Ano letivo 2015/2016. Agrupamento de Escolas Dr. José Leite de Vasconcelos. Av. Dr. Francisco Sá Carneiro Tarouca

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1 Agrupamento de Escolas Dr. José Leite de Vasconcelos Av. Dr. Francisco Sá Carneiro Tarouca Ano letivo 2015/2016 AEDJLV - Tarouca (Código ) Sede: Escola Básica e Secundária Dr. José Leite de Vasconcelos Telef Fax

2 2 ORIENTAÇÕES/CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Nível 1 Insuficiente 0% 19% Denota grandes dificuldades na aprendizagem, não atingindo metas curriculares. Não se empenha e, por vezes, perturba o normal funcionamento das atividades. Pode apresentar problemas de assiduidade. Nível 2 Insuficiente 20% - 49% Demonstra bastantes dificuldades na aprendizagem, não atingindo de forma suficiente as metas curriculares definidas, demonstrando pouco empenho nas atividades escolares. Revela algum desrespeito pelas regras definidas. Assiduidade irregular. Nível 3 Suficiente 50% 69 % Atingiu as principais metas curriculares. O aproveitamento e comportamento são satisfatórios e cumpre as regras definidas. A assiduidade é regular. Nível 4 Bom 70% 89 % Revela facilidade na aprendizagem, tendo atingido a maioria das metas curriculares. O aproveitamento, comportamento e assiduidade são bons. Conhece e aplica de forma correta as regras estabelecidas. Nível 5 Muito Bom 90% 100 % Demonstra grande facilidade na aprendizagem, superando as metas curriculares. O aproveitamento satisfaz plenamente, bem como o comportamento e a assiduidade. Conhece e aplica corretamente as regras estabelecidas.

3 3 Português Critérios Específicos de Avaliação I Modalidades de Avaliação e Critérios de Operacionalização 1. Modalidades de Avaliação «O Despacho Normativo nº 30/2001 de 19 de Julho define a avaliação como um elemento integrante e regulador da prática educativa, permitindo uma recolha sistemática de informações que, uma vez analisadas, apoiam a tomada de decisões adequadas à promoção da qualidade das aprendizagens. Estabelece nos seus princípios a Primazia da avaliação formativa, com valorização dos processos de autoavaliação regulada, e sua articulação com os momentos de avaliação sumativa e aponta como objeto da avaliação as aprendizagens e competências definidas no currículo nacional para as diversas áreas e disciplinas de cada ciclo, considerando a concretização das mesmas no projeto curricular de escola e no projeto curricular de turma por ano de escolaridade.» (Maria Pereira Barreiro, Atas do X Congresso Internacional Galego-Português de Psicopedagogia. Braga: Universidade do Minho, 2009) Neste sentido, a avaliação das aprendizagens dos alunos tem por finalidade a tomada de decisões indispensáveis ao desenvolvimento dos processos educativos, nomeadamente o diagnóstico de necessidades, interesses e pré-requisitos, a orientação do processo de ensino- aprendizagem e a certificação dos alunos. Assim, a avaliação das aprendizagens assume finalidades formativas e sumativas, cuja operacionalização se passa a apresentar. 2. Práticas de avaliação diagnóstica e formativa A avaliação formativa deverá ser a principal modalidade de avaliação, assumindo um caráter contínuo, sistemático e regulador. Sendo interna ao processo educativo, valoriza, essencialmente, os processos de aprendizagem, pelo que os resultados alcançados em momentos formais de avaliação se constituem como provisórios e orientadores das ações a privilegiar. Quando a avaliação formativa ocorre antes de se desencadear um processo de ensino-aprendizagem assume um carácter essencialmente diagnóstico, fornecendo informações sobre o ponto de partida dos alunos, permitindo detetar dificuldades e aferir conhecimentos.

4 Funções pedagógicas da avaliação formativa As práticas de avaliação formativa integradas no processo educativo possuem um relevante valor pedagógico, na medida em que possibilitam ao docente conhecer a evolução das aprendizagens dos alunos e tomar decisões de reforço, apoio ou reorientação: permitem que os professores conheçam e interpretem as dificuldades e os êxitos dos alunos, possibilitando a tomada de decisões pedagógicas fundamentadas e adequadas a cada caso e a regulação das aprendizagens; possibilitam que os alunos reconheçam o papel central que possuem na construção das aprendizagens, compreendam o seu grau de exigência e desenvolvam processos de autorregulação; concedem aos encarregados de educação a possibilidade de acompanhar o percurso escolar dos seus educandos; neste sentido a Escola poderá calendarizar momentos para a divulgação de dados que tenham sido coligidos e interpretados pelos professores em pequenos intervalos de tempo Critérios gerais de operacionalização de avaliação diagnóstica Sem prejuízo das especificidades avaliativas que as diversas intervenções pedagógicas possuam, serão realizadas atividades de avaliação diagnóstica, no início de cada ano letivo, em todas as turmas de todos os níveis de ensino, de acordo com os seguintes critérios: as provas de avaliação diagnóstica terão um caráter formal e serão comuns para todos os alunos que frequentam o mesmo ano e disciplina; a natureza das provas de avaliação diagnóstica (escrita, prática, oral ) e os critérios da sua aplicação serão definidos em grupo de área disciplinar e aprovados em reunião de departamento curricular; a elaboração da matriz e da prova de avaliação, a definição de critérios de implementação e correção, bem como a análise dos seus resultados, serão realizados pelo grupo de professores que assegura a lecionação da disciplina e ratificados pelo departamento curricular; a estruturação das provas de avaliação incidirá sobre as Metas Curriculares de ano/ciclo e os objetivos e descritores de desempenho considerados requisitos indispensáveis ao prosseguimento das aprendizagens; os resultados da avaliação diagnóstica referida neste texto deverão estar apurados até ao final do mês de outubro; os resultados da avaliação diagnóstica justificam reajustes de planificações letivas;

5 5 os resultados de avaliação diagnóstica são alvo de análise e ponderação pelo conselho de turma intercalar do primeiro período letivo, podendo desencadear decisões que visem colmatar deficiências graves de aprendizagem detetadas. Para além desta avaliação diagnóstica inicial, mais formalizada, realizar-se-ão momentos de diagnose (oral e/ou escrita) no início de cada unidade didática, no sentido de aferir as aprendizagens realizadas e eventuais dificuldades dos alunos Critérios gerais de operacionalização de avaliação formativa As práticas de avaliação formativa em cada ano de escolaridade serão ajustadas à natureza e à especificidade de cada turma, ano e nível de escolaridade, salvaguardando os seguintes critérios: as técnicas e os instrumentos de recolha de informação serão diversificados, de modo a salvaguardar a diversidade que caracteriza a natureza das aprendizagens e os contextos em que ocorrem; a recolha de elementos de avaliação sistematizada, ao longo das aulas, será feita em fichas de registos normalizadas e estruturada por Metas Curriculares objetivos e descritores de desempenho (de acordo com os seguintes domínios: oralidade, leitura, escrita, gramática e educação literária) e competências gerais/transversais (atitudes e valores); no ensino secundário, a avaliação contempla ainda momentos formais de avaliação da oralidade, ficando a cargo de cada docente a criação e implementação de instrumentos de avaliação desta competência, devendo ser implementada, no mínimo, uma vez por período e por aluno; para cada ano e disciplina, na planificação de longo prazo, são estabelecidos os instrumentos comuns para a avaliação formal de desempenhos dos alunos, nomeadamente os testes e fichas de avaliação; em cada ano e disciplina realiza-se uma mesma prova de avaliação formativa formal (ou prova de aferição interna), pelo menos, uma vez por período, cuja calendarização e implementação estará a cargo de uma comissão nomeada para o efeito pela Direção; a prova de avaliação formativa referida no ponto anterior será planificada, elaborada, aplicada, corrigida e analisados os resultados por todos os professores que lecionam o mesmo ano e disciplina; nas disciplinas sujeitas a prova final ou exame nacional, a estrutura e os critérios de correção da prova de avaliação formativa deverão aproximar-se dos utilizados nos exames nacionais, conforme informações de exame fornecidas pelo IAVE;

6 6 os resultados da avaliação formativa justificam reajustes de planificações letivas e tomadas de decisão conducentes à implementação de estratégias de remediação. 3. Práticas de avaliação sumativa A avaliação sumativa consiste na formulação de um juízo globalizante sobre o desenvolvimento das aprendizagens do aluno e das Metas Curriculares e competências definidas para cada disciplina e área curricular, baseado nas informações fornecidas pelos elementos recolhidos na avaliação formativa, tendo como objetivos a classificação e a certificação. A avaliação sumativa tem um caráter interno quando é da responsabilidade da Escola, concretizando-se em reuniões de Conselho de Turma de final de período letivo ou através de provas de equivalência à frequência. A avaliação sumativa tem um caráter externo quando é organizada pelos serviços centrais do Ministério da Educação, através de provas de aferição, testes intermédios, provas finais ou exames nacionais Funções pedagógicas da avaliação sumativa A avaliação sumativa realizada pelo Conselho de Turma envolve a responsabilidade conjunta de todos os professores e possui as seguintes funções: informar o aluno e/ou o seu encarregado de educação sobre os resultados das aprendizagens; tomar decisões sobre o percurso escolar do aluno Critérios gerais de operacionalização da avaliação sumativa interna As práticas de avaliação sumativa interna possuem um caráter sistémico. Nesse sentido, exigem a mobilização e a ponderação dos dados avaliativos que foram coligidos desde o início do ano letivo, até à formalização das decisões que ocorrem em sede de Conselho de Turma. A decisão das classificações resulta de uma reflexão orientada pelos critérios definidos ao nível das estruturas pedagógicas da escola. No final de cada período letivo, os elementos de avaliação formativa recolhidos serão ponderados por cada professor, tendo em conta os critérios gerais e específicos definidos pelo Departamento Curricular e aprovados pelo Conselho Pedagógico. Desse processo será definida uma proposta de classificação que será apresentada pelo docente ao respetivo Conselho de Turma, a cujos elementos cabe a decisão definitiva.

7 7 4. Práticas de autoavaliação Os processos de autoavaliação envolvem os alunos na regulação dos seus próprios processos de aprendizagem, implicando-os na apreciação crítica das suas atitudes e das suas aprendizagens. Tratando-se de iniciativas pedagógicas que visam desenvolver processos de autorregulação, autonomia e responsabilidade, não se esgotam em iniciativas de Auto classificação ou autocorreção, nem se centram exclusivamente nos produtos alcançados. A autoavaliação, sendo parte integrante do processo de ensino aprendizagem, é ela mesma um produto de aprendizagem e um modo de avaliação formativa. Neste sentido, os processos de autoavaliação envolvem práticas pedagógicas específicas conducentes: à explicitação de metas, competências, objetivos, capacidades, destrezas e atitudes a desenvolver; à clarificação dos critérios de avaliação; ao desenvolvimento de uma relação pedagógica assente na reciprocidade e na confiança mútua Funções pedagógicas da autoavaliação A autoavaliação desenvolvida com vista a implicar os alunos na apreciação crítica das suas atitudes e do seu trabalho pode permitir-lhes: relacionar as etapas e tarefas que marcaram o seu processo de aprendizagem; analisar e compreender os erros cometidos e os sucessos alcançados; comparar a ação desenvolvida com o plano previamente traçado; medir o desempenho para atingir as metas e ou competências; estabelecer compromissos de melhoria Critérios gerais de operacionalização do processo de autoavaliação Sem prejuízo das especificidades de cada turma, ano e nível de ensino, serão realizadas atividades de autoavaliação em todas as turmas e anos de escolaridade segundo os seguintes critérios: pelo menos uma vez por período; invocando os desempenhos relativos a todos os domínios previstos nos critérios gerais de avaliação da escola; apelando à reflexão do aluno sobre o seu processo de aprendizagem.

8 8 II Critérios Específicos de Avaliação de Português 1- CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 7.º Ano Metas Curriculares domínios, objetivos e descritores de desempenho (80%) ORALIDADE (10%) OBJETIVOS OBJETIVOS OBJETIVOS 1. Interpretar discursos orais com diferentes graus de formalidade e complexidade. 1. Identificar o tema e explicitar o assunto. 2. Distinguir o essencial do acessório. 3. Fazer deduções e inferências. 4. Distinguir diferentes intencionalidades comunicativas (informar, narrar, descrever, exprimir sentimentos, persuadir). 5. Manifestar ideias e pontos de vista pertinentes relativamente aos discursos ouvidos 2. Registar, tratar e reter a informação. 1. Identificar ideias-chave. 2. Tomar notas. 3. Reproduzir o material ouvido, recorrendo à síntese. 3. Participar oportuna e construtivamente em situações de interação oral. 4. Produzir textos orais corretos, usando vocabulário e estruturas gramaticais diversificados e recorrendo a mecanismos de coesão discursiva. 1. Respeitar as convenções que regulam a interação verbal. 2. Pedir e dar informações, explicações, esclarecimentos. 3. Retomar, precisar ou resumir ideias, para facilitar a interação. 4. Apresentar propostas e sugestões. 1. Planificar o texto oral a apresentar, elaborando tópicos. 2. Utilizar informação pertinente, mobilizando conhecimentos pessoais ou dados obtidos em diferentes fontes, com a supervisão do professor. 3. Usar a palavra com fluência e correção, utilizando recursos verbais e não verbais com um grau de complexidade adequado às situações de comunicação. 4. Diversificar o vocabulário e as estruturas utilizadas no discurso. 5. Utilizar pontualmente ferramentas tecnológicas como suporte adequado de intervenções orais. Grelhas de avaliação. Fichas de avaliação e de autoavaliação do oral. 5. Produzir textos orais (4 minutos) de diferentes tipos e com diferentes finalidades. 1. Narrar. 2. Fazer a apresentação oral de um tema. 3. Apresentar e defender ideias, comportamentos, valores, justificando pontos de vista.

9 9 LEITURA (15%) 1. Ler em voz alta. 1. Ler expressivamente em voz alta textos variados, após preparação da leitura. 2. Ler textos diversos. 1. Ler textos narrativos, textos biográficos, retratos e autorretratos, textos informativos, textos expositivos, textos de opinião, críticas, comentários, descrições, cartas, reportagens, entrevistas, roteiros, texto publicitário. 3. Interpretar textos de diferentes tipologias e graus de complexidade. 1. Formular hipóteses sobre os textos e comprová-las com a respetiva leitura. 2. Identificar temas e ideias principais. 3. Identificar pontos de vista e universos de referência. 4. Identificar causas e efeitos. 5. Fazer deduções e inferências. 6. Distinguir facto de opinião. 7. Reconhecer a forma como o texto está estruturado (diferentes partes). 8. Detetar elementos do texto que contribuem para a construção da continuidade e da progressão temática e que conferem coerência e coesão ao texto: a) repetições; b) substituições por pronomes (pessoais, demonstrativos e possessivos); c) substituições por sinónimos e expressões equivalentes; d) referência por possessivos; e) conectores; f) ordenação correlativa de tempos verbais. 9. Explicitar o sentido global do texto. Resultados obtidos neste domínio nas provas escritas. Grelhas de avaliação da leitura. Fichas de leitura recreativa. Pequenos trabalhos de investigação 4. Utilizar procedimentos adequados organização tratamento informação. à e da 1. Tomar notas e registar tópicos. 2. Identificar ideias-chave. 5. Ler para apreciar textos variados. 1. Expressar, de forma fundamentada e sustentada, pontos de vista e apreciações críticas suscitados pelos textos lidos em diferentes suportes.

10 10 ESCRITA (20%) 1. Planificar a escrita de textos. 1. Utilizar, com progressiva autonomia, estratégias de planificação (por exemplo, recolha de informação e discussão em grupo). 2. Estabelecer objetivos para o que pretende escrever e registar ideias. 3. Organizar a informação segundo a tipologia do texto. 2. Redigir textos com coerência e correção linguística. 3. Escrever para expressar conhecimentos. 4. Escrever textos informativos. 5. Escrever textos argumentativos. 6. Escrever textos diversos. 7. Rever os textos escritos. 1. Utilizar uma caligrafia legível. 2. Ordenar e hierarquizar a informação, tendo em vista a continuidade de sentido, a progressão temática e a coerência global do texto. 3. Organizar a informação, estabelecendo e fazendo a marcação de parágrafos. 4. Dar ao texto a estrutura e o formato adequados, respeitando convenções tipológicas e (orto)gráficas estabelecidas. 5. Adequar os textos a públicos e a finalidades comunicativas diferenciados. 6. Diversificar o vocabulário e as estruturas sintáticas utilizadas nos textos. 7. Utilizar adequadamente os sinais auxiliares da escrita e os seguintes sinais de pontuação: o ponto final, o ponto de interrogação, o ponto de exclamação, os dois pontos (em introdução do discurso direto e de enumerações) e a vírgula (em enumerações, datas, deslocação de constituintes e uso do vocativo). 8. Respeitar os princípios do trabalho intelectual: identificação das fontes utilizadas. 1. Responder por escrito, de forma completa, a questões sobre um texto. 2. Responder com eficácia e correção a instruções de trabalho. 3. Elaborar resumos e sínteses de textos informativos. 1. Escrever textos informativos contemplando o seguinte: uma introdução ao tópico; o desenvolvimento deste, com a informação agrupada em parágrafos e apresentando factos, definições, pormenores e exemplos; e uma conclusão. 1. Escrever textos argumentativos com a tomada de uma posição; a apresentação de razões que a justifiquem; e uma conclusão coerente. 1. Escrever textos narrativos. 2. Escrever textos biográficos. 3. Fazer retratos e autorretratos. 4. Escrever comentários. 5. Escrever cartas. 6. Escrever o guião de uma entrevista. 7. Fazer relatórios. 1. Avaliar a correção e a adequação do texto escrito. 2. Reformular o texto escrito, suprimindo, mudando de sítio e reescrevendo o que estiver incorreto. Resultados obtidos neste domínio nas provas escritas. Grelhas de avaliação da leitura. Fichas de leitura recreativa. Pequenos trabalhos de investigação.

11 11 EDUCAÇÃO LITERÁRIA (15%) 1. Ler e interpretar textos literários. 2. Apreciar textos literários. 1. Ler textos literários, portugueses e estrangeiros, de diferentes épocas e de géneros diversos. 2. Identificar temas, ideias principais, pontos de vista e universos de referência, justificando. 3. Explicitar o sentido global do texto. 4. Sistematizar elementos constitutivos da poesia lírica (estrofe, verso, refrão, rima, esquema rimático). 5. Detetar a forma como o texto está estruturado (diferentes partes). 6. Identificar e reconhecer o valor dos seguintes recursos expressivos: enumeração, personificação, comparação, anáfora, perífrase, metáfora, aliteração, pleonasmo e hipérbole. 7. Reconhecer o uso de sinais de pontuação para veicular valores discursivos. 8. Comparar textos de diferentes géneros, estabelecendo diferenças e semelhanças (temas e formas). 1. Ler textos literários, portugueses e estrangeiros, de diferentes épocas e de géneros diversos. 2. Reconhecer valores culturais presentes nos textos. 3. Exprimir, oralmente e por escrito, ideias pessoais sobre os textos lidos ou ouvidos. 4. Escrever um pequeno comentário (cerca de 100 palavras) a um texto lido. Resultados obtidos neste domínio nas provas escritas. Grelhas de avaliação de produções de texto escrito. Fichas de leitura recreativa. Pequenos trabalhos de investigação. 3. Ler e escrever para fruição estética. 1. Ler por iniciativa e gosto pessoal, aumentando progressivamente a extensão e complexidade dos textos selecionados. 2. Fazer leitura oral (individualmente ou em grupo), recitação e dramatização de textos lidos. 3. Escrever, por iniciativa e gosto pessoal, textos diversos. GRAMÁTICA (20%) 1. Explicitar aspetos fundamentais da morfologia. 1. Identificar e conjugar verbos em todos os tempos (simples e compostos) e modos. 2. Sistematizar paradigmas flexionais dos verbos regulares da 1.ª, da 2.ª e da 3.ª conjugação. 3. Identificar as formas dos verbos irregulares e dos verbos defetivos (impessoais e unipessoais). 4. Sistematizar padrões de formação de palavras complexas: derivação (afixal e não-afixal) e composição (por palavras e por radicais). 5. Formar o plural de palavras compostas. 6. Explicitar o significado de palavras complexas a partir do valor do radical e de prefixos e sufixos nominais, adjetivais e verbais do português. Resultados obtidos neste domínio nas provas escritas. Fichas de trabalho de gramática. Observação do aluno.

12 12 2. Reconhecer e conhecer classes de palavras. 1. Integrar as palavras nas classes a que pertencem: a) nome: próprio e comum (coletivo); b) adjetivo: qualificativo e numeral; c) verbo principal (intransitivo, transitivo direto, transitivo indireto, transitivo direto e indireto), copulativo e auxiliar (dos tempos compostos e da passiva); d) advérbio: valores semânticos de negação, de afirmação, de quantidade e grau, de modo, de tempo, de lugar, de inclusão e de exclusão; funções interrogativo e conectivo; e) determinante: artigo (definido e indefinido), demonstrativo, possessivo, indefinido, relativo, interrogativo; f) pronome: pessoal, demonstrativo, possessivo, indefinido, relativo; g) quantificador numeral; h) preposição; i) conjunção coordenativa: copulativa, adversativa, disjuntiva, conclusiva e explicativa; j) conjunção subordinativa: causal e temporal; k) locução: prepositiva e adverbial; l) interjeição. 3. Analisar e estruturar unidades sintáticas. 1. Aplicar regras de utilização do pronome pessoal em adjacência verbal: em frases afirmativas; em frases que contêm uma palavra negativa; em frases iniciadas por pronomes e advérbios interrogativos; com verbos antecedidos de certos advérbios (bem, mal, ainda, já, sempre, só, talvez ). 2. Consolidar o conhecimento sobre as funções sintáticas estudadas no ciclo anterior: sujeito, vocativo, predicado, complemento direto, complemento indireto, complemento oblíquo, complemento agente da passiva, predicativo do sujeito, modificador. 3. Identificar o sujeito subentendido e o sujeito indeterminado. 4. Transformar frases ativas em frases passivas e vice-versa (consolidação). 5. Transformar discurso direto em indireto e vice-versa (todas as situações). 6. Identificar processos de coordenação entre orações: orações coordenadas copulativas (sindéticas e assindéticas), adversativas, disjuntivas, conclusivas e explicativas. 7. Identificar processos de subordinação entre orações: a) subordinadas adverbiais causais e temporais; b) subordinadas adjetivas relativas. 8. Identificar oração subordinante.

13 13 ATITUDES E VALORES (20%) Interesse / empenho/participação nas aulas (5%) Responsabilidade (10%) Relacionamento com os outros e respeito pelas regras (5%) É interessado. Participa com empenho nas tarefas propostas, incluindo trabalhos de grupo. É atento e concentrado. Respeita a sua vez para intervir na aula. Intervém de forma oportuna. É assíduo. É pontual. Realiza os trabalhos de casa. Faz-se acompanhar do material necessário para acompanhar a aula. É organizado. Relaciona-se com os outros (colegas, professores e funcionários) de forma afável e responsável. Respeita e cumpre as regras estabelecidas no Regulamento Interno e no Estatuto do Aluno, esforçando-se por ter uma conduta adequada. Observação do aluno (registos na ficha da caderneta do aluno). Fichas de trabalho. Leitura recreativa. Trabalhos de grupo. Pequenos trabalhos de investigação. Fichas de registo do docente. NÍVEIS DE AVALIAÇÃO A avaliação será formalizada em níveis de 1 a 5, de acordo com o quadro que se segue: Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 5 Não atingiu a generalidade ou a totalidade das metas curriculares e das competências gerais e transversais. Não atingiu a maioria das metas curriculares e das competências gerais e transversais. Atingiu satisfatoriamente a maioria das metas curriculares e das competências gerais e transversais. Atingiu muito satisfatoriamente a maioria das metas curriculares e das competências gerais e transversais. Atingiu plenamente a generalidade ou a totalidade das metas curriculares e das competências gerais e transversais. TESTES DE AVALIAÇÃO PERCENTAGENS POR DOMÍNIOS Leitura e escrita, Educação Literária % Gramática % Escrita % TESTES DE AVALIAÇÃO - TERMINOLOGIA (Coloca-se a nota em valores quantitativos.) De 0 a Insuficiente 50 a Suficiente 70 a Bom 90 a Muito Bom PESO PERCENTUAL DA CLASSIFICAÇÃO DO PERÍODO ANTERIOR A média ponderada de todos os elementos de avaliação do percurso evolutivo do aluno ao longo do ano.

14 14 INGLÊS Critérios Específicos de Avaliação I - Modalidades de Avaliação (Decreto-lei nº 139/2012) A avaliação das aprendizagens dos alunos tem por finalidade a tomada de decisões indispensáveis ao desenvolvimento dos processos educativos, nomeadamente o diagnóstico de necessidades, interesses e pré-requisitos, a orientação do processo de ensinoaprendizagem e a certificação dos alunos. Assim, a avaliação das aprendizagens assume finalidades formativas e sumativas, cuja conceptualização se passa a apresentar. Práticas de avaliação diagnóstica e formativa A avaliação formativa assume um carácter contínuo e sistemático. Critérios gerais de operacionalização de avaliação diagnóstica Serão realizadas atividades de avaliação diagnóstica, no início de cada ano de escolaridade, ou sempre que considerado oportuno, de acordo com os seguintes critérios: as provas de avaliação diagnóstica terão um carácter formal e serão comuns para todos os alunos que frequentam o mesmo ano e disciplina; a natureza das provas de avaliação diagnóstica (escrita, oral, mista) e os critérios da sua aplicação serão definidos pelo grupo disciplinar; a elaboração da matriz e da prova de avaliação, a definição de critérios de implementação e correção, bem como a análise dos seus resultados, serão realizados pelo grupo de professores que assegura a sua lecionação; a estruturação das provas de avaliação incidirá sobre os conhecimentos e os objetivos considerados requisitos indispensáveis ao prosseguimento das aprendizagens; os resultados da avaliação diagnóstica devem fundamentar estratégias de diferenciação pedagógica e de superação de dificuldades dos alunos, de facilitação da sua integração escolar e de apoio à orientação escolar e profissional. Critérios gerais de operacionalização de avaliação formativa as técnicas e os instrumentos de recolha de informação serão diversificados, de modo a salvaguardar a diversidade que caracteriza a natureza das aprendizagens e os contextos em que ocorrem (grelhas de registo de observação de aula, fichas de avaliação escrita, fichas de avaliação da compreensão do oral, fichas de autoavaliação dos alunos, ); as provas de avaliação formativa serão planificadas, elaboradas, aplicadas, corrigidas e analisados os resultados pelos professores que lecionam a mesma disciplina; os resultados da avaliação formativa justificam reajustes de planificações letivas.

15 15 Práticas de avaliação sumativa Critérios gerais de operacionalização de avaliação sumativa As práticas de avaliação sumativa interna exigem a mobilização e a ponderação dos dados avaliativos que foram coligidos desde o início do ano letivo, até à formalização das decisões que ocorrem em sede de Conselho de Turma. A decisão das classificações resulta de uma reflexão orientada pelos critérios definidos ao nível das estruturas pedagógicas da escola. Práticas de autoavaliação Critérios gerais de operacionalização do processo de autoavaliação Serão realizadas atividades de autoavaliação segundo os seguintes critérios: pelo menos uma vez por período; invocando os desempenhos relativos a todos os domínios previstos nos critérios de avaliação definidos; apelando à reflexão do aluno sobre o processo de aprendizagem. II - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO INGLÊS Os docentes do Grupo Disciplinar de Inglês procederão ao uso de uma variedade de instrumentos de avaliação, entre os quais: - Fichas de diagnóstico; - Fichas de trabalho; - Fichas de avaliação formativa e/ou sumativa; - Grelhas de registo de observação direta; - Fichas de autoavaliação; - Trabalhos escritos (em casa e na aula); - Planos individuais de trabalho; - Projetos/ trabalhos (individual e em grupo); -.

16 16 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE INGLÊS - ENSINO BÁSICO DOMÍNIO COGNITIVO = 80 % LEITURA (READING), LÉXICO E GRAMÁTICA (LEXIS AND GRAMMAR) E ESCRITA (WRITING) COMPREENSÃO ORAL (LISTENING) INTERAÇÃO ORAL (SPOKEN INTERACTION) E PRODUÇÃO ORAL (SPOKEN PRODUCTION) Coeficientes de ponderação 60% 10% 10% Instrumentos de avaliação Written tests (com data marcada) Listening tests (3 no mínimo); Grelhas de registo de observação direta; Atividades: diálogos, debates, compreensão de textos áudio, leitura para um público, dramatizações, apresentações de trabalhos individuais ou de grupo/pares, DOMÍNIO DAS ATITUDES E VALORES = 20 % Coeficientes de ponderação Instrumentos de avaliação Organização do caderno diário 3% Boa - 3% Razoável 2% Fraca - 0,5 a 1% Empenho e interesse 15% Realização dos trabalhos de casa 5% Participação nas atividades 7% Sempre - 5% Por vezes 1 a 4% Raramente 0,5% Nunca 0% Frequentemente / sempre 6 a 7% Por vezes 2 a 5% Raramente 0,5 a 1% Grelhas de registo de observação direta Comportamento / Postura 5% Respeita sempre as regras - 5% Respeita por vezes 2 a 4% Respeita raramente 0,5 1% Na avaliação final do segundo e terceiro período é tida em conta a média ponderada de todos os elementos de avaliação do percurso evolutivo do aluno. NÍVEIS DE AVALIAÇÃO

17 17 Serão propostos os seguintes níveis aos alunos que apresentem a totalidade ou a generalidade das características constantes em cada nível. O aluno apresenta: O aluno apresenta: O aluno apresenta: O aluno apresenta: O aluno apresenta: Nível 1 Testes de avaliação muito fracos; Graves lacunas no que respeita às expressões oral e escrita; Muito fraco empenhamento nas atividades propostas e nítido desinteresse; Muito fraca assiduidade e pontualidade; Constantes faltas de material; Caderno diário pouco organizado; Não realiza a maior parte dos trabalhos de casa; Mau comportamento na sala de aula; Grande falta de conhecimentos. Nível 2 Testes de avaliação não satisfatórios; Bastantes dificuldades na compreensão e interpretação de enunciados orais e escritos; Bastantes deficiências nas expressões oral e escrita; Fraco empenhamento nas atividades propostas, bem como bastante desinteresse na sua execução; Alguma falta de assiduidade e pontualidade; Nem sempre realiza os trabalhos de casa; Comportamento irregular dentro da sala de aula; Falta de conhecimentos. Nível 3 Testes de avaliação satisfatórios; Algumas dificuldades na compreensão e interpretação de enunciados orais e escritos; Algumas dificuldades no que concerne às expressões oral e escrita; Empenhamento satisfatório nas atividades propostas; Assiduidade e pontualidade regulares; Realiza os trabalhos de casa; Comportamento satisfatório na sala de aula; Conhecimentos satisfatórios. Nível 4 Testes de avaliação bons; Facilidade na compreensão e interpretação de enunciados orais e escritos; Facilidade nas expressões oral e escrita; Bastante empenhamento e boa participação nas atividades propostas; Assiduidade e pontualidade; Bom comportamento na sala de aula; Um bom nível de conhecimentos. Nível 5 Testes de avaliação muito bons; Muita facilidade na compreensão e interpretação de enunciados orais e escritos; Muita facilidade nas expressões oral e escrita; Muito bom empenhamento nas atividades propostas; Assiduidade, pontualidade e comportamento exemplares; Um nível muito bom de conhecimentos. FRANCÊS Critérios Específicos de Avaliação

18 18 I - Modalidades de Avaliação (Decreto-lei nº 139/2012) A avaliação das aprendizagens dos alunos tem por finalidade a tomada de decisões indispensáveis ao desenvolvimento dos processos educativos, nomeadamente o diagnóstico de necessidades, interesses e pré-requisitos, a orientação do processo de ensinoaprendizagem e a certificação dos alunos. Assim, a avaliação das aprendizagens assume finalidades formativas e sumativas, cuja conceptualização se passa a apresentar. Práticas de avaliação diagnóstica e formativa A avaliação formativa assume um carácter contínuo e sistemático. Critérios gerais de operacionalização de avaliação diagnóstica Serão realizadas atividades de avaliação diagnóstica, no início de cada ano de escolaridade, ou sempre que considerado oportuno, de acordo com os seguintes critérios: as provas de avaliação diagnóstica terão um carácter formal e serão comuns para todos os alunos que frequentam o mesmo ano e disciplina; a natureza das provas de avaliação diagnóstica (escrita, oral, mista) e os critérios da sua aplicação serão definidos pelo grupo disciplinar; a elaboração da matriz e da prova de avaliação, a definição de critérios de implementação e correção, bem como a análise dos seus resultados, serão realizados pelo grupo de professores que assegura a sua lecionação; a estruturação das provas de avaliação incidirá sobre os conhecimentos e os objetivos considerados requisitos indispensáveis ao prosseguimento das aprendizagens; os resultados da avaliação diagnóstica devem fundamentar estratégias de diferenciação pedagógica e de superação de dificuldades dos alunos, de facilitação da sua integração escolar e de apoio à orientação escolar e profissional. Critérios gerais de operacionalização de avaliação formativa as técnicas e os instrumentos de recolha de informação serão diversificados, de modo a salvaguardar a diversidade que caracteriza a natureza das aprendizagens e os contextos em que ocorrem (grelhas de registo de observação de aula, fichas de avaliação escrita, fichas de avaliação da compreensão do oral, fichas de autoavaliação dos alunos, ); as provas de avaliação formativa serão planificadas, elaboradas, aplicadas, corrigidas e analisados os resultados pelos professores que lecionam a mesma disciplina; os resultados da avaliação formativa justificam reajustes de planificações letivas.

19 19 Práticas de avaliação sumativa Critérios gerais de operacionalização de avaliação sumativa As práticas de avaliação sumativa interna exigem a mobilização e a ponderação dos dados avaliativos que foram coligidos desde o início do ano letivo, até à formalização das decisões que ocorrem em sede de Conselho de Turma. A decisão das classificações resulta de uma reflexão orientada pelos critérios definidos ao nível das estruturas pedagógicas da escola. Práticas de autoavaliação Critérios gerais de operacionalização do processo de autoavaliação Serão realizadas atividades de autoavaliação segundo os seguintes critérios: pelo menos uma vez por período; invocando os desempenhos relativos a todos os domínios previstos nos critérios de avaliação definidos; apelando à reflexão do aluno sobre o processo de aprendizagem. II - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO FRANCÊS Os docentes do Grupo Disciplinar de Inglês procederão ao uso de uma variedade de instrumentos de avaliação, entre os quais: - Fichas de diagnóstico; - Fichas de trabalho; - Fichas de avaliação formativa e/ou sumativa; - Grelhas de registo de observação direta; - Fichas de autoavaliação; - Trabalhos escritos (em casa e na aula); - Planos individuais de trabalho; - Projetos/ trabalhos (individual e em grupo); -.

20 20 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE FRANCÊS - ENSINO BÁSICO DOMÍNIO COGNITIVO = 80 % LEITURA, LÉXICO E GRAMÁTICA E ESCRITA Coeficientes de ponderação 60% Instrumentos de avaliação Testes escritos (com data marcada) COMPREENSÃO ORAL INTERAÇÃO ORAL E PRODUÇÃO ORAL 10% 10% Testes de compreensão oral (3 no mínimo); Grelhas de registo de observação direta; Atividades: diálogos, debates, compreensão de textos áudio, leitura para um público, dramatizações, apresentações de trabalhos individuais ou de grupo/pares, DOMÍNIO DAS ATITUDES E VALORES = 20 % Coeficientes de ponderação Instrumentos de avaliação Organização do caderno diário 3% Boa - 3% Razoável 2% Fraca - 0,5 a 1% Empenho e interesse 15% Realização dos trabalhos de casa 5% Participação nas atividades 7% Sempre - 5% Por vezes 1 a 4% Raramente 0,5% Nunca 0% Frequentemente / sempre 6 a 7% Por vezes 2 a 5% Raramente 0,5 a 1% Grelhas de registo de observação direta Comportamento / Postura 5% Respeita sempre as regras - 5% Respeita por vezes 2 a 4% Respeita raramente 0,5 1% Na avaliação final do segundo e terceiro período é tida em conta a média ponderada de todos os elementos de avaliação do percurso evolutivo do aluno.

21 21 NÍVEIS DE AVALIAÇÃO Serão propostos os seguintes níveis aos alunos que apresentem a totalidade ou a generalidade das características constantes em cada nível. O aluno apresenta: O aluno apresenta: O aluno apresenta: O aluno apresenta: O aluno apresenta: Nível 1 Testes de avaliação muito fracos; Graves lacunas no que respeita às expressões oral e escrita; Muito fraco empenhamento nas atividades propostas e nítido desinteresse; Muito fraca assiduidade e pontualidade; Constantes faltas de material; Caderno diário pouco organizado; Não realiza a maior parte dos trabalhos de casa; Mau comportamento na sala de aula; Grande falta de conhecimentos. Nível 2 Testes de avaliação não satisfatórios; Bastantes dificuldades na compreensão e interpretação de enunciados orais e escritos; Bastantes deficiências nas expressões oral e escrita; Fraco empenhamento nas atividades propostas, bem como bastante desinteresse na sua execução; Alguma falta de assiduidade e pontualidade; Nem sempre realiza os trabalhos de casa; Comportamento irregular dentro da sala de aula; Falta de conhecimentos. Nível 3 Testes de avaliação satisfatórios; Algumas dificuldades na compreensão e interpretação de enunciados orais e escritos; Algumas dificuldades no que concerne às expressões oral e escrita; Empenhamento satisfatório nas atividades propostas; Assiduidade e pontualidade regulares; Realiza os trabalhos de casa; Comportamento satisfatório na sala de aula; Conhecimentos satisfatórios. Nível 4 Testes de avaliação bons; Facilidade na compreensão e interpretação de enunciados orais e escritos; Facilidade nas expressões oral e escrita; Bastante empenhamento e boa participação nas atividades propostas; Assiduidade e pontualidade; Bom comportamento na sala de aula; Um bom nível de conhecimentos. Nível 5 Testes de avaliação muito bons; Muita facilidade na compreensão e interpretação de enunciados orais e escritos; Muita facilidade nas expressões oral e escrita; Muito bom empenhamento nas atividades propostas; Assiduidade, pontualidade e comportamento exemplares; Um nível muito bom de conhecimentos.

22 22 MATEMÁTICA Critérios Específicos de Avaliação Conhecimentos, capacidades, competências e destrezas 75% Testes Sumativos 60% Outros Elementos de Avaliação (mini - fichas temáticas, Trabalhos de Pesquisa, Fichas de Trabalho em Grupo ou Individualmente) 15% Atitudes e Valores 25% Assiduidade e Pontualidade;... Sentido de Responsabilidade;. Comportamento;. Interesse e Autonomia;... Trabalhos de Casa;.. Coopera e colabora nas atividades propostas;. Cooperar com os colegas;.. Caderno diário;... 2% 3% 4% 3% 4% 2% 3% 4% CLASSIFICAÇÕES 0,20 Fraco 20,50 Não Satisfaz 50,70 Satisfaz 70,90 Satisfaz Bem 90,100 Excelente

23 23 CIÊNCIAS NATURAIS Critérios Específicos de Avaliação OBJETOS DE AVALIAÇÃO Avaliação escrita (Domínio cognitivo) Avaliação na aula (Domínio Socioafetivo) 75% 25% Fichas de Avaliação= 60% Atividade laboratorial e/ou trabalho de pesquisa=15% Participação e interesse = 10% Trabalhos de casa = 5% Atitudes e valores = 10% PARÂMETROS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO FICHAS DE AVALIAÇÃO Provas de avaliação escritas realizadas individualmente, em tempo limitado e sem consulta. PARTICIPAÇÃO NA AULA Participação interesse e atitudes Pontualidade; Assiduidade; Respeito mútuo; Interesse e atenção; Comportamento adequado às situações de aula; Rigor científico; Capacidade de análise e síntese da informação; Domínio dos conteúdos lecionados; Cumprimento das tarefas solicitadas; Modo e qualidade das intervenções; Posse e utilização dos materiais necessários; Empenho na realização de tarefas individuais e de grupo; Qualidade e frequência da participação espontânea; Qualidade da participação solicitada; Progressão na aprendizagem; Cooperação. Atividade laboratorial e/ou trabalho de pesquisa Intervenção oral; Cooperação ativa na realização das atividades; Registo e tratamento dos dados; Utilização do material de forma responsável; Execução da atividade de forma organizada; Utilização de uma linguagem científica adequada; Adoção de uma atitude adequada para a eficácia do trabalho de grupo; Articulação e aplicação de resultados de outras atividades no trabalho a realizar. Trabalhos de casa Realização dos trabalhos de casa; Qualidade da realização dos trabalhos de casa. NOTA: No caso de um aluno faltar no dia da realização da Ficha de Avaliação, ser-lhe-á dada outra oportunidade de avaliação, a ponderar pelo docente, se a entender oportuna e necessária. O número de Fichas de Avaliação a realizar será, no mínimo, de cinco testes. Na ponderação da avaliação final dever-se-á considerar a classificação de pelo menos cinco Fichas de Avaliação individuais escritas. No final do ano letivo, os alunos que não efetuarem cinco Fichas de Avaliação poderão ser submetidos a um teste escrito global, se o professor assim entender.

24 24 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ESPECÍFICOS Nível 1 (um) Será atribuído aos alunos que não assimila, nem compreende conceitos e termos essenciais; não compreende enunciados orais e escritos; não revela empenho nas atividades da sala de aula, nem demonstra interesse na sua recuperação; demonstra falta de hábitos de trabalho e de organização; não participa nas aulas, nem quando é solicitado; tem atitudes pouco corretas na sala de aula, impedindo o bom funcionamento das aulas; não é assíduo nem pontual; não realiza os trabalhos de casa; não tem caderno devidamente organizado; não coopera nas atividades de grupo; não traz o material necessário para a sala de aula; apresenta em média os momentos de avaliação escrita com classificação Fraco. 2 (dois) tem dificuldades em compreender conceitos e termos essenciais; demonstra grandes dificuldades em compreender enunciados orais e escritos; revela pouco ou nenhum empenho nas atividades da sala de aula, nem demonstra interesse na sua recuperação; demonstra grandes dificuldades a nível de aquisição, compreensão e aplicação de conhecimentos; demonstra falta de hábitos de trabalho e de organização; participa pouco nas aulas e/ou quando é solicitado; tem atitudes menos corretas na sala de aula, impedindo o bom funcionamento das aulas; é pouco assíduo e pontual; raramente realiza os trabalhos de casa; não tem caderno devidamente organizado; raramente coopera nas atividades de grupo; apresenta em média os momentos de avaliação escrita com classificação Não Satisfaz. 3 (três) assimila, compreende e interpreta minimamente conceitos e termos essenciais; compreende enunciados orais e escritos; adquire, compreende e aplica minimamente os conhecimentos ministrados; revela empenho nas atividades da sala de aula; participa nas aulas voluntariamente e/ou quando é solicitado, de forma positiva; é assíduo e pontual; realiza regularmente os trabalhos de casa; tem caderno devidamente organizado; coopera com os colegas nas atividades de grupo; traz o material necessário para a aula; apresenta em média os momentos de avaliação escrita com classificação Satisfaz. 4 (quatro) assimila, compreende e interpreta com facilidade conceitos e termos essenciais; compreende com facilidade enunciados orais e escritos; adquire, compreende e aplica com facilidade os conhecimentos ministrados; revela bastante empenho nas atividades da sala de aula; participa bastante nas aulas voluntariamente e/ou quando é solicitado, de forma positiva; é assíduo e pontual; realiza os trabalhos de casa e de forma positiva; tem caderno devidamente organizado; coopera positivamente com os colegas nas atividades de grupo; demonstra criatividade e iniciativa nos trabalho de grupo; traz o material necessário para a aula; apresenta em média os momentos de avaliação escrita com classificação Satisfaz Bem. 5 cinco) assimila, compreende e interpreta com muita facilidade conceitos e termos essenciais; compreende facilmente enunciados orais e escritos; adquire, compreende e aplica com muita facilidade os conhecimentos ministrados; revela grande empenho nas atividades da sala de aula; participa bastante nas aulas voluntariamente e/ou quando é solicitado, de forma muito positiva; é sempre assíduo e pontual; realiza sempre os trabalhos de casa e de forma muito positiva; tem caderno devidamente organizado; coopera sempre e positivamente com os colegas nas atividades de grupo; demonstra grande criatividade e iniciativa nos trabalho de grupo; traz o material necessário para a aula; apresenta em média os momentos de avaliação escrita com classificação Excelente.

25 25 CIÊNCIAS FÍSICO QUÍMICAS Critérios Específicos de Avaliação OBJETOS DE AVALIAÇÃO Avaliação escrita (Domínio cognitivo) Avaliação na aula (Domínio Socioafetivo) 75% 25% Fichas de Avaliação= 60% Atividade laboratorial e/ou trabalho de pesquisa=15% Participação e interesse = 10% Trabalhos de casa = 5% Atitudes e valores = 10% PARÂMETROS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO FICHAS DE AVALIAÇÃO Provas de avaliação escritas realizadas individualmente, em tempo limitado e sem consulta. PARTICIPAÇÃO NA AULA Participação interesse e atitudes Pontualidade; Assiduidade; Respeito mútuo; Interesse e atenção; Comportamento adequado às situações de aula; Rigor científico; Capacidade de análise e síntese da informação; Domínio dos conteúdos lecionados; Cumprimento das tarefas solicitadas; Modo e qualidade das intervenções; Posse e utilização dos materiais necessários; Empenho na realização de tarefas individuais e de grupo; Qualidade e frequência da participação espontânea; Qualidade da participação solicitada; Progressão na aprendizagem; Cooperação. Atividade laboratorial e/ou trabalho de pesquisa Intervenção oral; Cooperação ativa na realização das atividades; Registo e tratamento dos dados; Utilização do material de forma responsável; Execução da atividade de forma organizada; Utilização de uma linguagem científica adequada; Adoção de uma atitude adequada para a eficácia do trabalho de grupo; Articulação e aplicação de resultados de outras atividades no trabalho a realizar. Trabalhos de casa Realização dos trabalhos de casa; Qualidade da realização dos trabalhos de casa. NOTA: No caso de um aluno faltar no dia da realização da Ficha de Avaliação, ser-lhe-á dada outra oportunidade de avaliação, a ponderar pelo docente, se a entender oportuna e necessária. O número de Fichas de Avaliação a realizar será, no mínimo, de cinco testes. Na ponderação da avaliação final dever-se-á considerar a classificação de pelo menos cinco Fichas de Avaliação individuais escritas. No final do ano letivo, os alunos que não efetuarem cinco Fichas de Avaliação poderão ser submetidos a um teste escrito global, se o professor assim entender.

26 26 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ESPECÍFICOS Nível 1 (um) Será atribuído aos alunos que não assimila, nem compreende conceitos e termos essenciais; não compreende enunciados orais e escritos; não revela empenho nas atividades da sala de aula, nem demonstra interesse na sua recuperação; demonstra falta de hábitos de trabalho e de organização; não participa nas aulas, nem quando é solicitado; tem atitudes pouco corretas na sala de aula, impedindo o bom funcionamento das aulas; não é assíduo nem pontual; não realiza os trabalhos de casa; não tem caderno devidamente organizado; não coopera nas atividades de grupo; não traz o material necessário para a sala de aula; apresenta em média os momentos de avaliação escrita com classificação Fraco. 2 (dois) tem dificuldades em compreender conceitos e termos essenciais; demonstra grandes dificuldades em compreender enunciados orais e escritos; revela pouco ou nenhum empenho nas atividades da sala de aula, nem demonstra interesse na sua recuperação; demonstra grandes dificuldades a nível de aquisição, compreensão e aplicação de conhecimentos; demonstra falta de hábitos de trabalho e de organização; participa pouco nas aulas e/ou quando é solicitado; tem atitudes menos corretas na sala de aula, impedindo o bom funcionamento das aulas; é pouco assíduo e pontual; raramente realiza os trabalhos de casa; não tem caderno devidamente organizado; raramente coopera nas atividades de grupo; apresenta em média os momentos de avaliação escrita com classificação Não Satisfaz. 3 (três) assimila, compreende e interpreta minimamente conceitos e termos essenciais; compreende enunciados orais e escritos; adquire, compreende e aplica minimamente os conhecimentos ministrados; revela empenho nas atividades da sala de aula; participa nas aulas voluntariamente e/ou quando é solicitado, de forma positiva; é assíduo e pontual; realiza regularmente os trabalhos de casa; tem caderno devidamente organizado; coopera com os colegas nas atividades de grupo; traz o material necessário para a aula; apresenta em média os momentos de avaliação escrita com classificação Satisfaz. 4 (quatro) assimila, compreende e interpreta com facilidade conceitos e termos essenciais; compreende com facilidade enunciados orais e escritos; adquire, compreende e aplica com facilidade os conhecimentos ministrados; revela bastante empenho nas atividades da sala de aula; participa bastante nas aulas voluntariamente e/ou quando é solicitado, de forma positiva; é assíduo e pontual; realiza os trabalhos de casa e de forma positiva; tem caderno devidamente organizado; coopera positivamente com os colegas nas atividades de grupo; demonstra criatividade e iniciativa nos trabalho de grupo; traz o material necessário para a aula; apresenta em média os momentos de avaliação escrita com classificação Satisfaz Bem. 5 cinco) assimila, compreende e interpreta com muita facilidade conceitos e termos essenciais; compreende facilmente enunciados orais e escritos; adquire, compreende e aplica com muita facilidade os conhecimentos ministrados; revela grande empenho nas atividades da sala de aula; participa bastante nas aulas voluntariamente e/ou quando é solicitado, de forma muito positiva; é sempre assíduo e pontual; realiza sempre os trabalhos de casa e de forma muito positiva; tem caderno devidamente organizado; coopera sempre e positivamente com os colegas nas atividades de grupo; demonstra grande criatividade e iniciativa nos trabalho de grupo; traz o material necessário para a aula; apresenta em média os momentos de avaliação escrita com classificação Excelente.

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