UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE UNIVALE FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACS CURSO DE NUTRIÇÃO. Amanda Damázio Cabral. Ana Clara de Alvarenga Morais

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1 UNIVERSIDADE VALE DO RIO DOCE UNIVALE FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACS CURSO DE NUTRIÇÃO Amanda Damázio Cabral Ana Clara de Alvarenga Morais Camila Rios Assis Siqueira Carolina Trassi Costa Freitas FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA EM PACIENTES IDOSOS CADASTRADOS EM INSTITUIÇÃO PRIVADA DE MEDICINA PREVENTIVA E PROMOÇÃO À SAÚDE EM GOVERNADOR VALADARES - MINAS GERAIS. Governador Valadares 2009

2 AMANDA DAMÁZIO CABRAL ANA CLARA DE ALVARENGA MORAIS CAMILA RIOS ASSIS SIQUEIRA CAROLINA TRASSI COSTA FREITAS FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA EM PACIENTES IDOSOS CADASTRADOS EM INSTITUIÇÃO PRIVADA DE MEDICINA PREVENTIVA E PROMOÇÃO À SAÚDE EM GOVERNADOR VALADARES - MINAS GERAIS. Trabalho de conclusão de curso para obtenção do título de Bacharel em Nutrição, apresentado ao curso de Nutrição da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Vale do Rio Doce. Orientadora: Giselle Menelli Spinassé da Silva Governador Valadares 2009

3 AMANDA DAMÁZIO CABRAL ANA CLARA DE ALVARENGA MORAIS CAMILA RIOS ASSIS SIQUEIRA CAROLINA TRASSI COSTA FREITAS FATORES DE RISCO PARA SÍNDROME METABÓLICA EM PACIENTES IDOSOS CADASTRADOS EM INSTITUIÇÃO PRIVADA DE MEDICINA PREVENTIVA E PROMOÇÃO À SAÚDE EM GOVERNADOR VALADARES - MINAS GERAIS. Trabalho de conclusão de curso para obtenção do título de Bacharel em Nutrição, apresentado ao curso de Nutrição da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Vale do Rio Doce. Governador Valadares, 03 de Novembro de Banca Examinadora: Profª. Ms. Giselle Menelli Spinassé da Silva Orientadora Universidade Vale do Rio Doce Profª Regina Célia Silveira Sírio Universidade Vale do Rio Doce Profª. Enara Cristina da Silva Glória Roberto Universidade Vale do Rio Doce

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5 Dedicamos este trabalho de conclusão de curso aos nossos pais que sempre estiveram presentes nos apoiando e incentivando a nossa caminhada. Em especial, a Deus que permitiu que chegássemos até aqui nos concedendo força e proteção.

6 AGRADECIMENTOS Dedicamos primeiramente este trabalho a Deus, pela força e proteção constante, sempre se fazendo presente em nossas vidas. Sem Ele, nada seria possível e não estaríamos aqui reunidos, desfrutando, juntos, destes momentos que nos são tão importantes. Aos nossos pais pelo amor incondicional, que sempre estiveram ao nosso lado, oferecendo sempre um colo, apoio, um gesto de carinho. Agradecemos a Casa Unimed que nos acolheu e possibilitou realizar este trabalho. A nossa querida orientadora Ms. Giselle Menelli Spinassé da Silva, pelo incentivo, dedicação e empenho oferecido. Obrigada por não desistir mesmo quando as dificuldades pareciam prevalecer. Ao querido amigo e Ms. Anderson Ferreira Vilela, pela contribuição, dentro de suas áreas, para o desenvolvimento deste trabalho. Agradecemos pela disponibilidade mesmo estando longe! As amizades que conquistamos nesses 4 anos de faculdade, presente de Deus em nossas vidas! Amizades que iremos levar para vida toda! Agradecemos também a todos que fizeram parte da nossa formação e que contribuíram de alguma forma nesta longa caminhada. O nosso muito OBRIGADA!!!

7 "Não se pode trabalhar sem combustível, porque a máquina humana é igual a qualquer outra e o combustível da máquina humana é o alimento". (Josué de Castro)

8 RESUMO Introdução: A Síndrome Metabólica é definida como conjunto de sinais clínicos e/ou laboratoriais, acompanhado ou não de sintomas decorrentes de anormalidades metabólicas, nem sempre expressas clinicamente, que podem promover o desenvolvimento conjunto de hipertensão arterial, diabetes mellitus, dislipidemias e doença arterial coronariana. Objetivo: Identificar todos os pacientes idosos que apresentem fatores de risco para o desenvolvimento da Síndrome Metabólica e assim possibilitar um trabalho de prevenção. Método: Realizou-se uma pesquisa documental, cuja base populacional foi constituída por 718 pacientes idosos, maiores de 60 anos, do sexo masculino e feminino, cadastrados na Casa Unimed, projeto da UNIMED Governador Valadares Minas Gerais. Para os critérios de inclusão foram avaliados os dados desses idosos, e incluídos todos aqueles que possuíam mais de 60 anos. Para a análise e tabulação dos dados coletados utilizouse o software Microsoft Excel e o teste usado foi o de χ 2 (qui-quadrado). Resultados: Na amostra estudada 21,03% dos idosos eram do gênero masculino e 78,97% do gênero feminino. Na análise da pressão arterial sistêmica observou-se que 80,2% apresentaram pressão alta, em 16,3% a pressão arterial estava normal e apenas em 3,5% não constavam dados nos prontuários. Os dados obtidos em relação à glicemia de jejum apresentaram 39% de pacientes com níveis glicêmicos alterados, 38,9% apresentaram níveis glicêmicos normais e 22,1% não constavam dados nos prontuários. Do total dos pacientes estudados, 30,5% apresentaram índices normais de HDL, 18,8% apresentaram níveis baixos e 50,7% apresentaram valores indeterminados. Em relação aos triglicerídeos observou-se uma igualdade entre os índices normais e indeterminados, 39%. E em relação aos níveis altos de triglicerídeos encontrou-se 22% dos pacientes estudados. Verificou-se uma elevada prevalência de sobrepeso entre os pacientes idosos (46%). Foram encontrados 5,6% de pacientes com baixo peso, 27,2% com Índice de Massa Corporal (IMC) adequado e 21,3% não foi possível classificar segundo IMC por falta de dados nos prontuários. Dentre os fatores de risco observados, pode-se perceber que o fator que mais prevaleceu neste estudo foi a pressão arterial alta (80,2%), seguido de sobrepeso (46,0%), glicemia em jejum alterada (38,7%), triglicerídeos (22,0%) e por último HDL (18,8%). A porcentagem encontrada referente a nenhum fator de risco foi de 8,5%. A associação de um ou dois fatores de risco teve uma porcentagem significativa, 26,6 e 29,2%, respectivamente. Observa-se que a maioria dos idosos pertencentes a esse estudo apresentou três ou mais fatores de risco para o desenvolvimento da Síndrome Metabólica (35,7%). Conclusão: Os idosos pertencentes à Casa Unimed apresentaram risco muito alto para o desenvolvimento da Síndrome Metabólica, tendo em vista a associação de três ou mais fatores de risco em grande número de idosos. Estes achados enfatizam a necessidade de programas de saúde específicos para prevenção e controle da Síndrome Metabólica para os idosos. Palavras-chave: Síndrome metabólica. Fatores de risco. Idosos.

9 ABSTRACT Introduction: Metabolic syndrome is defined as a set of risk factors, clinical signs or laboratory, or not accompanied by symptoms arising from metabolic abnormalities are not always expressed clinically, which may promote the joint development of hypertension, diabetes mellitus, dyslipidemia and coronary artery disease. Objective: To identify all elderly patients who have risk factors for the development of metabolic syndrome and thus provide a preventative measure. Method: We conducted a documentary research, the base population consisted of 718 elderly patients over 60 years old, male and female, registered in the House Unimed, a project of UNIMED Governador Valadares - Minas Gerais. For the inclusion criteria were evaluated the data of these elderly people, and included those who had more than 60 years. For the analysis and tabulation of data collected was used Microsoft Excel software and the test used was χ2 (chi-square). Results: There were 21.03% of the subjects were male and 78.97% female. In the analysis of blood pressure showed that 80.2% had high BP, 16.3% in blood pressure was normal and only 3.5% were not included in the data records. The data obtained in relation to fasting presented 39% of patients with altered glucose levels, 38.9% had normal glucose levels and 22.1% were not included in the data records. Of the patients studied, 30.5% had normal levels of HDL, 18.8% had low and 50.7% had indeterminate values. For triglycerides showed an equality between the normal rates, uncertain, 39%. What about the high levels of triglycerides found that 22% of patients studied. There was a high prevalence of overweight among elderly patients (46%). Found 5.6% of patients were underweight, 27.2% with an appropriate BMI and 21.3% could not be classified according to BMI for lack of data in medical records. Among the risk factors observed, it can be seen that the factor that prevailed in this study was the high blood pressure (80.2%), followed by overweight (46.0%), impaired fasting glucose (38.7% ), triglycerides (22.0%) and finally HDL (18.8%). The percentage found relating to any risk factor was 8.5%. The association of one or two risk factors had a significant percentage, 26.6 and 29.2%, respectively. It is observed that most of the elderly participating in this study had three or more risk factors for the development of metabolic syndrome (35.7%). Conclusion: Older people belonged to the Unimed had very high risk for the development of MS, presenting the combination of three or more risk factors in a large number of elderly. These findings emphasized the need for specific health programs for prevention and control of metabolic syndrome for the elderly. Keywords: Metabolic syndrome. Risk factors. Elderly.

10 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 - Fatores etiológicos e mecanismos fisiopatológicos da SM 17 Gráfico 1 - Distribuição dos indivíduos cadastrados na Casa Unimed, divididos por gênero 37 Gráfico 2 Caracterização da PA em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed, divididos em gênero 39 Gráfico 3 - Caracterização da PA em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed, divididos em gênero 40 Gráfico 4 - Caracterização da glicemia em jejum em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed, divididos em gênero 41 Gráfico 5 - Caracterização da glicemia em jejum em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed, divididos em gênero 42 Gráfico 6 - Caracterização do HDL em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed, divididos em gênero 44 Gráfico 7 - Caracterização do HDL em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed, divididos em gênero 45 Gráfico 8 Caracterização de triglicerídeos em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed, divididos em gênero 46 Gráfico 9 - Caracterização de triglicerídeos em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed, divididos em gênero 47 Gráfico 10 - Classificação segundo IMC em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed, divididos em gênero 48 Gráfico 11- Classificação segundo IMC em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed, divididos em gênero 49 Gráfico 12 Associação dos fatores de risco de SM em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed 51

11 LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Definições da SM de acordo com diferentes entidades 19 Tabela 2 - Definições da SM de acordo com NCEP ATP III Tabela 3 - Distribuição dos indivíduos cadastrados na Casa Unimed, divididos por gênero 37 Tabela 4 Caracterização da PA em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed, divididos em gênero 38 Tabela 5 Caracterização da glicemia em jejum em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed, divididos em gênero 41 Tabela 6 Caracterização do HDL em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed, divididos em gênero 43 Tabela 7 Caracterização de triglicerídeos em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed, divididos em gênero 46 Tabela 8 - Classificação segundo IMC em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed, divididos em gênero 47 Tabela 9 - Associação dos fatores de risco em indivíduos idosos cadastrados na Casa Unimed 50

12 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS AACE - American Association of Clinical Endocrinologists AGL - Ácidos graxos livres ANS - Agência nacional de saúde CETP - Proteína de transferência de ésteres de colesterol DCNT - Doenças crônicas não-transmissíveis DM - Diabetes Mellitus DM 1 - Diabetes Mellitus Tipo I DM 2 - Diabetes Mellitus Tipo II GJA - Glicemia de jejum alterada HA - Hipertensão Arterial HAS - Hipertensão Arterial Sistêmica HDL - Colesterol de lipoproteínas de alta densidade HDL-c - Concentrações séricas de lipoproteína de alta densidade IDF International Diabetes Federation IMC - Índice de Massa Corporal LDL - Colesterol de lipoproteínas de baixa densidade LDL-c - Concentrações séricas de lipoproteína de baixa densidade NCEP-ATP III - National Cholesterol Education Program Panel III NHANES III - The Third National Health and Nutrition Examination Survey NO - Óxido Nítrico OMS - Organização Mundial da Saúde PA - Pressão Arterial PAS Pressão Arterial Sistêmica RI - Resistência à Insulina SM - Síndrome Metabólica TCC - Trabalho de Conclusão de Curso TDG - Tolerância diminuída à glicose TTG - Teste oral de tolerância a glicose UNIMED - Cooperativa de Trabalho Médico LTDA VLDL - Lipoproteínas de muito baixa densidade

13 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 12 2 OBJETIVOS OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS 14 3 JUSTIFICATIVA 15 4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA CARACTERIZAÇÃO DA SM E OUTRAS CONSIDERAÇÕES FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DA SM Risco Cardiovascular HA RI DM Obesidade IMC Dislipidemias DIETOTERAPIA PAPEL DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR IDOSOS PROGRAMAS DE PROMOÇÃO A SAÚDE E PREVENÇÃO DE DOENÇAS Instituição privada de medicina preventiva e promoção à saúde - Casa Unimed 32 5 METODOLOGIA PESQUISA DOCUMENTAL ANÁLISE ESTATÍSTICA 36 6 RESULTADOS E DISCUSSÃO CARACTERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO IDOSA CADASTRADA NA INSTITUIÇÃO DE MEDICINA PREVENTIVA E PROMOÇÃO A SAÚDE PA Glicemia em Jejum HDL Triglicerídeos IMC ASSOCIAÇÃO DE FATORES DE RISCO EM INDIVÍDUOS IDOSOS CADASTRADOS NA CASA UNIMED CONCLUSÃO 52 8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 53 APÊNDICE 69

14 12 1 INTRODUÇÃO As transformações ocorridas nos padrões socioeconômicos e culturais da população, a partir da segunda metade do século XX, alteraram de forma significativa o modo de vida da humanidade. Se, por um lado, houve avanços importantes que contribuíram para aumentar e melhorar a vida do homem, por outro incrementaram mudanças marcantes que influem no processo saúde-doença, tais como as alterações nos hábitos alimentares e no gasto energético relacionado às atividades diárias e atividade física (SALAROLI, et al., 2007). Além dessas, o estresse causado pela vida moderna e urbana provavelmente tem contribuído sobremaneira para o aumento da incidência de várias doenças crônicas, tais como a obesidade, o diabetes mellitus (DM) e a hipertensão arterial (HA), as quais freqüentemente cursam com alterações nas lipoproteínas plasmáticas e aumento de risco para as doenças cardiovasculares (POZZAN, et al., 2004). A simultaneidade dessas alterações, aliada a um quadro de resistência à insulina (RI), compõe a chamada SM (I Diretriz Brasileira de Diagnóstico e Tratamento da Síndrome Metabólica, 2005). A SM pode ser definida como o transtorno complexo caracterizado pelo conjunto de fatores de risco cardiovascular relacionado à deposição central de gordura e a RI. Sua associação com a doença cardiovascular é inegável, elevando a mortalidade geral em torno de 1,5 vezes e a cardiovascular 2,5 vezes (I Diretriz Brasileira de Diagnóstico e Tratamento da Síndrome Metabólica, 2005). O desenvolvimento dessa patologia em determinado indivíduo depende de uma complexa interação entre a predisposição genética e fatores ligados ao estilo de vida, como padrão dietético, sedentarismo e obesidade, o que caracteriza a natureza multifatorial da patogênese dessa doença (SALAROLI, et al., 2007). Associado a esse processo, existe ainda as transformações ocorridas no estilo de vida da humanidade incluem também a queda nas taxas de fecundidade e o aumento da expectativa de vida, levando ao o envelhecimento da população mundial, em especial o crescimento acelerado da população idosa nos países em desenvolvimento. Diante desse quadro, as operadoras de saúde iniciam um processo de mudança do foco da assistência médica, que passa a ser voltado para o desenvolvimento de programas de promoção de saúde, prevenção de doenças e

15 13 gerenciamento de pacientes crônicos, e assim diminuir o custo do tratamento desses pacientes. Com um acompanhamento preventivo, objetivando mudanças no estilo de vida, nos hábitos alimentares, no peso corporal e no controle de parâmetros clínicos e bioquímicos ligados à SM, as equipes do serviço de saúde podem proporcionar uma melhor qualidade de vida aos indivíduos com fatores de risco para essa doença. Assim, conhecer os dados coletados a partir dos prontuários de atendimento multiprofissional de pacientes inseridos na instituição Casa UNIMED desenvolvida pela UNIMED Governador Valadares torna-se essencial para o desenvolvimento deste trabalho.

16 14 2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL Identificar o percentual de todos os pacientes idosos que apresentem fatores de risco para o desenvolvimento da SM. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar os pacientes idosos, cadastrados na Casa Unimed, que apresentam um ou mais fatores de risco para o desenvolvimento da SM, como HA, DM, obesidade e dislipidemias. Analisar os resultados dos exames bioquímicos tais como: lipídios séricos (triglicerídeos e HDL), glicose sérica e pressão arterial (PA) dos pacientes através dos prontuários. Analisar as informações antropométricas dos pacientes registrados nos prontuários como peso, altura e índice de massa corporal (IMC).

17 15 3 JUSTIFICATIVA O conhecimento do conjunto dos fatores de risco que estão associadas à SM, como as doenças cardiovasculares, DM, HA, dislipidemias, são fundamentais para um melhor esclarecimento sobre a síndrome. O estudo da SM é importante para um melhor conhecimento do perfil dos idosos avaliados e dos seus respectivos fatores de risco para o desenvolvimento dessa patologia. Com isso, será possível um melhor acompanhamento da equipe do serviço de nutrição, diminuindo o custo do tratamento para a operadora de saúde, visando uma melhor qualidade de vida desses pacientes.

18 16 4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 4.1 CARACTERIZAÇÃO DA SM E OUTRAS CONSIDERAÇÕES SM é um conjunto de distúrbios metabólicos, incluindo DM (não dependente de insulina), HA, dislipidemias (triglicerídeos, colesterol de lipoproteínas de alta densidade [HDL] e colesterol de lipoproteína de baixa densidade [LDL] elevados), caracterizados pela RI. Associada à intolerância à glicose, fortemente relacionada à obesidade abdominal e fatores protrombóticos (MAHAN E ESCOTT-STUMP, 2002). Pode também ser denominada de síndrome de RI, diabesidade, síndrome X, quarteto da morte, síndrome plurimetabólica e tri-síndrome metabólica. O uso do termo SM foi recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a partir de 1999 (MEDINA, et al., 2005). A SM é definida também como conjunto de sinais clínicos e/ou laboratoriais, acompanhado ou não de sintomas decorrentes de anormalidades metabólicas, nem sempre expressas clinicamente, que podem promover o desenvolvimento conjunto de HA essencial, DM, dislipidemias e doença arterial coronariana (MEDINA, et al., 2005). Atualmente, várias organizações vêm divulgando suas próprias definições para a SM, com base, principalmente, em estudos epidemiológicos e investigações clínicas (SANTOS, et al., 2006). A definição da OMS preconiza como ponto de partida a avaliação da RI ou do distúrbio do metabolismo da glicose, o que dificulta a sua utilização (I Diretriz Brasileira de Diagnóstico e Tratamento da Síndrome Metabólica, 2005). A obesidade abdominal, associada à presença de dois ou mais componentes, é obrigatória para firmar o diagnóstico de SM de acordo com o International Diabetes Federation (IDF) (STEEMBURGO, 2007). O grupamento da obesidade tóroco-lombar, tolerância à glicose diminuída, hipertrigliceridemia e HA tem sido denominado por certos autores de o "Quarteto Mortal", que condiciona a síndrome plurimetabólica a elevado risco cardiovascular (GURRUCHAGA, 1997).

19 17 A SM abrange uma grande variedade de alterações fisiopatológicas (Quadro 1), todas de repercussões sistêmicas, acometendo os mais distintos territórios do organismo, nos quais alterações nos transportadores de glicose presentes são observadas em maior ou menor grau (MACHADO, et al., 2006). Essa doença vem tornando-se cada vez mais comum, sendo considerada um fator tão importante quanto o tabagismo no desenvolvimento de doenças cardiovasculares prematuras (SANTOS, et al., 2006). No Brasil, em estudo desenvolvido na cidade de Botucatu (SP), com 398 indivíduos acima de 40 anos, a prevalência de SM foi de 32%, sendo maior nas mulheres e aqueles acima de 55 anos (PEREIRA apud MEDINA, et al., 2005). FATORES ETIOLÓGICOS DA SM Genéticos Ambientais - desnutrição fetal - estresse psicossocial - consumo calórico e ganho de peso - sedentarismo MECANISMOS FISIOPATOLÓGICOS DA SM RI Alterações Anatômicas e funcionais do tecido adiposo Fatores hepáticos Fatores vasculares Fatores imunológicos Figura 1 - Fatores etiológicos e mecanismos fisiopatológicos da SM. Fonte - Sociedade Brasileira de Diabetes, Diferentes critérios têm sido utilizados para o diagnóstico da SM, entre eles o da OMS, do National Cholesterol Education Program Panel III (NCEP-ATP III) e, recentemente, da IDF (COELHO, et al., 2007). De acordo com a OMS, SM caracteriza-se pela associação de tolerância à glicose prejudicada/dm e/ou RI, além de dois ou mais dos seguintes fatores: HA

20 18 (valores superiores a 140/90mmHg); hipertrigliceridemia (concentrações plasmáticas maiores que 150mg/dl) e/ou concentrações séricas de lipoproteína de alta densidade (HDL-c) inferiores a 35mg/dl e 39mg/dl, em homens e mulheres, respectivamente; obesidade central (definida por relação cintura-quadril superior a 0,90 para o sexo masculino e 0,85 para o feminino) e/ou IMC (definido como o resultado da divisão da massa corporal em kilogramas pela estatura em metros ao quadrado) maior que 30kg/m². (RIBEIRO, et al., 2006; SANTOS, et al., 2006). Segundo o NCEP-ATP III, o diagnóstico é determinado pela presença de três ou mais dos seguintes componentes: circunferência abdominal maior que 102 cm em homens e 88 cm em mulheres; níveis pressóricos 130 ou 85 mmhg; glicemia de jejum 110 mg/dl, HDL-c < 40 mg/dl para homens e < 50 mg/dl para mulheres e triglicérides 150 mg/dl. A prevalência da SM varia, dependendo dos critérios utilizados, faixa etária e sexo, de 12% a 38% em homens e de 10% a 40% em mulheres (CAVAGIONI, et al., 2008). Já a IDF promoveu uma definição que requer a obesidade central como principal diagnóstico. Entretanto, esse conceito não é reconhecido universalmente devido a diversas situações em que a obesidade central e a SM não compartilham do mesmo trajeto. Nesta consideração, há evidencias de pacientes magros com problemas metabólicos, e inversamente, obesos que aparecem metabolicamente normais (SANTOS, et al., 2006). Em 2002, a American Association of Clinical Endocrinologists (AACE) propôs novamente a necessidade dos testes de tolerância à glicose, como um dos critérios diagnósticos, assim como diferenciar o risco para grupos étnicos específicos (MANNA, et al., 2006). Embora os critérios para diagnóstico de SM apresentem diferenças, a maioria das definições procura identificar os pacientes obesos, pois estes demonstram maiores riscos de desenvolver condições de co-morbidade metabólica (WISSE, 2004). Independentemente do grupo ou entidade que define essa patologia, os fatores de risco, ou seja, os componentes adotados para sua definição são os

21 19 mesmos que estão listados na Tabela 1 (STEEMBURGO, et al., 2007). Tabela 1. Definições da SM de acordo com diferentes entidades. OMS, 1998 RI e presença de Diagnóstico de mais 2 SM firmado por componentes TDG (Tolerância diminuída à glicose), GJA (Glicemia de jejum RI alterada), diabetes mellitus II (DM 2) ou sensibilidade à insulina diminuída Razão cinturaquadril: Composição Homens > 0,90cm Corporal Mulheres >0,85cm e/ou IMC > 30kg/m² Triglicerídeos 150 Lipídeos séricos e/ou (mg/dl) Homens HDL< 35 Mulheres HDL< 39 PA (mmhg) 140 / 90 Glicose sérica TDG, GJA, ou DM (mg/dl) 2 NCEP-ATP III 2001 IDF, 2006 AACE Circunferência Presença de 3 abdominal alterada Indica fatores de dos 5 e presença de mais risco componentes 2 componentes Componentes IMC 25 Circunferência Circunferência Circunferência abdominal: abdominal: abdominal: Homens 102cm Homens 94 cm Homens > 102cm Mulheres 88cm Mulheres 80 cm Mulheres > 88 cm Triglicerídeos Triglicerídeos Triglicerídeos 150 e/ou e/ou e/ou Homens HDL< Homens HDL < 40 Homens HDL < Mulheres HDL< 50 Mulheres HDL <50 Mulheres HDL< ou uso de 50 hipolipemiantes 130/85 130/85 ou uso de antihipertensivohipertensivos ou uso de anti- 130 x 85 > ou > 110 (incluindo > 100 (incluindo > 140 (2 horas DM) DM) após TTG (teste oral de

22 20 Outros Microalbuminúria, Excreção urinária de albumina 20 µg/min tolerância a glicose OMS: Organização Mundial da Saúde, NCEP-ATP III: National Cholesterol Education Program Adult Treatmente Panel III, IDF: International Diabetes Federation, AACE: American College of Endocrinology/American Association of Clinical Endocrinologists, TDG: Tolerância diminuída à glicose. GJA: Glicemia de jejum alterada, DM: diabetes mellitus. Fonte - STEEMBURGO, et.al., 2007 & LOTTENBERG, et al., FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DA SM A ocorrência de três ou mais morbidades é conceituada como SM, que é caracterizada pelo grupamento de fatores de risco cardiovascular, como HA, RI ou hiperinsulinemia, intolerância à glicose ou DM 2, obesidade central e dislipidemia (CIOLAC, et al., 2004) Risco Cardiovascular Segundo FRONZO, vinte anos após a criação do Projeto Cardíaco de Framingham, em 1968, ficou evidente que certos fatores poderiam ser de um modo ou de outro, prejudiciais ao bom funcionamento das artérias. Estava nascendo o importante conceito de fator de risco que, nos trinta anos subseqüentes, revolucionaria a história natural da aterosclerose (LUNA, et al., 2007). Estudos prospectivos de base populacional realizados em alguns países ( The Kuopio Ischemic Heart Disease Risk Factor Study-Fuinland ) objetivando conhecer o impacto da SM sobre as mortalidades em geral e por doença arterial coronariana, mais de 11 anos, evidenciou associação dos componentes da SM com a mortalidade por doença coronária, mostrando maior sobrevivência entre as

23 21 pessoas sem essa patologia. Em estudo realizado na Turquia, o risco de mortalidade por doença coronariana em portadores de SM foi de 71% (MEDINA, et al., 2005). Em estudo comparando mortalidade por doença arterial coronariana, avaliando dados obtidos da NHANES III ( The Third National Health and Nutrition Examination Survey ) para a população norte-americana acima de 50 anos de idade, a prevalência de doença coronariana aumentou acentuadamente com a presença de SM (MEDINA, et al., 2005). As evidências indicam que a SM é um dos maiores fatores de risco para doenças cardiovasculares, notadamente a doença arterial coronariana e DM (MEDINA, et al, 2005) HA A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é definida no adulto como uma PA maior que 140mmHg para pressão sistólica e 90mmHg para pressão diastólica. É considerada como problema de saúde pública mais comum nos países desenvolvidos. Comumente assintomática, é o principal fator de risco na arteriosclerose coronariana e insuficiência cardíaca. Embora nenhuma cura seja disponível, a prevenção e tratamento diminuem a incidência de HA e as seqüelas da doença (MAHAN E ESCOTT-STUMP, 2002). Em indivíduos saudáveis, a insulina age sobre os vasos sanguíneos causando uma vasodilatação através da ação do NO (óxido nítrico) derivado do endotélio. No estado de RI, a vasodilatação pode ser perdida, mas o efeito renal é mantido. Ambos contribuem com HA, que é exarcebada também pela vasoconstrição favorecida pelo aumento dos níveis plasmáticos de Ácido Graxo Livre (AGL). Além disso, a insulina estimula o sistema nervoso simpático, levando ao aumento da reabsorção tubular de sódio e água, e antagonizando a ação vasodilatadora do NO (MLINAR, et al., 2007). Um estudo demonstrou que há uma correlação positiva entre a PA e nível de insulina sérica de jejum, mesmo após ajuste para o IMC, já aos 5 anos de idade. Por outro lado, foi observado também que adolescentes, filhos de pais hipertensos, apresentam níveis elevados de insulina séricas após uma carga de glicose

24 22 endovenosa, sugerindo que a RI precede o aumento da PA em indivíduos com predisposição genética, pois a HA pode evoluir com exacerbação da atividade simpática e esse aumento da atividade no tecido muscular esquelético, pode contribuir na elevação da PA. No entanto, parece que os eventos ligados diretamente à insulina, possuem um papel moderado no desenvolvimento da HA (GUIMARÃES & GUIMARÃES, 2006). A prevalência estimada da HA na população brasileira adulta é cerca de 15 a 20%, sendo que, entre a população idosa, esta cifra chega a 65%. Entre os hipertensos, cerca de 30% desconhecem serem portadores da doença. É uma doença que apresenta custo social, sendo responsável por cerca de 40% dos casos de aposentadoria precoce e de absenteísmo no trabalho (SOCIEDADE BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO, 1998). O aumento do peso está com freqüência associado à elevação da PA e a redução do mesmo diminui os níveis tencionais. Ao reduzir a pressão diastólica abaixo de 90mmHg, os pacientes reduzem o risco de mortalidade (AUGUSTO et al., 2002) RI Em 1939, o autor inglês H. Himsworth, na Goulstonian Lecture do Royal College of Physicians, em Londres, mostrou que a absorção de glicose era evitável de indivíduo para indivíduo de acordo com a sensibilidade celular à insulina (maior ou menor resistência), sugerindo um mecanismo que mais tarde explicaria o DM 2 (LUNA, et al., 2007). Apesar de o artigo de Himsworth ter sido publicado em 1936, somente em 1979, Fronzo, nos Estados Unidos, descreveu uma técnica adequada e precisa para medir a RI, chamando-a de Teste de Fixação Euglicêmica da Insulina. Essa técnica possibilitou que essa resistência fosse estudada intensa e extensamente (De FRONZO apud LUNA, et al., 2007). A RI é um estado patológico comum em que os receptores não respondem aos níveis ordinários de insulina circulante, resultando na incapacidade da insulina captar glicose e dificultando a homeostase lipídica (MLINAR, et al., 2007).

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