NOVA TÉCNICA DE ENSAIOS POR CORRENTES PARASITAS DE TUBOS COM COSTURA DURANTE O PROCESSO DE FABRICAÇÃO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NOVA TÉCNICA DE ENSAIOS POR CORRENTES PARASITAS DE TUBOS COM COSTURA DURANTE O PROCESSO DE FABRICAÇÃO"

Transcrição

1 NOVA TÉCNICA DE ENSAIOS POR CORRENTES PARASITAS DE TUBOS COM COSTURA DURANTE O PROCESSO DE FABRICAÇÃO Autor: Alejandro Spoerer Empresa: Polimeter Comércio e Representações Ltda. Palavras-chaves: ensaio não destrutivo, correntes parasitas, tubos com costura, ensaios durante a fabricação. III CONFERÊNCIA PAN-AMERICANA DE ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS PAN NDT Rio de Janeiro, Junho de a 06 de Junho de 2003 / June 2 to Rio de Janeiro - RJ - Brasil

2 Sinopse Descrição de uma nova técnica de ensaios por correntes parasitas de tubos com costura durante o processo de fabricação, a qual utiliza três monitores tipo setorial, com ajuste independente de amplitude: o primeiro para defeitos que nascem na parede externa do tubo, o segundo para defeitos tipo furo passante e o terceiro para defeitos que nascem na parede interna do tubo. Conclui-se que a aplicação desta técnica é bem superior à técnica tradicional que utiliza apenas um monitor circular, já que evita a rejeição de tubos que poderiam ser aprovados e a aprovação de tubos que deveriam ser reprovados. Adicionalmente, conclui-se que a técnica possibilita a contagem separada de defeitos superficiais, de defeitos tipo furo passante e de defeitos internos, isto é, que nascem na parede interna, informação que é de extrema importância para o próprio processo de fabricação de tubos com costura. 1. Introdução O ensaio de tubos com costura durante o processo de fabricação é uma das grandes aplicações do método de ensaios por correntes parasitas. O método é utilizado com vantagens tanto em sistemas on-line, na própria linha de solda, antes do corte dos tubos e em conjunto com bobinas envolventes ou segmentadas, como em sistemas fora de linha, em tubos cortados e em conjunto com bobinas envolventes. Os objetivos do ensaio são basicamente garantir a qualidade dos tubos com o menor custo possível e fornecer informações sobre os defeitos detectados para corrigir o processo de fabricação. Adicionalmente, muitos fabricantes de tubos substituem o demorado ensaio de pressão hidrostática pelo rápido ensaio por correntes parasitas, diminuindo assim os seus custos e aumentando a produtividade e a margem de lucros. Entretanto, da forma com o ensaio por correntes parasitas é tradicionalmente executado por muitos fabricantes de tubos, os objetivos anteriores muitas vezes não são cumpridos, já que se aprovam tubos que deveriam ser reprovados, se rejeitam tubos que não deveriam ser rejeitados e não se fornecem informações úteis sobre o tipo e quantidade de defeitos detectados para corrigir o processo de fabricação. 2. Descrição da técnica tradicional Tanto em sistemas incorporados na própria linha de soldas (antes do corte) como em sistemas fora da linha (tubos cortados), o ajuste do equipamento de ensaios por correntes parasitas é na maioria das vezes feito com base num furo passante com um diâmetro de acordo com a norma de ensaio respectiva e com a utilização de um monitor tipo circular. Isto é, a sensibilidade (ganho) é ajustada de forma que o sinal correspondente ao furo passante ultrapasse o circulo do monitor na tela do aparelho. Desta maneira, se durante o ensaio o sinal de uma certa descontinuidade ultrapassa o círculo do monitor na tela do aparelho o tubo é considerado reprovado e em caso negativo, o tubo é aprovado. Entretanto, a amplitude do sinal de uma certa descontinuidade depende da densidade das correntes parasitas na profundidade onde ela se encontra. Considerando que nos ensaios por correntes parasitas efetuados durante o processo de fabricação de tubos, a bobina de teste (envolvente ou segmentada) é sempre disposta por fora do tubo, a densidade das correntes parasitas será sempre maior na parede externa do que na parede interna. Isto significa que a amplitude de um sinal proveniente de uma certa descontinuidade localizada na parede externa do tubo será sempre maior do que a amplitude do sinal da mesma descontinuidade localizada na parede interna. A figura 1 mostra os sinais provenientes de três tipos de descontinuidades na tela de um aparelho computadorizado de ensaios por correntes parasitas, o qual foi ajustado da forma tradicional, isto é, ajustando a sensibilidade (ganho) do aparelho de forma que a amplitude do sinal de um furo passante (de 0,8 mm de diâmetro neste caso) ultrapasse o limiar do monitor circular. O tubo ensaiado é um aço inox austenítico 304, de 12,7 mm de diâmetro externo e 1,0 mm de espessura de parede. A freqüência de teste, calculada de acordo com o tipo de material e espessura da parede do tubo, assim como com a densidade desejada das correntes parasitas na parede interna e do ângulo de separação desejado entre os sinais provenientes de descontinuidades localizadas nas paredes externa e interna do tubo, era de 122 KHz.

3 Figura 1: Técnica tradicional de ensaios em tubos As três descontinuidades mostradas na figura 1 são conforme segue: Amassado leve na parede externa Furo passante de 0,8 mm de diâmetro (utilizado para ajustar a sensibilidade do aparelho) Penetração incompleta na raiz da solda, com profundidade de até 20% a partir da parede interna, isto é, um defeito linear que se origina na parede interna do tubo. Pode-se apreciar que o aparelho de ensaios por correntes parasitas, quando ajustado da forma tradicional, irá rejeitar o amassado e aprovar a penetração incompleta na raiz da solda, o que seria absolutamente inaceitável para um fabricante de tubos com costura. É interessante destacar que apesar de que a sensibilidade utilizada no ajuste do aparelho para detectar as descontinuidades mostradas na tela da figura 1 era bastante elevada já que o furo passante tinha um diâmetro de apenas 0,8 mm), o defeito interno não foi detectado pelo monitor circular. A situação teria sido pior ainda se o aparelho tivesse sido ajustado com um furo passante de 1,60 mm de diâmetro conforme especificado na Norma Brasileira NBR-5580, de março/2002, a qual é sem dúvida nenhuma a norma mais benevolente de todas as normas relativas ao ensaio de tubos.

4 3. Descrição da nova técnica Figura 2: Nova técnica de ensaios em tubos A figura 2 mostra graficamente a nova técnica de ensaios por correntes parasitas em tubos com costura durante o processo de fabricação conforme segue: Utilização de três monitores do tipo setorial, com ajuste independente do limiar (ou altura) e do ângulo de monitorização. O monitor da esquerda, controla as descontinuidades superficiais, isto é, aquelas que nascem na parede externa do tubo, tais como amassados, riscos, trincas, etc., assim como sinais que representam ruídos e vibrações do tubo durante o transporte. Sugere-se que no caso de sistemas on-line (instalados na própria linha de solda) a amplitude deste monitor seja ajustada no mesmo nível que a amplitude do monitor central que controla defeitos tipo furos passantes ou acima deste monitor no caso de sistemas fora da linha quando houver muito ruído provocado por vibrações do tubo ou ainda a presença excessiva de amassados leves que poderiam rejeitar desnecessariamente um número excessivo de tubos. O monitor central controla os defeitos tipo furo passante e a sua amplitude deve ser ajustada de forma que o sinal correspondente ao furo passante requerido pela norma específica de ensaio ultrapasse este limiar. O ângulo do setor de monitorização deve ser ajustado de forma que o limiar esquerdo fique entre os sinais da vibração do tubo (ou de um amassado) e do furo passante. O limiar direito do setor de monitorização deve ficar no mesmo ângulo do lado esquerdo, conforme se ilustra na figura 2. O monitor da direita controla os defeitos internos, isto é, aqueles que nascem na parede interna do tubo, tais como penetração incompleta da solda. Sugere-se que a amplitude deste monitor seja ajustado entre 50% e 75% da amplitude do monitor central e de forma que o ruído normal dos tubos e da linha não chegue a ultrapassar esta amplitude. Pode-se verificar de que apesar de que a amplitude do sinal correspondente ao defeito interno é de aproximadamente 40% do que a amplitude correspondente ao furo passante de 0,8 mm de diâmetro, ele foi detectado pelo monitor da direita, com o que o tubo será reprovado.

5 Apesar de que neste caso específico o sinal correspondente ao amassado ultrapassou a amplitude do monitor da esquerda, ela podería ser aumentada de forma que o sinal do amassado ficasse abaixo da amplitude do monitor e com isto o tubo seria aprovado. Pode-se verificar que no lado direito da figura 2 os contadores de defeitos mostram que o tubo foi reprovado por causa de três defeitos: um superficial, um furo passante e um interno. Isto é, com a utilização desta técnica pode-se contar e identificar o tipo de defeito detectado de forma a eventualmente corrigir o processo de fabricação. 4. Conclusões 4.1 Aumento da confiabilidade do ensaio ao se garantir melhor a detecção de defeitos internos,isto é, aqueles defeitos que nascem na parede interna do tubo. 4.2 Aumento da margem de lucros do fabricante de tubos com costura ao se diminuir a quantidade de tubos reprovados que poderiam ser considerados aprovados. 4.3 A técnica fornece informações sobre o número e tipo de defeitos detectados (defeitos superficiais, do tipo furo passante e internos) o que possibilita tomar ações corretivas durante o processo de fabricação. 4.4 Para se obter uma separação angular adequada entre os defeitos superficiais e internos, o ideal é que o aparelho de ensaios por correntes parasitas possibilite um ajuste contínuo de freqüências. 5. Recomendação Recomenda-se alterar o item da Norma Brasileira NBR-5580 de março/2002, a qual a modo de exemplo exige que o ajuste do aparelho de ensaios por correntes parasitas seja feito com um furo passante de 3,2 mm de diâmetro para um tubo de aço carbono de 2 (50,8 mm ) de diâmetro externo. De acordo com a experiência do autor deste trabalho não existe nenhuma norma internacional que permita mais do que um furo passante de 1,6 mm de diâmetro para um tubo de aço carbono de 2 de diâmetro externo. A norma em questão se refere a tubos de aço carbono para usos comuns na condução de fluídos (água, gás, vapor e outros fluídos não corrosivos) e permite que o ensaio por correntes parasitas substitua o ensaio de pressão hidrostática.

6 NEW TECHNIQUE FOR EDDY-CURRENT TESTING OF WELDED TUBES DURING MANUFACTURING Abstract Description of a new test technique for Eddy Current Testing of welded tubes during manufacturing, which uses three sector gates with independent adjustment of both threshold amplitude and sector angles. The first gate is used for outside diameter defects, the second one for through-hole type defects and the third one for internal diameter defects. It is shown that the new technique (differently to the traditional technique that uses only one circular gate) avoids the rejection of tubes that can be considered approved and avoids the approval of tubes that should be rejected. Additionally, the technique allows the separate and independent count of surface defects, through-hole type defects and internal defects, information which can be feeded back to correct the manufacturing process. Key words: non-destructive testing, eddy-current testing, welded tube testing, testing during manufacturing.

INSPEÇÃO DE TUBOS DE TROCADORES DE CALOR E DE CALDEIRAS COM AS TÉCNICAS IRIS E CAMPO REMOTO CONJUGADAS

INSPEÇÃO DE TUBOS DE TROCADORES DE CALOR E DE CALDEIRAS COM AS TÉCNICAS IRIS E CAMPO REMOTO CONJUGADAS INSPEÇÃO DE TUBOS DE TROCADORES DE CALOR E DE CALDEIRAS COM AS TÉCNICAS IRIS E CAMPO REMOTO CONJUGADAS Marcos Alberto da Silva Figueredo SGS DO BRASIL LTDA Rua São Januário, 187 São Cristóvão Rio de Janeiro

Leia mais

INSPEÇÃO DE TUBOS DE TROCADORES DE CALOR E DE CALDEIRAS COM AS TÉCNICAS IRIS E CAMPO REMOTO CONJUGADAS

INSPEÇÃO DE TUBOS DE TROCADORES DE CALOR E DE CALDEIRAS COM AS TÉCNICAS IRIS E CAMPO REMOTO CONJUGADAS INSPEÇÃO DE TUBOS DE TROCADORES DE CALOR E DE CALDEIRAS COM AS TÉCNICAS IRIS E CAMPO REMOTO CONJUGADAS Marcos Alberto da Silva Figueredo SGS DO BRASIL LTDA. Trabalho apresentado na 6a COTEQ Conferência

Leia mais

PROCEDIMENTO DE ULTRA-SOM PARA INSPEÇÃO DE WELDOLETS

PROCEDIMENTO DE ULTRA-SOM PARA INSPEÇÃO DE WELDOLETS PROCEDIMENTO DE ULTRA-SOM PARA INSPEÇÃO DE WELDOLETS Rubem Manoel de Braga Antônio Fernando Burkert Bueno Afonso Regully Universidade Federal do Rio Grande do Sul Luís Carlos Greggianin Companhia Petroquímica

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TUBOS DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO COM E SEM COSTURA*

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TUBOS DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO COM E SEM COSTURA* ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TUBOS DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO COM E SEM COSTURA* Eng Elie Setton Engenheiro Metalurgista - Depto. da Qualidade - Inoxtubos S/A. Resumo Tubos em aços inoxidáveis podem ser

Leia mais

MFL DE ALTA RESOLUÇÃO PARA CHAPAS DE FUNDO E TETO DE TANQUES DE ARMAZENAMENTO

MFL DE ALTA RESOLUÇÃO PARA CHAPAS DE FUNDO E TETO DE TANQUES DE ARMAZENAMENTO MFL DE ALTA RESOLUÇÃO PARA CHAPAS DE FUNDO E TETO DE TANQUES DE ARMAZENAMENTO Certificada ISO 9001:2008 1 A técnica de MFL consiste na magnetização com imãs permanentes poderosos capazes de criar um campo

Leia mais

Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases

Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases Ensaio de Emissão Acústica Aplicado em Cilindros sem Costura para Armazenamento de Gases Pedro Feres Filho São Paulo, Brasil e-mail: pedro@pasa.com.br 1- Resumo Este trabalho teve como objetivo apresentar

Leia mais

Ensaios por Partículas Magnéticas- Equipamentos de Magnetização"No Contact" Clayton Moura de Oliveira ITW - Chemical Products Ltda

Ensaios por Partículas Magnéticas- Equipamentos de MagnetizaçãoNo Contact Clayton Moura de Oliveira ITW - Chemical Products Ltda Ensaios por Partículas Magnéticas- Equipamentos de Magnetização"No Contact" Clayton Moura de Oliveira ITW - Chemical Products Ltda Trabalho apresentado na 6ª Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos

Leia mais

Defensas metálicas de perfis zincados

Defensas metálicas de perfis zincados MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

ENTECA 2003 IV ENCONTRO TECNOLÓGICO DA ENGENHARIA CIVIL E ARQUITETURA

ENTECA 2003 IV ENCONTRO TECNOLÓGICO DA ENGENHARIA CIVIL E ARQUITETURA ENTECA 2003 303 ANÁLISE DE DESEMPENHO DE TIJOLO DE SOLO CIMENTO PARA HABITAÇÕES DE INTERESSE SOCIAL CONSIDERANDO-SE AS PRINCIPAIS PROPRIEDADES REQUERIDAS PARA O TIJOLO E O PROCESSO DE PRODUÇÃO EMPREGADO.

Leia mais

Parâmetros de rugosidade

Parâmetros de rugosidade Parâmetros de rugosidade A UU L AL A A superfície de peças apresenta perfis bastante diferentes entre si. As saliências e reentrâncias (rugosidade) são irregulares. Para dar acabamento adequado às superfícies

Leia mais

Art. 3º - Informar que as críticas e sugestões a respeito da proposta deverão ser encaminhadas para o endereço abaixo:

Art. 3º - Informar que as críticas e sugestões a respeito da proposta deverão ser encaminhadas para o endereço abaixo: MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 161, de 30 de setembro de 2003. CONSULTA PÚBLICA

Leia mais

NBR 5599 - INFORMAÇÕES TÉCNICAS

NBR 5599 - INFORMAÇÕES TÉCNICAS NBR 5599 - INFORMAÇÕES TÉCNICAS 1 OBJETIVO 1.1 Esta norma fixa as condições exigíveis para encomenda, fabricação e fornecimento de tubos de aço-carbono de precisão, com costura, trefilados, com diâmetros

Leia mais

3. MATERIAIS E MÉTODOS

3. MATERIAIS E MÉTODOS 80 3. MATERIAIS E MÉTODOS Para este estudo foram adotados dois tipos de materiais diferentes, um metálico (material 1) e outro compósito (material 2). Amostras destes materiais foram obtidas em produtos

Leia mais

Este padrão aplica-se às atividades de Qualificação e Certificação de Pessoal realizado pelo SEQUI-ETCM/CEND.

Este padrão aplica-se às atividades de Qualificação e Certificação de Pessoal realizado pelo SEQUI-ETCM/CEND. 1. OBJETIVO PP-5EN-0063 Fornecer ao candidato no Processo de Qualificação de Pessoal para Inspetores de END Ultrassom PHASED ARRAY, as instruções necessárias para o exame prático no ensaio não destrutivo

Leia mais

Palavras chave: defeitos de solda, pulso eco, redes neurais artificiais, transformada de wavelet

Palavras chave: defeitos de solda, pulso eco, redes neurais artificiais, transformada de wavelet DETECÇÃO DE DEFEITOS EM JUNTAS SOLDADAS UTILIZANDO UM CLASSIFICADOR NEURAL ALIMENTADO POR SINAIS ULTRASSÔNICOS PRÉ- PROCESSADOS PELA TRANSFORMADA DE WAVELET Francisco G. de Paula¹, Maria Cléa S. de Albuquerque

Leia mais

INCENTIVO AO ATERRAMENTO ELÉTRICO RESIDENCIAL RESUMO

INCENTIVO AO ATERRAMENTO ELÉTRICO RESIDENCIAL RESUMO INCENTIVO AO ATERRAMENTO ELÉTRICO RESIDENCIAL Fernando Nascimento 1-21370122 Gabriela Sampaio Rêma 2-21370051 Marcos Vinícius Lemos da Silva 3-21270116 Paula da Silva Nogueira 4-21370049 RESUMO Poucas

Leia mais

INSPEÇÃO POR PARTÍCULAS MAGNÉTICAS AUTOMATIZADA EM BISEL DE TUBOS SOLDADOS

INSPEÇÃO POR PARTÍCULAS MAGNÉTICAS AUTOMATIZADA EM BISEL DE TUBOS SOLDADOS INSPEÇÃO POR PARTÍCULAS MAGNÉTICAS AUTOMATIZADA EM BISEL DE TUBOS SOLDADOS Edson Vasques Moreira cfbevm@confab.com.br João Maurício Godoy cfbjmg@confab.com.br Luiz Fernando Marcondes Moreira cfblfm@confab.com.br

Leia mais

Mancais de deslizamento - Buchas formadas Parte 1: Dimensões

Mancais de deslizamento - Buchas formadas Parte 1: Dimensões ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas OUT 1998 NBR 14220-1 Mancais de deslizamento - Buchas formadas Parte 1: Dimensões Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13-28º andar CEP 20003-900 - Caixa

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TUBOS DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO COM E SEM COSTURA*

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TUBOS DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO COM E SEM COSTURA* ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TUBOS DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO COM E SEM COSTURA* Elie Setton (1) Marcelo Senatore (2) Resumo Tubos em aços inoxidáveis podem ser aplicados na forma com costura ou sem costura.

Leia mais

Estes sensores são constituídos por um reservatório, onde num dos lados está localizada uma fonte de raios gama (emissor) e do lado oposto um

Estes sensores são constituídos por um reservatório, onde num dos lados está localizada uma fonte de raios gama (emissor) e do lado oposto um Existem vários instrumentos de medição de nível que se baseiam na tendência que um determinado material tem de reflectir ou absorver radiação. Para medições de nível contínuas, os tipos mais comuns de

Leia mais

MÓDULO 7 7.2 LINHAS DE TRANSPORTE HIDRÁULICO DE SÓLIDOS

MÓDULO 7 7.2 LINHAS DE TRANSPORTE HIDRÁULICO DE SÓLIDOS MÓDULO 7 7.2 LINHAS DE TRANSPORTE HIDRÁULICO DE SÓLIDOS O transporte de sólidos é bastante utilizado em plantas de mineração, onde o desgaste por abrasão é um dos aspectos preponderantes, entretanto a

Leia mais

Seminário sobre energia eléctrica INOTEC

Seminário sobre energia eléctrica INOTEC A importância dos diagnósticos. As redes subterrâneas de MT, normalmente fiáveis do ponto de vista técnico, apresentam pontos fracos importantes a ter em conta durante o seu tempo de vida útil, designadamente:.

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 13 / 03 / 2014 1 de 6 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis de Suporte de Transformador Tipo Cantoneira para utilização nas Redes de Distribuição

Leia mais

O que são os Ensaios Não Destrutivos

O que são os Ensaios Não Destrutivos Resumo Nesse relatório vamos identificar as descontinuidade de uma peça usando ensaio por líquidos penetrantes, o qual consiste na aplicação do líquido penetrante e de um revelador que irá identificar

Leia mais

Soldagem I. Descontinuidades e Inspeção em Juntas Soldas

Soldagem I. Descontinuidades e Inspeção em Juntas Soldas UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais Soldagem I Descontinuidades e Inspeção em Juntas Soldas Prof. Paulo J. Modenesi Belo Horizonte, novembro de 2001

Leia mais

Lareira a lenha Tipo Gota

Lareira a lenha Tipo Gota Lareira a lenha Tipo Gota Manual de instalação, uso e manutenção. ÍNDICE APRESENTAÇÃO CONSIDERAÇÕES INICIAIS EQUIPAMENTO - LAREIRA A LENHA GOTA CUIDADOS INSTALAÇÃO DA LAREIRA DESENHOS TÉCNICOS SISTEMA

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS SOBRE TUBOS DE AÇO CARBONO COM COSTURA

NOÇÕES BÁSICAS SOBRE TUBOS DE AÇO CARBONO COM COSTURA 1 NOÇÕES BÁSICAS SOBRE TUBOS DE AÇO CARBONO COM COSTURA 1. INTRODUÇÃO 2. FABRICAÇÃO DE TUBOS 3. NORMAS DE FABRICAÇÃO 4. INFORMAÇÕES TÉCNICAS 4.1 - Cálculo do Peso Teórico 4.2 - Raio de Canto teórico dos

Leia mais

Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A. Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A.

Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A. Licença de uso exclusiva para Petrobrás S.A. ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13-28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210-3122 Fax: (021) 240-8249/532-2143

Leia mais

Manual de Operação 1

Manual de Operação 1 Manual de Operação 1 Termo de Garantia A Midea do Brasil, garante este produto contra defeito de fabricação pelo prazo de um ano a contar da data da emissão da nota fiscal de compra para o consumidor final.

Leia mais

BERÇO METÁLICO PARA TRANSPORTE DE BOBINAS DE AÇO

BERÇO METÁLICO PARA TRANSPORTE DE BOBINAS DE AÇO BRASIAÇO INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. BERÇO METÁLICO PARA TRANSPORTE DE BOBINAS DE AÇO APRESENTAÇÃO E ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE PRODUTO JUATUBA, 27 DE FEVEREIRO DE 2015 1. INTRODUÇÃO Localizada na cidade

Leia mais

9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES:

9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES: 9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES: 9.1 OTIMIZAÇÃO E MONITORAMENTO DA OPERAÇÃO DOS TRANSFORMADORES Os transformadores são máquinas estáticas que transferem energia elétrica de um circuito para outro, mantendo

Leia mais

CONTROLADOR PARA BANCO CAPACITOR JKL-5

CONTROLADOR PARA BANCO CAPACITOR JKL-5 Catalogo - 2010/2011 CONTROLADOR PARA BANCO CAPACITOR JKL-5 CKW Direitos Reservados Controlador de Fator de Potência JKL Introdução O Controlador Digital de Fator de Potência da série JKL, foi desenvolvido

Leia mais

VANTAGENS E DESVANTAGENS - A IMPORTANCIA DE SABER ESCOLHER UM ARRANJO FÍSICO (LAYOUT) RESUMO

VANTAGENS E DESVANTAGENS - A IMPORTANCIA DE SABER ESCOLHER UM ARRANJO FÍSICO (LAYOUT) RESUMO VANTAGENS E DESVANTAGENS - A IMPORTANCIA DE SABER ESCOLHER UM ARRANJO FÍSICO (LAYOUT) Edilaine Cristina Duarte de Souza, Unisalesiano de Lins e-mail: edilaine.duarte@ig.com.br Érika Yuri Kotaki, Unisalesiano

Leia mais

Marcegaglia do Brasil

Marcegaglia do Brasil planta de Garuva Marcegaglia do Brasil 7 millhões de condensadores aramados 240 milhões de metros de tubos de aço para refrigeração 180.000 toneladas de tubos de aço carbono Brasília 20.000 toneladas de

Leia mais

Realizando o ensaio de ultra-som

Realizando o ensaio de ultra-som Realizando o ensaio de ultra-som A UU L AL A Na aula anterior, você ficou sabendo que o ultra-som é uma onda mecânica que se propaga de uma fonte emissora até uma fonte receptora, através de um meio físico.

Leia mais

Cobresul Metais Ltda. Plasinco Empreendimentos Ltda.

Cobresul Metais Ltda. Plasinco Empreendimentos Ltda. A Cobresul Metais Ltda., afiliada e controlada pela Plasinco Empreendimentos Ltda. proprietária das empresas Plasinco Ltda, Plasinco Importação e Exportação S/A, e acionista da CBL Laminação Brasileira

Leia mais

Sistema de Alimentação para lâmpadas UV.

Sistema de Alimentação para lâmpadas UV. Página 1 de 8 Sistema de Alimentação para lâmpadas UV. Linha: UV-TRON - Alimentação bifásica - Alto fator de potência Revisão: 2 Página 2 de 8 Características Gerais: O sistema Rasatronic UV-TRON é um

Leia mais

Conceitos Básicos de Desenho Técnico

Conceitos Básicos de Desenho Técnico Conceitos Básicos de Desenho Técnico 1. Utilização Das Ferramentas E Papel De Desenho 1.1. Ferramentas de Desenho 1.1.1. Apresentação O Desenho Arquitetônico uma especialização do Desenho Técnico, o qual

Leia mais

Otimização do Processo de Moagem de Engobes Cerâmicos para Produção de Revestimento

Otimização do Processo de Moagem de Engobes Cerâmicos para Produção de Revestimento Otimização do Processo de Moagem de Engobes Cerâmicos para Produção de Revestimento V.S. Nandi a,b, O.R.K. Montedo b * a Cerâmica Novagres Ltda, Rodovia Genésio Mazon, SC 445, km 19, 88840-000, São Pedro,

Leia mais

Engine Management systems WB-O2. Condicionador para Sensor Lambda Banda Larga (Wide Band) Manual de Instalação e Especificações Técnicas

Engine Management systems WB-O2. Condicionador para Sensor Lambda Banda Larga (Wide Band) Manual de Instalação e Especificações Técnicas Engine Management systems WB-O2 Condicionador para Sensor Lambda Banda Larga (Wide Band) Manual de Instalação e Especificações Técnicas Índice 1. Atenção!... 3 2. Apresentação... 4 3. Características...

Leia mais

Ensaios não destrutivos Terminologia Parte 1: Descontinuidades em juntas soldadas

Ensaios não destrutivos Terminologia Parte 1: Descontinuidades em juntas soldadas Ensaios não destrutivos Terminologia Parte 1: Descontinuidades em juntas soldadas APRESENTAÇÃO 1) Este 1º Projeto de Norma foi elaborado pela Comissão de Estudo de Terminologia (CE- 58:000.13) do ABNT/ONS-58

Leia mais

APLICAÇÃO DE ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS PARA DETECÇÃO, DIMENSIONAMENTO E MAPEAMENTO DE DANOS POR HIDROGÊNIO EM COLUNA LAVADORA DE CARBONO

APLICAÇÃO DE ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS PARA DETECÇÃO, DIMENSIONAMENTO E MAPEAMENTO DE DANOS POR HIDROGÊNIO EM COLUNA LAVADORA DE CARBONO 12 a Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos COTEQ 2013 047 APLICAÇÃO DE ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS PARA DETECÇÃO, DIMENSIONAMENTO E MAPEAMENTO DE DANOS POR HIDROGÊNIO EM COLUNA LAVADORA DE CARBONO Mauro

Leia mais

Em qualquer processo produtivo, deve-se garantir que as

Em qualquer processo produtivo, deve-se garantir que as Confiabilidade, calibração e definições importantes para os instrumentos de medir Os instrumentos de medição são os dispositivos utilizados para realizar uma medição e no âmbito da metrologia legal são

Leia mais

GRINSP. Monitoramento preciso da evolução de um defeito de fabricação. ENDs AVANÇADOS. Mauro Duque de Araujo Arilson Rodrigues da Silva

GRINSP. Monitoramento preciso da evolução de um defeito de fabricação. ENDs AVANÇADOS. Mauro Duque de Araujo Arilson Rodrigues da Silva GRINSP Monitoramento preciso da evolução de um defeito de fabricação ENDs AVANÇADOS Mauro Duque de Araujo Arilson Rodrigues da Silva Caso 1 Reator Defeito fabricação na BV Monitoramento TH Monitoramento

Leia mais

CARTA DE GARANTIA ULTRACOMPACT SURFACES

CARTA DE GARANTIA ULTRACOMPACT SURFACES CARTA DE GARANTIA ULTRACOMPACT SURFACES CARTA DE GARANTIA A COSENTINO, S.A.U. oferece garantia dos produtos DEKTON by Cosentino contra possíveis defeitos de fabrico por um período de DEZ (10) ANOS a partir

Leia mais

Período de injeção. Período que decorre do início da pulverização no cilindro e o final do escoamento do bocal.

Período de injeção. Período que decorre do início da pulverização no cilindro e o final do escoamento do bocal. CAPÍTULO 9 - MOTORES DIESEL COMBUSTÃO EM MOTORES DIESEL Embora as reações químicas, durante a combustão, sejam indubitavelmente muito semelhantes nos motores de ignição por centelha e nos motores Diesel,

Leia mais

1 Qual dos documentos apresentados a seguir não necessita ser mantido sob a responsabilidade do Inspetor de Soldagem?

1 Qual dos documentos apresentados a seguir não necessita ser mantido sob a responsabilidade do Inspetor de Soldagem? 1 Qual dos documentos apresentados a seguir não necessita ser mantido sob a responsabilidade do Inspetor de Soldagem? (a) Controle de Desempenho de Soldadores e Operadores de Soldagem.. (b) Registro da

Leia mais

As redes de AVAC deverão ser executadas em tubagem e acessórios de aço carbono E195NBK galvanizado, tipo STEELPRES.

As redes de AVAC deverão ser executadas em tubagem e acessórios de aço carbono E195NBK galvanizado, tipo STEELPRES. Especificações As redes de AVAC deverão ser executadas em tubagem e acessórios de aço carbono E195NBK galvanizado, tipo STEELPRES. Quando instalada em contacto directo com alvenarias, pavimentos, entre

Leia mais

Portaria n.º 116, de 14 de março de 2014. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 116, de 14 de março de 2014. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 116, de 14 de março de 2014. CONSULTA

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Manual de Operação e Instalação Chave de nível capacitiva Cod: 073AA-004-122M Rev. B Série LC-200 Março / 2010 S/A Rua João Serrano, 250 Bairro do Limão São Paulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999

Leia mais

DIN 2391 - INFORMAÇÕES TÉCNICAS

DIN 2391 - INFORMAÇÕES TÉCNICAS DIN 2391 - INFORMAÇÕES TÉCNICAS 1. APLICAÇÃO Os tubos de aço sem costura de precisão e com tolerâncias dimensionais restritas são regidos pela norma DIN 2391. As aplicações são determinadas pelas características

Leia mais

REFLETÔMETRO M43D EEL (SMOKE STAIN RFLECTOMETER) MANUAL DE OPERAÇÃO. Responsável: José Walderley Coêlho Dias

REFLETÔMETRO M43D EEL (SMOKE STAIN RFLECTOMETER) MANUAL DE OPERAÇÃO. Responsável: José Walderley Coêlho Dias ENERGÉTICA IND.E COM. LTDA. Rua Gravataí, 99 Rocha CEP 20975-030 Rio de Janeiro RJ CNPJ 29.341.583/0001-04 IE 82.846.190 Fone: (0xx21) 2501-1998; Fax: (0xx21) 2241-1354 REFLETÔMETRO M43D EEL (SMOKE STAIN

Leia mais

Manual de rede de distribuição interna de gás. Anexo 2 Manual de rede de distribuição interna de gás

Manual de rede de distribuição interna de gás. Anexo 2 Manual de rede de distribuição interna de gás Anexo 2 Manual de rede de distribuição interna de gás Índice Página Capítulo 1 Inspeção e autovistoria 4 1. Objetivo 5 2. Qualificação da mão-de-obra 5 3. Procedimento de inspeção 5 4. Resultado da inspeção

Leia mais

Notas de Aula - Ensaio de Dureza

Notas de Aula - Ensaio de Dureza Notas de Aula - Ensaio de Dureza Disciplina: Ensaios de Materiais // Engenharia Mecânica - UEM 1 de abril de 2008 1 Introdução A dureza é a propriedade mecânica de um material apresentar resistência ao

Leia mais

A unidade Energise inclui a tecnologia sem fios SimplyWorks, permitindo a ativação de aparelhos até 10 metros de distância.

A unidade Energise inclui a tecnologia sem fios SimplyWorks, permitindo a ativação de aparelhos até 10 metros de distância. Instruções Descrição do Produto Um regulador de funcionalidades de alimentação elétrica que permite que os utilizadores possam controlar até dois aparelhos elétricos com manípulos com ou sem fio. A unidade

Leia mais

SUPORTE FIXO DE PAREDE RULER PARA PLASMA OU LCD MANUAL DE UTILIZAÇÃO

SUPORTE FIXO DE PAREDE RULER PARA PLASMA OU LCD MANUAL DE UTILIZAÇÃO SUPORTE FIXO DE PAREDE RULER PARA PLASMA OU LCD MANUAL DE UTILIZAÇÃO 1 Características: - Disponível em dois modelos: SUPRULERP SUPRULERG - Para TV s Plasma ou LCD, compatíveis com fixação VESA máxima

Leia mais

Análise da dispersão do fluxo magnético em ensaios não destrutivos

Análise da dispersão do fluxo magnético em ensaios não destrutivos Análise da dispersão do fluxo magnético em ensaios não destrutivos Pedro Henrique Viveiros Maravilha* Resumo Este artigo tem como objetivo demonstrar a utilização de técnicas magnéticas em ensaios não

Leia mais

DCC - RESPONDENDO AS DÚVIDAS 10. INSTALAÇÃO HIDRÁULICA

DCC - RESPONDENDO AS DÚVIDAS 10. INSTALAÇÃO HIDRÁULICA DCC - RESPONDENDO AS DÚVIDAS 10. INSTALAÇÃO HIDRÁULICA Av. Torres de Oliveira, 76 - Jaguaré CEP 05347-902 - São Paulo / SP INSTALAÇÃO HIDRÁULICA 1. INTRODUÇÃO As instalações de água fria devem atender

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA AUTOMATIZADO PARA INSPEÇÃO ULTRA-SÔNICA EM CASCO DE NAVIO

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA AUTOMATIZADO PARA INSPEÇÃO ULTRA-SÔNICA EM CASCO DE NAVIO DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA AUTOMATIZADO PARA INSPEÇÃO ULTRA-SÔNICA EM CASCO DE NAVIO Antonio A. de Carvalho, Raphael C. S. B. Suita, Ivan C. da Silva, João M. A. Rebello Universidade Federal do Rio

Leia mais

SISTEMA SERIADO, EXPERIÊNCIA DA UNESP - GUARATINGUETÁ

SISTEMA SERIADO, EXPERIÊNCIA DA UNESP - GUARATINGUETÁ SISTEMA SERIADO, EXPERIÊNCIA DA UNESP - GUARATINGUETÁ José Geraldo Trani Brandão - brandao@feg.unesp.br José Elias Tomazini tomazini@feg.unesp.br UNESP - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Engenharia

Leia mais

11. NOÇÕES SOBRE CONFIABILIDADE:

11. NOÇÕES SOBRE CONFIABILIDADE: 11. NOÇÕES SOBRE CONFIABILIDADE: 11.1 INTRODUÇÃO A operação prolongada e eficaz dos sistemas produtivos de bens e serviços é uma exigência vital em muitos domínios. Nos serviços, como a Produção, Transporte

Leia mais

Emprego da Termografia na inspeção preditiva

Emprego da Termografia na inspeção preditiva Emprego da Termografia na inspeção preditiva Rafaela de Carvalho Menezes Medeiros* Resumo A prática de manutenção preditiva corresponde hoje a um meio eficaz de antever uma parada do equipamento por motivo

Leia mais

SISTEMAS AVANÇADOS DE DETEÇÃO DE ARMADURAS EM ESTRUTURAS E EDIFICIOS DE BETÃO SÉRIE PROFOMETER PM MODELO PM-600 E PM-630

SISTEMAS AVANÇADOS DE DETEÇÃO DE ARMADURAS EM ESTRUTURAS E EDIFICIOS DE BETÃO SÉRIE PROFOMETER PM MODELO PM-600 E PM-630 SISTEMAS AVANÇADOS DE DETEÇÃO DE ARMADURAS EM ESTRUTURAS E EDIFICIOS DE BETÃO SÉRIE PROFOMETER PM MODELO PM-600 E PM-630 Generalidades: Os novos sistemas de deteção de armaduras da série PM da Proceq empregam

Leia mais

VarioSynergic 3400 / 4000 / 5000 VarioSynergic 3400-2 / 4000-2 / 5000-2. Soldadura MIG/MAG PERFEIÇÃO EM SOLDADURA

VarioSynergic 3400 / 4000 / 5000 VarioSynergic 3400-2 / 4000-2 / 5000-2. Soldadura MIG/MAG PERFEIÇÃO EM SOLDADURA VarioSynergic 3400 / 4000 / 5000 VarioSynergic 3400-2 / 4000-2 / 5000-2 Soldadura MIG/MAG PERFEIÇÃO EM SOLDADURA Elevado desempenho com todo o conforto GENERALIDADES CAMPO DE APLICAÇÃO Contém todo o equipamento

Leia mais

Manual de Usuário. (Y-200, Y-300, Y-400, Y-500, Y-550, Y- 600, Y-700, Y-850, Y-1200, Y-1500 e Y- 2000)

Manual de Usuário. (Y-200, Y-300, Y-400, Y-500, Y-550, Y- 600, Y-700, Y-850, Y-1200, Y-1500 e Y- 2000) AUTOMATIZADORES PARA PORTAS DE ENROLAR IMPORTAÇÃO E SUPORTE TÉCNICO NA INSTALAÇÃO Manual de Usuário (Y-200, Y-300, Y-400, Y-500, Y-550, Y- 600, Y-700, Y-850, Y-1200, Y-1500 e Y- 2000) SAC: 55 + 11 3088

Leia mais

Trabalho Prático N o :. Técnica Operatória da Soldagem SMAW

Trabalho Prático N o :. Técnica Operatória da Soldagem SMAW Trabalho Prático N o :. Técnica Operatória da Soldagem SMAW 1. Objetivos: Familiarizar-se com o arranjo e a operação do equipamento utilizado na soldagem manual com eletrodos revestidos. Familiarizar-se

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Item Especificação Unidade QTD

TERMO DE REFERÊNCIA. Item Especificação Unidade QTD TERMO DE REFERÊNCIA 1. OBJETO 1.1 Aquisição de bebedouro de garrafão de água, conforme especificações e quantitativos constantes neste Termo de Referência e seu respectivo Encarte. 2. ESPECIFICAÇÃO DO

Leia mais

Manual do Usuário REV 2.0 MMD1 VSI VERSÃO 1.0 OPERAÇÃO

Manual do Usuário REV 2.0 MMD1 VSI VERSÃO 1.0 OPERAÇÃO Manual do Usuário REV 2.0 MMD1 VSI VERSÃO 1.0 OPERAÇÃO Parabéns! Você acaba de adquirir um produto de alta confiabilidade, projetado e construído dentro dos mais rígidos padrões de qualidade. A MEDLIQ

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO ALTSEAL PLUS. ALT Equipamentos Médico Odontológicos Ltda.

MANUAL DO USUÁRIO ALTSEAL PLUS. ALT Equipamentos Médico Odontológicos Ltda. MANUAL DO USUÁRIO ALTSEAL PLUS ALT Equipamentos Médico Odontológicos Ltda. Rua Major Rubens Vaz, 915 - Campos Elíseos - CEP. 14080-510 - Ribeirão Preto - SP Fone: (16) 3628-0057 altequipamentos@altequipamentos.com.br

Leia mais

Manual de Instruções. Carregador de Baterias BC800W 12V/50A A&C12V/50A A&C. A&C Automação e Controle. Rua: Itápolis nº 84 SBC.

Manual de Instruções. Carregador de Baterias BC800W 12V/50A A&C12V/50A A&C. A&C Automação e Controle. Rua: Itápolis nº 84 SBC. Manual de Instruções Carregador de Baterias BC800W 12V/50A A&C12V/50A A&C A&C Automação e Controle Rua: Itápolis nº 84 SBC. SP CEP: 09615-040 Tel: (11) 4368-4202 Fax: (11) 4368-5958 E-mail: aec@aecautomacao.com.br

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA ITEM DESCRIÇÃO QUANT. UNIDADE DE MEDIDA III INFORMAÇÕES TÉCNICAS DOS PRODUTOS A SEREM ADQUIRIDOS ESPECIFICAÇÃO

TERMO DE REFERÊNCIA ITEM DESCRIÇÃO QUANT. UNIDADE DE MEDIDA III INFORMAÇÕES TÉCNICAS DOS PRODUTOS A SEREM ADQUIRIDOS ESPECIFICAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA I - OBJETO I.I Constitui objeto a aquisição de bandeiras oficiais do Brasil e do Distrito Federal e confecção de bandeira oficial do FNDE de acordo com as especificações, quantidades

Leia mais

O Colapso do Aço na NIS

O Colapso do Aço na NIS ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 2 Gerência Setorial 3 O Colapso do Aço na NIS 1- Introdução Os países que compunham a antiga União Soviética, atualmente reunidos na NIS - Novos Países Independentes, são

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Módulo II Aula 05 1. Introdução A mecânica dos gases é a parte da Mecânica que estuda as propriedades dos gases. Na Física existem três estados da matéria

Leia mais

N-1596 REV. E NOV / 2003 ENSAIO NÃO-DESTRUTIVO - LÍQUIDO PENETRANTE. CONTEC Comissão de Normas Técnicas SC - 27. Procedimento.

N-1596 REV. E NOV / 2003 ENSAIO NÃO-DESTRUTIVO - LÍQUIDO PENETRANTE. CONTEC Comissão de Normas Técnicas SC - 27. Procedimento. ENSAIO NÃO-DESTRUTIVO - LÍQUIDO PENETRANTE Procedimento Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma.

Leia mais

SOLDAGEM DOS METAIS CAPÍTULO 11 TENSÕES E DEFORMAÇÕES EM SOLDAGEM

SOLDAGEM DOS METAIS CAPÍTULO 11 TENSÕES E DEFORMAÇÕES EM SOLDAGEM 82 CAPÍTULO 11 TENSÕES E DEFORMAÇÕES EM SOLDAGEM 83 TENSÕES E DEFORMAÇÕES EM SOLDAGEM Nas operações de soldagem, principalmente as que envolvem a fusão dos materiais, temos uma variação não uniforme e

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 30/06/2005 1 de 1 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis do eletroduto de aço para utilização em padrões de entrada de unidades consumidoras

Leia mais

MANUAL DO USUARIO DIMMER ENERGY L.E.D Página 1 de 11 DCP ILUMINAÇÃO LTDA. DIMMER L.E.D DIMMER DMX PARA ILUMINAÇÃO. Manual do Usuário Versão 1

MANUAL DO USUARIO DIMMER ENERGY L.E.D Página 1 de 11 DCP ILUMINAÇÃO LTDA. DIMMER L.E.D DIMMER DMX PARA ILUMINAÇÃO. Manual do Usuário Versão 1 Página 1 de 11 DCP ILUMINAÇÃO LTDA. DIMMER L.E.D DIMMER DMX PARA ILUMINAÇÃO Manual do Usuário Versão 1 Página 2 de 11 Índice 1. INTRODUÇÃO...2 2. DESCRIÇÃO...2 3. POSICIONAMENTO/MEDIDAS/INDICADORES...3/4

Leia mais

E-QP-EUS-011 1 OBJETIVO 2 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3 TERMINOLOGIA 4 MODALIDADES 5 REGRAS GERAIS. Apresentação

E-QP-EUS-011 1 OBJETIVO 2 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3 TERMINOLOGIA 4 MODALIDADES 5 REGRAS GERAIS. Apresentação ULTRASSOM - TOFD INSTRUÇÕES AO CANDIDATO EXAME PRÁTICO Procedimento Operacional ENGENHARIA Os comentários e sugestões referentes a este documento devem ser encaminhados ao SEQUI, indicando o item a ser

Leia mais

Introdução aos Ensaios Não Destrutivos

Introdução aos Ensaios Não Destrutivos Introdução aos Ensaios Não Destrutivos RESUMO Introdução aos Ens. Não Dest. Análise sumária dos 6 ensaios mais comuns Aplicações Definição de Ensaio Não Destrutivo Uso de técnicas não intrusivas para determinar

Leia mais

NBR 7198 Projeto e execução de instalações prediais de água quente

NBR 7198 Projeto e execução de instalações prediais de água quente ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas SET 1993 NBR 7198 Projeto e execução de instalações prediais de água quente Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13-28º andar CEP 20003 - Caixa Postal 1680

Leia mais

Metodologia de um ensaio não destrutivo, baseado em medidas de tensão Hall, para determinação de descontinuidades em aços ao carbono

Metodologia de um ensaio não destrutivo, baseado em medidas de tensão Hall, para determinação de descontinuidades em aços ao carbono Metodologia de um ensaio não destrutivo, baseado em medidas de tensão Hall, para determinação de descontinuidades em aços ao carbono Rayssa Sousa de Andrade Toscano Lins [1], Edgard de Macedo Silva [2]

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA METALÚRGICA E DE MATERIAIS CURSO DE ENGENHARIA METALÚRGICA PROJETO FINAL DE CURSO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA METALÚRGICA E DE MATERIAIS CURSO DE ENGENHARIA METALÚRGICA PROJETO FINAL DE CURSO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA METALÚRGICA E DE MATERIAIS CURSO DE ENGENHARIA METALÚRGICA PROJETO FINAL DE CURSO AVALIAÇÃO DE SENSIBILIDADE DA TÉCNICA DE ULTRASSOM ATRAVÉS

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÃO SECADORA CIRCULAR H80 DMAN

MANUAL DE OPERAÇÃO SECADORA CIRCULAR H80 DMAN MANUAL DE OPERAÇÃO SECADORA CIRCULAR H80 DMAN * Foto meramente ilustrativa Manual de Instalação e Funcionamento 2 ÍNDICE 1Instalações 1.1 Esquemas Elétricos 2 Operação 2.1 Formas de Operação do Equipamento

Leia mais

Adição de Metais Tóxicos a Massas Cerâmicas e Avaliação de sua Estabilidade frente a Agente Lixiviante. Parte 2: Lixiviação

Adição de Metais Tóxicos a Massas Cerâmicas e Avaliação de sua Estabilidade frente a Agente Lixiviante. Parte 2: Lixiviação Adição de Metais Tóxicos a Massas Cerâmicas e Avaliação de sua Estabilidade frente a Agente Lixiviante. Parte : Lixiviação Humberto Naoyuki Yoshimura*, Antonio Carlos de Camargo, José Carlos da Silva Portela

Leia mais

séries JKW5 V5.0 Controlador Automático de Correção do Fator de Potência Manual de Operação

séries JKW5 V5.0 Controlador Automático de Correção do Fator de Potência Manual de Operação séries JKW5 V5.0 Controlador Automático de Correção do Fator de Potência Manual de Operação 1. Geral A série JKW5 de controlador automático de correção do fator de potência é utilizado para comandar automaticamente

Leia mais

POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE A EXPERIÊNCIA DO DMAE

POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE A EXPERIÊNCIA DO DMAE DMAE Departamento Municipal de Água e Esgotos de Porto Alegre POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE A EXPERIÊNCIA DO DMAE Eng. Valdir Flores 2014 COMO TUDO COMEÇOU...HÁ 27 ANOS Materiais de uso corrente no saneamento:

Leia mais

Tubos, Projetos Especiais e Processos Agregados

Tubos, Projetos Especiais e Processos Agregados Tubos, Projetos Especiais e Processos Agregados Toda a qualidade em aço que você precisa www.meincol.com.br voestalpine AG A voestalpine está segmentada em 4 divisões: voestalpine. Uma empresa com forte

Leia mais

APOSTILA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS XI

APOSTILA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS XI FACUDADE DE TECNOLOGIA APOSTILA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS XI Elaborado: Alvaro Henrique Pereira DME Data: 7/05/007 Revisão: 0 Contato: tel: 4-3354094 - e-mail: alvarohp@fat.uerj.br - TENSÕES COMBINADAS

Leia mais

GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS ETECNOLOGIAS EMERGENTES- GTM

GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS ETECNOLOGIAS EMERGENTES- GTM XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE Grupo XIII GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS ETECNOLOGIAS

Leia mais

INSPEÇÃO DE VASOS DE PRESSÃO UTILIZANDO ENSAIO DE ULTRA- SOM COMPUTADORIZADO E A NORMA API RP 579.

INSPEÇÃO DE VASOS DE PRESSÃO UTILIZANDO ENSAIO DE ULTRA- SOM COMPUTADORIZADO E A NORMA API RP 579. INSPEÇÃO DE VASOS DE PRESSÃO UTILIZANDO ENSAIO DE ULTRA- SOM COMPUTADORIZADO E A NORMA API RP 579. Celso Mário Ferreira dos Santos PETROBRAS/UN-BA/ST/EMI. Antonio Alves Gama PETROBRAS/UN-BA/APMG/SMS. José

Leia mais

programa técnico Centrífugas de bateladas - Série-E A nova geração de centrífugas de bateladas reúne vários anos de experiência e

programa técnico Centrífugas de bateladas - Série-E A nova geração de centrífugas de bateladas reúne vários anos de experiência e programa técnico Centrífugas de bateladas - Série-E A nova geração de centrífugas de bateladas reúne vários anos de experiência e novos desenvolvimentos para a eficiente fabricação de açúcar. A nova geração

Leia mais

Condicionador para Sensor Lambda Banda Larga (Wide Band) Manual de Instalação e Operação

Condicionador para Sensor Lambda Banda Larga (Wide Band) Manual de Instalação e Operação Condicionador para Sensor Lambda Banda Larga (Wide Band) Manual de Instalação e Operação Sumário 1. Apresentação... 4 1.1 Características... 4 2. Aviso Termo de Garantia... 5 3. Sonda Lambda de Banda Larga...

Leia mais

SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CÓDIGO TÍTULO VERSÃO ES.DT.PDN.01.10.001 POSTE DE AÇO QUADRADO PARA ENTRADA DE CLIENTES 01

SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CÓDIGO TÍTULO VERSÃO ES.DT.PDN.01.10.001 POSTE DE AÇO QUADRADO PARA ENTRADA DE CLIENTES 01 SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO ES.DT.PDN.01.10.001 01 APROVADO POR PAULO J. TAVARES LIMA ENGENHARIA E CADASTRO-SP SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. HISTÓRICO DAS REVISÕES... 3 3. APLICAÇÃO...

Leia mais

Fundamentos Equipamentos Consumíveis Técnica operatória Aplicações Industriais. Definição e princípio de operação:

Fundamentos Equipamentos Consumíveis Técnica operatória Aplicações Industriais. Definição e princípio de operação: Fundamentos Equipamentos Consumíveis Técnica operatória Aplicações Industriais Fundamentos Definição e princípio de operação: A soldagem a arco com eletrodo de tungstênio e proteção gasosa (Gas Tungsten

Leia mais

INDICE DESEMBALAJE FUNCIONANDO A VITRINE USO

INDICE DESEMBALAJE FUNCIONANDO A VITRINE USO NOTAS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS PANNEL DE CONTROL LIMPEZA POSICIONAMIENTO / NIVELACÃO CONEXIÓN ELÉCTRICA CONSERVACION SERVICIO ASISTENCIA COMPOSIÇÃO DAS CUBAS SUBSTITUIÇÃO DAS LÂMPADAS INDICE NOTAS Sempre

Leia mais

13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE

13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE 167 13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE As tubulações de refrigerante representam uma parte essencial no sistema de refrigeração, pois requer as mesmas considerações gerais de projeto que qualquer sistema de

Leia mais

materiais ou produtos,sem prejudicar a posterior utilização destes, contribuindo para o incremento da

materiais ou produtos,sem prejudicar a posterior utilização destes, contribuindo para o incremento da Definição De acordo com a Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos, ABENDE, os Ensaios Não Destrutivos (END) são definidos como: Técnicas utilizadas no controle da qualidade, d de materiais ou

Leia mais

Tipos de malha de Controle

Tipos de malha de Controle Tipos de malha de Controle SUMÁRIO 1 - TIPOS DE MALHA DE CONTROLE...60 1.1. CONTROLE CASCATA...60 1.1.1. Regras para Selecionar a Variável Secundária...62 1.1.2. Seleção das Ações do Controle Cascata e

Leia mais

Palavras chave: gerador de vapor, PWR, END, correntes parasitas 1. INTRODUÇÃO

Palavras chave: gerador de vapor, PWR, END, correntes parasitas 1. INTRODUÇÃO ESTUDO DAS LIMITAÇÕES DO ENSAIO NÃO DESTRUTIVO POR CORRENTES PARASITAS NA AVALIAÇÃO DE INTEGRIDADE DE TUBOS EM GERADORES DE VAPOR INSTALADOS EM USINAS NUCLEARES TIPO PWR Donizete Anderson de Alencar Pampulha,

Leia mais