Perícia Médica. É o ato médico ou conjunto de procedimentos técnicos atribuídos aos Médicos pela legislação pertinente.

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2 Perícia Médica É o ato médico ou conjunto de procedimentos técnicos atribuídos aos Médicos pela legislação pertinente. Realizado por profissional da medicina, legalmente habilitado informar e esclarecer alguma autoridade sobre fato próprio de sua especificidade funcional, no interesse da justiça, administração ou outra autoridade. Médico Perito

3 PERÍCIA MÉDICA É ATO MÉDICO

4 PERÍCIA MÉDICA Ciência - Técnica JUSTIÇA SOCIAL

5 Perícia Médica A Atividade Médico-Pericial Tem importância capital dentro das Instituições e Sistemas de Previdência. É ao mesmo tempo instrumento de paz social, pois garante o amparo legítimo ao beneficiário realmente incapacitado, e instrumento de controle, para despesas evitáveis e decorrentes de pressões extra-doença, e que podem colocar em risco o equilíbrio das Instituições.

6 Perícia Médica Perícia Judicial Civil e Trabalhista Perícia Administrativa Perícia Previdenciária

7 Perícia Médica Perícia Médico-Legal Perícia em Seguradoras Perícia em Planos de Saúde Outras (Perícia de Erro Médico, Medicina do Tráfego, etc.)

8 A PREVIDÊNCIA SOCIAL ESTÁ INSERIDA EM UM CONCEITO MAIS AMPLO: SEGURIDADE SOCIAL PREVIDÊNCIA ASSISTÊNCIA SOCIAL SAÚDE

9 PREVIDÊNCIA NO BRASIL REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RGPS REPARTIÇÃO SIMPLES TRABALHADORES DO SETOR PRIVADO E FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS CELETISTAS Obrigatório, nacional, público, subsídios sociais, benefício definido: teto do RGPS reajustado anualmente Administrado pelo INSS ADMITE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES - RPPS REPARTIÇÃO SIMPLES / CAPITALIZAÇÃO FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS ESTATUTÁRIOS CIVIS OU MILITARES Obrigatório, público, níveis federal, estadual e municipal, benefício definido: tetos dos poderes. ADMINiSTRADO PELOS RESPECTIVOS GOVERNOS ADMITE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Lei Complementar nº 109/01 PÚBLICO VARIADO Optativa, administrada por fundos abertos ou fechados ABERTA = Bancos (PGBL / VGBL) FISCALIZADA PELO MF CAPITALIZAÇÃO FECHADA FISCALIZADA PELO MPS Patrocinador Fundos de Pensão Instituidor Plano A Plano B Plano C

10 OBJETIVO PRINCIPAL A Previdência Social deve: GARANTIR UMA RENDA AOS SEUS SEGURADOS CONTRIBUINTES QUANDO ESTES NÃO MAIS PUDEREM TRABALHAR

11 Perícia Médica Perícia Médico-Legal Perícia em Seguradoras Perícia em Planos de Saúde Outras (Perícia de Erro Médico, Medicina do Tráfego, etc.)

12 A PERÍCIA MÉDICA ADMINISTRATIVA

13 Perícia Médica Administrativa Ramo da Perícia Médica voltado à determinação da incapacidade para o trabalho, para instrumentalizar processos de cunho administrativo, relacionados à concessão de benefícios

14 Área de Atuação de Perícia Administrativa: Exame para Afastamento do Trabalho para Assistência à Saúde de familiares do Servidor. Exame Médico visando readaptação funcional ou Reabilitação Profissional. Exame Demissional.

15 Área de Atuação de Perícia Administrativa: Exame Admissional. Exame Periódico. Exame para Avaliação de Incapacidade Laborativa Temporária ou Permanente ( Junta Médica Oficial ) Definitiva decorrente de acidente do trabalho ou não.

16 Área de Atuação de Perícia Administrativa Junta Médica para Isenção de Imposto de Renda ( proventos de aposentadoria, pensão ou reforma de servidores com: tuberculose ativa, alienação mental, esclerose múltipla, neoplasia maligna, cegueira posterior ao ingresso no serviço público, hanseníase, cardiopatia grave, doença de Parkinson, paralisia irreversível e incapacitante, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, estados avançados do mal de Paget (osteíte deformante), Síndrome de Imunodeficiência Adquirida - AIDS, Mucoviscidose, Hepatopatia Grave e outras que a lei indicar, com base na medicina especializada.

17 PERÍCIAS ADMINISTRATIVAS DIFICULDADES E ASPECTOS POLÊMICOS

18 DIFICULDADES 1.Relação do Perito com o Periciando, com Médicos Assistentes e com Médico do Trabalho 2.Preenchimento do Laudo Pericial 3.Obrigatoriedade de atender ao C.E.M. 4.Simulação.

19 Relação do Perito com o Periciando, com Médicos Assistentes e com Médico do Trabalho

20 Médico Assistente Médico Perito Médico Trabalho Paciente

21 O Perito Médico Características: sólida formação clínica amplo domínio da legislação profundos conhecimentos de profissiografia

22 O Perito Médico De nada adianta o médico saber absolutamente tudo sobre uma doença seu diagnóstico, avaliação, tratamento, forma de acompanhamento, sinais de piora do quadro, se a questão a responder não é absolutamente nenhuma destas. A dúvida a ser respondida é, dentro deste exemplo, em que estágio desta doença o segurado é considerado incapaz? Quando começou a incapacidade? Até quando permanecerá incapaz? Tem condições de ser Reabilitado?

23 Postulados Éticos do Perito Médico 1) Evitar conclusões intuitivas e precipitadas. 2) Falar pouco e em tom sério. 3) Agir com modéstia e sem vaidade. 4) Manter o sigilo exigido. 5) Ter autoridade para ser acreditado. 6) Ser livre para agir com isenção. 7) Não aceitar a intromissão de ninguém. 8) Ser honesto e ter vida pessoal correta. 9) Ter coragem para decidir. 10) Ser competente para ser respeitado.

24 A máxima da atuação pericial: Aquele que compreender que não poderá ser um perito honesto, seja honesto, não seja perito (Abraham Lincoln).

25 Perito Médico NÃO LEGISLA NÃO JULGA NÃO CONCEDE NÃO POSTERGA PERÍCIA CONCLUI COMUNICA DECIDE

26 Corriqueiros enganos cometidos pelos médicos assistentes ao encaminharem pacientes à perícia médica do INSS resultam do simples desconhecimento de que os benefícios se baseiam na incapacidade laborativa e não meramente na doença. Jornal de Medicina, do CFM. Brasília, DF, nº 155, mai./jun. 2005, p. 24

27 INCAPACIDADE Impossibilidade de desempenho das funções específicas de uma atividade ou ocupação, habitualmente exercida, em conseqüência de alterações morfopsicofisiológicas provocadas por doença ou acidente. O risco de vida, para o trabalhador ou para terceiros, ou de agravamento, que a permanência em atividade possa acarretar, será implicitamente incluído no conceito de incapacidade, desde que palpável e indiscutível.

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29 BENEFÍCIOS POR INCAPACIDADE PREVIDÊNCIA X ASSISTENCIALISMO

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36 QUERER X PODER X DEVER Resulta, da definição, o papel da perícia médica, com a função de identificar o periciando que não pode trabalhar em razão de uma doença ou acidente e o segurado que não deve trabalhar, sob pena de sofrer agravamento de sua doença, risco de vida ou risco para terceiros. Como a princípio, todo periciando julga estar incapacitado, o perito deve também distinguir aqueles que não querem trabalhar, dos que não podem ou não devem.

37 QUERER X PODER X DEVER

38 DIFICULDADES Preenchimento do Laudo Pericial

39 Laudo da Perícia Médica Exame Clínico Análise dos Dados Conclusão Avaliação Situação examinado Consideração Finalidade Exame Parecer Conclusivo

40 Laudo da Perícia Médica R P M C P M LAUDO DA PERÍCIA MÉDICA

41 LAUDO MÉDICO PERICIAL Não basta examinar bem e nem chegar a uma conclusão correta. É preciso registrar, no Laudo de Perícia Médica, com clareza e exatidão, todos os dados fundamentais e os pormenores importantes, de forma a permitir à autoridade competente que deva manuseá-lo, inteirar-se dos dados do exame e conferir a conclusão emitida.

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51 Nota técnica PFE/INSS/CGMAD/DPES nº 03/2007 Parecer CFM nº 08/2008 Remete a processo ético e administrativo o executor de laudo médico pericial nas situações: a)falta de coerência - histórico/exame físico com diagnóstico; b) Falta de coerência - histórico/exame físico com parecer conclusivo do laudo; c) Uso do instrumento copia-cola sem nova fundamentação; d)laudo pericial efetuado sem presença do segurado.

52 DIFICULDADES Obrigatoriedade de atender ao C.E.M.

53 PERÍCIA E A ÉTICA MÉDICA

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55 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL É vedado ao médico Art. 11. Receitar, atestar ou emitir laudos de forma secreta ou ilegível, sem a devida identificação de seu número de registro no Conselho Regional de Medicina da sua jurisdição, bem como assinar em branco folhas de receituários, atestados, laudos ou quaisquer outros documentos médicos.

56 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL É vedado ao médico Art. 12. Deixar de esclarecer o trabalhador sobre as condições de trabalho que ponham em risco sua saúde, devendo comunicar o fato aos empregadores responsáveis. Parágrafo único. Se o fato persistir, é dever do médico comunicar o ocorrido às autoridades competentes e ao Conselho Regional de Medicina.

57 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL É vedado ao médico Art. 13. Deixar de esclarecer o paciente sobre as determinantes sociais, ambientais ou profissionais de sua doença.

58 É vedado ao Médico PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA Art. 17. Deixar de cumprir, salvo por motivo justo, as normas emanadas dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina e de atender às suas requisições administrativas, intimações ou notificações no prazo determinado. Art. 18. Desobedecer aos acórdãos e às resoluções dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina ou desrespeitálos.

59 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA RELAÇÃO ENTRE MÉDICOS É vedado ao médico: Art. 50. Acobertar erro ou conduta antiética de médico.

60 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA RELAÇÃO ENTRE MÉDICOS É vedado ao médico: Art. 54. Deixar de fornecer a outro médico informações sobre o quadro clínico de paciente, desde que autorizado por este ou por seu representante legal.

61 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA RELAÇÃO ENTRE MÉDICOS É vedado ao médico: Art. 57. Deixar de denunciar atos que contrariem os postulados éticos à comissão de ética da instituição em que exerce seu trabalho profissional e, se necessário, ao Conselho Regional de Medicina.

62 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA SIGILO PROFISSIONAL É vedado ao médico: Art. 73. Revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por motivo justo, dever legal ou consentimento, por escrito, do paciente. Parágrafo único. Permanece essa proibição: a) mesmo que o fato seja de conhecimento público ou o paciente tenha falecido;

63 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA SIGILO PROFISSIONAL É vedado ao médico: Parágrafo único. Permanece essa proibição: b) quando de seu depoimento como testemunha. Nessa hipótese, o médico comparecerá perante a autoridade e declarará seu impedimento; c) na investigação de suspeita de crime, o médico estará impedido de revelar segredo que possa expor o paciente a processo penal.

64 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA SIGILO PROFISSIONAL É vedado ao médico: Art. 76. Revelar informações confidenciais obtidas quando do exame médico de trabalhadores, inclusive por exigência dos dirigentes de empresas ou de instituições, salvo se o silêncio puser em risco a saúde dos empregados ou da comunidade.

65 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA SIGILO PROFISSIONAL É vedado ao médico: Art. 77. Prestar informações a empresas seguradoras sobre as circunstâncias da morte do paciente sob seus cuidados, além das contidas na declaração de óbito, salvo por expresso consentimento do seu representante legal.

66 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA SIGILO PROFISSIONAL É vedado ao médico: Art. 78. Deixar de orientar seus auxiliares e alunos a respeitar o sigilo profissional e zelar para que seja por eles mantido.

67 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA DOCUMENTOS MÉDICOS É vedado ao médico: Art. 80. Expedir documento médico sem ter praticado ato profissional que o justifique, que seja tendencioso ou que não corresponda à verdade.

68 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA DOCUMENTOS MÉDICOS É vedado ao médico: Art. 81. Atestar como forma de obter vantagens.

69 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA DOCUMENTOS MÉDICOS É vedado ao médico: Art. 82. Usar formulários de instituições públicas para prescrever ou atestar fatos verificados na clínica privada.

70 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA DOCUMENTOS MÉDICOS É vedado ao médico: Art. 85. Permitir o manuseio e o conhecimento dos prontuários por pessoas não obrigadas ao sigilo profissional quando sob sua responsabilidade.

71 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA DOCUMENTOS MÉDICOS É vedado ao médico: Art. 86. Deixar de fornecer laudo médico ao paciente ou a seu representante legal quando aquele for encaminhado ou transferido para continuação do tratamento ou em caso de solicitação de alta.

72 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA DOCUMENTOS MÉDICOS É vedado ao médico: Art. 88. Negar, ao paciente, acesso a seu prontuário, deixar de lhe fornecer cópia quando solicitada, bem como deixar de lhe dar explicações necessárias à sua compreensão, salvo quando ocasionarem riscos ao próprio paciente ou a terceiros.

73 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA DOCUMENTOS MÉDICOS É vedado ao médico: Art. 89. Liberar cópias do prontuário sob sua guarda, salvo quando autorizado, por escrito, pelo paciente, para atender ordem judicial ou para a sua própria defesa.

74 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA DOCUMENTOS MÉDICOS 1º Quando requisitado judicialmente o prontuário será disponibilizado ao perito médico nomeado pelo juiz. 2º Quando o prontuário for apresentado em sua própria defesa, o médico deverá solicitar que seja observado o sigilo profissional.

75 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA DOCUMENTOS MÉDICOS É vedado ao médico: Art. 90. Deixar de fornecer cópia do prontuário médico de seu paciente quando requisitado pelos Conselhos Regionais de Medicina.

76 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA DOCUMENTOS MÉDICOS É vedado ao médico: Art. 91. Deixar de atestar atos executados no exercício profissional, quando solicitado pelo paciente ou por seu representante legal.

77 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA AUDITORIA E PERÍCIA MÉDICA É vedado ao médico: Art. 92. Assinar laudos periciais, auditoriais ou de verificação médico-legal, quando não tenha realizado pessoalmente o exame.

78 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA AUDITORIA E PERÍCIA MÉDICA É vedado ao médico: Art. 93. Ser perito ou auditor do próprio paciente, de pessoa de sua família ou de qualquer outra com a qual tenha relações capazes de influir em seu trabalho ou de empresa em que atue ou tenha atuado.

79 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA AUDITORIA E PERÍCIA MÉDICA É vedado ao médico: Art. 94. Intervir, quando em função de auditor, assistente técnico ou perito, nos atos profissionais de outro médico, ou fazer qualquer apreciação em presença do examinado, reservando suas observações para o relatório.

80 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA AUDITORIA E PERÍCIA MÉDICA É vedado ao médico: Art. 96. Receber remuneração ou gratificação por valores vinculados à glosa ou ao sucesso da causa, quando na função de perito ou de auditor.

81 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA AUDITORIA E PERÍCIA MÉDICA É vedado ao médico: Art. 97. Autorizar, vetar, bem como modificar, quando na função de auditor ou de perito, procedimentos propedêuticos ou terapêuticos instituídos, salvo, no último caso, em situações de urgência, emergência ou iminente perigo de morte do paciente, comunicando, por escrito, o fato ao médico assistente.

82 PERÍCIA E ÉTICA MÉDICA AUDITORIA E PERÍCIA MÉDICA É vedado ao médico: Art. 98. Deixar de atuar com absoluta isenção quando designado para servir como perito ou como auditor, bem como ultrapassar os limites de suas atribuições e de sua competência. Parágrafo único. O médico tem direito a justa remuneração pela realização do exame pericial.

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89 DIFICULDADES Simulação

90 SIMULAÇÃO A simulação é uma forma muito arcaíca de luta pela vida. O que podemos elaborar como definição da simulação é que o indivíduo imitaria um determinado tipo ou modelo de comportamento para poder auferir as vantagens que a sociedade ou a lei, como tal, atribui a alguém portador daquilo que ela está representando. Um exemplo bem típico em nosso cultura é o mendigo. Alguém que simula ser pobre, que aparenta ser debilitado para suscitar pena e compaixão.

91 SIMULAÇÃO Gerente de banco, que tendo perdido seu emprego e com muitas dívidas a saldar, simulou um acidente contra si próprio, para ganhar o seguro. Estupidamente, pediu a um amigo para lhe amputar um braço. Buscava o prêmio pelo desastre.

92 SIMULAÇÃO Indivíduo que foi reprovado no exame de vista, para ingresso no Serviço Militar. Não conseguia ler uma só letra no painel mostrado. À noite, o médico foi ao cinema. Terminada a sessão, viu aquele camarada. Lembrou-se: é o mesmo que reprovei hoje no exame visual... Atônito o rapaz toma a palavra e pergunta ao médico: esse ônibus vai mesmo para aonde?

93 SIMULAÇÃO Para o prof. José Alves Garcia (Psicopatologia Forense) o indivíduo que busca simulação já indicaria por si só uma patologia, provavelmente da ordem da psicopatia. Para ele não seria normal buscar benefício ou situação de privilégio com a simulação. Pelo fato mesmo de buscar estes artefatos já indicaria uma doença.

94 SIMULAÇÃO Outro paradoxo da situação é a dissimulação que seria o inverso. Isto é, negar que tem algum problema para tirar benefício. A simulação pode ser em sentido inverso. O indivíduo que esconderia algum tipo de problema ou transtorno para não vir a se prejudicar.

95 METASSIMULAÇÃO Na metassimulação as perturbações existem mas são exageradas (Alcântara, 2006, considera metassimulação a situação em que o indivíduo já se encontra curado mas continua intencionalmente exibindo os sintomas e dá o nome de supersimulação à circunstância onde o indivíduo junta aos sinais e sintomas de sua doença, sinais e sintomas de outras doenças que julgue poder estar associadas).

96 ASPECTOS POLÊMICOS 1.Sigilo Pericial. 2.Presença de acompanhante na Perícia Médica. 3.Especialista/Especialidade

97 ASPECTOS POLÊMICOS Sigilo Pericial

98 PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 6032/09 INTERESSADO: Comissão de Ética Médica/ Gex Campo Grande/ MS - INSS ASSUNTO: Acesso de não médicos aos prontuários médicos contidos no banco de dados eletrônico do INSS (Sistema de Administração de Benefícios por Incapacidade SABI). RELATOR: Cons. Renato Moreira Fonseca EMENTA: Disponibilizar manuseio, impressão ou consulta do prontuário médico de segurado, para servidores não médicos de instituições públicas ou privadas, sem que o ato atenda os requisitos legais, constitui infração ao Código de Ética Médica e demais disposições normativas relacionadas.

99 PROCESSO-CONSULTA CFM nº 8.239/09 CFM nº 19/10 INTERESSADO: Diretoria de Perícia Médica e Saúde Ocupacional Secretaria de Estado de Gestão Pública Alagoas ASSUNTO: Obrigatoriedade de apensar, em processos, exames médicos dos servidores para análise de instituições não médicas RELATOR: Cons. Renato Moreira Fonseca EMENTA: Exames médicos devem ser apensados ao prontuário médico-legal do periciado, não sendo ético seu fornecimento a órgãos ou pessoas que não estão legalmente qualificadas para a sua manipulação. Portanto, quando o resultado da perícia é destinado a uma entidade que não possui médico responsável em seus quadros, o laudo técnico (conclusão médico-pericial) é suficiente para gerar seus efeitos ao requerente do benefício.

100 ASPECTOS POLÊMICOS Presença de acompanhante na Perícia Médica

101 PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 1.829/06 INTERESSADO:Associação Nacional dos Médicos Peritos da Previdência Social ASSUNTO: Orientação acerca da presença, durante o exame médicopericial, de pessoa(s) que não seja(m) parente(s) direto(s) ou médico(s) do paciente periciado RELATOR: Cons. Roberto Luiz d Avila EMENTA: O exame médico-pericial é um ato médico. Como tal, por envolver a interação entre o médico e o periciando, deve o médico perito agir com plena autonomia, decidindo pela presença ou não de pessoas estranhas ao atendimento efetuado, sendo obrigatórias a preservação da intimidade do paciente e a garantia do sigilo profissional, não podendo, em nenhuma hipótese, qualquer norma, quer seja administrativa, estatutária ou regimental, violar este princípio ético fundamental.

102 ASPECTOS POLÊMICOS Especialista/Especialidade

103 Objetivo da Titulação Médica Assegurar à sociedade que o médico, ao iniciar a sua prática em determinada especialidade, possui: CONHECIMENTO TREINAMENTO CONDUTA JUÍZO

104 Objetivo da Titulação em Perícia Médica Certificar que o Médico reúne condições para participar do mercado de trabalho como Médico Perito.

105 TITULAÇÃO AMB 100% das Sociedades de Especialidade Departamentos Científicos Métodos de avaliação variados Total de títulos

106 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.785/06 Dispõe sobre critérios para o reconhecimento e denominação de especialidades e áreas de atuação na Medicina, bem como a forma de concessão e registro de títulos. COMISSÃO MISTA DE ESPECIALIDADES

107 Comissão Mista de Especialidades CFM/AMB/CNRM 53 Especialidades 54 Áreas de Atuação As áreas de atuação são ligadas por precedência a uma ou mais de uma especialidade

108 Relação das Especialidades reconhecidas pela Comissão Mista de Especialidades 1. Acupuntura 2. Alergia e Imunologia 3. Anestesiologia 4. Angiologia 5. Cancerologia 6. Cardiologia 7. Cirurgia Cardiovascular 8. Cirurgia da Mão 9. Cirurgia de Cabeça e Pescoço 10. Cirurgia do Aparelho Digestivo 11. Cirurgia Geral 12. Cirurgia Pediátrica 13. Cirurgia Plástica 14. Cirurgia Torácica 15. Cirurgia Vascular 16. Clínica Médica 17. Coloproctologia 18. Dermatologia 19. Endocrinologia e Metabologia 20. Endoscopia 21. Gastroenterologia 22. Genética Médica 23. Geriatria 23. Ginecologia e Obstetrícia 25. Hematologia e Hemoterapia 26. Homeopatia 27. Infectologia 28. Mastologia 29. Medicina de Família e Comunidade 30. Medicina do Trabalho 31. Medicina de Tráfego 32. Medicina Esportiva 33. Medicina Física e Reabilitação 34. Medicina Intensiva 35. Medicina Legal 36. Medicina Nuclear 37. Medicina Preventiva e Social 38. Nefrologia 39. Neurocirurgia 40. Neurologia 41. Nutrologia RESOLUÇÃO CFM Nº 1.845/ Oftalmologia 43. Ortopedia e Traumatologia 44. Otorrinolaringologia 45. Patologia 46. Patologia Clínica /Medicina Laboratorial 47. Pediatria 48. Pneumologia 49. Psiquiatria 50. Radiologia e Diagnóstico por Imagem 51. Radioterapia 52. Reumatologia 53. Urologia

109 Relação das Áreas de Atuação reconhecidas pela Comissão Mista de Especialidades 1. Administração em Saúde 2. Alergia e Imunologia Pediátrica 3. Angioradiologia e Cirurgia Endovascular 4. Atendimento ao Queimada 5. Cardiologia Pediátrica 6. Cirurgia Crânio-Maxilo-Facial 7. Cirurgia da Coluna 8. Cirurgia do Trauma 9. Cirurgia Videolaparascópica 10.Citopatologia 11.Densitometria 12. Dor 13. Ecocardiografia 14. Ecografia Vascular com Doppler 15. Eletrofisiologia Clínica Invasiva 16. Endocrinologiandocrinologia pediátrica 17. Endoscopia Digestiva 18. Endoscopia Ginegológica 19. Endoscopia Respiratória 20. Ergometria 21. Foniatria 22. Gastroenterologia Pediátrica 23. Hansenologia 24. Hematologia e Hemoterapia Pediátrica 25. Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista 26. Hepatologia 27. Infectologia Hopitalar 28. Infectologia Pediátrica 29. Mamografia 30. Medicina Aeroespacial sem efeito Resolução CFM 1951/ Medicina de Urgência 32. Medicina do Adolescente 33. Medicina Fetal 34. Medicina Intensiva Pediátrica 35. Nefrologia Pediátrica 36. Neonatologia 37. Neurofisiologia Clínica 38. Neurologia Pediátrica 39. Neurorradiologia. 40. Nutrição Parenteral e Enteral RESOLUÇÃO CFM Nº 1.845/ Nutrição Parenteral e Enteral Pediátrica 42. Nutrologia Pediátrica 43. Perícia Médica sem efeito - Resolução CFM n. 1930/ Pneumologia Pediátrica 45. Psicogeriatria 46. Psicoterapia 47.Psiquiatria da Infância e Adolescencia 48. Psiquiatria Forense 49.Radiologia Intervencionista e Angiorradilogia 50. Reprodução Humana 51. Reumatolgia Pediátrica 52. Sexologia 53.Transplante de Medula Óssea 54.Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia

110 Comissão Comissão Nacional Nacional de de Residência Residência Médica Médica Perícia Médica como Área de Atuação comum a todas Especialidades Médicas

111 Área de Atuação em Perícia Médica PERÍCIA MÉDICA Formação: 1 ano Comissão Nacional de Residência Médica CNRM: Opcional em qualquer PRM AMB: Concurso do Convênio AMB/Sociedade Brasileira de Perícia Médica Requisito: TEAMB (Sem efeito a partir da publicação da Resolução CFM n. 1930/2009) RESOLUÇÃO CFM Nº 1.845/2008

112 Áreas de Atuação em Perícia Médica Dos 350 médicos especialistas que se candidataram para Comissão o primeiro concurso de certificação da SBPM, Nacional 118 de foram aprovados, preenchendo os pré-requisitos Residência do Edital de Exame de Suficiência Médica para Obtenção do Certificado de Atuação em Perícia Médica e atingindo a pontuação mínima (70 pontos). A certificação e, principalmente, o reconhecimento da competência da SBPM pela AMB representou significativa conquista para os Médicos peritos e para a Perícia Médica.

113 Comissão Nacional de Residência Médica Medicina Legal 2010 e 2011 Perícia Médica

114 Comissão Nacional de Residência Médica

115 Comissão Nacional de Residência Médica

116 Associações de Medicina Legal e Perícias Médicas juntas Portal do CFM, Sex, 30 de Julho de :30 Comissão A Associação Brasileira Nacional de Medicina de Legal (ABML) e a Sociedade Brasileira de Residência Perícias Médicas (SBPM) reafirmaram a intenção de Médica fundir as duas entidades. A proposta foi anunciada durante o XII Encontro Nacional das Entidades Médicas (ENEM), promovido entre 28 e 30 de julho, em Brasília (DF). Segundo as entidades, a união proporcionará um avanço na atuação técnicocientífica na área médica e um crescimento significativo no que diz respeito à representação dos membros. A nova Associação terá estatuto e registro próprios.

117 Associações de Medicina Legal e Perícias Médicas juntas Comissão Nacional de Residência Médica

118 Associações de Medicina Legal e Perícias Médicas juntas Comissão Nacional de Residência Médica

119 Especialidade Médica Medicina Legal e Perícia Médica Medicina Legal Comissão Nacional de Residência Médica Medicina Legal e Perícia Médica Perícia Médica

120 Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícias Médicas + =

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122 SBPM e ABML trabalham na construção da especialidade Medicina Legal e Perícias Médicas Em reunião realizada em 01 de abril, dirigentes da Sociedade Brasileira de Perícias Médicas e da Associação Brasileira de Medicina Legal estiveram reunidos para dar continuidade aos trâmites de concretizar a normatização da especialidade Medicina Legal e Perícias Médicas. O encontro ocorreu na sede do Conselho Federal de Medicina (CFM), em Brasília. Próxima reunião agendada para o dia 05 de julho de 2011.

123 Perspectivas Especialidade Médica de Medicina Legal e Perícias Médicas Titulação. Formação, capacitação e educação médica continuada. Defesa Profissional: remuneração adequada, condições de trabalho ( SEGURANÇA) e estabelecer como pré-requisito para a atuação como perito judicial e/ou assistente técnico, bem como para participação de processo seletivo para carreiras públicas de Perito Médico, a necessidade de ser especilista em Medicina Legal e Perícias Médicas.

124 -- -- Cremers Selecione em dois --cliques -- Dr. Ophir Filgueiras Cavalcante Júnior apoia a especialização em Medicina Legal e Perícias Médicas

125 -- -- Cremers Selecione em dois --cliques -- TÍTULO DE ESPECIALISTA EM MEDICINA LEGAL E PERÍCIA MÉDICA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.973, DE 14 DE JULHO DE 2011 Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 01 ago Seção I, p ALTERA o Anexo II da Resolução CFM nº 1.845, de Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM Nº 1.845/08, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM).

126 -- -- Cremers Selecione em dois --cliques -- TÍTULO DE ESPECIALISTA EM MEDICINA LEGAL E PERÍCIA MÉDICA 4) TITULAÇÕES E CERTIFICAÇÕES DE ESPECIALIDADES MÉDICAS Título de especialista em MEDICINA LEGAL E PERÍCIA MÉDICA Formação: 3 anos CNRM: Programa de Residência Médica em Medicina Legal e Perícia Médica AMB: Concurso da Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícias Médicas

127 -- -- Cremers Selecione em dois --cliques -- CFM: Reunião da Câmara Técnica de Medicina Legal e Perícias Médicas 05/08/2011

128 -- -- Cremers Selecione em dois --cliques -- EDITAL DE CONCURSO PARA OBTENÇÃO DE TÍTULO DE ESPECIALISTA EM MEDICINA LEGAL E PERÍCIA MÉDICA A Medicina Legal e Perícia Médica é Especialidade Médica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). As normas para Realização de Concurso para Título de Especialista em Medicina Legal e Perícia Médica baseiam-se naquelas estabelecidas pelo convênio ABML/AMB/CFM A nova nomenclatura é Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícia Médica. 01/08/2011

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CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.973/2011 (Publicada no D.O.U. de 1º de agosto de 2011, Seção I, p. 144-147) Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.845/08, que celebra

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