LEVANTAMENTO DE FONTES PARA O DICIONÁRIO BRASILEIRO DA GUERRA DO PARAGUAI

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1 LEVANTAMENTO DE FONTES PARA O DICIONÁRIO BRASILEIRO DA GUERRA DO PARAGUAI Thasley Westanyslau Alves Pereira 1 ; Marcelo Santos Rodrigues 2. 1 Aluno do Curso de História; Campus de Porto Nacional; PIBIC/CNPq 2 Orientador(a) do Curso de História; Campus de Porto Nacional; RESUMO: A Guerra do Paraguai ( ) foi o principal conflito ocorrido na América do Sul. Os envolvidos foram a Argentina, o Uruguai e o Brasil contra o Paraguai. Durante o período da guerra, a imprensa no Brasil assumiu um caráter informativo sobre as inúmeras particularidades do campo de batalha. Periodicamente, de acordo com a chegada dos correios do sul, a imprensa noticiava uma série de fatos sobre a contenda, inclusive a atuação de personagens variados. Assim, a proposta da pesquisa consistiu em levantar informações completas sobre personagens que estiveram diretamente ou indiretamente envolvidos na Guerra do Paraguai. A metodologia aplicada iniciou com a leitura preliminar de uma bibliografia específica e em paralelo, ocorria à consulta no acervo documental. Palavras-chave: Guerra do Paraguai; Imprensa; Levantamento; Personagens. INTRODUÇÃO A segunda metade do século XIX não aparentava existir qualquer possibilidade de uma guerra internacional, no entanto, quando o Império brasileiro decretou oficialmente a guerra, o exército paraguaio já havia invadido a província do Mato Grosso e contava com 24 mil homens em território argentino com a finalidade de tomar a província do Rio Grande do Sul. A idéia de escrever um Dicionário da Guerra do Paraguai a partir dos minuciosos relatos publicados na imprensa brasileira, fonte importante para o historiador, justifica-se pelo fato de que muitos jornais do período acompanharam o cotidiano e o desfecho das batalhas. Estes jornais tornamse um grande inventário descritivo da campanha. Nesse sentido, a pesquisa objetivou levantar informações completas acerca dos personagens e batalhas da contenda. A formação de um banco de

2 dados sobre o temática da pesquisa subsidiará a elaboração de um dicionário brasileiro da Guerra do Paraguai, objetivando preencher a ausência de uma obra com informações concisas e capazes de auxiliar pesquisadores do conflito que imprimiu na história dos países envolvidos, efeitos estruturais. MATERIAL E MÉTODOS Entender a dimensão da Guerra do Paraguai implica compreender as relações estabelecidas entre as nações envolvidas no conflito. A dinâmica temporal da guerra nos fez visitar inclusive o período colonial, os movimentos independentistas, assim como a conjuntura da guerra, elegendo a dinâmica política e social, interna e externa dos países envolvidos como causas estruturais para o conflito. Nesse sentido, foi utilizado como método inicial o levantamento bibliográfico que abarcasse o contexto histórico anterior ao conflito, como também do próprio desenrolar da guerra, para compreender as suas origens e a sua magnitude, orientando dessa maneira a pesquisa documental. Em paralelo a essa leitura preliminar, se desenvolvia a pesquisa documental no acervo de periódicos do Centro de Documentação Histórica. A consulta consistiu na identificação e leitura de reportagens que contemplassem os objetivos da pesquisa. Posteriormente, foram digitalizadas as notícias identificadas por meio da fotografia digital. Como materiais, utilizamos o acervo de jornais microfilmados do Centro de Documentação Histórica, máquina reprodutora de microfilmes, câmera digital e um computador para armazenamento e transcrição de informações decorrentes do levantamento de fontes. RESULTADOS E DISCUSSÃO A Guerra do Paraguai foi resultado de todo um processo histórico. Inúmeros fatores influenciaram decididamente o fatídico conflito. Interesses de ordem geopolítica na região platina, associados a interesses internos das nações envolvidas na guerra, somando-se também as antigas rivalidades originárias ainda do período colonial, figuraram as motivações principais que desencadearam o que é visto pela historiografia como o maior conflito ocorrido na América do Sul. Como resultado, a Guerra do Paraguai para os países envolvidos contribuiu de forma substancial para a formação das novas realidades que surgiam no pós-guerra e acima de tudo, possuiu um caráter importante para a consolidação dessas nações em Estados Nacionais. No geral, a representação historiográfica sobre a Guerra do Paraguai trata das origens, das disputas geopolíticas, das batalhas, dos personagens principais do conflito, elegendo heróis e vilões,

3 seja na figura dos próprios Estados, seja na de seus governantes e ainda nos chefes das armas e oficiais. Até o século XX, a historiografia brasileira sobre a Guerra no Prata se divide em dois momentos distintos, um de cunho tradicional e outro marcados pelo revisionismo histórico. No pós-guerra, a historiografia de caráter tradicional foi produzida inclusive por militares que participaram diretamente no conflito. Obviamente sendo representante de uma classe, a historiografia produzida por estes sujeitos é marcada pela exaltação de papéis desempenhados por militares, sobretudo quando ao fim da guerra, a monarquia começava a enfraquecer e os movimentos republicanos começavam a ganhar força no Brasil, sendo o exército imperial partidário da nova ordem política que surgia no Brasil. Era preciso nesse momento enaltecer a postura do exército durante o conflito, elegendo heróis, narrando grandes feitos de armas nas batalhas. O contexto entre os anos 60 e 80 foi marcado pelo surgimento das Ditaduras na América Latina. Tal conjuntura influenciou diretamente nas intepretações da historiografia sobre a Guerra do Paraguai, surgindo a partir desse período o revisionismo sobre o conflito armado. De aspecto antagônico do viés tradicional, o revisionismo desse período coloca o Paraguai com vítima do imperialismo inglês, promovendo Solano López como líder antiimperialista, dialogando assim com o período das ditaduras, marcado pelo imperialismo norte americano. As pesquisas históricas do período atingiam em cheio a ideologias sustentadas pelas ditaduras militares, uma vez que desmoralizavam seus aportes históricos, seus ídolos e seus alicerces ideológicos. Essa distinção das representações historiográficas da Guerra do Paraguai é um ponto importante dentro dos objetivos da pesquisa. Essa criticidade nos permitiu inclusive manter um olhar mais atento frente à pesquisa documental. Muito embora o corpus documental seja distinto, a essência do posicionamento não muda conforme a nossa fonte, fonte esta portadora de opinião e afirmações que atendem a um objetivo particular. Em relação ao corpus documental, destacamos o papel da imprensa como uma importante fonte de informação do que ocorria nos pontos mais afastados do Império, - sobretudo da corte - em um período em que a comunicação entre os pontos do vasto Império do Brasil era extremamente demorada. Frente a Guerra do Paraguai, foi um importante veículo de transmissão do que ocorria no teatro da guerra, sobretudo através dos seus correspondentes nas capitais dos países aliados do Império. Esses correspondentes traziam informações gerais sobre o conflito, trazendo consigo inclusive a visão de argentinos e uruguaios sobre os aspectos variados da guerra. Nas folhas

4 encontramos publicações que se referiam a aspectos gerais dos campos de batalhas. Artigos, cartas particulares e oficiais, correspondências entre os generais aliados, assim como destes com um comandante inimigo, documentos e instruções oficiais que partiam do Ministério dos Negócios da Guerra, relatórios oficiais dos combates, documentos e cartas tomadas do inimigo, assim como apontamentos de correspondentes. Todas essas publicações trazem informações: como o local em que se desemboca uma batalha, ações e manobras de combates, nomes dos chefes militares das operações, funções dos batalhões nas manobras militares e atuações dos oficiais comandantes dos mesmos, destacam inclusive a atuação de soldados nos embates. Tais documentos informam ainda sobre a situação do exército em termos das necessidades para a manutenção de suas operações na guerra, estimam a quantidade de aliados, como também do exército paraguaio em dado ponto do campo de batalha, fazem ainda menção ao armamento utilizado, perpetram o parecer da imprensa portenha e uruguaia sobre a atuação do exército brasileiro. Em linhas gerais, ilustram o cotidiano do campo de batalha, as precariedades do serviço, as dificuldades enfrentadas pelos aliados, dramatizam os combates por meio dos relatos das contendas, contabilizam os resultados funestos da guerra, criam a imagem do paraguaio, do Paraguai e do seu soberano, enfatizam a luta da civilização contra a barbárie, fazendo um juízo de valor na medida em que diminui o inimigo da causa nacional. Outra questão peculiar da imprensa na fase imperial é o fato de haver uma franca circulação de idéias, havendo uma liberdade de imprensa assegurada pela monarquia, possibilitando inclusive a publicação anônima de artigos. No geral, as folhas possuíam caráter político, se distribuindo no período entre guerra em uma dualidade entre os partidos conservadores e liberais, trazendo artigos com informações em muitas vezes discordantes sobre o conflito. Nesse sentido, a pesquisa se desenvolveu criticamente e conscientizada quanto a essas peculiaridades relativas tanto as representações historiográficas, assim como da própria fonte trabalhada. LITERATURA CITADA

5 BUSHNELL, David. A independência da América do Sul espanhola. IN: BETHEL, Leslie (org.). História da América Latina: da Independência a 1870, volume III. 1. Ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo; Brasília, DF: Fundação Alexandre de Gusmão CERQUEIRA, Dionísio. Reminiscência da campanha do Paraguai: Rio de Janeiro: Bibliex, DOARATIOTO, Francisco. A maldita guerra: nova história do Paraguai. São Paulo: Companhia das Letras, HOMEM. Coronel J.S. Torres. Annaes da Guerra entre o Brazil com os Estados do Prata e o Paraguay. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, LYNCH, John. As origens da independência da América Latina. IN: BETHEL, Leslie (org.). História da América Latina: da Independência a 1870, volume III. 1. Ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo; Brasília, DF: Fundação Alexandre de Gusmão MENEZES, Alfredo da Mota. Guerra do Paraguai: como construímos o conflito. São Paulo: Contexto; Cuiabá, MT: Editora da Universidade Federal de Mato Grosso, RODRIGUES, Marcelo Santos. Guerra do Paraguai: Os caminhos da memória, entre a comemoração e o esquecimento f. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação de História Social. USP Universidade de São Paulo SP, Os involuntários da pátria na Guerra do Paraguai (a participação da Bahia no conflito) f. Dissertação (Mestrado). Mestrado em História. FFCH-UFBA Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal da Bahia BA, TAUNAY, Alfredo d Escragnolle. A retirada da Laguna. 1. Ed. Rio de Janeiro: Typographia Americana, AGRADECIMENTOS Agradeço ao Professor/Dr. Marcelo Santos Rodrigues (Orientador) pelo suporte e toda a orientação que me foi dirigida no correr da pesquisa, mas, sobretudo por ter me inserido na pesquisa histórica. "O presente trabalho foi realizado com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CNPq Brasil".

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