CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DE FRUTOS DE MAMOEIRO COMERCIALIZADOS NA EMPASA DE CAMPINA GRANDE-PB

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1 Revista Brasileira de Produtos Agroindustriais, Campina Grande, v.9, n.1, p.53-58, IN CARACTERIZAÇÃO ÍICO-QUÍMICA DE RUTO DE MAMOEIRO COMERCIALIZADO NA EMPAA DE CAMPINA GRANDE-PB rancisco Rodolfo Júnior 1, Lucicléia Barros de V. Torres 2, Vinícius Batista Campos 3, Anicléia Rodrigues de Lima 4, Adriano Duarte de Oliveira 4, Jeane Karla de Mendonça Mota 5 REUMO A produção e comercialização de mamão (Carica papaia) vêm se tornando cada vez mais um mercado de grandes respostas econômicas, haja vista que o Brasil se destaca como um dos principais exportadores desse fruto. O presente trabalho teve como objetivo estudar as características físico-químicas dos frutos de duas cultivares mamoeiro comercializadas na EMPAA de Campina Grande, Paraíba. A pesquisa foi realizada no Laboratório de Química e Bioquímica do Centro de Ciências Agrárias da UPB. Utilizaram-se duas variedades de mamão (unrise olo e ormosa) em delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições por tratamento, onde as características fisico-químicas avaliadas para as duas cultivares foram: ph, sólidos solúveis totais (T), acidez titulável, relação T/AT, cinzas, comprimento, largura, diâmetro, peso e firmeza. Os dados foram submetidos à análise de variância pelo teste. Concluiu-se que: os frutos de mamoeiro das cultivares unrise olo e ormosa apresentam características químicas adequadas para as necessidades de consumo do mercado interno; os frutos da variedade ormosa apresentaram maiores valores de ºBrix, largura e diâmetro quando comparados aos frutos da cultivar unrise olo; a firmeza da polpa apresentou-se abaixo do padrão dos estudos já realizados nas cultivares, implicando diretamente na qualidade final dos frutos. Palavras-chave: Carica papaia, qualidade de frutos, comercialização, consumo in natura. PHYICAL-CHEMICAL CHARACTERITIC O PAPAIA RUIT COMMERCIALIZED AT EMPAA CAMPINA GRANDE - PB ABTRACT Production and trading of papaya are becoming a very economical issue answers, because Brazil is one of the exploited of this fruit. This work had the aim to study physical-chemical featuring of fruits traded on 2 papaya s cultivars at EMPAA - Campina Grande City, Paraíba tate, Brazil. Research was carried out at Laboratório de Química e Bioquímica of Centro de Ciências Agrárias UPB. It had been used 2 varieties of papaya (urinse olo and ormosa), used sketching entirely randomized with 4 repetitions by treatment, where physical-chemical features to cultivars are: ph, Total soluble solids (T), titulable acidity, T/AT relation, ash, length, width, diameter, weight and firmness. Data were variance analyzed by test. It had been concluded that: papaya fruits from. olo and ormosa showed adequate chemical features to need inner trade consuming; variety ormosa showed higher values of ºBrix, when compared to. olo variety; pulp firmness showed lower to stand ways from studies already done on cultivars, directy damaging final quality of fruits; frits from ormosa cultivar showed length, width and diameter above found results at. olo cultivar. Keywords: Carica papaia, fruits quality, trading, in natura consuming. 1 Prof Mc do CCTA/UCG, Pombal PB, 2 Doutoranda em Agronomia CCA/UPB, Areia PB, 3 Mestrando em Manejo de olo e Água CCA/UPB, Areia PB, 4 Estudante de Agronomia CCA/UPB, Areia PB, 5 Mestranda em Construções Rurais e Ambiência CTRN/UCG, Campina Grande - PB,

2 54 Caracterização físico-química de frutos de mamoeiro comercializados na Empasa... Rodolfo Júnior et al. INTRODUÇÃO O mamão (Carica papaya L.) é uma das frutas mais cultivadas no mundo, especialmente em áreas tropicais onde a temperatura média anual é de 25ºC (imão, 1998). O Brasil é o maior produtor dessa frutífera, perfazendo aproximadamente 36,9% do total produzido no mundo (AO, 1998). Entretanto, apenas 3% da produção brasileira é destinada a exportação, sendo a maior parte consumida internamente. Os frutos da cultivar ormosa tem preferência nacional, enquanto os da cultivar unrise olo se destacam para a exportação (Agrianual, 25). Entre as cultivares de mamão plantadas no Brasil, a Improved unrise olo, e seu fruto, reúne as principais características preferidas pelo mercado, que são: ter origem de flores hermafroditas; conteúdo mínimo de 13 a 15% de sólidos solúveis totais; peso médio em torno de 5 g; forma alongada; periforme ou oval e uniforme; casca lisa, sem nervuras ou manchas externas; frutos firmes, com polpa espessa, de coloração vermelho-alaranjada; cavidade redonda; amadurecimento lento e altos teores de açúcares (Luna, 1986; Almeida et al., 23). O mamão é consumido como fruta fresca e muito apreciado pelo seu sabor adocicado, polpa levemente perfumada e de coloração variando de amarelo a vermelho. Quando a fruta é colhida na época do estágio de maturação adequada e manuseada corretamente pós-colheita, o mamão permanece com um padrão ideal de qualidade para o consumo. Colheitas realizadas antes dos frutos atingirem completa maturação fisiológica, prejudicam o seu processo de amadurecimento, afetando sua qualidade. Por outro lado, a colheita dos frutos totalmente maduros reduz a sua vida útil, dificultando o seu manuseio e transporte, devido à baixa resistência física, causando perdas qualitativas e quantitativas (Chitarra & Chitarra, 199; Rocha et al., 25). Para estudo da qualidade dos frutos, podem ser adotados vários parâmetros, sejam eles físicos como peso, comprimento, diâmetro, forma e firmeza, ou químicos referentes a ólidos solúveis totais (T), ph, acidez titulável (AT), relação T/AT e vitaminas. Essas características são influenciadas por fatores como condições edafoclimáticas, variedade, época e local de colheita, tratos culturais, e manuseio pós-colheita (agundes & Yamanishi, 21). Draetta et al. (1975) fizeram determinações diárias da parte superior e inferior da polpa de mamão variedade Comum amarela armazenados a uma temperatura de 25ºC, em atmosfera de azetil na base de 2% do volume da câmara. Os resultados encontrados para a parte de cima dos frutos (próxima do pedúnculo), após 72 horas foram: ph- 5,2; sólidos solúveis (ºBrix)- 8,; acidez total titulável (g ácido cítrico 1g -1 )-,5; ácido ascórbico (mg 1g - 1 )-6,. Para a parte de baixo dos frutos, os resultados após 72 horas foram: ph- 5,; sólidos solúveis (ºBrix)- 9,; acidez total titulável (g ácido cítrico 1g -1 )-,18; ácido ascórbico (mg 1g -1 )- 5,. Outro estudo feito por Lassoudière apud Menezes & Draetta (198), citaram para o mamão, que a acidez total titulável foi,4g ácido cítrico 1g -1 e que o ácido ascórbico variou de 9 a 13 mg 1g -1. A cadeia de comercialização de cada fruta é diferente, possuindo vários componentes do mercado interno envolvidos, como: produtores, intermediários, atacadistas, CEAA, feirantes e varejistas (supermercados, quitandas, varejões e outros), que completam a distribuição aos consumidores. Existem diversos canais de comercialização de frutas no mercado interno, entre os quais: a venda direta do produtor ao consumidor, sem nenhum intermediário; do produtor ao varejista (supermercado, quitanda, feirante e outros); do produtor ao atacadista de destino, instalado próximo ao centro de abastecimento, e do produtor ao atacadista de origem, localizado junto à zona de produção. Portanto, o produtor pode decidir por uma destas alternativas, escolhendo aquela que melhor se adapte às suas condições (agundes & Yamanishi, 21). Para que sejam adotadas técnicas que visem o melhor desempenho no sistema de comercialização desta fruta, é importante que se conheça os fatores que contribuem para a formação e qualidade do produto, buscando a melhoria do sistema de comercialização para atender às exigências cada vez maiores dos consumidores, realizou-se a presente pesquisa com o objetivo de analisar as características físico-químicas dos frutos de mamoeiro das cultivares. olo e ormosa comercializados na EMPAA de Campina Grande-PB. Revista Brasileira de Produtos Agroindustriais, Campina Grande, v.9, n.1, p , 27

3 Caracterização físico-química de frutos de mamoeiro comercializados na Empasa... Rodolfo Júnior et al. 55 MATERIAL E MÉTODO O trabalho foi conduzido no período de 3 de setembro a 14 de outubro de 24, sendo realizadas as análises no Laboratório de Química e Bioquímica do Centro de Ciências Agrárias da Universidade ederal da Paraíba (CCA/UPB), na cidade de Areia-PB. Os frutos utilizados no experimento foram escolhidos aleatoriamente no local de comercialização (EMPAA, Campina Grande PB), para formar as unidades experimentais das cultivares unrise olo e ormosa. As características físico-químicas avaliadas para as duas cultivares foram: ph, sólidos solúveis totais (T), acidez titulável, relação T/AT, cinzas, comprimento, largura, diâmetro, peso e firmeza. As variáveis (ph, T, AT, T/AT e cinzas) foram determinadas segundo metodologia do Instituto Adolfo Lutz (1985). Para cada variável se avaliou amostras compostas por diferentes porções do fruto. A relação T/AT foi obtida através dos resultados dos teores de sólidos solúveis totais (ºBrix) e acidez titulável (% de acido cítrico). As unidades experimentais foram pesadas através de uma balança eletrônica; a firmeza da polpa foi obtida com o auxílio do penetrômetro, sendo expressa em kgf cm -2 ; também foi observado o formato e dimensões de cada fruto com o uso de régua milimetrada para determinação de comprimento e largura, e paquímetro para determinação do diâmetro. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizados com quatro repetições por tratamento, onde os dados foram submetidos à análise de variância a 5% de probabilidade pelo teste. REULTADO E DICUÃO O teor de T dos frutos da cultivar ormosa permaneceu constante, 14 Brix, o mesmo acontecendo com os frutos da cultivar. olo, mantendo o teor de T constante em 11 Brix (igura 1A), sendo superiores os valores médios 13,3 Brix e 12 Brix encontrados por Viegas (1992) para as respectivas variedades. A relação T/AT (igura 1B) para cultivar ormosa ficou em media de 1,1 e para cultivar. olo ficou em torno de 125,9, estando próximos dos valores encontrados por Viegas (1992) para os respectivos cultivares. O ph apresentou uma pequena variação na cultivar ormosa em relação a cultivar. olo, sendo os valores médios respectivamente representados por 5,2 e 5,4 (igura 1C). Estando os valores do ph próximos aos encontrados por ioravanço et al. (1992), os quais estavam em torno de 5,28 a 5,71 e 5,43 a 5,86 respectivamente. De acordo com Chan Junior et al. (1971) o mamão apresenta um ph entre 4,5 e 6,, baseado nisto, pode-se dizer que os frutos comercializados em Capina Grande na EMPAA apresentam ph no intervalo considerado para consumo in natura. A acidez titulável do mamão da cultivar ormosa apresentou valor médio de,11, e os da cultivar. olo apresentou valor médio de,8 (igura 1D), sendo superior aos obtidos por ouza (1998). O comprimento dos frutos da cultivar ormosa chegou a uma média de 25,6cm e da cultivar. olo a 11,85cm (igura 2A). O mesmo comportamento repetiu-se para a largura (igura 2C), chegando a 1,95 cm (ormosa) e 8,68 cm (. olo). Os diâmetros das duas cultivares analisadas tiveram média de 37,7cm e 28,66cm, respectivamente (igura 2E). Esses valores se aproximam daqueles encontrados por ioravanço et al (1992) em frutos de mamão das duas cultivares. O tamanho in natura dos frutos depende do mercado consumidor. Manica (1996) comenta que os grandes mercados consumidores preferem frutos mais alongados e cilíndricos. Verificou-se que o peso médio do mamão da cultivar. olo foi de 443,7g e da cultivar ormosa 153,7g (igura 2B). O peso médio da cultivar. olo (443,7g) foi superior ao obtido por Bleinroth & igrist (1989) que chegou a 36g. Entretanto, ouza (1998) afirma que o peso para o consumo in natura de frutos do grupo. olo no mercado interno está entre 46 a 69g. Revista Brasileira de Produtos Agroindustriais, Campina Grande, v.9, n.1, p , 27

4 56 Caracterização físico-química de frutos de mamoeiro comercializados na Empasa... Rodolfo Júnior et al. A T (ºBrix) B T/AT b 14 a ,93 a 1,1 a C ph D VITAMINA C (mg/1g) ,39 a 5,2 b 1,4 1,2 1,,8,6,4,2,,95 b 1,23 a E,12,1,8,6,4,2 ACIDEZ TITULÁVEL (%),89 a,11 a,3,25,2,15,1,5,264 a CINZA (%),254 a igura 1 Valores de sólidos solúveis (A), relação sólidos solúveis/acidez titulável (B), ph (C), vitamina C (D), acidez titulável (E) e cinzas () de frutos do mamoeiro das variedades unrise olo () e ormosa (), comercializados na EMPAA de Campina Grande-PB. A firmeza media da polpa do mamão (igura 2D), na cultivar ormosa foi de,84 Kgf cm -2 e da cultivar. olo 1,41 Kgf cm -2, foram inferiores aos obtidos por ouza (1998), quando a firmeza foi de 1,34 a 2,6 Kgf cm -2 em media para as duas cultivares respectivamente, segundo ele esse grau de firmeza dificulta o manuseio do fruto no comercio. Os baixos valores de firmeza encontrados nos frutos analisados podem estar relacionados a fatores como grau de maturação do fruto, cultivar, tratos culturais, transporte e manuseio da colheita e pós-colheita. Para as cinzas os valores médios relativos encontrados para as duas variedades não tiveram diferença significativa (igura 1). Revista Brasileira de Produtos Agroindustriais, Campina Grande, v.9, n.1, p , 27

5 Caracterização físico-química de frutos de mamoeiro comercializados na Empasa... Rodolfo Júnior et al. 57 A COMPRIMENTO (cm) B PEO (g) ,85 b 25,6 a ,72 b 153, 7 a C ,68 b LARGURA(cm) 1,95 a D 1,5 1,,5, IRMEZA (kgf cm -2 ) 11,41 a,84 a E ,66 b DIÂMETRO (cm) 37,7 a igura 2 Valores de comprimento (A), peso (B), largura (C), firmeza (D) e diâmetro (E) de frutos do mamoeiro das variedades unrise olo () e ormosa (), comercializados na EMPAA de Campina Grande-PB. CONCLUÕE Os frutos de mamoeiro das cultivares unrise olo e ormosa apresentam características químicas (T, T/AT, ph e Acidez) adequadas para as necessidades de consumo do mercado interno; Os frutos da variedade ormosa apresentaram maiores valores de sólidos solúveis totais, comprimento, largura e diâmetro quando comparados aos da variedade. olo; As variáveis estudadas apresentaram nível adequado para as exigências do mercado interno, exceto para a firmeza dos frutos em ambas as cultivares. REERÊNCIA BIBLIOGRÁICA Almeida,.T.; Bernardo,.; ousa, E..; Marin,.L.D.; Grippa,. Growth and yield of papaya under irrigation. cientia Agrícola. Piracicaba. v. 6, n.3, p , 23. Agrianual 25 Anuário da agricultura brasileira. ão Paulo: NP Consultoria, 25. p Bleinroth, E. W.; igrist, J, M, M. Matéria prima. In: ITAL. Mamão: cultura, matéria prima, processamento e aspectos econômicos. 2ª. Ed. Campinas: ITAL, Cap. 2, p Carvalho, R. I. N.; ioravanço, J. C.; Paiva, M, C.; Manica, I. Características físicas e químicas do mamão Papaya comercializado em Porto Alegre. Revista Brasileira de ruticultura, Cruz das Almas, v. 14, n. 1, p , Chitarra, M. N.; Chitarra, A. D. Pós-colheita de frutos e hortaliças: isiologia e manuseio. Lavras: EAL/AEPE Draetta, I..; himokomaki, M.; Yokomizo, Y., ujita, J.T.; Menezes, H.C. De; Bleinroth, E.W. Transformações bioquímicas do mamão (Carica papaya) durante a maturação. Coletânea do Instituto de Revista Brasileira de Produtos Agroindustriais, Campina Grande, v.9, n.1, p , 27

6 58 Caracterização físico-química de frutos de mamoeiro comercializados na Empasa... Rodolfo Júnior et al. Tecnologia de Alimentos, Campinas, v. 6, n. 1, p , agundes, G. R.; Yamanishi, O. K. Características físicas e químicas de frutos de mamoeiro do grupo 'solo' comercializados em 4 estabelecimentos de Brasília-D. Revista brasileira de fruticultura, Jaboticabal, v.23, n.3, 21. AO. Production Yearbook. Roma Instituto Adolfo Lutz. Normas analíticas do Instituto Adolfo Lutz. 3.ed. ão Paulo: Instituto Adolfo Lutz, v.1, 533p. Luna, J.V.U. Variedades de mamoeiro. Informe Agropecuário, v.12, p.14-18, Manica, I. Cultivares e melhoramento de mamoeiro. In: Mendes, L. G.; Dantas, J. L. L.; Morales, C.. G. Mamão no Brasil. Cruz das Almas: EMBRAPA- CNPM, p. Menezes, H.C. de; Draetta, I. dos. Bioquímica das frutas tropicais. In: Medina, J. C. (ed) Aspectos tecnológicos das frutas tropicais e seus produtos. Campinas: ITAL, p , 198. (rutas tropicais, 1). Proctor,.J.; Caygill, J.C. Ethylene in commercial postharvest handling of tropical fruit. In: Proctor,. J. (ed) Ethylene and plant development. London: Butterworth cientific, p , Rocha, R.H.C.; Nascimento,.R.C.; Menezes, J.B.; Nunes, G.H..N.; ilva, E.O. Qualidade pós-colheita do mamão formosa armazenado sob refrigeração. Revista Brasileira de ruticultura. Jaboticabal, v. 27, n. 3, p , 25. imão,. Tratado de fruticultura. Piracicaba: EALQ, p. ouza, G. Características físicas, químicas e sensoriais do fruto de cinco cultivares de mamoeiro (Carica papaya L.) produzidas em Macaé-RJ. Campos dos Goytacazes: UEN, p. (Dissertação de Mestrado). Vieira, G. et al. Influencia da cultivar e do estagio de maturação em algumas características do fruto do mamão durante a pós-colheita. Revista Brasileira de fruticultura, Jaboticabal-P, v. 22, n. 2, p , agosto. Revista Brasileira de Produtos Agroindustriais, Campina Grande, v.9, n.1, p , 27

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