RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA

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1 RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA 2007/2008 DEPARTAMENTO Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial CURSO Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial (2.º Ciclo) 1. INTRODUÇÃO O Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial 2.º Ciclo, foi criado pelo Despacho N.º I/2007 (II Série do Diário da República N.º 220 de 15 de Novembro de 2007) com a designação de Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial, tendo sido registado na Direcção-Geral do Ensino Superior com o número R/B-CR-410/2007. O Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial 2.º Ciclo entrou em funcionamento no ano lectivo 2007/2008, tendo sido aberto um processo de candidaturas ao mesmo no qual foram admitidos 44 alunos. A esmagadora maioria destes alunos (38) eram licenciados em Engenharia e Gestão Industrial pela Universidade de Aveiro, pelo que viram creditadas as suas competências, tendo-lhes sido atribuído um plano de estudos em que a única unidade curricular a frequentar era Estágio/Projecto/Dissertação. Adicionalmente foi dada aos alunos que em 2007/08 frequentariam o 5º ano da Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial no sistema pré-bolonha a oportunidade de transitarem para o Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial, em alternativa a terminarem essa mesma Licenciatura. O processo de transição destes alunos foi porventura o momento mais atribulado da concretização, globalmente positiva, do processo de Bolonha ao nível do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial, essencialmente devido a algumas mudanças de rumo na gestão estratégica do processo de transição na UA. Para uma maior eficiência do processo de transição contribuiu a definição de uma tabela de correspondências simples e facilmente perceptível pelos alunos, em que a cada unidade curricular feita de acordo com o plano de estudos pré-bolonha correspondia uma, e apenas uma, unidade curricular do novo plano de estudos (ver em anexo tabela de correspondências para o Mestrado em Engenharia e Gestão industrial). O enquadramento dos alunos na lógica de formação preconizada pelo novo modelo pedagógico, bem como num novo regulamento de estudos para as licenciaturas e mestrados da Universidade de Aveiro (aprovado no decorrer do ano lectivo 2007/08), foi suave e informado, verificando-se genericamente uma boa aceitação por parte dos alunos, que em muito se deveu a um modelo de funcionamento da licenciatura pré-bolonha que já se baseava na promoção do trabalho autónomo dos alunos através, por exemplo, da realização de trabalhos de grupo e pequenos projectos em algumas unidades curriculares (incluindo a sua apresentação oral). 1

2 DEPARTAMENTO Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial CURSO Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial (2.º Ciclo) 2. DEFINIÇÃO CURRICULAR DOS CURSOS A Engenharia e Gestão Industrial tem por base a análise, o projecto, o desempenho e o controlo de sistemas integrados de pessoas, materiais, equipamentos e energia. O principal objectivo do curso de mestrado em Engenharia e Gestão Industrial da Universidade de Aveiro é o de formar quadros com capacidade de analisar, modificar, criar e implementar processos de negócios complexos, com vista à optimização do seu desempenho. O perfil destes quadros inclui ainda a capacidade de estabelecer a interligação entre as diferentes funções das organizações, como consequência do esquema de formação que obriga a um estudo de forma mais aprofundada dos diferentes assuntos da área da gestão de operações, da aplicação dos sistemas de informação a estas questões, de tecnologias mais avançadas, para além de métodos quantitativos mais complexos. O 2º ciclo em Engenharia e Gestão Industrial permite ainda assegurar as exigências impostas pela Ordem dos Engenheiros, que não só obriga a uma formação de cinco anos para se poder exercer a profissão de Engenheiro, como também só acredita formações em engenharia se estas tiverem a duração total de 5 anos. O ciclo de estudos conducente ao Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial possui 120 créditos ECTS e uma duração de 4 semestres curriculares (30 ECTS por semestre). A fixação do número de créditos deste ciclo de estudos foi delineada com base na adopção de valores similares aos de instituições de referência de ensino universitário do espaço europeu na mesma área, tendo em vista assegurar aos estudantes portugueses condições de mobilidade e de formação e de integração profissional semelhantes, em duração e conteúdo, às dos restantes países que integram aquele espaço. A estrutura do Mestrado inclui as seguintes componentes: 1º ano - aquisição de conhecimentos avançados de Engenharia e Gestão Industrial (36 ECTS) e Gestão (6 ECTS) e de conhecimentos nas áreas complementares de Engenharia Mecânica (6 ECTS), Engenharia do Ambiente (6 ECTS) e, eventualmente, uma outra área opcional (6 ECTS). 2º ano - aquisição de conhecimentos avançados na área da Gestão (6 ECTS) e possibilidade de optar por uma de várias unidades curriculares da área da Gestão, de Engenharia e Gestão Industrial ou outras (6 ECTS). No 1º semestre os alunos iniciam o seu trabalho de Estágio / Projecto / Dissertação (18 ECTS) sendo, seguidamente, o 2º semestre inteiramente dedicado à continuação e conclusão do Estágio / Projecto / Dissertação (30 ECTS), a desenvolver na área da Engenharia e Gestão Industrial. 2

3 PLANO CURRICULAR 1º ANO / 1º SEMESTRE UNIDADES CURRICULARES ÁREA CIENTÍFICA TIPO TEMPO DE TRABALHO (HORAS) TOTAL CONTACTO Análise de Dados EGI SEMESTRAL 162 TP:60 OT:20 6 Análise e Projecto de Sistemas EGI SEMESTRAL 162 TP:60 OT:20 6 Gestão de Energia EGI SEMESTRAL 162 TP:60 OT:20 6 Gestão da Cadeia de Abastecimento EGI SEMESTRAL 162 TP:60 OT:20 6 Técnicas Avançadas de Gestão da Qualidade EGI SEMESTRAL 162 TP:60 OT:20 6 CRÉDITOS OBSERVAÇÕES 1º ANO / 2º SEMESTRE UNIDADES CURRICULARES ÁREA TEMPO DE TRABALHO (HORAS) TIPO CIENTÍFICA TOTAL CONTACTO CRÉDITOS OBSERVAÇÕES Sistemas de Apoio à Decisão EGI SEMESTRAL 162 TP:60 OT:20 6 Sistemas de Gestão Ambiental CEA SEMESTRAL 162 TP:60 OT:20 6 Desenvolvimento de Novos Produtos G SEMESTRAL 162 TP:60 OT:20 6 Tecnologias Avançadas da Produção EMEC SEMESTRAL 162 TP:60 OT:20 6 Seminário EGI SEMESTRAL 162 TP:60 OT:20 6 OPÇÃO Gestão da Inovação e da Tecnologia G SEMESTRAL 162 TP:60 OT:20 6 OPÇÃO Comportamento e Liderança nas Organizações G SEMESTRAL 162 TP:60 OT:20 6 OPÇÃO Engenharia e Desenvolvimento de Produto EMEC SEMESTRAL 162 T:30 PL:30 OT:20 6 OPÇÃO Interacção Humano-Computador I/Si SEMESTRAL 162 T:30 PL:30 OT:20 6 OPÇÃO Design em Engenharia CEM SEMESTRAL 162 T:30 PL:30 OT:20 6 OPÇÃO 3

4 2º ANO / 1º SEMESTRE UNIDADES CURRICULARES ÁREA TEMPO DE TRABALHO (HORAS) TIPO CIENTÍFICA TOTAL CONTACTO CRÉDITOS OBSERVAÇÕES Modelos e Processos de Negócio G SEMESTRAL 162 TP:60 OT:20 6 Simulação Aplicada EGI SEMESTRAL 162 TP:60 OT:20 6 OPÇÃO Estratégia e Competitividade G SEMESTRAL 162 TP:60 OT:20 6 OPÇÃO Marketing Industrial e de Serviços G SEMESTRAL 162 TP:60 OT:20 6 OPÇÃO Sistemas Flexíveis de Produção EMEC SEMESTRAL 162 T:30 PL:30 OT:20 6 OPÇÃO Energia Mobilidade e Transportes EMEC SEMESTRAL 162 T:30 PL:30 OT:20 6 OPÇÃO Engenharia de Dados e Conhecimento I/Si SEMESTRAL 162 T:30 PL:30 OT:20 6 OPÇÃO Estágio / Projecto / Dissertação EGI SEMESTRAL 486 PL: 180 OT: º ANO / 2º SEMESTRE UNIDADES CURRICULARES ÁREA CIENTÍFICA TIPO TEMPO DE TRABALHO (HORAS) TOTAL CONTACTO Estágio / Projecto / Dissertação EGI SEMESTRAL 810 PL: 300 OT: CRÉDITOS OBSERVAÇÕES 4

5 DEPARTAMENTO Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial CURSO Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial (2.º Ciclo) 3. SISTEMAS DE GARANTIA DA QUALIDADE Verificou-se um grande nível de empenhamento, tanto do corpo docente como do corpo discente da UA no sentido de optimizar a qualidade do processo de ensino/aprendizagem. Como forma parcelar de avaliar os primeiros resultados da introdução desta nova realidade, realizaram-se inquéritos pedagógicos semestrais com o objectivo de identificar problemas e aspectos positivos ao nível da concretização do novo modelo. No entanto, para a maioria das unidades curriculares os resultados não foram publicados por não serem representativos da população em estudo. Apesar desta limitação foi discutido em sede de Comissão Científica do Mestrado a relevância dos inquéritos a realizar aos alunos na melhoria contínua do processo de ensino-aprendizagem e os procedimentos que poderiam ser adoptados para que nos anos seguintes se assista a um aumento da taxa de resposta. Para as três unidades curriculares sobre as quais existem resultados disponíveis, é de salientar a apreciação negativa que os alunos fazem de uma das unidades curriculares (em todas as questões colocadas a média das respostas dadas ronda o valor 2), o que exigirá uma maior atenção ao seu funcionamento no ano lectivo de 2008/09, no sentido de melhorar a qualidade percebida da mesma. Existe uma preocupação do departamento em adequar os espaços e materiais de apoio ao trabalho autónomo dos alunos, uma vez que se passou de um sistema de ensino baseado na transmissão de conhecimentos para um sistema baseado no desenvolvimento das competências dos estudantes. Atendendo a esta situação, todas as salas de aula foram dotadas de meios de apoio audiovisual e algumas reequipadas com meios informáticos permitindo aos alunos desenvolver de forma mais adequada e autónoma o seu trabalho. Foi criada uma sala de trabalho, para os alunos, com equipamento informático e procedeu-se à aquisição de diverso software reforçando a componente prática das unidades curriculares específicas da área científica de Engenharia e Gestão Industrial. Deve ainda salientar-se o papel de charneira do Director de Curso como primeiro elemento na esmagadora maioria dos processos de interacção entre estudantes, docentes e a instituição, que terá contribuído seguramente para uma concretização mais eficiente do novo modelo num período de transição (com todas as dificuldades daí decorrentes). 5

6 Indicadores Objectivos: Distribuição de ECTS por área científica Área científica Sigla Créditos Obrigatórios Optativos Engenharia e Gestão Industrial EGI Gestão G Engenharia Mecânica EMEC 6 18 Ciências e Engenharia do Ambiente CEA 6 - Informática/Sistemas de Informação I/Si - 12 Ciências e Engenharia de Materiais CEM - 6 Total (1) (1) Indica o número de créditos das áreas científicas optativas, necessários para a obtenção do grau ou diploma. Novas metodologias de ensino A Universidade de Aveiro vem apostando desde há alguns anos na utilização de diversas ferramentas informáticas de comunicação e disponibilização de informação para apoio ao processo de ensino-aprendizagem. São exemplo o portal académico (PACO), a plataforma de e-learning (Blackboard), a atribuição de uma conta de correio electrónico vitalícia ( ) e de um espaço de armazenamento (500 MB) a todos os alunos e docentes da UA, etc. Com o início do funcionamento do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial existiu uma preocupação por parte dos docentes em utilizar estas ferramentas informáticas no sentido de introduzir melhorias na qualidade do ensino bem como tornar mais eficiente o processo de aprendizagem. Deve ainda salientar-se o conjunto de serviços prestado pelos serviços de documentação da UA, de que se realçam serviços como a pesquisa integral nas mais importantes bases de dados científicas, o acesso às dissertações de diversas universidades nacionais e internacionais, etc. A concretização gradual do Processo de Bolonha foi acompanhada de um incremento da divulgação e utilização de todos estes meios. 6

7 Métodos de avaliação Cod. U.C. Designação Ano Sem. Contínua Mista Final Análise de Dados 1 1 X Análise e Projecto de Sistemas 1 1 X Gestão de Energia 1 1 X Gestão da Cadeia de Abastecimento 1 1 X Técnicas Avançadas de Gestão da Qualidade 1 1 X Sistemas de Apoio à Decisão 1 2 X Sistemas de Gestão Ambiental 1 2 X Desenvolvimento de Novos Produtos 1 2 X Tecnologias Avançadas da Produção 1 2 X Opção I Modelos e Processos de Negócio 2 1 X Opção II Dissertação/Projecto/Estágio 2 1 X Dissertação/Projecto/Estágio 2 2 X 7

8 Escolaridade e Tipos de Escolaridade (T/TP/P/Projecto/Estágio/Dissertação/OT) por semana Cód. Horas Designação Ano Sem U.C. T TP P Proj. Disser. Estágio OT Análise de Dados Análise e Projecto de Sistemas Gestão de Energia Gestão da Cadeia de Abastecimento Técnicas Avançadas de Gestão da Qualidade Sistemas de Apoio à Decisão Sistemas de Gestão Ambiental Desenvolvimento de Novos Produtos Tecnologias Avançadas da Produção Opção I Modelos e Processos de Negócio Opção II Dissertação/Projecto/Estágio 2 anual 8

9 DEPARTAMENTO Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial CURSO Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial (2.º Ciclo) 4. METODOLOGIA E ANÁLISE DAS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS A análise da adequação ao Processo de Bolonha é feita mediante a recolha de informação obtida através de inquéritos integrados num processo de monitorização da atribuição dos créditos ECTS (distribuição do tempo de trabalho/esforço do aluno pelas várias unidades curriculares) e através de inquéritos de apreciação do Processo de Ensino-Aprendizagem, elaborados por uma task force nomeada para o efeito. A informação recolhida é alvo de análise e discussão em sede de IFIU, Conselho Pedagógico, Fórum Pedagógico Discente e respectiva Comissão de Curso. Os resultados obtidos a partir dos inquéritos de apreciação do processo de ensinoaprendizagem já foram discutidos no ponto 3. deste relatório. Relativamente aos inquéritos realizados aos alunos sobre o tempo de trabalho e formação (ECTS) que despendiam com as diferentes unidades curriculares do seu curso, também se verificou que para a maioria das unidades curriculares os resultados não foram publicados por não serem representativos da população em estudo. Para as três únicas unidades curriculares sobre as quais existem resultados disponíveis, é de salientar que os alunos consideram despender em média um número de horas que é equivalente a 5 e 5,5 ECTS, o que se aproxima do número de ECTS atribuídos no plano curricular. A monitorização do processo de ensino-aprendizagem foi concretizada recorrendo aos seguintes instrumentos: - análise dos inquéritos efectuados aos alunos; - reuniões da Comissão Científica do Mestrado; - reuniões de docentes; - contactos estabelecidos entre a Direcção do Mestrado e os alunos que o frequentavam. 9

10 DEPARTAMENTO Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial CURSO Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial (2.º Ciclo) 5. MEDIDAS DE APOIO AO SUCESSO Sucesso escolar Com o objectivo de melhorar o sucesso escolar dos alunos e de adaptar as metodologias de ensino ao novo modelo pedagógico, foram promovidas várias medidas, das quais se destacam as seguintes: - a participação de docentes nas iniciativas promovidas pela Universidade de Aveiro (como, por exemplo, workshops, conferências e acções de formação), em que foram apresentadas metodologias de ensino adequadas a este novo sistema; - o aumento de trabalhos práticos realizados nas diferentes unidades curriculares do Mestrado que implicam, por um lado, o desenvolvimento de competências de investigação e conhecimento da realidade e, por outro lado, o desenvolvimento de competências em termos de transmissão de conhecimentos por parte dos alunos, uma vez que grande parte dos trabalhos realizados incluíram a sua apresentação oral pelos alunos; - a definição, em sede de comissão científica do mestrado, de procedimentos para a unidade curricular de estágio/projecto/dissertação; - reuniões com os docentes responsáveis pela supervisão dos alunos da unidade curricular de estágio/projecto/dissertação, com o objectivo de avaliar o desenvolvimento dos trabalhos dos alunos. Considera-se que a adopção de mecanismos de retroacção avaliativa que envolvem ~ docentes e discentes são essenciais na promoção da qualidade do sistema de ensino. No entanto, tal como referido anteriormente, o ano de 2007/08 correspondeu ao primeiro ano de concretização do novo modelo de mestrado (2º ciclo), pelo que a avaliação do reflexo das medidas adoptadas no sucesso escolar dos alunos é inviabilizada pelo facto de não existir informação para períodos anteriores ao analisado. De facto, os indicadores disponibilizados pelo GAGI, no que se refere ao sucesso escolar, reportam-se apenas ao ano lectivo de 2007/08, o que inviabiliza uma análise comparativa com períodos anteriores, que permita aferir o resultado desta nova realidade. De qualquer forma, se tivermos em consideração apenas os resultados do presente ano lectivo, é de salientar que em todas as unidades curriculares as taxas de aprovação dos alunos avaliados são superiores a 50%, sendo inferiores a 70% em apenas três; a estas unidades curriculares e ao seu funcionamento deverá, portanto, ser dada uma atenção mais cuidada no próximo ano lectivo, procurando definir e implementar estratégias que contribuam para a melhoria do desempenho dos alunos. De salientar o papel da direcção de curso no decorrer deste 1º ano de funcionamento do mestrado, mantendo um diálogo frequente com os responsáveis pelas unidades curriculares e com os alunos, o que permitiu uma concretização sem sobressaltos do novo modelo pedagógico. Tendo em conta que o mesmo acentua o trabalho autónomo do aluno, a direcção de curso empenhou-se ainda na sensibilização dos órgãos de gestão do departamento para a necessidade do reforço da capacidade de orientação. 10

11 Sucesso por Unidade Curricular Cod. N.º N.º N.º Designação Ano Sem. U.C. Inscritos Avaliados Aprovados Análise de Dados (62) 7 (42) 4 (27) Análise e Projecto de Sistemas (16) 2 (8) 2 (8) Gestão de Energia (27) 5 (23) 5 (23) Gestão da Cadeia de Abastecimento (66) 2 (52) 2 (46) Técnicas Avançadas de Gestão da Qualidade (3) 1 (2) 1 (2) Sistemas de Apoio à Decisão (3) 3 (-) 3 (-) Sistemas de Gestão Ambiental (17) 2 (17) 2 (13) Desenvolvimento de Novos Produtos (53) 6 (45) 6 (45) Tecnologias Avançadas da Produção (58) 5 (52) 5 (52) Opção I (Comportamento e Liderança nas Organizações) (2) 1 (-) 1 (-) Opção I (Engenharia e Desenvolvimento do 1 2 (2) (2) (2) Produto) Modelos e Processos de Negócio (22) 27 (12) 26 (9) Opção II (Estratégia e Competitividade) (9) 24 (8) 24 (8) Opção II (Engenharia de Dados e Conhecimento) 2 1 (1) (-) (-) Dissertação/Projecto/Estágio 2 anual 70* * O número de alunos inscritos a Dissertação/Projecto/Estágio não é o que consta dos dados coligidos pelo GAGI (nestes o valor que aparece é 23), mas antes aquele que resulta da soma do número de alunos admitidos no mestrado e que só tiveram que se inscrever a esta unidade curricular, com o número de alunos que transitaram da licenciatura pré-bolonha. Nota: Na tabela acima apresenta-se o número de alunos inscritos, avaliados e aprovados que efectivamente se encontravam, no ano em análise, matriculados no mestrado em Engenharia e Gestão Industrial, bem como, entre parênteses, o número de alunos inscritos, avaliados e aprovados às diferentes unidades curriculares do mestrado enquanto disciplinas extra-curriculares (em 2007/08 estes alunos encontravam-se matriculados na licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial 1º ciclo). A opção por esta forma de apresentação dos dados resulta do facto de se considerar que a soma dos dois números de alunos reflecte melhor a situação vivida em cada uma das unidades curriculares que constituem o curso de mestrado em Engenharia e Gestão Industrial. 11

12 Competências extracurriculares O crescente grau de autonomia que se espera de um aluno de um curso de 2º ciclo permitirá que as aulas presenciais possam ter uma componente reduzida de exposição de conceitos por parte do docente, sendo a maior parte do tempo dispendido no desenvolvimento e aprofundamento dos conceitos apresentados com base em trabalho individual e/ou de grupo: utilização de software para a resolução de problemas, realização de trabalhos de grupo e pequenos projectos (que exigem, muitas vezes, a interacção com o meio industrial e/ou comercial envolvente), recurso a apresentações orais (por vezes, em inglês) dos trabalhos realizados, realização de visitas de estudo a empresas, entre outros. Estes métodos, além de permitirem aos alunos uma compreensão mais imediata da aplicabilidade das matérias leccionadas, contribuem para que estes adquiram melhores capacidades de relacionamento interpessoal e de comunicação e que entrem em contacto com o meio envolvente. Adicionalmente é de referir a relevância da unidade curricular Estágio/Projecto/Dissertação no desenvolvimento de competências extracurriculares, até porque na grande maioria dos casos os alunos optaram pela realização de projectos nas organizações em que se encontravam a estagiar (ou a trabalhar, no caso dos alunos admitidos através do processo de candidaturas). A integração dos alunos num ambiente real de trabalho e a sua interacção com os trabalhadores de diferentes níveis, constituem certamente mecanismos muito eficazes de desenvolvimento de capacidades de comunicação e de relacionamento inter-pessoal. 12

13 Inserção na vida activa Existem diversas formas de promover a aproximação entre a universidade e as empresas, nomeadamente através da unidade curricular estágio/projecto/dissertação, que passou a fazer parte do novo plano curricular do mestrado (2.º ciclo) e que permite uma aproximação ao tecido empresarial e social. Anexa-se ao relatório a listagem das empresas que receberam alunos do departamento, incluindo os alunos do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial, para estágios curriculares. Por outro lado, o departamento tem vindo a organizar ao longo dos últimos anos diversas conferências/seminários/workshops cujos convidados são empresários ligados a diversos sectores. Através destes eventos consegue-se transmitir aos alunos a realidade do mundo empresarial e prepará-los para o mercado de trabalho. Estamos a falar de alunos que na sua maioria não têm ainda qualquer experiência profissional, ao contrário do que se verificava nos alunos dos mestrados pré-bolonha os quais já se encontravam, as mais das vezes, no mercado de trabalho. No que se refere à inserção na vida activa interessa, ainda, mencionar duas entidades com sede no departamento: - AIESEC A AIESEC é a maior organização mundial gerida exclusivamente por estudantes, assumindo-se como uma plataforma internacional que permite aos jovens descobrirem e desenvolverem o seu potencial. Activando a liderança dos jovens estudantes, proporcionando-lhes experiências de trabalho em equipa, os seus membros estão integrados num ambiente internacional de constante aprendizagem. - Júnior Empresa Júnior Empresa é uma empresa sem fins lucrativos que visa efectivar a ligação entre o meio académico e o empresarial. Pretende assim diminuir a distância entre o meio empresarial e estudantil, permitindo aos seus membros a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso. Finalmente, e sendo a Universidade de Aveiro uma universidade interdepartamental muitas das iniciativas para a inserção dos estudantes na vida activa têm uma organização centralizada; assim sendo, anexa-se ao relatório a informação disponibilizada pelo Gabinete de Estágios e Saídas Profissionais (GESP) e pela Associação dos Antigos Alunos da UA (AAAUA). 13

14 DEPARTAMENTO Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial CURSO Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial (2.º Ciclo) 6. ANÁLISE DOS RESULTADOS Tal como referido nos Relatórios de Concretização do Processo de Bolonha 2006/07 e 2007/08 da Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial, a aposta preferencial numa tipologia lectiva TP é porventura um dos aspectos mais positivos da introdução do novo modelo pedagógico, pelo reforço que possibilita ao nível da relação entre cada professor e os seus alunos. Por outro lado, o limite de 45 alunos para as turmas TP parece-nos excessivo também no âmbito do Mestrado, não permitindo potenciar o rendimento obtido particularmente ao nível do trabalho autónomo do aluno. Na opinião da direcção de curso uma redução para um valor máximo de 35 alunos por TP permitiria um maior acompanhamento do trabalho em sala de aula. Adicionalmente a direcção do mestrado identificou um conjunto de aspectos a melhorar, de que se destacam: - a dificuldade em conseguir que todos os alunos concluíssem com êxito a unidade curricular Estágio/Projecto/Dissertação no período definido para o efeito. De facto, neste caso assistiu-se a uma situação em que a grande maioria dos trabalhos defendidos e aprovados foram de alunos que transitaram da licenciatura pré-bolonha, sendo a taxa de sucesso dos alunos que se candidataram ao mestrado reduzida (muito provavelmente em consequência de grande parte destes alunos exercerem uma actividade profissional, o que lhes reduz significativamente o tempo disponível para a realização do seu trabalho de investigação); - a fraca participação dos alunos nos inquéritos semestrais de apreciação do processo de ensino-aprendizagem e do trabalho desenvolvido pelos docentes. Parece-nos que este é um mecanismo eficaz na detecção dos pontos fortes e fracos de um curso e, consequentemente, um input de relevância fundamental para a sua melhoria. 14

15 DEPARTAMENTO Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial CURSO Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial (2.º Ciclo) 7. CONCLUSÕES Numa análise da concretização do Processo de Bolonha ao nível do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial (2º ciclo), a direcção de curso realça a coordenação de esforços dos órgãos de gestão do DEGEI, das diversas direcções de curso, dos docentes e dos representantes dos alunos (de que se destaca a AEGIA), que permitiu a realização de reuniões periódicas, envolvendo todos os alunos da licenciatura pré-bolonha, garantindo uma transição na medida do possível com o mínimo de problemas. O processo de transição para o novo modelo pedagógico foi rápido e, em alguns aspectos, radical, pelo que nunca é demais salientar que apesar de todas as vicissitudes se conseguiu que acontecesse de uma forma suave e informada, permitindo que o ano lectivo 2007/08 decorresse dentro da normalidade académica que caracteriza a Universidade de Aveiro. Anexos: Relatório de Concretização do Processo de Bolonha 2006/07 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial; Relatório de concretização do Processo de Bolonha 2007/08 Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial; Tabela de correspondências para o Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial; Informação do GESP; Informação da AAAUA; Listagem de empresas para estágios curriculares. 15

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