LUSITÂNIA (EM LIQUIDAÇÃO) 2013 Relatório de gestão

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1 LUSITÂNIA (EM LIQUIDAÇÃO) 2013 Relatório de gestão O Lusitânia entrou no presente exercício no terceiro período de liquidação. Toda a actividade se centrou na resolução do contrato promessa não cumprido.

2 Fundo Fechado de Investimento Imobiliário LUSITÂNIA R E L A T Ó R I O D E G E S T Ã O AMBIENTE DE NEGÓCIO 2013 foi um ano de inversão de tendência no mercado residencial, com sinais de recuperação evidentes. O Portuguese Housing Market Survey, pool de 150 promotores imobiliários e mediadores baseados em Lisboa, Porto e Algarve produzido pela Confidencial Imobiliário e pela Royal Institution of Chartered Surveyors, indicava na sua edição de Outubro uma evolução do mercado bem menos negativa que a alguma vez observada ao longo dos três anos de realização deste inquérito. Pela primeira vez desde 2009, os preços das habitações em Portugal subiram, em cadeia, dois trimestres consecutivos, segundo dados do Eurostat relativos aos segundo e terceiro trimestre. No entanto, a variação homóloga dos aludidos preços continuou em terreno negativo (-2,9% entre os terceiros trimestres de 2012 e 2013, dados trimestrais mais recentes à data da escrita). Relativamente ao final de 2010, a descida acumulada nos preços da habitação fixava-se em 11,5%, segundo a mesma fonte. Esta situação de queda em diminuição de ritmo permitiu a redução do número de imóveis devolvidos aos bancos por incapacidade de satisfação do respectivo serviço da dívida hipotecária. Segundo a APEMIP, este indicador fixou-se, em 2013, em casas, menos de metade do número de ACTIVIDADE DO FUNDO E PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS O Fundo Lusitânia, constituído a 4 de Abril de 2008 com uma duração inicial de dois anos, teve no presente exercício, o terceiro integralmente decorrido em situação de liquidação, tendo a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a pedido da Sociedade Gestora, autorizado a prorrogação do prazo de liquidação até ao dia 4 de Abril de Nos termos legais, a Sociedade Gestora diligenciou, em primeira prioridade, para liquidar o Passivo do Fundo. Página 1

3 Infelizmente, a acção judicial de execução específica do contrato promessa de compra e venda do Hotel do Parque, oportunamente interposta em 2010, continua, mais de três anos depois, a aguardar decisão. A audiência de julgamento esteve marcada para dia 17 de Abril de 2013, mas devido a um contacto dos mandatários da Ré Fernandes & Bragança Lda para tentativa de resolução extrajudicial do litígio, foi solicitado pelos mesmos suspensão da audiência por vinte dias, pedido ao qual o Fundo LUSITÂNIA acedeu. Dos contactos mantidos entre os mandatários judiciais de ambas as partes resultou a possibilidade de revogar, por mútuo acordo, o contrato-promessa de compra e venda do imóvel objecto do litígio judicial, sendo restituída ao Fundo LUSITÂNIA a importância adiantada a título de sinal ( ,00), bem como os encargos do Fundo para com os seus credores, com a contrapartida da extinção da acção judicial em curso, mas para tal, a Ré teria de contrair um empréstimo bancário de, pelo menos, ,00 mas não teve sucesso, pelo que se quebraram as negociações. Por indisponibilidade de agenda do Tribunal, o julgamento foi agendado somente para dia 1 de Outubro de 2013, sendo que, por indisponibilidade de agenda da mandatária do Fundo LUSITÂNIA (pelo facto de já ter outro julgamento agendado previamente), teve de ser reagendado para a data de 8 de Novembro. Em virtude de ter sido realizada no dia 8 de Novembro uma Greve Geral da Função Pública e dos sectores dos transportes, a audiência foi mais uma vez adiada para Abril de Proposta de distribuição de resultados Conforme contas em anexo, o resultado líquido foi negativo e cifrou-se em 32,235. Propõe-se que o prejuízo apurado seja levado a Resultados Transitados. Perspectivas para 2014 Resolução da situação judicial por parte do Tribunal de Vila Real, a audiência de discussão e julgamento encontra-se agendada para 23 de Abril de Independentemente da audiência, o Fundo LUSITÂNIA permanece disponível para analisar outras propostas de acordo extra judicial que a Ré lhe pretenda dirigir, como tal existe perspectivas que os mandatários da Ré apresentem um acordo antes da referida audiência. Com o recebimento da dívida por parte da Ré, o objectivo final será a liquidação dos passivos do Fundo e subsequente liquidação do Fundo, com a entrega aos Senhores Participantes o valor do património líquido. Agradecimentos O Conselho de Administração da Sociedade Gestora deseja apresentar os seus agradecimentos Página 2

4 Ao Banco Invest, pela importante intervenção enquanto Banco Depositário; À Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, pela colaboração prestada; Ao Senhor Revisor Oficial de Contas, que acompanhou sempre prontamente a actividade e formulou valiosas recomendações; Aos Senhores Peritos Avaliadores; e Aos Advogados do Fundo, pelo zelo e empenho colocados na defesa dos interesses do Fundo. Lisboa, 27 de Fevereiro de 2014 Pelo Conselho de Administração da Sociedade Gestora, conforme deliberação de 30 de Dezembro de 2013 Joaquim Miguel Calado Cortes de Meirelles, Administrador Delegado Manuel Joaquim Guimarães Monteiro de Andrade, Administrador Delegado Página 3

5 Fundo de Investimento Imobiliário Fechado "Lusitânia" FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO "LUSITÂNIA" BALANÇO (valores em Euros) Data: 31/12/13 ACTIVO PASSIVO Código Designação Nota Código Designação Nota Bruto Mv/Af mv/ad Líquido Líquido Activos Imobiliários Capital do Fundo 32 Construcções Unidade Participação 2 5,000,000 5,000, Adiantamentos por conta de Imóveis 4,950,000 4,950,000 4,950, Resultados Transitados 2 (356,421) (317,803) Total de Activos Imobiliários 4,950, ,950,000 4,950,000 DR Resultados Líquidos do Período 2 (32,235) (38,618) Contas de Terceiros Total do Capital do Fundo 4,611,344 4,643, Outras contas de Devedores - - Contas de Terceiros Total dos valores a Receber Comissões a pagar , ,860 Disponibilidades Outras contas de Credores 15 42,920 31, Caixa Depósitos à Ordem Total dos valores a Pagar 328, ,016 Total das Disponibilidades Acréscimos e Diferimentos Acréscimos e Diferimentos 53 Acrécimo de Custos 52 Despesas c/ Custo Diferido , Receitas com proveito diferido 58 Outros Acréscimos e Diferimentos Outros Acréscimos e Diferimentos 9,925 7,425 Total dos acréscimos e diferimentos activos 3, ,015 Total dos acréscimos e diferimentos passivos 9,925 7,425 Total do Activo 4,953, ,950,049 4,953,020 Total do Passivo 4,950,049 4,953,020 Total do número de Unidades de Participação 500, ,000 Valor Unitário da Unidade Participação O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Relatório e Contas 2013

6 Fundo de Investimento Imobiliário Fechado "Lusitânia" FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO "LUSITÂNIA" DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS (valores em Euros) Data: 31/12/13 Custos e Perdas Proveitos e Ganhos Código Designação Nota Código Designação Nota Custos e Perdas Correntes Proveitos e Ganhos Correntes Juros e Custos Equiparados Juros e Proveitos Equiparados De operações correntes Outros, de Operações Correntes Comissões Outras, de Operações Correntes 14 17,400 33,060 Ganhos Oper. Financ.. e Act. Imobiliários 833 Em activos imobiliários Impostos e Taxas 86 Rendimentos de Imóveis Imposto sobre o rendimento 76 Fornecimentos e Serviços Externos 11,764 5, Outros Custos e Perdas Correntes 56 7 Total dos Custos e Perdas Correntes (A) 29,220 38,618 Total dos Proveitos e Ganhos Correntes (B) Custos e Perdas Eventuais 3,015 Total dos Custos e Perdas Correntes ( C ) 3,015 - Resultado Líquido do Período 32,235 38,618 TOTAL 32,235 38,618 TOTAL 32,235 38, Resultado dos Activos Imobiliários (11,764) (5,551) B-A+74 Resultado antes do Imposto s/ o Rendimento (29,220) (38,618) B-A+742 Resultados Correntes (29,220) (38,618) B-A+D-C Resultado Líquido do Período (32,235) (38,618) D-C Resultados Eventuais - 3,015 - O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Relatório e Contas 2013

7 Fundo de Investimento Imobiliário Fechado "Lusitânia" FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO "LUSITÂNIA" Demonstração dos Fluxos Monetários (valores em Euros) Discriminação dos Fluxos OPERAÇÕES SOBRE AS UNIDADES DO FUNDO RECEBIMENTOS: Subscrição de Unidades de Participação PAGAMENTOS: Resgates de Unidades de Participação - - Rendimentos pagos aos Participantes - - Fluxo das Operações sobre as Unidades de Participação - - OPERAÇÕES COM VALORES IMOBILIÁRIOS RECEBIMENTOS: Rendimentos de Imóveis - - Reembolso de Iva resultante da Aquisição de activos imobiliários - - PAGAMENTOS: Aquisição de activos imobiliários - - Despesas correntes (FSE) com activos imobiliários - - Adiantamentos por conta de compra de activos imobiliários - - Outros pagamentos de activos imobiliários - - OPERAÇÕES DE GESTÃO CORRENTE Fluxo das Operações sobre Valores Imobiliários - - RECEBIMENTOS: Juros de Depósitos Bancários - - Empréstimos contraidos - - Outros Recebimentos Correntes 45 - PAGAMENTOS: Comissão de Gestão - - Comissão de Depósito - Impostos e Taxas - Amortização de capital de empréstimos contraidos - - Pagamento de juros de Empréstimos Contraidos - - Outros Pagamentos Correntes 1 (1) 1 (1) Fluxo das Operações de Gestão Corrente 44 (1) Saldo dos Fluxos Monetários do Período (A) 44 (1) Disponibilidades no Início do Período (B) 5 6 Disponibilidades no Fim do Período (C) = (B)+(A) 49 5 O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Relatório e Contas 2013

8 Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Lusitânia ( Em liquidação) Anexo às Demonstrações Financeiras em 31 de Dezembro de 2013 (Valores expressos em Euros) Nota Introdutória O Lusitânia é um fundo de investimento imobiliário fechado gerido pela Fund Box Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Imobiliário, SA., que se caracteriza pela capitalização dos seus rendimentos, podendo a Sociedade Gestora decidir relativamente à distribuição, integral ou parcial, do rendimento do Fundo. A sua constituição foi autorizada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários em 11 de Outubro de 2007, tendo iniciado a sua actividade no dia 4 de Abril de 2008, com uma duração inicial de dois anos, prorrogável por períodos não superiores aquele prazo desde que aprovado pelos participantes. A actividade do Fundo está regulamentada pelo Decreto-Lei n.º 60/2002, de 20 de Março, actualizado pelo Decreto-Lei n.º 13/2005, de 7 de Fevereiro, que estabelece o regime jurídico dos fundos de investimento imobiliário. O Banco Invest, SA (anteriormente denominado Banco Alves Ribeiro, SA) assume as funções de depositário do Fundo e, nessa qualidade, tem a custódia de todos os activos mobiliários, sendo todas as aplicações do Fundo realizadas com este Banco. Terminado o período de dois anos de actividade estipulado no Regulamento de gestão, o Fundo entrou em processo de liquidação, conforme comunicado à CMVM. De acordo com a regulamentação aplicável, o período da liquidação tem o período máximo de um ano, tendo a CMVM autorizado a prorrogação do mesmo por outro ano. Para uma melhor compreensão da informação financeira apresentam-se as seguintes informações sobre o fundo: Relatório e Contas

9 Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Lusitânia ( Em liquidação) i. Comissão de Gestão A comissão de gestão representa um encargo do Fundo, a título de serviços prestados pela sociedade gestora. De acordo com o Regulamento de Gestão, esta comissão é calculada diariamente, por aplicação de uma taxa anual de 0,5% sobre a média aritmética simples, dos valores brutos globais do Fundo. A comissão é cobrada trimestralmente e tem um valor mínimo anual de Face à situação do Fundo, a sociedade gestora prescindiu das comissões de gestão a partir de 27 de Abril de 2012 (Ver Nota 14) ii. Comissão de Depósito Esta comissão destina-se a fazer face às despesas do Banco Depositário referente aos serviços prestados ao Fundo. Segundo o Regulamento de Gestão, esta comissão é calculada diariamente, por aplicação de uma taxa anual de % sobre a média aritmética simples dos valores líquidos globais do Fundo. A comissão é cobrada duas vezes por ano e tem um valor mínimo de 15,000. iii. Taxa de Supervisão Na sequência do decreto-lei n.º 183 / 2003, de 19 de Agosto, que alterou o Estatuto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), aprovado pelo decreto-lei n.º 473 / 99, de 8 de Novembro, com a publicação da Portaria n.º 913-I / 2003, de 30 de Agosto, emitida pela CMVM, os Fundos passaram a ser obrigados a pagar uma taxa de % aplicada sobre o valor líquido global do Fundo correspondente ao ultimo dia útil do mês, não podendo a colecta ser inferior a 200 nem superior a 20,000. Relatório e Contas

10 Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Lusitânia ( Em liquidação) iv. Unidades de Participação O valor de cada unidade de participação é calculado dividindo o Valor líquido global do Fundo pelo número de unidades de participação em circulação. O valor líquido do património corresponde ao somatório das rubricas do capital do Fundo, ou seja, unidades de participação, variações patrimoniais, resultados transitados, resultados distribuídos e resultado líquido. As Variações Patrimoniais resultam da diferença entre o valor de cada subscrição ou resgate de unidades de participação e o seu valor base, situação nunca verificada no Fundo. A 31 de Dezembro de 2013 o Capital do Fundo é constituído pelo valor base das unidades de participação, pelo resultado líquido do exercício e pelos resultados transitados, conforme dados apresentados na nota 2. v. Regime Fiscal Os rendimentos prediais líquidos, obtidos no território português, à excepção das mais-valias prediais, são tributados à taxa autónoma de 25% (vinte e cinco por cento). Tratando-se de mais valias prediais, há lugar a tributação, autonomamente, à taxa de 25% (vinte e cinco por cento), que incide sobre 50% (cinquenta por cento) da diferença positiva entre mais-valias e as menos-valias realizadas no exercício. No dia 31 de Dezembro de 2012, entrou em vigor a Lei n.º 66- B/2012, que veio introduzir diversas alterações em matéria tributária, nomeadamente, o aumento para 28% da generalidade das taxas de retenção na fonte em sede de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) incidentes sobre rendimentos de capitais (tais como juros das obrigações e dos depósitos bancários e dos dividendos). Relatório e Contas

11 Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Lusitânia ( Em liquidação) Com o Orçamento de Estado para 2007, os imóveis a adquirir pelo fundo passaram a ficar sujeitos a Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) e os imóveis detidos a Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), sendo as taxas reduzidas a metade. Posteriormente a Lei n.º 3-B/2010, de 28 de Abril, veio através do seu artigo 109.º alterar o artigo 49.º do EBF revogando o seu n.º 2 e limitando a aplicação das isenções previstas no parágrafo anterior exclusivamente aos fundos de investimento imobiliário abertos, fundos de pensões e fundos de poupança-reforma, que se constituam e operem de acordo com a legislação nacional. Bases de apresentação das Demonstrações Financeiras As demonstrações financeiras, compostas pelo Balanço, Demonstração dos Resultados e Demonstração dos Fluxos Monetários, foram elaboradas e estão apresentadas segundo o disposto no Regulamento da CMVM n.º 2/2005, de 14 de Abril, o qual estabelece o regime a que deve obedecer a contabilidade dos Fundos de Investimento Imobiliário. O Regulamento n.º 2/2005 impõe a divulgação de informação que desenvolva e comente as quantias incluídas nas demonstrações financeiras ou permita o conhecimento de factos ou situações que, não tendo expressão naquelas, são úteis para a tomada de decisões por parte dos respectivos utilizadores. O presente Anexo obedece, em estrutura, ao disposto no referido Regulamento, pelo que as notas omissas não têm aplicação neste fundo. Relatório e Contas

12 Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Lusitânia ( Em liquidação) Nota 2 Unidades de Participação e Capital do Fundo O Património do Fundo é representado por unidades de participação com um valor base de 10 cada. A movimentação no Capital do Fundo no exercício de 2013 foi a abaixo descrita: Descrição 01-Jan-13 Outros Resultados Período (em euros) Valor Base 5,000,000 5,000,000 Resultados Acumulados (356,421) (32,235) (388,656) Soma 4,643,579 (32,235) 4,611,344 nº unidades participação 500, ,000 valor unidade participação Nota 3 Inventário dos Activos do Fundo COMPOSIÇÂO DISCRIMINADA DA CARTEIRA DE ACTIVOS 7 - Liquidez Quant. Moeda Valor Global 711 Numerário Caixa EUR DEPÓSITOS À ORDEM DO Banco Invest 0% EUR 49 A Outros Valores a Regularizar Quant. Moeda Valor Global Valores Activos 911 ADIANTAMENTOS POR CONTA DE IMÓVEIS Projecto Hospital Vila Real 4,950, OUTROS Outros EUR Valores Passivos 922 OUTROS Outros EUR (338,705) B - Valor Líquido Global do Fundo (VLGF) (A)+(B) : B 4,611,295 Relatório e Contas

13 Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Lusitânia ( Em liquidação) Nota 6 Critérios e princípios de valorização Os imóveis, quando adquiridos, serão valorizados no intervalo compreendido entre o custo de aquisição e a média das avaliações efectuadas, nos termos da legislação e regulamentação aplicável. Nota 7 Discriminação da Liquidez do Fundo Rúbricas Aumentos Reduções Saldo em (em euros) Numerário - - Depósitos à Ordem 5 49 Total 5 49 Nota 9 Comparabilidade da informação financeira As politicas seguidas em 2013 são idênticas às adoptadas em 2012, pelo que existe comparabilidade nas rubricas de balanço e demonstração de resultados. Nota 13 Responsabilidades com e de Terceiros Tipo de Responsabilidade Montantes (em euros) Em Em Operações a prazo de compra - imóveis 5,000,000 5,000,000 Total 5,000,000 5,000,000 Em 31 de Dezembro de 2013, o Fundo detinha um imóvel objecto de operação a prazo de compra. O imóvel em questão, prédio urbano sito na Av. Relatório e Contas

14 Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Lusitânia ( Em liquidação) 1º de Maio, freguesia de São Pedro, concelho de Vila Real, está prometido ser adquirido pelo valor de 5,000,000. Na data da assinatura do contrato de promessa de compra e venda, a 4 de Abril de 2008, o promitente comprador pagou, a titulo de sinal e principio de pagamento, o valor de 4,950,000 referente a 99% do montante total. Nota 14 Comissões do exercício Os valores apresentados foram calculados com base nos valores mínimos e máximos presentes no Regulamento de Gestão. Comissões 2013 (valor em euros) Comissão de Gestão 0 Comissão de Depósito 15,000 Taxa de Supervisão 2,400 Total 17,400 Nota 15 Outras informações relevantes para a análise das Demonstrações Financeiras a) Contas de Terceiros (Passivo) Esta rubrica integra as contas, Comissões e Outros Encargos que envolve as Comissões de Gestão e do Depositário e a Taxa de Supervisão, que à data se encontravam por liquidar, bem como a rubrica Outras Contas de Credores a qual evidencia honorários de auditoria e de advogados por pagar no final de Relatório e Contas

15 Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Lusitânia ( Em liquidação) b) Outras informações Os adiantamentos por conta de imóveis ( ) decorrem do contrato de promessa de compra e venda celebrado em 4 de Abril de 2008 para a aquisição a Fernandes e Bragança, Lda., pelo preço de , do prédio urbano sito na Av. 1º de Maio, em Vila Real, descrito na respectiva Conservatória do Registo Predial sob o nº 640 da freguesia de S. Pedro e inscrito na respectiva matriz predial urbana sob o nº Na impossibilidade de celebrar a respectiva escritura de compra e venda foi interposta acção judicial de execução específica do contrato promessa de compra e venda. O Técnico Oficial de Contas Pelo Conselho de Administração Relatório e Contas

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