CONAR. a liberdade de expressão está sofrendo bullying. É BOLETIM DO

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1 BOLETIM DO CONAR CONSELHO NACIONAL DE AUTO-REGULAMENTAÇÃO PUBLICITÁRIA ÉTICA NA PRÁTICA Foto: Alê Oliveira A liberdade de expressão está sofrendo bullying Na sessão de abertura do 5º Congresso da Indústria da Comunicação, o presidente do Conar, Gilberto C. Leifert, denunciou o que considera uma grave ameaça Em discurso na sessão de abertura do 5º Congresso da Indústria da Comunicação, dia 28 de maio, em São Paulo, o presidente do Conar, Gilberto C. Leifert, denunciou: a liberdade de expressão está sofrendo bullying. É fato que o Brasil vive plenamente a democracia. existe liberdade de imprensa. os cidadãos são livres para fazer escolhas e as empresas para empreender, competir e se comunicar com os consumidores. no entanto, a liberdade de expressão está sofrendo bullying, disse Leifert, diante de cerca de 1500 empresários e executivos da indústria da comunicação. presentes também o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Carlos Ayres Brito, o senador Eduardo Suplicy, o deputado Milton Monti e o prefeito Gilberto Kassab, entre outras autoridades. Continua na página 3 Congresso propõe "Levantar a voz da indústria na defesa da liberdade de expressão comercial" Veja na página 8 Junho 2012 N. 197

2 Nossa missão Impedir que a a publicidade enganosa ou ou abusiva cause constrangimento ou prejuízo ou a prejuízo consumidores a consumidores e empresas. e empresas. Fundado em em 1980 e com e com pos to pos por to publi por ci publi tá rios ci e tá cidadãos e cida de dãos outras de pro outras fis sões, pro o Conar fis sões, é uma o Conar orga ni é za uma ção não rios gover orga ni na za men ção tal não que gover aten de na a men denún tal cias que de aten con su de mi a do res, auto denún ri da cias des, de asso con cia dos su mi ou do for res, mu auto la das ri da pela des, pró associa dos ou for mu la das pela pró pria dire to ria. As pria direto ria. As denún cias são jul ga das pelo Conselho de Ética, denún cias são jul ga das pelo Conselho de Ética, garan tin tin do-se do-se amplo amplo direi direi to à to defe à sa defe e ao sa contraditório e ao contraditório se às a partes. denún cia Se tiver a denún pro ce dên cia cia, tiver o Conar pro ce reco dên men cia, às partes. da o Conar alte rar reco ou sus men tar da a vei alte cu la rar ção ou do sus anún tar cio. a o vei Conar cu la ção não do exer anún ce cen cio. su ra O pré Conar via sobre não peças exer de ce publi cen ci su da ra de; pré ocupa-se via sobre ape nas peças do que de já publi foi vei ci cu da la de; do. ocupa-se o Conar é ape man nas ti do do pela con que tri já bui foi ção vei das cu prin la do. ci pais O Conar enti da des é man da ti pu do bli ci pela da de contri bui ção das prin ci pais enti da des da pu bli ci da de brasi lei ra e seus filia dos anun cian tes, agên cias e veí cu los. bra si lei ra e seus filia dos anun cian tes, agên cias Os mem bros dos Conselhos Superior e de Ética tra ba lham e veí cu los. Os mem bros dos Conselhos Superior e de volun Ética ta ria men tra ba te lham para o volun Conar. ta ria men te para o Conar. Entidades fundadoras do Conar ABA Associação Brasileira de Anunciantes ABAP Associação Brasileira de Agências de Publicidade ABERT Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão ANER Associação Nacional de Editores de Revistas ANJ Associação Nacional de Jornais CENTRAL DE OUTDOOR Entidades aderentes ABTA Associação Brasileira de Televisão por Assinatura FENEEC federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas IAB Brasil Interactive Advertising Bureau (mídia interativa) Números do Conar em 2012 (até 19/06) Processos abertos 144 Processos julgados 177 Conselho nacional de autorregulamentação publicitária Membro correspondente da EASA European Advertising Standards Alliance Membro fundador da Conared Autorregulación Publicitaria Latinoamericana DIRETORIA Presidente Gilberto C. Leifert 1º Vice-Presidente Geraldo Alonso Filho 2º Vice-Presidente Luiz Carlos Dutra Jr. 3º Vice-Presidente Antonio Carlos de Moura Diretor de Assuntos Legais João Luiz Faria Netto Diretores Fernando Portela Dorian Taterka Vice-Presidente Executivo Edney G. narchi Conselho de Ética biênio 2010/2012 Presidente Cons.º Gilberto C. Leifert Secretário Cons.º Luiz Carlos Dutra Jr. Presidentes das Câmaras: 1ª Câmara Cons.º Hiran Castello Branco 2ª Câmara Cons.º Ruy Prado de Mendonça 3ª Câmara Cons.º Armando Strozenberg 4ª Câmara Cons.º Paulo Machado de Carvalho Neto 5ª Câmara Cons.º Paulo Tonet Camargo 6ª Câmara Cons.º Rodrigo Lacerda 7ª Câmara Cons.º Luiz Roberto Valente Filho 8ª Câmara Cons.º Cléo Nicéas (substituto) BOLETIM DO CONAR Uma publicação mensal do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária dirigida aos seus associados. Endereço: Av. paulista, 2073 Edifício Horsa II, 18º andar Cep São Paulo, sp Telefax: (0XX11) Este boletim é produzido pela Porto Palavra Editores Associados. Redação: eduardo Correa Projeto gráfico: sérgio Brito Editoração: Conexão Brasil Conar A reprodução total ou parcial dos textos aqui publicados é permitida desde que citada a fonte. 2 Junho 2012 N. 197

3 Continuação matéria de capa Para Leifert, bullying contra a liberdade de expressão são os abusos por ilegalidade e anonimato e as hostilidades de cunho ideológico e inspiração totalitária. ele citou como exemplos as iniciativas da Anvisa, ao tentar impor restrições à veiculação de publicidade de várias classe de produtos e serviços, mesmo contrariando parecer da Advocacia Geral da união. Mencionou também grupos de pressão reunidos em ongs sem existência legal ou que divulgam dados e pesquisas inverídicas ou de bases frágeis. Ele lembrou que pressões de entidade desse tipo já chegaram a influenciar a presidência da república: em exposição de motivos, decreto presidencial atribuiu a uma entidade de renome dados sobre acidentes de trânsito associados ao álcool que ela jamais pesquisara. Leifert citou também a divulgação de notícia falsa por uma ong, que atribuiu à organização panamericana de saúde diretrizes que eram, em verdade, apenas a expressão de opinião de algumas pessoas físicas, que não refletiam a posição do organismo, como constava no documento original. A propaganda comercial é a principal fonte dos recursos que viabilizam o direito à informação, respeitando a independência dos veículos e a liberdade de imprensa, afirmou Leifert. Este nobre papel institucional e político da propaganda comercial nos impõe o dever de lutar pelas prerrogativas constitucionais da atividade com o mesmo destemor com que o fazem os jornalistas. este nobre papel nos impõe o dever de repelir as tentativas maliciosas de banir categorias anunciantes ou de afastá-las da mídia para, desse modo, colocar em risco a saúde financeira das empresas de comunicação. A liberdade de expressão está sofrendo bullying Veja a íntegra do discurso do presidente do Conar a partir da página seguinte. Gilberto C. Leifert propôs seis pontos para reflexão ao plenário, como contribuição à tese da Comissão de Liberdade de Expressão e Democracia do 5º Congresso: 1º) Produtos lícitos e seguros para o consumo podem ser anunciados, admitindo-se que restrições sejam estabelecidas por meio de leis e autorregulamentação. 2º) O anunciante não deverá ser obrigado a falar mal de si ou de seus produtos. 3º) Deve-se combater com igual vigor a censura à informação e ao direito de escolher, dissentir e ser diferente. 4º) Nenhum cidadão deverá sofrer bullying em razão de suas escolhas. 5º) Nenhum consumidor deverá sofrer bullying por fazer parte da minoria. A Democracia não pode prescindir dos contrários e das minorias. o mercado também não, disse Leifert. 6º) Deve-se combater o bullying em todas as suas formas, que obscurecem a criação publicitária e podem aniquilar a liberdade expressão comercial. Foto: voice Comunicação Institucional Na foto, Luiz Lara, presidente da Abap, Dalton Pastore, presidente do ForCom, e os presidentes e membros das treze comissões que funcionaram durante o 5º Congresso, na cerimônia de encerramento do evento Junho 2012 N

4 5º Congresso BOLETIM DO CONAR Continuação matéria de capa LIBERDADE DE EXPRESSÃO E DEMOCRACIA Veja a íntegra do discurso do presidente do Conar, Gilberto C.Leifert, na sessão de abertura do 5º Congresso da Indústria da Comunicação Boa tarde, ministro Ayres Brito, roberto Civita, dalton Pastore, Colegas Congressistas Considero uma honra participar deste painel, como representante do Conar, ao lado destes dois expoentes da sociedade brasileira. e me sinto autorizado a manifestar a grande admiração que o mercado publicitário tem por ambos. Pretendo abordar o tema Liberdade de Expressão e Democracia, a partir de um viés preocupante: a liberdade de expressão está sofrendo bullying. Antes, porém, vou contextualizar nossa atividade em face desse fenômeno atual e perturbador. Num plenário exatamente como este, em abril de 1978, foi aprovado por aclamação o Código de Autorregulamentação Publicitária, documento cuja execução foi confiada ao Conar. Estavam, então, suspensas as liberdades públicas e em vigor o A.I. 5. A opinião, a produção cultural, a notícia e o anúncio estavam submetidos à censura. Uma década mais tarde, a Constituição de 1988 aboliu a censura e restabeleceu as liberdades de pensamento, criação, expressão e informação. e, ainda, consagrou a livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor. É neste ambiente que opera hoje a Indústria da Comunicação Brasileira, reconhecida internacionalmente pela qualidade do conteúdo editorial e da publicidade que produz. Tanto a informação editorial (notícia) como a informação comercial (anúncio) são transmitidas pelos veículos de comunicação, propiciando ao leitor, ouvinte, telespectador ou internauta situar-se no tempo e no espaço, obter dados para identificar opções, estabelecer comparações e principalmente fazer escolhas. Queria, agora, citar a advertência do filósofo John Stuart Mill, sobre a autonomia dos indivíduos e o emprego de suas faculdades para fazer escolhas: As faculdades humanas de percepção, julgamento, sentimento discriminativo, atividade mental e até mesmo a preferência moral só são exercitadas quando se faz uma escolha. Aquele que só faz alguma coisa porque é o costume não faz escolha alguma. ele não é capaz de discernir nem de desejar o que é melhor. As capacidades mentais e morais, assim como as musculares, só se aperfeiçoam se forem estimuladas (...) Quem abdica de tomar as próprias decisões não necessita de outra faculdade. Apenas da capacidade de imitar, como os macacos. Aquele que decide por si emprega todas as suas faculdades. Pois bem: empregando tais faculdades, os cidadãos elegem representantes políticos, professam religião, constituem família e decidem o que fazer com seu precioso tempo e rico dinheirinho. Os consumidores são os senhores do mercado. eles podem gostar do produto, mas não gostar do anúncio; podem não gostar nem do anúncio nem do produto e desprezá-lo na gôndola do supermercado; podem, ainda, gostar de ambos e livremente decidir consumir ou não. Tais escolhas são livres e devem ser respeitadas. "Os consumidores são os senhores do mercado. eles podem gostar do produto, mas não gostar do anúncio; podem não gostar nem do anúncio nem do produto e desprezá-lo na gôndola do supermercado" 4 Junho 2012 N. 197

5 Para que um produto possa ser anunciado ele precisa ser lícito e seguro para o consumo, ou seja, os poderes públicos terão autorizado sua fabricação, comercialização e consumo. A propósito, a Constituição de 88 admite que cinco categorias de produtos (tabaco, bebidas alcoólicas, agrotóxicos, medicamentos e terapias) estarão sujeitas a restrições, desde que estabelecidas por lei. decretos, resoluções da Anvisa e portarias não podem impor restrições à publicidade. O Código de Defesa do Consumidor já pune com detenção e multa os anunciantes que cometem propaganda enganosa ou abusiva e a autorregulamentação tira de circulação os anúncios julgados antiéticos. Vigora no Brasil o chamado sistema misto de controle da publicidade, pelo qual se combinam lei e autorregulamentação, conferindo aos cidadãos ampla proteção e parâmetros éticos à nossa atividade. A publicidade interage com toda a Sociedade, assim como as artes e a política. As críticas, os festivais e as campanhas de propaganda comparativa compõem o contraditório típico da nossa atividade. tanto os produtos quanto os anúncios são submetidos a permanente escrutínio. Consumidores, imprensa, procons, redes sociais e anunciantes concorrentes são livres para reconhecer virtudes e vantagens e para apontar defeitos e inconveniências. e o Conar, a qualquer momento, pode solicitar ao anunciante que comprove as alegações feitas no anúncio, corrija omissão ou excesso, garantindo amplo direito de defesa e de recurso. Em 32 anos, o Conselho de Ética do Conar julgou mais de casos. em 2011, foram 366 processos éticos e 215 anúncios sustados. Volto, agora, ao bullying. Foto: Alê Oliveira É fato que o Brasil vive plenamente a democracia. existe liberdade de imprensa. os cidadãos são livres para fazer escolhas e as empresas para empreender, competir e se comunicar com os consumidores. No entanto, a liberdade de expressão está sofrendo bullying. Entendo por bullying os abusos por ilegalidade e anonimato e as hostilidades de cunho ideológico e inspiração totalitária. Como exemplo de ilegalidade, aponto as iniciativas da Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária ao tentar impor seriíssimas restrições à veiculação de propaganda comercial de medicamentos, bebidas alcoólicas, alimentos e refrigerantes. A própria Advocacia Geral da União emitiu parecer contestando a competência da Anvisa para legislar sobre publicidade por meio de resoluções de diretoria. A Agência persistiu na ilegalidade e enfrenta por isso várias ações no Judiciário, cujas "O Código de Defesa do Consumidor já pune com detenção e multa os anunciantes que cometem propaganda enganosa ou abusiva, e a autorregulamentação tira de circulação os anúncios julgados antiéticos." Junho 2012 N

6 5º Congresso BOLETIM DO CONAR Continuação matéria de capa decisões têm garantido a liberdade de expressão comercial. Bullying também é cometido na internet por quem, contrariando a Constituição, se escuda no anonimato. são grupos informais de pressão, ongs sem existência legal e endereços eletrônicos fajutos homiziados nas redes sociais. não são, portanto, pessoas de carne e osso nem instituições dotadas de personalidade jurídica legitimadas a exercer a liberdade de expressão. Todavia, suas copiosas manifestações, frequentemente contra a publicidade, chegam a ser levadas em consideração até por autoridades. A quantidade dessas manifestações pode até impressionar, mas não é real. Nesse octógono em que se converteu a ágora, os adversários da liberdade de expressão clamam por mais e mais regulação, impelindo o estado a invadir a esfera privada da cidadania. Outro exemplo: o bullying à publicidade de bebidas alcoólicas não poupou nem a Presidência da República: em exposição de motivos, decreto presidencial atribuiu a uma entidade de renome dados sobre acidentes de trânsito associados ao álcool que ela jamais pesquisara. Mais um exemplo: a existência dos medicamentos de venda livre pressupõe o direito à automedicação, meio de aliviar sintomas e curar pequenos males. o bullying à publicidade manipula as estatísticas sobre intoxicação, debitando à conta da automedicação até suicídios consumados mediante a ingestão de barbitúricos de tarja preta e de pesticidas como o chumbinho, produtos controlados que, por lei, não podem ser anunciados. Comete-se bullying em nome da proteção à saúde, família e infância. Que o diga a publicidade de alimentos e refrigerantes, brinquedos e outros produtos destinados à criança um certo movimento espevitado e bem fornido de recursos pretende que as crianças sejam banidas de todos os anúncios e exerce pressão incisiva sobre o Congresso Nacional, ignorando os avanços da autorregulamentação no tocante ao público infantil. De vocação fundamentalista, um desses movimentos se atribuiu a tarefa de dirigir a educação de nossas crianças, em substituição dos pais e educadores, como se seus adeptos fossem mais sabidos que os pais dos filhos dos outros. Como se a escolha do sim ou não da família devesse ficar ao arbítrio de uma ONG. Recentemente, uma dessas organizações cometeu bullying ao divulgar aos quatro ventos que a Organização Panamericana de Saúde havia aprovado novas diretrizes para a publicidade e o marketing de alimentos e refrigerantes. A notícia era falsa. No documento original, a OPAS advertia que se tratava da opinião de pessoas físicas, que não refletiam a posição daquele organismo. É bullying! Para forçar o Estado a impor mais regulação à publicidade, na contramão do que preconizam atualmente a Organização Mundial da Saúde, o Parlamento Europeu e o F.D.A. norte-americano, que estão encorajando as iniciativas de autorregulamentação para alimentos e refrigerantes. Concluindo, vou alinhar alguns pontos para reflexão do plenário, como contribuição à tese da Comissão de Liberdade de Expressão e Democracia: 1º) Produtos lícitos e seguros para o consumo podem, sim, ser anunciados, admitindo-se que restrições sejam estabelecidas por meio de leis e de autorregulamentação, que elas "O bullying à publicidade manipula as estatísticas sobre intoxicação, debitando à conta da automedicação até suicídios por ingestão de barbitúricos e de pesticidas, produtos controlados que, por lei, não podem ser anunciados." 6 Junho 2012 N. 197

7 sejam necessárias, justas, razoáveis e proporcionais. Afinal, o Brasil já tem leis demais e os ímpetos de ampliar a regulação revelam a crença equivocada de que restringir a liberdade de expressão fará bem aos brasileiros. 2º) o anunciante não deverá ser obrigado à autodetração, ou seja, falar mal de si ou de seus produtos, defeito reincidente em vários projetos de lei e nas resoluções da Anvisa. 3º) Devemos combater com igual vigor a censura à informação e a censura ao direito de escolher, de dissentir e de ser diferente. neste sentido, devemos estimular o consumidor a empregar todas as suas faculdades, como dizia Stuart Mill. 4º) Nenhum cidadão deverá sofrer bullying em razão de suas escolhas. Gostar de batatas fritas e refrigerantes; apreciar manteiga, ovo, carne vermelha e cerveja, ou preferir a bicicleta ao automóvel... todas essas são escolhas baseadas principalmente nas informações tão abundantes, quanto controversas veiculadas na imprensa. 5º) Nenhum consumidor deverá sofrer bullying por fazer parte da minoria. A Democracia não pode prescindir dos contrários e das minorias. o mercado também não. 6º) Devemos combater o bullying em todas as suas abomináveis formas, como a intolerância, o mau humor e o politicamente correto, que obscurecem a criação publicitária e podem aniquilar a liberdade expressão comercial que honramos. A propaganda comercial é a principal fonte dos recursos que viabilizam o direito à informação, respeitando a independência dos veículos e a liberdade de imprensa. Este nobre papel institucional e político da propaganda comercial nos impõe o dever de lutar pelas prerrogativas constitucionais da atividade com o mesmo destemor com que o fazem os jornalistas. Este nobre papel nos impõe o dever de repelir as tentativas maliciosas de banir categorias anunciantes ou de afastá-las da mídia para, desse modo, colocar em risco a saúde financeira das empresas de comunicação. Encerrando, cito trecho do poema que foi adotado como legenda pelo Centro de referência sobre Liberdade de Expressão, instituído pelo Conar e pela Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo. de autoria do poeta fluminense Eduardo Alves da Costa, chama-se No caminho, com Maikovski : Tu sabes, Conheces melhor do que eu A velha história. Na primeira noite eles se aproximam E roubam uma flor Do nosso jardim. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem: Pisam as flores, Matam nosso cão, E não dizemos nada. Até que um dia, O mais frágil deles Entra sozinho em nossa casa, Rouba-nos a luz e, Conhecendo nosso medo, Arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada. Muito obrigado. "A propaganda comercial é a principal fonte dos recursos que viabilizam o direito à informação, respeitando a independência dos veículos e a liberdade de imprensa." Junho 2012 N

8 5º Congresso BOLETIM DO CONAR O 5º Congresso Brasileiro da Indústria da Comunicação, realizado entre os dias 28 e 30 de maio, em São Paulo, foi encerrado com a divulgação da sua carta de conclusão. o documento resume as propostas do setor e destaca a importância da continuidade da luta pelo preceito constitucional da liberdade de expressão comercial. Confira a íntegra da carta: "A indústria da comunicação, em mais uma demonstração inequívoca de maturidade, de responsabilidade e de consciência de sua relevância para o desenvolvimento econômico e social do país, realizou seu 5º Congresso Brasileiro da Indústria da Comunicação buscando a evolução e o constante aprimoramento do setor em benefício das empresas e dos profissionais que o compõem, dos empreendimentos que dele se servem e de toda a sociedade brasileira. Instalado em São Paulo, nos dias 28, 29 e 30 de maio de 2012, realizado pela Abap (Associação Brasileira das Agências de Publicidade) com apoio e coordenação do ForCom (Fórum Permanente da Indústria da Comunicação), teve a participação de cerca de pessoas representando 24 estados da união mais o Distrito Federal e cumpriu agenda de 13 comissões temáticas, tendo decidido: Emprestar contínuo apoio de todo o setor às teses construídas pelas comissões temáticas e aprovadas em assembleia plenária; Recomendar que cada entidade membro do ForCom crie um Comitê de Continuidade e Implantação (CCI) para estudar, dar continuidade e, quando for o caso, implantar, em benefício e aprimoramento do setor, as teses e conclusões do V Congresso; Levantar a voz da indústria na defesa da liberdade de expressão comercial garantida pela Constituição, fundamental para a liberdade de imprensa, e desfrutada com responsabilidade e com respeito aos limites estabelecidos pelo sistema composto por legislação e autorregulamentação; Realçar o papel fundamental da comunicação comercial para o processo de construção e consolidação de marcas que representam maior ativo estratégico das empresas e das organizações; Buscar maior integração entre as diversas disciplinas de comunicação sobre o mesmo diapasão conceitual, alicerçado na verdade e na transparência, com uma comunicação comercial mais criativa, integrada, eficaz e, positivamente, interativa; Reconhecer a necessidade de termos uma comunicação que aprofunde o diálogo com a sociedade respeitando os direitos cabais de cada cidadão; Disseminar as boas práticas das diversas entidades integrantes do ForCom visando evoluir na governança da indústria da comunicação, indústria de ponta da economia criativa, grande geradora de empregos, riquezas e impostos. Somos protagonistas do nosso destino e, reconhecendo o papel fundamental das lideranças e das entidades que abriram nosso caminho, vamos construir, com ética e responsabilidade, nosso futuro, empoderando os novos profissionais, abraçando a convergência das diversas plataformas de mídia e fazendo da comunicação comercial uma grande indutora da nossa economia, contribuindo para o desenvolvimento humano no plano político, social e cultural. 8 Junho 2012 N. 197

9 Foto: Alê Oliveira Foto: Alê Oliveira Acima, em destaque, Roberto Civita, o ministro Carlos Ayres Brito e Dalton Pastore Na foto maior, a partir da esquerda, Roberto Civita, o ministro Carlos Ayres Brito, Gilberto C. Leifert e Dalton Pastore, integrantes da Comissão de Liberdade de Expressão do 5º Congresso Na foto ao lado, publicitários assistem à palestra do arcebispo Desmond Tutu. Junho 2012 N

10 OS ACÓRDÃOS DE ABRIL/2012 Confira resumo dos acórdãos das representações julgadas em abril pelo Conselho de Ética do Conar, em reuniões realizadas dias 19 e 27, em São Paulo e Porto Alegre. Participaram das reuniões os conselheiros Alceu Gandini, Alexandre Annenberg, Alexandre Kruel Jobim, André Porto Alegre, Ana Carolina Pescarmona, Antônio Tótaro, Ary Florêncio Cauduro dos Santos, Carlos Chiesa, Carlos Scappini, Christina Gadret, Cláudio Pereira, Clóvis Speroni, Cristina de Bonis, Daniela Rios, Ênio Basílio Rodrigues, ercy Torma, fábio Barone, fernanda Cozac, fernando Justus Fischer, Fernando Soares de Camargo, flávio Vormittag, Geraldo Alonso Filho, Gilson Fernando Storck, Grazielle Parenti, Guliver Leão, hiran Castello Branco, João Roberto Vieira da Costa, José Genesi Jr., José Maurício Pires Alves, José Tadeu Gobbi, Júlio Abramczyk, Licínio Motta Neto, Luiz Roberto Valente, Marcelo Benez, márcio Delfim Leite Soares, Mariângela Toaldo, nelcina Tropardi, newman Debs, Paulo Chueiri, rafael Davini, raul Correa, renata Garrido, ricardo Ramos, roberto Hilton, roberto Philomena, rubens da Costa Santos, ruy Mendonça, Sandra Sampaio, selma Souto, sérgio Gonzales, Severino Queiroz Filho, taciana Carvalho e Tânia Pavlovsky. DIREITOS AUTORAIS samsung Seu sonho é nossa inspiração Representação nº 153/11, em recurso extraordinário Autora: Whirlpool Anunciante: Samsung Relatores: Conselheiros Fernando Justus Fischer, Márcio Delfim Leite Soares e Carlos Chiesa Sexta Câmara, Câmara Especial de Recursos e Plenária do Conselho de Ética Decisão: Arquivamento Fundamento: Artigo 27, nº 1, letra a do Rice A Whirlpool questiona o uso pela concorrente Samsung do slogan Seu sonho é nossa inspiração em campanha em TV e internet. A Brastemp, marca pertencente à denunciante, usa desde agosto de 2010 o slogan inspiração muda tudo. e a vida fica assim... uma Brastemp. Considera a Whirlpool que a Samsung usa o tema inspiração com o intuito de aproveitar-se da notoriedade alcançada pela sua marca. Em defesa enviada ao Conar, a Samsung nega a acusação, considerando haver grande diferença entre os slogans, e que o seu deriva de campanha mundial da marca, o que eliminaria as possibilidades de haver proveito da criação da Brastemp. O relator de primeira instância concordou com estes argumentos, considerando que a palavra inspiração foi utilizada nas duas campanhas de forma distinta. por isso, propôs o arquivamento da representação, voto acolhido por unanimidade. A Whirlpool recorreu da decisão, em segunda e terceira instâncias, enfatizando a concorrência direta entre as empresas no mercado brasileiro. Já a Samsung juntou ao processo pesquisa realizada por ela para verificar se os consumidores confundiam os slogans, o que foi negado. A decisão inicial, pelo arquivamento, prevaleceu por maioria de votos na Câmara especial de recursos e por unanimidade no plenário do Conselho de Ética. para o relator do recurso extraordinário, uma vez que a campanha é global, fica afastada a hipótese de carona. ele considerou válida a pesquisa juntada e não concedeu ao slogan da brastemp originalidade suficiente para que possa clamar por exclusividade. 10 Junho 2012 N. 197

11 DIREITOS AUTORAIS Frutix e Ovix Mega Representação nº 191/11, em recurso extraordinário Autora: Ferrero do Brasil Anunciante: Brinquedos União Relatores: Conselheiros José Francisco Queiroz, Mariângela Vassallo, Ênio Basílio Rodrigues e Newman Debs (voto vencedor) Sexta Câmara, Câmara Especial de Recursos e Plenária do Conselho de Ética Fundamento: Artigos 1º, 4º, 32, letras a e f", e 50, letra b" do Código A Ferrero do Brasil considera que teve dois dos seus produtos Kinder Ovo e Tic Tac imitados em seus respectivos trade dress pela Brinquedos União. Trade dress é um conceito oriundo do mercado norte-americano. no Brasil, embora não seja objeto de legislação específica, é entendido, inclusive nos tribunais, como conjunto-imagem de um produto, tudo aquilo que forma a sua aparência ou embalagem: combinação de cores, disposição de elementos gráficos e da marca, formato da embalagem etc. Segundo a denúncia da Ferrero, o fato de as embalagens dos seus produtos não estarem registradas como marca ou desenho industrial junto às autoridades não afasta o ato antiético da concorrente, em seus produtos Ovix Mega e Frutix. Neste último, até mesmo sabores de Tic Tac foram seguidos pela Brinquedos União. Já no caso de Ovix Mega, a denunciada lançou no mercado um boneco semelhante ao personagem Kinderino, usado nas campanhas publicitárias da Ferrero. dentro do Ovix Mega há confeitos e cereais. Em sua defesa, a Brinquedos União nega a imitação e alega que não há registro dos produtos da Ferrero, no caso de Tic Tac tendo sido recusado pelo Inpi por considerar que se trata de forma comum para esse tipo de embalagem. no caso do Kinder Ovo, alega a defesa que os limites de proteção à marca não são extensíveis ao personagem, sendo bastante comuns produtos semelhantes no mercado. Em primeira instância, seguindo voto do relator, o Conselho de Ética deliberou por unanimidade pela alteração do trade dress dos dois produtos. houve recurso por parte da Brinquedos União e, dessa feita, a decisão lhe foi favorável: por maioria de votos, a Câmara Especial de Recursos deliberou pelo arquivamento da representação. Foi a vez de a Ferrero recorrer e, na Plenária do Conselho de Ética, seus argumentos voltaram a prevalecer. para o relator do recurso extraordinário, o personagem Kinderino, denominado character toy, faz parte de uma linhagem tradicional e histórica da marca Kinder e merece proteção. ele considera que a apresentação de Ovix Mega pode levar o consumidor à confusão. por isso, propôs a alteração tanto do boneco quanto da embalagem do produto. seu voto foi aceito por unanimidade. Para o relator do voto vencedor, ao imitar não apenas uma, mas toda a linha de embalagens de tic tac, a brinquedos União viola trade dress consagrado da ferrero, configurando prática de concorrência desleal. A imitação proporcionará um desvio de clientela, que poderá até comprar frutix por engano. seu voto, pela alteração, foi acolhido por maioria. Junho 2012 N

12 Os Acórdãos de Abril / 2012 BOLETIM DO CONAR DIREITOS AUTORAIS Grand Siena Faz toda a diferença RESPONSABILIDADE SOCIAL Via Marte Representação nº 084/12 Autora: Neogama BBH Anunciante e agência: Fiat e Leo Burnett Relator: Conselheiro Ênio Basílio Rodrigues Primeira e Terceira Câmaras Fundamento: Artigos 1º, 41, 42, 43 e 50, letra b" do Código A Neogama BBH vem ao Conar reivindicar primazia no uso de slogan publicitário. Ela criou Ter um faz toda a diferença para o modelo Fluence do seu cliente Renault, usado em campanha veiculada em fevereiro. um mês depois, entrava no ar campanha criada pela Leo Burnett para seu cliente Fiat, com o slogan Grand Siena. faz toda a diferença. Em sua defesa, anunciante e agência negam plágio e consideram que eventual semelhança não seja suficiente para confundir o consumidor. buscam demonstrar por meio de documentos que a campanha já estava pronta antes de fevereiro. O relator não aceitou esses argumentos e propôs a alteração, voto aceito por unanimidade. em reunião de conciliação entre as partes, semanas antes do julgamento, fiat e Leo Burnett já haviam se comprometido a suspender o uso do slogan até o julgamento da representação. Representação nº 252/11 Autor: Conar, mediante queixa de consumidor Anunciante: Calçados Marte Relator: Conselheiro Ricardo Difini Leite Quinta Câmara Decisão: Arquivamento Fundamento: Artigo 27, nº 1, letra a do Rice Consumidor de Campinas (SP) reclama de filme para TV no qual modelo trajando sapatos de salto alto aparece dirigindo um automóvel. tal prática, no entender do consumidor, é infração às normas de trânsito. Em sua defesa, a anunciante replica: não há no filme cena de desrespeito do Código de Trânsito brasileiro, tampouco a modelo aparece dirigindo o carro calçada com salto alto. O relator propôs o arquivamento da representação, considerando que não há na legislação veto ao uso de sapato de salto ao dirigir, nem desrespeito ao Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária. seu voto foi aceito por unanimidade. 12 Junho 2012 N. 197

13 RESPONSABILIDADE SOCIAL GWI International You move Supermercados Condor Páscoa Representação nº 061/12 Autor: Conar, mediante queixa de consumidor Anunciante: GWI International Voto vencedor: Conselheira Christina Gadret Quinta Câmara Decisão: Arquivamento Fundamento: Artigo 27, nº 1, letra a do Rice Anúncio para TV mostra crianças, adolescentes e adultos em cenas cotidianas, inclusive andando pela rua e dirigindo automóveis, com caixas de papelão na cabeça. no final do filme, as caixas são jogadas do alto de uma cachoeira. dois consumidores, de Brasília (DF) e de São Paulo (SP), queixaram-se tanto do perigo da situação quanto do desrespeito ao meio ambiente. A relatora, autora do voto vencedor, propôs o arquivamento e viu seu ponto de vista acolhido pela maioria dos conselheiros. para ela, fica claro o sentido figurativo do filme. Representação nº 091/12 Autor: Conar, por iniciativa própria Anunciante: Supermercados Condor Relatora: Conselheira Christina Gadret Quinta Câmara Fundamento: Artigos 1º, 3º, 6º, 37 e 50, letra b" do Código e seu Anexo P Filme de ofertas do Supermercado Condor mostra cenas de uma família fazendo compras, incluindo criança de pouca idade. em seguida, são apresentados os produtos em oferta, entre eles latas de cerveja. o Anexo P do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária desaconselha que sejam usadas imagens de menores de idade em peças publicitárias que mencionem, de qualquer forma, bebidas alcoólicas. Não houve defesa por parte do anunciante. por unanimidade, o Conselho de Ética recomendou a alteração do filme. Junho 2012 N

14 Os Acórdãos de Abril Dezembro / 2012/ 2010 BOLETIM DO CONAR APRESENTAÇÃO VERDADEIRA Vivo A maior cobertura 3G Representação nº 042/12 Autora: Tim Celular Anunciante: Vivo Relatora: Conselheira Nelcina Tropardi Primeira e Terceira Câmaras Fundamento: Artigos 27 e 50, letra b" do Código A Tim questiona a afirmação de superioridade da Vivo em campanha em mídia impressa e eletrônica, considerando que ela já foi objeto de decisão do Conselho de Ética, no processo nº 196/11. esta foi encerrada com a recomendação de alteração, por não ter sido demonstrada, de forma cabal, se a quantidade de municípios poderia ou não ser considerada como parâmetro de tamanho de cobertura de serviços de telefonia celular da Vivo. Para a Tim, a campanha objeto dessa representação incorre no mesmo problema (inclusive quando apresenta a Vivo como sendo a maior em cobertura pela tecnologia 3G) e denigre concorrentes, ao mostrar imagem de três pessoas expostas a uma tempestade protegidas apenas por pequenos guarda-chuvas até que uma quarta pessoa se aproxima com um guarda-sol gigante, a ponto de cobrir todo o grupo. reunião de conciliação entre as empresas mostrou-se infrutífera. Em sua defesa, a Vivo considera que a afirmação de maior cobertura está em linha com a decisão anterior, justificando- -se por ela cobrir mais municípios dos que as demais operadoras somadas. nega denegrimento; as imagens mostradas na campanha apenas simbolizam a maior cobertura da Vivo. Em seu voto, a relatora menciona o fato de não haver parâmetro oficial para a fixação de superioridade na prestação de serviços de telefonia celular. Logo, considera que cada operadora pode usar aquele que melhor lhe aprouver, desde que deixe claro para o consumidor qual o seu parâmetro, fonte etc. Ela também não considerou haver na campanha da Vivo denegrimento de imagem da concorrência. terminou propondo a alteração das peças, de forma a esclarecer, ainda que por meio de lettering, que a maior cobertura da Vivo se dá pelo número de municípios atingidos pelo seu sinal. seu voto foi aceito por unanimidade. 14 Junho 2012 N. 197

15 APRESENTAÇÃO VERDADEIRA Novo Colgate Luminous White Representação nº 307/11 Autora: Johnson & Johnson Anunciante: Colgate Palmolive Relator: Conselheiro Ricardo Ramos Quirino Primeira e Terceira Câmaras Fundamento: Artigos 1º, 4º, 23, 27, parágrafos 1º e 2º, e 50, letra b" do Código Reclamação da Johnson & Johnson originou esta representação. ela foi aberta contra anúncio em jornais de ofertas e material de ponto de venda do creme dental e antisséptico bucal da marca Colgate Luminous White. nas peças figura o claim Conquiste um tom mais branco em uma semana. Segundo a denúncia, apenas o creme dental contém ingrediente capaz de remover manchas do esmalte dos dentes. este ingrediente não faz parte da fórmula do antisséptico bucal. A Johnson & Johnson considera que ao não esclarecer sobre o fato de a redução de manchas ser atributo exclusivo do creme dental, a Colgate pode levar o consumidor a engano. houve reunião de conciliação entre as partes, mas não foi possível acordo por uma questão de datas para o cumprimento das alterações acertadas entre as partes. Em sua defesa, a Colgate nega a interpretação da concorrente, sustentando que o claim é verdadeiro e suportado clinicamente. Informa que os produtos têm funções diferentes e que o seu uso combinado leva a resultados melhores. tresemmé Resultado de salão todos os dias Representação nº 047/12 Autora: L Oreal Brasil Anunciante: Unilever Brasil Relator: Conselheiro Ricardo Ramos Quirino Primeira e Terceira Câmaras Decisão: Arquivamento Fundamento: Artigo 27, nº 1, letra a do Rice A L Oreal considera que a frase acima, usada pela concorrente Unilever em campanha na internet do produto Tresemmé, pode levar a consumidora a engano, induzindo-a a acreditar que se trata de produto profissional, o que não seria verdadeiro. frisa a denunciante que produtos dessa categoria não são vendidos diretamente às consumidoras, mas só a estabelecimentos credenciados, onde são aplicados por profissionais treinados. Em sua defesa, a Unilever anexa mais de duzentas declarações de cabeleireiros brasileiros que dão suporte à afirmação, além de outros argumentos que acabaram convencendo o relator. ele propôs o arquivamento, voto aceito por unanimidade. O relator sugeriu a alteração, de forma a incluir o disclaimer Prove o sistema completo que havia sido sugerido durante a reunião de conciliação nas peças publicitárias questionadas. seu voto foi aceito por unanimidade. Junho 2012 N

16 Os Acórdãos de Abril / 2012 BOLETIM DO CONAR CRIANÇAS E ADOLESCENTES Milium Natal 2012 Extraordinário mundo Joy Representação nº 004/12 Autor: Conar, por iniciativa própria Anunciante e agência: Comercial de Ferragens Milium e Onewg Multicomunicação Voto vencedor: Conselheira Mariângela Toaldo Quinta Câmara Decisão: Advertência Fundamento: Artigos 1º, 3º, 6º, 37 e 50, letra a do Código A direção do Conar questiona o Conselho de Ética se há apelo de consumo vocalizado por crianças em filme para a TV, além de apelo imperativo na frase...eu quero muitos presentes. se confirmadas, as práticas contrariam o que recomenda o artigo 37 do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária. A Milium e sua agência negam, em defesa, o apelo imperativo de consumo, por se tratar de anúncio de oferta de produtos dirigidos a adultos. Consideram ser impossível que tenha havido impacto negativo produzido pela peça publicitária, tanto nas crianças quanto nos pais. O Conselho de Ética, por maioria de votos, recomendou a advertência ao anunciante e sua agência. Por mais que a criança dirija-se aos pais ou ao Papai Noel, por mais que o anúncio apresente produtos voltados a adultos, há apelo de consumo vocalizado por criança, escreveu a autora do voto vencedor. Representação nº 025/12 Autor: Conar, mediante queixa de consumidor Anunciante: Grupo Morena Rosa Joy Relator: Gilson Storck Quinta Câmara Fundamento: Artigos 1º, 3º, 6º, 37 e 50, letra b do Código Por unanimidade, o Conselho de Ética recomendou a alteração de anúncio em internet de portal destinado a crianças, criado pela Joy, uma confecção de roupas. Os conselheiros consideraram pertinente crítica enviada ao Conar por consumidor de Maringá (PR), que apontou apelo imperativo de consumo dirigido a menores de idade nas frases Para acessar basta adquirir uma peça Joy... e Não perca tempo! Quanto mais você brincar mais presentes poderá ganhar. o consumidor considerou reprovável, também, o fato de o acesso ao portal ser condicionado à aquisição de uma peça da Joy, pois é preciso digitar um número presente nas etiquetas das roupas da empresa. Em sua defesa, a anunciante negou o apelo imperativo e sugeriu que há outras formas de acessar o site (por exemplo, indo a uma loja e anotando código presente na etiqueta dos seus produtos). Informa ainda que a peça publicitária foi alterada tão logo tomou conhecimento do processo ético. Estes e outros argumentos não convenceram o relator. ele propôs a alteração das frases questionadas. 16 Junho 2012 N. 197

17 MEDICAMENTOS E SERVIÇOS PARA SAÚDE Milagroso fitoterápico... Representação nº 288/11 Autor: Conar, por iniciativa própria Anunciante: Capvida Relatores: Júlio Abramczyk e Roberto Philomena (voto complementar) Quinta Câmara Decisão: Sustação e Advertência Fundamento: Artigos 1º, 3º, 6º, 23, 27, parágrafos 1º e 2º, e 50, letras a e c do Código e seu Anexo I A direção do Conar considera que há promessa excessiva em anúncio de responsabilidade da Capvida. ele é veiculado na internet e intitulado Milagroso fitoterápico que reduz até 1 kg em 4 semanas chega ao Brasil, promovendo produto denominado Diet Fast. Considera também a direção do Conar que a peça publicitária transmite mensagem equivocada, de que o produto por si só resolve graves problemas de saúde. Em sua defesa, o anunciante informa que o produto está registrado na Anvisa e que considera que a sua rotulagem esclarece satisfatoriamente o consumidor. ALÉM DESTAS, O CONSELHO DE ÉTICA DO CONAR JULGOU EM ABRIL AS SEGUINTES REPRESENTAÇÕES QUE SE ENCONTRAM EM FASE DE RECURSO: Representação nº: 036/12, O Boticário Malbec, a fragrância masculina mais vendida do Brasil. Resultado: alteração por unanimidade. Representação nº: 044/12, "Itaú sem papel. Resultado: arquivamento por maioria de votos. Representação nº: 059/12, Powerade ION4 Isotônico completo. Resultado: alteração por unanimidade. Representação nº: 060/12, Sky A maior quantidade de canais em HD. Resultado: alteração por unanimidade. O relator propôs a sustação do anúncio. ele não localizou o registro competente de Diet Fast no bulário eletrônico da Anvisa, além de haver no anúncio depoimento de leigos, o que não é aceito pelo Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária. seu voto foi aceito por unanimidade e agravada, por maioria de votos, por advertência ao anunciante. Junho 2012 N

18 OS ACÓRDÃOS DE março/2012 Confira resumo dos acórdãos das representações julgadas durante o mês de março, em reuniões do Conselho de Ética realizadas no Rio e São Paulo dias 1º, 8, 14, 21 e 27. Participaram das reuniões os conselheios Alceu Gandini, Alexandre Annenberg, Aluísio maranhão, Álvaro Leopoldo e silva filho, Ana Carolina pescarmona, André Luiz Costa, André porto Alegre, Ângelo franzão, Antônio Cosenza, Antônio totaro neto, Armando Strozenberg, Arthur Amorim, Artur menegon da Cruz, Carlos Chiesa, Carlos pedrosa, Carlos rebolo da silva, Carlos scappini, César massaioli, Cícero de Azevedo neto, Clementino fraga neto, Clóvis speroni, Cristina de bonis, Daniela Gil rios, décio Coimbra, eduardo martins, Ênio Basílio rodrigues, fábio barone, fabrício monteiro Amorim, Fátima pacheco Jordão, fernanda Cozac, fernando Justus Fischer, fernando soares de Camargo, flávio vormittag, Fred müller, Gustavo oliveira, hiram Castelo branco, João Roberto vieira da Costa, José francisco Queiroz, José Genesi Jr., José maurício pires Alves, Kleber de Almeida, Lara siqueira, Licínio motta neto, Luiz Celso de piratininga Jr., Luiz fernando Constantino, Luiz roberto valente filho, Manoel zanzoti, marcelo benez, marcelo de salles Gomes, Marcelo Galante, marcelo pacheco, márcio delfim Leite Soares, maria eliete moraes, mariângela vassallo, marisa D Alessandri, marlene bregman, milena seabra, mônica Gregori, nelcina tropardi, newman debs, olavo ferreira, Paulo Chueiri, paulo de tarso nogueira, paulo macedo, Pedro renato eckersdorff, priscila Cruz, rafael davini, raul Orfão filho, ricardo Amaral da silveira, ricardo ramos Quirino, roberto hilton, rodrigo Lacerda, rubens da Costa Santos, ruy mendonça, sandra sampaio, taciana martins Carvalho e tânia pavlovsky. MEDICAMENTOS E SERVIÇOS PARA SAÚDE Gaviscon Representação nº 267/11 Autor: Conar, mediante queixa de consumidores Anunciante: Reckitt Benckiser Brasil Relator: Conselheiro Flávio Vormittag Sexta Câmara Fundamento: Artigos 1º, 3º, 6º, 33, 37 e 50, letra b" do Código e seu Anexo I Consumidores de Penápolis (SP) e Curitiba (PR) consideraram inadequado comercial de medicamento para desconforto estomacal apresentado em emissora de TV por assinatura destinada ao público infantil. na opinião dos consumidores, o fato é agravado por parte do filme mostrar animação, linguagem que naturalmente atrai as crianças. Em sua defesa, a anunciante informa que a programação do filme no canal foi um erro da agência responsável e já foi corrigido. no mérito, considera que o filme não contém elementos do universo infantil e que nele foram inseridas todas as informações recomendando precaução no consumo. O relator propôs alterar a programação de mídia do comercial, voto aceito por unanimidade. 18 Junho 2012 N. 197

19 MEDICAMENTOS E SERVIÇOS PARA SAÚDE Hospital e Maternidade Santa Joana CRIANÇAS E ADOLESCENTES Estrela Flower Surprise Representação nº 293/11 Autor: Conar, por iniciativa própria Anunciante: Hospital e Maternidade Santa Joana Relatora: Conselheira Milena Seabra Sexta Câmara Fundamento: Artigos 1º, 3º, 6º e 50, letra b" do Código Por unanimidade, o Conselho de Ética recomendou a alteração de filme para TV de hospital e maternidade que não continha a indicação de direção médica, como pedido pelo Código em seu Anexo G. A defesa alegou que o filme tinha caráter institucional, não apresentando oferta de produto ou serviço. A relatora não aceitou essa justificativa, alegando que o filme contém cenas que mostram a estrutura do hospital e da maternidade e seus diferenciais. Representação nº 241/11 Autor: Conar, por iniciativa própria Anunciante: Manufatura de Brinquedos Estrela Relatora: Conselheira Marlene Bregman Primeira Câmara Fundamento: Artigos 1º, 3º, 6º, 37 e 50, letra b" do Código A direção do Conar questiona se, em anúncio para TV da linha de brinquedos Flower Surprise, há estímulo ao consumo excessivo, pela presença do apelo são vários modelos para colecionar. Após ouvir os argumentos da defesa, o Conselho de Ética deliberou, por unanimidade, pela alteração. Entendo que um imperativo de consumo dirigido à criança não se limita ao tom de voz, aos termos verbais ou à sintaxe utilizada. depende também da peça em si, escreveu a relatora, citando a ênfase dada pelo filme à natureza colecionável do brinquedo. Junho 2012 N

20 Os Acórdãos de Março / 2012 BOLETIM DO CONAR CRIANÇAS E ADOLESCENTES Mini Chef Sorveteira Havaianas Princesa Representação nº 251/11 Autor: Conar, mediante queixa de consumidor Anunciante: Long Jump Relatora: Conselheira Tânia Pavlovsky Segunda Câmara Decisão: Arquivamento Fundamento: Artigo 27, nº 1, letra a do Rice Consumidora do Rio de Janeiro questiona filme para a TV de brinquedo ao qual se atribui em locução e apresentação visual a propriedade de fazer sorvetes o que ele não é capaz de fazer. Em sua defesa, a Long Jump explica o funcionamento do brinquedo e atesta que pode, sim, fazer a guloseima, sendo que todas as informações necessárias para tanto estão contidas no manual do produto. A relatora considerou o comercial ético e propôs o arquivamento da representação. seu voto foi aceito por unanimidade. Representação nº 304/11 Autor: Conar, mediante queixa de consumidor Anunciante e agência: São Paulo Alpargatas e AlmapBBDO Relatora: Conselheira Mônica Gregori Sexta Câmara Fundamento: Artigos 1º, 3º, 6º, 37 e 50, letra b" do Código Consumidor de Pirapozinho (SP) considera que filme para a TV das Havaianas traz apelo persuasivo de consumo dirigido a crianças, sugerindo a superioridade de quem usa a sandália, o que é reprovado pelo Código Brasileiro de Autorregula men ta ção Publicitária. para o consumidor, o comercial usa de subterfúgio ao relacionar a posse da sandália à condição de ser uma princesa, resumida na frase final da peça: Chegaram as Havaianas Princesa. toda princesinha usa!. A relatora não aceitou os termos da defesa enviada por anunciante e agência e propôs a alteração. Apesar de ser um jargão usado frequentemente pela comunicação publicitária, a forma imperativa com que se relaciona o uso da sandália à condição de princesa pode levar um público com menos poder de discernimento e abstração da mensagem, como as crianças, a associar a sua própria condição à posse ou não do produto, escreveu ela em seu voto, que foi aprovado por unanimidade. 20 Junho 2012 N. 197

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