo das capacidades físicas e da tipologia física de cada jogador variando conforme cada posição no jogo, como goleiros e os zagueiros que geralmente são mais altos do que os jogadores de outras posições. Santos Filho (2002) define que cada posição possui suas características diferentes: físicas, técnicas, táticas e psicológicas (Tabela 1).

9 9 Tabela 1 - Dados referentes às características específicas dos jogadores (adaptada de Santos Filho, 2002). Posições Goleiro Lateral Meia Zagueiro Atacante Elasticidade, flexibilidade, resistência, equilíbrio, coordenação, velocidade de reação e agilidade Resistência, velocidade, coordenação e agilidade Características Físicas Técnicas Táticas Psicológicas Visão panorâmica, Posicionamento, Liderança, firmeza, habilidade comando, coragem, com a bola, caídas, entrosamento com concentração, rolamentos, os companheiros, responsabilidade, recuperação e reposição de bola atenção, reposição de bola em tiros de meta ou determinação, com as mãos e pés com a bola em jogo tranqüilidade e Resistência aeróbia, força, coordenação, agilidade e velocidade de reação Resistência, força, coordenação, flexibilidade, impulsão e agilidade Força, resistência, impulsão, agilidade, coordenação e velocidade de reação Desarme antecipação, domínio de bola, domínio de espaços, precisão, nos passe e cruzamentos e recuperação Desarme antecipação, recuperação, habilidade com a bola, visão panorâmica e de profundidade, drible ofensivo, passe, sentido de penetração e de cobertura Cabeceio, manejo de bola, antecipação, desarme e entrega de bola Manejo de bola, cabeceio, drible em profundidade, penetração, finalização e visão panorâmica Entrosamento com os companheiros, noção de cobertura e colocação Entrosamento com os companheiros, visão de jogo, domínio de ataque e defesa, sentido de penetração e cobertura Entrosamento com os companheiros, sentido de cobertura e domínio de espaço Colocação, entrosamento com os companheiros, noções de impedimento e criação de espaços, movimentação e finalização confiança Coragem, determinação, agressividade, iniciativa e o controle emocional Combatividade, determinação, poder de decisão, coragem e persistência Liderança, determinação, coragem, maturidade, tranqüilidade, controle emocional e decisão Coragem, agressividade, personalidade, iniciativa, determinação e decisão

10 10 DISCUSSÃO DAS INFORMAÇÕES A capacidade aeróbia consiste em captar, transportar e utilizar o oxigênio do ar, para realizar as reações bioquímicas necessárias para a produção de energia, tendo como indicador o consumo máximo de oxigênio (Mcardle et al., 2003). Segundo Cunha (2005), a principal via metabólica utilizada durante a prática do futebol competitivo é a aeróbia, e as respostas são em geral análogas às encontradas nos exercícios de endurance, [...]. É necessário treinar a capacidade de resistência aeróbia para que os jogadores possam se movimentar durante 90 min. do jogo, com períodos de movimentos de alta intensidade, como aceleração em pequenas distância. Campeiz (2004) afirma que a produção de energia proveniente do sistema aeróbio, parece suprir de 80 a 90% da demanda energética utilizada em uma partida de futebol, sendo que essa porcentagem pode sofrer alterações dependendo das funções exercidas em campo. Balikian et al. (2002) realizou um estudo sobre as diferenças significativas nos valores referentes à capacidade aeróbia e anaeróbia dos jogadores de diferentes posições no futebol. Os jogadores demonstram níveis de condicionamento aeróbio distintos através do teste de VO 2 máx (figura 1). Os valores dos goleiros mostram a média de 52,68 ml.kg -1.min -1, comparando com outras posições como zagueiros de 60,28 ml.kg -1.min -1, laterais de 61,12 ml.kg -1.min -1, meio-campistas de 61,01 ml.kg -1.min -1 e atacantes de 59,94 ml.kg -1.min -1.

11 11 Figura 1 - VO 2 máx de cada posição (Balikian et al., 2002) Os goleiros demonstraram valores menores no condicionamento anaeróbio com 12,66 Km.h, os demais grupos apresentaram como laterais têm a maior média dos valores com 14,33Km.h, seguindo meio-campistas 14,11 Km.h, atacantes 13,23 Km.h e zagueiros 13,15 Km.h (figura 2). Figura 2 - Limiar anaeróbio de cada posição (Balikian et al., 2002)

12 12 Nos resultados apresentados, os meio-campistas apresentam os valores maiores na potência aeróbia do que outras posições como atacantes, zagueiros e goleiros devido à função que exige mais percorrer a cerca de 12 km em uma partida de futebol. As exigências de suas funções dos jogadores no campo mostram diferentes valores nos condicionamentos aeróbios. Já que na potência anaeróbia, os resultados encontrados são contrários, os campistas representam os valores menores do que outras posições, principalmente goleiros porque a distância média total percorrida dos goleiros são inferiores, mas necessitam as valências físicas específicas, enfatizando a necessidade dos jogadores possuírem uma boa preparação anaeróbia como: força explosiva (rápida), chute, salto, arremesso com uma mão, soque, equilíbrio, coordenação, e força de resistência. Prado et al. (2006) relata os valores relacionados aos dados antropométricos e de composição corporal dos jogadores nas distintas posições no futebol de campo (Tabela 2). O estudo mostra diferenças nas características antropométricas e na composição corporal dos atletas em diferentes posições, os goleiros mostram os maiores valores médios entre eles devido a sua função no campo. Na avaliação de antropometria, a estatura dos goleiros tem a maior média com 1,88 metros, seguidos pelos zaqueiros 1,83 metros, laterais 1,75 metros, meias 1,76 metros e atacantes 1,77 metros. Na composição corporal, os valores da massa corporal dos goleiros e zagueiros foram os maiores do que os das outras posições. Os goleiros e zagueiros obtiveram valores de 83,9 kg, laterais 69,7 kg, meias 70,8 kg e atacantes 72,5 kg.

13 13 Tabela 2 - Dados referentes às características de jogadores de diferentes posições (Prado et al., 2006) Posições Estatura MC % Gordura Massa Massa gorda magra Goleiros 1,88 m 83,9 kg 12,47 10,60 Kg 74,18 Zagueiros 1,83 m 83,9 kg 11,59 8,38 Kg 69,07 Laterais 1,75 m 69,7 kg 11,19 8,26 Kg 62,41 Meias 1,76 m 70,8 kg 11,53 8,05Kg 62,41 Atacantes 1,77 m 72,5 kg 11,47 8,14 Kg 64,01 CONCLUSÃO Com base em dados pesquisados, podemos concluir que os futebolistas de diferentes posições, possuem suas próprias características físicas por motivo das exigências de cada função durante as partidas, pois as características dos jogadores estão intimamente ligadas à suas ações em campo. A preparação física no futebol de campo vem evoluindo a cada vez mais, e um programa de treinamento físico bem planejado, respeitando diferentes comportamentos fisiológicos de cada posição poderá influenciar positivamente no resultado dos jogos. Este estudo pode servir para avaliação física, prescrição e aplicação de treinamento físico específico para atletas, respeitando a individualidade biológica de cada jogador e diferenciado por posição, buscando então um maior aperfeiçoamento físico para o alto rendimento de cada jogador. ABSTRACT The soccer physical training is implanted in any activity in reference to physical, technique, tactic and even reestablishment training for athletes, accordingly,

14 14 one of the most important for structure a soccer team. The soccer players of different positions have own physical characteristics due to specific requirements of each function during a match because are connected to your actions in field. The method used in this study was a bibliographic revision. In studies researched the players demonstrated distinct levels of aerobic conditioning, the values of the goalkeepers showed an average of 52,68 ml.kg -1.min -1, compared to others positions as defenders of 60,28 ml.kg -1.min -1, laterals of 61,12 ml.kg -1.min -1, central midfielders of 61,01 ml.kg -1.min -1 and forwards of 59,94 ml.kg -1.min -1. In results presented, the central midfielders showed higher values in aerobic potential than others positions as forwards, defenders and goalkeepers due to your positions require that total distance covered is about 12 km in a soccer competition. The requirements of your function in field showed different values in aerobic conditioning. The physical training in field soccer comes developing more and more, a well-designed physical training program, respecting different physiological responses of each position will be able to positively influence the game result. Keyword: Soccer. Physical Training. Different Positions.

15 15 REFERÊNCIAS AMARAL, Paulo. Entrevista no site da CBF News, 08/08/ h45. Disponível em Acessado em 08/08/2006. BALIKIAN, P. et al., Consumo maximo de oxigênio e limiar anaeróbio de jogadores de futebol: comparação entre as diferentes posições. Niterói: Revista brasileira de medicina do esporte, 2002 BARBANTI, V. J. Treinamento físico: bases cientificas. 3ª edição. São Paulo: CLR Balieiro, BARBANTI, V. J., Dicionário de Educação Física e Esporte. 2. ed. Barueri: Manole, BARROS NETO, T. L., Boleiros sob medida. São Paulo: Revista de pesquisa FAPESP, CUNHA, F. A., Evolução da preparação física para o futebol no Brasil, Disponível em http//www.cdof.com.br. Acessado em 04/06/2010. LOPES, A.; PIMENTA, E., Preparação Física e Musculação nas Categorias de Base do Futebol, Viçosa/MG: BD Empreendimentos Ltda., 2003 MCARDLE, W. D. et al., Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, PRADO, W.L. et al., Perfil antropométrico e ingestão de macronutrientes em atletas profissionais brasileiros de futebol, de acordo com suas posições. Vol. 12. São Paulo: Revista brasileira de medicina do esporte, SANTOS FILHO, J. L. A., Manual do Futebol. São Paulo: Phorte Editora, SANTOS NETO, J. M. Visão do Jogo: primórdios do futebol no Brasil. São Paulo: Cosac & Naify, 2000.

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