Adail Marcos Lima da Silva (UFCG) - Resumo:

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1 Aferição o custo efetivo final as operações e esconto e uplicatas em bancos comerciais no Brasil para empresas lucro real, lucro presumio e simples nacional Aail Marcos Lima a Silva (UFCG) - Resumo: Este trabalho tem por objetivo emonstrar os proceimentos e aferição o custo efetivo as operações e esconto e uplicatas em bancos comerciais, consierano os tipos e tributação as empresas brasileiras. Sobre a metoologia, quanto aos fins, poe ser consierao explicativo e escritivo; quanto aos meios, ocumental, estuo e caso e bibliográfica. As experimentações pertinentes ao cumprimento este estuo foram executaas em um moelo e planilha eletrônica, capaz e aferir, por tipo e tributação, o custo efetivo final as operações e esconto e uplicatas em bancos comerciais, poeno ser executao no Microsoft Excel ou no Calc o BrOffice por exemplo. Nas empresas lucro presumio e simples nacional, o custo efetivo final segue o proceimento quantitativo traicional; em função a economia com imposto e rena e contribuição social auferia sobre as espesas as operações e esconto, o custo efetivo nas empresas lucro real exige um proceimento e cálculo exclusivo, one seja contemplao o efeito o benefício aluio. Destarte, nas transações envolveno a antecipação e títulos e créito e orem operacional, uma empresa lucro real ispõe a oportuniae e arcar com custos inferiores. Dominar o proceimento e aferição o custo efetivo final a antecipação e venas a prazo em bancos comerciais contribui com o arrefecimento o impacto negativo espontâneo as espesas sobre a lucrativiae, ao promover a possibiliae e ientificação prévia as melhores alternativas propostas pelas instituições financeiras, principalmente em períoos e crise econômica quano o sprea bancário com recursos livres ascene evio à maior preferência por liquiez os bancos comerciais. Palavras-chave: Desconto e Duplicatas. Tipos e Tributação. Custo Efetivo Final. Área temática: Gestão e Custos nas Empresas e Comércio e e Serviços

2 Aferição o custo efetivo final as operações e esconto e uplicatas em bancos comerciais no Brasil para empresas lucro real, lucro presumio e simples nacional Resumo Este trabalho tem por objetivo emonstrar os proceimentos e aferição o custo efetivo as operações e esconto e uplicatas em bancos comerciais, consierano os tipos e tributação as empresas brasileiras. Sobre a metoologia, quanto aos fins, poe ser consierao explicativo e escritivo; quanto aos meios, ocumental, estuo e caso e bibliográfica. As experimentações pertinentes ao cumprimento este estuo foram executaas em um moelo e planilha eletrônica, capaz e aferir, por tipo e tributação, o custo efetivo final as operações e esconto e uplicatas em bancos comerciais, poeno ser executao no Microsoft Excel ou no Calc o BrOffice por exemplo. Nas empresas lucro presumio e simples nacional, o custo efetivo final segue o proceimento quantitativo traicional; em função a economia com imposto e rena e contribuição social auferia sobre as espesas as operações e esconto, o custo efetivo nas empresas lucro real exige um proceimento e cálculo exclusivo, one seja contemplao o efeito o benefício aluio. Destarte, nas transações envolveno a antecipação e títulos e créito e orem operacional, uma empresa lucro real ispõe a oportuniae e arcar com custos inferiores. Dominar o proceimento e aferição o custo efetivo final a antecipação e venas a prazo em bancos comerciais contribui com o arrefecimento o impacto negativo espontâneo as espesas sobre a lucrativiae, ao promover a possibiliae e ientificação prévia as melhores alternativas propostas pelas instituições financeiras, principalmente em períoos e crise econômica quano o sprea bancário com recursos livres ascene evio à maior preferência por liquiez os bancos comerciais. Palavras-chave: Desconto e Duplicatas. Tipos e Tributação. Custo Efetivo Final. Área Temática: Gestão e Custos nas Empresas e Comércio e e Serviços. 1 Introução A antecipação ou o esconto os títulos e créito operacional ou uplicatas a receber provenientes as venas a prazo, expressa uma alternativa utilizaa pelas empresas quano a necessiae e recruescimento o salo e suas isponibiliaes. No Brasil, os bancos comerciais trabalham com uma linha e créito irecionaa ao atenimento as emanas as empresas em face a iniciativa e antecipação as venas a prazo, convencionalmente trataa por esconto e uplicatas. Nas operações e esconto e uplicatas em bancos comerciais brasileiros, as empresas arcam com um eságio ou espesa praticao sobre o valor nominal e uma carteira e títulos e créito comercial, conteno (BANCO CENTRAL DO BRASIL, 2009): juro sem encargo, representao no valor o esconto; encargo operacional, formao a partir as tarifas bancárias específicas; encargo fiscal, expresso no valor assumio pelo imposto sobre operações e créito imposto sobre operações financeiras.

3 Com base no exposto, este trabalho apregoa o seguinte problema e pesquisa: o processamento o custo efetivo final o esconto e uplicatas em bancos comerciais brasileiros eve seguir o mesmo métoo e aferição, inepenentemente o tipo e tributação as empresas contratantes? Por meio e um caso real, o objetivo central este estuo resie na emonstração a aferição o custo efetivo as operações e esconto e uplicatas em bancos comerciais brasileiros, consierano o tipo e tributação as empresas contratantes lucro real, lucro presumio e simples nacional. As emonstrações práticas pertinentes ao cumprimento o objetivo aluio foram realizaas por meio e uma moelagem financeira esenvolvia em planilha eletrônica, poeno ser aplicaa em toas as empresas brasileiras. De montagem e utilização simplificaas, a moelagem em questão poe ser executaa em quaisquer programas específicos e planilhas, como por exemplo, o Excel a Microsoft e o Calc o BrOffice. Para se ter noção a relevância contemporânea a temática proposta por este estuo, em artigo veiculao no jornal Valor Econômico o ia 14 e julho e 2009, sob o título Cautela se mantém no mile, Travaglini (2009) escreve a estratégia atual os bancos comerciais para atener a emana e créito as pessoas juríicas em meio à crise econômica eflagraa no ano e 2008: À meia que as instituições financeiras retomam a confiança para conceer empréstimos, uma as saías encontraas foi ampliar a oferta e esconto e recebíveis. Em outro momento no jornal Valor Econômico, exatamente na eição o ia 20 e julho e 2009, em artigo intitulao Recebíveis ão mais segurança e liquiez, Bueno (2009) profere o seguinte comentário acerca a estratégia atual e créito aotaa pelos bancos comerciais brasileiros: a antecipação os recebíveis é a linha mais estimulaa pelos gerentes os bancos, em função o nível e liquiez. Finalmente, a correta aferição o custo efetivo final o esconto e uplicatas em bancos comerciais torna-se aina mais útil em períoos e crise enfrentaos pela econômica, com base nos seguintes argumentos: o sprea bancário ascene abruptamente evio à maior preferência por liquiez as instituições financeiras; em função e uma gestão e risco mais rigorosa em períoos e crise, os bancos comercias passam a exigir garantias reais uplicatas a receber, por exemplo como mecanismo e aprimoramento a liquiez as operações (BUENO, 2009). 2 Funamentação teórica 2.1 Desconto e uplicatas em bancos comerciais Ao executar suas venas meiante a concessão e créito ao consumior venas a prazo, uma empresa gera títulos operacionais ou uplicatas a receber, conicionano o recruescimento o salo e suas isponibiliaes ao encerramento o prazo méio e recebimento os títulos aluios. Como forma e antecipar a conversão em isponibiliaes os títulos operacionais emitios com a vena a prazo, as empresas poem escontar suas uplicatas em bancos comerciais. Consierao um tipo e financiamento com recursos livres classificação própria às operações e créito one as taxas e juros são pactuaas livremente entre empresas e instituições financeiras (BANCO CENTRAL DO BRASIL, 2007), o esconto e uplicatas em bancos comerciais exige um eságio composto por encargos operacionais, encargos fiscais e esconto juro sem encargo e uma operação (BANCO CENTRAL DO BRASIL, 2009).

4 Portanto, quano a necessiae e recruescimento o salo as isponibiliaes por meio o esconto e uplicatas em bancos comercias, será creitao na conta corrente as empresas o valor negociao reuzio o valor total o eságio. O eságio exprime a principal referência ao cômputo o custo efetivo as operações e esconto e uplicatas (ASSAF NETO; LIMA, 2009) Despesa com esconto juro sem encargo Nos bancos comerciais brasileiros o cômputo o valor assumio pelo esconto segue o proceimento comercial ou por fora sob o regime linear e capitalização ou juros simples (ASSAF NETO, 2009). Para um único título operacional, o valor o esconto (D) resulta o prouto entre o valor nominal o título (VN), a taxa e esconto () ao mês e o prazo méio e recebimento (PMR) em ias, e acoro com a fórmula 01. D = VN PMR 30 (01) Ao eciir antecipar suas venas a prazo, uma empresa passa a negociar com os bancos um conjunto e uplicatas, constituino um borerô e esconto (TOSI, 2007). Caa título operacional apresenta um VN e um PMR específico, logo, para processar o valor o esconto sobre a carteira em negociação, se faz necessário esclarecer o VN o borerô (VNB) e o prazo méio e recebimento o borerô (PMRB). O simples somatório e toos os VN`s as uplicatas ivulga o VNB, como sugere a fórmula 02. n ( VN t ) VNB = t= 1 (02) A ivisão o somatório os proutos entre VN e PMR pelo VNB esclarece o PMRB, como mostra a fórmula 03 como poe ser observao, trata-se e uma méia poneraa. n ( PMR t VN t ) t= 1 PMRB = VNB (03) Com as efinições o VNB e o PMRB, o cálculo o valor o esconto o borerô (DB) segue a orientação a fórmula 04. DB = VNB PMRB 30 (04) Despesa com imposto encargo fiscal O imposto sobre operações financeiras (IOF) representa o valor o encargo fiscal e uma operação e créito (BANCO CENTRAL DO BRASIL, 2009). A partir o Decreto nº 6.306/0 7, moificao pelos Decretos n 6.339/8 e nº 6.345/08, o cálculo o IOF em operações e esconto e uplicatas passa a utilizar ois percentuais, um fixo (%IFO F ) e outro variável (%IFO V ), respectivamente e 0,38% por operação e 0,0041% ao ia. Com base no exposto, o esclarecimento o valor a ser assumio pelo encargo fiscal respeita os seguintes passos (ASSAF NETO; LIMA, 2009): aplicação ireta o %IOF F sobre o valor escontao e um título (VD) ou e um borerô (VDB);

5 aplicação e um fator e juros simples envolveno o %IOF V e o PMR ou o PMRB sobre o VD ou o VDB; soma os valores ientificaos nos proceimentos anteriores. As fórmulas 05 e 06 etalham o cálculo o valor o encargo fiscal fixo (EF F ), em transações com um único título. EF F = VD % IOF F (05) EF F = ( VN D) % IOFF (06) As fórmulas 07 e 08 esclarecem o cálculo a parcela variável o encargo fiscal (EF V ), em transações com um único título. EFV = VD %IOFV PMR (07) EFV = ( VN D) %IOFV PMR (08) As fórmulas 09 e 10 ivulgam o cálculo o total o encargo fiscal (EF) em transações com um único título. EF = EF F + EF V (09) EF = ( VN D) (%IOF F + %IOFV PMR) (10) Em transações com um borerô e esconto, o cálculo o EF respeitará o mesmo proceimento escrito nas fórmulas 05 a 10, entretanto, são necessárias as seguintes substituições: VN, VD e PMR por VNB, VDB e PMRB, respectivamente. As fórmulas 11 e 12 apresentam o cálculo o encargo fiscal fixo para um borerô e esconto (EFB F ). EFB F = VDB % IOF F (11) EFB F = ( VNB DB) % IOFF (12) As fórmulas 13 e 14 apresentam o cálculo o encargo fiscal variável para um borerô e esconto (EFB V ). EFB V = VDB %IOFV PMRB (13) EFB V = ( VNB DB) %IOFV PMRB (14) As fórmulas 15 e 16 ivulgam o cálculo o total o EF para um borerô e esconto (EFB). EFB = VDB %IOFF + VDB %IOFV PMRB (15) EFB = ( VNB DB) (%IOF F + %IOFV PMRB) (16) Despesa com tarifas encargo operacional O encargo operacional (EO) tem representação nas espesas com tarifas impostas pelos bancos comerciais (BANCO CENTRAL DO BRASIL, 2009). Especificamente nas transações e esconto e uplicatas, são exigios os pagamentos e ois tipos (TOSI, 2007): tarifa e cobrança (TCB) e tarifa e contratação (TCT). Na maioria os casos a TCB expressa um valor fixo cobrao por caa uplicata contia no borerô e esconto, seno justificaa pelos bancos comerciais como um pagamento atrelao aos serviços inerentes à cobrança os títulos operacionais (TOSI, 2007).

6 Sem nenhuma ligação com a quantiae e títulos operacionais e um borerô e esconto, a TCT expressa outro valor fixo cobrao no exato momento o fechamento e uma transação, com justificativa na necessiae e cobertura as espesas aministrativas próprias ao cumprimento os serviços e concessão e créito pelos bancos comerciais (SILVA, 2006). Consierano um borerô e esconto com uma quantiae n e uplicatas a receber, a fórmula 17 emonstra o cálculo efinitivo o encargo operacional e um borerô e esconto (EOB). EOB = n TCB + TCT (17) Em operações envolveno o esconto e um único título, o encargo operacional (EO) assume o valor escrito na fórmula 18. EO = TCB+ TCT (18) Despesa total as operações e esconto eságio total A espesa total assumia por uma empresa em operações e esconto e uplicatas, expressa exatamente o eságio total (DT) a ser imputao ao valor negociao, seno ientificao na soma os valores calculaos para os encargos e o juro. Nas circunstâncias one seja trabalhao o esconto e um único título e créito operacional, o DT resultará a soma entre D, EO e EF, como sugere a fórmula 19. DT = D + EF + EO (19) Nos casos envolveno antecipação e um borerô e esconto, o valor o eságio total o borerô (DTB) segue o raciocínio contio na fórmula 20. DTB = DB + EFB + EOB (20) Aferição o custo efetivo as operações e esconto e uplicatas para empresas lucro presumio e simples nacional Como iniciativa voltaa ao monitoramento o sprea bancário, o Banco Central o Brasil (2009) processa perioicamente a taxa efetiva total (TET) as moaliaes e créitos livres ofertaas pelos bancos com atuação no país. Aina seguno o Banco Central o Brasil (2009), a TET exprime exatamente o custo efetivo final (CEF) as operações e captação e recursos onerosos, eveno contemplar os encargos e os juros. No caso o esconto e uplicatas, o CEF ou TET não eve ser confunio com a, exigino a extração e uma taxa implícita na relação entre o valor negociao VN ou VNB, o valor líquio recebio VL, para caa título, ou VLB, para um borerô e o prazo e vencimento a operação PMR ou PMRB. As fórmulas 21 e 22 ivulgam o cálculo o VL valor efetivamente utilizao por uma empresa, ao escontar um único título e créito operacional. VL = VN DT (21) VL = VN 1 PMR 1 PMR (%IOF F + %IOFV PMR) TCT TCB (22) As fórmulas 23 e 24 ivulgam o cálculo o VLB valor efetivamente utilizao por uma empresa, ao escontar um borerô e títulos e créito operacional. VLB = VNB DTB (23)

7 VLB = VNB 1 PMRB 1 PMRB (%IOF + %IOF PMRB) TCT n TCB (24) F V Inepenentemente a quantiae e títulos e créito escontaos, o CEF eve ser apurao seguno o regime exponencial e capitalização ou juros compostos (ASSAF NETO; LIMA, 2009). O CEF ao ia (CEF ) poe ser calculao como segue escrito na fórmula 25, one VN, VL e PMR assumem os posicionamentos o montante, o principal e o períoo e capitalização, respectivamente. VN CEF PMR = 1 VL (25) Nas transações envolveno a antecipação e um borerô e esconto, o CEF poe ser calculao conforme a orientação a fórmula 26. VNB CEF = PMRB 1 VLB (26) Os valores ao mês e ao ano o CEF (CEF m e CEF a ) exigem o emprego as fórmulas 27 e 28, em transações envolveno um único título e créito. CEF m = ( 1 + CEF ) 30 PMR 1 ( 1 + CEF ) 360 PMR 1 CEFa = (28) No caso e um borerô, o CEF m e o CFE a poem ser processaos com as fórmulas 29 e 30 respectivamente. CEF CEF m a = = ( 1 + CE ) 30 PMRB 1 ( 1 + CE ) 360 PMRB Aferição o custo efetivo as operações e esconto e uplicatas para empresas lucro real Quanto aos esembolsos com imposto e rena (IR) e contribuição social sobre o lucro líquio (CSLL), as empresas brasileiras poem apresentar uas variações (NEVES; VICECONTI, 2007): calculaos com base no lucro real (LR); calculaos com base nas venas. Nas empresas tributaas seguno o lucro presumio e o simples nacional, os valores o IR e a CSLL erivam a aplicação e alíquotas especificas sobre as venas (NEVES; VICECONTI, 2007). Nas empresas tributaas seguno o lucro real, a base e cálculo o IR e a CSLL passa a ser o LR (NEVES; VICECONTI, 2007). Seguno escrito em Neves e Viceconti (2007), o LR exprime o resultao (lucro ou prejuízo) líquio o períoo e apuração, sem o imposto e rena, ajustao por aições, exclusões e compensações eterminaas pela legislação tributária. Como no cálculo o LR figura o resultao líquio antes o IR, torna-se possível estacar a ingerência as espesas incorrias em operações e esconto e uplicatas na reução a base e cálculo o IR e a CSLL. (27) (29) (30)

8 De acoro com Iuícibus, Martins e Gelbcke (2007), a espesa financeira contém os juros pagos ou incorrios e as tarifas bancárias, contemplano o esconto, o encargo fiscal e o encargo operacional, originários a antecipação e uplicatas a receber, por exemplo. Sobre o eságio praticao no esconto e uplicatas a receber: as empresas tributaas pelo lucro real conseguem amenizar o custo efetivo em função a economia com IR e CSLL, proveniente a reução a base e cálculo os mesmos; as empresas tributaas seguno o lucro presumio e o simples nacional, não usufruem a economia e IR e CSLL, logo, não conseguem amenizar o impacto negativo o custo efetivo. Portanto, em empresas tributaas pelo lucro real, o processamento o custo efetivo o esconto e uplicatas pelo métoo traicional não encerra as iscussões concernentes ao custo efinitivo, seno necessário esclarecer o CEF consierano a economia e IR e CSLL, a ser auferia sobre o eságio. Ao iviir o DT pelo VL, tem-se a representativiae o impacto negativo promovio pelas espesas o esconto e um único título e créito operacional em face o valor creitao na conta corrente e uma empresa. A fração final o impacto negativo em lucro real eve consierar a economia com IR e CSLL, seno assim, o CEF o esconto e uma única uplicata realizao por uma empresa lucro real em um ao banco comercial, segue o raciocínio a fórmula 31. DT ( 1 %IR %CSLL) 1 CEF PMR = 1 + VL (31) Para o cálculo CEF a antecipação e um borerô e esconto, a fórmula 32 emonstra o proceimento correto. DTB CEF PMRB = 1 + ( 1 %IR %CSLL) 1 VLB (32) Os valores ao mês e ao ano o CEF (CEF m e CEF a ) exigem o emprego as fórmulas 27 e 28, em transações envolveno um único título e créito operacional. No caso e um borerô, o CEF m e o CEF a exigem o emprego as fórmulas 29 e 30. Nas empresas tributaas pelo lucro real as ecisões e financiamento por meio o esconto e uplicatas evem ser orientaas com base no custo efetivo final. O IR poe ser apurao por meio a utilização e uas alíquotas (NEVES; VICECONTI, 2007): 15% para o limite e R$ ,00 e LR em um ano; 25% para o valor o LR situao acima o limite e R$ ,00. Na aferição o CEF, CEFm e CEFa em empresas lucro real, a alíquota o IR o %IR eve resultar e uma méia poneraa envolveno as alíquotas e 15% e 25% e suas respectivas participações no LR estimao (LRE) ou orçao por uma empresa. A fórmula 33 ivulga o cálculo a alíquota o IR. A CSLL exige a aplicação o percentual e 9%. 15% ( LRE ) 25% %IR = LRE (33) 3 Metoologia De acoro com as efinições os tipos e pesquisa trabalhaos por Vergara (2009), quanto aos fins e quanto aos meios, tem-se: quanto aos fins caracteriza-se como uma pesquisa simultaneamente escritiva e explicativa;

9 quanto aos meios poe ser consieraa uma pesquisa simultaneamente ocumental, estuo e caso e bibliográfica. A classificação escritiva se eve a iniciativa e escrever na prática os processos e aferição o custo efetivo final as operações e esconto e uplicatas em bancos comerciais no Brasil, seguno o tipo e tributação as empresas contratantes. Aina, o enquaramento na moaliae explicativa encontra-se calcao na iniciativa e contribuir com a compreensão a necessiae e aferição contínua o CEF o esconto e uplicatas, principalmente em períoos e crise econômica. As emonstrações práticas pertinentes ao cumprimento o objetivo geral ar-se-ão por meio a avaliação e um caso real. Para tanto, foram utilizaos ocumentos e acesso restrito, pertencentes a uma empresa comercial com atuação no varejo e informática, situaa na ciae e João Pessoa, estao a Paraíba. Os ocumentos acessaos poem ser escritos como segue: borerô e esconto e uma operação, conteno os valores nominais e as respectivas atas os vencimentos e 20 (vinte) uplicatas emitias contra 11 (onze) clientes istintos; contrato bancário a linha e créito, iscriminano os valores os encargos operacionais e fiscais e a taxa e esconto; extrato bancário a operação, contemplano os valores os custos e o créito efetuao na conta corrente a empresa contratante; livro e apuração o lucro real e acoro com o orçamento a empresa, visano ientificar o LRE. Com base no exposto, tem-se esclarecia a compreensão os tipos e pesquisa ocumental e estuo e caso, quanto aos meios. Para viabilizar o cumprimento o estuo e caso aluio, foi esenvolvia uma moelagem em planilha eletrônica, poeno ser executaa no Microsoft Excel ou no Calc o BROffice, por exemplo. A montagem o referio moelo, etalhao nas figuras 1 e 2, obeece à seguinte sequência: no intervalo C3:C9 evem ser igitaos os aos pertinentes a uma operação e esconto e uplicatas, compreeneno o nome o banco, a ata a operação com o formato ia/mês/ano (xx/xx/xxxx), os valores o IOF F (0,38%) e o IOF V (0,0041%), a, a TCB, a TCT, o LRE, as alíquotas e 15% e 25% o IR e e 9% para a CSLL, respectivamente; no intervalo B27:B46, igita-se o VN e caa uplicata contia no borerô e esconto; no intervalo C27:C46, igita-se a ata e vencimento e caa uplicata, respeitano o formato ia/mês/ano (xx/xx/xxxx); para encontrar o prazo e vencimento e caa título, emprega-se a fórmula =SE(C27>0;C27-$C$4; ) na célula D27, eveno ser arrastaa até a célula D46; para calcular o D, inserir na célula F27 a fórmula =SE(D27= ; ;$C$7/30*B27*D27), eveno ser arrastaa até a célula F46; para calcular o EF, inserir na célula E27 a fórmula =SE(F27= ; ;(B27- F27)*($C$5+D27*$C$6)), eveno ser arrastaa até a célula E46; a célula F3 esclarece o valor total o DB, constano a fórmula SOMA(F27:F46); a célula F4 eica-se ao cálculo o EFB, eveno constar a fórmula SOMA(E27:E46); a célula F5 ivulga o EOB, por meio a fórmula C9+CONT.SE(B27:B46; >0 )*C8;

10 a célula F6 calcula o DTB, com a fórmula =SOMA(F3:F5); a célula F7 utiliza a fórmula =SOMA(B27:B46) para ientificar o VNB; com a fórmula F7-F3, a célula F8 ivulga o VDB; com a fórmula F7-F6, a célula F9 ivulga o VLB; para tornar conhecio o PMRB, a célula F10 faz uso a fórmula SOMARPRODUTO(D27:D46;B27:B46)/F7; com a fórmula SE(C10=0;0;(240000*C11+(C )*C12)/C10), a célula F11 apresenta o valor o %IR a ser efetivamente empregao na transação; a célula F12 esclarece o percentual a economia com IR e CSLL, ao fazer uso a fórmula =SE(F11=0;0;F11+C13); o intervalo C17:C20 apura, com base no VNB e na economia com IR e CSLL, os impactos negativos promovios por DB, EFB, EOB e DTB, processano percentuais com as fórmulas F3/F7*(1-F12), F4/F7*(1-F12), F5/F7*(1-F12) e F6/F7*(1-F12), respectivamente; o intervalo E17:E20 apura, com base no VLB e na economia com IR e CSLL, os impactos negativos promovios por DB, EFB, EOB e DTB, processano percentuais com as fórmulas F3/F9*(1-F12), F4/F9*(1-F12), F5/F9*(1-F12) e F6/F9*(1-F12), respectivamente; o intervalo C22:C24 apregoa o custo efetivo final seguno o regime exponencial e capitalização, processano as taxas CEF, CEFm e CEFa com as fórmulas (1+E20)^(1/F10)-1, (1+E20)^(30/F10)-1 e (1+E20)^(360/F10)-1, respectivamente. Durante a utilização a planilha, o usuário efine o tipo e tributação a partir o preenchimento a célula C10: se lucro presumio ou simples nacional, a célula eve ficar vazia; se lucro real, a célula eve conter o valor o LRE. A classificação bibliográfica eve-se a utilização e relatórios eitaos por instituições como o Banco Central o Brasil e o Instituto e Pesquisa Econômica Aplicaa, bem como e artigos veiculaos no jornal Valor Econômico e na revista Conjuntura Econômica, na funamentação e um conjunto e argumentos voltaos à compreensão a necessiae e se aferir e forma correta e contínua o CEF o esconto e uplicatas, principalmente em períoos e crise econômica, one o sprea bancário manifesta variações positivas abruptas, ecorrentes a maior preferência por liquiez assumia pelas instituições financeiras. 4 Apresentação e análise os resultaos 4.1 Aferição o custo efetivo final o esconto e uplicatas por tipo e tributação O etalhamento o borerô e esconto selecionao pela empresa poe ser conferio nas figuras 1 e 2, bem como os valores o banco comercial tratao por XXXX para, TCB e TCT. A inserção os títulos na planilha não seguiu nenhum tipo e critério o menor vencimento para o maior ou o menor valor nominal para o maior, por exemplo. Inepenentemente o moo e istribuição os aos o borerô, se seguino algum critério ou proceeno aleatoriamente, as informações a serem extraías serão sempre as mesmas. Toas as informações processaas com a montagem foram confrontaas com o extrato a operação fornecio pelo banco XXXX, não seno observaas istorções no VNB, no

11 PMRB, na DBT e, principalmente, no VLB. Seguno levantamentos realizaos pelo setor e contabiliae a empresa, o LRE para o ano e 2009 everá alcançar a marca e R$ ,00. Figura 1: aferição o custo efetivo final o esconto e uplicatas em empresas lucro presumio e simples nacional. Fonte: formulação própria.

12 Figura 2 aferição o custo efetivo final o esconto e uplicatas em empresas lucro real. Fonte: formulação própria. De acoro com o caso em iscussão, as circunstâncias e aferição e análise o CEF o esconto e uplicatas em bancos comerciais poem ser escritas por meio a observação as figuras 1 e 2, como mostra o quaro 1:

13 contempla operações executaas por empresas lucro presumio e simples nacional; poe ser utilizaa por empresas lucro real, quano a necessiae e ientificação o CEF sem a economia e IR e CSLL; Figura 1 lucro o DTB consumiu 2,65% o valor originalmente enviao ao banco, logo, o presumio e créito na conta corrente a empresa foi e 97,35% o VNB; simples nacional com o DTB assumino uma proporção e 2,73% o VLB e o PMRB e 27 ias, o CEF alcançou a marca e 42,5325% ao ano; consierano o valor anual a, e 24,6041%, os encargos aumentaram o ônus a operação em 17,9283% ao ano; contempla operações executaas exclusivamente por empresas tributaas seguno a sistemática o lucro real; com base no LRE e R$ ,00 para o ano e 2009, a economia e IR e CSLL foi e 27,14%; o DTB líquio a economia e IR e CSLL gerou um impacto negativo 1,93% sobre o VNB; o créito na conta corrente a empresa continua em 97,35% o VNB, pois o Figura 2 lucro benefício a economia e IR e CSLL aplica-se somente para o cálculo o CEF; real com o DTB escontao a economia e IR e CSLL assumino uma proporção e 1,99% o VLB e o PMRB e 27 ias, o CEF a alcançou a marca e 29,5821%; consierano o valor anual a líquia a economia e IR e CSLL, e 17,4289%, os encargos aumentaram o ônus a operação em 12,1532% ao ano; o CEF a no caso a aferição para lucro real, e 29,5821% ao ano, apresenta uma economia e 12,9504% ao ano, ante o CEF a e 42,5325% ao ano para lucro presumio e simples nacional; o caráter fixo a TCT prejuica as operações com VNB reuzio, ao pressionar para mais o CEF, assim seno, necessário se fez efinir corretamente o VLB exigio ao encerramento e uma aa conjuntura, para se evitar sucessivas contratações e operações e esconto; consierano a possibiliae e se trabalhar com múltiplas alternativas e esconto e títulos e créito, bem como a oportuniae e se ientificar previamente o CEF, uma empresa poe executar uma operação e esconto e uas formas exclusivas: aleatória e funamentaa; na contratação aleatória, o gestor efine seu posicionamento escolha o banco para toos os tipos com base em critérios alheios ao CEF com base na, no relacionamento e tributação com o gerente o banco, na burocracia e outros; na contratação funamentaa, calcula-se antecipaamente o CEF para caa banco comercial, promoveno a efinição e posicionamentos economicamente mais vantajoso; com exceção o IOF, toas as emais variáveis inserias no processamento o CEF são passíveis e negociação, assim seno, proceer e forma funamentaa no esconto e uplicatas permite a criação e um ambiente semelhante ao e um balcão e negociações, one o gestor poe iscutir conjuntamente com os bancos comerciais as melhores configurações para, TCB e TCT. Quaro 1 consierações sobre a aferição o CEF por tipo e tributação (Fonte: formulação própria) 4.2 A essência o custo efetivo final o esconto e uplicatas Em três momentos no artigo intitulao Créito, a cara máquina o tempo o gasto futuro, Veiga (2009) justifica o custo os empréstimos e financiamentos:

14 no primeiro o créito possibilita, a um eterminao preço, viver no presente o que só poeríamos viver no futuro ; no seguno se você viver no presente, o que só poerá viver no futuro, usará parte a riqueza futura para remunerar esta máquina o tempo ; no terceiro antecipar o futuro é inisponível a custo zero. As consierações proferias por Veiga (2009), acerca o custo o créito e origem onerosa, subsiiam o entenimento efinitivo e custo efetivo as operações e esconto e uplicatas: ao escontar uplicatas, as empresas passam a exercer os benefícios o recruescimento o salo as isponibiliaes no presente; o valor o eságio exprime a parcela o salo nominal as isponibiliaes consumia pelo recruescimento o salo atual as isponibiliaes; o custo efetivo final ratifica a impossibiliae e se antecipar o recruescimento o salo as isponibiliaes a custo zero. 4.3 Protegeno-se o sprea bancário com o cálculo o custo efetivo final o esconto e uplicatas Com o objetivo e contribuir para o esenvolvimento e um mercao e créito eficiente e aequao às necessiaes a economia, o Banco Central o Brasil (2007) monitora o custo o créito bancário com recursos livres ese o ano e 1999, com a publicação o Projeto Juros e Sprea Bancário. Atualmente executao com a eição o Relatório e Economia Bancária e Créito, o acompanhamento aluio permite ao Banco Central averiguar a repercussão e seus esforços em face a necessiae e reução o custo o créito bancário no Brasil. De acoro com o Banco Central o Brasil (2007), o sprea bancário iferença entre as taxas e aplicação e captação representa o componente o custo o créito com recursos livres responsável pelos elevaos níveis os juros bancários praticaos no país. Para uma empresa, o custo efetivo e uma operação e créito exprime um tipo e taxa e aplicação para os bancos. No levantamento e recursos para concessão e créito, os bancos assumem um custo expresso exatamente na taxa e captação. Por ser naturalmente transferia ao contratante o créito bancário, a taxa e captação está contia nos custos efetivos e toos os empréstimos e financiamentos contrataos por uma empresa. Assim seno, a iferença entre ois custos efetivos, atrelaos a um mesmo tipo e transação ofertaa por ois bancos istintos, resie no sprea bancário praticao por caa instituição. Em relação aos estaos a economia epressão, recessão, normaliae e expansão (ROSS; WESTERFIELD; JAFFE, 2002), o custo efetivo o créito bancário apresenta variações conicionaas à preferência os bancos por liquiez (KLEBER, 2009). Quanto mais o esempenho a economia se aproxima o estao e expansão econômica, menor a preferência por liquiez, consequentemente, a menor escassez e créito contribui com a reução o custo efetivo o créito bancário (KLEBER, 2009). O inverso, com o esempenho se aproximano a epressão, promove uma maior preferência por liquiez, consequentemente, a maior escassez e créito contribui com o aumento o custo efetivo o créito bancário (KLEBER, 2009). Na Carta e Conjuntura e março, o Instituto e Pesquisa Econômica Aplicaa (2009) avalia a recente evolução o créito com recursos livres, estinao ao atenimento as

15 aspirações as empresas brasileiras. Uma as principais constatações poe ser escrita como segue: com o avento a crise econômica no ano e 2008, os bancos passaram a apresentar uma maior preferência por liquiez, estarte, a maior escassez o créito justifica o crescimento o custo o créito bancário com recursos livres. Com base no exposto, o conhecimento prático os proceimentos e aferição o CEF o esconto e uplicatas em bancos comerciais permite a uma empresa auferir um importante benefício: amenizar os arrefecimentos naturais a lucrativiae sobre as venas e a rentabiliae sobre os investimentos, promovios pelo eságio ecorrente o recruescimento o salo as isponibiliaes com o esconto e uplicatas. A concretização o referio benefício ar-se-á sob o cumprimento as seguintes observações: ao efinir a composição a carteira e títulos e créito a ser escontaa em bancos comerciais, uma empresa poe realizar simulações prévias, com base nos aos as instituições one seja possível a execução e uma transação; ao classificar em orem crescente os custos efetivos apuraos, uma empresa passa a conhecer e moo progressivo o impacto negativo a política e sprea bancário trabalhaa por caa instituição, eveno optar pelas melhores alternativas principalmente em períoos e crise econômica, one o sprea as operações com recursos livres aumentam e forma estacaa. Finalmente, ominar o proceimento e apuração o CEF torna-se aina mais útil em períoos e crise enfrentaos pela economia, ao promover a possibiliae e amenizar peras provenientes e alterações bruscas nas políticas e sprea os bancos comerciais. 5 Consierações finais O cumprimento o objetivo geral este trabalho, calcao na emonstração a correta aferição o custo efetivo final o esconto e uplicatas em bancos comerciais seguno o tipo e tributação as empresas contratantes, encontra-se funamentao nos seguintes argumentos: o benefício auferio sobre o eságio as operações e esconto e uplicatas, representao pela economia com imposto e rena e contribuição social sobre o lucro líquio, não eve ser escartao a apuração o custo efetivo final as operações contrataas por empresas tributaas pelo lucro real, eveno ser trabalhao o proceimento exclusivo apresentao nas fórmulas 33 e 34; as empresas tributaas seguno as moaliaes lucro presumio e simples nacional, não são beneficiaas com a economia e imposto e rena e contribuição social sobre o lucro líquio, estarte, a aferição o custo efetivo final as operações e esconto e uplicatas eve seguir a metoologia traicional, não seno exigio o emprego e um proceimento exclusivo. A moelagem financeira proposta por este trabalho, poeno ser esenvolvia em planilha eletrônica no Microsoft Excel ou no Calc o BrOffice, por exemplo, permite as empresas brasileiras, inepenentemente o tipo e tributação, executar a correta aferição o custo efetivo final as operações e esconto e uplicatas contrataas junto aos bancos comerciais, colaborano com as ecisões e financiamento e curto prazo. A correta aferição e o contínuo monitoramento o custo efetivo final as operações e esconto e uplicatas corroboram com a proteção a lucrativiae sobre as venas e a rentabiliae sobre os investimentos, ao proporcionar às empresas a capaciae e analisar os impactos negativos as políticas e sprea bancário as instituições financeiras, principalmente em períoos e crise econômica, one a maior preferência por liquiez os bancos comerciais torna o créito mais escasso, portanto, efetivamente mais ispenioso.

16 Referências ASSAF NETO, A. Finanças corporativas e valor. 4. e. São Paulo: Atlas, ; LIMA, F. G. Curso e aministração financeira. São Paulo: Atlas, BANCO CENTRAL DO BRASIL. Relatório e economia bancária e créito (2007). Disponível em: <http://www.bc.gov.br/?spread>. Acesso em: 20 abr Taxas e juros e operações e créito (2009). Disponível em: <http://www.bc.gov.br/?txjuros>. Acesso em: 18 jun BUENO, D. Recebíveis ão mais segurança e liquiez. Valor Econômico, São Paulo, 20 jul Caerno F, p. 02. INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. Carta e Conjuntura (mar. 2009). Disponível em: <http://www.ipea.gov.br/efault.jsp>. Acesso em: 20 jul IUDÍCIBUS, S.; MARTINS, E.; GELBCKE, E. R. Manual e contabiliae as socieaes por ações aplicável às emais socieaes. 7. E. São Paulo: Atlas, KLEBER, K. A. Dinheiro escasso e caro. Conjuntura Econômica FGV, São Paulo v. 63, n. 3, p , mar NEVES, S. N.; VICECONTI, P. E. V. Curso prático e imposto e rena pessoa juríica e tributos conexos. São Paulo: Frase, ROSS, S. A.; WESTERFIELD, R. W.; JAFFE, J. F. Aministração financeira: corporate finance. São Paulo: Atlas, SILVA, J. P. Gestão e análise e risco e créito. 5. e. São Paulo: Atlas, TOSI, A. J. Matemática financeira com ênfase em proutos bancários. 2. e. São Paulo: Atlas, TRAVAGLINI, F. Cautela se mantém no mile. Valor Econômico, São Paulo, 14 jul Caerno C, p. 01. VEIGA, L. H. Créito, a cara máquina o tempo o gasto futuro. Valor Econômico, São Paulo, 27 abr Caerno D, p. 02. VERGARA, S. Constant. Projetos e relatórios e pesquisa em aministração. 10. e. São Paulo: Atlas,

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