RELATOS DE EXPERIÊNCIAS OUVIDORIA DA SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES DA PRESIDÊNCIA DA

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1 RELATOS DE EXPERIÊNCIAS OUVIDORIA DA SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

2 OUVIDORIA/OMBUDSMAN A FUNÇÃO DE OUVIDORIA USUALMENTE EMPREGADA PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA CORRESPONDE À DO OMBUDSMAN. ATUA POR MEIO DE ÓRGÃOS INTEGRANTES DA ADMINISTRAÇÃO (EXECUTIVO, LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO)

3 PACTO FEDERATIVO O ESTADO FEDERAL É O MODELO ADOTADO PELO BRASIL. ESTE MODELO VISA A MELHOR GERÊNCIA DA RES PUBLICA (COISA PÚBLICA), ATRAVÉS DA REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS LATO SENSU (ABRANGENTE). O PACTO FEDERATIVO BRASILEIRO É COMPOSTO PELA UNIÃO, ESTADOS, MUNICIPIOS E O DISTRITO FEDERAL, OS QUAIS POSSUEM AUTONOMIA PARA A AUTO-ORGANIZAÇÃO E LEGISLAÇÃO CONDICIONADA À SUPREMACIA CONSTITUCIONAL. OS PODERES LEGISLATIVO, EXECUTIVO E JUDICIÁRIO SÃO INDEPENDENTES E HARMÔNICOS ENTRE SI.

4 O BRASIL POSSUI HOJE CERCA DE 183,9 MILHÕES DE HABITANTES, DISTRIBUÍDOS EM 27 ESTADOS E MUNICÍPIOS. A INVESTIGAÇÃO E PUNIÇÃO DE GRANDE PARTE DAS VIOLAÇÕES DE DIREITOS HUMANOS SÃO MATÉRIAS DE ALÇADA ESTADUAL, AINDA QUE UMA DAS HIPÓTESES ADMITIDAS NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL PARA A INTERVENÇÃO NOS ESTADOS SEJA A NECESSIDADE DE ASSEGURAR A OBSERVÂNCIA DOS DIREITOS DA PESSOA HUMANA.

5 OUVIDORIA GERAL DA UNIÃO O PODER EXECUTIVO FEDERAL, CONSCIENTIZANDO-SE DA IMPORTÂNCIA DO TEMA DE OUVIDORIA, CRIOU EM 2003 A OUVIDORIA-GERAL DA UNIÃO, ÓRGÃO INTEGRANTE DA ESTRUTURA DA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO VINCULADO À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, E QUE TEM POR ATRIBUIÇÃO COORDENAR TECNICAMENTE O SEGMENTO DE OUVIDORIAS DO PODER EXECUTIVO FEDERAL E EXAMINAR MANIFESTAÇÔES REFERENTES À PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS PELOS ÓRGÃOS E ENTIDADES DO PODER EXECUTIVO FEDERAL.

6 UNIDADES DE OUVIDORIA NO PODER EXECUTIVO ATENDEM CERCA DE 3 MILHÕES DE MANIFESTAÇÕES POR ANO.

7 OUVIDORIA PÚBLICA INSTITUIÇÃO QUE AUXILIA O CIDADÃO EM SUAS RELAÇÕES COM O ESTADO. FUNCIONA COMO UM CANAL DE COMUNICAÇÃO DIRETO ENTRE O CIDADÃO E O ESTADO, PERMITINDO SUA PARTICIPAÇÃO NO CONTROLE DE QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELA ADMINISTRAÇÃO.

8 DISCRIMINAÇÃO E VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES DESDE O NASCIMENTO ATÉ A MORTE, TANTO EM TEMPOS DE PAZ COMO DE GUERRA, AS MULHERES ENFRENTAM A DISCRIMINAÇÃO E A VIOLÊNCIA NAS MÃOS DO ESTADO, DA COMUNIDADE E DA FAMÍLIA. CADA ANO MILHÕES DE MULHERES SOFREM VIOLAÇÕES NAS MÃOS DE SEUS PARCEIROS, FAMILIARES, AMIGOS, DESCONHECIDOS, EMPREGADORES, COLEGAS DE TRABALHO, AGENTES DA SEGURANÇA E SOLDADOS.

9 A VIOLÊNCIA PRATICADA CONTRA MULHERES CONSTITUI-SE EM UMA DAS PRINCIPAIS FORMAS DE VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS, ATINGINDO-AS EM SEUS DIREITOS À VIDA, À SAÚDE E À INTEGRIDADE FÍSICA. SEGUNDO A ONU, A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NA FAMÍLIA É UMA DAS FORMAS MAIS INSIDIOSAS DE VIOLÊNCIA DIRIGIDA À MULHER,REPRESENTA A PRINCIPAL CAUSA DE LESÕES EM MULHERES ENTRE 15 E 44 ANOS NO MUNDO E COMPROMETE 14,6% DO PRODUTO INTERNO BRUTO (PIB) DA AMÉRICA LATINA, CERCA US$ 170 BILHÕES. NO BRASIL, A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CUSTA AO PAÍS CERCA DE10,5% DO SEU PIB.

10 HOMENS E MULHERES SÃO ATINGIDOS PELA VIOLÊNCIA DE MANEIRA DIFERENCIADA. ENQUANTO OS HOMENS TENDEM A SER VÍTIMAS DE UMA VIOLÊNCIA PREDOMINANTEMENTE PRATICADA NO ESPAÇO PÚBLICO, AS MULHERES SOFREM COTIDIANAMENTE COM UM FENÔMENO QUE SE MANIFESTA DENTRO DE SEUS PRÓPRIOS LARES, NA GRANDE PARTE DAS VEZES PRATICADO POR SEUS COMPANHEIROS.

11 A CULTURA MACHISTA, PATRIARCAL, DISCRIMINATÓRIA E EXCLUDENTE CRIA E RECRIA A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER AINDA NOS DIAS DE HOJE, E SE MANIFESTA DE MUITAS MANEIRAS: ESPANCAMENTOS, AMEAÇAS, INSULTOS, ESTUPROS, ASSÉDIOS, ASSASSINATOS, MAS TAMBÉM EM FORMAS SUTIS DE DESQUALIFICAÇÃO DAS MULHERES, COMO ALGUÉM DIZ QUE UMA MULHER É BOA PROFISSIONAL, APESAR DE SER MULHER. PARA ENFRENTAR TAIS SITUAÇÕES, É NECESSÁRIO QUE O ESTADO BRASILEIRO ADOTE POLÍTICAS DE CARÁTER UNIVERSAL, ACESSÍVEIS A TODAS AS MULHERES, QUE ENGLOBEM AS DIFERENTES MODALIDADES PELAS QUAIS ELA POSSA SE EXPRESSAR.

12 SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES A SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES (SPM) DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA FOI CRIADA EM 1 DE JANEIRO DE 2003, PELA LEI /03, COM STATUS MINISTERIAL. A SPM TEM COMO PRINCIPAL FINALIDADE ASSESSORAR DIRETA E INDIRETAMENTE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA NA FORMULAÇÃO, COORDENAÇÃO E ARTICULAÇÃO DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES, DE MODO A GARANTIR QUE A PERSPECTIVA DE GÊNERO ESTEJA PRESENTE TRANSVERSALMENTE NOS DIFERENTES SETORES QUE ATUEM NO INTERESSE DA CONSTRUÇÃO DA DEMOCRACIA E DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL.

13 OUVIDORIA DA MULHER CRIADA PELO DECRETO N 4.625, DE 21 DE MARÇO DE 2003, PARA SER O CANAL ESTRATÉGICO DE ACESSO E DIÁLOGO ENTRE A MULHER BRASILEIRA E A SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES. AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA OUVIDORIA NO ATENDIMENTO DAS DEMANDAS CONSISTEM, SOBRETUDO, NA BUSCA DE SOLUÇÕES JUNTO AOS DEMAIS ÓRGÃOS NO ACOMPANHAMENTO E ENCAMINHAMENTO DAS DENÚNCIAS, NA OFERTA DE INFORMAÇÕES E ORIENTAÇÕES AOS DIVERSOS DEMANDANTES DA OUVIDORIA E NO FORTALECIMENTO DO PAPEL INSTITUCIONAL DA SPM.

14 PAPEL DA OUVIDORIA DA SPM: SER UM NOVO ESPAÇO INSTITUCIONAL REPRESENTATIVO DAS MULHERES, QUE APRESENTAM DEMANDAS NO ÂMBITO DA SPM; CONTRIBUIR PARA A PROMOÇÃO, DEFESA E VALORIZAÇÃO DOS SEUS DIREITOS HUMANOS, ENQUANTO INSTRUMENTO DE COMBATE À EXCLUSÃO, À DESIGUALDADE E A DESAGREGAÇÃO SOCIAL. CONHECER AS QUESTÕES APRESENTADAS PELAS MULHERES, BUSCAR CONJUNTAMENTE AS SOLUÇÕES, OFERECER INFORMAÇÕES, ORIENTAÇÕES E SUGESTÕES ÀS CIDADÃS E/OU À INSTITUIÇÃO, E A PROMOÇÃO DA SATISFAÇÃO DAS DEMANDANTES. CONTRIBUIR PARA O APERFEIÇOAMENTO DAS POLÍTICAS PARA AS MULHERES E PARA O APRIMORAMENTO DA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO.

15 ATRIBUIÇÕES DA OUVIDORIA DA SPM/PR: ATENDIMENTO PERSONALIZADO DAS MULHERES COM SUAS MANIFESTAÇÕES E REPRESENTAÇÕES RELACIONADAS À DISCRIMINAÇÃO DE GÊNERO E VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES, RECEBIDAS POR S, CARTAS, FORMULÁRIO ELETRÔNICO, FAX E TELEFONE. APRECIAR E EMITIR PARECER, PROPOR A ADOÇÃO DE MEDIDAS PARA A CORREÇÃO E A PREVENÇÃO DE FALHAS E OMISSÕES INSTITUCIONAIS. ORGANIZAR E INTERPRETAR O CONJUNTO DAS DEMANDAS RECEBIDAS, ACOMPANHAR E DAR RETORNO ATÉ O SEU RESULTADO FINAL. ARTICULAR COM OUTRAS OUVIDORIAS E ÓRGÃOS PÚBLICOS.

16 DESAFIOS ENFRENTADOS: A MAGNITUDE DO FENÔMENO DA DISCRIMINAÇÃO E DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, SUA COMPLEXIDADE E FREQÜÊNCIA. A CULTURA MACHISTA INFILTRADA NOS DIVERSOS SEGUIMENTOS, E EM DIFERENTES GRAUS, PRIMANDO PELA MANUTENÇÃO DA DISCRIMINAÇÃO, DESCASO PELA SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA E RESISTÊNCIA À VALORIZAÇÃO DA MULHER. A VULNERABILIDADE DA MULHER, PRINCIPALMENTE EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA, NO TOCANTE AO ENFRENTAMENTO, BUSCA DE AJUDA E SOLUÇÃO DO PROBLEMA. INEXISTÊNCIA DE LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA ATÉ A ESCASSEZ OU MESMO AUSÊNCIA DE SERVIÇOS EQUIPADOS E DE QUALIDADE PARA O ATENDIMENTO À MULHER.

17 LEI MARIA DA PENHA (LEI /06) COÍBE A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER. ATENDE TRATADOS E CONVENÇÕES INTERNACIONAIS (CEDAW e BELÉM DO PARÁ). HOMENAGEM À FARMACÊUTICA QUE POR DUAS VEZES FOI VÍTIMA DE TENTATIVA DE ASSASSINATO PELO MARIDO. REPERCUSSÃO INTERNACIONAL (APRESENTAÇÃO DE RELATÓRIOS ONU E OEA). EX. ARGENTINA

18 CASOS CONCRETOS DA OUVIDORIA 1) VIOLÊNCIA DOMÉSTICA - LEI MARIA DA PENHA 2) CONCESSIONÁRIA 3) REVISTA DE CARROS 4) CÁRCERE PRIVADO 5) LOJAS RENNER 6) ESTUDANTE GEISY

19 OUTRO IMPORTANTE SERVIÇO DE ATENDIMENTO CRIADO PELA SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES EM 2005 FOI A CENTRAL DE ATENDIMENTO À MULHER LIGUE 180. É UM SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA QUE FUNCIONA ININTERRUPTAMENTE, 24 HORAS POR DIA, TODOS OS DIAS DA SEMANA, E A LIGAÇÃO É GRATUITA. RECEBE DENÚNCIAS OU RELATOS DE VIOLÊNCIA, PRESTA INFORMAÇÕES E REGISTRA RECLAMAÇÕES DOS SERVIÇOS PRESTADOS ÀS MULHERES. FUNCIONA INTEGRADO À OUVIDORIA DA SPM.

20 EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE ATENDIMENTOS SEMESTRE SEMESTRE º SEMESTRE 2009 INFORMAÇÃO RELATOS DE VIOLÊNCIA SERVIÇOS RECLAMAÇÃO SUGESTÃO ELOGIO TOTAL NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2009 A CENTRAL DE ATENDIMENTO À MULHER LIGUE 180 REALIZOU ATENDIMENTOS ENTRE ORIENTAÇÕES, ENCAMINHAMENTOS E REGISTROS DE ELOGIOS, SUGESTÕES, RECLAMAÇÕES E RELATOS DE VIOLÊNCIA. ESSE VALOR REPRESENTA UM AUMENTO DE 32,36% EM RELAÇÃO AO MESMO PERÍODO DO ANO ANTERIOR. O AUMENTO DO NÚMERO DE ATENDIMENTOS.

21 SOBRE OS RELATOS DE VIOLÊNCIA 93% DOS RELATOS SÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER; 67% DOS RELATOS TRAZEM O PRÓPRIO COMPANHEIRO OU CÔNJUGE COMO AUTOR DA VIOLÊNCIA; DOIS TERÇOS DAS DENUNCIANTES POSSUEM DE 1 A 3 FILHOS; EM APROXIMADAMENTE 70% DOS REGISTROS, É RELATADO QUE A FREQUENCIA COM QUE A VIOLÊNCIA OCORRE É DIÁRIA; 54% DOS AGRESSORES SÃO USUÁRIOS DE ALCOOL E/OU DROGAS E 39% NÃO UTILIZAM NEM ALCOOL NEM DROGAS; EM 22% DOS RELATOS, A DENUNCIANTE ALEGA QUE CORRE RISCO DE ESPANCAMENTO E 35% ALEGA QUE CORRE RISCO DE MORTE; DENUNCIANTE É A PRÓPRIA VÍTIMA EM 93% DOS RELATOS DE VIOLÊNCIA.

22 DELEGACIA COMUM 45% RECLAMAÇÕES 1º SEMESTRE DE 2009 DELEGACIA DA MULHER 28% % OUTROS SERVIÇOS 6% FÓRUM, JUIZADOS ESPECIALIZADOS, MINISTÉRIO PÚBLICO E DEFENSORIAS 4% NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2009 A CENTRAL RECEBEU RECLAMAÇÕES, O QUE REPRESENTA UM AUMENTO DE 184% EM RELAÇÃO AO MESMO PERÍODO DO ANO ANTERIOR. ENTRE ELAS 90,4% DIZEM RESPEITO AOS SERVIÇOS DE SEGURANÇA PÚBLICA COMO O 190 (SERVIÇO DE EMERGÊNCIA DA POLÍCIA MILITAR) COM 17%, AS DELEGACIAS DE POLÍCIA CIVIL COMUNS COM 45% E AS DELEGACIAS ESPECIALIZADAS DE ATENDIMENTO ÀS MULHERES (DEAM) COM 28%. AS RECLAMAÇÕES ESTÃO SEMPRE LIGADAS AO ATENDIMENTO INADEQUADO DE MULHERES, EM SUA MAIORIA, QUE VIVEM EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR

23 CAMPANHAS DA SPM

24 MAIS MULHERES NO PODER

25

26 OBRIGADA! ANA PAULA S. GONÇALVES OUVIDORA SECRETARIA ESPECIAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES F: (61)

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