Estas tradicionais frases começam a ecoar celebrando

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1 Distribuição Gratuita nell360.com.br Inova + 7 a edição Dezembro de 2014 GRUPO GELOG Boas Festas Feliz 2015 Estas tradicionais frases começam a ecoar celebrando mais um ano que se não foi dos melhores, pelo menos alimentou novas esperanças para começarmos bem o próximo que logo chegará. Este deve ser o tom geral a ser ouvido por todos os cantos deste imenso país. As famosas retrospectivas que serão brevemente divulgadas através da imprensa escrita, falada e televisada, agora também acompanhadas pela internet, nos farão relembrar fatos bons e ruins acontecidos ao longo deste 2014, que em breve e em meio as tradicionais festividades, também logo despacharemos. Entretanto, deveremos lembrar que os fatos bons servirão para balizar a marcha de 2015, e os que não foram agradáveis não devem sob nenhum aspecto ou justificativa, fazer parte do dia a dia no próximo ano, mas apenas usados como experiência a evitar e precauções a tomar. Logicamente, nada controlamos totalmente. Alguns fatos são sempre inevitáveis, então nos resta tão somente torcer e esperar que os bons frutos frutifiquem e os prejudiciais estejam o mais longe possível. A tônica encabeçada por nossos dois sócios proprietários, foi muito clara e objetiva, ou seja, não deixaram nenhum espaço para que seus comandados viessem a esmaecer diante das inúmeras barreiras que de alguma forma intervieram na caminhada deste ano que se encerra. Pelo contrário, estiveram muito atentos e atuantes, acompanhando todos os setores produtivos da empresa. Finalizando, a mensagem de agradecimento aos nossos colaboradores, extensiva aos parceiros comerciais e amigos, clientes, fornecedores, bancos e autoridades; é muito simples: manutenção da energia empresarial e confiança no futuro através de muito trabalho, é a única saída para nos mantermos sadios e como consequência levarmos a nossos lares o melhor que podemos extrair em forma de benefícios adquiridos por conta de nossa atuação laboral. A Diretoria Aqui nas empresas Gelog, muito pouco temos a reclamar. Simplesmente, afiançamos que o ano foi tão atípico e desafiador, que a carga de trabalho e a busca de melhorias e realizações profícuas sem exceções ocupou nossas mentes e corações o ano inteirinho, portanto não sobrou tempo para lamentarmos eventuais fatos que tenham fugido a nosso controle, ou que emanados de fontes externas não tenham sido de nosso agrado. NESTA EDIÇÃO: PG NOVO EQUIPAMENTO 2 COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL 3 ACESSIBILIDADE PORTUÁRIA 4/5 TIPOS DE CARGAS 6 FERRAMENTAS LOGÍSTICAS 7 DUPLO NATAL NA GELOG 8

2 NOVO EQUIPAMENTO MECLIFTER INOVADORES: veis pesando até 16 ton. Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro e do padeiro que esperamos o nosso jantar, mas da consideração que eles têm pelos próprios interesses. Apelamos não à humanidade, mas ao amor-próprio, e nunca falamos de nossas necessidades, mas das vantagens que eles podem obter. (Adam Smith) dade física do produto manipulado e principalmente do operador. FRASES QUE OUVIMOS POR AÍ: D ando continuidade a batida da inovação, a Gelog passou a operar o equipamento MecLifter ML1612R da finlandesa MECLIFT, cuja característica principal é permitir a estufa- gem de containers e carregamento de carretas com peças indivisíesta nova aquisição considerou a excelente margem de seguran- ça e rapidez operacional, ao mesmo tempo preservando a integri- Se Deus te fez, a bronca não é minha, é dele. (José Reymão - pai) Toda e qualquer ação ou decisão é arriscada, portanto, a prudência não está em evitar o perigo - É impossível - Está sim, em calcular os riscos e agir decisivamente. (Niccolò Machiavelli, O Príncipe) Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém... Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim... E ter paciência para que a vida faça o resto... (William Shakespeare) Não inventei nada de novo. Simplesmente juntei em um carro as descobertas de outros homens, séculos de trabalho depois. (Henry Ford) GRUPO GELOG GRUPO GELOG

3 COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL Quais os (bons) resultados da Comunicação Institucional? Como explicar a uma empresa que a comunicação institucional não pode ser considerada gasto e sim investimento? Como apresentar a comunicação institucional como uma atividade geradora de lucros? A comunicação institucional é uma atividade ainda não suficientemente explorada pelas empresas e, mesmo quando praticada, enfrenta os resquícios de uma certa forma de pensar mercadológica que, aplicada às vezes automaticamente nas relações institucionais, ocasiona um terrível viés nas conclusões. Ao desenvolver suas ações de marketing, a empresa tem seu foco principal dirigido a um único público - o cliente - e orientado para o objetivo exclusivo de vender produtos ou serviços. Para tal, utilizase de campanhas publicitárias de conteúdo comercial; promoções de vendas; programas de marketing direto; eventos comerciais; material de merchandising; enfim, de ferramentas de comunicação que dispõem de indicadores de sucesso muito bem estabelecidos. Quais os resultados esperados? Vendas, vendas, vendas. Já a comunicação institucional é dirigida a todos os públicos de interesse da organização, representados por funcionários, imprensa, fornecedores, acionistas, investidores, governo, comunidade, etc., com o objetivo de fortalecer sua imagem pública, divulgar sua missão e valores e de realçar sua visibilidade. Ao buscar o estreitamento das relações com os stakeholders, são criadas campanhas publicitárias de conteúdo institucional; programas de atendimento à imprensa; edição de publicações internas e externas; calendário de eventos institucionais; espaços voltados à memória empresarial; e projetos dirigidos à comunidade, centrados em temas ligados à educação ou a cultura, entre tantas outras. Quais os resultados esperados? Que a empresa passe a ser referência em sua área de atuação, além de ter suas políticas, posturas e opiniões divulgadas de forma positiva. Enfim, que ela passe a servir de exemplo a toda sociedade, a partir da imagem pública. LUCRO INSTITUCIONAL Ações de comunicação institucional podem não aumentar direta ou indiretamente o volume de vendas das empresas, mas é certo que facilitarão suas negociações, além de manter ou aperfeiçoar os canais de relacionamentos já existentes com seus stakeholders. Quanto mais conhecida a empresa for, mais reconhecimento ela terá - e esse reconhecimento público facilitará a atuação de sua equipe comercial. Essa visibilidade positiva abre portas e estabelece relações de confiança com o mercado, composto hoje por consumidores mais exigentes, que também exercem seu papel de cidadãos não só preocupados com a marca do produto objeto de seu desejo, mas também com a marca da empresa fabricante. Exemplos desse caso são as organizações que se posicionam como socialmente responsáveis, as que não agridem o meio ambiente nem exploram o trabalho infantil, as que mantém relações trabalhistas transparentes e cumprem seus compromissos financeiros. Esse jeito empresarial de ser está sendo exposto à sociedade, independentemente da marca de seus produtos. Alguns indicadores já são utilizados para comprovar os fatores de sucesso institucional: apoio ao trabalho do departamento comercial; fortalecimento do poder político junto às entidades de classe e à própria área governamental; visibilidade pública que facilita a disseminação de seus princípios éticos; reconhecimento de sua identidade ideológica e postura empresarial, podem ser considerados os mais valiosos. Enfim, uma empresa ideal para os clientes terem garantia da qualidade dos produtos e serviços; para os funcionários terem orgulho em lá trabalhar; para os fornecedores conseguirem melhores formas de negociação; para a comunidade querer manter suas unidades operacionais; para os investidores desejarem negociar maiores volumes de ações: para os jornalistas terem uma fonte confiável, etc. Empresas conscientes da importância de sua imagem pública colhem os (bons) resultados decorrentes da comunicação institucional através de sua visibilidade positiva e de sua reputação favorável. Estas são duas condições obrigatórias para as organizações que buscam a perenidade e estão em sintonia com as mudanças que ocorrem na vida corporativa em todo o planeta. IZOLDA CREMONINE Consultora em Comunicaça o Profª da ESPM e FGV/GVpec Artigo originalmente publicado na ediça o nº 17, do Omnitrans News dezembro de

4 ROTTERDAM X SANTOS Acessibilidade aos Portos: Rotterdam x Santos Lições a aprender O Porto de Santos, maior porto da América do Sul e Central, é a porta de entrada e saída de uma significativa parcela das mercadorias que circulam no Brasil. Atualmente existe um Masterplan, apresentado em 2010, que caracteriza que até 2024 o Porto de Santos estará aumentando seu volume de movimentação de carga, passando dos atuais 104 milhões de toneladas para 230 milhões de toneladas, sendo que a carga geral responderá por 53% desse volume, o granel sólido por 30% e o granel líquido 17%. A quantidade de contêineres movimentada também aumentará: passará dos 3,1 milhões de TEUs para 9 milhões de TEUs. Toda essa expansão nos impõe algumas questões pertinentes: Estamos preparados para esta expansão? O que será necessário realizar para evitar que os quilômetros de filas provocadas (em parte) pelo volume de veículos de veículos de carga que operam no Porto de Santos continue reduzindo a qualidade de vida para os moradores da Baixada Santista? O que será necessário fazer para que o crescimento projetado de carga para o Porto de Santos não agrave o congestionamento e por decorrência aumente os custos de transporte, implicando em perda de competitividade para os produtos brasileiros? Refletindo sobre a questão, podemos utilizar algumas experiências internacionais para nos ajudar no planejamento da expansão. A expansão do Porto de Rotterdam é a maior obra de engenharia do século XXI nos Países Baixos e é a aposta do Governo Holandês para solidificar o plano de estado com vistas a garantir a Rotterdam o papel de porta de entrada de mercadorias da Europa. Na década de 1960, os holandeses agregaram uma grande área no estuário do rio Meuse ao porto de Rotterdam. Por meio da construção de um grande dique circular e do bombeamento de areia do Mar do Norte para dentro dele, o porto pôde receber navios maiores e em maior número, sem com- prometer as rotas de navegação nas hidrovias. Esta 1ª. expansão foi chamada de Maasvlakte. A expansão do porto, chamada de Maasvlakte 2, ocupa uma área de aproximadamente 2 mil hectares, sendo 50% das áreas destinadas ao complexo industrial portuário e o restante as atividades logísticas. O processo de concessão para operar em Maasklakte 2 foi vencido pela APM Terminals, que participa no Brasil do bloco de controle da BTP (Brasil Terminal Portuário) em Santos e pela Rotterdam World Gateway (RWG), através da DP World, associada no Brasil a Odebrecht no Terminal Embraport. A expectativa é que o volume atual de carga, com já expressivos 11,6 milhões de TEUs, passe para 35 milhões de TEUs em Sua estrutura permitirá que navios de maior calado possam operar no complexo portuário, colocando Rotterdam a frente de seus principais competidores europeus. Fica no ar a mesma questão: Como triplicar o movimento de contêineres em 15 anos sem que isso signifique perda de qualidade de vida para os habitantes de Rotterdam e sua área de influência? Avaliando o processo de concessão, percebe-se que uma das ações mais simples foi a inclusão, nos contratos de exploração dos terminais de Maasvlakte 2, de metas para a utilização dos modos de transporte. As instalações terão de operar 35% de seus contêineres por rodovia, 45% em barcaças e 20% pelos trilhos. Atualmente, a divisão modal é 4

5 de 5% para ferrovias, 40% para barcaças e 55% para o rodoviário. De maneira prática, isso significa que a cidade de Rotterdam e a área de influência do porto entendem que a logística é parte importante da economia do estado, porém devem existir formas de proteger os cidadãos das externalidades geradas pela atividade. Utilizando a rede de ferrovias e hidrovias os contêineres movimentados pelo Porto podem entrar e sair mitigando os efeitos gerados pelo tráfego de veículos pesados. Os embarcadores podem, através de uma rede de External Gates, expedir e retirar suas mercadorias em terminais localizados ao longo da malha ferroviária e hidroviária, mesmo para curtas distâncias (200 Km). Para garantir a utilização destes terminais, o estado deve exercer papel determinante. Na Alemanha, por exemplo, a DB Netze, empresa alemã de terminais ferroviários, garante acesso a rede ferroviária com tarifas competitivas, reduzindo o impacto dos custos de transbordo de carga. No caso brasileiro, o impacto do tráfego gerado normalmente é objeto do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) que é um instrumento legal de normatização dos usos do solo urbano, regulamentado através da Lei , denominada Estatuto da Cidade. Uma parte significativa do EIV é dedicada para o Relatório de Impacto no Tráfego Urbano RITU, que procura, entre outros itens, a adequação e viabilização da localização do empreendimento, oferta de estacionamento, condições de acesso de veículos e pedestres, através do impacto no trânsito e observância de preceitos legais essenciais ao licenciamento ambiental. É necessário portanto, ter uma visão mais ampla do real impacto deste importante item no Porto de Santos de modo a ampliar positivamente a sinergia entre a atividade econômica e quem interage com ela. O esco- 11,000 TEU 13,000 TEU Hamburg 12,8m Antwerp 13,1m 18,000 TEU Rotterdam 19,7m po de análise deverá ser muito mais abrangente e verificar os reflexos de natureza econômica e social em toda área de influência do complexo portuário. Grandes congestionamentos não apenas aumentando os custos de transporte, mas também, e de forma drástica, reduzem a produtividade de todas as atividades na área em questão. Em uma primeira leitura, para o Porto de Santos e na sua Retroárea, torna-se imprescindível garantir acessibilidade ao porto nas próximas décadas. O simples aumento da oferta viária para os veículos de carga com mais viadutos, pontes e estradas tem limitadores claros, sociais, ambientais e sem dúvida econômicos e financeiros que precisam ser discutidos pela sociedade na Baixada Santista. A estratégia de uma política voltada à divisão modal aplicada nos processos de concessão de novas áreas e de autorização de TUPs (Terminais de Uso Privado), como fez Rotterdam, pode ser um importante instrumento, embora não seja simples, no cenário regulatório brasileiro, e deve ser melhor estudada com vistas ao aumento de produtividade no plano de expansão do Porto de Santos e possivelmente em outros portos brasileiros. José Reymão Mestre em Engenharia de Transportes pela COPPE/UFRJ Pesquisador I - Fundação Coppetec/COPPE/UFRJ dezembro de

6 TIPOS DE CARGA Carga geral Existem muitos tipos de carga e na hora de custear o frete, é importantíssima a correta identi icação desta, podendo-se assim alocar o veículo mais adequado para efetuar o transporte com a segurança e a qualidade desejada pelo cliente C argas se caracterizam, nos mais variados formatos, pesos, embalagens e medidas que se possa conceber. Existe principalmente carga líquida a granel, líquida embalada, sólida a granel, sólida embalada, avulsa, lixo, sensíveis, e excedente em peso e volume, mineral, produto acabado, matéria prima em geral, postes, estruturas, encomendas e pequenos volumes, hospitalar etc. Podem ser originadas em: indústrias, centros de distribuição, minas, portos, aeroportos, fazendas, comércio em geral, rua e locais públicos. Muitas outras ocorrências poderiam ser citadas, mas, pensando bem, os exemplos acima são mais que o suficiente para ilustrar a complexidade do assunto. Daí, a necessidade de sermos obrigados a estudar e manter atualizada nossa percepção a respeito deste emaranhado de informações. Logicamente, desconhece-se aqui no Brasil ou em qualquer outro lugar do mundo, a existência de um transportador ou operador logístico do tipo faz tudo. Esta situação é resolvida com a especialização de determinados grupos de empresas que atendem a determinados tipos de carga. No caso da GELOG o foco principal é atender cargas oriundas ou destinadas ao Setor de Comércio Exterior; primordialmente containers, máquinas, equipamentos e carga seca. Outras oportunidades de negócio dentro de área de atividade podem ser avaliadas, desde que estejam em sinergia com o foco principal da empresa. Lembrarmos todos da medicina, onde para cada tipo de enfermidade procura-se um médico que seja especialista naquela disfunção orgânica, portanto detentor de amplo conhecimento em sua especialidade. No transporte não é diferente. Então, de um operador logístico que oferece serviços desta natureza, o cliente espera que ele seja um entendido, e até o oriente sobre como melhor fazer determinados trabalhos. As empresas GELOG estão aparelhadas e em condições de satisfazer plenamente a necessidade de seus clientes em: transporte, armazenamento e manipulação de tambores, caixas, ensacados, big-bags, flexitanks, containers, pallets, engradados, IBC-Tank, fardos, carga LCL e FCL; além de ter forte atuação em serviços de etiquetagem, separação e montagem de kits, com milhões de operações anuais manipulando bebidas, brinquedos, material de escritório e alimentos. Entre os diversos tipos de carga acima explanadas, estamos perfeitamente adequados e aptos para transportar todas as mercadorias ao lado demonstradas: 6 CARGAS Big Bag Tambores Sacos Grandes Embalagens Fardos Barrica 20 kg Tubos Containers Paletes Cabos Amarrados Flexitank Bobina de papel Bombona 20 lts. Container IBC 1 m³ Cargas Especiais Engradados Caixas Bobina de aço

7 FERRAMENTAS LOGÍSTICAS Flexitank Vamos conhecer um pouco mais sobre esta importante ferramenta logística Transporte de vários tipos de líquidos e também de granéis sólidos podem ser feitos economicamente utilizando-se flexitanks. Por exemplo: um container dry se carregado usando-se um flexitank levará em torno de 25% a mais de carga líquida, que se estivesse contida em tambores; além de mostrar ampla vantagem econômica em relação ao transporte efetuado com a utilização de isotanks. A versatilidade é tão grande, que até mesmo qualquer caminhão de carroceria fechada pode ser eventualmente transformado em caminhão tanque. Desta maneira, enorme variedade de produtos principalmente líquidos podem ser facilmente manipulados e transportados mundo afora de forma absolutamente segura mediante o uso de containers convencionais carregando flexitanks descartáveis, portanto, absolutamente mantendo as propriedades e a qualidade de produtos alimentícios ou químicos não perigosos. Assim, vinho, azeite, suco de frutas, água mineral, bebidas destiladas, compostos orgânicos, óleos vegetais, molhos, xaropes, açúcar líquido, geleias, levedura, ovo líquido, sebos e banhas, glucose; e também produtos químicos como exemplo: xampus, óleos minerais, lubrificantes, tintas à base d água, biodiesel, detergentes, látex, glicerina, silicatos, colas, adesivos, ácidos graxos, fármacos líquidos, emulsões etc. Estes flexitanks com capacidade de até 24 mil litros, ao chegar no destino, pode ter sua carga facilmente fracionada, utilizando flexitanks de menor capacidade e finalmente redestinadas aos seus destinatários com muita flexibilidade a baixo custo. Outra característica que aumenta drasticamente o custo benefício, é poder ser facilmente carregado ou descarregado com a participação de apenas uma pessoa em seu manuseio, além de rapidez no transbordo dos líquidos contidos na unidade primária. Os materiais recicláveis utilizados em sua fabricação são basicamente PVC, fibra de nylon, polietileno para formar o recipiente e válvulas e mangueiras específicas para possibilitar operações com os mais diversos tipos de produtos como acima citados. Importante salientar ser um produto descartável, portanto não reaproveitável, evitando-se desta forma custosas lavagens; além de - com isto - evitar eventuais contaminações. Empresas como a JLHillebrand (Transocean) fundada em 1844, é líder mundial em logística especializada no ramo da indústria de bebidas e opera fortemente na Europa Ocidental, também com significativa presença em outras regiões a exemplo do Chile, hoje grande e respeitado produtor de vinhos. Através da Transocean, em sua nova fase brasileira, a JLHillebrand, fechou parceria operacional com o Grupo Gelog, o qual ficará incumbido de armazenar, manipular, receber e expedir para exportação e ou distribuição interna, todos os produtos FCL ou LCL - sob sua responsabilidade em território brasileiro e, para garantir a qualidade operacional padrão, enviou a Santos o seu gerente técnico, para ministrar treinamento específico na montagem e transbordo de flexitanks nas instalações locais da Gelog. Para maiores informações, sugerimos: dezembro de

8 NATAL NA GELOG Nas empresas Gelog, o Natal acontece duas vezes J á tradicionalíssima, a Festa de Natal que a Gelog dedica aos seus colaboradores, cada vez mais torna-se um acontecimento aguardadíssimo por toda a sua equipe e familiares. Este ano os responsáveis por traduzir em realidade os desejos expressos pela diretoria, registrados em um com mais de setenta linhas, pacientemente detalhado e direcionado aos donos de cada tarefa, visou o conforto, segurança, qualidade e principalmente o bem estar de todos os funcionários, familiares e demais convidados; teve início com dois meses de antecedência. O evento cuidadosamente elaborado transcorreu na mais perfeita ordem e durante quase dez comemorativas horas, notamos a plena satisfação reinante entre todos os presentes. Como acontece todos os anos, infelizmente alguns de nossos colaboradores não puderam comparecer e participar, simplesmente porque a logística não para, pois existe demanda imposta pelas necessidades de clientes cujas características operacionais acontece initerruptamente dentro suas plantas industriais e portanto não podem correr risco de paralisações em suas linhas de produção. Os profissionais privados desta participação, a diretoria agraciou com descanso extra. Como ficou extremamente difícil traduzir em palavras o excelente clima que norteou a confraternização deste final de ano nas dependências da Gelog, que foram especialmente preparadas para receber mais de mil pessoas, optamos pela melhor maneira possível de registrar o que acima dissemos, utilizando algumas das centenas de imagens capturadas ao longo daquele especial dia. Que esta festividade no próximo ano seja maior e melhor. E que tenhamos todos um Novo Ano repleto de ótimas realizações. 8

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