Regulamento Interno do Núcleo Buiátrico da Associação dos Estudantes da Faculdade de Medicina Veterinária.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Regulamento Interno do Núcleo Buiátrico da Associação dos Estudantes da Faculdade de Medicina Veterinária."

Transcrição

1 Regulamento Interno do Núcleo Buiátrico da Associação dos Estudantes da Faculdade de Medicina Veterinária. I. Âmbito No presente documento figura o Regulamento Interno do Núcleo Buiátrico da Associação dos Estudantes da Faculdade de Medicina Veterinária (NBaefmv) pelo qual se deve regulamentar todo o seu funcionamento durante o mandato , paralelamente ao cumprimento dos Estatutos da Associação dos Estudantes da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa (AEFMV) e do Regulamento Interno da Direção da AEFMV em vigência no respectivo período. II. Objectivos O NBaefmv é uma organização sem fins lucrativos, constituindo um núcleo da AEFMV, com sede na Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Lisboa (FMV UL), com vista a: 1) Divulgar a atividade Médico-Veterinária na área da Medicina e Produção de Ruminantes; 2) Organizar ações de formação e atividades técnico-científicas dentro da área supracitada; 3) Promover o acesso a nova informação; 4) Apoiar os alunos interessados em estágios e projetos na área em questão. III. Destinatários Este núcleo destina-se aos estudantes da FMV-UL, profissionais das áreas das Ciências Veterinárias, bem como a todos os interessados nas atividades desenvolvidas.

2 IV. Direção O NBaefmv é regulado por uma Direção composta por um número impar de membros entre os quais um Presidente, um Vice-Presidente, um Secretário, um Tesoureiro, um Relações externas e dois Assessores de Informática e Divulgação. Qualquer elemento da Direção tem que ser aluno da FMV-UL e associado efetivo da AEFMV e do núcleo. 1) Eleição da Direção e características do Mandato A Direção é eleita anualmente por escrutínio secreto aberto a todos os membros do Núcleo com as quotas devidamente regularizadas. As eleições deverão ter lugar no primeiro semestre (Novembro ou Dezembro), sendo esta data definida e divulgada nos órgãos de comunicação do Núcleo pela Direção vigente com, pelo menos, 30 dias de antecedência. As listas candidatas deverão apresentar-se oficialmente por à Direção vigente no período de 15 dias que antecede a data das eleições e ser aprovadas pela Direção da AEFMV. Todos os membros das listas devem ter as quotas devidamente regularizadas tanto na AEFMV como no núcleo, devendo estas despesas ser suportadas pelos próprios. Cabe à Direção divulgar as listas candidatas até 10 dias antes das eleições. As eleições apresentam apenas uma volta, excepto em caso de empate. Toda a logística das votações, incluindo divulgação dos prazos, candidatos, comunicação das listas para aprovação pela Direção da AEFMV, contagem de votos e anúncio do resultado é da responsabilidade da Direção em vigência. No caso de se candidatar apenas uma lista, esta será considerada automaticamente eleita após verificação da sua elegibilidade, averiguação pela Direção da AEFMV da ausência de evidências que comprometam a sua tomada de posse e comunicação aos associados do núcleo. O mandato tem a duração de um ano. A tomada de posse realiza-se no final do 1º semestre, após comunicação dos resultados à Direção da AEFMV. De seguida, o Regulamento Interno do presente mandato, assim como o Plano de Atividades e o Orçamento, deverão ser votados, aprovados e assinados pelos Presidentes em vigência no núcleo e na Direção da AEFMV até um mês após a tomada de posse.

3 2) Competências da Direção 1. Cumprir, e fazer cumprir, os Estatutos da AEFMV, o Regulamento Interno da Direção da AEFMV e o presente Regulamento; 2. Coordenar e orientar o trabalho do NBaefmv, promovendo, pelas formas que entender mas com subordinação às linhas gerais decididas pela Assembleia Geral, o cumprimento dos objetivos enunciados no artigo II do presente Regulamento; 3. Administrar o património e manter uma adequada organização contabilística do NBaefmv; 4. Dar cumprimento às deliberações da Assembleia Geral do núcleo e da Direção da AEFMV; 5. Elaborar e apresentar à Assembleia Geral e à Direção da AEFMV, até um mês antes do final de cada mandato, os relatórios anuais de atividades e contas; 6. Informar os associados, bem como os órgãos diretivos da AEFMV, acerca das atividades e contabilidade do NBaefmv, sempre que tal lhe seja solicitado. 3) Cargos da Direção e Membros Honorários 3.1) Presidente São funções do Presidente representar e fazer representar o NBaefmv, apoiar todas as atividades do Núcleo, assumir a responsabilidade de tomada de decisão em caso de empate, convocar as reuniões, dirigir trabalhos, divulgar o planeamento anual das atividades a realizar e aprovar a admissão de novos membros. 3.2) Vice-Presidente São funções do Vice-Presidente todas as incutidas ao Presidente, quando se verificar a sua ausência ou quando, por qualquer outro motivo, este lhas transferir. 3.3) Secretário São funções do Secretário relatar as atas das reuniões e proceder à redacção e alteração de toda a documentação oficial do Núcleo. 3.4) Tesoureiro

4 São funções do Tesoureiro controlar e gerir todas as transacções financeiras relativas ao Núcleo, assim como reportar à Direção o saldo disponível e investimentos realizados. Para além disso, deve apresentar semestralmente um relatório que inclui a lista de associados com as quotas em atraso e um relatório financeiro para apresentação à Direção do NBaefmv e da AEFMV no período de 7 dias após cada atividade. 3.5) Relações externas São funções do Relações-Externas a gestão de apoios, patrocínios e parcerias, bem como a divulgação das actividades organizadas pelo núcleo. 3.6) Assessor de Informática e Divulgação (duas pessoas) São funções do Assessor de Informática e Divulgação gerir o correio electrónico, actualizar as plataformas digitais e redes sociais do Núcleo. 3.7) Colaboradores São funções dos Colaboradores auxiliar os restantes membros da Direção na concepção, programação e concretização de todas as atividades do Núcleo. Os Colaboradores podem ser nomeados a qualquer altura do mandato, desde que se verifique real necessidade para tal, por decisão da restante Direção ou por iniciativa do próprio membro. 3.8) Membros Honorários Os Membros Honorários são nomeados por decisão conjunta da Direção, funcionando como Comissão Científica, auxiliando e aconselhando a Direção em aspectos técnicos. 4) Demissão de membros da Direção Os membros individuais da Direção podem demitir-se devendo ser marcada Assembleia Geral para eleição de membro substituto. No caso do cargo de Presidente, este será automaticamente assegurado pelo Vice-Presidente, sendo a eleição marcada para este último cargo. A Direção pode apresentar demissão devendo convocar Assembleia Geral para eleição de Comissão de Gestão.

5 V. Assembleia Geral A Assembleia Geral é o órgão máximo do NBaefmv. A Assembleia Geral é constituída por todos os associados efetivos no pleno exercício dos seus direitos e os respectivos trabalhos são dirigidos por uma Mesa, composta por três membros, sendo eles o Presidente e o Secretário da Direção, e um associado nomeado pelos outros associados presentes e que dirigirá a Mesa. 1) Competências da Assembleia Geral 1.1) Destituir os titulares dos órgãos do NBaefmv; 1.2) Aprovar anualmente o Relatório de Atividades e Contas referentes ao ano anterior; 1.3) Tomar posições, vinculativas para o NBaefmv, sobre todos os assuntos de interesse dos associados do Núcleo; 1.4) Proceder à revisão do Regulamento Interno; 1.5) Deliberar sobre a extinção do NBaefmv. 2) Convocação da Assembleia Geral 2.1) A Assembleia Geral reúne ordinariamente, pelo menos uma vez por ano, para aprovação do Relatório de Atividades e Contas. Reúne extraordinariamente por iniciativa da Direção, por requerimento da Direção da AEFMV ou por requerimento de pelo menos 10 dos associados efetivos do núcleo; 2.2) A Assembleia Geral será convocada pela Direção com pelo menos 15 dias de antecedência; 2.3) É da responsabilidade da Direção a comunicação à Direção da AEFMV da realização da Assembleia Geral do NBaefmv e a sua divulgação pelos meios adequados referindo data, hora e local a realizar. 3) Funcionamento da Assembleia Geral 3.1) A Assembleia Geral iniciará os seus trabalhos à hora marcada, desde que esteja presente metade dos associados votantes, podendo iniciar meia hora mais tarde qualquer que seja o número de associados presente;

6 3.2) Compete à Mesa tratar dos aspectos necessários à realização da Assembleia Geral, coordenar e dirigir a mesma e redigir e assinar as respectivas atas; 3.3) Salvo o disposto nos números seguintes, as deliberações da Assembleia Geral são tomadas por maioria simples dos votos; 3.4) As deliberações relativas à alteração do Regulamento Interno só serão válidas se aprovadas por três quartos dos associados votantes presentes na reunião; 3.5) A deliberação relativa à destituição dos titulares dos órgãos do NBaefmv só será válida se merecer a aprovação de dois terços dos associados votantes presentes na Assembleia Geral convocada para o efeito. Nesta situação será nomeada uma Comissão de Gestão; 3.6) A deliberação relativa à dissolução do Núcleo requer o voto favorável de pelo menos três quartos do número total de associados votantes; 3.7) A AEFMV tem o direito de ter presente um representante membro da sua Direção com direito de voto na Assembleia Geral do Núcleo; 3.8) Todas as deliberações tomadas em Assembleia Geral têm de ser obrigatoriamente comunicadas à Direção da AEFMV, dentro de 15 dias úteis. Esta poderá emitir um parecer consultivo, quando não implicada, ou, se envolvida, poderá emitir um parecer decisivo até aos 15 dias após ter sido notificada; 3.9) Considera-se votante associado todo o associado do NBaefmv e o representante nomeado pela AEFMV. VI. Filiação Podem associar-se todos os indivíduos que aceitem, e cuja actuação não contrarie, os princípios e objectivos do NBaefmv. Qualquer destinatário mencionado em III pode tornar-se membro do NBaefmv desde que cumpra os seguintes requisitos: a) Inscrição no Núcleo, preenchendo o formulário correspondente e entregando-o na Secretaria da AEFMV ou enviando-o por endereço electrónico para o b) Pagamento da quota anual na Secretaria da AEFMV, no valor de 3 para sócios da AEFMV, 6 para não sócios da AEFMV e 10 para profissionais, no início do ano lectivo (Setembro e Outubro) ou aquando da sua inscrição. O quantitativo da quota, proposto pela Direção do núcleo no início do seu mandato, deve constar no

7 Regulamento Interno e ser afixado em local público. Este valor pode ser atualizado anualmente aquando da revisão do presente Regulamento. O não cumprimento dos requisitos acima indicados, bem como a infração dos objectivos do Núcleo, confere direito à Direção de ponderar a respectiva sanção, podendo esta envolver, ou não, a sua expulsão do Núcleo. 1) Exclusão dos associados Os associados podem ser automaticamente excluídos se: a) Estiverem há mais de um ano com a quota em débito; b) Não cumprirem o disposto no Regulamento Interno do NBaefmv e/ou contrariarem os princípios e objectivos do Núcleo; c) Apenas a Direção poderá decidir da exclusão de membros, em caso de manifesto não cumprimento dos deveres definidos no Regulamento Interno; d) A perda de qualidade de sócio determina a perda das quotas pagas; e) Os associados podem declarar, por escrito, à Direção, a sua desistência. VII. Direitos dos associados Todos os associados efetivos do NBaefmv têm direito a: a) Votar na eleição anual da nova Direção; b) Votar em Assembleia Geral; c) Desconto nas atividades realizadas pelo Núcleo, desde que sejam sócios há mais de 2 semanas; d) Aceder a informação de carácter científico, nacional e internacional, divulgada pela Direção; e) Solicitar esclarecimentos sobre o funcionamento do NBaefmv; f) Consultar o Livro de Atas, assim que disponível;

8 g) Sugerir atividades e novos projectos a realizar pelo NBaefmv; h) Propor admissão de novos associados; i) Recorrer das sanções que lhe forem aplicadas e das decisões que considere contrárias ao Regulamento Interno; j) Apresentar propostas ou reclamações sobre assuntos relacionados com o Núcleo; k) Desvincular-se; l) Requerer à Direção a realização de Assembleia Geral. No caso dos membros da Direção, acresce-se ainda o seguinte direito: a) Convocar Assembleia Geral, quando se confirme a existência de uma maioria da Direção concordante. VIII. Deveres dos Associados São deveres dos associados efetivos: a) Cumprir o Regulamento Interno e as decisões tomadas pela Direção; b) Aceitar e exercer os cargos para que for eleito ou designado, salvo motivo justificado de não-aceitação; c) Estar presente nas Assembleias Gerais; d) Realizar o pagamento das quotas a que esteja obrigado; e) Contribuir para o bom-nome, prestígio e eficácia do NBaefmv, apoiando e colaborando nas atividades, de forma a cumprirem-se os objectivos do Núcleo. IX. Receitas São receitas do NBaefmv: 1) As receitas provenientes do pagamento das quotizações estabelecidas para os associados;

9 2) Todos os subsídios que lhe sejam atribuídos pelo Estado ou por outras entidades; 3) As receitas obtidas pelas atividades desenvolvidas pelo núcleo. X. Revisão do Regulamento Interno 1) A revisão do Regulamento Interno compete à Assembleia Geral, que será expressamente convocada para o efeito no início de cada mandato; 2) As propostas de alteração do presente Regulamento Interno terão que ser subscritas por pelo menos três quartos dos associados votantes presentes na reunião; 3) A revisão do Regulamento Interno fica pendente de aprovação pela Direção da AEFMV. Em caso de não aprovação mantém-se em vigor o Regulamento Interno anterior. XI. Comissão de Gestão Em caso de dissolução da Direção será nomeada uma Comissão de Gestão composta por cinco associados eleitos em Assembleia Geral. Competirá à Comissão de Gestão organizar e realizar as eleições podendo os seus elementos integrar as listas. A data definida pela Comissão deve ser marcada e divulgada nos órgãos de comunicação do Núcleo com, pelo menos, 20 dias de antecedência. As listas candidatas deverão apresentar-se oficialmente por à Comissão de Gestão no período mínimo de 10 dias antes da data das eleições e terão de ser aprovadas pela Direção da AEFMV. Cabe à Comissão de Gestão divulgar as listas candidatas até 5 dias antes das eleições. Todos os elementos das listas deverão ter as quotas devidamente regularizadas, tanto no núcleo como na AEFMV, e as despesas de afiliação devem ser suportadas pelos próprios. As eleições apresentam apenas uma volta, excepto em caso de empate. Toda a logística das votações, incluindo divulgação dos prazos, candidatos, comunicação das listas para aprovação pela Direção da AEFMV, contagem de votos e anúncio do resultado é da responsabilidade da Comissão de Gestão. No caso de se candidatar apenas uma lista, esta será considerada automaticamente eleita após verificação da sua elegibilidade, averiguação pela Direção da AEFMV da ausência de

10 evidências que comprometam a sua tomada de posse e comunicação aos associados do núcleo. XII. Logotipo O NBaefmv apresenta como logotipo oficial o presente no Anexo I. XIII. Casos Omissos Todos os casos omissos neste Regulamento Interno serão discutidos em sede de reunião da Direção do NBaefmv, convidando a Direção da AEFMV e todas as outras pessoas necessárias para a discussão do assunto. Têm apenas direito de voto os membros da Direção do NBaefmv sendo que a Direção da AEFMV emitirá um parecer consultivo e, sempre que se considerar implicada, um parecer decisivo.

11 Anexo I

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE CUIDADOS PALIATIVOS. Núcleo da Região Autónoma dos Açores Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos NRA - APCP

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE CUIDADOS PALIATIVOS. Núcleo da Região Autónoma dos Açores Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos NRA - APCP ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE CUIDADOS PALIATIVOS Núcleo da Região Autónoma dos Açores Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos NRA - APCP abril de 2012 Núcleo Regional dos Açores da Associação Portuguesa

Leia mais

Regulamento interno da Caminhar com rumo - Associação Juvenil

Regulamento interno da Caminhar com rumo - Associação Juvenil Regulamento interno da Caminhar com rumo - Associação Juvenil Capítulo I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1º Denominação e sede social 1. A Associação tem a denominação Caminhar com rumo - Associação Juvenil,

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SER BEBÉ

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SER BEBÉ ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO SER BEBÉ Associação Portuguesa para a Saúde Mental da Primeira Infância (versão corrigida de acordo com as indicações da Procuradoria da República) Artigo 1º 1 - Denominação e natureza

Leia mais

Estatutos do Centro de Estudos em Administração Pública

Estatutos do Centro de Estudos em Administração Pública Estatutos do Centro de Estudos em Administração Pública Artigo 1º ( Designação e Sede) A associação adopta a designação de Centro de Estudos em Administração Pública e tem a sua sede no Campus universitário

Leia mais

MODELO REGULAMENTO GERAL INTERNO PARA ASSOCIAÇÕES JUVENIS

MODELO REGULAMENTO GERAL INTERNO PARA ASSOCIAÇÕES JUVENIS MODELO REGULAMENTO GERAL INTERNO PARA ASSOCIAÇÕES JUVENIS Capítulo I Princípios Gerais Artigo 1.º Denominação e Sede Social 1 - A Associação tem a denominação..., com sede social... A Associação tem como

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EPIDEMIOLOGIA ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO ÂMBITO E OBJECTIVOS

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EPIDEMIOLOGIA ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO ÂMBITO E OBJECTIVOS ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EPIDEMIOLOGIA ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO ÂMBITO E OBJECTIVOS ARTIGO 1º 1. É constituida uma associação portuguesa científica e técnica, por tempo indeterminado e sem fins lucrativos,

Leia mais

Sítio de Sons Associação Cultural

Sítio de Sons Associação Cultural Sítio de Sons Associação Cultural Estatutos * CAPÍTULO PRIMEIRO (Da denominação, sede, objecto e afins) Artigo primeiro (Da denominação, natureza jurídica, lei aplicável e duração) UM A Associação adopta

Leia mais

WWOOF - ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DE OPORTUNIDADES MUNDIAIS EM AGRICULTURA BIOLÓGICA

WWOOF - ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DE OPORTUNIDADES MUNDIAIS EM AGRICULTURA BIOLÓGICA WWOOF - ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DE OPORTUNIDADES MUNDIAIS EM AGRICULTURA BIOLÓGICA O presente Regulamento Interno destina-se a explicitar os princípios de funcionamento da Associação WWOOF. CAPITULO

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. LixAnima Associação para a Promoção e Desenvolvimento Cultural e Social da Lixa

REGULAMENTO INTERNO. LixAnima Associação para a Promoção e Desenvolvimento Cultural e Social da Lixa REGULAMENTO INTERNO LixAnima Associação para a Promoção e Desenvolvimento Cultural e Social da Lixa ÍNDICE: CAPÍTULO I INSTITUIÇÃO... 2 Artigo 1º Constituição, Denominação e Duração... 2 Artigo 2º Área

Leia mais

NÚCLEO DE MEDICINA INTERNA DOS HOSPITAIS DISTRITAIS ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS

NÚCLEO DE MEDICINA INTERNA DOS HOSPITAIS DISTRITAIS ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS Art. 1 - O Núcleo de Medicina Interna dos Hospitais Distritais, também designado abreviadamente por N. M. I. H. D., é uma Associação sem fins lucrativos

Leia mais

Regimento da Assembleia Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa

Regimento da Assembleia Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa Regimento da Assembleia Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Natureza A Assembleia Geral é o órgão deliberativo máximo do Fórum Académico

Leia mais

CAPÍTULO VII (Disposições Finais e Transitórias)

CAPÍTULO VII (Disposições Finais e Transitórias) Artigo 18º (Comissão Eleitoral) 1. O procedimento eleitoral será conduzido por uma comissão eleitoral constituída por dois vogais, designados pelo Conselho Científico de entre os seus membros, e presidida

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE FILOSOFIA. Capitulo I DA ASSOCIAÇÃO. Artigo 1º

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE FILOSOFIA. Capitulo I DA ASSOCIAÇÃO. Artigo 1º ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE FILOSOFIA Capitulo I DA ASSOCIAÇÃO Artigo 1º 1- A Associação de Professores de Filosofia é uma associação portuguesa de professores ligados ao ensino da Filosofia,

Leia mais

Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000)

Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000) Estatutos da Associação Portuguesa de Geomorfólogos (publicados em Diário da República - III Série, nº 297, de 27 de Dezembro de 2000) CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, SEDE, DURAÇÃO, OBJECTIVOS, ÂMBITO Art.º 1º

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO Capítulo I Princípios Gerais Artigo 1º Denominação e sede Social 1. A Associação tem a denominação Associação JB Juventude

REGULAMENTO INTERNO Capítulo I Princípios Gerais Artigo 1º Denominação e sede Social 1. A Associação tem a denominação Associação JB Juventude REGULAMENTO INTERNO Capítulo I Princípios Gerais Artigo 1º Denominação e sede Social 1. A Associação tem a denominação Associação JB Juventude Barcarense, com sede social na Junta de Freguesia Rua Padre

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO Clube de Canoagem de Ovar

REGULAMENTO INTERNO Clube de Canoagem de Ovar REGULAMENTO INTERNO Clube de Canoagem de Ovar CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1º Denominação e sede Social 1. A Associação tem a denominação de Clube de Canoagem de Ovar, com sede social na Rua Ferreira

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS E AMIGOS DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE LEAL DA CÂMARA RIO DE MOURO ESTATUTOS

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS E AMIGOS DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE LEAL DA CÂMARA RIO DE MOURO ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS E AMIGOS DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE LEAL DA CÂMARA RIO DE MOURO ESTATUTOS ARTIGO 1º (Constituição) A Associação dos Antigos Alunos e Amigos da Escola Secundária de Leal da Câmara,

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE FISIOLOGIA VEGETAL SBFV

ESTATUTO SOCIAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE FISIOLOGIA VEGETAL SBFV Estatuto ESTATUTO SOCIAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE FISIOLOGIA VEGETAL SBFV CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, OS FINS E A SEDE DA ASSOCIAÇÃO. Art. 1º - A associação é denominada Sociedade Brasileira de Fisiologia

Leia mais

Estatutos da Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticas. Capítulo I Fins, Sede e Ano Social Primeiro

Estatutos da Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticas. Capítulo I Fins, Sede e Ano Social Primeiro Estatutos da Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticas Capítulo I Fins, Sede e Ano Social Primeiro 1. A Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticas tem por objectivo promover, desenvolver e divulgar

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA ESTUDOS SOBRE AS MULHERES. Estatutos

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA ESTUDOS SOBRE AS MULHERES. Estatutos ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA ESTUDOS SOBRE AS MULHERES Estatutos CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FINS, DURAÇÃO E SEDE Artigo 1 É constituída uma Associação, de carácter científico, sem fins lucrativos, denominada

Leia mais

A Associação é uma Instituição de Solidariedade Social sem fins lucrativos e durará por tempo indeterminado.

A Associação é uma Instituição de Solidariedade Social sem fins lucrativos e durará por tempo indeterminado. ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DIABÉTICO FEIRA Artigo 1º A associação denomina-se ASSOCIAÇÃO DIABÉTICO FEIRA, com sede no Hospital de São Sebastião, EPE,, concelho de Santa Maria da Feira, podendo ser transferida

Leia mais

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento

CETAC.MEDIA. Centro de Estudos. das Tecnologias e Ciências da Comunicação. Regulamento Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação Regulamento Julho de 2008 CAPÍTULO I Natureza, Missão, Atribuições e Constituição Artigo 1º Natureza O Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências

Leia mais

Estatutos do INSTITUTO NACIONAL TAO BUDO

Estatutos do INSTITUTO NACIONAL TAO BUDO Estatutos do INSTITUTO NACIONAL TAO BUDO ARTIGO PRIMEIRO Denominação, insígnias e generalidades O Instituto é uma instituição de direito privado sem fins lucrativos com valência federativa Federação Portuguesa

Leia mais

Regulamento de Criação e Funcionamento dos Grupos de Trabalho da Sopcom

Regulamento de Criação e Funcionamento dos Grupos de Trabalho da Sopcom Anexo Regulamento de Criação e Funcionamento dos Grupos de Trabalho da Sopcom Preâmbulo Os Estatutos da Sopcom são omissos relativamente à criação e funcionamento de Grupos de Trabalho, doravante designados

Leia mais

GET - GRUPO DE ESTUDOS EM TRANSPORTES, ASSOCIAÇÃO CIENTIFICA. Estatutos. Versão aprovada em assembleia geral de 5 de Janeiro de 2007

GET - GRUPO DE ESTUDOS EM TRANSPORTES, ASSOCIAÇÃO CIENTIFICA. Estatutos. Versão aprovada em assembleia geral de 5 de Janeiro de 2007 GET - GRUPO DE ESTUDOS EM TRANSPORTES, ASSOCIAÇÃO CIENTIFICA Estatutos Versão aprovada em assembleia geral de 5 de Janeiro de 2007 Capítulo I Da denominação, dos fins e da sede da Associação Artigo 1º

Leia mais

DOCUMENTO COMPLEMENTAR, elaborado nos termos do art.º 64.º n.º 2 do Código do Notariado, contendo os estatutos da associação denominada APIPSIQ - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE INTERNOS DE PSIQUIATRIA. ESTATUTOS

Leia mais

Regulamento Genérico dos Núcleos da Associação Académica do Instituto Politécnico de Setúbal

Regulamento Genérico dos Núcleos da Associação Académica do Instituto Politécnico de Setúbal Regulamento Genérico dos Núcleos da Associação Académica do Instituto Politécnico de Setúbal Capítulo I Núcleos Artigo 1.º Definição 1 Os Núcleos da (AAIPS) são grupos de estudantes com um interesse comum

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPITULO I OBJETO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO

REGIMENTO INTERNO CAPITULO I OBJETO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPITULO I OBJETO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO 1. O presente Regimento tem por objetivo regulamentar as questões internas de funcionamento dos órgãos de direção, dos grupos de trabalho, assim

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇAO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA DO 1º CICLO DE MOUTIDOS. Rua de Moutidos 4445 ÁGUAS SANTAS PORTUGAL

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇAO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA DO 1º CICLO DE MOUTIDOS. Rua de Moutidos 4445 ÁGUAS SANTAS PORTUGAL ESTATUTOS DA ASSOCIAÇAO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA DO 1º CICLO DE MOUTIDOS Rua de Moutidos 4445 ÁGUAS SANTAS PORTUGAL CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Âmbito da Acção e Fins ARTIGO UM

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO Associação Regional de Ciclismo de Vila Real (ARCVR)

REGULAMENTO INTERNO Associação Regional de Ciclismo de Vila Real (ARCVR) REGULAMENTO INTERNO Associação Regional de Ciclismo de Vila Real (ARCVR) CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1º Denominação e sede Social 1. A Associação tem a denominação de Associação Regional de Ciclismo

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO REDE PROCURA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PROTEÓMICA

REGULAMENTO INTERNO REDE PROCURA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PROTEÓMICA REGULAMENTO INTERNO REDE PROCURA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PROTEÓMICA CAPITULO I PREÂMBULO Artigo 1º Objeto 1. O presente Regulamento vem complementar e executar as normas estatutárias da Rede Procura Associação

Leia mais

ESTATUTOS DO AMERICAN CLUB OF LISBON. (Escriturados em 2014) CAPÍTULO I. Denominação, sede, duração e objectivos. Artigo Primeiro

ESTATUTOS DO AMERICAN CLUB OF LISBON. (Escriturados em 2014) CAPÍTULO I. Denominação, sede, duração e objectivos. Artigo Primeiro 1 ESTATUTOS DO AMERICAN CLUB OF LISBON (Escriturados em 2014) CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objectivos Artigo Primeiro Denominação, duração e sede 1. É constituído o AMERICAN CLUB OF LISBON,

Leia mais

PLATAFORMA SALVAR O TUA ASSOCIAÇÃO DE DEFESA DO AMBIENTE REGULAMENTO INTERNO. Capítulo Primeiro - Da Associação. Artigo 1.º - Denominação e Natureza

PLATAFORMA SALVAR O TUA ASSOCIAÇÃO DE DEFESA DO AMBIENTE REGULAMENTO INTERNO. Capítulo Primeiro - Da Associação. Artigo 1.º - Denominação e Natureza PLATAFORMA SALVAR O TUA ASSOCIAÇÃO DE DEFESA DO AMBIENTE REGULAMENTO INTERNO Capítulo Primeiro - Da Associação Artigo 1.º - Denominação e Natureza 1. A Plataforma Salvar o Tua - Associação de Defesa do

Leia mais

Associação de Estudantes

Associação de Estudantes DIREÇÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES DIREÇÃO DE SERVIÇOS DA REGIÃO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ESCALADA, PAMPILHOSA DA SERRA Ano Letivo 2014/2015 Associação de Estudantes Objetivos A. Representar

Leia mais

Estatutos CAPÍTULO I. Definições gerais ARTIGO 1º. Denominação, natureza e duração

Estatutos CAPÍTULO I. Definições gerais ARTIGO 1º. Denominação, natureza e duração , Estatutos CAPÍTULO I Definições gerais ARTIGO 1º Denominação, natureza e duração 1. A Federação Académica Lisboa, adiante designada por FAL, é a organização representativa das Associações de Estudantes

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO GERAL DA UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR

REGIMENTO DO CONSELHO GERAL DA UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR REGIMENTO DO CONSELHO GERAL DA UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Artigo 1.º Objecto O Regimento do Conselho Geral da UBI regulamenta a organização e o funcionamento do Conselho Geral da Universidade da Beira

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO. Tecnologia e Design

INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO. Tecnologia e Design INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO Tecnologia e Design CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º (Definição) O Departamento de Tecnologia

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA TROPICAL. Artigo 1. Composição

REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA TROPICAL. Artigo 1. Composição REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA TROPICAL Artigo 1. Composição A composição do conselho científico do Instituto de Investigação Científica Tropical, I.P., abreviadamente

Leia mais

Sacerdotes do Coração de Jesus Dehonianos. Província Portuguesa. Estatutos da Associação dos Leigos Voluntários Dehonianos

Sacerdotes do Coração de Jesus Dehonianos. Província Portuguesa. Estatutos da Associação dos Leigos Voluntários Dehonianos Sacerdotes do Coração de Jesus Dehonianos Província Portuguesa Estatutos da Associação dos Leigos Voluntários Dehonianos CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Artigo 1º Denominação A ASSOCIAÇÃO DOS LEIGOS

Leia mais

Regulamento Interno da Associação dos Bolseiros de Investigação Científica

Regulamento Interno da Associação dos Bolseiros de Investigação Científica Regulamento Interno da Associação dos Bolseiros de Investigação Científica A Associação dos Bolseiros de Investigação Científica (ABIC) rege-se pelos seus estatutos, regulamento eleitoral e por um regulamento

Leia mais

APGC. Associação Portuguesa de Gestão Cultural. Pacto Social

APGC. Associação Portuguesa de Gestão Cultural. Pacto Social APGC Associação Portuguesa de Gestão Cultural Pacto Social Constituída por escritura pública a 09 de Novembro de 2001 Capítulo I Denominação, Natureza, Sede, Objecto, Missão e Objectivos Artigo 1.º - Denominação

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JOVENS AUTARCAS SOCIALISTAS Capítulo I Da denominação, Fins, Duração e Sede Artigo 1.º Designação É constituída uma associação denominada Associação Nacional de Jovens

Leia mais

Associação Contraditório. Estatutos

Associação Contraditório. Estatutos Associação Contraditório Estatutos CAPÍTULO I Denominação, Princípios e Objectivos Artigo 1º (Denominação, sede e duração) 1. A associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação ASSOCIAÇÃO CONTRADITÓRIO,

Leia mais

ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º DENOMINAÇÃO, NATUREZA E SEDE 1. A Associação para o Desenvolvimento da Medicina Tropical, adiante designada por ADMT é uma associação cientifica e tecnológica,

Leia mais

REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I. Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos

REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I. Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos Art.1º A Diretoria Regional (DR) da SBEM-RN é órgão executivo

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO RURAL DE LAFÕES

ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO RURAL DE LAFÕES ADRL ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO RURAL DE LAFÕES ESTATUTOS CAPÍTULO I Da associação ARTIGO PRIMEIRO Constituição 1 É constituída uma associação sem fins lucrativos, denominada ADRL Associação de Desenvolvimento

Leia mais

PROPOSTA DA DIRECÇÃO DO SPN

PROPOSTA DA DIRECÇÃO DO SPN PROPOSTA DA DIRECÇÃO DO SPN ESTATUTOS DO SINDICATO DOS PROFESSORES DO NORTE PROPOSTA DE ALTERAÇÃO 24.NOV.2009 TEXTO ACTUAL TEXTO DA PROPOSTA (alterações a vermelho e sublinhadas) Capítulo I - DA CONSTITUIÇÃO,

Leia mais

Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas Professor Paula Nogueira

Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas Professor Paula Nogueira Estatutos da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas Professor Paula Nogueira Capítulo I Da denominação, natureza e fins Artigo 1.º Denominação A Associação de Pais e Encarregados

Leia mais

ESTATUTOS ASSEMBLEIA MOVIMENTO CÍVICO NÃO PARTIDÁRIO

ESTATUTOS ASSEMBLEIA MOVIMENTO CÍVICO NÃO PARTIDÁRIO ESTATUTOS ASSEMBLEIA MOVIMENTO CÍVICO NÃO PARTIDÁRIO Capítulo I Artigo 1º (Denominação, natureza e fins) Assembleia Movimento Cívico Não Partidário (abreviadamente designado "Assembleia"), é um movimento

Leia mais

REGIMENTO DO X CONGRESSO DA UGT (EXTRAORDINÁRIO) DOS MEMBROS DO CONGRESSO

REGIMENTO DO X CONGRESSO DA UGT (EXTRAORDINÁRIO) DOS MEMBROS DO CONGRESSO REGIMENTO DO X CONGRESSO DA UGT (EXTRAORDINÁRIO) DOS MEMBROS DO CONGRESSO ARTIGO. 1º. (Definição e Mandato) 1. São membros de pleno direito os delegados eleitos e designados e os membros por inerência

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGROECOLOGIA - ABA

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGROECOLOGIA - ABA ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGROECOLOGIA - ABA Capítulo I - DENOMINAÇÃO E NATUREZA Art. 1º - A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGROECOLOGIA (ABA) é uma sociedade cultural e técnico-científica sem fins

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS DIÁCONOS BATISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA ADIBERJ

ASSOCIAÇÃO DOS DIÁCONOS BATISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA ADIBERJ ASSOCIAÇÃO DOS DIÁCONOS BATISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA ADIBERJ Capítulo I Nome, Constituição e Objetivo Art. 1º - A ADIBERJ é uma sociedade civil de natureza religiosa constituída

Leia mais

Regulamento Interno. Capítulo I (Constituição e âmbito) Capítulo II ( Dos sócios, seus direitos e deveres )

Regulamento Interno. Capítulo I (Constituição e âmbito) Capítulo II ( Dos sócios, seus direitos e deveres ) Regulamento Interno Capítulo I (Constituição e âmbito) Art. 1.º - O presente Regulamento Interno, tem como finalidade completar pormenorizadamente os Estatutos da ASTA Associação de Artes e Sabores do

Leia mais

ESTATUTOS. ALER - Associação Lusófona de Energias Renováveis

ESTATUTOS. ALER - Associação Lusófona de Energias Renováveis ESTATUTOS ALER - Associação Lusófona de Energias Renováveis CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1 (Denominação, natureza jurídica, sede e duração) 1.1 A ALER - Associação Lusófona de Energias Renováveis

Leia mais

ASSOCIAÇÃO CORAÇÕES COM COROA ESTATUTOS

ASSOCIAÇÃO CORAÇÕES COM COROA ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO CORAÇÕES COM COROA ESTATUTOS Estatutos aprovados em Acta de fundação em 4 de Janeiro de 2012 Alterações estatutárias aprovadas em 28 de Fevereiro de 2012 Publicados e disponíveis no site publicacoes.mj.pt

Leia mais

Bolsa de Inovação da Secção Regional de Lisboa DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS REGRAS DE ATRIBUIÇÃO

Bolsa de Inovação da Secção Regional de Lisboa DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS REGRAS DE ATRIBUIÇÃO A Direcção da Secção Regional de Lisboa da Ordem dos Farmacêuticos, reunida em sessão de 18 de Julho de 2012, deliberou instituir uma Bolsa, destinada a apoiar projectos de investigação e projectos profissionais

Leia mais

Regimento Interno do Comitê de Remuneração e Sucessão

Regimento Interno do Comitê de Remuneração e Sucessão Regimento Interno do Comitê de Remuneração e Sucessão 1 ARTIGO Artigo 1º - NATUREZA, OBJETO E APROVAÇÃO DO REGIMENTO INTERNO Artigo 2º - COMPOSIÇÂO, CARGOS E MANDATOS Artigo 3º - DA PRESIDÊNCIA E SECRETARIADO

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA ASCC CAPITULO I - DA COMPOSIÇÃO E FINS DA ASCC. Artigo 1.º

REGULAMENTO INTERNO DA ASCC CAPITULO I - DA COMPOSIÇÃO E FINS DA ASCC. Artigo 1.º REGULAMENTO INTERNO DA ASCC CAPITULO I - DA COMPOSIÇÃO E FINS DA ASCC. Artigo 1.º A ASCC é composta pela Direcção, Conselho Fiscal e Assembleia Geral e tem por finalidade a realização dos seus fins estatutários.

Leia mais

CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ARTIGO 1º

CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ARTIGO 1º ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ARTIGO 1º (Denominação, constituição e duração) É constituída e reger-se-á pelos presentes Estatutos e pela Lei aplicável, uma Associação de âmbito nacional,

Leia mais

ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO PARA A PARTILHA ALIMENTAR DE VIANA DO CASTELO

ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO PARA A PARTILHA ALIMENTAR DE VIANA DO CASTELO ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO PARA A PARTILHA ALIMENTAR DE VIANA DO CASTELO Capítulo Primeiro Denominação, sede e âmbito de acção Artigo Primeiro Denominação, Natureza e Duração A Associação adopta a denominação

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ

ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ CAPÍTULO I DA SOCIEDADE, DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, PRAZO E FINALIDADES Artigo 1 - A Comissão Estadual de Residência Médica

Leia mais

ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJECTO E DURAÇÃO. Artigo 1.º (Constituição)

ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJECTO E DURAÇÃO. Artigo 1.º (Constituição) ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJECTO E DURAÇÃO Artigo 1.º (Constituição) 1. A Associação adopta a denominação de PRESTÍGIO LIGA DOS JOVENS EMPRESÁRIOS E EXECUTIVOS DE ANGOLA, abreviadamente

Leia mais

Regulamento Interno da Sociedade de Hematologia e Oncologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria

Regulamento Interno da Sociedade de Hematologia e Oncologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria Regulamento Interno da Sociedade de Hematologia e Oncologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria Capítulo I (Denominação, sede, estrutura e objectivos) Artigo 1.º (Denominação) A Sociedade de Hematologia

Leia mais

Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional

Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional Capítulo I Objecto e Âmbito do Regulamento Interno Artigo 1º O presente Regulamento tem como objecto a PROMUNDO

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI

ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI Reconhecida pela SEC/SC - Portarias 0390/86 e 0424/92 ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E PROFESSORES DA ESCOLA TÉCNICA DO VALE DO ITAJAI-ETEVI-FURB-BLUMENAU-SC CAPÍTULO I

Leia mais

Associação Spin para o Intercâmbio, Formação e Cooperação entre os Povos. Regulamento

Associação Spin para o Intercâmbio, Formação e Cooperação entre os Povos. Regulamento Associação Spin para o Intercâmbio, Formação e Cooperação entre os Povos Regulamento (Com as alterações aprovadas em Assembleia Geral em 06/12/2010 e em 11/03/2015) Capítulo I - Dos Associados Título I

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º O Colegiado Estadual de Procuradores e Advogados Municipais de Santa Catarina, que passará a utilizar com exclusividade a denominação

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA GERIATRIA E GERONTOLOGIA - LIG Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob a supervisão

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE ESPORTES E SAÚDE - LIES Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A Liga Acadêmica de Esportes e Saúde é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA PSIANIMAL ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TERAPIA DO COMPORTAMENTO E BEM-ESTAR ANIMAL

REGULAMENTO INTERNO DA PSIANIMAL ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TERAPIA DO COMPORTAMENTO E BEM-ESTAR ANIMAL REGULAMENTO INTERNO DA PSIANIMAL ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TERAPIA DO COMPORTAMENTO E BEM-ESTAR ANIMAL CAP. I Denominação e Princípios Artigo 1.º Denominação e Princípios 1. A PSIANIMAL Associação Portuguesa

Leia mais

ESTATUTOS DA CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA SUIÇA EM PORTUGAL

ESTATUTOS DA CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA SUIÇA EM PORTUGAL ESTATUTOS DA CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA SUIÇA EM PORTUGAL CAPITULO PRIMEIRO DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTO ARTIGO 1º 1. A CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA SUIÇA EM PORTUGAL, adiante designada por Câmara,

Leia mais

Da denominação, natureza e fins

Da denominação, natureza e fins REGULAMENTO DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AFONSO DE ALBUQUERQUE Capítulo I Da denominação, natureza e fins Artigo 1.º Denominação A Associação de Pais e Encarregados

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RUAS RECRIAR UNIVERSIDADE ALTA E SOFIA CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1. Denominação e natureza A RUAS Recriar Universidade Alta e Sofia, adiante designada abreviadamente

Leia mais

PACTO SOCIAL DO MONTE DESENVOLVIMENTO ALENTEJO CENTRAL, A.C.E. CAPTULO PRIMEIRO DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO PRIMEIRO. (Denominação)

PACTO SOCIAL DO MONTE DESENVOLVIMENTO ALENTEJO CENTRAL, A.C.E. CAPTULO PRIMEIRO DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO PRIMEIRO. (Denominação) PACTO SOCIAL DO MONTE DESENVOLVIMENTO ALENTEJO CENTRAL, A.C.E. CAPTULO PRIMEIRO DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO PRIMEIRO (Denominação) O Agrupamento adopta a denominação de Monte - Desenvolvimento Alentejo Central,

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO LABORATÓRIO NACIONAL DE ENERGIA E GEOLOGIA, I.P. CAPÍTULO I Disposições Gerais. Artigo 1º Definição e regime

REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO LABORATÓRIO NACIONAL DE ENERGIA E GEOLOGIA, I.P. CAPÍTULO I Disposições Gerais. Artigo 1º Definição e regime REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO LABORATÓRIO NACIONAL DE ENERGIA E GEOLOGIA, I.P. CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Definição e regime O Conselho Científico do Laboratório Nacional de Energia

Leia mais

ESTATUTOS DA APEI ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS

ESTATUTOS DA APEI ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS ESTATUTOS DA APEI ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS ARTIGO 1.º (Denominação e natureza) A Associação de Profissionais de Educação de Infância,

Leia mais

ESTATUTOS DA APBA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BLONDE D AQUITAINE

ESTATUTOS DA APBA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BLONDE D AQUITAINE ESTATUTOS DA APBA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BLONDE D AQUITAINE CAPÍTULO I ARTIGO PRIMEIRO (Constituição e denominação) Entre os bovinicultores fundadores da presente associação e os que queiram aderir aos

Leia mais

ESTATUTOS. Empreendedoras Por Excelência

ESTATUTOS. Empreendedoras Por Excelência ESTATUTOS Empreendedoras Por Excelência Maputo, 5 de Maio de 2009 CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINS, ÂMBITO DE ACÇÃO Artigo 1. A Associação FEMME Moçambique - Empreendedoras por Excelência é uma associação

Leia mais

CONSELHO DE ÓRGÃOS MUNICIPAIS INTEGRADOS AO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO (COMITRA) REGIMENTO INTERNO

CONSELHO DE ÓRGÃOS MUNICIPAIS INTEGRADOS AO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO (COMITRA) REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ÓRGÃOS MUNICIPAIS INTEGRADOS AO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO (COMITRA) REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º. O Conselho de Órgãos Municipais Integrados

Leia mais

CLUBE CABRIO PORTUGAL

CLUBE CABRIO PORTUGAL CLUBE CABRIO PORTUGAL REGULAMENTO INTERNO CAPÍTULO I (Denominação, natureza jurídica, sede e âmbito, fins e atribuições) Artigo 1.º Descrição 1. O CCPT Clube Cabrio Portugal é uma Associação sem fins lucrativos

Leia mais

Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores. Regulamento do Colegiado de curso da Faculdade Montes Belos

Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores. Regulamento do Colegiado de curso da Faculdade Montes Belos Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores Regulamento do Colegiado de curso da Faculdade Montes Belos São Luís de Montes Belos, novembro de 2011 REGULAMENTO COLEGIADO DE CURSOS REGULAMENTO INTERNO

Leia mais

ESTATUTOS. CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Âmbito de Acção e Fins

ESTATUTOS. CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Âmbito de Acção e Fins CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Âmbito de Acção e Fins Artigo 1º A Associação Grãos de Gente Creche e Jardim-de-Infância do Campus da Quinta do Marquês é uma instituição particular de solidariedade social

Leia mais

Associação de Estudantes da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto

Associação de Estudantes da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto Associação de Estudantes da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto Regulamento Interno de Direcção Associação de Estudantes da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto Capítulo I

Leia mais

1 - Ficarão imediatamente com os seus direitos associativos suspensos todos os associados que deixem de pagar quotas correspondentes a quatro meses.

1 - Ficarão imediatamente com os seus direitos associativos suspensos todos os associados que deixem de pagar quotas correspondentes a quatro meses. ASSOCIAÇÃO DE OURIVESARIA E RELOJORIA DE PORTUGAL CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E NATUREZA Artigo 1.º Denominação e natureza A Associação de Ourivesaria e Relojoaria de Portugal, designada abreviadamente

Leia mais

COLEGIADO DE FISCAIS DE TRIBUTOS, AUDITORES FISCAIS E TÉCNICOS DA TRIBUTAÇÃO DA AMOSC REGIMENTO INTERNO

COLEGIADO DE FISCAIS DE TRIBUTOS, AUDITORES FISCAIS E TÉCNICOS DA TRIBUTAÇÃO DA AMOSC REGIMENTO INTERNO COLEGIADO DE FISCAIS DE TRIBUTOS, AUDITORES FISCAIS E TÉCNICOS DA TRIBUTAÇÃO DA AMOSC REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º O Colegiado de Fiscais de Tributos, Auditores

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O BEBÊ. Sob a denominação de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O BEBÊ. Sob a denominação de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O BEBÊ CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Objetivos e Duração. Art 1 - Sob a denominação de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS SOBRE O BEBÊ (ABEBÊ) foi constituída

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS (ABRACE) CAPÍTULO I Da Natureza, Sede e Duração

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS (ABRACE) CAPÍTULO I Da Natureza, Sede e Duração ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS (ABRACE) CAPÍTULO I Da Natureza, Sede e Duração Art. 1º - A Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas,

Leia mais

ESTATUTOS DO CLUBE PAN EUROPEAN DE PORTUGAL

ESTATUTOS DO CLUBE PAN EUROPEAN DE PORTUGAL ESTATUTOS DO CLUBE PAN EUROPEAN DE PORTUGAL CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E MARCAS DA HONDA ARTIGO 1º É constituída uma associação sem fins lucrativos denominada "Clube Pan European de Portugal", adiante

Leia mais

Regimento do Conselho de Escola

Regimento do Conselho de Escola Regimento do Conselho de Escola da Escola de Psicologia Março 2010 Índice Artigo 1º Objecto 3 Artigo 2º Competências 3 Artigo 3º Composição do Conselho de Escola 3 Artigo 4º Presidente do Conselho de Escola

Leia mais

ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE

ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE FATEC JÚNIOR PRAIA GRANDE CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE E DURAÇÃO. Artigo 1º - A Empresa Júnior dos alunos da Faculdade

Leia mais

Estatuto da Associação de Pais e Professores do

Estatuto da Associação de Pais e Professores do CNPJ: 82.898.404/0001-09 Estatuto da Associação de Pais e Professores do CENTRO EDUCACIONAL MENINO JESUS Fundada em 1973, Florianópolis/SC C A P Í T U L O I Da Associação e seus fins Art. 1º. - A Associação

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL

REGULAMENTO ELEITORAL REGULAMENTO ELEITORAL I - PROCESSO ELEITORAL 1º 1. O processo eleitoral terá a duração máxima de 90 dias. 2. Em eleições regulares, realizadas trienalmente, iniciar- se- á no dia 1 de Outubro desse ano.

Leia mais

Conselho Municipal de Educação

Conselho Municipal de Educação 1 Regimento do (CME) do Município de Vila Nova de Paiva A Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19, n.º2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos locais

Leia mais

COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE ENFERMAGEM DE SAÚDE MATERNA E OBSTÉTRICA REGULAMENTO INTERNO

COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE ENFERMAGEM DE SAÚDE MATERNA E OBSTÉTRICA REGULAMENTO INTERNO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE ENFERMAGEM DE SAÚDE MATERNA E OBSTÉTRICA CAPÍTULO I Disposições Iniciais COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE ENFERMAGEM DE SAÚDE MATERNA E OBSTÉTRICA REGULAMENTO INTERNO Artigo 1º -

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL DO CLUBE GALP ENERGIA

REGULAMENTO ELEITORAL DO CLUBE GALP ENERGIA REGULAMENTO ELEITORAL DO CLUBE GALP ENERGIA Artigo 1º (Das Eleições) 1. Os Corpos Sociais Regionais do Clube Galp Energia são eleitos em cada Núcleo Regional para um mandato de três anos, conforme disposto

Leia mais

ESTATUTO CAPÍTULO I. DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE e DURAÇÃO CAPÍTULO II DAS FINANÇAS

ESTATUTO CAPÍTULO I. DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE e DURAÇÃO CAPÍTULO II DAS FINANÇAS ESTATUTO CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE e DURAÇÃO Art. 1 o. Sob a denominação APA de Jaboticabal - Associação Protetora dos Animais de Jaboticabal - fica fundada nesta cidade, onde terá sua sede,

Leia mais

Regulamento Eleitoral da AAUE

Regulamento Eleitoral da AAUE Regulamento Eleitoral da AAUE Artigo1º Especificação As disposições do presente regulamento aplicam-se à eleição dos órgãos da AAUE: a. Mesa da Assembleia Magna; b. Direção da AAUE; c. Conselho Fiscal.

Leia mais

FEDERAÇÃO CAPIXABA DE PEBOLIM

FEDERAÇÃO CAPIXABA DE PEBOLIM ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO CAPIXABA DE PEBOLIM CAPITULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINS, DURAÇÃO E FÓRUM. Art. 1º A Associação Capixaba de Pebolim também chamada em sua forma abreviada de ACP, sediada à rua Prefeito

Leia mais

SOCIEDADE PORTUGUESA DE TERAPIA FAMILIAR ESTATUTOS. CAPITULO I Denominação, Finalidade e Sede. Artigo Primeiro

SOCIEDADE PORTUGUESA DE TERAPIA FAMILIAR ESTATUTOS. CAPITULO I Denominação, Finalidade e Sede. Artigo Primeiro SOCIEDADE PORTUGUESA DE TERAPIA FAMILIAR ESTATUTOS CAPITULO I Denominação, Finalidade e Sede Artigo Primeiro 1. A Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, que abreviadamente se designa por S.P.T.F., é

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO GERAL

REGIMENTO DO CONSELHO GERAL REGIMENTO DO CONSELHO GERAL Janeiro de 2015 PREÂMBULO O presente regimento tem por finalidade regular os procedimentos administrativos e modo de funcionamento do Conselho Geral, garantindo a eficiente

Leia mais