UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA FACULDADE DE VETERINÁRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS VETERINÁRIAS

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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA FACULDADE DE VETERINÁRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS VETERINÁRIAS MÍRLEY BARBOSA DE SOUZA ULTRASSONOGRAFIA BIDIMENSIONAL E DOPPLER COMO FERRAMENTA PARA AVALIAÇÃO DE TESTÍCULOS DE CÃES SADIOS FORTALEZA 2011

2 MÍRLEY BARBOSA DE SOUZA ULTRASSONOGRAFIA BIDIMENSIONAL E DOPPLER COMO FERRAMENTA PARA AVALIAÇÃO DE TESTÍCULOS DE CÃES SADIOS Dissertação apresentada no Programa de Pós- Graduação em Ciências Veterinárias da Faculdade de Veterinária da Universidade Estadual do Ceará, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Ciências Veterinárias. Área de concentração: Reprodução e Sanidade Animal Linha de pesquisa: Reprodução de Carnívoros, Onívoros, Herbívoros e Aves. Orientadora: Profa. Dra. Lúcia Daniel Machado da Silva FORTALEZA 2011

3 S729u Souza, Mírley Barbosa de Ultrassonografia bidimensional e Doppler como ferramenta para avaliação de testículos de cães sadios / Mírley Barbosa de Souza f. : il. color., enc. ; 30 cm. Dissertação (Mestrado) Universidade Estadual do Ceará, Faculdade de Veterinária, Programa de Pós- Graduação em Ciências Veterinárias, Fortaleza, Área de Concentração: Reprodução e Sanidade Animal. Orientação: Profa. Dra. Lúcia Daniel Machado da Silva. Co-orientação: Profa. Dra. Ticiana Franco Pereira da Silva. 1. Testículo. 2. Ultrassonografia. 3. Doppler. 4. Pequeno animal cães. I. Título. CDD:

4 MÍRLEY BARBOSA DE SOUZA ULTRASSONOGRAFIA BIDIMENSIONAL E DOPPLER COMO FERRAMENTA PARA AVALIAÇÃO DE TESTÍCULOS DE CÃES SADIOS. Dissertação apresentada no Programa de Pós- Graduação em Ciências Veterinárias da Faculdade de Veterinária da Universidade Estadual do Ceará, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Ciências Veterinárias. Aprovada em: 07/12/2011 Banca Examinadora Prof a. Dra. Lúcia Daniel Machado da Silva Universidade Estadual do Ceará Orientadora Prof a. Dra. Carmen Lice Buchmann de Godoy Universidade Federal de Santa Maria Examinadora Dra. Ticiana Franco Pereira da Silva Universidade Estadual do Ceará Examinadora

5 DEDICATÓRIA Aos meus pais, Marley e Mirtes, meu irmão Marley Jr, minha irmã e companheira de todas as horas, Michele; e minhas irmãs de coração, Mila e Mel. Aos animais utilizados nesse trabalho, por ter permitido a realização desse estudo. Dedico.

6 HOMENAGEM Ao meu avô, Francisco Augusto Alves dos Santos, que partiu desse plano antes da conclusão desse trabalho, mas que até quando pôde me apoiava e se preocupava com tudo. E agora sei que acompanha a finalização do mestrado com um sorriso no rosto e música no coração.

7 AGRADECIMENTOS À Universidade Estadual do Ceará, em especial ao Programa de Pós Graduação em Ciências Veterinárias, assim como aos professores e funcionários pela oportunidade de realização de mais um degrau na minha formação profissional. À Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) pelo suporte financeiro durante o mestrado acadêmico. Aos meus pais, Carlos Marley de Souza e Maria Mirtes Barbosa de Souza, pelo apoio moral em todos os momentos de minha vida e pela confiança na minha capacidade, que são as heranças que guardarei para mim. Aos meus irmãos, Carlos Marley de Souza Júnior, que com sua experiência acadêmica pôde me transmitir dicas preciosas na realização desse trabalho e Michele Barbosa de Souza, pela paciência de aguentar as horas de estresse na finalização do trabalho. À minha orientadora, Dra. Lúcia Daniel Machado da Silva, por ter primeiramente me aceitado como membro da sua equipe e acreditado na proposta que trouxe, pela orientação durante a execução do trabalho e por servir de exemplo, não só profissional, mas principalmente exemplo de pessoa, com integridade nas atitudes e amor pelo que faz. Ao Professor Dr. Cláudio Cabral Campello, pela ajuda na análise estatística, tempo e paciência para transformar números em texto. Aos meus primos, Lucy Barbosa Alves e Rodrigo César Cavalcante Abreu, que também se dispuseram de tempo para análise estatística, além do apoio e treinamento para minhas aulas da graduação. À Dra. Ticiana Franco Pereira da Silva, pela ajuda desde o início, em me treinar para a seleção, ajudar na escrita do projeto e estar sempre disposta em contribuir tanto na parte profissional quanto no lado pessoal, mostrando caráter verdadeiramente cristão. À Médica Veterinária, MSc. Lucilma Gurgel Leite, que primeiramente me mostrou o mundo da Veterinária, para depois inspirar a paixão pela ultrassonografia e por sempre ter acreditado em mim. A Clínica Boghos Boyadjian, pela concessão de estágio.

8 Ao Médico, Dr. Francisco Nilton Medeiros, que me recebeu de braços abertos como sua estagiária, me apresentou a ultrassonografia Doppler, teve a paciência de me orientar e ensinar a interpretação dos exames realizados por ele e ainda por ter me inspirado o projeto que hoje vejo concluído. Aos membros do Laboratório de Reprodução de Carnívoros (LRC): Antônio Cavalcante Mota Filho, Barbara Sucupira Pereira, Cynthia Levi Baratta Monteiro, Carlos Henrique de Andrade Teles, Herlon Victor Rodrigues Silva, Henna Roberta Quinto, José Nicodemos Pinto, Luma Morena Passos Freire, Victor Leão Hitzschky Madeira, que se tornaram parte da minha família durante esse período, pela disposição em ajudar e contribuir para ampliar meus conhecimentos. Ao amigo Daniel Couto Uchoa, que tive o privilégio de conhecer melhor durante esse período, sempre com um sorriso no rosto e disposição para ajudar, não só pela contribuição técnica, mas por ter se tornado um amigo com quem posso contar. À colega de laboratório, que se tornou amiga e que hoje considero irmã, Cláudia da Cunha Barbosa, pelo exemplo de força e determinação, pela forma como encara a vida que servem de exemplos, pela capacidade intelectual e disposição para ajudar sempre, por revisar muitas e muitas vezes os artigos e a dissertação. Além disso, pela amiga que compartilha a praia, as farras, o pastel. Com quem ri bastante, com quem dividi as lágrimas e que estava presente quando mais precisei de apoio, seja acadêmico ou pessoal. Aos amigos da Pós-Graduação, em especial a Kaline de Medeiros Nascimento, por todas as vezes que compartilhou os estresses de mestrado e apoio durante esse período. Aos amigos Aline Colares Camurça dos Santos, Ana Paula Domingos Brito, Fabiana Vinhas Rodrigues, Tainah Pinheiro Moreira, Thiago Pinheiro de Souza, pelo apoio durante essa jornada, entendendo todas as vezes que desmarcava programas para me dedicar ao mestrado, que vibraram com as vitórias obtidas a cada passo concluído e que sei que sempre estarão comigo. À minha professora, amiga, mãe, irmã, Andrea Almeida do Amaral Cordeiro, que sorriu, chorou, vibrou, compartilhou histórias, sofreu com os prazos tanto quanto eu, que ajudou sempre que podia. Por todas as manhãs que se iniciavam com uma longa conversa ao telefone para começar o trabalho bem, por entender só pela voz que eu

9 precisava de um pouco de colo, por me incentivar a acreditar em mim, por cuidar das minhas alergias e ainda brigar quando ficava perto dos gatos, que passava o tempo comigo quando o estresse falava alto, só para me ver bem, por dividir alegrias e tristezas, enfim, por compartilhar a vida comigo, que além de tudo me emprestou seu consultório para que eu pudesse terminar de escrever com sossego. É uma pessoa mais que especial que tive a bênção e privilégio de conhecer. À minha pequena amiga, Maria Clara Cordeiro Guedes, que com apenas um sorriso e um abraço, conseguia dissipar todas as nuvens pesadas, todas as preocupações e frustrações que podiam estar comigo. Que naqueles momentos juntas, sou só a Bila, que brinca de massinha, pula, dança e desenha e em muitos momentos me salvou de somatizar o estresse do trabalho. Agradeço a todos que de forma direta ou indireta contribuíram para mais essa realização. Muito obrigada!

10 RESUMO A ultrassonografia bidimensional com Doppler permite o estudo de órgãos, como os testículos, quanto sua ecogenicidade e perfusão sanguínea. O Triplex Doppler já está bem consolidado como técnica de diagnóstico em humanos, podendo ser utilizado na identificação de infertilidade. Na Medicina Veterinária, poucos trabalhos enfocam a importância desse exame. Com isso, o presente trabalho foi dividido em duas partes e que tiveram como objetivo geral descrever os padrões ultrassonográficos dos testículos com a mensuração do volume testicular pelo modo bidimensional e por paquímetro além de utilizar a ferramenta Doppler para estudo da artéria testicular em cães sadios. Na primeira parte, foram utilizados 21 animais com peso variando de 8 a 16 Kg de diferentes raças provenientes de canil comercial e proprietários particulares. Os animais foram submetidos a uma avaliação física, exame hematológico e andrológico, sendo submetidos a 3 coletas de sêmen com intervalos de 28 dias pela técnica de manipulação digital para atestar a higidez dos mesmos. As avaliações ultrassonográficas foram realizadas com o animal em decúbito dorsal sendo primeiramente realizada a avaliação por ultrassonografia bidimensional, com varredura longitudinal e transversal, calculando o volume testicular. Já o fluxo sanguíneo foi estudado no cordão espermático e artéria testicular marginal, com a mensuração dos parâmetros dopplervelocimétricos: velocidade de pico sistólico (VPS), velocidade diastólica final (VDF), índice de pulsatilidade (IP) e resistência (IR). Já na segunda parte, foram utilizados 5 cães das raças Buldogue Francês e 5 Terrier Brasileiro, sendo realizada a mesma avaliação clínica e hematológica da primeira parte, submetidos a avaliação por ultrassonografia e paquimetria para cálculo do volume testicular. Na primera parte não foi observada diferença significativa entre as medidas de volume do testículo direito e esquerdo. Ao Doppler, foi verificado que a medida de VPS cordão espermático esquerdo foi maior que no lado direito e ainda que os parâmetros de VDF, IR e IP apresentaram diferenças quando comparado as medidas o cordão espermático e marginalmente ao testículo (p< 0,05), Na segunda parte foram observadas diferenças significativas entre os lados, com o testículo esquerdo sendo maior nas duas raças e independente da técnica, além de diferença significativa entre as duas raças, com o Buldogue Francês apresentando testículo maior que o Terrier Brasileiro, independente da técnica, com as técnicas apresentando alto índice de correlação (r= 0,9493, p< 0,0001), sendo equivalentes entre si.. Com isso, concluindo que os parâmetros dopplervelocimétricos apresentam diferença dependendo da localização em que são mensurados, sendo a velocidade diastólica final (VDF) maior na artéria marginal ao testículo e os índices de resistência (IR) e pulsatilidade (IR) maiores quando mensurados no cordão espermático. e ainda que o volume testicular varia de acordo com a raça estudada, independente da técnica empregada. De uma maneira geral, conclui-se que a ultrassonografia bidimensional com Doppler pode ser utilizada como uma ferramenta de estudo nos exames andrológicos, mas que mais pesquisas são necessárias para se entender o comportamento das enfermidades testiculares. Palavras chave: testículo, ultrassonografia, Doppler, cães.

11 ABSTRACT The color Doppler duplex ultrasound allows the study of organs such as the testes, and its echogenicity and blood perfusion. The Triplex Dopler is already well established as a diagnostic techinique in humans and can be used to identify infertility. In veterinary, few studies focus on the importance of this study. Thus, the present study was divided in two parts and aimed to describe the patters of the testes with ultrasound measurements of testicular volume by bidimensional ultrasound and caliper, besides using Doppler ultrasound to study the testicular artery in healthy dogs. In the first part, it was used 21 animals weighing 8 to 16 kg from different breeds from kennels and private owners. The animals underwent a phisical examination, blood test and andrological evaluation and then submitted to semen collection in three samples at intervals of 28 days by digital manipulation to attest the healthiness of these animals. The sonographic evaluation was performed with the animal in the supine position being achived primarily two dimensional ultrasound evaluation, with longitudinal and transverse scanning, and the calculated the testicular volume. The blood flow was studied in the spermatic cord and a marginal location of the testicular artery, with measurements of Doppler parameters: peak sistolic velocity (PSV), end-diastolic velocity (EDV), pulsatility index (PI) and resistance index (RI).In the second part, it was used 5 French Bulldogs and 5 Brazilian Terrier breeds and performed the same clinical and hematological evaluation of the first part, being submitted to evaluation by ultrasonography and pachymetry to calculate testicular volume. At the first time, there was no significant difference between the volume measurements of the left and right testicle. By Doppler evaluation, it was found that the measure of PSV in the left spermatic cord was higher than the right side and the parameters of EDV, PI and RI shwed differences when compared measures in the spermatic cord and marginally (p<0.05). In the second part, there were significant differences between the sides, with the left testicle being larger, in both breeds, regardless the techinique, and significant difference between the two breeds, with the testicular volume of the French Bulldog larger than the Brazilian Terrier, regardless the techinique, with the techiniques presenting high correlation (r=0,9493; p<0.0001), being equivalent to each other. Thus, concluding that the Doppler parameters show difference depending n they are measure, with the end-diastolic velocity (EDV) being greater when measure in the marginal artery and the resistance index (RI) and pulsatility index (PI) are greater when measure in the spermatic cord. Futhermore, the testicular volume varies according to the breed. In general, it is concluded that the Triplex Doppler ultrasound can be used as a tool in andrological examination, but more research is neededto underestandthe behavior of testicular diseases. Keywords: testicle, ultrasonography, Doppler, dogs.

12 LISTA DE FIGURAS FIGURAS Figura 1: Anatomia do testículo e visão esquemática do testículo e estruturas adjacentes Fonte: Figura 2: Anatomia do testículo. Fonte: Figura 3: Esquema representativo da vascularização testicular: artéria no cordão espermático (vermelho), marginalmente ao testículo (laranja) e intratesticulares (azul). Fonte: Pozor & McDonnel (2004). Figura 4: Corte esquemático de túbulo seminífero, evidenciando as células que dão origem aos espermatozóides. Fonte: Figura 5: Ultrassonografia bidimensional dos testículos, em projeção longitudinal (A) e transversal (B), com a visualização do mediastino testicular (seta). Fonte: Autor, 2010 Figura 6: Doppler colorido da artéria testicular canina visualizada no cordão espermático.fonte: Autor, 2010 Figura 7: Doppler colorido da artéria testicular canina visualizada marginalmente ao testículo. Fonte: Autor, 2010 Figura 8: Doppler espectral da artéria testicular canina visualizada marginalmente ao testículo. Fonte: Autor, 2010 Figura 9: Doppler espectral da artéria testicular canina visualizada no cordão espermático. Fonte: Autor, 2010 Capítulo 1 Figure 1: Two-dimensional ultrasonography of dog testicles. (A) Visualization of testicular mediastinum (arrows) in longitudinal and axial projections. (B) Testicular volume calculated using measurements of length (red dots), height (green dots), and width (blue dots). Figure 2: Canine testicular artery visualized in (A) the spermatic cord and (B) a marginal location. Figure 3: Spectral Doppler ultrasonography of the testicular artery visualized in (A) the spermatic cord and (B) a marginal location. Capítulo 2 Figura 1: Mensuração do volume testicular por paquímetro, utilizando as medidas de comprimento (A), largura (B) e espessura (C). Figura 2: Ultrassonografia bidimensional dos testículos de cães. (A) Visualização do mediastino testicular (setas) nas projeções longitudinais e transversais. Figura 3: Mensuração do volume testicular por ultrassonografia, utilizando as medidas de comprimento (pontilhado vermelho), largura (pontilhado verde) e espessura (pontilhado azul). Pág

13 LISTA DE TABELAS TABELAS: Pág. Capítulo 1 Table 1: Doppler velocimetric parameters (mean ± SE) of the testicular artery, as measured in the spermatic cord and a marginal location on the right and left sides of 21 dogs evaluated over 5 weeks. Capítulo 2 Tabela 1: Características do sêmen (Média ± EPM) dos cães da raça Buldogue Francês e Terrier Brasileiro avaliado a fresco (n=15). Tabela 2: Volume testicular (Média ± EPM) dos testículos de cães das raças Buldogue Francês e Terrier Brasileiro mensurados por ultrassonografia e por paquímetro

14 LISTA DE ABREVIATURAS ABP CAPES CBRA CNPq EDV FHS FUNCAP IR LH PI PSV UECE Proteína carreadora de andrógenos Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Colégio Brasileiro de Reprodução Animal Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico End-diastolic velocity Hormônio folículo estimulante Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico Resistance index Hormônio luteinizante Pulsatility index Peak systolic velocity Universidade Estadual do Ceará

15 SUMÁRIO Pág. 1. INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA 2.1. Sistema reprodutor masculino canino Anatomia Fisiologia Princípios físicos da ultrassonografia bidimensional e Doppler Ultrassonografia bidimensional dos testículos Ultrassonografia Doppler dos testículos JUSTIFICATIVA HIPÓTESES CIENTÍFICAS OBJETIVOS 5.1. Objetivo geral Objetivos específicos CAPÍTULO CAPÍTULO CONCLUSÕES PERSPECTIVAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICES... 76

16 INTRODUÇÃO O estudo ultrassonográfico tornou-se um procedimento comum de diagnóstico por imagem. Os benefícios da ultrassonografia para o diagnóstico veterinário são inúmeros, sendo considerado um procedimento seguro para o paciente, podendo ser realizado sem restrições de segurança (KING, 2006). A partir da década de 80 ocorreu uma popularização e difusão do exame ultrassonográfico e atualmente, tem-se enfocado seu uso da ultrassonografia na reprodução animal. Algumas considerações sobre a aplicação do estudo da biologia reprodutiva dos animais domésticos indicam que mais de 90% desses estudos tem sido direcionado para a fisiologia reprodutiva. Pela complexidade da reprodução e da anatomia interna do sistema reprodutor feminino, a maior parte das pesquisas realizadas se relacionam mais às fêmeas. Porém, existem aspectos a serem estudados e compreendidos acerca da fisiologia da reprodução em machos (HAHN et al., 1999). A ultrassonografia com mapeamento Doppler vem sendo usada amplamente nos diagnósticos por imagem para abordagem de exames abdominais, pélvicos e reprodutivos (RUBENS et al., 2006). A ultrassonografia Doppler Duplex envolve o uso simultâneo da ultrassonografia bidimensional e do Doppler em ondas pulsadas, o que permite a obtenção de informações anatômicas com imagens em tempo real e informações funcionais a respeito do fluxo sanguíneo (NYLAND & MATTON, 2004; CARVALHO & ADDAD, 2009). O recurso Doppler é uma ferramenta disponível atualmente, com tecnologia relativamente nova na Medicina Veterinária, sendo introduzido na rotina dos exames em pequenos animais. Em cães, esse recurso vem sendo utilizado no estudo da medicina interna, com caracterização da hemodinâmica de grandes vasos e de vasos periféricos de diversos órgãos (CARVALHO & ADDAD, 2009). O estudo ultrassonográfico com a ferramenta de Doppler colorido e pulsado dos testículos tornou-se importante, pois é possível o estudo das características de ecogenicidade e conformação do órgão, observando o aparecimento de doenças inflamatórias ou neoplásicas, além de ser útil no diagnóstico de torção testicular em cães, que podem levar a problemas de fertilidade (NYLAND & MATTON, 2004).

17 A utilização crescente de cães para a reprodução e seleção dos melhores machos para a transmissão de suas características para a prole requer a necessidade de realização de exames completos que atestem a sanidade desses animais (DAVIDSON & BAKER, 2009). A ultrassonografia Duplex Doppler é um dos recursos de avaliação disponíveis, mas seu uso exige um conhecimento das características da técnica para um bom aproveitamento do exame (BLAVIAS & BRANNAM, 2004; NYLAND & MATTON, 2004).Além disso, é importante que se conheça a hemodinâmica normal da artéria testicular a fim de se detectar mais precocemente possíveis alterações que possam ocorrer nessa área. Para uma melhor compreensão do presente trabalho, far-se-á uma revisão de literatura, enfocando os principais aspectos referentes à anatomia e fisiologia do sistema reprodutor do macho canino bem como a técnica de ultrassonografia bidimensional e Doppler no estudo testicular de cães.

18 REVISÃO DE LITERATURA 2.1. SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO CANINO Anatomia O trato reprodutivo do canino macho consiste em órgãos que incluem o escroto, os dois testículos, epidídimos, ductos deferentes, o cordão espermático, a próstata, o pênis, e a uretra (DAVIDSON & BAKER, 2009). Os testículos dos mamíferos domésticos localizam-se fora do abdômen e estão contidos dentro do escroto, que é uma estrutura semelhante a uma bolsa derivada da pele e fáscia da parede abdominal (HAFEZ, 2004). O escroto está situado aproximadamente na metade do trajeto entre a região inguinal e o ânus. É uma bolsa membranosa dividida por um septo mediano em duas cavidades, cada uma das quais é ocupada pelo testículo, epidídimo e a parte distal do cordão espermático (GETTY, 1981; DOGRA et al., 2003). Os testículos são relativamente pequenos e possuem um formato redondo ovalado, cobertos por tecido conjuntivo, a túnica albugínea, que se prolifera ao interior dos testículos, formando o mediastino testicular, que é bem desenvolvido. A partir do mediastino, numerosos septos se estendem pelo testículo e o dividem em lóbulos incompletos, compostos por de 1 a 3 túbulos seminíferos (Figura 1) (DOGRA et al., 2003). Nos túbulos seminíferos estão contidas as células de Sertoli e vários tipos celulares envolvidos com a produção de espermatozóides. Esses túbulos formam um sistema coletor que, por sua vez, formam uma rede testicular, localizada no mediastino. A rede testicular drena nos ductos eferentes, que se unem para formar a cabeça do epidídimo (Figura 2) (GETTY, 1981; NYLAND & MATTON, 2004).

19 Figura 1: Anatomia do testículo e visão esquemática do testículo e estruturas adjacentes Fonte: Figura 2: Anatomia do testículo Fonte:

20 O epidídimo é relativamente largo no cão e é constituído por uma estrutura alongada composta por um tubo longo e contorcido. Ele tem início na parte cranial do testículo e está posicionado ao longo da borda testicular (DAVIDSON & BAKER, 2009). Os testículos e epidídimo são supridos com o sangue da artéria testicular, que se origina da aorta dorsal próximo ao local de origem embrionária dos testículos. A artéria pudenda interna supre a genitália e seus ramos deixam a pelve no arco isquiático para suprir o pênis. A artéria pudenda externa deixa a cavidade abdominal pelo canal inguinal para irrigar pênis, escroto e prepúcio (HAFEZ, 2004). A artéria testicular direita e esquerda são ramos da aorta abdominal, surgindo distalmente às artérias renais, promovendo assim a vascularização primária dos testículos (DOGRA et al., 2003). O cordão espermático tem início do canal inguinal profundo, onde suas partes constituintes se reúnem e estendem-se obliqua e ventralmente através do canal inguinal. É constituído pela artéria testicular, as veias testiculares que formam o plexo pampiniforme ao redor da artéria, os vasos linfáticos que acompanham as veias, o plexo testicular de nervos autônomos, que correm com a artéria, o ducto deferente, feixes de tecido muscular liso ao redor dos vasos e a camada visceral da túnica vaginal (GETTY, 1981). Após entrar no cordão espermático, a artéria testicular continua seguindo a superfície posterior do testículo, penetrando na túnica albugínea onde se forma a artéria capsular que corre marginalmente ao testículo. Ramos da artéria marginal surgem levando suprimento sanguíneo em direção ao mediastino, onde se dividem formando ramos que carreiam sangue para o interior dos testículos (Figura 3) (DOGRA et al., 2003).

21 Figura 3: Esquema representativo da vascularização testicular: artéria no cordão espermático (vermelho), marginalmente ao testículo (laranja) e intratesticulares (azul). Fonte: Pozor & McDonnel (2004). A próstata nos caninos é bem desenvolvida e circunda a uretra pélvica. É limitada cranialmente pela bexiga, ventralmente pelo assoalho pélvico e parede abdominal e dorsalmente pelo reto. O suprimento de sangue da próstata ocorre por duas artérias prostáticas localizadas dorsalmente, originárias das artérias pudendas internas e a drenagem venosa é realizada pelas veias prostáticas e uretrais para o interior das veias ilíacas internas (NYLAND & MATTON, 2004). O pênis canino é uma estrutura altamente vascularizada. É composta de várias partes, incluindo a base, corpo e porção distal ou glande peniana (DAVIDSON & BAKER, 2009) Fisiologia O sistema reprodutor do macho é constituído de diversos órgãos peculiares que atuam em conjunto para produzir espermatozóides e liberá-los no sistema reprodutivo da fêmea. Esse esforço conjunto envolve tanto o sistema neuroendócrino (hipotálamo e hipófise anterior) quanto o genital. O testículo é o órgão mais importante do sistema reprodutor masculino. Entretanto, todas as funções testiculares são profundamente

22 influenciadas pelo sistema neuroendócrino. As gônadas do macho têm duas funções principais: a primeira, de produzir células germinais, os espermatozóides; e a segunda, de produzir andrógenos e outros hormônios, que dão ao indivíduo as características que incluem o impulso e os meios para liberar as células germinais para a fêmea. Essas duas funções são processadas nos túbulos seminíferos dos testículos e pelas células de Leydig, respectivamente (SWENSON & REECE, 1996; CUNNINGHAM, 1999). Considera-se que o testículo tem três compartimentos. O compartimento de tecido intersticial, que contém as células de Leydig e os outros dois situam-se dentro dos túbulos seminíferos. Nos mamíferos domésticos a função testicular normal, sobretudo a espermatogênese normal, é dependente da temperatura e requer um ambiente cuja temperatura seja mais baixa que a corporal central, por isso os testículos se localizam fora da cavidade abdominal, ou seja, no escroto (CUNNINGHAM, 1999). Além dos testículos, epidídimo e do sistema de ductos que transportam os espermatozóides para o exterior do animal, o sistema reprodutor masculino é composto de várias glândulas que adicionam suas secreções aos espermatozóides no momento da ejaculação (SWENSON & REECE, 1996). A única glândula comum a todos os mamíferos é a próstata, sendo essa a única glândula acessória presente no cão (HAFEZ, 2004). Essa glândula tem como função fornecer veículo líquido para o transporte de espermatozóides, além de fornecer um meio ambiente nutritivo e ionicamente balanceado que contribui para a sobrevivência dos espermatozóides dentro do trato reprodutivo da fêmea (HAFEZ, 2004). A espermatogênese indica o processo evolutivo que envolve a transformação de espermatogônia em espermatozóide. O processo se inicia na parede dos túbulos seminíferos, que é revestida por espermatogônias e termina com a liberação de espermatozóides maduros no lúmen dos túbulos seminíferos. (Figura 4). As células germinativas sofrem uma série de divisões celulares e modificações de desenvolvimento, começando na periferia e progredindo em direção ao lúmen tubular. As espermatogônias dividem-se por várias vezes antes de se formarem espermatócitos. Essa série de divisões celulares é denominada de espermatogênese (SWENSON & REECE, 1996). As células haplóides resultantes são denominadas de espermatócitos II e após mais uma divisão mitótica, originam-se as espermátides. Essas espermátides sofrem

23 progressivas modificações estruturais e de desenvolvimento, dando origem aos espermatozóides. Essas modificações são conhecidas por espermiogênese (HAFEZ, 2004). A espermatogênese é iniciada no mesmo ponto da célula a intervalos regulares, sendo o intervalo designado como ciclo espermatogênico. Cada espermatogônia que substitui a célula-mãe começa a se dividir a intervalos de tempo que são característicos de cada espécie. Há uma relação entre a duração do ciclo espermatogênico e a espermatogênese, pois a espermatogênese é aproximadamente quatro vezes a duração do ciclo espermatogênico. O tempo que leva para cada célula atravessar a fase do ciclo difere entre as espécies, embora o processo seja uniforme quando dentro de uma espécie (SWENSON & REECE, 1996; HAFEZ, 2004). Figura 4: Corte esquemático de túbulo seminífero, evidenciando as células que dão origem aos espermatozóides. Fonte: A função testicular normal requer estímulo hormonal das gonadotrofinas hipofisárias, que por sua vez são controladas pela secreção pulsátil do hormônio liberador de gonadotrofinas do hipotálamo. Os testículos não apenas produzem o principal andrógeno, a testosterona, como também uma série de hormônios esteróides relacionados (HAFEZ, 2004).

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