TECNOLOGIA ASSISTIVA: Proposta de Aplicativo Móvel com Intuito de Aumentar a Comunicação de Pessoas com Deficiência e/ou Necessidades Específicas

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1 TECNOLOGIA ASSISTIVA: Proposta de Aplicativo Móvel com Intuito de Aumentar a Comunicação de Pessoas com Deficiência e/ou Necessidades Específicas Giovana Jaskulski Gelatti¹, Regina Barwaldt¹, Diana Adamatti¹, Carla de Felippe², Luciano Caurio Lobato³ ¹ Centro de Ciências Computacionais (C3) Universidade Federal do Rio Grande (FURG) Av. Itália km 8 Bairro Carreiros. Rio Grande RS - Brasil ² Instituto de Ciências Humanas e da Informação (ICHI) Universidade Federal do Rio Grande (FURG) Av. Itália km 8 Bairro Carreiros. Rio Grande RS Brasil ³ Faculdade de Direito (FADIR) Universidade Federal do Rio Grande (FURG) Av. Itália km 8 Bairro Carreiros. Rio Grande RS Brasil Abstract: This paper presents a proposal for a mobile application that promotes an augmentative and alternative communication for Persons with Special Needs. The technology is used to motivate this communication, characterized as an Assistive Technology. Analyses are made in the tools Boardmaker and Proloquo2Go that perform the features to be preserved in this mobile application. The result of this analysis suggests that the application develop can help and promote the communication of intellectual disabilities in schools, institutions and the general community. Keywords: Accessibility, Assistive Technology, Mobile, Communication, Cognitive Disabilities Resumo: O presente artigo descreve uma proposta de aplicativo móvel que promova uma comunicação aumentativa e alternativa para Pessoas com Necessidades Específicas. A tecnologia é utilizada para motivar esta comunicação, caracterizando-se como uma Tecnologia Assistiva. São feitas análises das ferramentas BoardMaker e Proloquo2Go que desempenham funcionalidades a serem conservadas neste aplicativo móvel. O resultado das análises sugere que o desenvolver deste aplicativo pode auxiliar e promover a comunicação de deficientes intelectuais nas escolas, instituições e comunidade em geral. Palavras-chave: Acessibilidade, Tecnologia Assistiva, Dispositivos Móveis, Comunicação, Deficiência Intelectual

2 1. Introdução Pode-se observar que a tecnologia nos dias atuais possui grande relevância no cotidiano, influenciando em grande escala a vida das pessoas. Ela pode ser vista nas escolas, instituições e comunidade como elemento de auxilio a aprendizagem de pessoas com necessidades específicas. A partir deste entendimento, sabe-se que a comunicação destas com o meio é determinante para seu desenvolvimento e de suas atividades rotineiras. As Tecnologias Assistivas (TA) visam à independência das pessoas com deficiência ou necessidades específicas, tornando suas vidas mais fáceis com ferramentas ou serviços de utilidade. Sendo assim, propõem-se o desenvolvimento de uma TA que auxilie na comunicação a partir de um instrumento muito utilizado atualmente: os dispositivos móveis. Este possui muitos incentivos citados a seguir. Em 9 de abril de 2013, foi publicado um decreto que prevê a desoneração tributária dos smartphones produzidos no Brasil, FOLHA DE SÃO PAULO (2013). Segundo o texto, modelos das marcas Samsung, Apple, Nokia e Motorola já possuem produção nacional e poderão entrar na lista de menor tributação, o que facilita o acesso a esta categoria de dispositivos móveis para a maioria da população. Outro meio de utilização dos dispositivos móveis é vista em clínicas de terapia para jovens com limitações físicas e intelectuais no trabalho de Müller, Goede, Klemz e Moeller (2011) a partir do uso de tablets como meio alternativo de reabilitação e auxílio para vida diária do deficiente. Segundo o trabalho, aumentou-se a motivação e habilidades motoras na utilização e a comunicação oral e escrita foi instigada a partir de aplicativos que entretêm os usuários. Na página web da União Nacional dos Estudantes, teve-se a notícia de que o MEC (Ministério da Educação) distribuiria tablets para a escola a partir do segundo semestre de No mesmo é relatado o início desta distribuição com 200 tablets aos coordenadores do Programa Nacional de Tecnologia Educacional e aos representantes de 18 universidades participantes do programa para a capacitação de professores. É citado em (CARVALHO, 2006), penso que a ressalva é da maior importância para descaracterizar a errônea suposição de que alunos surdos, cegos, com paralisia cerebral, por exemplos, apresentam, sempre, acentuadas dificuldades de aprendizagem. Na verdade, as dificuldades acentuadas não se localizam neles: estão na disponibilidade, por todas as escolas, dentre outros, dos recursos (...) tecnológicos (...) indispensáveis para a remoção de barreiras. A partir desta análise e tendo a motivação por produzir um aplicativo de auxilio para as pessoas com deficiência e/ou necessidades específicas, vê-se que o desenvolver de um aplicativo móvel é conveniente e pode produzir resultados satisfatórios para o desenvolvedor e usuários. Este trabalho está sendo desenvolvido no Núcleo de Estudos e Ações inclusivas da Universidade Federal de Rio Grande (NEAI). 2. Referencial Teórico 2.1 Tecnologia Assistiva Em um sentido amplo, a tecnologia evolui para proporcionar uma vida mais fácil aos seus usuários. A TA é voltada a auxiliar a independência, qualidade de vida e a inclusão de pessoas com necessidades específicas. O termo Assistive Technology, traduzido para o português como Tecnologia Assistiva, foi criado em 1988 como importante elemento jurídico na legislação norte-

3 americana conhecida como Public Law , renovado no mesmo ano como Assistive Technology Act of 1998 (P.L , S.2432). Este termo se encontra no ADA - American with Disabilities Act (Ato dos Americanos com Deficiências), que regula os direitos dos cidadãos com deficiência nos Estados Unidos da América. Segundo o Ato, o termo tecnologia assistiva significa tecnologia projetada para ser utilizada em um dispositivo de tecnologia assistiva ou serviço de tecnologia assistiva.. Tais dispositivos são considerados qualquer item, peça ou sistema que é usado para aumentar, manter ou melhorar as capacidades funcionais de indivíduos com deficiência ou necessidade específica tais como cadeira de rodas, roupas adaptadas, softwares e hardwares especiais. Os serviços de tecnologias assistivas são serviços que auxiliam o uso dos dispositivos de tecnologia assistiva como serviços de avaliação da usabilidade, compra, venda manutenção e personalização do dispositivo de TA, assistência e treinamento para um indivíduo com deficiência ou necessidade específica e outros que estão envolvidos na rotina das pessoas com deficiência (BERSH, 2008). Na Legislação Brasileira, o Capítulo III do Decreto nº (2004) a tecnologia assistiva é referida como ajuda técnica que se caracteriza por ser produtos, instrumentos, equipamentos ou tecnologia adaptados ou especialmente projetados para melhorar a funcionalidade da pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida, favorecendo a autonomia pessoal, total ou assistida Classificação de Tecnologias Assistivas: A importância das classificações da tecnologia assistiva servirá ao estudo, pesquisa e desenvolvimento na identificação dos recursos mais apropriados ao atendimento das necessidades funcionais do usuário final. (Bersh, 2008) cita em seu trabalho uma possível classificação das TA em categorias, que também é visto no trabalho do Programa Nacional de Tecnologia Educacional do MEC de Josué Geraldo Botura do Carmo (2005). Entre elas, a seguir são destacadas três que influenciarão no desenvolver do trabalho Auxílios para a vida diária Dispositivos de auxílio em tarefas rotineiras tais como comer, cozinhar, vestir-se, tomar banho e executar necessidades pessoais e manutenção da casa. A Figura1 abaixo ilustra alguns destes materiais e sua utilização. Figura 1: Materiais de auxílio para vida diária Fonte:

4 CAA (CSA) Comunicação aumentativa (suplementar) e alternativa São recursos eletrônicos ou não, que permitem a comunicação expressiva e receptiva das pessoas sem a fala ou com limitações da mesma. São muito utilizadas pranchas de comunicação com os símbolos PCS, apresentados na Figura 2, além de vocalizadores e softwares dedicados para este fim. A Figura 2 apresenta algumas possibilidades de combinação destes símbolos. Esta combinação é chamada de prancha de comunicação aumentativa. Figura 2: Prancha de comunicação aumentativa citada na seção FONTE: Recursos de acessibilidade ao computador Equipamentos de entrada e saída, auxílios alternativos de acesso (ponteiras de cabeça, de luz), teclados modificados ou alternativos, acionadores, softwares especiais (como o de reconhecimento de voz), que permitem as pessoas com deficiência a usarem o computador. Assim, é representado abaixo dois tipos de teclados virtuais, na Figura 3, à esquerda, é utilizado no sistema operacional Mac e na Figura 4, à direita, no Windows XP pela ferramenta Microsoft Office Word. Figura 3 e 4: Teclados virtuais nos sistemas operacionais Mac em um ambiente de navegação e no Windows XP em um Microsoft Office Word respectivamente FONTE:

5 2.2 Deficiência Intelectual A deficiência intelectual, também conhecida como deficiência cognitiva (do termo em inglês Cognitive Disabilities), pode ser classificada pela incapacidade funcional ou pela incapacidade clínica. A incapacidade clínica é aquela que é diagnosticada e definida como uma característica específica da deficiência, como por exemplo, a Síndrome de Down que é caracterizada também como sendo uma deficiência cognitiva. Entretanto, a incapacidade funcional é aquela que pode estar associada ou não a deficiência cognitiva, mas não é uma premissa possuí-la, neste caso, como exemplo pode-se citar o autismo, traumatismos crânio-encefálico, demência e condições menos severas que incluem déficit de atenção e desordem (ADD), dislexia (dificuldade em leitura), discalculia ou disgeometria (dificuldade com a matemática), e dificuldades de aprendizagem em geral. Ao desenvolver este trabalho, nota-se a dificuldade na percepção das melhorias que podem ser feitas para pessoas com necessidades específicas. Classificar as incapacidades funcionais auxilia este discernimento. Esta segue na próxima seção Classificação das Incapacidades Funcionais A WebAIM 1 é uma organização que atua juntamente com o Centro para Pessoas com Deficiência de Universidade do Estado de Utah dos Estados Unidos. Os conceitos a seguir foram guiados por artigos de auxílio para o desenvolvimento acessível desta organização. Esta classificação é importante para o presente trabalho a fim de desenvolver um aplicativo que cubra a maior parte das incapacidades. Assim atinge-se um maior público-alvo que possa utilizar o programa Memória Refere-se à capacidade de relembrar um aprendizado. Pode ser de imediato, curto, médio ou longo prazo. Pessoas com deficiências cognitivas têm dificuldades com um ou vários tipos de memória. As necessidades mais significativas tem maior probabilidade de serem movidas para a memória funcional. Os usuários do aplicativo podem ter dificuldades de recordar o conteúdo ou como usar a ferramenta ou o dispositivo Resolução de Problemas A dificuldade na resolução de problemas é um item pertinente da deficiência cognitiva. Se a ferramenta for de difícil utilização para o usuário, ele pode abandoná-la invés de permanecer na resolução. A dificuldade de acesso à tarefa faz com que o usuário não persista em resolvê-la Atenção A ausência de foco em uma tarefa como distrações, pode incomodar o usuário. Nesta concepção, deve-se fazer a ferramenta simples e objetiva, não levando o usuário para uma tela que não for prevista. Por exemplo, se ao clicar em um botão que adicione um item, o item não seja adicionado ou seja adicionado outro que não o escolhido. ¹ Organização WebAIM:

6 Compreensão Verbal, de Leitura e Linguística Alguns usuários podem ter dificuldade na compreensão de textos e/ou palavras que pode ser total ou parcial. Nestes termos, facilita-se a compreensão com o uso de Símbolos de Comunicação por Imagens ou Picture Communication Symbols (PCS) relacionados com cada palavra. As PCS são figuras de grande transparência e inteligibilidade criados em 1980 pela fonoaudióloga Roxanna Mayer Johnson. Há prevalência desta deficiência na população. O não entendimento de um texto é uma característica não visível que pode permanecer em confidência, o que dificulta a percepção Compreensão Matemática A dificuldade na compreensão matemática é caracterizada pelo decréscimo do desempenho em atividades, percepção verbal ou gráfica de problemas. Segundo Vitor Fonseca (1995), para minimizar a não compreensão, são utilizados recursos cognitivos representando os números em sua forma juntamente com a contagem ou representação gráfica. Esta dificuldade pode estar associada à compreensão visual, vista a seguir Compreensão Visual: Algumas pessoas possuem a dificuldade na percepção de um objeto e sua utilidade, ou seja, tem a compreensão visual diminuída. Conforme artigos de auxílio para o desenvolvimento acessível da WebAIM, uma pessoa falando em um vídeo pode ser mais fácil de identificar e processar a informação do que a imagem propriamente dita. 2.3 Surdez A audição, do mesmo modo como os outros sentidos, é importante para o desenvolvimento do sujeito, sendo uam privação sensorial. A partir dela é feita a comunicação com a sociedade e dela com o indivíduo, fazendo contato com o mundo. Para pessoas nesta condição a comunicação é dificultada. Existe uma classificação da surdez que se caracteriza por ser parcial ou total, dependendo do nível de decibéis perdidos. Segundo a classificação do BIAP 2 (Bureau International d Audiophonologic), tem-se os grau de surdez Leve (perda de 21 e 40 db), Média (41 e 70 db), Severa (71 e 90 d B) e Profunda (90 db). A partir daí é considerado Surdez de 1º Grau (90dB), 2º Grau (entre 90 e 100 db) e 3º Grau (mais de 100dB) e então a perda total auditiva acima de 120 db perdidos. Conforme tais grais de perdas auditivas, (MEC, 2005) refere-se ao encontro na criança que pode ser em seus primeiros anos de vida ou tardiamente. Na surdez leve, a criança reconhece os sons da fala e desenvolve a linguagem oral e por isso é tardiamente descoberto e não é necessário o uso de ferramentas ou aparelho de amplificação. Na surdez moderada, a criança pode demorar um pouco para desenvolver a fala e linguagem, apresentando alterações articulatórias, pois não percebe todos os sons com clareza apresentando dificuldade no aprendizado da leitura e escrita. Na surdez severa, ter-se-á dificuldades em adquirir a fala e linguagem sem ajuda terceira e poderá adquirir vocabulário do contexto familiar. Neste caso tem-se que usar aparelho de amplificação e acompanhamento especializado. 2 International Bureau for Audiophonolog, composta por representantes de sociedades, comitês nacionais ou regionais de Audiofonologia, associações internacionais profissionais e membros associados.

7 Quando a surdez é profunda, a criança provavelmente não desenvolverá linguagem oral, mas responder a sons intensos como bomba, trovão, motor de carro e avião. Por estas características, a criança utiliza a leitura orofacial e é necessitado o uso de aparelho de amplificação ou implante coclear, bem como de acompanhamento especializado. Há a probabilidade do indivíduo surdo não desenvolver a fala, caracterizando-se como indivíduo mudo. Este assunto será abordado na próxima seção. 2.4 Mudez Além da mudez como consequência da surdez, ela pode ser física podendo estar relacionada, por exemplo, com a garganta, cordas vocais, pulmão ou boca ou pode ser causada por acidentes traumáticos podendo ser recuperada com o tempo. A mudez devido a possuir perda auditiva é obtida por não ouvir a palavra falada. Muitas vezes o indivíduo possui a capacidade da fala, mas não a desenvolve. Devido a estas características, a comunicação de pessoas que possuem ambas necessidades específicas (auditiva e oral) é ainda mais dificultada. Apesar disto, não se deve considerar quem as possui como incapazes de se comunicar. Um exemplo é o professor surdo Francisco Goulão leciona no Instituto António Cândido-Porto, Portugal, para alunos surdos e/ou mudos. Segundo seu site pessoal, ele é licenciado pela Universidade de Lisboa em Belas Artes, estudioso e crítico da Língua Gestual Portuguesa que defende o bilinguismo para surdos. É notório seu interesse também pela área da informática, sendo o mesmo o desenvolvedor de seus sites pessoais, um deles para ajudar pessoas com perda auditiva. 3. Ferramentas Estudadas As ferramentas de comunicação aumentativa estudadas foram BoardMaker e Proloquo2Go. 3.1 BoardMaker 3 : Trata-se de um formador de pranchas de comunicação. Com ele escolhem-se desenhos que representam ações, objetos, substantivos entre outros. Após feita a escolha dos desenhos, a prancha é impressa e o usuário escolhe os desenhos que representam um desejo ou atividade a ser realizada. Ele foi desenvolvido pela DynaVox Mayer-Johnson, uma fornecedora de dispositivos de fala e software de geração de símbolos para auxílio de pessoas com dificuldades de fala, linguagem e aprendizagem, viabilizando o uso da ferramenta para deficientes intelectuais. A ferramenta tem várias versões e a atualização que são vendidas ou disponibilizadas por tempo determinado para testes. 3.2 Proloquo2Go 4 : Esta ferramenta apresenta um conjunto de figuras PCS que são escolhidas através de telas no ipad, iphone e ipod. Clicando nas figuras, é possível escolhê-las para aparecer no topo da tela, acima da prancha. A combinação destas formam uma ação ou desejo do usuário que as escolheu. ³ A Ferramenta BoardMaker e suas variantes são disponibilizadas em: 4 A Ferramenta Proloquo2Go é disponibilizada em:

8 Os símbolos apresentados na tela para escolha são agrupados e diferenciados pela cor da borda do desenho e também são sugeridos por previsão. Ao final tem-se uma frase com sua versão audível. Por ser um aplicativo para sistemas ios ele é vendido no itunes, um aplicativo desenvolvido pela empresa Apple Inc. com intuito de reproduzir, organizar e adquirir mídias. 3.3 Análise Ferramentas Análise da Ferramenta BoardMaker A criação de pranchas pela ferramenta é feita a partir de um quadro branco com espaços demarcados para preenchimento com as figuras disponibilizadas. Então é possível buscar figuras pela pesquisa e arrastá-la para os espaços demarcados. Na página oficial da distribuição Mayer-Johnson é encontrada uma seção onde os usuários podem descrever suas experiências com o uso da ferramenta. Foram avaliadas então, as críticas sobre o uso e os resultados dele sobre os usuários. Esta análise é vista na seção Análise da Ferramenta Proloquo2Go A análise foi feita a partir de depoimentos postados na página oficial da ferramenta e avaliações dos usuários ou intermediários no itunes. Foram analisados aspectos visuais e de resultados. No geral, a ferramenta tem uma avaliação positiva dos seus usuários e intermediários. Uma das constatações foi de não existir um método de pesquisa por desenhos. A formação da frase audível ao final da aplicação não é feita de maneira à interter o usuário. 3.4 Apontamento de Carências Encontradas A utilização das ferramentas por tempo indeterminado deve ser paga, o que é uma das motivações da proposta de desenvolvimento de um aplicativo que possa alcançar a todos sem restrições de pagamento. Além disto, a tela para escolha dos desenhos que vão constituir a prancha é poluída de desenhos. Para isso, limpar o ambiente de interação com o usuário com o propósito de facilitar a utilização é necessária. É visto que fazer uma separação por atividades diárias, recentes, mais utilizadas e por ambiente (escola, casa, alimentação e outras atividades diárias) pode diminuir o tempo de procura e facilitar a escolha das figuras. Pode-se também subdividir os temas, como no caso da opção casa ter a subdivisão banho com os utensílios e atividades do banho. Assim como, se o usuário escolher a figura que representa comer aparecer comidas na tela. Na ferramenta Boardmaker não é possível desenvolver o áudio final da frase construída. Entretanto, na Proloquo2Go, que gera o áudio, é difícil de apagar a frase construída. Deste modo, apenas com a análise inicial, tem-se problemas a serem resolvidos e tarefas a serem desenvolvidas. 4. Proposta de Aplicativo O aplicativo a ser desenvolvido deverá conservar as qualidades das ferramentas analisadas e a característica essencial de ser um aplicativo com intuito de auxiliar e aumentar a comunicação de pessoas com necessidades específicas.

9 As observações feitas em seções anteriores a esta, sobre ferramentas já disponíveis, estimam por um aprofundamento para conclusões a respeito da utilização da ferramenta pelo usuário na prática. Para isso, precisa-se de um método de avaliação além da observação dos depoimentos dos usuários nas páginas web de cada ferramenta. Será aplicado o método de observação do uso das ferramentas por pessoas com as deficiências e necessidades específicas abordadas anteriormente. Assim, ter-se-á uma melhor avaliação do uso, reconhecimento das falhas e pontos positivos das mesmas. A organização e separação dos símbolos PCS na criação da prancha deve ser aperfeiçoada para melhor atender o usuário. Para isso, após a observação será aplicado um questionário com a finalidade de obter a visão do usuário, descrevendo o que pode ser aprimorado nas ferramentas para facilitar a procura pelo símbolo a ser escolhido. Analisando as incapacidades funcionais, deve-se desenvolver a aplicação intuitiva e de fácil acesso as funcionalidades, como se o usuário estivesse sempre na primeira vez de utilização, já que uma das características das pessoas com deficiência intelectual é a não persistência em resolver problemas. A dificuldade de acesso à tarefa pode fazer com que o usuário deixe de utilizar a aplicação. Na representação dos números nos símbolos de cada prancha, deve-se utilizar recursos cognitivos representando os números com a contagem e representação gráfica. A explicação de como utilizar o aplicativo carecerá um vídeo explicativo, que é melhor que um tutorial ou uma imagem propriamente dita, segundo a WebAIM. Uma proposta que irá acrescentar a aplicação é a de escrever textos com a ferramenta. Assim, ao final das frases prontas, poder-se-á ter a escolha de gerar um documento de texto e/ou a forma audível do mesmo. Para atender ao público proposto para este trabalho, ao gerar a forma audível, deve-se ter a possibilidade de mudar as vozes por idade, gênero e velocidade de reprodução. Assim estimula-se a interação do usuário com a ferramenta, tornando-a mais atraente. Desenvolver o aplicativo proposto gratuito tem a possibilidade de atingir um maior público de deficientes intelectuais que tenha a comunicação prejudicada ou nula. 5. Metodologia e Resultados Parciais A metodologia para o futuro trabalho é primeiramente fazer a visualização da utilização das ferramentas abordadas como ferramentas bases para a construção do aplicativo: BoardMaker e Proloquo2Go. Assim, apontar outros pontos críticos e pontos positivos das ferramentas fazendo pesquisas em modo entrevista e questionário com usuários (como a pessoa com deficiência e/ou necessidade específica, familiares, professores, médicos). A característica principal da ferramenta BoardMaker é a criação de pranchas de comunicação. Nesta ferramenta, escolhe-se figuras que vão compô-la e então pode-se imprimir a prancha montada. Já a Proloquo2Go é formadora de frases que representam ações e substantivos com as figuras PCS. Para fazer a análise destas ferramentas, optou-se por três modos: análise qualitativa pelos comentários das páginas web fornecedoras das ferramentas, visualização de usuários utilizando as ferramentas e aplicação de questionário e entrevista aos usuários e acompanhantes. Com o primeiro modo de análise concluído, pela análise qualitativa, encontrouse na página distribuidora do BoardMaker que a ferramenta tem maior utilização na escola na criação de pranchas de atividades. Estas pranchas devem ser impressas para a

10 utilização pelos alunos. Sendo assim, o uso depende de folhas para impressão e um intermediário para a formação de quais figuras PCS serão utilizadas. Por ser o resultado uma impressão, esta ferramenta não disponibiliza a versão audível da prancha final. Entretanto, a Proloquo2Go possui uma avaliação positiva dos seus usuários e intermediários. A crítica pela utilização simples da ferramenta é de não existir um método de pesquisa dos desenhos. Outro ponto falho é a forma audível da frase não ser feita de maneira à interter o usuário. As propostas de diversificação destas ferramentas são a escrita de textos exportáveis com a ferramenta e, ao gerar a forma audível, deve-se ter a possibilidade de mudar as vozes por idade, gênero e velocidade de reprodução. Assim estimula-se a interação do usuário com a ferramenta, tornando-a atraente. 6. Considerações O desenvolvimento de um aplicativo com referências nas ferramentas BoardMaker e Proloquo2Go é possível. Aprofundar as análises com casos observados pode melhorar a concepção da necessidade de um aplicativo que possua as qualidades das ferramentas analisadas com a melhoria das dificuldades e desenvolvimento dos outros recursos citados na proposta que diferenciarão o aplicativo desenvolvido. Com tais características, o aplicativo será um dispositivo de Tecnologia Assistiva auxiliando em tarefas do cotidiano do usuário. Com este intuito, ele poderá ser uma ferramenta de auxilio a vida diária, não sendo de difícil transporte ou que não possa ser transportado. Assim sendo, o usuário pode ter uma maior independência. Acredita-se na possibilidade deste trabalho trazer melhorias na comunicação de pessoas com necessidades específicas compreendendo e incluindo deficientes intelectuais que tenham a comunicação prejudicada ou nula, deficientes auditivos e/ou que possuam mudez, incluindo-os nas escolas, instituições e na comunidade em geral. Referências BERSCH, Rita. Introdução à Tecnologia Assistiva. Porto Alegre-RS: Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil, BIAP(International bureau for Audiophonology). Audiomatrische Classificatie Van Gehoorstoornissen. Lisboa Portugal, BRASIL. Decreto nº de 2 de dezembro de Capítulo III, Artigo 8º, V: Das Condições Gerais da Acessibilidade, Brasília, DF. Disponível em Acesso em 22/04/2013. CARMO, Josué Geralto Botura do. Tecnologia Assistiva, CARVALHO, Rosita Edler. Educação Inclusiva: Com os pingos nos is. Porto Alegre: Editora Mediação, Página 117. CLIK WEBSITE: Clik Tecnologia Assistiva. O que são os PCS :Picture Communication Symbols (Símbolos de Comunicação Pictórica), Disponível em Acesso em 12/02/2013.

11 CRISTALDO, Heloisa. Mercadante inicia entrega de tablets para professores do ensino médio. Agência Brasil, DAMÁZIO, Mirlene Ferreira Macedo. Formação Continuada a Distância de Professores para o Atendimento Educacional Especializado: Pessoa com Surdez. Brasília-DF: SEESP / SEED / MEC, FOLHA DE SÃO PAULO. Fim de tributo para smartphone é aprovado: Celulares feitos no país ficarão até 30% mais baratos em relação aos importados já no Dia das Mães, diz ministro, 10 de Abril de Disponível em Acesso em 24/04/2013. FONSECA, V. Manual de observação psicomotora, significação psiconeurológica dos fatores psicomotores. Porto Alegre: Artes Médicas, GFK Press Releases (2013). Tablets e Smartphones impulsionam mercado de eletrônicos em 2012 e 2013, revela estudo da GFK. Disponível em Acesso em 05/03/2013. GOULÃO, Francisco. Francisco Goulão, Professor Surdo. Desde Portugal. Disponível em Acesso em 14/05/2013. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, Secretaria de Educação Especial. Saberes e práticas da inclusão: Desenvolvendo competências para o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos surdos. Brasília, MÜLLER, A.P.P.; GOEDE, J.B.; KLEMZ, D.S.; MOELLER, C.Z (2011). O Uso do ipad na Terapia de Linguagem Oral e Escrita nos Transtornos Invasivos do Desenvolvimento. Anais do V Congresso Sul Brasileiro de Fonoaudiologia, p.1, UNITED STATES (105th Congress of the United States), Public Law : Assistive Technology Act, Disponível em Acesso em 05/03/2013.

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