D E C R E T A CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Art. 2º - A avaliação de desempenho tem por objetivos:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "D E C R E T A CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Art. 2º - A avaliação de desempenho tem por objetivos:"

Transcrição

1 DECRETO Nº DE 16 DE AGOSTO DE 2011 Regulamenta a Avaliação de Desempenho e a concessão de variação da Gratificação de Incentivo ao Desempenho - GID para os servidores efetivos, empregados públicos, ocupantes de cargo em comissão ou função gratificada e contratados através do Regime Especial de Direito Administrativo - REDA, em exercício nas Unidades da Rede Própria sob Gestão Direta, na Secretaria da Saúde do Estado da Bahia SESAB, nas Diretorias Regionais de Saúde - DIRES e na Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia - HEMOBA e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 105, inciso V, da Constituição Estadual, e tendo em vista o disposto nos arts. 15, 19 e no 4º do art. 28, da Lei nº , de 05 de fevereiro de 2009, D E C R E T A CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º - A avaliação de desempenho prevista neste Decreto é requisito obrigatório para concessão de variação da Gratificação de Incentivo ao Desempenho - GID para os servidores efetivos, os empregados públicos, os ocupantes de cargo em comissão ou função gratificada e os contratados através do Regime Especial de Direito Administrativo - REDA, em exercício na Unidade Central da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia - SESAB, nas Diretorias Regionais de Saúde - DIRES, nas Unidades da Rede Própria sob Gestão Direta ou na Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia - HEMOBA. Art. 2º - A avaliação de desempenho tem por objetivos: I - valorizar e reconhecer o desempenho eficiente do servidor; II - mobilizar os servidores em torno da melhoria do serviço, orientando suas atividades em função de objetivos claros e critérios de avaliação transparentes; III - identificar ações para o desenvolvimento profissional do servidor; IV - fornecer subsídios na perspectiva de fomentar e desenvolver uma cultura de gestão orientada para resultados no âmbito do Poder Executivo do Estado;

2 V - favorecer o aprimoramento do desempenho do servidor e dos órgãos ou entidades em que estiver exercendo suas atribuições, contribuindo para a implementação do princípio da eficiência na Administração Pública; VI - ser instrumento de alinhamento das metas individuais com as institucionais. Art. 3º - Para efeito deste Decreto, entende-se por: I - avaliação de desempenho: o processo sistemático de aferição do desempenho do servidor e da unidade de exercício, através da consolidação da pontuação constante dos instrumentos de acompanhamento, presentes em avaliação institucional e individual; II - avaliação de desempenho institucional: vertente da avaliação de desempenho, através da qual se afere o cumprimento das metas de atividade, metas organizativas e metas de qualidade estabelecidas em termo de compromisso de gestão; III - avaliação de desempenho individual: vertente da avaliação de desempenho, através da qual se afere o cumprimento de metas individuais e o desenvolvimento de habilidades e competências pelo servidor e empregado público; IV - metas de atividades: parâmetros numéricos que se relacionam com a produção dos serviços e do Sistema de Saúde; V - metas organizativas: parâmetros numéricos que se relacionam com o desempenho administrativo e organizativo das unidades referidas no art. 1º deste Decreto; VI - metas de qualidade: parâmetros numéricos que se relacionam com a qualidade da assistência prestada nas unidades referidas no art. 1º deste Decreto; VII - indicador: parâmetro que contém informações relevantes sobre determinados atributos e dimensões do estado de saúde da população, bem como do desempenho do Sistema de Saúde; VIII - termo de compromisso de gestão: instrumento que regula a relação entre a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia - SESAB e as Unidades prestadoras de serviços da rede própria, definindo objetivos e metas a serem cumpridos; IX - rede própria: conjunto das Unidades de Saúde geridas pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia - SESAB; X - SIRH: Sistema Integrado de Recursos Humanos; XI - NUGETS: Núcleos de Gestão da Educação e do Trabalho na Saúde, presentes em cada Unidade de Saúde;

3 XII - sistema de saúde: o conjunto de organismos públicos ou privados, governamentais ou não, de profissionais e trabalhadores de saúde, cuja atuação tem como objetivo principal garantir a saúde das pessoas e das populações; XIII - escala de trabalho: a organização mensal da jornada de trabalho do quadro de pessoal da Unidade, observada a carga horária específica de cada cargo. Art. 4º - A avaliação de desempenho será composta por avaliação de desempenho institucional e avaliação de desempenho individual, com pesos a serem definidos em ato normativo específico. Parágrafo único - A avaliação de desempenho institucional terá sempre peso maior que a avaliação de desempenho individual. Art. 5º - A avaliação individual deverá aferir o cumprimento de metas individuais e o desenvolvimento de habilidades e competências pelo servidor e empregado público, através de indicadores a serem definidos em ato normativo específico. 1º - Até que sejam definidos os indicadores de que trata o caput deste artigo, o indicador utilizado para aferir o desempenho individual do servidor ou empregado público será o cumprimento da jornada de trabalho estabelecida na legislação estadual. 2º - É requisito obrigatório para a aferição da avaliação de desempenho individual a remessa à Corregedoria da Secretaria da Administração do Estado da Bahia e à Diretoria de Administração de Recursos Humanos da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia - DARH das escalas de trabalho dos servidores e empregados públicos a serem avaliados, a ser efetuada pelo dirigente máximo das Unidades referidas no art. 1º deste Decreto. 3º - A aferição do indicador de que trata o 1º deste artigo será realizada mensalmente. Art. 6º - A avaliação de desempenho institucional deverá aferir o cumprimento das metas de atividade, metas organizativas e metas de qualidade estabelecidas em termo de compromisso de gestão e mensuradas através de indicadores a serem definidos em ato normativo próprio. Parágrafo único - A aferição da avaliação institucional será realizada a cada três meses, da seguinte forma: I - no mês de janeiro, será apurada a avaliação de desempenho institucional dos meses de julho, agosto e setembro do ano anterior; II - no mês de abril, será apurada a avaliação de desempenho institucional dos meses de outubro, novembro e dezembro do ano anterior;

4 III - no mês de julho, será apurada a avaliação de desempenho institucional dos meses de janeiro, fevereiro e março do mesmo ano; IV - no mês de outubro, será apurada a avaliação de desempenho institucional dos meses de abril, maio e junho do mesmo ano. Art. 7º - Para fins de participação no processo de avaliação de desempenho, o servidor ou empregado público deverá estar em exercício na Unidade Central da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia - SESAB, nas Diretorias Regionais de Saúde - DIRES, nas Unidades da Rede Própria sob Gestão Direta ou na Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia - HEMOBA; 1º - Na hipótese de mudança de local de trabalho para outra Unidade, no decorrer do trimestre apurado, prevalecerá a avaliação da unidade em que o servidor ou empregado público tiver permanecido por maior tempo. 2º - Na hipótese de mudança de local de trabalho para outra Unidade, no decorrer do trimestre apurado, caso o servidor ou empregado público tenha permanecido o mesmo número de dias em diferentes Unidades, a avaliação será feita naquela em que se encontrava no momento do encerramento do trimestre apurado. 3º - O servidor que possuir mais de um vínculo estatutário será avaliado por cada um deles separadamente, na respectiva unidade em que esteja exercendo as suas atribuições. CAPÍTULO II DAS COMISSÕES Art. 8º - Serão instituídas Comissões de Avaliação nas Unidades referidas no art. 1º deste Decreto. 1º - As Comissões de Avaliação serão instituídas no mês de janeiro de cada ano pelos diretores das Unidades referidas no art. 1º deste Decreto, e serão compostas por 03 (três) servidores com escolaridade de nível superior, sendo os demais requisitos para designação previstos em ato normativo específico. 2º - As Comissões de Avaliação serão compostas, preferencialmente, por servidores efetivos que não estejam em estágio probatório ou respondendo a processo administrativo disciplinar, podendo, entretanto, ser integrada por ocupantes de cargo em comissão ou função gratificada. 3º - A Comissão de Avaliação deverá contar com pelo menos um membro da NUGETS, que a presidirá. 4º - A investidura dos membros das Comissões de Avaliação será de 01 (um) ano, podendo ser reconduzidos, a juízo do diretor da respectiva Unidade.

5 5º - As Comissões se reunirão nas instalações da própria unidade, devendo registrar seus atos e decisões em ata própria, devidamente assinada por todos os membros participantes. 6º - As decisões da Comissão serão tomadas por votação, prevalecendo o voto da maioria dos membros. 7º - Os membros da Comissão de Avaliação responderão solidariamente por todos os atos praticados pela mesma, salvo se houver posição individual divergente, que deverá ser devidamente fundamentada e registrada na ata da reunião na qual tiver sido tomada a decisão. 8º - A Comissão de Avaliação contará com 03 (três) suplentes, designados pelo diretor da Unidade, para atuarem nas ausências ou impedimentos dos membros titulares. 9º - O Presidente da Comissão de Avaliação poderá solicitar, sob justificativa, ao diretor da Unidade a convocação de servidor familiarizado com as especificações, padrões, códigos, técnicas e procedimentos da Unidade de vinculação, para prestar esclarecimentos técnicos em reuniões, por prazo determinado O Presidente da Comissão de Avaliação poderá solicitar ao diretor da Unidade, sob justificativa e por tempo determinado, a dedicação exclusiva dos seus membros às atividades da Comissão O membro da Comissão de Avaliação não poderá exercer as atribuições previstas neste artigo quando a ele forem submetidas: I - sua avaliação de desempenho; II - a avaliação de desempenho de seu cônjuge, parente consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral, até o terceiro grau, na forma da legislação vigente Nas hipóteses previstas no 11 deste artigo, o membro da Comissão de Avaliação deverá ser substituído por suplente designado Sempre que requisitado, o Presidente da Comissão de Avaliação deverá prestar informações e disponibilizar documentos à Comissão Central de Acompanhamento da Avaliação de Desempenho. Art. 9º - Caberá à Comissão de Avaliação: I - monitorar os processos de avaliação de desempenho no âmbito da respectiva Unidade; II - publicizar os resultados alcançados pela Unidade a partir dos relatórios emitidos pelo sistema de informação de avaliação de desempenho institucional;

6 III - receber e analisar os recursos interpostos pelos servidores e empregados públicos avaliados e elaborar, tempestivamente, parecer técnico para subsidiar decisão do diretor da respectiva Unidade; IV - prestar, tempestivamente, informações relativas a recursos interpostos pelos servidores avaliados, quando solicitado pela Comissão Central de Acompanhamento da Avaliação de Desempenho; V - promover os encaminhamentos processuais necessários à resposta tempestiva dos recursos hierárquicos interpostos pelos servidores avaliados, quando solicitado pela Comissão Central de Acompanhamento da Avaliação de Desempenho; VI - elaborar relatório sobre todo o processo de avaliação de desempenho, ao final de cada trimestre apurado, o qual deverá conter informações qualitativas e quantitativas sobre os trabalhos realizados, e encaminhá-lo à Comissão Central de Acompanhamento da Avaliação de Desempenho; VII - acompanhar a inclusão de dados e informações no SIRH; VIII - realizar reuniões técnicas com os gestores e servidores da Unidade para discussão e implementação da avaliação de desempenho na Unidade. Art Será instituída pelo Secretário da Saúde do Estado da Bahia a Comissão Central de Acompanhamento da Avaliação de Desempenho. 1º - A Comissão de que trata o caput deste artigo será composta por 05 (cinco) membros, com escolaridade de nível superior, observando-se a seguinte composição: I - 01 (um) representante da Diretoria de Administração de Recursos Humanos - DARH da Secretaria da Saúde, que a presidirá; II - 01 (um) representante da Diretoria de Gestão da Educação e do Trabalho em Saúde - DGETS da Secretaria da Saúde; III - 01 (um) representante da Diretoria de Gestão da Rede Própria - DGRP da Secretaria da Saúde; IV - 01 (um) representante da Superintendência de Recursos Humanos da Secretaria da Saúde; V - 01 (um) representante da Corregedoria Geral do Estado da Secretaria da Administração. 2º - A Comissão Central de Acompanhamento da Avaliação de Desempenho funcionará na sede da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia - SESAB. 3º - A investidura dos membros na Comissão Central de Acompanhamento da Avaliação de Desempenho será de 02 (dois) anos, sendo vedada a recondução de todos os seus membros, no período subsequente.

7 4º - O Secretário da Saúde designará um suplente para cada representante previsto nos incisos I a V do 1º deste artigo, para atuarem nas ausências e impedimentos do membro titular. 5º - As decisões da Comissão, no que couber, serão tomadas por votação, prevalecendo o voto da maioria dos membros. 6º - Os membros da Comissão de que trata este artigo responderão solidariamente por todos os atos praticados pela mesma, salvo se houver posição individual divergente, a ser devidamente fundamentada e registrada na ata da reunião na qual tiver sido tomada a decisão. 7º - O Presidente da Comissão Central de Acompanhamento da Avaliação de Desempenho poderá requerer ao diretor das Unidades referidas no art. 1º deste Decreto, sob justificativa e ouvido previamente o Secretário da Saúde, a convocação de servidor familiarizado com as especificações, padrões, códigos, técnicas e procedimentos da unidade, para prestar esclarecimentos técnicos no âmbito da avaliação de desempenho, por tempo determinado. 8º - A Comissão Central de Acompanhamento da Avaliação de Desempenho será composta, preferencialmente, por servidores efetivos que não estejam em estágio probatório ou respondendo a processo administrativo disciplinar, podendo, entretanto, ser integrada por ocupantes de cargo em comissão ou função gratificada. 9º - Os trabalhos da Comissão Central de Acompanhamento da Avaliação de Desempenho somente serão realizados quando presente a maioria absoluta dos membros, devendo os atos e decisões ser registrados em ata própria, devidamente assinada por todos os participantes A Comissão Central de Acompanhamento da Avaliação de Desempenho poderá solicitar ao Secretário da Saúde a designação de servidores para atuarem como equipe de apoio De acordo com a necessidade do trabalho, o Presidente da Comissão poderá encaminhar exposição de motivos ao Secretário da Saúde, solicitando a dedicação exclusiva dos membros e da equipe de apoio por tempo determinado. Art Caberá à Comissão Central de Acompanhamento da Avaliação de Desempenho: I - orientar e supervisionar os critérios e procedimentos de Avaliação de Desempenho nos trimestres apurados; II - propor alterações consideradas necessárias para a melhor operacionalização dos critérios e procedimentos estabelecidos neste Decreto, com base nos relatórios encaminhados pelas Comissões de Avaliação e pelos NUGETS das respectivas Unidades;

8 III - promover, quando necessárias, diligências junto às Comissões de Avaliação e aos NUGETS das respectivas Unidades para responder aos recursos impetrados pelos servidores ou empregados públicos avaliados; IV - receber e analisar os recursos interpostos pelos servidores e empregados públicos avaliados contra a decisão de que trata o art. 12 deste Decreto e elaborar, tempestivamente, parecer técnico para subsidiar deliberação do Secretário da Saúde do Estado da Bahia. CAPÍTULO III DOS RECURSOS Art Os interessados terão o prazo de 08 (oito) dias, a partir da publicação, para recorrer do resultado final da avaliação de desempenho, devendo a impugnação ser julgada no prazo de 15 (quinze) dias pelo diretor da respectiva Unidade. 1º - Na hipótese de acolhimento de algum recurso de que resulte alteração no resultado da avaliação de desempenho, este deverá ser novamente publicado. 2º - Da decisão proferida pelo diretor da respectiva Unidade, caberá novo recurso, a ser interposto no prazo de 08 (oito) dias, a partir da publicação da referida decisão, dirigido ao Secretário da Saúde do Estado da Bahia, que decidirá no prazo de 15 (quinze) dias úteis. CAPÍTULO IV DA VARIAÇÃO DA GID Art A Gratificação de Incentivo ao Desempenho - GID será atribuída em parcela variável, entre os valores mínimos e máximos estabelecidos no Anexo V da Lei nº , de 05 de fevereiro de 2009, em função da avaliação de desempenho individual e institucional. 1º - A variação do valor da GID terá sempre como referência o valor percebido pelo servidor ou empregado público no mês de julho de 2011, podendo oscilar até os limites mínimos e máximos presentes no Anexo V da Lei nº , de 05 de fevereiro de º - O valor de referência da GID, para efeitos de variação mencionada no 1º deste artigo, poderá sofrer alterações em razão da mudança da carga horária trabalhada ou de incorporações decorrentes de determinação legal. Art O servidor ou empregado público só poderá variar a GID após decorridos 06 (seis) meses da sua nomeação ou contratação. função: Art A variação da GID ocorrerá mensalmente e acontecerá em I - da avaliação de desempenho individual realizada mensalmente;

9 II - da avaliação de desempenho institucional realizada trimestralmente. Parágrafo único - A composição do percentual de variação do valor da GID levará em consideração: I - a avaliação de desempenho individual realizada no mês anterior ao da sua efetivação; II - a avaliação de desempenho institucional realizada no trimestre de referência, conforme os incisos I a IV do caput do art. 6º, e perdurará pelos meses seguintes, até que seja realizada nova avaliação institucional. Art O servidor ou empregado público que não tenha participado do processo de avaliação de desempenho em razão de estar afastado por alguma das hipóteses previstas no art. 113, e nos incisos I, III e XI, do artigo 118, da Lei nº 6.677, de 26 de setembro de 1994, permanecerá com o mesmo percentual de variação da GID percebido no mês anterior ao do afastamento, até o seu retorno. Art A forma de cálculo do percentual de variação do valor da GID constará em ato normativo específico. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art O servidor ou empregado público que, no momento da implantação do processo de avaliação de desempenho, estiver afastado em razão das hipóteses previstas no art. 113, e nos incisos I, III e XI, do artigo 118, da Lei nº de 26 de setembro de 1994, permanecerá com o mesmo valor da GID percebido quando do seu afastamento. Parágrafo único - Ao final dos afastamentos previstos no caput deste artigo, o servidor ou empregado público participará do processo de avaliação de desempenho para fins de variação da GID, conforme o disposto neste Decreto. Art No período compreendido entre julho de 2011 e julho de 2012, a avaliação de desempenho para fins de variação do valor da GID terá a seguinte proporção: I - 60% (sessenta por cento) para avaliação de desempenho institucional; II - 40% (quarenta por cento) para avaliação de desempenho individual. Parágrafo único - O servidor que atuar com jornada reduzida, em regime de plantão de 12 (doze) horas semanais, só poderá perceber até 80% de variação da GID, na seguinte proporção: I) 60% (sessenta por cento) para avaliação institucional; II) 20% (vinte por cento) para avaliação individual.

10 Art As comissões previstas nos arts. 8º a 11 deste Decreto deverão ser constituídas no prazo máximo de 90 (noventa) dias. Parágrafo único - Para efeito dos 03 (três) primeiros meses da avaliação de desempenho, não serão utilizadas as comissões de que trata o caput deste artigo. Art A primeira variação do valor da GID será retroativa ao mês de julho de 2011 e considerará a avaliação individual realizada no mês de junho de 2011 e a avaliação institucional apurada no mês de julho de 2011, tendo como referência os meses de janeiro, fevereiro e março do mesmo ano. Parágrafo único - No período compreendido entre julho de 2011 e julho de 2012, o valor da GID percebido pelo servidor ou empregado público em julho de 2011 não poderá ser reduzido. Art A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia - SESAB estabelecerá, em ato normativo específico, os demais parâmetros e procedimentos para a avaliação de desempenho e para a variação da GID. Parágrafo único - O ato normativo específico de que trata o caput deste artigo deverá ser revisto anualmente. Art Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA, em 16 de agosto de Eva Maria Cella Dal Chiavon Secretária da Casa Civil JAQUES WAGNER Governador Jorge José Santos Pereira Solla Secretário da Saúde Manoel Vitório da Silva Filho Secretário da Administração

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010 Aprova o Regimento Interno da Comissão Interna de Supervisão da Carreira dos Cargos

Leia mais

MANUAL AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO FUNCIONAL DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS DA UNEB

MANUAL AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO FUNCIONAL DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS DA UNEB 2 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS PGDP MANUAL AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO FUNCIONAL DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS DA UNEB 3 4 UNIVERSIDADE DO ESTADO

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012 Dispõe sobre a composição, o funcionamento e as atribuições dos Comitês Gestores do Código

Leia mais

REPUBLICAÇÃO DECRETO Nº 17.964, DE 6 DE SETEMBRO DE 2012.

REPUBLICAÇÃO DECRETO Nº 17.964, DE 6 DE SETEMBRO DE 2012. REPUBLICAÇÃO DECRETO Nº 17.964, DE 6 DE SETEMBRO DE 2012. Regulamenta a Lei nº 11.248, de 4 de abril de 2012, que institui a Gratificação de Responsabilidade Ambiental e Alcance de Metas (GRAAM) nos serviços

Leia mais

Apresentação. Caicó/RN 2010

Apresentação. Caicó/RN 2010 Regimento Interno da Comissão Própria de Avaliação da Faculdade Católica Santa Teresinha CPA/FCST (Aprovado pela Resolução 001/2010-DG/FCST, datado de 14/07/2010) Caicó/RN 2010 Apresentação O Regimento

Leia mais

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO PORTARIA Nº 2.588, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições previstas nos incisos I e II do parágrafo

Leia mais

AGUARDANDO APROVAÇÃO DO COUNI

AGUARDANDO APROVAÇÃO DO COUNI Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO DE GRADUAÇÃO E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DA UTFPR RESOLUÇÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO REGIMENTO ELEITORAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO REGIMENTO ELEITORAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO REGIMENTO ELEITORAL Regimento da eleição para os representantes dos servidores técnico administrativos em educação para a Comissão Geral de Jornada de Trabalho e para

Leia mais

LEI Nº 2.998/2007 CAPÍTULO I DA COMPOSIÇÃO

LEI Nº 2.998/2007 CAPÍTULO I DA COMPOSIÇÃO LEI Nº 2.998/2007 REGULAMENTA O CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO URBANO - COPLAN, CRIADO NO ARTIGO 2º, DA LEI COMPLEMENTAR N.º 037/2006, DE 15 DE DEZEMBRO, QUE DISPOE SOBRE NORMAS DE

Leia mais

D.O.U, de 26 de maio de 2011, Seção 1, pag. 35 COMITÊ NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA. DELIBERAÇÃO No- 1, DE 5 DE MAIO DE 2011

D.O.U, de 26 de maio de 2011, Seção 1, pag. 35 COMITÊ NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA. DELIBERAÇÃO No- 1, DE 5 DE MAIO DE 2011 D.O.U, de 26 de maio de 2011, Seção 1, pag. 35 COMITÊ NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA DELIBERAÇÃO No- 1, DE 5 DE MAIO DE 2011 Institui o Regimento Interno do Comitê Nacional de Educação Financeira. O COMITÊ

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PORTARIA SFC Nº 40, DE 14 DE MARÇO DE 2001.

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PORTARIA SFC Nº 40, DE 14 DE MARÇO DE 2001. MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PORTARIA SFC Nº 40, DE 14 DE MARÇO DE 2001. O SECRETÁRIO FEDERAL DE CONTROLE INTERNO, no uso da competência que lhe foi delegada pela Portaria

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA DE GESTÃO E RECURSOS HUMANOS - SEGER MANUAL DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO INDIVIDUAL

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA DE GESTÃO E RECURSOS HUMANOS - SEGER MANUAL DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO INDIVIDUAL GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA DE GESTÃO E RECURSOS HUMANOS - SEGER MANUAL DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO INDIVIDUAL 2013 PARTE I 1. OBJETIVOS DO MANUAL Este manual tem como propósito orientar

Leia mais

DECRETO Nº 18.215, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2013.

DECRETO Nº 18.215, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2013. DECRETO Nº 18.215, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2013. Regulamenta a Gratificação de Incentivo ao Desempenho (GID), no âmbito da Secretaria Municipal de Administração (SMA). O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE,

Leia mais

LEI Nº 11.375 DE 05 DE FEVEREIRO DE 2009

LEI Nº 11.375 DE 05 DE FEVEREIRO DE 2009 LEI Nº 11.375 DE 05 DE FEVEREIRO DE 2009 Reestrutura as carreiras de Analista Universitário e Técnico Universitário, integrantes do Grupo Ocupacional Técnico- Específico, criado pela Lei nº 8.889, de 01

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.707, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2006. Institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração

Leia mais

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Dispõe sobre o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FNDCT, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º O Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL RESOLUÇÃO Nº. 073/12-COGEP de 07/12/12 Curitiba

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS NINTEC CAPÍTULO I DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SEUS FINS

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS NINTEC CAPÍTULO I DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SEUS FINS REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS NINTEC CAPÍTULO I DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SEUS FINS Art. 1º O Núcleo de Inovação Tecnológica da Universidade

Leia mais

CNPJ/MF nº 29.978.814/0001-87. Comitê de Auditoria Estatutário. Regimento Interno. Capítulo I Introdução

CNPJ/MF nº 29.978.814/0001-87. Comitê de Auditoria Estatutário. Regimento Interno. Capítulo I Introdução PÁGINA 1 DE 7 DO PÁGINA 1 DE 7 DO CNPJ/MF nº 29.978.814/0001-87 Comitê de Auditoria Estatutário Regimento Interno Capítulo I Introdução Artigo 1º. O Comitê de Auditoria Estatutário ( Comitê ou CAE ) da

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DO AUDIOVISUAL DE PERNAMBUCO

REGIMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DO AUDIOVISUAL DE PERNAMBUCO REGIMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DO AUDIOVISUAL DE PERNAMBUCO CAPITULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º - O Conselho Consultivo do Audiovisual de Pernambuco, órgão colegiado permanente, consultivo e

Leia mais

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial, de 07/07/2011

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial, de 07/07/2011 Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial, de 07/07/2011 LEI Nº 810 DE 6 DE JULHO DE 2011. Dispõe sobre a reorganização dos Conselhos Escolares do Sistema Estadual de Ensino e dá

Leia mais

DISPÕE SOBRE A AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO PROBATÓRIO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DISPÕE SOBRE A AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO PROBATÓRIO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 2001/2006 DISPÕE SOBRE A AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO PROBATÓRIO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. IRANI CHIES, Prefeito Municipal de Carlos Barbosa, Estado do Rio Grande do Sul, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Porto Alegre

Prefeitura Municipal de Porto Alegre Prefeitura Municipal de Porto Alegre DECRETO Nº 17.301, DE 14 DE SETEMBRO DE 2011. Aprova o Regimento Interno do Fórum Municipal dos Conselhos da Cidade (FMCC). O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, no

Leia mais

MINUTA DECRETO Nº, DE DE DE 20.

MINUTA DECRETO Nº, DE DE DE 20. MINUTA DECRETO Nº, DE DE DE 20. Regulamenta os artigos 60 e 61 da Lei Nº 9.860, de 01 de julho de 2013, que dispõe sobre o processo de eleição direta para a função de Gestão Escolar das Unidades de Ensino

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº 005/2015

INSTRUÇÃO Nº 005/2015 INSTRUÇÃO Nº 005/2015 Orienta os servidores da Administração Publica Direta, Entidades e Autarquias do Poder Executivo Estadual, quanto aos prazos e procedimentos a serem observados no segundo Processo

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 68, DE 26 DE MARÇO DE 2013.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 68, DE 26 DE MARÇO DE 2013. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 68, DE 26 DE MARÇO DE 2013. (Texto compilado) Regulamenta os mecanismos de progressão e promoção para os titulares dos cargos de provimento efetivo de Especialista em Regulação de

Leia mais

DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 368/2002

DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 368/2002 DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 368/2002 Institui o Conselho de Cirurgia do Departamento de Medicina e aprova seu regulamento. O CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA, na conformidade do Processo nº MED-144/02, aprovou

Leia mais

PORTARIA PGR/MPU Nº 577 DE 16 DE NOVEMBRO DE 2010

PORTARIA PGR/MPU Nº 577 DE 16 DE NOVEMBRO DE 2010 PORTARIA PGR/MPU Nº 577 DE 16 DE NOVEMBRO DE 2010 Regulamenta o processo de Gestão do Desempenho no Estágio Probatório dos servidores ocupantes de cargos de provimento efetivo no âmbito do Ministério Público

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PRESIDÊNCIA PORTARIA FNDE Nº 344 DE 10 DE OUTUBRO DE 2008.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PRESIDÊNCIA PORTARIA FNDE Nº 344 DE 10 DE OUTUBRO DE 2008. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PRESIDÊNCIA PORTARIA FNDE Nº 344 DE 10 DE OUTUBRO DE 2008. Estabelece procedimentos e orientações sobre a criação, composição, funcionamento

Leia mais

PORTARIA Nº 45, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

PORTARIA Nº 45, DE 28 DE ABRIL DE 2010. PORTARIA Nº 45, DE 28 DE ABRIL DE 2010. Publica o Regimento Interno do Colegiado Setorial de Literatura, Livro e Leitura do Conselho Nacional de Política Cultural. O MINISTRO DE ESTADO DA CULTURA, no uso

Leia mais

"DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. NIRE nº 35.300.172.507 CNPJ/MF nº 61.486.650/0001-83 Companhia Aberta

DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. NIRE nº 35.300.172.507 CNPJ/MF nº 61.486.650/0001-83 Companhia Aberta "DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. NIRE nº 35.300.172.507 CNPJ/MF nº 61.486.650/0001-83 Companhia Aberta REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO Este Regimento Interno dispõe sobre os procedimentos

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 13.421, DE 05 DE ABRIL DE 2010. (publicada no DOE nº 062, de 05 de abril de 2010 2ª edição) Institui a Carreira

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZÃO DO MAGISTÉRIO.

CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZÃO DO MAGISTÉRIO. Estado do Rio Grande do Norte Município de Mossoró CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZÃO DO MAGISTÉRIO. REGIMENTO

Leia mais

RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015

RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015 RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015 Altera o Regimento Interno da Comissão Própria de Avaliação (CPA) das Faculdades Ponta Grossa. A Presidente do Conselho Superior de Administração das Faculdades

Leia mais

MODELO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDEB NO MUNICÍPIO DE DA FINALIDADE E COMPETÊNCIA DO CONSELHO

MODELO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDEB NO MUNICÍPIO DE DA FINALIDADE E COMPETÊNCIA DO CONSELHO MODELO O conteúdo desse Modelo de Regimento Interno representa a contribuição do MEC, colocada à disposição dos Governos Municipais, a título de apoio técnico, previsto no art. 30, I, da Lei nº 11.494,

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA REGULAMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA Art. 1º - O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Graduação em Odontologia, instituído pela Portaria IMMES nº 010, de 15 de

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º XXX, DE XX DE XXXXXX DE 2013

RESOLUÇÃO N.º XXX, DE XX DE XXXXXX DE 2013 RESOLUÇÃO N.º XXX, DE XX DE XXXXXX DE 2013 O PRESIDENTE DO CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO, no uso de suas atribuições regulamentares e, considerando

Leia mais

Medida Provisória nº de de 2008

Medida Provisória nº de de 2008 Medida Provisória nº de de 008 Dispõe sobre a criação da Gratificação de Desempenho de Atividade de Controle Interno e de Apoio Técnico ao Controle Interno no âmbito das Instituições Federais vinculadas

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE DO ESTADO DO AMAPÁ TITULO I DA NATUREZA

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE DO ESTADO DO AMAPÁ TITULO I DA NATUREZA REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE DO ESTADO DO AMAPÁ TITULO I DA NATUREZA Art. 1. O Fórum Estadual Permanente de Apoio à Formação Docente do Estado do Amapá é a

Leia mais

Art. 2º Ao Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional - CONSEA-SC - compete:

Art. 2º Ao Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional - CONSEA-SC - compete: LEI Nº 12.911, de 22 de janeiro de 2004 Dispõe sobre a criação do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional - CONSEA-SC - e do Fundo Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional - FUNSEA-SC

Leia mais

PORTARIA Nº 43, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

PORTARIA Nº 43, DE 28 DE ABRIL DE 2010. PORTARIA Nº 43, DE 28 DE ABRIL DE 2010. Publica o Regimento Interno do Colegiado Setorial de Música do Conselho Nacional de Política Cultural. O MINISTRO DE ESTADO DA CULTURA, no uso das atribuições que

Leia mais

Regimento Interno da Comissão de Avaliação e Gestão de Projetos de Pesquisa e Inovação - CAGPPI

Regimento Interno da Comissão de Avaliação e Gestão de Projetos de Pesquisa e Inovação - CAGPPI Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Câmpus Farroupilha Regimento Interno da Comissão de Avaliação

Leia mais

DECRETO Nº 1.528, DE 21 DE AGOSTO DE 2008.

DECRETO Nº 1.528, DE 21 DE AGOSTO DE 2008. DECRETO Nº 1.528, DE 21 DE AGOSTO DE 2008. Dispõe sobre modificações no processo de implantação do monitoramento dos programas e ações governamentais, no âmbito da Administração Pública do Estado de Mato

Leia mais

MODELO. Anteprojeto de lei para criação do Conselho Municipal do FUNDEB. Lei Municipal nº, de de de 2007

MODELO. Anteprojeto de lei para criação do Conselho Municipal do FUNDEB. Lei Municipal nº, de de de 2007 MODELO O conteúdo do Anteprojeto de Lei abaixo apresentado representa a contribuição do MEC, colocada à disposição dos Governos Municipais, a título de apoio técnico, previsto no art. 30, inciso I, da

Leia mais

LEI Nº 8.966 DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003

LEI Nº 8.966 DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003 Publicada D.O.E. Em 23.12.2003 LEI Nº 8.966 DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003 Reestrutura o Plano de Carreira do Ministério Público do Estado da Bahia, instituído pela Lei nº 5.979, de 23 de setembro de 1990,

Leia mais

BOLETIM ADMINISTRATIVO Nº 020 DE 12 a 16/05/14

BOLETIM ADMINISTRATIVO Nº 020 DE 12 a 16/05/14 Leia-se:...Art. 1º DELEGAR COMPETÊNCIA e as responsabilidades decorrentes ao Superintendente Regional do DNIT nos estados de Goiás e Distrito Federal para Lavrar o Termo Aditivo de Prorrogação de prazo,

Leia mais

DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015

DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 Secretaria Geral Parlamentar Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 Confere nova regulamentação ao Conselho Municipal de Segurança

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 13/2013

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 13/2013 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 13/2013 Regulamenta o processo de implementação e avaliação da flexibilização para ajuste de jornada de trabalho

Leia mais

CAPÍTULO III - DA ORGANIZAÇÃO Art. 3º. - O CEMACT funciona através do Plenário, das Câmaras Técnicas, comissões e Secretaria Administrativa.

CAPÍTULO III - DA ORGANIZAÇÃO Art. 3º. - O CEMACT funciona através do Plenário, das Câmaras Técnicas, comissões e Secretaria Administrativa. REGIMENTO DO CEMACT REGIMENTO INTERNO DO CEMACT CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º. - Este Regimento estabelece as formas de organização e funcionamento do conselho Estadual de Meio Ambiente,

Leia mais

CAPÍTULO III DA REESTRUTURAÇÃO

CAPÍTULO III DA REESTRUTURAÇÃO LEI N 3934 DISPÕE SOBRE A REESTRUTURAÇÃO E REORGANIZAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICIPIO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM E DÁ OUTRA PROVIDÊNCIAS. A Câmara Municipal de Cachoeiro de Itapemirim,

Leia mais

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente.

e) Liberdade assistida; f) Semiliberdade; g) Internação, fazendo cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente. REGIMENTO INTERNO DO COMDICA Título I DO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Capítulo I - DA NATUREZA Art.1º - O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente COMDICA,

Leia mais

REGIMENTO DO CENTRO DE GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS QUÍMICOS

REGIMENTO DO CENTRO DE GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS QUÍMICOS REGIMENTO DO CENTRO DE GESTÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS QUÍMICOS TÍTULO I DO CENTRO E SEUS FINS Artigo 1 O Centro de Gestão e Tratamento de Resíduos Químicos é um órgão auxiliar, de natureza técnica e científica,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA FACULDADE DE APUCARANA - FAP

REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA FACULDADE DE APUCARANA - FAP 205 ANEXO B Regulamento Interno do Colegiado do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA FACULDADE DE APUCARANA - FAP 206 CAPÍTULO

Leia mais

ATO NORMATIVO Nº 021/2014

ATO NORMATIVO Nº 021/2014 ATO NORMATIVO Nº 021/2014 Altera o Ato Normativo nº 003/2011 que regulamenta a Lei nº 8.966/2003, com alterações decorrentes das Leis n os 10.703/2007, 11.171/2008 e 12.607/2012 que dispõem sobre o Plano

Leia mais

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 490, DE 24 DE JANEIRO DE 2008 REGULAMENTO DE CONSELHO DE USUÁRIOS DO STFC CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Este Regulamento estabelece as regras básicas para implantação,

Leia mais

DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004.

DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004. DECRETO Nº 5.933, DE 20 DE ABRIL DE 2004. (PUBLICADO NO DOE DE 26.04.04) Este texto não substitui o publicado no DOE Regulamenta a Lei nº 14.546, de 30 de setembro de 2003, que dispõe sobre a criação do

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS AUTORIDADE CENTRAL ADMINISTRATIVA FEDERAL

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS AUTORIDADE CENTRAL ADMINISTRATIVA FEDERAL II REUNIÃO DO CONSELHO DAS AUTORIDADES CENTRAIS BRASILEIRAS RESOLUÇÃO N.º 02/ 2000 Dispõe sobre a Aprovação do Regimento Interno e dá outras providências O Presidente do Conselho das Autoridades Centrais

Leia mais

DECRETO Nº 13.169 DE 12 DE AGOSTO DE 2011

DECRETO Nº 13.169 DE 12 DE AGOSTO DE 2011 Publicado no DOE em 13 e 14 de agosto de 2011 DECRETO Nº 13.169 DE 12 DE AGOSTO DE 2011 Dispõe sobre a concessão de diárias no âmbito da Administração Pública direta, autárquica e fundacional do Poder

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1.º - O Conselho Fiscal do Fundo de Aposentadoria e Pensão do Servidor- FAPS, criado

Leia mais

GOVERNO FEDERAL COMISSÃO INTERNA DE SUPERVISÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS

GOVERNO FEDERAL COMISSÃO INTERNA DE SUPERVISÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS GOVERNO FEDERAL COMISSÃO INTERNA DE SUPERVISÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS 2011 GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

Fundo Setorial de Petróleo e Gás Natural Comitê Gestor REGIMENTO INTERNO

Fundo Setorial de Petróleo e Gás Natural Comitê Gestor REGIMENTO INTERNO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO Fundo Setorial de Petróleo e Gás Natural Comitê Gestor REGIMENTO INTERNO (aprovado na 49ª Reunião do Comitê realizada em 11 de abril de 2013) CAPÍTULO I Do

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA Artigo 1º A Comissão de Ética, pretende de maneira independente, imparcial, sigilosa e soberana, assegurar a apuração das representações, apresentadas pelos associados

Leia mais

Criação do Conselho Municipal do FUNDEB

Criação do Conselho Municipal do FUNDEB A Confederação Nacional de Municípios com o propósito de contribuir para a gestão municipal coloca à disposição a presente minuta para a legislação municipal referente à Criação do Conselho Municipal do

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE FRUTAL FAF TÍTULO I DO REGULAMENTO E DO ÓRGÃO

REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE FRUTAL FAF TÍTULO I DO REGULAMENTO E DO ÓRGÃO REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE FRUTAL FAF TÍTULO I DO REGULAMENTO E DO ÓRGÃO Art. 1º Este Regulamento Interno disciplina as normas relativas ao funcionamento da Comissão Própria

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENERGIA E MATERIAIS - CNPEM

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENERGIA E MATERIAIS - CNPEM REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENERGIA E MATERIAIS - CNPEM CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º A CEUA Comissão de Ética no Uso de Animais

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DO CONSELHO, ATRIBUIÇÕES E SUA COMPOSIÇÃO Art. 1.º- O Conselho Municipal de Educação de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº1.176 de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO Art. 1º - O Conselho Municipal de Planejamento Urbano, criado pela Lei Complementar nº 510,

Leia mais

ATO DO 1º SECRETÁRIO Nº 2, DE 2013.

ATO DO 1º SECRETÁRIO Nº 2, DE 2013. ATO DO 1º SECRETÁRIO Nº 2, DE 2013. Regulamenta o controle do cumprimento da jornada e do horário de trabalho pelos servidores do Senado Federal, nos termos do Ato da Comissão Diretora nº 7, de 2010. O

Leia mais

Proposta de regulamentação do regime de dedicação exclusiva (DE)

Proposta de regulamentação do regime de dedicação exclusiva (DE) Proposta de regulamentação do regime de dedicação exclusiva (DE) [Segunda versão, 11.08.2009, a partir de construção evolutiva trabalhada com a Comissão de Autonomia da Andifes, sujeita à apreciação do

Leia mais

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PESQUISA EM PROJETO DE ARQUITETURA CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PESQUISA EM PROJETO DE ARQUITETURA CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE Preâmbulo Os representantes do CONFAUeD, reunidos em assembléia, no dia 30 de junho de 2011, para instituição dos regimentos dos seus laboratórios e núcleos, após deliberação aprovou o REGIMENTO INTERNO

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT RESOLUÇÃO CONSU Nº. 33/21 DE 3 DE AGOSTO DE 21. A Presidente do Conselho Superior Universitário da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, no uso de suas atribuições regimentais, e consequente

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA Art. 1º. O Comitê de Auditoria ( Comitê ) é órgão estatutário de assessoramento vinculado diretamente ao Conselho de Administração, de caráter permanente, regido

Leia mais

PORTARIA Nº 486, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2012

PORTARIA Nº 486, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2012 Ministério da Cultura Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional Gabinete da Presidência PORTARIA Nº 486, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2012 Aprova o Regimento Interno do Conselho Consultivo do Patrimônio

Leia mais

D E C R E T O Nº 6.393 de 24 de fevereiro de 2011

D E C R E T O Nº 6.393 de 24 de fevereiro de 2011 1 Proc. Nº 7.030/89 D E C R E T O Nº 6.393 de 24 de fevereiro de 2011 Regulamenta a avaliação de desempenho para fins do estágio probatório, previsto na Lei Complementar nº 582, de 19 de dezembro de 2008,

Leia mais

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS DECRETO Nº 1.153, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2015. Aprova o Regimento Interno do Conselho Gestor do Programa de Parcerias Público-Privadas do município de Palmas. O PREFEITO DE PALMAS, no uso das atribuições

Leia mais

Do Colegiado de Curso. Da Constituição do Colegiado

Do Colegiado de Curso. Da Constituição do Colegiado REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS - UNITINS Do Colegiado de Curso Art. 1º. O Colegiado de Curso é a instância básica dos cursos de graduação, responsável

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO I V S E M I N Á R I O D E E X E C U Ç Ã O F I N A N C E I R A D E P R O J E T O S F I N A N C I A D O S C O M R E C U R S O S E X T E R N O S MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O Nº 002/88

R E S O L U Ç Ã O Nº 002/88 R E S O L U Ç Ã O Nº 002/88 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA UFPI Aprova o Regimento do Conselho de Administração da UFPI. O Reitor da Universidade Federal do Piauí e Presidente do Conselho de Administração,

Leia mais

REGULAMENTO DO COLEGIADO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET

REGULAMENTO DO COLEGIADO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET REGULAMENTO DO COLEGIADO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET BARBACENA 2010 CAPÍTULO I DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES O presente regulamento disciplina as atribuições e o funcionamento

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008. Fixa os critérios e procedimentos para a realização de concursos públicos de provas e títulos, destinados ao provimento dos cargos efetivos do

Leia mais

NÚCLEO DE JOVENS EMPREENDEDORES DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE SUZANO CAPÍTULO I - DAS FINALIDADES

NÚCLEO DE JOVENS EMPREENDEDORES DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE SUZANO CAPÍTULO I - DAS FINALIDADES 1 NÚCLEO DE JOVENS EMPREENDEDORES DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE SUZANO CAPÍTULO I - DAS FINALIDADES Art. 1 o O Núcleo de Jovens Empreendedores da Associação Comercial e Empresarial de Suzano

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 77, DE 18 DE MARÇO DE 2014.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 77, DE 18 DE MARÇO DE 2014. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 77, DE 18 DE MARÇO DE 2014. Institui os procedimentos para o gerenciamento de projetos prioritários no âmbito da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC e dá outras providências.

Leia mais

REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES

REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES Art. 1º O Colegiado de Curso é órgão consultivo, normativo, de planejamento acadêmico e executivo, para os assuntos de política de

Leia mais

PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 2030 DE 10/02/2014 DECRETO N. 240/2014

PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 2030 DE 10/02/2014 DECRETO N. 240/2014 PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 2030 DE 10/02/2014 DECRETO N. 240/2014 Regulamenta a Lei Complementar n 975/2013 que dispõe sobre a criação do Programa ISS Tecnológico, que institui benefícios

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES DECRETO Nº 45.463, de 30 de agosto de 2010 Dispõe sobre a política de aquisição e locação de bens e contratação de serviços da Família Frota de Veículos, cria o Comitê Executivo de Gestão Estratégica de

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DAS MULHERES REGIMENTO INTERNO CAPITULO I DA CATEGORIA E FINALIDADE

CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DAS MULHERES REGIMENTO INTERNO CAPITULO I DA CATEGORIA E FINALIDADE CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DAS MULHERES REGIMENTO INTERNO CAPITULO I DA CATEGORIA E FINALIDADE Art.1º _ O Conselho Nacional dos Direitos da Mulher CNDM, é órgão colegiado de natureza consultiva e deliberativa,

Leia mais

MENSAGEM Nº, de 2008.

MENSAGEM Nº, de 2008. MENSAGEM Nº, de 2008. = Tenho a honra de submeter à elevada consideração de Vossas Excelências o projeto de Lei anexo, que objetiva criar o Conselho Municipal Antidrogas COMAD. Um dos mais graves problemas

Leia mais

REGIMENTO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE GOIÁS (FORPROF-GO)

REGIMENTO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE GOIÁS (FORPROF-GO) REGIMENTO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE GOIÁS (FORPROF-GO) Goiânia-2010 REGIMENTO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE GOIÁS (FORPROF-GO) CAPÍTULO I DOS FUNDAMENTOS

Leia mais

DECRETO Nº 1.745, DE 12 DE AGOSTO DE 2009.

DECRETO Nº 1.745, DE 12 DE AGOSTO DE 2009. DECRETO Nº 1.745, DE 12 DE AGOSTO DE 2009. Dispõe sobre os critérios de avaliação de desempenho do servidor público municipal efetivo e estável, para fins das promoções horizontais e verticais, bem como

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 020/2006-CONSU de 22 de agosto de 2006

RESOLUÇÃO Nº 020/2006-CONSU de 22 de agosto de 2006 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 020/2006-CONSU de 22 de agosto de 2006 EMENTA: Normatiza os Afastamentos de Curta, Média e Longa Duração de Docentes.

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA RESOLUÇÃO COEMA N 116, DE 03 DE JULHO DE 2014. Dispõe sobre as atividades de impacto ambiental

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 23/2012 Aprova a implantação do Sistema de Gestão de Pessoas por Competências (SGPC) da UFPB. O Conselho Universitário

Leia mais

Professor Rodrigo Marques de Oliveira Presidente do Conselho Acadêmico do IFMG - Campus Governador Valadares

Professor Rodrigo Marques de Oliveira Presidente do Conselho Acadêmico do IFMG - Campus Governador Valadares SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS GOVERNADOR VALADARES - CONSELHO ACADÊMICO Av. Minas Gerais, 5.189 - Bairro Ouro

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIRON - CPA

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIRON - CPA REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIRON - CPA Av. Mamoré, nº 1520, Bairro Três Marias CEP: 78919-541 Tel: (69) 3733-5000 Porto Velho - RO 1 CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Leia mais

DECRETO No- 8.068, DE 14 DE AGOSTO DE 2013

DECRETO No- 8.068, DE 14 DE AGOSTO DE 2013 DECRETO No- 8.068, DE 14 DE AGOSTO DE 2013 Regulamenta os critérios e procedimentos gerais a serem observados para a realização das avaliações de desempenho individual e institucional e o pagamento da

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 016/2015 DE 05 DE MARÇO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 016/2015 DE 05 DE MARÇO DE 2015 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 016/2015 DE 05

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS LEI Nº 14.830, de 11 de agosto de 2009 Dispõe sobre a criação do Conselho Estadual do Artesanato e da Economia Solidária - CEAES, e adota outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO DOU de 16/01/2014 (nº 11, Seção 1, pág. 26) Institui o Plano Nacional de

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CARAPICUIBA SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO E HABITAÇÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CARAPICUIBA SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO E HABITAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE CARAPICUIBA SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO E HABITAÇÃO Conforme aprovado em reunião do Conselho Municipal de Habitação, realizada aos 29 de maio de 2012; REGIMENTO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982

REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982 REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982 Artigo 1º. - A FUNDAÇÃO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM AGRONOMIA, MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - FUNEP, além das disposições constantes de seu Estatuto

Leia mais